terça-feira, julho 14, 2026

Autor: Redação

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dia de queda no Ibovespa; ouça análise


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a queda do Ibovespa (-1,27%, aos 119 mil pontos) com impacto do cenário global. O dólar permaneceu estável em R$ 6,10, enquanto a produção industrial recuou 0,6% em novembro, mas registra alta anual de 1,7%. A ata do FOMC indicou cautela com inflação nos EUA, e as falas de Trump adicionaram pressão protecionista. Hoje, atenção para a PMC no Brasil e pedidos de seguro-desemprego nos EUA.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Monocultura e policultura: entenda as diferenças



Benefício importante da policultura é o incentivo à biodiversidade


Foto: Pixabay

Segundo informações divulgadas no Blog da Aegro, a escolha entre monocultura e policultura é uma decisão estratégica no manejo agrícola, com impactos diretos na produtividade, saúde do solo e sustentabilidade do sistema produtivo. Enquanto a monocultura foca no cultivo de uma única espécie vegetal, a policultura promove a diversificação de culturas, oferecendo uma série de vantagens ecológicas e econômicas.

A policultura, ao integrar diferentes culturas no mesmo espaço ou alterná-las ao longo do tempo, contribui para a regeneração dos nutrientes do solo. Essa prática reduz a degradação, aumenta a fertilidade e quebra ciclos de pragas e doenças específicas, diminuindo a dependência de defensivos químicos. Além disso, promove um controle biológico natural, resultando em um sistema agrícola mais equilibrado e sustentável.

Outro benefício importante da policultura é o incentivo à biodiversidade. A diversidade de plantas cria um ambiente mais resiliente a condições climáticas adversas, como secas ou chuvas excessivas, além de atrair polinizadores e organismos benéficos. Essa abordagem diversificada também reduz os riscos econômicos associados à dependência de uma única cultura, oferecendo maior estabilidade ao produtor rural.





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chuva forte se espalha pelo Brasil, com alerta de temporais



A previsão do tempo para esta quinta-feira (9) aponta a atuação de instabilidades que reforçam as chuvas intensas em diversas regiões do Brasil, de acordo com informações da Climatempo.

O destaque vai para os temporais no Sudeste e Nordeste, mas as pancadas de chuva devem ser registradas em boa parte do país.

Sul

Instabilidades voltam a se espalhar sobre Santa Catarina e Paraná. À tarde, as pancadas ganham força no leste dos dois estados, com possibilidade de ocorência de raios.

No Rio Grande do Sul, a chuva fica concentrada no norte e na serra, associada à circulação de umidade em combinação com a atmosfera aquecida.

Sudeste

A atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul reforça a chuva forte no Espírito Santo e no norte do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Haá expectativa de temporais com raios e chuva forte ao longo do dia.

A circulação de umidade deve estimular a ocorrência de chuva também no leste de São Paulo, especialmente na região do Vale do Paraíba.

Centro-Oeste

A chuva mais pesada segue concentrada em Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal, em um dia marcado por céu mais encoberto e pancadas ocorrendo já no período da manhã.

Em Mato Grosso do Sul, as instabilidades voltam a se espalhar, mas a chuva ainda incide de maneira irregular.

Nordeste

Instabilidades ganham força em toda a região, e as pancadas se espalham por praticamente todos os estados.

Já pela manhã, há condições para chuva no Maranhão, Piauí e Bahia. No decorrer do dia, as pancadas se espalham pelo sertão, agreste e costa norte nordestina.

Norte

O tempo segue instável em praticamente todos os estados da região. A chuva mais pesada deve cair sobre Amazonas, Acre, Rondônia, sul do Pará e Tocantins.



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Minas Gerais avança na produção de café conilon



O objetivo é promover o desenvolvimento da cafeicultura com foco na produtividade




Foto: Pixabay

A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) iniciou, em dezembro de 2024, a comercialização e entrega de aproximadamente 20 mil mudas de café Conilon. Produzidas ao longo do ano nos Campos Experimentais de Leopoldina e Oratórios, na Zona da Mata mineira, essas mudas estão sendo negociadas com cafeicultores de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, ampliando o acesso a cultivares adaptadas às condições locais, conforme a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais.

Essa é a segunda produção comercial de mudas de Conilon realizada pela Epamig. Em 2023, a instituição vendeu um lote inicial de 7 mil mudas a um produtor do município de Raul Soares, também em Minas Gerais. A iniciativa integra o projeto “Expansão do Cultivo de Café Conilon no Leste de Minas Gerais”, financiado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O objetivo é promover o desenvolvimento da cafeicultura regional com foco na produtividade e sustentabilidade.

O material genético utilizado na produção das mudas foi fornecido pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper). Além de testar a adaptabilidade das cultivares do Espírito Santo às condições climáticas e de solo de Minas Gerais, a Epamig desenvolve um programa próprio de melhoramento genético do café Conilon, que visa gerar variedades ainda mais produtivas e resistentes para os produtores da região.





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Produtos com bônus no PGPAF incluem açaí, banana, mandioca



Conab divulga lista de produtos com bônus do PGPAF para janeiro




Foto: Pixabay

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) publicou nesta quarta-feira (8), no Diário Oficial da União, a lista mais recente de produtos contemplados pelo Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF). O programa oferece descontos em parcelas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) para agricultores cujos cultivos registraram preços abaixo do patamar garantido.

Entre as novidades deste mês, destaca-se a inclusão da batata, no Paraná, e a saída da cana-de-açúcar da relação de produtos beneficiados. Além da batata, itens como açaí, banana, cará/inhame, castanha-de-caju, cebola, erva-mate, feijão caupi, manga, mel de abelha, raiz de mandioca, tomate e trigo também fazem parte da lista de janeiro, com alterações nos estados contemplados.

A portaria que determina os valores do bônus mensal foi divulgada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). Os novos valores entram em vigor em 10 de janeiro de 2025 e seguem válidos até 9 de fevereiro de 2025. Além disso, os preços de garantia para o PGPAF foram atualizados conforme a Resolução Nº 5.188, de 19 de dezembro de 2024. A lista completa e os percentuais de bônus podem ser consultados na Portaria SAF/MDA Nº 301, de 7 de janeiro de 2025.





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Tomate longa vida enfrenta queda de 30% no preço



Colheita em alta faz preço do tomate longa vida cair no Rio Grande do Sul




Foto: Canva

O preço do tomate longa vida caiu 30%, passando de R$ 5,00 para R$ 3,50 por quilo, conforme dados divulgados no Informativo Conjuntural da Emater/RS, na última quinta-feira (02). Essa redução é atribuída ao aumento da oferta do produto no mercado, impulsionado pela aceleração da colheita, que ocorre em função da elevada perecibilidade do tomate e da necessidade de colheita no momento exato de maturação.

Anteriormente, o preço do tomate longa vida havia experimentado alta devido à estratégia de desaceleração da colheita, que visava um ajuste nos preços. No entanto, com a maior disponibilidade do produto no mercado, especialmente com a intensificação da colheita no Rio Grande do Sul, o preço sofreu uma queda considerável.

A Emater/RS aponta que essa dinâmica de preços reflete a volatilidade do mercado de produtos hortifrúti, cuja oferta e demanda podem sofrer grandes variações dependendo do ritmo da colheita e da conservação dos produtos. A colheita acelerada, apesar de ser uma necessidade para garantir a qualidade do tomate, tem gerado um impacto negativo nos preços, que agora se estabilizam em valores mais baixos.





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projeto beneficia 10 mil agricultores com renda e inclusão social



O programa iniciou sua operação em 2015




Foto: Sheila Flores

O Projeto Complementar Nossa Gente Paraná, na modalidade Renda Agricultor Familiar, aprovou em 2024 mais 677 projetos, totalizando 9.996 agricultores beneficiados. O programa, que visa a prevenção e a superação das condições de alta vulnerabilidade social, foi iniciado em 2015 e tem sido um importante instrumento de apoio a agricultores familiares em situação de risco no estado, conforme dados da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná.

Para a implementação do projeto, foram investidos aproximadamente R$ 28 milhões, provenientes do Tesouro do Estado, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Fundo Estadual de Combate à Pobreza (Fecop). Cada um dos agricultores recebe R$ 6 mil, divididos em duas parcelas. Em agosto deste ano, o valor foi reajustado em 100%, com a primeira parcela de R$ 4 mil sendo transferida após a assinatura do adesão e a apresentação de um projeto de estruturação da unidade produtiva familiar. Após a verificação do cumprimento das etapas e o avanço do projeto, a segunda parcela é liberada.

O programa atende principalmente agricultores familiares com renda mensal per capita igual ou inferior a meio salário mínimo, incluindo pescadores artesanais, quilombolas, indígenas e outras comunidades tradicionais. A estimativa é que cerca de 110 mil famílias no Paraná se encaixem nesse perfil. Além do auxílio financeiro, os beneficiários recebem serviços de assistência técnica e extensão rural, contribuindo para a implementação de projetos de geração de renda e o acesso a políticas públicas de cidadania. Também jovens com mais de 18 anos que cursam colégio agrícola ou Casa Familiar Rural podem ser contemplados, com projetos próprios em áreas cedidas pelos pais.

Em 2019, o programa foi premiado com o Prêmio Sesi ODS por contribuir com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, e em 2022 conquistou o terceiro lugar no Prêmio Estratégia ODS Brasil.





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Receita esclarece que não cobrará imposto por Pix


O reforço na fiscalização de transferências via Pix e cartão de crédito não significa criação de impostos, esclareceu a Receita Federal. Em comunicado, o Fisco desmentiu informações falsas que circularam nas redes sociais nos últimos dias sobre cobrança de imposto para transferências digitais.

Em 1º de janeiro, entraram em vigor as novas regras da Receita Federal para a fiscalização de transferências financeiras. A principal mudança foi a extensão do monitoramento de transações financeiras às transferências Pix que somam pelo menos R$ 5 mil por mês para pessoas físicas e R$ 15 mil para pessoas jurídicas.

Além das transações Pix, esses limites também valem para as operadoras de cartão de crédito e as instituições de pagamento, como bancos digitais e operadoras de carteiras virtuais. Elas deverão notificar à Receita operações cuja soma mensal ultrapassa esse teto. Os bancos tradicionais, as cooperativas de crédito e instituições que operam outras modalidades de transação já tinham de informar à Receita sobre esses valores.

Gerenciamento de risco

Segundo a Receita, a instrução normativa que reforçou a fiscalização permite “oferecer melhores serviços à sociedade”. Como exemplo, o comunicado cita que os valores fiscalizados entrarão da declaração pré-preenchida do Imposto de Renda de 2026 (ano-base 2025), reduzindo divergências e erros que levam o contribuinte à malha fina.

O comunicado esclareceu que a Receita modernizou a fiscalização para incluir novos tipos de instituições do sistema financeiro, como fintechs e carteiras virtuais. No caso do cartão de crédito, o Fisco extinguiu a Declaração de Operações com Cartões de Crédito (Decred), criada em 2003, e a substituiu por um módulo para cartões de crédito dentro da e-Financeira, plataforma que reúne arquivos digitais de cadastro, abertura e fechamento de contas e operações.

A e-Financeira opera dentro do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), criado em 2007 e que processa, por exemplo, as notas fiscais eletrônicas.

Sigilo bancário e fiscal

No comunicado, a Receita também explicou que o reforço na fiscalização não desrespeitará as leis que regulam os sigilos bancário e fiscal, sem identificar a natureza ou a origem das transações. “A medida visa a um melhor gerenciamento de riscos pela administração tributária, a partir da qual será possível oferecer melhores serviços à sociedade, em absoluto respeito às normas legais dos sigilos bancário e fiscal.”

A Receita reiterou que a e-Financeira não identifica o destinatário das transferências de uma pessoa ou empresa para terceiros, via Pix ou Transferência Eletrônica Disponível (TED). O sistema, explicou o Fisco, soma todos os valores que saíram da conta, inclusive saques. Se ultrapassado o limite de R$ 5 mil para pessoa física ou de R$15 mil para pessoa jurídica, a instituição financeira informará a Receita Federal.

Em relação aos valores que ingressam em uma conta, a e-Financeira apenas contabiliza as entradas, sem individualizar sequer a modalidade de transferência, se por Pix ou outra. Todos os valores, informou a Receita, são consolidados, devendo ser informados os totais movimentados a débito e a crédito em determinada conta, sem especificar os detalhes das transações.

As instituições financeiras enviarão os relatórios à Receita Federal a cada seis meses. As informações referentes ao primeiro semestre deverão ser prestadas até o último dia útil de agosto. Os dados do segundo semestre serão apresentados até o último dia útil de fevereiro, prazo que permitirá a inclusão na declaração pré-preenchida do Imposto de Renda, na metade de março.



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Produção de folhosas sofre impactos climáticos



Alta temperatura e pragas impactam cultivos no RS




Foto: Pixabay

Produtores de diversas regiões do Rio Grande do Sul continuam enfrentando desafios climáticos, conforme o mais recente Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS, na última quinta-feira (02). Em Uruguaiana, a produção de folhosas tem sido afetada por doenças fúngicas, que não são controladas mesmo com a aplicação regular de defensivos agrícolas. No entanto, a alta demanda levou a uma elevação no preço da alface, que atingiu a média de R$ 28,00 por dúzia, podendo chegar até R$ 30,00 em alguns estabelecimentos.

Em outras regiões, como Itaqui, a mandioca se desenvolve favoravelmente, graças às chuvas regulares e à boa luminosidade. As lavouras estão apresentando bom potencial e crescimento vigoroso. Em Ijuí, as olerícolas também têm se desenvolvido bem, beneficiadas pelo alto índice de insolação e irrigação, embora o clima seco tenha aumentado a incidência de pragas como mosca-branca, pulgão e tripes. A redução da semeadura e do transplantio visa evitar excesso de produto nos meses de janeiro e fevereiro, quando a demanda costuma cair.

Por outro lado, na região de Santa Rosa, o uso de irrigação não tem sido suficiente para manter os cultivos, especialmente os menos resistentes às condições climáticas extremas. Embora a baixa umidade do ar tenha ajudado a reduzir doenças nas olerícolas, ela tem aumentado o ataque de ácaros e tripes. A alface, por exemplo, foi comercializada por R$ 4,00 por unidade, enquanto o repolho foi vendido a R$ 5,00 por quilo. Em Pelotas, o clima favoreceu o desenvolvimento das olerícolas, e a safra de milho-verde e milho-doce iniciou-se com bons preços. A produção de tomate e pimentão também segue com boa qualidade, mas os preços não agradaram os produtores.





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preços seguem avançando no país; confira



O mercado físico brasileiro do boi gordo voltou a se deparar com elevação dos preços nesta quarta-feira (8).

Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade desse movimento no curto prazo, em linha com a posição das escalas de abate, apertadas em grande parte do país.

“E isso ocorre em um ambiente em que o pecuarista encontra boas condições para negociar, com pastagens possibilitando ao criador adotar a retenção como estratégia neste início de temporada”, indica.

Iglesias comenta ainda que as exportações em grande nível são uma tendência clara para 2025, com o Brasil permanecendo como melhor alternativa global para o fornecimento da carne bovina.

Preço médio da arroba de boi gordo no Brasil hoje

  • São Paulo: R$ 326,92 a prazo (R$ 325,25 ontem)
  • Minas Gerais: R$ 312,94 (R$ 311,47 anteriormente)
  • Goiás: R$ 312,14 (R$ 311,43 ontem)
  • Mato Grosso do Sul: R$ 319,89 (R$ 318,30 ontem)
  • Mato Grosso: R$ 311,96 (R$ 304,80 ontem).

Atacado

O mercado atacadista volta a se deparar com preços acomodados. De acordo com o analista de Safras & Mercado, o cenário sugere menor espaço para reajustes durante o primeiro bimestre.

Com a população descapitalizada e despesas tradicionais do período pesando sobre o orçamento familiar (IPTU, IPVA e compra de material escolar), a prioridade estaria no consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, embutidos e ovo.

O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 17 o quilo. O quarto traseiro permanece cotado a R$ 26,80 o quilo. A ponta de agulha ainda é precificada a R$ 18 o quilo.



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