quarta-feira, julho 8, 2026

Autor: Redação

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Alerta de terremoto assusta moradores de SP e RJ



Na madrugada desta sexta-feira (14), moradores de cidades como Ubatuba, São Paulo e Rio de Janeiro receberam um alerta inesperado em celulares Android sobre um suposto terremoto no litoral norte paulista. A notificação indicava possíveis tremores entre 4,4 e 5,5 de magnitude, com epicentro a cerca de 55 quilômetros de Ubatuba.

Apesar do susto, a Defesa Civil de São Paulo informou que não emitiu nenhum alerta e não registrou ocorrências relacionadas. O Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP) e o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), que monitoram atividades sísmicas, também descartaram qualquer abalo na região.

Até o momento, o Google, responsável pelo sistema operacional Android e pelo envio da notificação, não se pronunciou sobre o ocorrido.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Ibovespa recua e caminha para 4ª queda semanal seguida


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SÃO PAULO (Reuters) – O Ibovespa caía nesta sexta-feira, a caminho de registrar seu quarto declínio semanal consecutivo, ainda sob o pessimismo do mercado com o quadro fiscal da economia brasileira e os juros altos, e com uma agenda doméstica vazia sem fornecer gatilhos relevantes que ancorassem o índice.

Por volta de 11h10, o Ibovespa, índice de referência do mercado acionário brasileiro, recuava 0,61%, a 119.396,06 pontos, tendo marcado 119.330,34 pontos na mínima e 120.355,51 pontos na máxima da sessão até o momento.

O volume financeiro somava 2,28 bilhões de reais no pregão.

Para o analista-chefe da Planner Investimentos, Mario Mariante, a expectativa é de uma percepção mais clara da tendência do indicador a partir da próxima semana. “Mas seguimos sem otimismo para o mercado no curto prazo, mesmo com preços relativamente descontados em boas empresas”, afirmou.

Estrategistas da XP adotaram uma visão neutra para as ações brasileiras neste ano, com os riscos de revisões de lucro para baixo, devido aos juros mais elevados, ofuscando os preços descontados das ações.

“Ciclos de alta de juros historicamente são negativos para a Bolsa brasileira”, disseram os especialistas, liderados por Fernando Ferreira, em relatório a clientes.

A equipe reduziu a estimativa de valor justo do Ibovespa para o final de 2025 de 150 mil para 145 mil pontos, de modo a levar em consideração o cenário de juros mais elevados.

Segundo Mariante, da Planner, o cenário político adverso e o sentimento de que não haverá mudanças nesse sentido no curto prazo devem manter os investidores aversos ao risco e voltados para a renda fixa, sem apostar numa recuperação da bolsa.

Nos Estados Unidos, os futuros acionários indicavam uma abertura positiva para as bolsas, com investidores atentos aos próximos dados econômicos e se preparando para possíveis mudanças na política sob o novo governo de Donald Trump.

DESTAQUES

– PETROBRAS PN caía 0,41%, apesar da recuperação nos preços do petróleo no exterior, onde o barril de Brent ganhava 0,22%. A estatal informou na véspera que elevou em aproximadamente 7% o preço médio do querosene de aviação (QAV) que será vendido a distribuidoras em janeiro, em praças como Guarulhos (SP), Betim (MG) e Duque de Caxias (RJ).

– VALE ON perdia 1,01%, tendo como pano de fundo a baixa dos contratos futuros do minério de ferro na China, com alguns traders liquidando posições compradas devido à demanda fraca depois que a maioria das siderúrgicas da China concluiu o reabastecimento de matérias-primas antes do feriado. O contrato mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China encerrou as negociações do dia com queda de 2,18%, a 764 iuanes (104,66 dólares) a tonelada.

– ITAÚ UNIBANCO PN perdia 0,56%, BRADESCO PN cedia 0,56%, SANTANDER BRASIL UNIT tinha em baixa de 0,67% e BANCO DO BRASIL ON recuava 0,46%.

– ENEVA ON subia 4,82%, após forte queda na véspera em meio à divulgação de regras pelo Ministério de Minas e Energia para a realização de um leilão de energia, algumas das quais impediriam a Eneva de tentar recontratar certas usinas. Analistas do BTG Pactual consideraram a reação desproporcional e disseram que há uma oportunidade de negociação muito assimétrica sobre o papel.

imétrica sobre o papel.





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Sul de Minas entra no mapa dos grandes vinhos brasileiros


Os vinhos de inverno do sul de Minas Gerais ganharam um importante reconhecimento do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), a certificação como Indicação de Procedência (IP), destacando a reputação e tradição da região na produção da bebida.

Esse selo funciona como um passaporte para os vinhos mineiros conquistarem novos mercados, garantindo que a bebida seja feita exclusivamente com a uva Vitis vinifera L., seguindo rigorosos padrões de qualidade. O Brasil agora soma 129 Indicações Geográficas (IGs), sendo 13 delas para vinhos.

Mas o que torna os vinhos do sul de Minas tão especiais? O segredo está na técnica da dupla poda, que inverte o ciclo da videira e permite a colheita no inverno, entre junho e setembro. Esse método favorece a maturação das uvas em um clima mais seco, garantindo vinhos mais encorpados e aromáticos.

A certificação abrange dez municípios mineiros: São João da Mata, Cordislândia, São Gonçalo do Sapucaí, Três Corações, Três Pontas, Campos Gerais, Boa Esperança, Bom Sucesso, Ibituruna e Ijaci.

Para os pequenos produtores, essa chancela é um divisor de águas. Segundo Hulda Giesbrecht, coordenadora de Tecnologias Portadoras de Futuro do Sebrae, a Indicação Geográfica fortalece o mercado local e protege os viticultores contra falsificações.

“Os pequenos produtores ganham mais visibilidade e competitividade, e a região garante um selo de qualidade que impede o uso indevido do nome reconhecido”, explica Hulda.

O Brasil e suas regiões vinícolas certificadas

O Brasil já conta com duas regiões vinícolas na categoria Denominação de Origem (DO): Vale dos Vinhedos (RS) e Altos de Pinto Bandeira (RS). As demais são qualificadas como Indicação de Procedência.  Confira a lista:

  • Pinto Bandeira (RS)
  • Vale do São Francisco (PE/BA)
  • Vale dos Vinhedos (RS)
  • Altos Montes (RS)
  • Monte Belo (RS)
  • Farroupilha (RS)
  • Campanha Gaúcha (RS)
  • Vales da Uva Goethe (SC)
  • Vinhos de Altitude de Santa Catarina (SC)
  • Vinhos de Bituruna (PR)
  • Sul de Minas (MG)

Com esse reconhecimento, os vinhos de inverno mineiros ganham prestígio e abrem caminho para novas oportunidades no mercado nacional e internacional. Agora, os amantes do vinho têm mais um motivo para brindar com um rótulo brasileiro.

Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo

Se você é micro ou pequeno produtor rural e deseja abrir as portas do seu negócio de forma sustentável, assista e participe do programa Porteira Aberta Empreender.

O programa é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você, micro e pequeno produtor rural, descobrir soluções, produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

Confira onde assistir ao programa

No dia 27 de fevereiro, assista ao Porteira Aberta Empreender em um destes canais:

Canais
Canais disponíveis para assistir ao programa Porteira Aberta Empreender, às quintas-feiras, às 17h45, e aos domingos, às 7h30

Acesse aqui e confira temas abordados como Acesso ao Crédito e Indicação Geográfica.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja valoriza, milho sofre ajuste e trigo se recupera



O milho opera em baixa na CBOT



Já o trigo se recupera após quatro dias de perdas
Já o trigo se recupera após quatro dias de perdas – Foto: Agrolink

Os preços da soja estão sendo negociados em leve alta na Bolsa de Chicago (CBOT), com o contrato para março cotado a US$ 1.028,75 por bushel (+1,0), segundo a TF Agroeconômica. O movimento reflete expectativas de cortes na produção argentina, enquanto a nova safra brasileira pressiona os limites de alta. Nos EUA, a desaceleração das exportações segue como um fator de cautela, podendo ser agravada pela possível escalada tarifária proposta por Donald Trump. No Brasil, a soja recuou 0,75% no dia, para R$ 131,64/sc (Cepea), mas acumula alta de 2,05% no mês.  

O milho opera em baixa na CBOT, com o contrato para março a US$ 489,0 por bushel (-1,25), impactado por uma realização de lucros e pelo novo impasse tarifário entre os EUA, México e Canadá. Por outro lado, os preços encontram suporte no atraso da semeadura da safrinha brasileira e no bom desempenho das exportações americanas. No Brasil, o milho subiu 1,33% no dia e acumula alta de 5,35% no mês, com a cotação Cepea em R$ 79,00/sc.  

Já o trigo se recupera após quatro dias de perdas, avançando US$ 5,0 na CBOT, com o contrato para março a US$ 579,25 por bushel. A alta decorre de compras estratégicas por investidores e das promessas de Donald Trump para aliviar tensões no Mar Negro, após conversas com os presidentes da Rússia e da Ucrânia. Além disso, as exportações russas e ucranianas desaceleram devido à redução dos estoques internos e ao risco de perdas por frio intenso. No Brasil, o trigo segue estável, com a cotação Cepea no Paraná em R$ 1.430,96 e no Rio Grande do Sul em R$ 1.318,67.  

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Trator compacto facilita operação e amplia uso no campo e na cidade



Agricultura e jardinagem: trator versátil ganha espaço em diferentes setores




Foto: Agrolink

A facilidade de operação e a versatilidade no uso são os principais destaques do novo trator J25, lançado durante o Show Rural. Com 25 cavalos de potência e transmissão hidrostática, o modelo se posiciona como uma alternativa acessível tanto para pequenos produtores rurais quanto para atividades urbanas, como jardinagem e manutenção de condomínios.

Segundo Felippe Vieira, diretor comercial da LS Tractor, o crescimento da demanda por tratores menores e mais fáceis de operar impulsionou o lançamento. “Esse trator vem crescendo muito em volume de vendas nos últimos anos. Ele foi pensado para atender o produtor de hortifruti e jardinagem, que demanda um equipamento mais compacto e versátil”, explica.

Além do público tradicional da agricultura, o modelo também se destaca por ser mais intuitivo, podendo atrair novos operadores. “Como ele tem transmissão hidrostática, funciona de forma similar a um carro automático. Basta um pedal para frente, outro para trás e uma alavanca de velocidade. Isso facilita para quem nunca teve contato com tratores, incluindo o público feminino”, afirma Vieira.

Outro diferencial do equipamento é sua aplicabilidade fora do campo. Vieira destaca que a demanda por tratores em condomínios e áreas de jardinagem tem crescido no Brasil. “Hoje, esses locais utilizam outros tipos de equipamentos. Esse trator, por contar com uma roçadeira interna, pode executar serviços de manutenção de grandes jardins de forma eficiente”, comenta.

A proposta do modelo é oferecer mais acessibilidade para quem está adquirindo o primeiro trator agrícola. “É um produto com valor acessível e muito fácil de operar. Qualquer pessoa pode aprender a manuseá-lo em poucas horas”, garante Vieira.

O lançamento reforça a tendência do setor de mecanização agrícola em buscar soluções mais intuitivas, que facilitem a entrada de novos perfis de operadores no campo e ampliem o uso de tratores em diferentes cenários.





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tarifas setorializadas de Trump aliviam mercados; ouça análise


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o impacto das tarifas de Trump, que não abalaram os mercados.

O dólar caiu no DXY, mas o real recuou 0,1% após a inclusão do etanol brasileiro no memorando americano.

O Ibovespa avançou 0,38%, enquanto a PMC apontou queda de 0,1% no varejo restrito e 1,1% no ampliado, que ainda fechou 2024 com alta de 4,1%.

Para 2025, a expectativa é de desaceleração, mas o consumo deve se manter firme com mercado de trabalho aquecido e aumento da massa salarial.

Hoje, atenção à PNAD no Brasil e às vendas no varejo dos EUA.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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confira a previsão para hoje



Temporais no Centro-Oeste e no Norte, tempo instável no Sul e aberto em parte do Sudeste. Confira todos os detalhes na previsão do tempo desta sexta-feira

Sul

Tempo instável com previsão de pancadas de chuva no oeste, noroeste e norte do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná, com risco de chuva moderada a forte com raios e ventos. Tempo firme no sul gaúcho. Pancadas mais isoladas no oeste e noroeste paranaenses.

Sudeste

O tempo continua mais aberto e firme no centro-leste e norte de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, com destaque para o calorão. São Paulo volta a receber pancadas moderadas a forte, associadas a calor e umidade entre tarde e noite. A maior parte da sexta será marcada por sol. Capital e litoral paulista com risco de alguns temporais.

Centro-Oeste

Temporais em Mato Grosso, dia nublado e chuvoso em Cuiabá, pancadas mais fortes com raios e ventos na divisa com Amazonas e Pará. Dia de sol, temperaturas em rápida elevação e condições de pancadas mais irregulares, podendo vir com moderada a forte intensidade no interior de Goiás e em Mato Grosso do Sul. Não chove no Distrito Federal e faz calor.

Nordeste

Chuva mais concentrada entre Maranhão, Piauí e o litoral do Ceará com possibilidade de pancadas fortes e raios. Semana termina com pouca chuva no Rio Grande do Norte, na Paraíba, em Pernambuco, Alagoas e na Bahia. Calorão no interior e sul baiano e ar mais seco no interior pernambucano.

Norte

Os temporais continuam entre Acre, Amazonas, Amapá, Tocantins e Pará com risco de raios e ventos moderados a forte. Pancadas entre tarde e noite em Roraima e no Acre.



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Coopavel premia os melhores avicultores de 2024



A cerimônia foi realizada no Espaço Impulso


Foto: Canva

O setor de Fomento Avícola da Coopavel fez na terça-feira (11), durante a 37ª edição do Show Rural, a entrega de premiação aos melhores colocados da avicultura de 2024 – integrados da cooperativa. A cerimônia, com a participação de autoridades, técnicos e criadores, foi realizada no Espaço Impulso. O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, e o ex-governador do Paraná, Orlando Pessuti, participaram das entregas das premiações.

O gerente do Centro Tecnológico da Avicultura (CTA), Eduardo Leffer, explica que a classificação leva em conta o melhor índice de conversão alimentar, que é calculado pela quantidade de quilos de ração que o frango come para produzir um quilo de carne, um quilo de peso vivo. 

Os premiados foram: como melhores produtores ficaram Altevir Ferneda, Guaraniaçu, com 1,452; em segundo Genésio Gregolon, de Campo Bonito, com 1,453.  Em terceiro Arlindo Ferneda, de Guaraniaçu, com uma conversão de 1,476. 

Dilvo Grolli refletiu sobre os avanços obtidos ao longo dos anos. Mencionou a ausência desse índice de conversão e controle rigoroso da produção quando iniciou a criação de aves. Orlando Pessuti reforçou a linha de raciocínio de Dilvo. “Há 50 anos levávamos 60 dias para terminar um frango e hoje a gente chega aqui e vê essas conversões maravilhosas através da ciência, das nossas universidades e de nossas cooperativas. Fico muito feliz em saber que fazemos parte dessa história. Isso é um exemplo para mudar o mundo”, frisou.





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AgroNewsPolítica & Agro

Degustação de carnes agrada visitantes do Show Rural



A 37ª edição proporciona experiências nas mais diversas áreas


Foto: Pixabay

No Salão Tecnológico da Pecuária, os visitantes do Show Rural podem desfrutar de uma degustação especial de carnes de aves, peixes e suínos, e saborear produtos exclusivos da Coopavel. A 37ª edição proporciona experiências nas mais diversas áreas, seja em soluções tecnológicas, mas também produtos que satisfazem o paladar do consumidor. 

Basta visitar o estande da cooperativa para participar dessa experiência gastronômica gratuitamente. “Temos cortes temperados, panceta, sobre paleta, linguicinhas, o joelho cozido e defumado. Temos aqui também o filé de tilápia feito em iscas. O tempero que a utilizamos é o mais natural possível, livre de condimentos fortes, então o público come e não sai com aquele gosto forte do temperado”, relata o coordenador industrial do Frisuínos, Vinicius Noraldino Borborema. 

A degustação inclui também a coxinha da asa, petisco, sassami, frango a passarinho e outros cortes temperados. Esse mesmo produto é o que o cliente vai achar na área de venda do supermercado. Todos os produtos da linha foram desenvolvidos para serem diferenciais. A média de degustações diárias varia de 8 mil a 12 mil degustações, mas estima-se que até o término do evento sejam entregues 100 mil pratinhos com os deliciosos produtos da Coopavel. 

A agricultora de Quedas do Iguaçu, Ivani Goldani (72), foi uma das inúmeras visitantes de todas as idades que degustou e aprovou os petiscos servidos. “Nossa, está uma delícia, tudo ótimo, nota 10. Gostei de fazer a degustação, é bom para conhecer os sabores. São produtos de primeira qualidade”, elogiou. 

Os pratinhos são servidos todos os dias entre 9h e 11h da manhã e das 14h às 16h. Esse é o terceiro ano que o frigorífico da Coopavel está presente na feira oportunizando essa experiência aos visitantes. O objetivo é tornar cada vez mais conhecidos os produtos da cooperativa. 





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Agronegócio deve puxar a economia e fazer PIB crescer 2,3%, diz Fazenda


A Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda (SPE) apresentou, nesta quinta-feira (13), projeção de crescimento do Produto Interno Bruno (PIB) do país em 2025.

A atividade econômica deverá ter alta de 2,3%. A estimativa anterior, em novembro, era de um crescimento de 2,5% do PIB. A queda poderia ser maior se não fosse a projeção de crescimento para as atividades agropecuárias, de 6%, levando em consideração os prognósticos da safra, dados preliminares de abate de bovinos para o quarto trimestre de 2024 e uma melhora da situação climática.

De acordo com o ministério, a redução da estimativa de 2,5% para 2,3% para o ano está baseada, principalmente, na elevação dos juros, na desaceleração da atividade econômica no quarto trimestre de 2024 e no cenário conjuntural externo.

“A gente reduziu essa projeção, em parte, pesando o que a gente está vendo na política monetária. E, em parte, porque estamos vendo uma desaceleração mais acentuada da atividade agora no quarto trimestre de 2024. Então, no cenário de 2,3% estão incorporados esses dois elementos”, destacou a subsecretária de Política Macroeconômica, Raquel Nadal.

No entanto, ela ressalvou que o ministério incluiu nessa projeção do PIB a melhora nos resultados do setor agropecuário em razão das boas perspectivas para a safra de 2025.

Desaceleração da indústria

Por setor produtivo, a SPE espera uma desaceleração da indústria e dos serviços, parcialmente compensada pela aceleração da produção agropecuária.

Para a indústria, a previsão de crescimento em 2025 foi revisada de 2,5% para 2,2% em razão da desaceleração projetada para a indústria de transformação e para a construção, apesar da recuperação da indústria extrativa, sobretudo, em função da entrada em operação de novas plataformas de petróleo.

Para serviços, o ritmo de expansão projetado para 2025 pela secretaria caiu de 2,1% para 1,9%, principalmente como reflexo da desaceleração na criação de novos postos de trabalho e da redução no ritmo de concessões de crédito em função do patamar elevado dos juros.

Efeito Trump

Donald Trump, EUA, Estados UnidosDonald Trump, EUA, Estados Unidos
Foto: The White House/ Andrea Hanks

Para o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, ainda é cedo para projetar os impactos da política comercial implementada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no crescimento brasileiro de 2025.

“É muito cedo para incorporar esse tema em qualquer cenário. Claro que você pode construir cenários alternativos e possíveis, mas nós temos ainda que entender melhor como isso vai ocorrer, em que prazo, quem vai ser mais afetado, quem não vai ser, isso ainda leva tempo para ter mais clareza sobre esse cenário. Então, hoje é muito difícil apontar possíveis impactos”, disse.

De acordo com Mello, até o momento é possível apontar apenas impactos setoriais, mas não macroeconômicos.

“Caso necessário, caso a gente enxergue que existe a necessidade de incorporação de algo no cenário macro, nós vamos incorporar no momento que nós tivermos essa convicção”, finalizou.



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