quarta-feira, julho 8, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Alta nos custos preocupa produtores de leite


As altas temperaturas, frequentemente próximas dos 40°C, têm impactado o bem-estar dos rebanhos e a produtividade do leite no Rio Grande do Sul, segundo o Boletim Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (13). A sensação térmica elevada e a escassez de forragem agravam o cenário, obrigando os produtores a recorrerem à suplementação alimentar, o que aumenta os custos operacionais.

Apesar da adoção de estratégias como pastoreio em horários mais frescos do dia, a oferta de alimento natural não tem sido suficiente para atender à demanda nutricional dos animais. Com isso, a produção de leite segue em queda, refletindo um momento crítico para a atividade.

Campanha e Fronteira Oeste: A chuva de 5 de fevereiro melhorou a oferta de forragem em algumas propriedades da região de Bagé, mas a necessidade de suplementação com feno e ração continua pressionando os custos. Já em Santana do Livramento, a estiagem provocou perdas de até 30% na produtividade leiteira. Em São Gabriel, as chuvas recentes ajudaram a recuperar as pastagens nativas.

Serra Gaúcha: Na região de Caxias do Sul, a produtividade do leite caiu levemente devido ao estresse térmico. A infestação de moscas foi relatada, mas o estado corporal dos bovinos segue adequado.

Noroeste e Planalto: Em Ijuí, alguns produtores enfrentam problemas reprodutivos, com um número elevado de vacas retornando ao cio. Já em Passo Fundo, a silagem de milho e trigo tem sido essencial para manter a alimentação dos animais.

Região Metropolitana e Centro do Estado: Em Porto Alegre e Santa Maria, a situação segue estável devido à suplementação alimentar. As chuvas das últimas semanas favoreceram o crescimento das pastagens, mas ainda não foram suficientes para normalizar a produção.

Missões e Fronteira Noroeste: Em Santa Rosa, produtores dependem fortemente de alimentos conservados e concentrados para suprir as necessidades nutricionais do rebanho.

Apesar dos desafios climáticos, o estado sanitário do gado leiteiro segue satisfatório, com os protocolos de controle de ectoparasitas sendo mantidos. No entanto, os custos elevados com alimentação e a queda na produção preocupam os pecuaristas.

A expectativa do setor é que a recuperação da oferta de pastagens nos próximos meses reduza a necessidade de suplementação e traga alívio financeiro para os produtores.





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Arroba do boi gordo teve queda de até 4,5% na semana; entenda se o preço deve cair ou aumentar



O mercado físico do boi gordo apresentou queda generalizada de preços para a arroba ao longo da semana.

Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias, o avanço da oferta de fêmeas entre os meses de janeiro e fevereiro foi o grande elemento baixista para justificar a pressão de queda.

“As indústrias conseguiram posicionar confortavelmente suas escalas de abate, e a expectativa é que sejam testados patamares mais baixos de preço no curtíssimo prazo”, enfatizou.

As exportações, por sua vez, estão em bom nível e são uma importante variável de suporte. “O mercado doméstico já começa a apresentar fragilidades durante a segunda quinzena de fevereiro, contando com queda das cotações, em especial em alguns cortes de maior valor agregado, como a alcatra, o contrafilé e a picanha”, ressaltou Iglesias.

Variação de preços da arroba do boi

Os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do Brasil estavam assim no dia 14 de fevereiro em comparação com o dia 7:

  • São Paulo (capital): R$ 315, baixa de 4,45% (R$ 330)
  • Goiás (Goiânia): R$ 300, queda de 1,64% (R$ 305)
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 305, retração de 3,17% (R$ 315)
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 310, diminuição de 1,59% (R$ 315)
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 320, redução de 1,54% (R$ 325)
  • Rondônia (Vilhena): R$ 280, desvalorização de 0,71% (R$ 282)

Mercado atacadista

O ambiente de negócios no atacado ainda sugere pelo recuo das cotações no curto prazo, de acordo com Iglesias. A análise considera o arrefecimento da demanda ao longo da segunda quinzena do mês.
"Percebe-se que o movimento foi mais acentuado em determinados cortes, a exemplo da picanha, alcatra e do contrafilé. Este movimento se encaixa perfeitamente no perfil de consumo delimitado para o primeiro bimestre, com a preferência da população recaindo sobre proteínas mais acessíveis", ressaltou.
O quarto do dianteiro do boi foi cotado a R$ 17,00 o quilo, queda de 4,49% frente ao valor praticado no fechamento da semana passada, de R$ 17,80 o quilo. Já o quarto do traseiro do boi foi vendido por R$ 25,00 o quilo, alta de 2,04% frente aos R$ 24,50 por quilo registrados na semana anterior.



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PicPay vence Prêmio iBest 2024 na categoria Bancos Digitais



O PicPay acaba de vencer o Prêmio iBest 2024 na categoria Bancos Digitais. A instituição é parceira do Canal Rural no podcast Diário Econômico.

De acordo com o banco, esse reconhecimento reforça a posição da companhia entre os principais players do setor, destacando sua missão de transformar a vida financeira de milhões de brasileiros.

A vitória no iBest, um dos mais prestigiados do país, se soma a outros importantes prêmios conquistados pelo PicPay, como o Prêmio Reclame Aqui 2024, onde foi vencedor nas categorias “Pagamentos Online” e “Empréstimos Online”.

Melhor ano da história do PicPay

A premiação coroa o ano de 2024, o melhor da história do PicPay, que foi marcado por novidades e resultados.

Entre os destaques, estão o lançamento do Assistente PicPay, que permite realizar Pix diretamente pelo WhatsApp com o auxílio de inteligência artificial generativa, e a integração do Pix por aproximação na Carteira do Google.

Além disso, de acordo com o CEO do banco, Eduardo Chedid, houve a expansão de portfólio com novos produtos e soluções, como Conta para Menores, Modo Seguro, Assistência Residencial e Portabilidade de Salário via Open Finance.

“A vitória no Prêmio iBest também reflete os avanços no atendimento ao cliente. Em 2024, o PicPay implementou a inteligência artificial generativa no suporte, resolvendo cerca de 60% das demandas dos usuários sem necessidade de intervenção humana”, destaca o executivo.

De acordo com ele, essa tecnologia, aliada a uma equipe dedicada, resultou em um aumento de 45 pontos no Net Promoter Score (NPS) e em uma melhora significativa na taxa de resolução de problemas.

“Essa vitória no Prêmio iBest mostra que estamos no caminho certo. Nosso compromisso é oferecer uma experiência financeira simples, segura e inovadora para todos os brasileiros. Isso só é possível graças ao empenho dos nossos colaboradores e à confiança dos nossos clientes”, afirma.

O que é o Prêmio iBest?

O Prêmio iBest é um dos mais importantes do cenário digital brasileiro, reconhecendo empresas, personalidades e iniciativas que se destacam no ambiente online. A premiação combina votos populares com análises técnicas de especialistas.

Segundo Chedid, com 12 anos de história e mais de 60 milhões de clientes, o PicPay segue firme em sua missão de construir um ecossistema financeiro cada vez mais completo e acessível.

“Esse prêmio nos dá ainda mais motivação para seguir adiante, sempre com foco em oferecer a melhor experiência para os nossos clientes”, destaca Eduardo Chedid.

Aproveite para acessar os episódios do podcast Diário Econômico diretamente do Youtube do Canal Rural.



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Projeto usa suplementos naturais para substituir antibióticos em suínos



A produção de suínos no Brasil deve atingir cerca de 5,53 milhões de toneladas em 2025, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/USP).

Para que o país se mantenha entre os maiores produtores e exportadores da proteína no mundo, têm sido realizadas pesquisas para uma produção mais sustentável e livre de antibióticos.

O Instituto de Zootecnia (IZ-Apta), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por exemplo, foca em melhoria na nutrição de leitões na fase de creche.

Segundo o pesquisador do órgão Fábio Enrique Lemos Budiño, o projeto “Resposta fisiológica de leitões desmamados suplementados com bacteriocina nisina e ácidos graxos de cadeia média”, tem o objetivo de avaliar o efeito dessas substâncias em dietas iniciais sobre o desempenho, incidência de diarreia, parâmetros sanguíneos, microbioma, histologia intestinal e mediadores inflamatórios.

“O desmame é uma fase de grande estresse para os leitões, além da separação da mãe, ocorre a mudança de ambiente, a passagem da alimentação líquida para sólida, e o convívio com outros animais devido a mistura de leitegadas. O uso de aditivos na dieta destes animais estimula o consumo, melhora a digestibilidade e reduz o nível de transtornos alimentares no pós-desmame, melhorando o desempenho dos animais”, destaca Budino.

De acordo com ele, com a utilização destes aditivos, é possível evitar a resistência bacteriana e, com isso, atingir mercados em que o uso de antimicrobianos é proibido, aumentando a exportação de carne e garantindo que o Brasil se mantenha entre os maiores produtores e exportadores de carne suína no mundo.

A nisina é um peptídeo que é produzido por bactérias comuns encontradas no leite, sendo considerada um antibiótico natural contra bactérias Gran-positivas. Ela inibe a multiplicação de bactérias patogênicas influenciando de forma positiva a modulação na microbiota intestinal.

Já os acidificantes apresentam atividade antimicrobiana, melhoram a digestão de proteínas, e influenciam positivamente as vilosidades intestinais.



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AgroNewsPolítica & Agro

Seca reduz produção de citros em até 30%



Falta de chuvas compromete safra de citros no RS




Foto: Divulgação

Segundo o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar divulgado nesta quinta-feira (13), a produção de citros no Rio Grande do Sul enfrenta desafios devido à seca. O déficit hídrico tem provocado queda na produtividade e prejudicado o desenvolvimento dos frutos em diversas regiões do estado.

Na região administrativa de Frederico Westphalen, a produção de laranja e bergamota sofreu redução de aproximadamente 30%, resultado da falta de chuvas. Além disso, os citricultores relataram aumento na queda prematura dos frutos, o que agrava ainda mais as perdas.

Já na região de Lajeado, no município de São José do Sul, produtores realizam o raleio da variedade Caí, abrangendo cerca de 30% das áreas cultivadas. O preço da caixa de 25 kg está em R$ 20,00. Algumas plantas já demonstram sinais de estresse hídrico, como folhas ressecadas e crescimento lento dos frutos, mas ainda não há estimativa de perdas na produção.

Na região de Santa Rosa, os pomares estão em fase de frutificação. Apesar da intensa floração, a carga de frutos das bergamoteiras está abaixo do esperado. Além disso, queimaduras nas folhas e nos frutos, causadas pela forte exposição ao sol, foram observadas.

Por sua vez, na região de Soledade, os citros seguem em fase de formação dos frutos. Embora a seca tenha desacelerado o crescimento, a produção não sofreu impactos significativos até o momento. Além disso, a pressão de pragas e doenças permanece baixa. A variedade Bergamota Okitsu deve atingir a maturação no início de março.

A Emater/RS-Ascar segue monitorando as condições climáticas e seus impactos na fruticultura gaúcha. Produtorels estão atentos às mudanças no clima e possíveis novas perdas decorrentes da estiagem prolongada.





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Você viu? Distribuidoras querem dispensa do mandato de mistura do biodiesel ao diesel



As grandes distribuidoras de combustíveis do país consideram pedir à Agência Nacional do Petróleo (ANP), um “waiver”, espécie de dispensa temporária, do cumprimento da mistura obrigatória de biodiesel no diesel B vendido a varejistas. Esta foi uma das reportagens mais lidas do site do Canal Rural na semana. Saiba todos os detalhes:

Segundo fontes do setor, a petição administrativa à ANP seria feita pelo Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom). A informação foi confirmada pelo diretor-executivo do Sindicom, Mozart Rodrigues.

O documento está pronto e aguarda aprovação final das presidências das empresas associadas. Contudo, não há reunião agendada para tratar do tema nesta segunda-feira (10).

O Sindicom reúne hoje Vibra, Raízen e Ipiranga, além de Shell, TotalEnergies, YPF, Castrol, Iconic, Moove e Petronas Lubrificantes.

Qual a razão do pedido?

O pedido de “waiver” por parte das grandes empresas do setor vem em resposta a uma suposta escalada das fraudes ligadas ao alto preço do biodiesel que, em dezembro, superou o do combustível fóssil em R$ 2,70 por litro, diferença que ficou comumente acima dos R$ 2,30 ao longo do ano.

Ao não realizar a mistura, empresas regionais obtêm vantagem de até R$ 0,37 por litro em cima de empresas que observam a regra, calcula o Instituto Combustível Legal (ICL), um think tank setorial financiado por algumas das empresas reclamantes.

Hoje o mandato do biodiesel está em 14% da mistura do diesel, o que deve passar a 15% a partir de março e aumentar em 1 ponto porcentual por ano até 2030, conforme previsão em lei.

A movimentação feita agora, portanto, também se antecipa ao aumento previsto em 1º de março, cujo efeito prático é tornar o descumprimento do mandato ainda mais vantajoso financeiramente.

Movimento de pressão

Executivos do setor enxergam o pedido mais como um “movimento de pressão” por maior fiscalização, visto que, dificilmente, a ANP concordaria em suspender o mandato do biodiesel.

Formalmente, a ideia é que o pedido de interrupção do cumprimento da mistura valha até que a agência demonstre capacidade de fiscalizar o setor.

Eles ressaltam que, nos últimos meses de 2024, o trabalho de fiscalização da qualidade dos combustíveis feito pela ANP chegou a ser interrompido por falta de verba.

“Chegamos a uma situação limite. Se há número tão grande de ‘players’ atuando de forma irregular, é preciso rever essa fiscalização. E até lá, que se suspenda a exigência. Pelo menos até que o xerife (ANP) tenha condições de fiscalizar”, diz uma fonte.



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avião de pequeno porte cai em canavial de São Paulo



Um avião de pequeno porte caiu na manhã deste sábado (15) em um canavial localizado às margens da Estrada Municipal Zulmira Coelho Miranda de Oliveira, no município de Quadra, região metropolitana de Itapetininga, no interior de São Paulo.

De acordo com a Defesa Civil do estado, a queda matou os dois tripulantes. No momento em que as equipes do Corpo de Bombeiros de Tatuí e Sorocaba chegaram ao local, a aeronave estava em chamas e os corpos, carbonizados. A identidade das vítimas ainda não foi revelada.

De acordo com o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), acionado para investigar o acidente, o avião estava regular e tinha autorização para voos durante o dia. De matrícula PU-MSM, a aeronave é um monomotor experimental fabricado em 1999 com capacidade para transportar até 458 kg.

Conforme reportagem do UOL, a aeronave decolou do Clube de Voo Aeroquadra (SIVQ), também no município de Quadra, local que seria o mesmo programado para o pouso após um sobrevoo pela região do interior paulista.

A Força Aérea Brasileira (FAB) afirmou que agentes do Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa IV) foram direcionados para estabelecer os primeiros primeiros da ocorrência.





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Capacitação fortalece cacauicultura no Xingu e impulsiona bioeconomia


Cacauicultores da região do Xingu participaram de um treinamento focado em bioeconomia e biossegurança, promovido pelo Projeto Sustenta e Inova, fruto da parceria entre o Sebrae Pará e o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM).

A capacitação reforçou a importância da prevenção contra pragas, como a monilíase – doença que afeta o cacau e pode comprometer safras inteiras -, e também apresentou novas possibilidades de transformar o cacau em produtos mais competitivos no mercado.

Além disso, a qualificação estimulou a diversificação da produção, incentivando a criação de produtos inovadores e sustentáveis.

Ministrado por especialistas da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), o curso que aconteceu em Altamira, no sudoeste do Pará mostrou algumas soluções inovadoras e informações estratégicas aos produtores.

A programação incluiu palestras sobre a legalização de fábricas de chocolate, além de aulas sobre o aproveitamento do cacau em diferentes produtos.

Com o Pará, sendo o segundo maior produtor de cacau do Brasil, o conhecimento técnico adquirido nesse treinamento pode fortalecer a cadeia produtiva e impulsionar a sustentabilidade do setor e, claro, incentivar o empreendedorismo.

Márcia Carneiro, analista do Sebrae no Pará e gestora do Projeto Sustenta e Inova, destacou a importância da capacitação para os empreendedores rurais.

“O curso de bioeconomia é uma ação para agregar valor aos produtos, a biossegurança é um alerta aos produtores rurais e uma prevenção para receber turistas sem causar danos às propriedades. Esperamos que os empreendimentos acompanhados pelo Projeto possam inovar em seus produtos, gerando sustentabilidade, ambiental , social e financeira”, afirmou Carneiro.

Valdete Prado, produtora do município de Senador José Porfírio, participou dos três dias de capacitação e ressaltou a relevância de diversificar os produtos do cacau.

 “O que mais gostei foi de saber que podemos diversificar os produtos que temos na roça, isso é um avanço para quem mexe com o cacau. Também aprendi sobre a doença da Monílise”, disse Prado.

As ações de aprendizado podem ajudar inclusive a promover uma verdadeira revolução verde, garantindo que a transição ambiental também seja econômica e socialmente inclusiva, foco da COP 30 que vai acontecer em novembro, em Belém.

Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo

Se você é micro ou pequeno produtor rural e deseja abrir as portas do seu negócio de forma sustentável, assista e participe do programa Porteira Aberta Empreender.

O programa é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você, micro e pequeno produtor rural, descobrir soluções, produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

Confira onde assistir ao programa

No dia 27 de fevereiro, assista ao Porteira Aberta Empreender em um destes canais:

Arte com os canais de TV do Canal Rural. Assista ao Porteira Aberta EmpreenderArte com os canais de TV do Canal Rural. Assista ao Porteira Aberta Empreender
Canais disponíveis para assistir ao programa Porteira Aberta Empreender, às quintas-feiras, às 17h45, e aos domingos, às 7h30.

Acesse aqui e confira temas abordados como Exportação para Pequenos Produtores, Acesso ao Crédito, Indicação Geográfica, entre outros. Acesse e participe pelo WhatsApp!



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AgroNewsPolítica & Agro

Nova York registra queda no açúcar; Londres avança


Segundo dado divulgado pela Udop, as cotações do açúcar foram entregues mistas nas bolsas internacionais nesta quarta-feira (13). Enquanto o açúcar bruto negociado na ICE Futures de Nova York registrou queda no contrato de março/25, os demais vencimentos tiveram leve valorização. Já o açúcar branco, na ICE Futures Europe de Londres, fechou o dia em alta para todos os lotes.

Na ICE Futures de Nova York, o contrato março/25 do açúcar bruto foi negociado a 19,76 cents/lb, uma queda de 11 pontos em relação à sessão anterior. Por outro lado, o contrato maio/25 teve nível alto de 6 pontos, cotado a 18,34 centavos/lb. Os demais vencimentos também obtiveram ganhos, variando entre 4 e 9 pontos.

Já na ICE Futures Europe, em Londres, todos os contratos de açúcar branco fecharam valorizados. O contrato março/25 arrecadou US$ 12,50, sendo comercializado a US$ 545,30 por tonelada. O contrato maio/25 avançou US$ 6,10, negociado a US$ 518,40 por tonelada. Os demais vencimentos tiveram altas entre US$ 4,70 e US$ 5,50.

No Brasil, as cotações do açúcar cristal recuaram na quarta-feira, segundo o Indicador Cepea/Esalq (USP). O saco de 50 kg foi comercializado a R$ 143,86, contra R$ 144,89 da véspera, o que representa uma queda de 0,71%.

O etanol hidratado também registrou desvalorização, de acordo com o Indicador Diário Paulínia. As usinas venderam o biocombustível a R$ 2.942,50 por metro cúbico, frente aos R$ 2.952,50 de terça-feira, representando uma queda de 0,34%.





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Programa quer ampliar produção de alimentos saudáveis no Nordeste



Uma parceria entre o governo federal e os estados do Nordeste está implementando o Programa de Produção e Consumo de Alimentos Saudáveis nos Territórios do Nordeste (PAS Nordeste). A iniciativa busca ampliar a produção e o consumo de alimentos saudáveis, promovendo a segurança alimentar e enfrentando os desafios das mudanças climáticas.

O programa está alinhado à Política Nacional de Abastecimento Alimentar (PNAAB) e será coordenado pelo ministro Márcio Macêdo, da Secretaria-Geral da Presidência da República.

“Esse programa já nasce com recursos para beneficiar 71% dos municípios do Nordeste. Contamos com a participação de diversas entidades e queremos integrar os Fóruns de Participação Social dos Estados para fortalecer todos os territórios da região”, destacou Macêdo.

Ações e estratégias

O programa será desenvolvido em duas fases:

  • Curto prazo (até 24 meses) – Implementação de assistência técnica, fortalecimento da produção e comercialização de alimentos saudáveis.
  • Médio prazo – Elaboração e execução do Plano Territorial de Abastecimento Alimentar para garantir continuidade e expansão do programa.

Entre as ações imediatas, destacam-se:

  • Criação da Agenda Territorial de Ações Imediatas com Visão Estratégica (Agter);
  • Desenvolvimento de um roteiro de governança territorial;
  • Formação de uma rede de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater);
  • Implementação de uma estratégia de segurança alimentar e nutricional;
  • Estruturação de um circuito territorial de abastecimento e comercialização

Para viabilizar o PAS Nordeste, a Secretaria-Geral da Presidência da República (SGPR) firmou um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), com vigência de 48 meses. Além disso, a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) participa do programa por meio de um Termo de Execução Descentralizada (TED).

A meta para 2025/2026 é consolidar um modelo de governança territorial que integre políticas públicas e fortaleça a participação social, garantindo mais alimentos saudáveis e sustentáveis para o Nordeste.



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