quarta-feira, julho 8, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Você conhece o Índice Consecana?



Com essa estrutura, o Índice Consecana desempenha um papel essencial



A formação do índice considera os preços médios de comercialização do açúcar e do etanol desde o início da safra
A formação do índice considera os preços médios de comercialização do açúcar e do etanol desde o início da safra – Foto: Canva

O Índice Consecana é um dos principais referenciais para a precificação da cana-de-açúcar no Brasil, trazendo maior previsibilidade ao setor sucroalcooleiro. Segundo Ruan Augusto, analista financeiro na Raízen, o índice é calculado a partir da média dos valores dos ATRs (Açúcares Totais Recuperáveis) de cada produto, ponderados conforme sua participação no mix de comercialização. Esse modelo busca refletir a realidade do mercado e garantir transparência na remuneração dos produtores.  

A formação do índice considera os preços médios de comercialização do açúcar e do etanol desde o início da safra, em abril, até o mês de referência. Como a cana é paga com base nesse indicador, os fornecedores conseguem ter maior previsibilidade na receita ao longo da safra. Isso permite um planejamento mais eficiente, reduzindo riscos e tornando o processo de negociação mais equilibrado entre produtores e indústrias.  

Em regiões onde há maior concorrência pela cana, as empresas adotam estratégias para garantir o fornecimento necessário às usinas. Algumas oferecem subsídios, fecham contratos de compra e venda de cana (CCT) e até disponibilizam serviços adicionais, como transporte e assistência técnica. Essas medidas visam fidelizar os fornecedores e evitar oscilações na oferta da matéria-prima.  

Com essa estrutura, o Índice Consecana desempenha um papel essencial na cadeia produtiva, ajudando a equilibrar os interesses do mercado. Além de contribuir para a estabilidade do setor, ele influencia diretamente as estratégias comerciais das usinas e a sustentabilidade financeira dos produtores.

 





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TCU recomenda ao governo análise detalhada sobre programas rurais



O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu nesta quarta-feira recomendar ao Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO) a “análise detalhada” das entregas do Plano Plurianual (PPA 2024-2027), mais especificamente a execução de programas relacionados à “inclusão e sustentabilidade rural”.

Essa análise visa corrigir “sobreposições, fragmentações e duplicidades” entre programas voltados ao setor.

A sugestão da Corte de Contas é que esse esforço seja feito de forma integrada com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, e outras pastas.

O TCU é o órgão de controle externo do governo federal e auxilia o Congresso Nacional na missão de acompanhar a execução orçamentária e financeira do país e contribuir com o aperfeiçoamento da Administração Pública em benefício da sociedade.



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Yara suspende produção de fertilizante fosfatado e de ácido sulfúrico em unidades de SP



A fabricante norueguesa de fertilizantes Yara informou ter suspendido a produção de fertilizantes fosfatados e ácido sulfúrico nas plantas de Cubatão (SP) e Paulínia (SP). Segundo nota da empresa, o plano de hibernação ocorrerá gradualmente ao longo de 2025, com encerramento previsto para o terceiro trimestre do ano.

Fertilizantes fosfatados são aqueles que contêm fósforo como principal nutriente. O fósforo é um dos três macronutrientes essenciais para o crescimento e desenvolvimento das plantas, juntamente com o nitrogênio e o potássio.

Cerca de 60% da produção mundial de ácido sulfúrico é destinada à fabricação de fertilizantes fosfatados, que são essenciais para a agricultura.

Justificativa

A companhia disse que está com foco na produção de fertilizantes nitrogenados, além de frentes estratégicas como soluções de baixo carbono, neutralidade climática e agricultura regenerativa.

A Yara disse que Cubatão continua sendo estratégica para a atuação da companhia no Brasil, com ativos de nitrogênio, e que as demais atividades no polo permanecem inalteradas. A empresa negocia os direitos trabalhistas com o sindicato do segmento, mas não informou número de funcionários afetados.

Relatou, ainda, que a decisão não prejudicará o fornecimento de fertilizantes ao mercado, “pois os volumes estão garantidos pela robusta estrutura da companhia”. As unidades de Rio Grande (RS) e Ponta Grossa (PR) continuarão atendendo o mercado de fosfatados.

Na semana passada, o balanço da companhia mostrou prejuízo líquido de US$ 290 milhões (US$ 1,14 por ação) no quarto trimestre de 2024. O resultado reverteu o lucro registrado em igual período do ano anterior, de US$ 246 milhões (US$ 0,96 por ação). A receita caiu 5% no mesmo comparativo, de US$ 3,598 bilhões ante US$ 3,419 bilhões.



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Soja, milho e trigo: Clima, tarifas e tendências



No setor de trigo, a China tenta vender 600 mil toneladas compradas de outros países



A China, que retomou as atividades econômicas, respondeu às tarifas de Trump
A China, que retomou as atividades econômicas, respondeu às tarifas de Trump – Foto: USDA

O mercado agrícola global se ajusta após o Ano Novo Lunar na China, enquanto a América do Sul enfrenta desafios climáticos. As recentes chuvas aliviaram parte do estresse hídrico na Argentina e no Brasil, mas as altas temperaturas podem comprometer as lavouras de milho e soja. No cenário internacional, as tarifas impostas por Donald Trump sobre México, Canadá e China reacendem preocupações de uma nova guerra comercial, afetando a dinâmica dos mercados.  

A China, que retomou as atividades econômicas, respondeu às tarifas de Trump com impostos sobre petróleo e gás dos EUA, mas não sobre grãos ou soja. Segundo Luiz Fernando Roque, da Hedgepoint Global Markets, se novas tarifas forem aplicadas à soja americana, o mercado pode reviver o cenário de 2018/19 e 2019/20, quando os estoques dos EUA cresceram e o Brasil aumentou suas exportações para a China.  

No setor de trigo, a China tenta vender 600 mil toneladas compradas da Austrália e Canadá, indicando menor demanda ou expectativa de preços mais baixos. Já na Argentina, as chuvas foram insuficientes para parte das lavouras de milho, reduzindo a projeção da safra para 47 milhões de toneladas. O governo argentino cortou impostos sobre soja e milho, o que pode estimular as vendas. No Brasil, a colheita da soja e o plantio do milho seguem atrasados, mas o Mato Grosso apresenta produtividades recordes.  

Nos fundos de investimento, a posição neutra na soja reflete incertezas climáticas no Brasil e Argentina. No milho, a visão é altista, com compras em nível máximo desde fevereiro de 2023. O mercado segue atento ao clima no Sul do Brasil e às movimentações políticas dos EUA, que podem impactar as exportações.

 





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ouça análise dos impactos na economia


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o recuo de 0,5% do setor de serviços em dezembro, reforçando a desaceleração econômica.

O dólar fechou estável a R$ 5,76 e a inflação americana superou as expectativas, elevando as apostas em juros mais altos pelo Fed.

Hoje, o foco está na produção industrial da Zona do Euro e na PMC no Brasil, com a expectativa de queda de 0,2% no varejo em dezembro e crescimento de 4,9% em 2024.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário EconômicoAriane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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veja a previsão para hoje



Esta quinta-feira (13) será marcada por temporais localizados em áreas das cinco regiões brasileiras. Como é verão, o calor também não poderia ficar de fora. Confira:

Sul

O tempo segue instável e com pancadas de chuva nos três estados do Sul. A chuva pode ser forte e não se descartam temporais localizados, especialmente a partir da tarde. Na metade sul gaúcha, chuva forte entre a madrugada e a manhã.

Sudeste

O dia começa com sol em grande parte da Região, porém, a partir da tarde, aumenta o risco para pancadas de chuva pelo estado de São Paulo, Triângulo mineiro e pontos isolados do sul e leste de Minas Gerais. Pelo interior paulista há risco para temporais com raios. Tempo firme no Rio de Janeiro, Espírito Santo e em boa parte de Minas Gerais, onde uma onda de calor atua garantindo temperaturas elevadas.

Centro-Oeste

Quinta-feira com mais nuvens e chuva a qualquer hora do dia pelo Mato Grosso; a tarde aumenta o risco para temporais. Em Goiás e em Mato Grosso do Sul, as pancadas acontecem a partir da tarde, podendo ser fortes. Assim, temporais localizados não estão descartados. Temperaturas altas e calor dominando todos os estados do Centro-Oeste.

Nordeste

O tempo segue instável e com chuva no Maranhão, Piauí e Ceará, onde a chuva pode vir com forte intensidade e com alguns temporais. Em Salvador, Bahia, pancadas com trovoadas, enquanto nas demais capitais da costa leste do Nordeste a chuva é mais isolada. O tempo segue abafado em todo o Nordeste.

Norte

Tempo instável e com pancadas de chuva alternadas com períodos de melhoria. Pode chover na forma de temporal pelo estado amazonense, no Acre e no centro-sul do Pará. Em Belém, capital do Pará, e no Amapá, chuva forte a qualquer hora podendo vir na forma de temporais localizados devido à atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).



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Atleta 100% carnívoro passa a viver do esporte



Essa nova fase marca a realização de um sonho para Medeiros



Essa nova fase marca a realização de um sonho para Medeiros
Essa nova fase marca a realização de um sonho para Medeiros – Foto: Pixabay

Aos 54 anos, Alessandro Medeiros finalmente poderá se dedicar exclusivamente ao ultratriathlon em 2025, graças à renovação do patrocínio da Connan e da Fazenda Mundo Novo. Seguindo uma dieta 100% carnívora, ele se tornou referência mundial na relação entre nutrição e desempenho em provas de resistência extrema. O apoio das empresas reforça essa conexão, permitindo que Medeiros foque totalmente em sua evolução esportiva.

“Sempre trabalhei e treinei, acordando às 2h30 ou 3h da manhã para conseguir me preparar. Agora, pela primeira vez, poderei me dedicar totalmente à minha carreira como atleta profissional, algo que sempre quis desde os 18 anos”, comenta o triatleta.

Para Fernando Penteado Cardoso Neto, presidente da Connan, a parceria reforça a missão da empresa em apoiar iniciativas que valorizam a cadeia produtiva da carne bovina. O projeto “Carne Faz Bem”, desenvolvido por Medeiros e sua nutricionista Letícia Moreira, busca promover a qualidade da carne brasileira e sua importância na nutrição esportiva.  

Essa nova fase marca a realização de um sonho para Medeiros, que conciliava treinos e trabalho por décadas. Agora, com suporte total, ele amplia sua presença no cenário esportivo internacional e fortalece a divulgação dos benefícios da carne vermelha e da sustentabilidade da pecuária no Brasil.

“Essa parceria só tem a crescer. Com o apoio da Connan e da Fazenda Mundo Novo, Medeiros conquistou espaço na mídia e demonstrou que a carne faz bem. Agora, com mais empresas acreditando no projeto, ele poderá seguir como atleta em tempo integral, levando essa mensagem ainda mais longe”, conclui Cardoso Neto.

 





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Soja fecha em baixa em Chicago



O relatório do USDA trouxe poucas mudanças



O relatório do USDA trouxe poucas mudanças
O relatório do USDA trouxe poucas mudanças – Foto: Divulgação

A soja fechou em baixa na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta terça-feira, com poucas alterações no relatório de oferta e demanda do USDA, segundo análise da TF Agroeconômica. O contrato para março, referência para a safra brasileira, caiu 0,57%, encerrando a $ 1043,50 por bushel. O contrato para maio recuou 0,49%, cotado a $ 1060,25 por bushel. O farelo de soja para março teve queda de 1,30%, a $ 296,6 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja subiu 0,87%, fechando a $ 46,13 por libra-peso.

O relatório do USDA trouxe poucas mudanças nos números de oferta e demanda, frustrando expectativas de cortes mais expressivos na safra da América do Sul. A quebra da produção argentina já parecia precificada, e a manutenção do saldo exportável do país não ajudou a sustentar os preços. Para Brasil e Estados Unidos, os dados permaneceram iguais aos do relatório de janeiro. Após uma breve tentativa de alta, o mercado voltou a operar no vermelho, sem forças para reverter as perdas.

Entre os fatores de atenção para fevereiro, estão os atrasos na colheita brasileira e as incertezas sobre uma possível guerra tarifária. A Conab informou que a colheita da soja no Brasil avançou para 14,8% da área apta, contra 8% no levantamento anterior e 20,9% no mesmo período de 2024. Em Mato Grosso, o avanço foi de 27,5%, bem abaixo dos 45,4% registrados no ano passado, reflexo do excesso de umidade.

O cenário indica que o mercado seguirá atento ao ritmo da colheita no Brasil e às movimentações comerciais globais. A expectativa de novas atualizações sobre a produção sul-americana e possíveis mudanças no fluxo exportador podem influenciar os preços nas próximas semanas.

 





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USDA reduz projeções para soja e milho em fevereiro


O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou suas estimativas de oferta e demanda para fevereiro, indicando cortes na produção e nos estoques finais de soja e milho em escala global. A produção mundial de soja foi reduzida para 420,76 milhões de toneladas, ante os 424,26 milhões de janeiro, enquanto os estoques finais caíram para 124,34 milhões de toneladas. No milho, a produção global foi revisada para 1,212 bilhão de toneladas, e os estoques finais, para 290,31 milhões de toneladas, ambos abaixo das projeções anteriores.

No Brasil, a produção de soja foi mantida em 169 milhões de toneladas, mas os estoques finais recuaram para 31,52 milhões de toneladas, uma redução em relação aos 32,52 milhões previstos no mês passado. As exportações seguem estimadas em 105,5 milhões de toneladas. Nos EUA, a produção ficou estável em 118,84 milhões de toneladas, com estoques finais de 10,34 milhões. 

A Argentina teve um corte significativo na produção, agora estimada em 49 milhões de toneladas, ante os 52 milhões de janeiro, e nos estoques finais, reduzidos de 28,95 para 25,95 milhões. Na China, a produção foi mantida em 20,65 milhões de toneladas, com importações projetadas em 109 milhões e estoques finais de 45,96 milhões de toneladas.

No mercado de milho, o USDA revisou para baixo a safra brasileira, agora estimada em 126 milhões de toneladas, ante os 127 milhões projetados no mês anterior. Os estoques finais recuaram para 2,84 milhões de toneladas, enquanto as exportações foram ajustadas para 46 milhões de toneladas. Nos EUA, a produção foi mantida em 377,63 milhões de toneladas, com produtividade de 187,56 sacas por hectare. Os estoques finais ficaram em 39,12 milhões de toneladas, enquanto o consumo para etanol foi mantido em 139,71 milhões. 

A Argentina também teve sua produção reduzida, de 51 para 50 milhões de toneladas, com estoques finais em 2,79 milhões e exportações projetadas em 36 milhões de toneladas. A Ucrânia manteve sua produção em 26,5 milhões de toneladas, mas as exportações foram revisadas para 22 milhões, ante os 23 milhões estimados em janeiro.

 





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Acordo com BNDES permitirá à Conab expandir capacidade operacional sem novos aportes



A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assinaram, nesta quarta-feira (12), um acordo para a desmobilização de imóveis não utilizados pela estatal, com o objetivo de ampliar a capacidade de armazenamento de grãos no país.

A iniciativa permitirá um incremento de 33% na capacidade operacional da Conab, elevando a capacidade de estocagem de 900 mil para 1,2 milhão de toneladas.

O acordo prevê a venda de nove imóveis, incluindo oito armazéns desativados e um pavimento comercial, que atualmente geram custos de manutenção sem atender às necessidades logísticas da companhia, segundo a Conab. Os bens estão avaliados em aproximadamente R$ 175 milhões.

Os recursos obtidos com a negociação serão reinvestidos na modernização das estruturas de armazenamento da Conab em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e no Distrito Federal.

Melhoria operacional e redução de custos

O presidente da Conab, Edegar Pretto, destacou que a parceria oferece uma solução mais rápida e financeiramente segura para fortalecer a infraestrutura da estatal.

“Temos a necessidade de ampliar nossa capacidade operacional e encontramos uma alternativa que valoriza os ativos da companhia. A ampliação da capacidade de armazenamento garantirá melhores condições para a gestão dos estoques reguladores e para o suporte ao setor agropecuário”, afirmou.

A modelagem de negócios será conduzida pelo BNDES, que buscará viabilizar parcerias público-privadas para a desmobilização dos ativos.

“É um projeto de valorização de ativos e aumento de investimentos da Conab”, ressaltou o diretor de Planejamento e Relações Institucionais do banco, Nelson Barbosa.

O contrato entre as instituições terá validade de 36 meses, podendo ser prorrogado até o limite de 60 meses. Além da ampliação da capacidade de armazenamento, o acordo visa reduzir custos operacionais, otimizar a logística da estatal e garantir a continuidade das ações públicas desempenhadas pela Conab.

Durante a cerimônia de assinatura, o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Paulo Teixeira, disse que a parceria representa um avanço na estruturação financeira da Conab sem necessidade de recursos orçamentários.

“Estamos promovendo um fortalecimento da Conab por meio de um modelo que equaciona as finanças da estatal e permite a expansão dos serviços prestados ao setor agrícola”, destacou.

Além do presidente da Conab e do ministro do MDA, participaram do evento diretores da estatal, executivos do BNDES e representantes da Embrapa. O plano de modernização dos armazéns integra uma estratégia mais ampla de aprimoramento da logística de armazenamento no país, garantindo maior eficiência na regulação dos estoques e no suporte ao escoamento da produção agropecuária.



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