sábado, julho 11, 2026

Autor: Redação

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live debate novas tecnologias na aeração



Programa Grão Seguro promove debates sobre aeração de grãos


Foto: Leonardo Gottems

O Programa Grão Seguro (PGS) inicia seu terceiro ano de transmissões ao vivo com foco em conteúdos especializados na área de pós-colheita de grãos. Hoje, nesta quarta-feira, 29 de janeiro, às 19h30 (horário de Brasília), o convidado será o professor André Goneli, da Universidade de Dourados, que apresentará o tema: “Aeração: A influência das novas tecnologias na tomada de decisão sobre aeração de grãos”.

O tema é de grande relevância para um país como o Brasil, onde diferenças climáticas regionais impactam diretamente a qualidade dos grãos armazenados. O programa busca oferecer informações técnicas que auxiliem na tomada de decisões para manutenção da qualidade da produção.

Com supervisão dos especialistas em armazenagem Irineu Lorini e Lincoln Hiroshi Miike, e apresentado por Heitor José Barbosa, o PGS conta com o apoio institucional da ABRAPÓS (Associação Brasileira de Pós-Colheita) e patrocínio de importantes empresas do setor agropecuário.

Desde sua criação, o programa tem como objetivo disseminar conhecimento de qualidade para os profissionais do setor, priorizando a curadoria criteriosa de convidados e temas. Com quase 3 mil inscritos no canal, o PGS já alcançou público em diferentes regiões do Brasil e até em outros países, fortalecendo seu papel como referência no setor.

Transmitido ao vivo pelo YouTube, o programa é uma oportunidade para se atualizar sobre as tendências e inovações da pós-colheita, promovendo a troca de experiências entre especialistas e profissionais do agro. (https://www.youtube.com/channel/UCSXPrBXjIbFdBavNsIDOU2w)





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Fevereiro terá calor acima do normal e região com mais de 160 mm de chuva



O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou a previsão do tempo para fevereiro, indicando temperaturas acima da média em grande parte do Brasil, com máximas superiores a 26°C nas regiões Norte e Nordeste.

Mais chuva!

As chuvas devem ficar acima da média na região Norte, mas com volumes reduzidos no leste do Acre, sul do Pará e Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a Bahia deve ter precipitações abaixo da climatologia, especialmente no sul, norte e oeste do estado, além de Alagoas e Sergipe, onde os acumulados ficarão abaixo de 80 mm.

Menos chuva!

No Centro-Oeste e Sudeste, as chuvas devem ser abaixo da média, exceto em áreas do noroeste do Mato Grosso, norte do Mato Grosso do Sul, leste de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, onde os volumes podem superar 160 mm.

No Sul do país, a previsão indica chuvas abaixo da média no oeste do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, mas acumulados podem ser superiores à média histórica na faixa leste de Santa Catarina e Paraná.



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Programa ALI Produtividade impulsiona pequenos negócios em Minas Gerais



O Sebrae Minas lançou novas inscrições para o programa ALI Produtividade, que neste ano pretende atender até seis mil pequenos negócios no estado em dois novos ciclos.

A iniciativa tem como foco aumentar a eficiência e o faturamento de micro e pequenas empresas, incluindo pequenos empreendimentos ligados ao agronegócio. O atendimento é gratuito e pode ser solicitado pelo site do programa.

O ALI Produtividade oferece acompanhamento especializado de um Agente Local de Inovação, que analisa a realidade do negócio, aponta desafios e propõe soluções para melhorar a gestão e os processos produtivos. A edição de 2025 contará com 120 agentes atuando ao longo de ciclos de seis meses, orientando empreendedores sobre inovação e produtividade.

Bruno Falci, analista do Sebrae Minas, destaca que o programa permite elevar a competitividade das pequenas empresas, otimizando custos e ampliando as oportunidades de negócios.

“O ALI visa elevar a produtividade dos pequenos negócios, aumentando o faturamento, reduzindo custos e otimizando processos, por meio de metodologias ágeis e inovadoras. Além disso, permite identificar oportunidades por meio da transformação digital e de novas tecnologias a serem implementadas”, afirma Falci.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

Benefícios do ALI Produtividade

Entre as vantagens do programa está o acompanhamento contínuo de profissionais capacitados, que orientam os participantes de forma personalizada.

Além disso, os negócios terão acesso a metodologias modernas para aprimorar sua gestão e aumentar a produtividade.

Outro diferencial é a oportunidade de aplicação prática do aprendizado, com testes e validação de melhorias em produtos e processos. Isso garante que as mudanças adotadas realmente tragam impacto positivo na rotina empresarial.

O programa também ajuda na digitalização dos pequenos negócios, identificando ferramentas e tecnologias que possam contribuir para um crescimento mais sustentável e eficiente.

Como participar

Informações e inscrições: https://brasilmaisprodutivo.mdic.gov.br/

Em caso de dúvidas, procure uma agência de atendimento do Sebrae mais próxima.



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Câmara analisa projeto que zera alíquota do PIS e Cofins para adubos e defensivos



A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou, em dezembro, projeto que zera as alíquotas do PIS/Pasep e Cofins para a importação e venda de adubos, fertilizantes e defensivos agropecuários, inclusive as versões biológicas desses produtos.

O Projeto de Lei 2022/22, de autoria do ex-deputado Marco Bertaiolli (SP), foi relatado pelo deputado Pedro Lupion (PP-PR), que apresentou um substitutivo. O novo texto aproveita sugestões de uma proposta apensada (PL 4070/23).

Lupion disse que a ampliação da isenção tributária deve promover um tratamento mais igualitário entre diferentes tipos de empresas do setor agropecuário.

“A proposta se mostra ainda mais relevante no contexto atual, com alta do preço da produção agropecuária, causada pela alta dos preços dos insumos”, disse o relator.

Importadores

O projeto aprovado estende o benefício para quem comprar matérias-primas utilizadas na fabricação de adubos, fertilizantes e agrotóxicos, independentemente de serem fabricantes ou não. A medida beneficia os importadores dessas matérias-primas, hoje excluídos da isenção.

A proposta também concede alíquota zero de PIS/Pasep e Cofins para os seguintes produtos:

  • corretivos de solo de origem mineral ou orgânica;
  • inoculantes agrícolas produzidos a partir de microrganismos;
  • lanolina;
  • substratos para plantas;
  • produtos destinados à alimentação de animais como bois, cavalos e peixes.

Além disso, a medida é mais ampla do que a legislação atual, que concede a isenção apenas aos produtos classificados na Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (Tipi), que é definida pelo governo federal.

Próximos passos

O projeto segue agora para análise em caráter conclusivo das comissões de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.



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impacto na qualidade e produtividade



Mosaico-dourado ameaça produção de feijão


Foto: Canva

Segundo o informado pela engenheira agrônoma Gressa Chinelato em artigo publicado no Blog da Aegro, o mosaico-dourado, causado pelo vírus BGMV (Bean Golden Mosaic Virus) e transmitido pela mosca-branca, é atualmente a principal virose que afeta o cultivo de feijão. A doença pode acarretar perdas significativas na produção, prejudicando tanto a quantidade quanto a qualidade do grão.

Os sintomas típicos do mosaico-dourado incluem mosaico amarelo intenso no limbo foliar, redução do crescimento das plantas, superbrotamento, má formação de vagens e grãos, além de encarquilhamento das folhas. Com a progressão da doença, a superfície foliar adquire uma coloração amarelada uniforme, enquanto as vagens apresentam deformações que comprometem o produto final.

Para mitigar os impactos, especialistas recomendam práticas de manejo como:

  • Adesão ao vazio sanitário para o feijoeiro, evitando a sobrevivência do vírus no campo;
  • Uso de inseticidas direcionados ao controle da mosca-branca, vetor da doença;
  • Plantio de variedades tolerantes ou resistentes ao vírus.

Medidas preventivas são essenciais para evitar a disseminação da virose e preservar a produtividade, especialmente em regiões de alta incidência.





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Produção de etanol de milho cresce 30% e ajuda setor em safra com menor moagem



A produção de etanol de milho tem sido importante para manter o crescimento do setor no Centro-Sul do Brasil, mesmo diante da queda na moagem de cana-de-açúcar. Segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), a fabricação do biocombustível a partir do milho cresceu 30%, enquanto o etanol produzido com cana registrou queda de 1,8%.

Até a primeira quinzena de janeiro, 19,5% do etanol fabricado no país teve o milho como base, e a previsão é que essa participação suba para 23% a 24% até o fim da safra, em março. No mesmo período, a moagem de cana caiu 4,85%, totalizando 613,998 milhões de toneladas.

Sem competição

Para Luciano Rodrigues, diretor de inteligência setorial da Unica, a expansão do etanol de milho complementa a produção de cana, permitindo a fabricação ao longo de todo o ano e aproveitando subprodutos, como o DDG (grãos secos de destilaria), usado na ração animal.

Já o presidente da Unica, Evandro Gussi, destacou que os dois tipos de etanol podem crescer sem competir entre si ou com a produção de açúcar.

“O Brasil não vive no mundo do ‘ou’, mas sim do ‘e’. O etanol de milho avança sem substituir o de cana, mantendo equilíbrio no setor”, afirmou.

Mercado global

A liderança do Brasil no setor de biocombustíveis também se fortalece diante da crescente demanda pelo SAF (Sustainable Aviation Fuel), o combustível sustentável de aviação. “Se toda a demanda projetada de SAF fosse suprida com etanol, seriam necessários quase 1 trilhão de litros. Mesmo com estimativas mais conservadoras de 200 a 300 bilhões de litros, a produção mundial precisaria triplicar. O Brasil é o país mais bem posicionado para liderar essa transição”, afirmou Gussi.

A Unica também prevê ganhos futuros de eficiência e produtividade tanto no etanol de cana quanto no de milho, garantindo uma matriz energética mais sustentável e competitiva para os consumidores.



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Presidente da COP30 quer acelerar investimentos no enfrentamento à mudança climática



A montagem de uma força-tarefa sobre o clima é a prioridade do governo para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança no Clima (COP30), disse ontem (28), o embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30. Após reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ele disse que a força-tarefa envolverá diversos ministérios e o Banco Central e defendeu a desburocratização de fundos para acelerar os investimentos no enfrentamento à mudança climática.

A força-tarefa funcionará nos moldes da existente na presidência brasileira no G20 (grupo das 19 maiores economias do planeta, mais União Europeia e União Africana). Ao longo do ano passado, quando o Brasil comandou o grupo, as áreas temáticas do G20 tiveram respectivas forças-tarefas que envolveram diversos ministérios relacionados. Segundo o diplomata, o trabalho conjunto de vários ministérios é essencial para enfrentar as mudanças climáticas e trazer o clima para o centro do desenvolvimento econômico e social.

“A gente se deu conta o quanto as previsões mais pessimistas com relação à chegada dos impactos da mudança do clima se confirmaram. Eu acho que, com esse sentido de urgência e sobretudo com esse sentido de oportunidade, daria para fazer uma grande mudança na economia mundial com as tecnologias atuais e com os instrumentos atuais”, disse Do Lago.

Financiamento

Em relação ao financiamento para as ações climáticas, o presidente da COP30 declarou que o foco não está na criação de fundos, mas no fortalecimento dos recursos existentes e na desburocratização do sistema, para acelerar a liberação de recursos. Ele criticou a demora na análise e na aprovação dos projetos e defendeu a proatividade e a inovação desses fundos.

“Precisamos fortalecer o que existe, mas também pensar, levando em consideração que tudo está acontecendo muito antes do que a gente previa, que a gente tem que acelerar. Por exemplo, você tem um projeto em um desses fundos [para o] clima que demora muito tempo para ser aprovado e desenvolvido, então nós temos que fazer com que o sistema trabalhe mais a favor da urgência”, declarou.

Obras

Prevista para novembro, em Belém (PA) a COP30 exigirá uma série de melhorias na cidade para suportar o fluxo de hóspedes. Sobre as obras e a hospedagem, o embaixador explicou que o assunto está sob a responsabilidade da Casa Civil, mas disse que visitou a capital paraense na semana passada, acompanhado de técnicos das Nações Unidas, e ficou impressionado com o progresso. “A equipe das Nações Unidas também ficou bem tranquila depois da visita”, disse.

Nesta terça, uma comitiva do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) visitou as obras financiadas pela instituição financeira em Belém. Para a realização da COP30, o governo paraense executa cerca de 30 obras de infraestrutura urbana, mobilidade e saneamento na região metropolitana da capital paraense. Estimados em R$ 4 bilhões, os trabalhos são financiados pelo BNDES, por um acordo com a Usina de Itaipu e pelo governo do Pará.



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Programas de sustentabilidade são apresentados ao presidente da COP30



O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, apresentou ao presidente da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), embaixador André Aranha Corrêa do Lago, os projetos e iniciativas de agropecuária sustentável da pasta. O encontro ocorreu na sede do ministério.

Em nota, a pasta informou que Fávaro tratou sobre a participação do agronegócio brasileiro na COP30, que ocorre em novembro em Belém.

De acordo com o próprio ministro, o planejamento apresentado envolve pesquisa, ciência, inovação, ações em agricultura e sistemas, experiências imersivas e vitrine tecnológica.

“Estamos trabalhando com dedicação para o desenvolvimento de um espaço nosso na cidade da COP30, que vai reunir líderes mundiais, cientistas, empresas e organizações da sociedade civil em busca de soluções para a redução de emissões de gases de efeito estufa, proteção do ecossistemas e redução dos impactos das mudanças climáticas”, disse Fávaro nas redes sociais. “Queremos mostrar ao mundo o potencial do agro brasileiro, que é referência em boas práticas e produtos de alta qualidade. Nosso objetivo é integrar a agropecuária brasileira de forma significativa ao evento”, afirmou o ministro.

Entre as iniciativas apresentadas, Fávaro citou o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas (PNCPD), o Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos e estratégias da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).



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a origem do uso de adubos naturais



No Egito antigo, fertilizantes surgiram mais de cinco mil anos atrás




Foto: Canva

Desde os primórdios da agricultura, povos antigos observaram que algumas áreas apresentavam solos mais férteis, propiciando melhores condições para o cultivo. Mais de cinco mil anos atrás, no Egito Antigo, práticas rudimentares, como o uso de cinzas, dejetos de animais, resíduos vegetais e húmus dos rios, deram início à chamada Revolução Agrícola.

Povos nômades que passaram pela região perceberam a riqueza mineral e a disponibilidade de água nos solos próximos aos rios, marcando o começo do uso de nutrientes naturais, como o lodo fluvial, para adubação orgânica. Essa descoberta reduziu a necessidade de deslocamentos sazonais, estabelecendo as bases para a agricultura fixa.

O conceito moderno de fertilidade do solo surgiu em 1840, com o químico alemão Justus Von Liebig, que investigou quais nutrientes as plantas necessitam, como adquiri-los e como a agricultura pode suprir essas demandas. Suas pesquisas revolucionaram a compreensão da nutrição vegetal, dando origem ao desenvolvimento dos fertilizantes modernos.

Desde então, o avanço na produção e uso de fertilizantes tem transformado a capacidade de suprir nutrientes ao solo, aumentando a produtividade e a eficiência das práticas agrícolas.

“Hoje a crescente demanda por alimentos no mundo, impulsionada pelo aumento da população, é um desafio para a capacidade de produção agrícola. Nesse contexto, os fertilizantes se tornaram uma ferramenta indispensável para atender às necessidades globais de produção de alimentos. O papel desses produtos inclui nutrir as plantas, aumentar a produtividade das culturas, melhorar a qualidade do solo e garantir a segurança alimentar do planeta”, explica Luís Schiavo, CEO da Naval Fertilizantes.

Com informações da assessoria.*





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Brasil está no caminho para liderar produção de combustíveis sustentáveis para aviões, diz Alta



O Brasil mantém o potencial de ser líder global na produção de Combustíveis de Aviação Sustentáveis (SAF). O apontamento faz parte de relatório divulgado nesta terça-feira, 28, pela Associação Latino-Americana e do Caribe de Transporte Aéreo (Alta).

No material de título “Rumo à Sustentabilidade na América Latina e no Caribe”, a Alta apresenta avanços, desafios e estratégias sobre como a região pode alcançar suas metas de sustentabilidade e se tornar uma referência em questões ambientais.

A corrida para alcançar as metas globais de redução de emissões de gases do efeito estufa segue liderada pelo Brasil. “Com uma posição de destaque na produção de SAF e uma economia aérea robusta, o Brasil é peça-chave para alcançar os objetivos de descarbonização na aviação”, considera a Alta.

“O Brasil está posicionado como líder absoluto na produção de SAF na região. Projeções indicam que o País será responsável por 60% da produção total de SAF na América Latina até 2050, graças à abundância de matérias-primas como cana-de-açúcar, resíduos agrícolas e óleos usados”, destaca o relatório.

O material também aponta que o Brasil já possui uma infraestrutura avançada para produção de biocombustíveis, derivada de sua liderança no mercado de etanol e biodiesel. “Isso coloca o País à frente no desenvolvimento e na exportação de SAF, contribuindo significativamente para a descarbonização global da aviação.”

América Latina

Desde 1970, o número de passageiros transportados na região representada pela Alta aumentou 18 vezes, passando de 18 milhões para mais de 324 milhões em 2023, superando a média global de crescimento, que foi de 14 vezes. Com o aumento no fluxo, também cresceu a participação do setor nas emissões de CO2.

Embora o SAF, que tem potencial para reduzir até 80% das emissões de CO2 – seja uma ação-chave para alcançar as metas de redução de emissões, a região necessita de um conjunto mais amplo de medidas, afirma o relatório da Alta.

Entre as mudanças apontadas estão: melhorias na gestão do tráfego aéreo, otimização de rotas e investimentos em infraestrutura sustentável. Já entre as recomendações específicas para o Brasil está o aumento de investimentos em infraestrutura, implementações de incentivos fiscais e a promoção à inovação.

“Com uma abordagem estratégica e colaborativa, o Brasil pode transformar desafios em oportunidades, consolidando sua posição como motor da sustentabilidade no setor aéreo da América Latina”, considera o documento.



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