domingo, julho 12, 2026

Autor: Redação

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Bolsas da Ásia fecham em leve alta, com posse de Trump no radar



A maior parte das bolsas da Ásia encerrou esta segunda-feira (20) com viés positivo, em meio a certo otimismo e antecipação pela posse de Donald Trump como presidente dos EUA. Segundo analistas, declarações recentes do republicano sinalizam postura mais suave em relação à China, o que pode ser bom para os ativos asiáticos em geral.

Na China continental, o Xangai Composto subiu 0,08%, a 3.244,38 pontos, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 1,00% a 1.934,79 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng ganhou 1,75%, a 19.925,81 pontos, impulsionado por ações ligadas a tecnologia e comércio eletrônico.

Analistas da Wedbush avaliam que o futuro das operações do TikTok nos EUA deverá ter efeitos em cadeia sobre outras negociações importantes sino-americanas nos próximos meses, a depender do cumprimento da promessa de Trump sobre adiar o banimento do aplicativo.

Já o analista da Mizuho Securities Ásia Ken Cheung destaca a ligação feita pelo republicano com o presidente da China, Xi Jinping, como sinal de que ambos os líderes querem reduzir as tensões nas relações bilaterais. Segundo ele, isso reduz temores de uma alta imediata nas tarifas dos EUA sobre a China. Para o Swissquote, este otimismo sobre Trump impulsionou os mercados acionários chineses e colocou em segundo plano a manutenção dos juros do Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) pelo terceiro mês consecutivo.

Em outras partes da Ásia, o índice Nikkei teve alta de 1,17%, a 38.902,50 pontos, em Tóquio, monitorando ainda possível alta de juros pelo Banco do Japão (BoJ, em inglês) e impulsionado pelo salto de 8,2% a Daiichi Sankyo – que teve medicamento para tratar câncer das mamas aprovado nos EUA. Em Taiwan, o índice Taiex subiu 0,51%, a 23.266,82 pontos.

Na Coreia do Sul, a prisão do presidente afastado Yoon Suk Yeol pesou sobre as negociações e o índice Kospi fechou em queda de 0,14%, a 2.520,05 pontos, em Seul.

Na Oceania, o índice S&P/ASX 200 teve alta de 0,45% em Sydney, a 8.347,40 pontos.



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AgroNewsPolítica & Agro

Semeadura de algodão avança: Veja por estado


A semeadura de algodão para a safra 2024/25 avançou 3 pontos percentuais entre os dias 6 e 12 de janeiro de 2025, de acordo com dados compilados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgados pela SLC Sementes. No período, 42,5% das áreas estavam em estádio de emergência, 55,5% em desenvolvimento vegetativo e 1,9% em floração, refletindo o progresso do ciclo produtivo nas regiões monitoradas.  

Sete estados, responsáveis por 98% da área cultivada de algodão no Brasil, foram analisados. No Maranhão, a semeadura avançou de 68% em 13 de dezembro para 72% até 12 de janeiro. No Piauí, a evolução foi mais expressiva, passando de 83% em dezembro para 100% na segunda semana de janeiro. Na Bahia, os índices oscilaram, caindo de 78% em dezembro para 64,8% no início de janeiro, mas recuperando para 72% na última atualização.  

No Mato Grosso, principal estado produtor, o avanço foi lento, saindo de 20,3% em dezembro para 18,5% até 12 de janeiro, após um recuo inicial. Em Mato Grosso do Sul, a semeadura foi concluída em dezembro, mas apresentou variações em janeiro, retornando a 100%. Goiás e Minas Gerais também enfrentaram oscilações: Goiás passou de 85% em dezembro para 78% em janeiro, enquanto Minas Gerais, que estava em 80% em dezembro, reduziu para 60% no início de janeiro, impactado por condições climáticas adversas.  

A média de semeadura nos sete estados ficou em 36,9% até 13 de dezembro, caindo para 30,5% em 5 de janeiro e subindo para 33,5% em 12 de janeiro. O ritmo variado reflete diferenças climáticas e logísticas entre as regiões, evidenciando os desafios enfrentados pelos produtores para garantir o plantio dentro da janela ideal.





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Posse de Trump sinaliza dólar forte; ouça análise sobre o que promete agitar os mercados na semana


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a volatilidade dos mercados com a posse de Donald Trump e possíveis tarifas de importação.

No Brasil, o IPCA-15 de janeiro deve registrar deflação de 0,09%, enquanto o dólar encerrou a R$ 6,06 e a Bolsa subiu 2,94% na semana passada.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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alerta de temporais e ventos fortes no Sul e Centro-Oeste; confira



Veja como ficam as condições do tempo e saiba onde ocorre chuva nesta segunda-feira (20) em todas as regiões do Brasil.

Sul

  • A formação de uma nova frente fria trará chuva para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, com pancadas moderadas a fortes no Paraná.
  • Temporais podem ocorrer, acompanhados de granizo e ventos acima de 70 km/h.
  • No oeste do Rio Grande do Sul, o tempo segue seco, com calor intenso.

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Sudeste

  • Pancadas de verão predominam no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, com chuvas irregulares à tarde e à noite.
  • No interior de São Paulo, o sol aparece e as temperaturas sobem.
  • Já o litoral e a capital paulista começam a semana em atenção por conta das chuvas.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Preços sobem no mercado do frango; ave no atacado paulista tem elevação de 1,85%


Logotipo Notícias Agrícolas

Preços em alta encerraram a sexta-feira (3) para o mercado do frango. Informações do Cepea dão conta de que o período de festas de fim de ano aqueceu a demanda pela proteína e, consequentemente, intensificou a busca de frigoríficos por novos lotes de animal vivo. 

De acordo com a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo ficou estável, custando, em média, R$ 5,60/kg, enquanto o frango no atacado subiu 1,85%, custando, em média, R$ 8,25/kg.

No caso do animal vivo, o preço não mudou no Paraná, cotado a R$ 4,60/kg, assim como em Santa Catarina, com valor de R$ 4,56/kg.

Conforme informações do Cepea/Esalq,Vivo, referentes à quinta-feira (2), a ave congelada teve leve alta de 0,60%, chegando a R$ 8,42/kg, enquanto o frango resfriado subiu 0,48%, fechando em R$ 8,34/kg.
 

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Fonte:

Notícias Agrícolas





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veja resumo da semana sobre o mercado do grão



A soja iniciou a semana com bons ganhos, com os melhores níveis desde outubro, impulsionada por dados divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). No entanto, o avanço foi contido pelos fundamentos do mercado, com a forte oferta esperada na América do Sul impedindo uma recuperação mais robusta.

O USDA revisou suas estimativas para a safra de soja dos EUA, projetando 118,82 milhões de toneladas para a temporada 2024/25, o que representou uma leve redução em relação à previsão anterior. Os estoques finais também foram ajustados para 10,34 milhões de toneladas, abaixo das expectativas do mercado. No cenário global, a produção mundial de soja foi ajustada para 424,26 milhões de toneladas, refletindo o impacto da oferta abundante, especialmente no Brasil e na Argentina.

Em termos de exportações, o Brasil deverá ver um aumento de 8% na exportação de soja em 2025, alcançando 107 milhões de toneladas, devido ao crescimento da produção e da demanda externa. Porém, os fundamentos da oferta e demanda local, com uma oferta crescente e estoques finais em expansão, limitam perspectivas de ganhos mais expressivos para os preços.

Com os números do USDA e os dados do mercado interno e externo, o cenário para a soja é de certo equilíbrio, com tendência de estabilidade após o pico recente, aguardando mais clareza quanto à safra sul-americana.



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Brasil é solução e não problema para os EUA em termos comerciais, diz Alckmin



O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, disse neste domingo (19), em entrevista ao jornal Valor Econômico que o Brasil é “solução”, e não “problema” para os Estados Unidos em termos comerciais.

Ele avalia que existe “uma ‘avenida’ para o fortalecimento do comércio entre as duas partes”, mesmo com a volta de Donald Trump à Casa Branca. No mês passado, o republicano havia dito que o Brasil é um dos países que “cobram muito” dos Estados Unidos.

“O crescimento do fluxo de comércio entre as duas partes está batendo recorde. No ano passado, ela chegou a quase 80 bilhões de dólares, e é superavitária para os Estados Unidos. Nós compramos mais do que vendemos para os Estados Unidos. Somos solução para eles. Os Estados Unidos são o maior investidor do Brasil, é uma amizade que tem 200 anos. É um ganha-ganha”, afirmou Alckmin.

Segundo o vice-presidente, a relação comercial tem oportunidades em áreas como inteligência artificial, energia renovável, minerais críticos, infraestrutura, tecnologia da informação e semicondutores.

Além disso, Alckmin destaca que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é um “homem de diálogo” e que já governou com um republicano na Casa Branca, George W. Bush, com quem “teve uma boa relação”. “É preciso separar relações de Estado das questões partidárias. Então nós vamos trabalhar para fortalecer a relação.”

Alckmin também diz que o Brasil “não tem um imposto de importação tão elevado” e que o MDIC é “cauteloso” na questão tarifária, em um cenário de preocupação dos países do mundo inteiro em defender as suas empresas e os seus empregos. Sobre possíveis impactos no comércio brasileiro em meio ao novo governo Trump, o vice-presidente avalia que “temos que aguardar a posse para ver o que efetivamente vai ocorrer”.



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Apresentador e locutor Léo Batista morre aos 92 anos


O jornalista, locutor e apresentador de televisão Léo Batista morreu neste domingo (19), aos 92 anos. A confirmação foi feita pela TV Globo, emissora onde trabalhou por 55 anos.

Conhecido pela voz marcante ligada a transmissões esportivas, Batista estava internado desde o último dia 6 no hospital Rios D’Or, na Freguesia, zona oeste do Rio de Janeiro. Ele enfrentava um câncer no pâncreas.

Carreira

Nascido em 22 de julho de 1932 em Cordeirópolis, interior de São Paulo, foi batizado como João Baptista Belinaso Neto. Começou a carreira de jornalista, locutor e apresentador em 1947. Ao longo da trajetória profissional, considerou ser conveniente mudar o nome para Léo Batista.

Trabalhou nas rádios de Birigui, de Campinas (SP), e na Difusora de Piracicaba (SP) antes de se mudar para o Rio de Janeiro, em janeiro de 1952, para atuar da rádio Globo como locutor e redator de notícias.

Apesar de ser muito associado ao jornalismo esportivo, uma das mais marcantes notícias lidas por Léo Batista faz parte da história política do Brasil. Em 24 de agosto de 1954, noticiou o suicídio do presidente Getulio Vargas.

Em novembro de 1963, noticiou também o assassinato do presidente americano John F. Kennedy.

Após a passagem pela rádio Globo, trabalhou na hoje extinta TV Rio, onde esteve à frente do Telejornal Pirelli por mais de 13 anos. Teve ainda uma rápida passagem pela antiga TV Excelsior, antes de chegar à TV Globo em 1969.

No canal carioca, participou dos principais telejornais e programas esportivos da casa, como locutor e apresentador. Criou quadros e virou uma das faces e vozes mais conhecidas da emissora.

A última aparição de Léo Batista na televisão foi no dia 26 de dezembro, no programa esportivo vespertino. “Léo Batista trabalhou com o que gostava até praticamente os últimos dias de sua vida”, disse a TV Globo em nota.

Repercussão

“A maior referência para todos os jornalistas esportivos do Brasil. Cada gol com sua narração era mais emocionante. Uma voz que ecoava com sutileza em nossos ouvidos”, disse o locutor e comentarista Rodrigo Campos, da TV Brasil.

“A gente se acostumou a ouvir a voz do Léo Batista”, comenta o radialista Waldir Luiz, da Rádio Nacional.

“Léo Batista, sem dúvida alguma, foi um ícone do jornalismo esportivo. Uma pessoa que teve 70 anos de profissão tem que ser respeitada, reverenciada, aplaudida e amada por todos nós que participamos da crônica esportiva”, disse.

O Botafogo de Futebol e Regatas, time por quem Léo Batista torcia, publicou nas redes sociais uma homenagem ao locutor, que chamou de dono de uma voz marcante e atemporal, além de “um marco na história do jornalismo, do esporte e do Botafogo”. 

“Torcedor declarado e sócio desde 1992, Léo sempre exaltou o nome do Clube e ganhou um espaço a mais nos corações alvinegros. Em nossa casa, o [estádio] Nilton Santos, viu a cabine de TV ser batizada com o seu nome e foi ovacionado por milhares de botafoguenses em lindas homenagens. Uma relação de amor, reconhecimento e lealdade”, escreve a publicação.



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estado dos EUA suspende venda de aves após confirmação de caso



O estado americano da Geórgia anunciou a suspensão de todas as atividades avícolas e de venda de aves após a confirmação de um caso positivo de gripe aviária em uma operação comercial.

Em comunicado divulgado neste sábado (18), o Departamento de Agricultura da Geórgia e o Serviço de Inspeção de Saúde Animal e Vegetal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos informaram que um caso positivo de gripe aviária altamente patogênica (HPAI, na sigla em inglês) foi confirmado em uma operação comercial localizada no condado de Elbert.

“Pela primeira vez desde que o surto nacional começou em 2022, a HPAI foi confirmada numa operação comercial de aves no Estado da Geórgia”, disse o comissário da Agricultura da Geórgia, Tyler Harper. “Esta é uma séria ameaça à indústria número 1 da Geórgia e aos meios de subsistência de milhares de georgianos que ganham a vida com avicultura do nosso estado”.

Harper disse ainda que as autoridades estão trabalhando 24 horas por dia para mitigar qualquer propagação da doença e garantir que as atividades avícolas normais na Geórgia possam ser retomadas o mais rápido possível.”

Na última quarta-feira, 15, o produtor percebeu sinais clínicos de influenza aviária. As amostras foram coletadas na manhã de quinta-feira e transportadas para a Georgia Poultry Laboratory Network (GPLN) para testes. Uma detecção positiva foi confirmada na tarde de quinta-feira e, posteriormente, validada pelo Laboratório Nacional de Serviços Veterinários do USDA na sexta-feira, segundo o comunicado.



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Certificação de origem de café mais do que dobra no Cerrado Mineiro



A região do Cerrado Mineiro registrou em 2024 um crescimento expressivo de 160% no número de sacas certificadas de café com o selo de Denominação de Origem (DO). O volume saltou de 115 mil sacas de 60 kg em 2023 para aproximadamente 300,5 mil sacas no ano passado.

O diretor-executivo da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Juliano Tarabal, disse em comunicado que o avanço é resultado de uma série de medidas estratégicas e inovadoras adotadas para ampliar o controle da origem e a rastreabilidade dos cafés da região, aprimorar o processo de certificação e promover a marca da Região do Cerrado Mineiro.

“Entre as mudanças, estão a viabilização da certificação de cafés em bica corrida nas cooperativas, a implementação de normas que asseguram a certificação de todos os cafés com pontuação acima de 80 pontos e a continuidade da rastreabilidade em armazéns fora da área demarcada da região. Além disso, foi instituído o envio automático do certificado e do laudo de qualidade para os compradores, aumentando a transparência e a confiança no produto, atendendo às exigências de mercados globais”, citou.

A Região do Cerrado Mineiro abrange 55 municípios e uma área cultivada de aproximadamente 234 mil hectares, produzindo em média 6 milhões de sacas de 60 kg por ano. Cerca de 70% dessa produção é destinada à exportação, com os principais mercados na Europa, Estados Unidos e Ásia.



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