sexta-feira, julho 10, 2026

Autor: Redação

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Balanço da Conab aponta crescimento de 70% nas vendas do ProVB em 2024


As vendas de milho para pequenos criadores por meio do Programa de Venda em Balcão (ProVB) da Conab chegaram a 111,9 mil de toneladas no último ano, um crescimento de 70% se comparado com o volume registrado em 2023, quando foram comercializadas 65,9 mil toneladas. É o melhor resultado dos últimos quatro anos. Os dados estão no balanço do Programa elaborado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O crescimento nas vendas se deu principalmente pelo aumento no número de clientes do Programa. Em 2024, foram atendidos pelo ProVB 11.886 criadores e criadoras, em um aumento de aproximadamente 50% em relação ao ano anterior.

“O ProVB fornece alimentação animal para pequenos criadores da agricultura familiar inseridos nas cadeias de produção de carnes, leite e ovos. Para alcançar estes resultados, buscamos nos aproximar mais dos criadores, realizando parcerias com os municípios para ampliar os pontos de venda e facilitar o acesso”, reforça o diretor de Operações e Abastecimento da Conab, Arnoldo de Campos. O diretor destaca a importância do ProVB como um programa que fortalece a agricultura familiar e, ao mesmo tempo, contribui com a produção de alimentos estratégicos para a cesta básica dos brasileiros. 

Para este ano, a tendência é que os atendimentos continuem crescendo. A expectativa da Companhia é que sejam comercializadas 131,4 mil toneladas de milho. Se confirmado o resultado, a elevação será de 17%. “A compra do milho no Programa possibilita para os criadores o acesso ao milho a preços competitivos e de forma regular. Isso contribui para o desenvolvimento de um dos mais representativos segmentos da economia nacional, além de gerar renda e empregos, sobretudo nas áreas rurais. Em 2025 devemos promover novos aperfeiçoamentos no ProVB. Estamos trabalhando para ampliar ainda mais a cobertura, com mais pontos de venda, o número de clientes e também os produtos vendidos”, pondera o diretor da Companhia.

Bons resultados – Dentre os estados, destaque para o crescimento de vendas no Piauí, saindo de 9,85 mil toneladas para 19,46 mil toneladas, uma alta de 98%. Com este resultado, o estado é o que registra o maior volume comercializado no último ano, passando o Ceará. “Em 2024, a Companhia buscou se aproximar de criadores de importantes regiões com a abertura de novos pontos de venda. Uma delas foi em São Raimundo Nonato, região do semiárido piauiense, onde tivemos recorde de venda já nas primeiras semanas de implantação. Outra cidade que recebeu um novo ponto foi Piripiri. Essas iniciativas, além de intensificarem a atuação da Conab no interior do estado, contribuíram para ampliar o atendimento com mais de 700 novos clientes cadastrados”, ressalta o superintendente da Companhia no Piauí, Danilo Viana.

As vendas no Rio Grande do Norte também apresentaram uma elevação expressiva saindo de 9,72 mil toneladas para 17,42 mil toneladas, alta de 79%. O desempenho coloca o estado potiguar como o segundo maior em volume vendido no país. Esse aumento é reflexo do Projeto Conab Itinerante, desenvolvido pela Superintendência da estatal no Rio Grande do Norte. “Em 2024 participamos em quase todas as feiras agropecuárias e a Conab inovou levando o milho para ser comercializado. Então, os agricultores e as agricultoras que participavam do evento tinham a oportunidade de se cadastrar no Programa e já na feira adquirir o cereal e levar o produto para sua propriedade”, explica o superintendente da Companhia no Rio Grande do Norte, Sebastião José de Arruda. “Isso contribuiu para ampliar nossas vendas em 2024. São medidas como essa, de desburocratização do serviço público, que nos aproximam do nosso público, levando o que a gente tem de melhor no atendimento e na execução das políticas públicas”, avalia Arruda.

Outros dois estados que se destacaram nas vendas no ano passado, com a maior elevação em percentual, foram Bahia e São Paulo. Os criadores baianos compraram cerca de 11,54 mil toneladas de milho na Conab, acréscimo de 393% na comparação com a comercialização registrada em 2023. Já no estado paulista a alta foi de 232%, saindo de 37,19 toneladas vendidas em 2023 para 123,34 toneladas no ano passado.

ProVB em 2025 – Nesta sexta-feira (3) foi publicada a Portaria Interministerial MAPA/MF/MDA nº 21/2024, que estabelece os limites orçamentários para a comercialização do cereal por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que permite a retomada das vendas do produto pela estatal. O documento autoriza a Conab a comprar até 50 mil toneladas do grão, por meio de leilão público, para atender o Programa, e estipula o limite de até R$ 144,2 milhões para a equalização de preços na venda do milho, nas operações do ProVB.





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Mercado do boi registra queda nos preços



Mercado do boi gordo segue com ofertas razoáveis




Foto: Divulgação

De acordo com o informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria desta quinta-feira (30), o mercado do boi gordo segue com ofertas razoáveis, com maior disponibilidade de fêmeas para abate. No entanto, o escoamento da carne não apresentou um desempenho satisfatório.

A escala de abate atualmente atende, em média, sete dias úteis. No cenário geral, os preços registraram queda para todas as categorias: o boi gordo teve redução de R$ 2,00/@, a vaca caiu R$ 5,00/@ e a novilha recuou R$ 3,00/@.

  • Noroeste do Paraná: A oferta de gado permanece baixa, com escalas de abate atendendo a uma média de sete dias úteis.
  • Rio Grande do Sul: A exportação de carne bovina in natura e de bovinos vivos ajudou a sustentar o preço da arroba no estado.
  • Oeste do Maranhão: Com o mercado abastecido e escalas médias de seis dias, os preços permaneceram estáveis.


O setor segue atento às oscilações do mercado e ao comportamento da demanda para os próximos períodos.





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Consumidor continuará sem cobrança extra na conta de luz em fevereiro



A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu manter em fevereiro a bandeira verde, a menos onerosa, para a cobrança pelo fornecimento de energia elétrica pelo Sistema Interligado Nacional (SIN). Será a terceira vez consecutiva em que a tarifa mensal da conta de luz não sofrerá nenhum acréscimo.

A cor da bandeira decidida mês a mês reflete a variação dos custos de geração de energia aferida pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que define a melhor estratégia de geração de energia para atendimento da demanda.

Nos meses chuvosos no Brasil, como novembro, dezembro e janeiro, os reservatórios das usinas hidrelétricas alcançam maior volume, o que dispensa geração de energia pelas termoelétricas, mais caras – além de poluentes por causa do uso de combustível fóssil.

O sistema de bandeiras, criado em 2015, funciona como um sinal de trânsito e informa ao consumidor a necessidade de economia de luz em razão da variação do preço para a produção de energia elétrica.



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Safra de soja no Paraná deve ser 3,8% menor que a prevista, estima Deral



O Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura do Paraná atualizou suas previsões para a safra 2024/25. Para a soja, o levantamento estima produção de 21,34 milhões de toneladas, queda de 3,8% ante o relatório de dezembro, que projetava 22,18 milhões de toneladas. Ainda assim, a atual temporada deve ser 15% superior à registrada em 2023/24.

A área plantada permanece praticamente estável, em 5,77 milhões de hectares, ante 2023/24 e frente ao previsto em dezembro. No entanto, a produtividade foi reduzida de 3.841 kg/ha (64 sacas) para 3.696 kg/ha (61,6 sacas). Em 2023/24, a produtividade foi de 3.200 kg/ha.

Além da soja, o milho

As projeções para o milho ficaram estáveis. Para o cereal de primeira safra, a expectativa é de 2,64 milhões de toneladas, alta de 4% ante a temporada anterior, com área de 260,7 mil hectares (queda de 11% ante 2023/24) e produtividade de 10.115 kg/ha.

Já para o grão de segunda safra, a previsão é de 15,53 milhões de toneladas produzidas, 24% mais do que em 2023/24, com área de 2,56 milhões de hectares, ligeiro avanço de 1% na comparação com a safra 2023/24, e produtividade estimada em 6.064 kg/ha.

Aumento de produção do feijão

O feijão de primeira safra deve atingir 341,7 mil toneladas no Paraná, aumento de 113% sobre a safra anterior. Em dezembro, a previsão era de 329,5 mil toneladas. A área plantada ficou prevista em 169,2 mil hectares, crescimento de 57%, e rendimentos de 2.020 kg/ha.

Para a segunda safra, a projeção é de 666,8 mil toneladas, ante estimativa é de 694,4 mil toneladas em dezembro. Em relação à safra anterior, o Deral espera uma produção 1% menor frente à temporada passada.

Houve redução na área plantada, que passou de 380,6 mil hectares previstos em dezembro para 365,8 mil hectares, 16% menor do que no ciclo passado.



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Chuvas melhoram lavouras de milho silagem



Produtores investem em fertilizantes após chuvas




Foto: Agrolink

Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (30), as chuvas recentes trouxeram benefícios para as lavouras de milho destinadas à silagem no Rio Grande do Sul. As precipitações melhoraram o aspecto geral das plantações, recuperando a coloração verde das folhas e favorecendo a emissão de novas estruturas vegetativas.

Com a umidade adequada, os produtores intensificaram a aplicação de fertilizantes nitrogenados e potássicos em cobertura, além de reforçarem o manejo de pragas e plantas daninhas. A aplicação de inseticidas preventivos contra a cigarrinha e lagartas também foi realizada.

Apesar das chuvas, as atividades de ensilagem seguiram normalmente, com resultados considerados satisfatórios.

  • Região de Bagé (Campanha): As lavouras em fase vegetativa foram beneficiadas e mantêm bom potencial produtivo. No entanto, áreas semeadas a partir de 24 de dezembro apresentam falhas no estande devido à falta de umidade, o que pode comprometer a produtividade.
  • Região de Ijuí: Cerca de 90% da área destinada à silagem já foi colhida. A estiagem afetou o número de grãos nas espigas, mas o volume e a qualidade do produto estocado são considerados satisfatórios. Aproximadamente 5% das lavouras inicialmente destinadas à produção de grãos estão sendo redirecionadas para silagem, o que pode resultar em menor qualidade do material final.


A expectativa dos produtores é de que as condições climáticas continuem favoráveis para garantir bons resultados na colheita.





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confira as cotações da soja



Os negócios com a soja no Brasil envolveram apenas lotes pontuais nesta sexta-feira (31). O mercado esteve travado, com a volatilidade na Bolsa de Chicago. Os preços no mercado físico ficaram entre estáveis e mais fracos, com os vendedores demonstrando preocupação com os níveis atuais e direcionando sua atenção também para o andamento da colheita.

  • Passo Fundo (RS): preço se manteve em R$ 133,00
  • Região das Missões (RS): preço se manteve em R$ 134,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço se manteve em R$ 138,00
  • Cascavel (PR): preço aumentou de R$ 121,00 para R$ 121,50
  • Porto de Paranaguá (PR): preço caiu de R$ 131,00 para R$ 130,50
  • Rondonópolis (MT): preço se manteve em R$ 113,00
  • Dourados (MS): preço caiu de R$ 115,50 para R$ 115,00
  • Rio Verde (GO): preço se manteve em R$ 114,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais baixos. A sessão foi de muita volatilidade, característica do último dia do mês, quando os agentes tradicionalmente ajustam suas carteiras. Na semana, a posição março caiu 1,3%. Já no mês, a elevação ficou em 3,12%.

A pressão no final do dia foi exercida pelas incertezas em relação à adoção ou não de tarifas comerciais por parte do governo Trump, de 25%, sobre México e Canadá, importantes parceiros comerciais dos Estados Unidos. No caso do óleo, o efeito foi contrário. Se importar menos canola do Canadá, há perspectiva de aumento na demanda pela soja.

Mas o mercado segue de olho na situação das lavouras sul-americanas. Ainda faltam as chuvas na Argentina e no Rio Grande. Já no Mato Grosso, o excesso de precipitações atrapalha a colheita.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com baixa de 2,00 centavos de dólar ou 0,19%, a US$ 10,42 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,57 1/2 por bushel, com perda de 2,25 centavos, ou 0,21%.

Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 3,60 ou 1,18%, a US$ 301,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 46,11 centavos de dólar, com alta de 1,13 centavo ou 2,51%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,30%, negociado a R$ 5,8354 para venda e a R$ 5,8334 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8115 e a máxima de R$ 5,8725. A moeda norte-americana recuou 1,39% na semana e 5,57% no mês de janeiro.



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Petrobras reajusta preço do diesel em R$ 0,22 às distribuidoras



A Petrobras reajustou o preço do diesel A em R$ 0,22 por litro. A partir deste sábado (1), o combustível passará a ser vendido para as distribuidoras, em média, por R$ 3,72.

A parcela da Petrobras na composição do preço ao consumidor final ficará em R$ 3,20 por litro, um aumento de R$ 0,19, porque o combustível repassado às distribuidoras deve ser obrigatoriamente misturado com 14% de biodiesel para se tornar o diesel B vendido nos postos.

De acordo com o último levantamento de preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o diesel B está sendo vendido nas bombas por, em média, R$ 6,17.

Esse valor resulta da soma da parcela da Petrobras mais o valor do biodiesel, imposto federais e estaduais e custos de distribuição e revenda. Caso o reajuste da Petrobras seja repassado integralmente, o preço do combustível para o consumidor deve subir para R$ 6,36.

É o primeiro aumento de preços anunciado pela Petrobras desde outubro de 2023. Em dezembro do mesmo ano, a estatal tinha feito o seu último reajuste, mas para reduzir os preços.

Mesmo com a alta anunciada agora, a empresa informou que os preços para as distribuidoras ainda estão 17,1% menores do que em dezembro de 2022.



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demanda doméstica em queda e oferta em alta derrubam preços; veja cotações


O mercado físico do boi gordo encerrou a semana pressionado com muitas tentativas de compra em patamares mais baixos, informa a consultoria Safras & Mercado.

O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento, mesmo durante a primeira quinzena de fevereiro.

“Em linhas gerais, o arrefecimento da demanda doméstica em meio ao avanço da oferta de fêmeas na Região Norte foi o grande elemento de pressão durante a segunda quinzena de janeiro”, diz Fernando Henrique Iglesias, analista da empresa.

De acordo com ele, é importante destacar que a entrada dos salários na economia pode motivar alguma novidade em relação a consumo.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 325,08 (R$ 326,83 ontem)
  • Goiás: R$ 307,86 (R$ 310,89 anteriormente)
  • Minas Gerais: R$ 314,41 (R$ 315,29 na quinta)
  • Mato Grosso do Sul: R$ 312,39 (R$ 313,52 antes)
  • Mato Grosso: R$ 321,93 (R$ 320,42 ontem)

Mercado atacadista

carne bovina - exportaçõescarne bovina - exportações
Foto: Wenderson Araujo/CNA

O mercado atacadista encerra a semana apresentando preços acomodados. Segundo Iglesias, há alguma expectativa da entrada dos salários na economia, com capacidade de recuperação tímida dos preços, em especial dos cortes dianteiro e da ponta de agulha.

“Ressaltando que o padrão de consumo delimitado para o mês de fevereiro ainda sinaliza para a preferência de proteínas de menor valor agregado, a exemplo da carne de frango, ovo e embutidos em geral”, assinalou.

O quarto traseiro permanece precificado a R$ 24,50 por quilo. Ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,50, por quilo. Quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 17,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,30%, sendo negociado a R$ 5,8354 para venda e a R$ 5,8334 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8115 e a máxima de R$ 5,8725. A moeda norte-americana recuou 1,39% na semana e 5,57% no mês de janeiro.



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Produção de café na Bahia pode registrar crescimento de 11,3%



O último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) sobre o cultivo de café no Brasil, aponta que a safra de 2025 na Bahia tem um crescimento previsto de 11,3% na produção total, sendo 1,16 milhão de sacas de arábica e 2,25 milhões de sacas de conilon, um crescimento de 13,6%.

A produção de café arábica poum aumento de 5,6% na produtividade média, alcançando 20,7 sacas por hectare. Esses números refletem as condições climáticas favoráveis e a adoção de tecnologias avançadas de manejo e irrigação, pontua o relatório da Conab, compartilhados também pela Secretaria de Agricultura do Estado (Seagri).

De acordo com a Seagri, comparando com a safra de 2024, que foi marcada por desafios climáticos como estiagens e altas temperaturas, a safra de 2025 apresenta uma recuperação notável.

Em 2024, a produção total de café na Bahia foi de aproximadamente 3,06 milhões de sacas, com uma produtividade média de 30,3 sacas por hectare.

A melhoria nas condições hídricas no último trimestre de 2024 e o uso eficiente de técnicas de fertirrigação contribuíram para o aumento da produção e da produtividade na safra atual.

Os resultados positivos da safra de 2025 são atribuídos à regularidade das chuvas e ao uso de irrigação suplementar, que beneficiaram especialmente as lavouras de café conilon na região do Atlântico, no sul da Bahia.

Além disso, a diversificação das fases de desenvolvimento das lavouras de café arábica nas regiões do Planalto e Cerrado também contribuiu para a estabilidade da produção.

Esses fatores, aliados ao manejo adequado e à sanidade das plantas, garantem uma safra promissora para o estado da Bahia.

Preços

O relatório da Conab aponta que as perspectivas para os preços do café no Brasil em 2025 indicam que devem permanecer elevados, pelo menos até o final do primeiro semestre.

Entre as causas estão as adversidades climáticas, como secas prolongadas e altas temperaturas, que reduziram a produtividade das lavouras brasileiras.

Além disso, a demanda global por café continua a crescer, impulsionada por mercados emergentes como a China, enquanto os estoques mundiais não acompanham. Esse descompasso entre oferta e demanda tem pressionado os preços para cima.

No mercado interno, o preço do café ao consumidor final subiu quase 40% em 2024, e a tendência é de novos reajustes em 2025, com a indústria repassando os custos adicionais aos consumidores. 


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Safra de uvas segue com bons preços e qualidade



Colheita da uva está em fase final em diversas regiões




Foto: Divulgação

Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (30), a colheita da uva está em fase final em diversas regiões, com frutos de boa qualidade e preços relativamente estáveis no Rio Grande do Sul.

Na região administrativa de Frederico Westphalen, a colheita da uva Niágara Rosada e Bordô já alcança 95% dos parreirais. Os preços variam entre R$ 3,00 e R$ 5,00/kg para a Niágara Rosada e R$ 2,20 a R$ 2,40/kg para a Bordô.

Já na região de Soledade, está sendo finalizada a colheita das variedades americanas, como Niágara Rosada e Branca, Concord e Bordô. A colheita da variedade vinífera Chardonnay já está em andamento, enquanto as uvas Merlot, Tannat e Cabernet Sauvignon seguem em maturação. Os preços pagos aos produtores variam de R$ 5,00 a R$ 6,00/kg, podendo chegar a R$ 10,00/kg na venda direta ao consumidor.

O clima seco tem favorecido a produção, garantindo frutos com ótimo grau Brix, bom tamanho e sanidade. A expectativa é de que a safra mantenha sua qualidade até o final da colheita.





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