quarta-feira, julho 8, 2026

Autor: Redação

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Filme de Cacá Diegues falava de pesca, Deus e o amor pelo Brasil; relembre



O cineasta brasileiro Carlos José Fontes Diegues, mundialmente conhecido como Cacá Diegues, morreu nesta sexta-feira (14) aos 84 anos, no Rio de Janeiro, em decorrência de complicações causadas por uma cirurgia.

Ele nasceu em 19 de maio de 1940, em Maceió, Alagoas, e mudou-se para território fluminense com a família aos seis anos de idade.

Diegues foi um dos grandes precursores do movimento artístico Cinema Novo e, entre as suas obras, uma em particular tem íntima relação com a pesca, atividade que ajuda o agronegócio a ser a potência que contribui com mais de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.

O filme “Deus é brasileiro”, de 2003, conta a história de Deus (interpretado por Antônio Fagundes), que está cansado dos erros da humanidade e, para descansar, resolve tirar férias, mas, antes disso, precisa encontrar um substituto para ficar em Seu lugar. Resultado: vem ao Brasil procurá-lo, tendo em vista ser um país tão religioso.

Nessa busca, seu guia é um esperto pescador chamado Taoca (papel de Wagner Moura), que vê em seu encontro com Deus a grande chance de se livrar dos problemas pessoais. Juntos, rodam o Brasil em busca de um substituto ideal.

As filmagens aconteceram nos estados de Tocantins, Alagoas, Rio de Janeiro e Pernambuco, mostrando pontos turísticos, a atividade pesqueira e tudo o que o Brasil tem de melhor – e também de pior. A trama está disponível no streaming Sony One.

Antes de morrer, Cacá Diegues estava produzindo o seu 20º filme. Previsto para ser lançado no segundo semestre deste ano, “Deus ainda é brasileiro”, teve toda sua filmagem em Alagoas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preços aumentam com quebra de safra


Os preços do milho no Brasil apresentaram tendência de alta na primeira quinzena de fevereiro de 2025, com valores mais elevados em diversas regiões do país, segundo dados da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA). No Rio Grande do Sul, os preços se mantiveram estáveis, fechando a semana em R$ 67,63/saco, ligeiramente acima dos R$ 67,00 registrados em meados de dezembro. Já em outras praças do Brasil, os preços do milho subiram para a faixa entre R$ 60,00 e R$ 75,00/saco, contra R$ 58,00 e R$ 69,00/saco no final de 2024.

Esse comportamento no mercado nacional pode ser explicado pela quebra parcial da safra de verão no sul do Brasil, juntamente com uma demanda sustentada. A expectativa para a safra brasileira de milho de verão está em torno de 20 a 22 milhões de toneladas, bem abaixo dos 26 a 28 milhões inicialmente previstos. A produção nacional, segundo estimativas do USDA, deverá alcançar 126 milhões de toneladas, um aumento em relação aos 122 milhões de toneladas do ano passado, mas abaixo dos 137 milhões registrados dois anos antes. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta uma safra menor, ao redor de 119 milhões de toneladas, com riscos de uma produção ainda mais baixa dependendo do impacto da seca no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Além disso, o atraso na colheita da soja no Centro-Oeste, causado pelas chuvas, está dificultando o avanço do plantio da safrinha de milho, que, até esta semana, estava com apenas 23,5% da área projetada plantada. No mesmo período de 2024, esse índice era de 42,1%, e a média histórica gira em torno de 36,1%. Esse cenário tem afastado os vendedores do mercado livre, que aguardam novas altas nos preços. Segundo dados do Cepea/Esalq, a prioridade dos produtores tem sido a colheita e a entrega de soja, o que tem deixado as vendas de milho em segundo plano e gerado alta nos custos de frete. Por outro lado, os consumidores demonstram interesse em adquirir novos lotes, mas enfrentam dificuldades diante dos preços mais altos pedidos pelos vendedores.





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‘É preciso saber lidar com as adversidades na lavoura’, comenta o produtor de soja Oliverio Alves



Hoje, vamos conhecer mais uma história dos indicados ao Prêmio Personagem Soja Brasil. A trajetória de Oliverio Alves de Melo, produtor de soja de Balsas, no Maranhão, é marcada por 30 anos de dedicação ao agro.

Natural do sul da Bahia, Oliverio cresceu em um berço agropecuário voltado à pecuária. Seu primeiro contato com o setor agrícola aconteceu ainda jovem, e aos poucos, foi se envolvendo com a lavoura no Cerrado de Minas Gerais, especialmente na região de Curvelo.

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Em 1995, ele se mudou para o Maranhão para integrar o Projeto Proder (Programa de Desenvolvimento do Cerrado), onde iniciou sua jornada no cultivo de grãos. Com formação em Agropecuária e Administração de Empresas, o sojicultor diz que a agricultura e a pecuária é algo mais forte do que uma simples profissão: é algo que ele carrega com orgulho.

”A agricultura é uma indústria de produção a céu aberto, e, por isso, é essencial ter uma gestão eficiente e bem planejada. Além disso, é preciso lidar com as adversidades como o clima, a chuva e as pragas, que estão fora do nosso controle”, explica.

Ele acredita que o agro é a vocação natural para alimentar o mundo e que a sustentabilidade e a responsabilidade devem ser princípios fundamentais na gestão agrícola. Ao longo de sua trajetória, Oliverio tem buscado transmitir esses valores às futuras gerações, com o objetivo de formar filhos e sucessores no ramo agropecuário.

A região de Balsas, onde ele atua, era conhecida por ter um dos piores índices de desenvolvimento humano (IDH) no Maranhão, mas, graças ao trabalho dos produtores rurais, hoje é considerada uma das melhores, resultado do compromisso com o desenvolvimento local e a sustentabilidade.

Oliverio é um exemplo de como a agricultura é também uma atividade social. Ele destaca a importância do associativismo, que fortalece o vínculo entre os produtores e contribui para o desenvolvimento comunitário.

Para ele, a agricultura é uma atividade que beneficia tanto a gestão interna das propriedades quanto o engajamento com a sociedade ao redor. ”Aqui, nós temos uma cultura de associativismo com os produtores rurais. E, com isso, conseguimos fazer dessa região um pedacinho do céu, onde a produção de grãos do Cerrado Brasileiro tem seu espaço, conclui.



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Show Rural Coopavel 2025 bate recorde de público e movimenta R$ 7,05 bilhões



A 37ª edição do Show Rural Coopavel registrou números inéditos em sua história. Realizado entre os dias 10 e 14 de fevereiro, em Cascavel (PR), o evento recebeu 407.094 visitantes e alcançou uma movimentação financeira de R$ 7,05 bilhões. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (14) pelo presidente da Coopavel, Dilvo Grolli.

O número de visitantes superou em 15.778 pessoas a melhor marca anterior, registrada em 2024, quando 391.316 compareceram ao evento. Já o volume de negócios cresceu quase R$ 1 bilhão, superando os R$ 6,1 bilhões movimentados na última edição.

Com mais de 600 expositores, o Show Rural Coopavel reuniu empresas nacionais e internacionais para apresentar inovações e tecnologias voltadas ao agronegócio. O evento contou com a presença de autoridades e líderes do setor e manteve o compromisso de trazer novidades que impulsionam a produtividade e a modernização das propriedades rurais.

O último dia de visitação, na sexta-feira (14), registrou 58.404 pessoas, superando a marca do ano anterior, que foi de 58.216 visitantes. “Tivemos recordes nos cinco dias desta edição de 2025, confirmando o crescimento de um evento que é referência global no setor agropecuário”, afirmou Grolli.

Edição de 2026 já tem data definida

Com o encerramento da edição de 2025, a Coopavel já confirmou a data do próximo Show Rural. A 38ª edição do evento será realizada de 9 a 13 de fevereiro de 2026.



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receita com exportação em janeiro aumenta 11%, diz Abrafrigo



As exportações brasileiras de carne bovina, somadas in natura e processadas, cresceram 5% em janeiro, para 246.762 toneladas, ante 234.146 toneladas no primeiro mês do ano passado. Já a receita avançou 11%, para US$ 1,035 bilhão, ante US$ 930,1 milhões em janeiro de 2024. As informações são da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O preço médio pago pela carne bovina também cresceu, de US$ 3.955 por tonelada para US$ 4.196 por tonelada.

A China segue como principal destino da carne bovina do Brasil, mesmo com a redução das compras, de 97.056 toneladas em janeiro de 2024 para 91.185 toneladas no igual mês de 2025. A sua participação relativa caiu de 41,3% para 37% no volume e de 46% para 43,4% na receita.

Os Estados Unidos se consolidaram como o segundo maior comprador, com alta de 23,9% nas importações, para 58.997 toneladas. A participação subiu a 23,9% do total exportado pelo Brasil. O Chile elevou as compras em 45,8%, para 8.146 toneladas. As despesas chilenas com a carne bovina brasileira cresceram 78,9%, para US$ 45,2 milhões.

Outros mercados também se destacaram, como a Argélia, que saltou de 1.115 toneladas em janeiro de 2024 para 8.058 toneladas em 2025, e a Itália, que aumentou as aquisições de 1.186 toneladas em janeiro do ano passado para 4.876 toneladas em igual mês de 2025. No total, 75 países ampliaram suas importações, enquanto 53 reduziram as compras, segundo nota da Abrafrigo.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preços do trigo sobem com estoques mundiais em queda



Cenário pode exercer pressão adicional sobre o mercado




Foto: Canva

O mercado global de trigo registrou um aumento nas cotações durante os últimos dois meses, com o bushel atingindo US$ 5,87 na primeira semana de fevereiro, comparado aos US$ 5,26 de meados de dezembro de 2024. Este movimento reflete as oscilações nos estoques globais e a dinâmica das exportações dos principais países produtores, conforme aponta a Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA).

De acordo com o relatório mais recente do USDA, a redução nos estoques finais mundiais de trigo para 257,6 milhões de toneladas em fevereiro causou uma leve alta nos preços. Embora a produção e os estoques nos EUA não tenham sofrido grandes alterações, o impacto global tem sido mais significativo, com estoques russos em declínio, fator que tem gerado preocupações sobre a continuidade da alta nos preços internacionais.

As exportações de trigo dos Estados Unidos também superaram as expectativas do mercado, com 536.217 toneladas comercializadas na semana encerrada em 6 de fevereiro. No acumulado do ano comercial, as exportações totais somam 14,6 milhões de toneladas, 24% a mais do que no ano passado. Em contrapartida, a Rússia, que apresenta uma queda significativa em seus estoques, também vê sua produção de trigo de 2024 projetada para uma redução de 10 milhões de toneladas. Este cenário pode exercer pressão adicional sobre o mercado e contribuir para novas altas nos preços.

Apesar das perspectivas de diminuição nas importações globais de trigo, devido a fatores como a desaceleração econômica, dólar mais forte e maior produção de outros cereais, o cenário geopolítico permanece volátil. O ambiente de instabilidade, incluindo conflitos e tensões comerciais, tem levado países importadores a buscar maior autossuficiência na produção de trigo, visando reduzir sua dependência das cadeias de suprimentos globais.





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Brasil quer ampliar exportação de carnes e outros produtos agropecuários para o Japão



Com o objetivo de fortalecer os laços comerciais e avançar nas negociações bilaterais, uma delegação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) esteve entre os dias 10 e 12 de fevereiro no Japão e participou de reuniões com autoridades japonesas.

O secretário adjunto da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI), Marcel Moreira, liderou a comitiva. Durante a visita, o secretário adjunto, acompanhado do adido agrícola do Brasil no Japão, Marco Pavarino, esteve no Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão (MHLW), e discutiu temas como a flexibilização da idade limite para o abate de bovinos e a habilitação de novas plantas frigoríficas brasileiras para exportação de carne de aves termoprocessadas.

Outro encontro ocorreu com as equipes técnicas do Ministério da Agricultura, Florestas e Pesca do Japão (MAFF), onde a comitiva brasileira tratou da abertura do mercado japonês para a carne bovina e da ampliação do acesso à carne suína. Outro assunto colocado em pauta foram os ajustes nos requisitos de tratamento térmico para a exportação de mangas e medidas para regionalizar o controle da Influenza Aviária.

A missão também se reuniu com o Ministro da Agricultura, Florestas e Pesca do Japão, Taku Eto, e com o deputado federal Arata Takebe. A reunião contou com a presença do Embaixador do Brasil no Japão, Octavio Cortes, além de representantes da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).

O chefe da delegação brasileira ressaltou os aspectos de sanidade, qualidade e sustentabilidade da agropecuária brasileira e a importância da parceria comercial entre Brasil e Japão, que completa 130 anos de diplomacia e comércio bilateral em 2025.

Os dois países sinalizaram o interesse em avanços nas negociações, com o objetivo de entregas concretas durante a visita do Presidente Lula ao Japão, prevista para o final de março próximo.

Novas parcerias

Para buscar uma aproximação com o setor privado e compreender melhor os canais de comércio no Japão, a missão incluiu ainda visitas a grandes empresas importadoras de carne e a redes de supermercados do país.

A cooperação técnica entre os países também foi tema de conversas, com destaque para o avanço na parceria para implementar ações em conjunto dentro do Projeto Nacional de Recuperação de Pastagens Degradadas (PNCPD), reforçando o compromisso com a sustentabilidade e boas práticas agropecuárias.

Mercado estratégico para o agro brasileiro

Em 2023, o Japão importou mais de US$ 3,31 bilhões em produtos agropecuários do Brasil, consolidando-se como um dos principais destinos das exportações nacionais. As carnes de aves e suína, o café e a soja estão entre os itens mais demandados pelo mercado japonês, que prioriza qualidade e segurança alimentar.



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Adab e Bahiater firmam parceria para atender agricultores familiares


A Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Adab) e a Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), anunciaram nesta quinta-feira (13), uma parceria para atendimento aos agricultores familiares do estado.

O objetivo da união é promover o desenvolvimento da agricultura familiar com garantia de sanidade e assistência técnica e extensão rural de qualidade.

A parceria, anunciada pelos diretores dos órgãos, será oficializada por meio da assinatura de um Protocolo de Intenções durante ato organizado pela Adab e que contará com a presença dos secretários das pastas de Agricultura e de Desenvolvimento Rural. A data ainda será definida.

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Foto: Divulgação/ Adab

Para o diretor geral da Adab, Paulo Sérgio Luz, a parceria vai proporcionar uma maior integração entre os profissionais e técnicos dos órgãos e uma assistência mais efetiva a essas milhares de famílias.

“Hoje, 47% do rebanho bovino baiano tem até 10 cabeças e 85% até 50 cabeças. A parceria também possibilitará a prevenção e controle fitossanitário das pragas quarentenáreas que afetam as nossas plantações, sobretudo as espécies cultivadas pela agricultura familiar”, declara Paulo Sérgio Luz.

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Foto: Divulgação/ Adab

“A ideia é que, em todas as propriedades que as nossas organizações atuam, haja um trabalho sanitário preventivo. Precisamos que os agricultores familiares, que recebem assistência técnica e extensão rural, tenham a tranquilidade para a gente estar dirimindo e antecipando qualquer situação de doença ou pragas”, completa a diretora da Bahiater, Mariza Caribé.


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AgroNewsPolítica & Agro

Produtores de práticas sustentáveis terão redução de juros



Nesta quarta-feira (13), foi publicada a Portaria Interministerial Mapa/MF




Foto: Divulgação

Nesta quarta-feira (13), foi publicada a Portaria Interministerial Mapa/MF nº 22 no Diário Oficial da União (DOU), que reconhece diversas instituições certificadoras e organismos de avaliação dentro dos Programas de Produção Integrada (PI Brasil) e Boas Práticas Agrícolas (BPA). Segundo informações do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), essa medida visa incentivar a adoção de práticas agrícolas mais sustentáveis no setor agropecuário.

Com o reconhecimento, médios e grandes produtores rurais que adotarem essas práticas terão acesso a uma redução de 0,5 ponto percentual na taxa de juros de custeio. Essa vantagem foi implementada pela Resolução nº 5.152 do Conselho Monetário Nacional (CMN), publicada em 2 de julho de 2024, com o objetivo de impulsionar a sustentabilidade no setor.

A medida estabelece que, a partir de agora, as instituições financeiras devem validar as informações dos produtores na Plataforma AgroBrasil + Sustentável. As etapas para validação podem ser acessadas na página do Serpro. O Mapa também destacou que, para garantir o cumprimento das normas e critérios dos programas, as instituições certificadoras e os Organismos Participativos de Avaliação da Conformidade Orgânica (Opacs) são responsáveis pela verificação e atualização dos dados.

No total, um Instituto foi reconhecido no Programa de Produção Integrada (PI Brasil) e sete programas no de Boas Práticas Agrícolas (BPA). Já no âmbito da produção orgânica, 11 instituições certificadoras foram habilitadas para emitir os certificados aos produtores. Este avanço tem como objetivo aumentar a competitividade e a sustentabilidade do setor agrícola brasileiro, além de fomentar um ambiente mais responsável e ecológico para os produtores rurais.





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Coopercitrus investe R$ 100 milhões em novo Complexo Agropecuário no interior de SP



A Cooperativa de Produtores Rurais (Coopercitrus), com sede em Bebedouro (SP), acaba de anunciar um investimento estratégico de cerca de R$ 100 milhões na construção de um novo Complexo Agropecuário em Araçatuba (SP).

O projeto contempla uma moderna fábrica de ração, um TRR (Transportador Revendedor Retalhista) para distribuição de combustíveis, uma loja completa de insumos agropecuários e um espaço de atendimento aos cooperados, informou a cooperativa em comunicado.

Para marcar o início das obras, a Coopercitrus realizará na terça-feira da semana que vem, dia 18, às 10h30, a cerimônia de lançamento da Pedra Fundamental do novo complexo.

A nova unidade será construída em um terreno de 50 mil m², localizado entre Araçatuba e Birigui, próximo à Rodovia Marechal Rondon (SP-300), um dos principais eixos logísticos do agronegócio na região. A escolha do local priorizou a facilidade de acesso aos cooperados e a integração de todos os negócios da Coopercitrus em um único espaço.

A obra, que deverá ser concluída em dois anos, terá um impacto positivo na economia local, com a geração de aproximadamente 130 oportunidades de empregos diretos e indiretos.

“Esse projeto busca atender à crescente demanda por soluções e infraestrutura para a cadeia pecuária, reforçando o compromisso da cooperativa em diversificar sua atuação e oferecer suporte estratégico aos cooperados”, afirma Matheus Marino, presidente do Conselho de Administração da Coopercitrus.

A Coopercitrus chegou a Araçatuba em 2004, com a abertura de uma loja de insumos agropecuários. Em 2017, ampliou sua atuação na região com a incorporação da Cooperativa Brasileira Agropecuária de Araçatuba (Cobrac), agregando infraestrutura, novos serviços e um suporte mais amplo aos cooperados.

A unidade da Coopercitrus em Araçatuba atende 807 cooperados, distribuídos em 42 municípios, como Pereira Barreto, Andradina e Guararapes. A região é marcada pela forte presença na pecuária, além de culturas como cana-de-açúcar, soja e milho.



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