segunda-feira, julho 13, 2026

Autor: Redação

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Expocacer bate recorde com aumento de 41% nas exportações de café em 2024



A Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer) alcançou um marco histórico em 2024, registrando um aumento de 41% nas exportações de café em comparação ao ano anterior. Com mais de 550 mil sacas de 60 kg exportadas para mais de 35 países, a cooperativa faturou R$ 840 milhões no mercado externo. Internamente, as vendas somaram 870 mil sacas, totalizando um faturamento anual de cerca de R$ 1,9 bilhão.

Expansão internacional e inovação

Entre os destaques do ano, a Expocacer inaugurou representações comerciais no Reino Unido e Coreia do Sul, além de um hub logístico nos Estados Unidos. “Essas ações foram cruciais para fortalecer nossa competitividade global e abrir novos mercados”, destaca Italo Henrique, Diretor Comercial da cooperativa.

Os principais destinos das exportações da Expocacer incluem França, Bélgica, Japão, Itália, Reino Unido e Estados Unidos, este último liderando com 15% das exportações. Segundo a Mordor Intelligence, o mercado global de café, avaliado em US$ 132 bilhões, deve atingir US$ 166 bilhões até 2029, impulsionado pela urbanização, aumento da renda disponível e pela preferência por produtos éticos e sustentáveis.

Sustentabilidade como diferencial

A Expocacer destacou-se com a aprovação do protocolo ECO By Expocacer, certificado pela Plataforma Global do Café como referência em sustentabilidade. “Nossos cafés possuem selos regenerativos, baixo carbono e orgânicos, garantindo rastreabilidade completa, e atendem às expectativas das novas gerações, como os Millennials e a Geração Z, que buscam produtos alinhados com valores de responsabilidade ambiental e transparência”, afirma Simão Pedro de Lima, Diretor Presidente Executivo.

A cooperativa também atendeu às exigências da Lei de Antidesmatamento da União Europeia (EUDR), consolidando-se como uma referência em práticas sustentáveis e exportações certificadas.

Inovações que conquistam consumidores

A busca por experiências sensoriais diferenciadas, com notas florais e sabores únicos, também contribuiu para impulsionar o mercado cafeeiro. “Trabalhamos para preservar a qualidade da Região do Cerrado Mineiro, entregando cafés que atendem à crescente demanda por inovações e experiências degustativas exclusivas”, conclui Italo Henrique.

Combinando inovação, sustentabilidade e expansão internacional, a Expocacer não apenas bateu recordes em 2024, mas também reforçou seu papel como protagonista no mercado global de café.



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AgroNewsPolítica & Agro

Colheita de feijão no Paraná passa os 70%


A colheita de feijão no Paraná já ultrapassou 70%, entrando na reta final do ciclo produtivo, conforme informações do Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (Ibrafe). Produtores que colhem grãos de alta qualidade continuam recebendo bons preços. O feijão-carioca com escurecimento lento, por exemplo, atingiu a marca de R$ 220 nesta semana. A demanda tem sido forte, e tudo que é colhido é rapidamente vendido. 

No entanto, a cultivar Sabiá, predominante nesta safra, está sofrendo desvalorização devido à sua aparência, resultando em vendas mais lentas. Isso faz com que o Feijão-carioca comercial, com algum índice de defeitos e coloração abaixo de 8, acabe ficando parcialmente estocado, sem conseguir atingir a mesma agilidade de vendas que outros lotes. 

No estado de Minas Gerais, a expectativa é de uma colheita rápida, com grande parte da produção sendo finalizada até o final de fevereiro. Isso indica que o estado está com um ritmo acelerado, possibilitando o fechamento da safra dentro de um cronograma eficiente. 

No que se refere ao feijão-preto, a maior parte da produção colhida está sendo armazenada, o que pode sinalizar uma possível recuperação no mercado, com a oferta controlada. Além disso, a segunda safra de feijão no Paraná, atualmente em fase de plantio, deverá atingir 380 mil hectares, o que representa uma redução de 11% em relação à área cultivada no ano anterior, conforme estimativas da Secretaria de Agricultura do Paraná. A redução da área plantada poderá impactar as expectativas de oferta para a próxima temporada.

“O Feijão-preto colhido está sendo majoritariamente armazenado, sugerindo uma possível recuperação do mercado. A segunda safra, atualmente em fase de plantio, deve alcançar 380 mil hectares, conforme estimativas da Secretaria de Agricultura do Paraná. Essa área representa uma redução de 11% em relação à segunda safra do ano anterior”, conclui.

 





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Chuvas nas lavouras de soja no Brasil



O início da semana será marcado por instabilidades na faixa central e norte do Brasil, de acordo com alerta agroclimático da Rural Clima. As chuvas são frequentes nas lavouras de soja em Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e Tocantins, áreas que abrigam importantes lavouras de soja. O Centro-Sul do país, contudo, chama a atenção por um tempo mais seco e aberto, além de ter temperaturas elevadas.

Este cenário ainda deve permanecer por um tempo, ao menos até quinta-feira (16). Os dois modelos indicam a mesma previsão, o que confere maior confiabilidade. Há uma condição de invernada, com uma frente fria afastada no Oceano, mas ainda provocando bastante instabilidade. Com isso, o Centro-Sul deve apresentar tempo mais aberto, praticamente sem condições de chuvas ao longo deste período.

Na terça-feira (14), pontualmente, há possibilidade de algumas pancadas entre o Paraná, Mato Grosso e Paraguai, também atingindo o oeste de Santa Catarina e o extremo noroeste do Rio Grande do Sul. Contudo, a chuva deve ser rápida e isolada, sem volumes expressivos.

A partir de quinta-feira, é possível que o corredor de umidade migre para áreas de soja mais ao sul do país, favorecendo o retorno das chuvas no final da semana entre Mato Grosso do Sul, São Paulo e norte do Paraná, áreas que também têm lavouras de soja em fase de desenvolvimento.

Frente fria e a soja

Além disso, ao sul, uma frente fria começa a se formar entre a Argentina e o Rio Grande do Sul. Esse sistema deve avançar entre o final de semana e o começo da próxima semana, com chuvas à vista para o Rio Grande do Sul, Paraguai, Argentina, Paraná e Santa Catarina.

Ao mesmo tempo em que esse movimento acontece, a faixa Centro-Norte do Brasil deve enfrentar um recuo das precipitações nos estados com chuvas neste início de semana. No entanto, não será uma ausência total das instabilidades, mas apenas intervalos com tempo seco, impactando também as lavouras de soja da região.



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Inflação pode chegar a 5% em 2025, aponta mercado financeiro



O mercado financeiro ajustou a projeção da inflação para 2025, indicando um aumento no índice, que deve chegar a 5%, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (13) pelo Banco Central. Na semana anterior, a previsão era de 4,99%. Há quatro semanas, a expectativa era de 4,6%.

O relatório, elaborado com base nas análises de economistas do setor financeiro, também elevou a previsão para 2026, com o índice de preços ao consumidor amplo (IPCA) subindo de 4,03% para 4,05%.

Em 2024, o IPCA encerrou o ano em 4,83%, superando o teto da meta inflacionária, que era de 4,5%. Desde a adoção do regime de metas de inflação em 1999, esse foi o oitavo ano em que o índice ultrapassou o limite permitido.
Projeções econômicas

Além da inflação, o Boletim Focus manteve a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2025 em 2,02%. Para os anos seguintes, o mercado espera expansão de 1,8% em 2026 e de 2% tanto em 2027 quanto em 2028.

Quanto à taxa básica de juros (Selic), a previsão para 2025 permanece em 15%. Para 2026 e 2027, o mercado estima quedas progressivas, com a Selic projetada em 12% e 10,25%, respectivamente.

Selic e câmbio

A Selic, atualmente fixada em 12,25% ao ano, é usada pelo Banco Central como principal instrumento para controlar a inflação. O Comitê de Política Monetária (Copom) sinalizou que novos aumentos podem ser necessários em 2025, caso a meta inflacionária de 3%, com tolerância entre 1,5% e 4,5%, não seja atingida.

No câmbio, a projeção para o dólar em 2025 foi mantida em R$ 6,00. Para os anos seguintes, as previsões indicam cotação de R$ 5,82 em 2027 e R$ 5,88 em 2028.

Com um cenário econômico marcado por desafios, a combinação de alta inflação, juros elevados e câmbio pressionado exige atenção redobrada de investidores, consumidores e empresas.



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Minas Gerais simplifica registro de queijarias artesanais



O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) está em processo de revisão da legislação que trata do registro de queijarias artesanais no estado de Minas Gerais. A medida visa modernizar as normas existentes, abrangendo todos os queijos artesanais de Minas Gerais, e não apenas o Queijo Minas Artesanal.

A revisão de atos antigos leva em consideração o fomento à regularização da produção e a unificação de diversos regulamentos em um único documento. Ou seja, não será uma nova legislação, mas uma única portaria que reúne, de forma clara e consolidada, todas as normas referentes ao tema.

O IMA lança uma consulta pública para coletar sugestões sobre o documento que estabelece os requisitos para produção e comercialização de queijos artesanais no estado.

O texto simplifica o acesso à informação para toda a cadeia produtiva, além de revogar duas normas obsoletas – as portarias do IMA nº 517, de 14/6/2002 e nº 523, de 3/7/2002. A iniciativa do instituto faz parte das diretrizes do governo do estado de desburocratizar processos, buscando a eficiência do serviço público.

Além de promover condições sanitárias adequadas respeitando as tradições mineiras, o documento também apresenta requisitos específicos de produção para queijos artesanais de Minas Gerais em entrepostos de laticínios – estabelecimentos voltados para o recebimento, maturação, afinação e acondicionamento de queijos artesanais.

A minuta da nova portaria prevê, entre outros pontos, que o leite deve ser armazenado e manipulado em instalações específicas, com equipamentos devidamente higienizados para evitar contaminações. Além disso, no controle da qualidade da água, incluem-se tratamentos cientificamente validados, como cloração ou métodos alternativos comprovados. O IMA também solicita análises laboratoriais periódicas dos produtos registrados para identificar contaminantes.

O documento também prevê que as queijarias devem manter ambientes adequados à produção, com ventilação, iluminação e barreiras sanitárias que atendam aos padrões higiênico-sanitários estabelecidos. O transporte dos queijos também segue normas rigorosas, exigindo o uso de caixas isotérmicas ou veículos com carroceria refrigerada, assegurando que não ocorra deformação ou contaminação dos produtos.

A consulta pública é um mecanismo de participação social que permite à toda a cadeia produtiva e à sociedade contribuírem para a definição de políticas públicas, assegurando que as normas atendam às reais necessidades do setor. Além disso, é fundamental para alinhar as demandas do mercado e promover a regularização e o fortalecimento da tradição mineira. 

Saiba em primeira mão informações sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo. Siga o Canal Rural no Google News.



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AgroNewsPolítica & Agro

Como driblar a resistência do caruru?



Piasecki reforça que o manejo eficaz do carurú depende do uso de herbicidas pré-emerg



Piasecki reforça que o manejo eficaz do carurú depende do uso de herbicidas pré-emergentes
Piasecki reforça que o manejo eficaz do carurú depende do uso de herbicidas pré-emergentes – Foto: Pixabay

De acordo com Cristiano Piasecki, Diretor e Pesquisador Herbologista na ATSI Brasil Pesquisa e Consultoria Agronômica, o carurú, uma planta daninha comum na região Norte do Rio Grande do Sul, apresenta resistência ao glifosato (inibidor da EPSPs) e aos herbicidas inibidores da biossíntese de aminoácidos, especialmente aos do grupo ALS. Essa resistência torna o carurú uma espécie altamente competitiva, prejudicando o desenvolvimento da soja e gerando grandes perdas para os produtores.

Piasecki reforça que o manejo eficaz do carurú depende do uso de herbicidas pré-emergentes, que são indispensáveis para o controle da planta. No entanto, ele destaca que a escolha do pré-emergente correto pode influenciar significativamente a eficácia do controle, já que há variações nos resultados de acordo com o produto recomendado.

Em um vídeo recente, Piasecki mostra como essas diferenças se manifestam na prática e explica a importância de seguir recomendações técnicas assertivas para garantir um controle adequado. A escolha do herbicida certo, de acordo com as condições específicas da área, é crucial para minimizar os danos causados pelo carurú.

Para aqueles que desejam aprimorar suas técnicas de manejo de plantas daninhas, Piasecki convida os produtores a se juntarem ao time de mentoria da ATSI Brasil, com acesso às melhores informações e práticas de manejo, visando um controle mais eficiente e sustentável no campo. “É bem importante a gente entender, reconhecer os herbicidas e conhecer a sua eficácia para estar buscando a melhor recomendação sempre”, falou.





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Polícia apreende mais de 100 aves silvestres em porta-malas de carro na BA



Um homem foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) ao ser flagrado transportando 135 aves silvestres em um carro de passeio na BR-101, em Itabuna, Bahia. Durante uma ronda de rotina, os agentes notaram que o motorista de um VW/Santana dirigia em zigue-zague pela rodovia e utilizava o celular ao volante.

Ao abordarem o veículo, os policiais encontraram dois pássaros da espécie papa-capim em gaiolas visíveis no interior do carro. Contudo, uma vistoria no porta-malas revelou um cenário alarmante: diversas gaiolas estavam escondidas sob roupas e cachos de bananas, contendo 91 canários-da-terra, 42 azulões e 2 papa-capins.

Maus-tratos e tráfico de animais

As aves eram transportadas sem ventilação, água ou comida, em recipientes que impediam a abertura das asas, o que causou ferimentos em muitos dos animais. Diante das evidências de maus-tratos e do crime de tráfico de animais silvestres, o motorista, que já possuía antecedentes pelo mesmo delito, foi preso em flagrante.

O veículo e os pássaros foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal em Ilhéus para os devidos procedimentos legais.

Destino das aves resgatadas

As 135 aves foram levadas ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Vitória da Conquista, onde recebem cuidados para recuperação. Assim que estiverem aptas, serão devolvidas ao habitat natural, contribuindo para a preservação da fauna silvestre.



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Justiça decreta prisão de mais um suspeito por ataque em assentamento do MST



A Justiça de São Paulo acatou o pedido da Polícia Civil e decretou a prisão temporária de mais um suspeito envolvido no ataque ao assentamento Olga Benário, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Tremembé (SP). O crime, ocorrido na noite de sexta-feira (10), deixou dois homens mortos e outras seis pessoas feridas.

Antônio Martins, conhecido como “Nero do Piseiro”, foi detido no sábado (11) e teve a prisão temporária decretada por 30 dias. Apontado como mentor intelectual do ataque, Nero já possuía antecedentes criminais por porte ilegal de arma de fogo. Segundo a investigação, a motivação para o crime teria sido um desentendimento relacionado à negociação de um terreno dentro da área do assentamento.

Testemunhas identificaram Nero entre os responsáveis pelo ataque. Elas relataram que os criminosos chegaram ao local em carros e motos, e começaram a atirar momentos depois.

Mais uma prisão e andamento das investigações

Um terceiro homem foi preso pela Polícia Militar logo após o crime, por porte ilegal de arma de fogo. Contudo, de acordo com a Polícia Civil, não há ligação direta dele com o ataque, já que há indícios de que ele estaria no local para prestar socorro às vítimas.

A investigação segue sob a responsabilidade da Delegacia Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Taubaté.

Proteção

A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), Macaé Evaristo, informou que a partir desta segunda-feira (13), a equipe do Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH), vinculado à pasta, prestará atendimento individualizado no assentamento para dar apoio às famílias.

Desde a ocorrência, a Deic trabalha para identificar e prender todos os envolvidos, além de esclarecer completamente as circunstâncias do ataque. O caso foi registrado como homicídio, tentativa de homicídio e porte ilegal de arma de fogo de uso permitido, no plantão da Delegacia Seccional de Taubaté.



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a resiliência da economia dos EUA e a inflação no Brasil; confira análise


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, traz um resumo da semana passada. O Ibovespa fechou a semana com leve alta, enquanto o dólar caiu 1,29%, encerrando a R$6,10. A agenda destacou a resiliência da economia dos EUA e o forte mercado de trabalho. No Brasil, a inflação de 2024 fechou acima da meta, em 4,8%.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

CPR-F é oportunidade de investir em insumos



As aplicações da CPR-F são bastante amplas



Para os produtores, a CPR-F representa uma forma ágil e eficiente de obter recursos financeiros
Para os produtores, a CPR-F representa uma forma ágil e eficiente de obter recursos financeiros – Foto: USDA

A Cédula de Produto Rural Financeira (CPR-F ) é uma ferramenta essencial no financiamento do agronegócio brasileiro, como destacado pela Vox Fortuna. Ao contrário da CPR física, que está ligada à entrega de produtos, a CPR-F é um título financeiro que permite aos produtores captar recursos, com o pagamento garantido por valores financeiros futuros. Essa característica é crucial, pois possibilita o acesso a capital para o custeio, compra de insumos e investimentos em tecnologia antes da colheita.

Para os produtores, a CPR-F representa uma forma ágil e eficiente de obter recursos financeiros, sem a necessidade de esperar pela entrega dos produtos. Já para os investidores, a CPR-F oferece uma oportunidade de diversificação de portfólio, com rentabilidade competitiva e exposição a um setor estratégico e resiliente como o agronegócio. Isso torna a CPR-F uma alternativa atraente, especialmente considerando o cenário dinâmico e promissor do setor.

As aplicações da CPR-F são bastante amplas, abrangendo a produção agrícola, como soja, milho, algodão e café, além da pecuária, com foco em gado de corte e leite. Também é utilizada para financiar a compra de insumos essenciais, como fertilizantes, defensivos e sementes, que são fundamentais para garantir a produtividade e o sucesso das operações. As informações foram divulgadas no perfil oficial da VOX Fortuna na rede social LinkedIn.

“Diferente da CPR física, que está diretamente ligada à entrega de produtos, a CPR-F é um título financeiro que possibilita a captação de recursos pelos produtores, com pagamento lastreado em valores financeiros futuros”, afirma.

 





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