quinta-feira, julho 9, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Goiás lidera produção de tomate no Brasil


De acordo com a edição de fevereiro do Agro em Dados, publicação mensal da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Goiás se mantém como o maior produtor de tomate do Brasil, com destaque para a produção de tomate industrial, responsável por consolidar o estado no cenário nacional. Os principais municípios produtores estão no sul e sudeste goiano, além da região do Entorno do Distrito Federal, com destaque para Cristalina, Silvânia e Morrinhos.

O sucesso da tomaticultura goiana resulta de fatores como clima favorável, localização estratégica, investimento em tecnologia e inovação agrícola. O uso de cultivares resistentes a doenças e técnicas avançadas de irrigação tem garantido um produto de alta qualidade, valorizado dentro e fora do país.

Nos últimos anos, Goiás registrou um crescimento na área cultivada e na produção de tomate. A área plantada saltou de 10 mil hectares, em 2015, para 15,7 mil hectares, em 2024, um aumento de 56,8%. Já a produção passou de 879,6 mil toneladas para 1,4 milhão de toneladas, um avanço de 66,4%.

Além do volume produzido, o estado se destaca pelo alto rendimento médio das lavouras, alcançando 93,4 toneladas por hectare, um desempenho 23,5% superior à média nacional. Com esses números, Goiás responde por mais de um terço da produção nacional de tomate.

No segmento de tomate de mesa, as variedades saladete e longa vida apresentam variação sazonal de preços, com quedas em julho, devido ao aumento da oferta, e altas a partir de outubro, quando as condições climáticas dificultam a produção. Já o tomate cereja, de maior custo de produção e valor agregado, sofre maior volatilidade de preços, influenciado pela demanda gastronômica e festividades ao longo do ano.

No mercado internacional, Goiás também se fortalece. As exportações brasileiras de tomate atingiram em 2024 o melhor desempenho desde 2018. O estado se destaca na comercialização de suco de tomate, cujas exportações começaram em 2022, com 379,5 toneladas e faturamento de US$ 339 mil. Atualmente, Goiás exporta 1,5 mil toneladas para sete países, incluindo Uruguai, Paraguai, Venezuela e Bolívia.

Nos últimos anos, houve uma mudança no perfil das exportações. Em 2021, Goiás interrompeu as vendas de tomate in natura para priorizar a exportação de suco de tomate, que hoje representa 76,4% do valor exportado pelo estado. Em janeiro de 2024, as exportações atingiram um recorde de 166,2 toneladas, um aumento de 82,8% em relação a 2023. Goiás também se destaca no mercado internacional por conseguir preços 10,6% superiores à média nacional.

No mercado de importação, o suco de tomate é o principal produto adquirido pelo estado, com maior volume nos meses de março, abril e junho. Em 2024, os Estados Unidos assumiram a liderança como principal fornecedor, superando Argentina e Itália, que lideraram em 2023.

O crescimento das exportações de derivados de tomate e a valorização do produto reforçam o potencial das agroindústrias goianas. Com uma produção consolidada e demanda crescente, Goiás tem espaço para ampliar sua competitividade global e se firmar como referência na exportação de tomate e seus derivados.





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Tempo instável no Sul do Brasil; confira a previsão nas áreas de soja



Esta semana, o tempo apresenta uma combinação de alívio para algumas regiões e desafios para outras no Brasil, com destaque para as áreas produtoras de soja. Vamos conferir o que esperar de cada região:

A nova frente fria que se aproxima entre terça (11) e quarta-feira (12) trará uma pausa no calor intenso que tem afetado o estado, proporcionando chuva para as lavouras de soja. Porém, é importante ficar atento, pois a chuva pode vir acompanhada de temporais, com fortes rajadas de vento e até possibilidade de queda de granizo, principalmente na porção oeste do estado.

Em Santa Catarina e no Paraná, a frente fria também trará instabilidade para o tempo, com o risco de tempestades. Apesar disso, as condições climáticas favorecem as atividades no campo em algumas áreas, com a expectativa de chuvas moderadas. O produtor precisa monitorar as previsões, pois a instabilidade pode afetar o trabalho nas lavouras de soja, especialmente no oeste e nas regiões serranas.

O tempo em Minas Gerais e São Paulo

Para as lavouras de soja em Minas Gerais e São Paulo, a semana promete ser mais tranquila, com o clima favorecendo as atividades no campo. Apesar de a frente fria provocar alguma instabilidade no interior de São Paulo, com a possibilidade de trovoadas entre quarta e quinta-feira, não há previsão de grandes prejuízos para as lavouras, o que deve permitir a continuidade dos trabalhos.

Centro-Oeste: Atenção para os temporais

No Centro-Oeste, as condições climáticas são mais favoráveis para as atividades em Goiás e Mato Grosso do Sul, com destaque para a ausência de chuvas fortes. No entanto, ainda existe o risco de granizo e rajadas de vento intensas, especialmente no oeste de Mato Grosso, onde se espera um volume de chuva alto, com possibilidade de até 150 mm em algumas regiões. A chuva volumosa pode dificultar os trabalhos de campo em locais como Sapezal, afetando a logística e a colheita.

Chuvas moderadas no Matopiba

No Matopiba, as chuvas continuam a atingir o Maranhão e o Tocantins, mas, apesar dos maiores volumes, não devem prejudicar as atividades do produtor de soja nesta semana. As condições de trabalho permanecem favoráveis, com chuvas em volumes que devem beneficiar o desenvolvimento das lavouras, sem causar grandes transtornos.

Muita chuva: o tempo no Pará

A situação mais preocupante ocorre no Pará, onde as chuvas serão intensas, com volumes superiores a 100 mm nos próximos cinco dias. Esse cenário continua a dificultar os trabalhos em campo, já que a chuva constante compromete a colheita e a logística das lavouras, representando um desafio para os produtores da região.



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Passaporte Agro fortalece a presença do Brasil em novos mercados internacionais 


O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, lançou o Passaporte Agro, uma iniciativa criada para oferecer suporte direto a exportadores brasileiros que desejam acessar mercados internacionais recém-abertos.

A ferramenta complementa o AgroInsights, outra iniciativa do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que tem o objetivo de fornecer dados e análises sobre o mercado internacional para ajudar as empresas a tomarem decisões informadas sobre suas exportações

Ambos os recursos fazem parte dos esforços do ministro Carlos Fávaro, que busca expandir e consolidar a presença do Brasil nos mais de 300 mercados abertos nos últimos dois anos.

O Passaporte Agro funciona como uma espécie de “guia” para exportadores, especialmente aqueles com menos experiência, oferecendo informações sobre o registro de produtos, listas de potenciais compradores, diretrizes para processos alfandegários e outras orientações mercadológicas essenciais. 

A ideia é reduzir as barreiras operacionais e garantir que os exportadores possam se estruturar de forma segura e competitiva para aproveitar as novas oportunidades comerciais.

Essa ferramenta foi criada para garantir que os não apenas acessem os mercados recém-abertos, mas também estejam preparados para fazer negócios de forma eficiente, com a ajuda de informações estratégicas que são continuamente atualizadas. 

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

O Passaporte Agro e o AgroInsights são respostas diretas às necessidades do setor produtivo e exportador, refletindo um esforço do governo para apoiar o agronegócio brasileiro e gerar mais renda e emprego no país.

A iniciativa será inicialmente oferecida às associações que representam os setores produtivos envolvidos nas aberturas comerciais. Além disso, o Passaporte Agro complementa outros programas de apoio oferecidos pela ApexBrasil, pelo MDIC e pelo MRE.

Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo

Assista ao Porteira Aberta Empreender no dia 13/02, quinta-feira, às 17h45. Entre os assuntos que serão abordados estão, exportação, fairtrade e muito mais.

O programa é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você descobrir produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo no campo.

Confira onde assistir ao programa

CanaisCanais
Canais disponíveis para assistir ao programa Porteira Aberta Empreender, às quintas-feiras, às 17h45, e aos domingos, às 7h30

Acesse aqui e confira outros temas abordados como Acesso ao Crédito e Indicação Geográfica. 



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AgroNewsPolítica & Agro

Com seca e pragas, safra de milho segue sob alerta


Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS, divulgado na última quinta-feira (6), no Rio Grande do Sul, a colheita do milho registrou avanço na última semana, passando de 38% para 43% da área projetada. A seca e o calor intenso aceleraram a maturação das lavouras, permitindo a conclusão da colheita em diversos municípios da Região Oeste do estado.

As lavouras semeadas no início do período recomendado pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) apresentaram bons resultados, com mínimos impactos climáticos. No entanto, os cultivos tardios enfrentam sérios desafios devido à estiagem prolongada, especialmente em áreas com baixo volume de chuvas.

Os plantios realizados fora do período ideal foram fortemente afetados pela falta de chuvas, resultando em perdas expressivas. As lavouras apresentam plantas menores, menor emissão foliar e falhas na polinização, comprometendo o potencial produtivo da cultura. Como a fase de enchimento de grãos ainda não ocorreu e não há previsão de chuvas significativas, o risco de queda na produtividade segue elevado.

Na Região Leste do estado, onde as precipitações foram mais frequentes, as lavouras tardias apresentam melhor desenvolvimento.

Após as chuvas no final de janeiro, alguns produtores optaram pelo plantio tardio do milho. No entanto, em algumas áreas, a opção foi por substituir o milho pela soja, devido à sensibilidade da cultura à seca e ao aumento da incidência da cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis).

As lavouras de milho safrinha, que ainda estão em estágio de emergência e desenvolvimento vegetativo inicial, apresentam alta infestação de cigarrinhas, exigindo grande esforço no controle fitossanitário. A praga, responsável pela transmissão de doenças como o enfezamento, pode comprometer a produtividade da segunda safra.

Diante do cenário de estiagem prolongada e pressão de pragas, especialistas alertam para impactos na produção e possíveis ajustes no mercado do grão no estado.





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Inflação recua para 0,16% em janeiro, menor taxa para o mês desde 1994



O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,16% em janeiro de 2025, a menor variação para o mês desde o início do Plano Real, em 1994. A taxa ficou 0,36 ponto percentual (p.p.) abaixo da registrada em dezembro (0,52%), levando o acumulado em 12 meses a 4,56%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Queda na energia elétrica alivia inflação

O maior impacto negativo veio da energia elétrica residencial, que recuou 14,21% e reduziu o IPCA em 0,55 p.p. Essa queda está relacionada ao Bônus de Itaipu, creditado nas faturas de janeiro. Com isso, o grupo Habitação, que inclui a conta de luz, apresentou retração de 3,08%, exercendo um impacto de -0,46 p.p. no índice geral.

Transportes e alimentação continuam em alta

Apesar da desaceleração da inflação, os preços de transportes e alimentos subiram. O grupo Transportes avançou 1,30%, impulsionado por passagens aéreas (+10,42%) e ônibus urbano (+3,84%), gerando um impacto de 0,27 p.p. no IPCA.

Já o grupo Alimentação e bebidas teve o quinto aumento consecutivo (+0,96%), contribuindo com 0,21 p.p. para o índice. Os principais destaques foram a cenoura (+36,14%), o tomate (+20,27%) e o café moído (+8,56%). Por outro lado, itens como batata-inglesa (-9,12%) e leite longa vida (-1,53%) tiveram queda nos preços.

A alimentação fora do domicílio desacelerou de 1,19% em dezembro para 0,67% em janeiro, com menor variação no preço de lanches (+0,94%) e refeições (+0,58%).

Variações regionais

Entre as 16 localidades pesquisadas pelo IBGE, Aracaju teve a maior alta de preços (0,59%), puxada pelo aumento das passagens aéreas (+13,65%). Já Rio Branco registrou a maior queda (-0,34%), devido ao recuo da energia elétrica residencial (-16,60%). Além disso, cinco capitais apresentaram variação negativa do IPCA em janeiro: Goiânia (-0,03%), Porto Alegre (-0,03%), São Luís (-0,08%), Curitiba (-0,09%) e Rio Branco (-0,34%).

INPC tem variação nula em janeiro

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para famílias com renda de até cinco salários mínimos, não variou em janeiro (0,0%), acumulando alta de 4,17% nos últimos 12 meses. Os preços dos alimentos desaceleraram para 0,99%, enquanto os produtos não alimentícios registraram queda de -0,33%.

Assim como no IPCA, Salvador teve a maior variação do INPC (+0,47%), impactada pela alta do transporte urbano (+6,00%), enquanto Rio Branco registrou a menor (-0,49%), puxada pela redução da energia elétrica. Oito localidades tiveram deflação no índice.

O próximo resultado do IPCA, referente a fevereiro, será divulgado pelo IBGE em 12 de março.



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Exportação de carne bovina cresce em janeiro e receita supera US$ 1 bilhão



O Brasil exportou 209.192 toneladas de carne bovina em janeiro, gerando uma receita de US$ 1,002 bilhão, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) com base no Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O resultado é o melhor para o mês desde o início da série histórica.

O volume embarcado cresceu 2% em relação a janeiro de 2024, enquanto a receita avançou 11,4%, impulsionada pelo aumento de 9,4% no preço médio da carne bovina, que registrou o maior patamar desde junho de 2023.

Principais destinos da carne bovina brasileira

A China manteve a liderança entre os importadores, com 92.797 toneladas adquiridas e receita de US$ 452 milhões. No entanto, houve queda nos embarques em relação a janeiro do ano passado e a dezembro de 2024.

Os Estados Unidos, segundo maior mercado, compraram 18.974 toneladas, movimentando US$ 106,6 milhões – uma retração de 8,5% na comparação anual.

Já a União Europeia registrou um crescimento expressivo de 82,6% em relação a dezembro, atingindo 9.270 toneladas e US$ 69,7 milhões em faturamento. A Argélia também se destacou, com alta de 204% no volume importado, totalizando 8.059 toneladas e receita de US$ 42,9 milhões.

“Os Estados Unidos iniciaram o ano com estoques internos elevados, o que reduziu a demanda por importações. No caso da União Europeia, o aumento das compras reflete a reposição de estoques e a competitividade do produto brasileiro”, explicou o presidente da Abiec, Roberto Perosa.



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Controle da trapoeraba exige estratégias avançadas



Planta daninha resistente preocupa lavouras no Brasil


Foto: coniferconifer

Segundo o informado pelo agrônomo Henrique Fabrício Placido publicou um artigo no Blog da Aegro, a trapoeraba (Commelina benghalensis), uma planta daninha de ciclo perene e caules suculentos, tem se tornado um grande desafio para os agricultores brasileiros. Presente em lavouras anuais e perenes em todo o país, a espécie se adapta melhor a solos férteis, úmidos e sombreados, dificultando seu controle.

A trapoeraba é considerada uma planta de difícil controle, pois possui mecanismos naturais que reduzem a absorção de herbicidas, tornando o manejo químico um desafio. Especialistas alertam que o uso incorreto de herbicidas pode comprometer a eficácia do controle, favorecendo a resistência da espécie.

Para enfrentar essa planta daninha, é essencial adotar boas práticas de aplicação e evitar baixos volumes de herbicidas, além de utilizar adjuvantes adequados para melhorar a absorção dos produtos.

No cultivo do arroz, algumas das opções químicas registradas para controle da trapoeraba incluem os herbicidas:

  • 2,4-D
  • Metsulfuron
  • Bentazon
  • Imazamox

Além do controle químico, especialistas reforçam a importância do manejo integrado, combinando práticas culturais e mecânicas para reduzir a incidência da planta daninha nas lavouras.





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safra 2024/25 é revisada e deve alcançar 228,52 milhões de caixas



A terceira reavaliação da safra de laranja 2024/25 do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro prevê produção de 228,52 milhões de caixas de laranja de 40,8 kg, 2,4% maior do que o volume estimado anteriormente (223,14 milhões de caixas), em dezembro.

Apesar do crescimento, o volume ainda é 1,7% menor do que a projeção inicial, de 232,38 milhões, prevista em maio, informa o Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus). A Pesquisa de Estimativa de Safra (PES) é realizada pelo Fundecitrus em parceria com o Departamento de Ciências Exatas, FCAV/Unesp Campus Jaboticabal.

“As chuvas dos últimos dois meses foram bem distribuídas em todas as regiões, superando as previsões e mesmo a média histórica em dezembro, o que contribuiu diretamente para o aumento do tamanho dos frutos da quarta florada, principalmente das variedades pêra e natal”, segundo as entidades.

Para compor uma caixa de 40,8 kg são necessários 258 frutos, indicando três frutos a menos em comparação com a recálculo feito em dezembro.

Desta forma, o peso médio das laranjas de primeira, segunda e terceira floradas permanece projetado em 161 gramas, enquanto os frutos da quarta florada registraram um aumento de 20 gramas em relação à reestimativa de dezembro, atingindo 146 gramas.

Como a maior parte da produção que ainda será colhida é proveniente da quarta florada, cuja emissão ocorreu tardiamente, os frutos deverão ser colhidos com 158 gramas na média geral, 2 gramas a mais do que o previsto anteriormente.

Outro fator que influenciou o aumento da safra em relação à revisão anterior foi a redução da taxa de queda das variedades valência, folha murcha e natal de 19% na reestimativa de dezembro para 18% nesta atual projeção.

“A diminuição da taxa de queda está relacionada à colheita antecipada dos frutos das duas primeiras floradas e à menor quantidade de frutos nas árvores em relação às safras passadas neste período da temporada”, explicou o Fundecitrus.

Estima-se que, até meados de janeiro, cerca de 89% da produção foi colhida. As laranjas das variedades precoces já foram extraídas, enquanto ainda restam 15% da produção da variedade pêra rio, 16% das variedades valência e folha murcha e 10% da variedade natal para serem colhidas até o fim da safra.



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Exposição em Brasília apresenta máquinas e equipamentos agrícolas a prefeitos


O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) promove, até 12 de fevereiro, uma exposição de máquinas e equipamentos agrícolas disponíveis nas Atas de Registro de Preços do órgão. A iniciativa integra a programação do Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas, realizado pelo governo federal.

A exposição, no estacionamento externo do Mapa, reúne tratores, retroescavadeiras, escavadeiras hidráulicas, pás carregadeiras e caminhões. Técnicos especializados estão no local para esclarecer dúvidas e orientar os gestores municipais sobre a aplicação dos equipamentos, com foco na mecanização agrícola e na recuperação de estradas vicinais, essenciais para o desenvolvimento do setor agropecuário.

As Atas de Registro de Preços, reguladas pela Lei nº 14.133/21, permitem agilizar processos licitatórios e facilitar parcerias entre o Mapa e os municípios. Durante o evento, prefeitos podem conhecer detalhes sobre o funcionamento dos maquinários e avaliar sua aplicabilidade conforme as necessidades locais.

Apoio a municípios afetados pelas chuvas

No dia 10, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, recebeu uma comitiva de prefeitos do Mato Grosso, estado que enfrenta desafios na recuperação de estradas vicinais e pontes após fortes chuvas.

EXPOSIÇÃO DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS EM BRASÍLIA EXPOSIÇÃO DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS EM BRASÍLIA
Comitiva de prefeitos e prefeitas do Mato Grosso e o ministro Fávaro durante a exposição

O Mapa já executou cerca de 1.500 quilômetros de recuperação de estradas no estado e investiu aproximadamente R$ 15 milhões em máquinas e equipamentos para atender os municípios. O ministro destacou a eficiência dos programas do Mapa, que disponibilizam maquinário de alta qualidade e assistência técnica, garantindo maior agilidade na recuperação da infraestrutura rural.

Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas

Realizado entre 11 e 13 de fevereiro, em Brasília (DF), o Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas busca fortalecer o pacto federativo e ampliar a participação dos municípios em programas do governo federal.

O evento é promovido pela Presidência da República, com coordenação da Secretaria de Relações Institucionais e apoio da Associação Brasileira de Municípios (ABM), da Confederação Nacional de Municípios (CNM) e da Frente Nacional de Prefeitos (FNP).



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Dólar recua mesmo com ameaça tarifária dos EUA



Dólar turismo chega a R$ 5,99 em meio a volatilidade




Foto: Pixabay

Segundo dados do InfoMoney divulgados nesta segunda-feira (10), apesar das recentes ameaças dos Estados Unidos de impor novas tarifas de importação, o dólar fechou a segunda-feira em leve baixa frente ao real. O movimento reflete a cautela do mercado diante da política comercial norte-americana e a atuação de exportadores brasileiros, que venderam moeda quando as cotações superaram os R$ 5,80.

O dólar à vista encerrou o dia com queda de 0,12%, cotado a R$ 5,7859. No acumulado de 2025, a moeda norte-americana já registra uma desvalorização de 6,36%.

Na B3, às 17h05, o contrato de dólar futuro para março, o mais negociado atualmente, apresentava recuo de 0,41%, sendo cotado a R$ 5,8065.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,785
  • Venda: R$ 5,785

Dólar turismo

  • Compra: R$ 5,817
  • Venda: R$ 5,997





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