segunda-feira, julho 6, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

potencial de controle de doenças e recomendações de uso e posicionamento em Face dos Desafios Climáticos


Por Marcelo Figueira

Marcelo Figueira, Gerente de Fungicidas e Líder para a Cultura da Soja da Sumitomo Chemical

 

A cultura do milho é uma das mais importantes no Brasil, não apenas por sua relevância econômica, mas também pela vasta área de cultivo. Dentro deste contexto, Excalia Max, um fungicida recentemente registrado para a cultura do milho, surge como uma alternativa promissora no controle de doenças foliares, oferecendo benefícios para produtores de diversas regiões do país, trazendo um melhor controle, mais qualidade e produtividade para a cultura.

Expansão do Excalia Max para o Milho

Lançado há três safras e já consolidado na soja, cultura de significativa importância agrícola, o Excalia Max entra no mercado de fungicidas para o cultivo de milho a como um protagonista, vamos saber os porquês a seguir.  

Resultados  no Controle de Doenças

Excalia Max se destaca pela sua eficácia no controle de uma série de doenças foliares que afetam o milho, com destaque para as seguintes:

Cercospora zeae-maydis (Cercosporiose), Phaeosphaeria maydis (Mancha foliar de phaoeosphaeria) e Puccinia polysora (Ferrugem polisora). 

A flexibilidade do Excalia Max em controlar uma gama variada de doenças demonstra o seu potencial como uma solução eficiente e diferenciada para o manejo integrado de doenças no milho.

Ferramenta para enfrentar os desafios Climáticos e Expectativas para a Safrinha de Milho

A safrinha de milho ou segunda safra é uma das mais afetadas pelos desafios , imprevisíveis. A pressão de doenças pode ser intensificada por variáveis como chuvas excessivas ou períodos de seca, que alteram a dinâmica de incidência e a severidade das doenças.

Para esse ano de 2025, as expectativas são de que o clima influencie diretamente a intensidade de doenças foliares do milho. Os produtores devem estar atentos à umidade excessiva, que pode criar condições ideais para o desenvolvimento de doenças fúngicas e bacterianas.

Além disso, a maneira como as chuvas se distribuem durante o ciclo da cultura também pode impactar a aplicação de fungicidas. Regiões que experienciam períodos de alta precipitação exigem mais cuidado na escolha do produto e da janela de aplicação, visto que as doenças podem se espalhar mais rapidamente sob essas condições. Isso traz um desafio adicional para os produtores que precisam de soluções altamente eficazes e com alta segurança para a aplicação em condições climáticas adversas. 

Resultados comprovados à campo

Em diversas regiões do Brasil, o fungicida Excalia Max na cultura do milho tem demonstrado um ótimo desempenho frente aos principais fungicidas premium do mercado. Durante a safra 2023, especialmente na segunda safra do milho (safrinha), Excalia Max foi comparado com diversos fungicidas baseados em carboxamidas em termos de eficiência e produtividade. Os resultados mostraram que o Fungicida da Sumitomo Chemical entrega um controle similar ou superior aos principais competidores do mercado, sendo sua principal característica, a alta estabilidade na eficiência e produtividade nos mais diferentes cenários.

Em ensaios da consultoria Agro Tecno, de Passo Fundo (RS), o Excalia Max demonstrou alto controle contra Cercospora com 77 sacas a mais de milho que o manejo da testemunha.

O uso do Excalia Max tem mostrado ser uma alternativa vantajosa não só no controle de doenças, mas também na proteção do potencial produtivo do milho, mantendo uma alta qualidade de grãos na colheita, mesmo sob as variações climáticas do Brasil.

Segurança e Flexibilidade de Aplicação

Uma das grandes vantagens do Excalia Max é a sua flexibilidade na aplicação. Dependendo das necessidades do cultivo e do nível de investimento do produtor, Excalia Max pode ser aplicado em diferentes estádios de desenvolvimento do milho. Existem dois padrões principais de aplicação recomendados:

Médio investimento: Uma aplicação de Excalia Max (na fase VT ou antes do florescimento) – Ideal para produtores que realizam duas aplicações ou que desejam uma abordagem mais simples de controle, com amplo espectro e segurança.

Alto investimento: Uma ou duas aplicações de Excalia Max a partir de V4/V5 – Ideal para produtores que realizam 3 aplicações durante o ciclo da cultura,  possibilitando a rotação com outras carboxamidas e triazois.

Recomendações de Dosagem

A dosagem recomendada de Excalia Max no campo é de 0,5 L/ha. Para assegurar a maior eficácia no controle das doenças, especialmente mancha-branca, é indicada a associação com o multissítio mancozeb.

A adoção de Excalia Max no manejo também pode ser ajustado conforme o nível de investimento do produtor, oferecendo flexibilidade para diferentes necessidades de controle.

Excalia Max apresenta-se como uma solução robusta e segura para o controle de doenças na cultura do milho, oferecendo uma combinação de eficácia, flexibilidade e segurança para os produtores, com uma formulação exclusiva e inovadora. 

Para enfrentar os desafios climáticos típicos da safrinha, o Excalia Max se destaca como uma ferramenta valiosa para mitigar os riscos associados ao controle de doenças, especialmente em anos com altos índices de chuva ou seca, onde a pressão de doenças foliares pode ser mais acentuada.

Com mais resultados agronômicos sendo coletados a cada safra, em diferentes regiões do país, podemos afirmar que a tendência é que a performance do Excalia Max se fortaleça ainda mais, consolidando o produto como uma das principais alternativas para o controle de doenças nas lavouras de milho, assim como já é na cultura da soja. 





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Brasil crescerá ‘um pouco mais’ de 2,5% em 2025, diz Lula



O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse nesta quinta-feira (27), durante o lançamento do edital do túnel Santos-Guarujá, em São Paulo, que o país vai crescer em 2025 “um pouco mais de 2,5%“.

A fala contraria o posicionamento do governador do estado, Tarcísio de Freitas, que disse em uma reunião com prefeitos no início do mês que prevê recuo de até 2% do Produto Interno Bruto (PIB).

“Falam que vai haver recessão e o Brasil vai crescer no máximo 2,5%. Vai crescer um pouco mais de 2,5%, pode ter certeza. Em 2024, vamos crescer 3,8%”, disse Lula, referindo-se também aos números do Produto Interno Bruto (PIB) do ano passado que ainda serão conhecidos no início de março.

“Única coisa que não queremos que cresça é preço do ovo e da carne”, disse o presidente da República, que também defendeu políticas de seu governo, como o Bolsa Família, e investimentos em educação, como o Pé-de-Meia.

“Quero dinheiro circulando na mão do trabalhador”, afirmou. “Bolsa Família não é programa para viver a vida inteira, não queremos país de pobres.”

Lula também anunciou que vai fazer um instituto federal no Guarujá (SP). “Aquilo que for necessário fazer em cada estado e tiver dinheiro, vamos fazer”, afirmou.



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Famílias colecionam legado e pioneirismo nas lavouras de soja



A tecnologia e a conectividade têm sido as principais aliadas na agricultura do Centro-Oeste, e a história de produtores de soja como os Sponchiado e os Stefanello são reflexos do processo de modernização no campo. Em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, essas famílias têm sido pioneiras na adoção de soluções tecnológicas que aumentam a produtividade e promovem um novo capítulo na história da agricultura brasileira.

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História com a soja

A história da Fazenda Santo Augusto, localizada em Campo Novo do Parecis (MT), exemplifica como tradição e inovação podem caminhar juntas. Marlei Sponchiado, patriarca da propriedade, foi um dos pioneiros no cultivo de soja na região. Na década de 1980, quando a soja ainda dava seus primeiros passos em Mato Grosso, ele apostou na cultura como a principal atividade econômica do estado. Desde então, a fazenda tem se renovado constantemente, sempre atenta às novas tecnologias do mercado.

Essa visão de Marlei é compartilhada por seu filho, Vinicius Sponchiado, de 25 anos, que vê na conectividade a chave para o futuro do Agro. “O campo está tão conectado quanto a cidade”, afirma, destacando que a adoção de tecnologias avançadas deixou de ser uma opção e tornou-se uma necessidade para quem deseja prosperar no setor agrícola. Hoje, a Fazenda Santo Augusto conta com uma frota de máquinas, que representa 85% de seus equipamentos, garantindo precisão e eficiência nas operações.

Tecnologia no trabalhos

A parceria com fornecedores de máquinas e tecnologia tem sido essencial para a modernização da Fazenda Santo Augusto. A iniciativa de levar internet de alta qualidade ao campo tem impactado positivamente milhões de hectares no Centro-Oeste, beneficiando diversas famílias na região. Com essa conectividade, as propriedades rurais agora têm acesso a soluções digitais que melhoram a gestão da produção e a qualidade de vida no campo.

Especialistas destacam a importância de levar internet para o campo. “A conectividade no campo não beneficia apenas a produção agrícola, mas também transforma a vida das pessoas, proporcionando mais acesso à informação e melhores oportunidades”, afirmam, ressaltando que essa é uma das maiores contribuições para o avanço do Agro.

Com a conectividade, o Centro-Oeste vive uma revolução na forma de produzir. Máquinas agrícolas conectadas a centros de soluções aumentam em até 30% a eficiência operacional e permitem que grande parte das falhas sejam resolvidas remotamente. Ferramentas como o Planejador de Trabalho possibilitam o envio de documentos e atualizações em tempo real, otimizando ainda mais a disponibilidade dos equipamentos.

Outro avanço tecnológico importante são os sistemas de automação para otimização da colheita, que reduzem as perdas de grãos em até 13% e melhoram a qualidade em até 17%. Esses avanços são fundamentais para garantir uma gestão mais sustentável dos recursos agrícolas, assegurando que a produção seja tanto eficiente quanto ambientalmente responsável.

Legado e inovação

Em Mato Grosso do Sul, a inovação também marca a história da Fazenda Volta Grande, em Sidrolândia (MS). Fundada em 1970 pelos irmãos Paulo e Cláudio Stefanello, que se mudaram de Pejuçara (RS) em busca de novas oportunidades, a propriedade segue sob a gestão da família, com a inovação sempre sendo um dos pilares da produção.

Paulo Stefanello, um dos sucessores da propriedade, conta que o espírito inovador vem de antes de sua geração. Seu avô foi um dos primeiros agricultores do Rio Grande do Sul a adquirir um trator moderno, ainda na década de 60. “O Brasil tem uma grande vocação para produzir alimentos em abundância. Nada é mais importante e precioso que isso”, afirma Paulo, destacando o compromisso da família com a modernização constante.

Na Fazenda Volta Grande, a adoção de tecnologias como telemetria e análise de correção do solo tem permitido otimizar o uso de insumos e monitorar o desempenho das máquinas em tempo real. Isso garante maior eficiência e rentabilidade, além de um uso mais responsável dos recursos. “A tecnologia transformou a forma como trabalhamos no campo. Hoje, conseguimos monitorar cada detalhe e tomar decisões baseadas em dados, o que aumenta nossa eficiência e rentabilidade”, conclui Paulo Stefanello.



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Projeto prevê que estados sejam responsáveis pela regularização fundiária



Uma proposta para transferir aos estados a responsabilidade de regularizar a situação fundiária de assentamentos para reforma agrária está em análise na Câmara dos Deputados. O Projeto de Lei 16/25, de autoria do deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES), prevê que os estados poderão exercer esse poder se a área em questão tiver mais de cinco anos desde sua criação.

Conforme o projeto, a regularização fundiária do assentamento realizada pelo estado deverá ser homologada posteriormente pela União, alterando, dessa forma, a Lei da Reforma Agrária.

“A medida evita prejuízos financeiros sofridos por municípios e estados que, sem a emissão de notas fiscais sobre a produção dessas áreas, deixam de arrecadar impostos”, disse o deputado Evair Vieira de Melo.

Regularização fundiária

A reforma agrária, conforme definido pela Lei 4.504/64, também conhecida como Estatuto da Terra, é um conjunto de medidas voltadas para a melhor distribuição da terra. Para atender aos princípios de justiça social e aumento de produtividade, essa distribuição se faz mediante modificações no regime de posse e uso.

Segundo a Constituição Federal de 1988, a terra possui uma relevante função social e a reforma agrária deve estabelecer um sistema de relação entre o homem, a propriedade rural e o uso consciente da terra, promovendo justiça social, progresso, bem-estar do trabalhador rural e desenvolvimento econômico do país.

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) é a autarquia federal, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), responsável por administrar essa distribuição de terras.

Próximos passos da regularização

O projeto de transferência de responsabilidade para regularização fundiária tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.



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Preço do milho sobe 3,8% em MT e atinge R$ 61,08/sc, aponta Imea



A alta nos preços é impulsionada pela menor disponibilidade do cereal no estado




Foto: USDA

O preço do milho disponível em Mato Grosso registrou valorização na semana do dia 21 de fevereiro, atingindo R$ 61,08 por saca. De acordo com o boletim informativo do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o aumento foi de 3,8% em relação à semana anterior e de 14,15% na comparação com o mesmo período de janeiro de 2025.

A alta nos preços é impulsionada pela menor disponibilidade do cereal no estado, reflexo da redução na produção da safra 2023/24 e da comercialização mais acelerada, que está 5,33 pontos percentuais à frente do ritmo registrado na safra anterior. Com isso, o valor da saca já acumula alta de 64,11% em relação ao mesmo período de 2024.

Historicamente, os preços do milho tendem a se sustentar durante a entressafra, cenário que se confirma com a combinação de oferta reduzida e demanda aquecida. Diante desse contexto, o mercado deve seguir com cotações firmes no curto prazo.





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Parceiros do projeto Soja Brasil acompanham a colheita pelo país



O mês está chegando ao fim e, vale relembrar que, no dia 7 de fevereiro, aconteceu a Abertura Nacional da Colheita da Soja, evento realizado em Santa Carmem, Mato Grosso. Lá, estavam presentes nomes do setor, que contribuem para que o projeto Soja Brasil seja um sucesso e caminhe para um futuro de progresso.

O evento foi possível graças ao apoio de patrocinadores e parceiros, que desempenham um papel importante no sucesso da iniciativa, assim como a Aprosoja Brasil, que defende os interesses dos produtores de soja no país.

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Durante o evento, Marcos Fava Neves, mais conhecido como Dr. Agro e fundador da Harven Agribusiness School, abordou temas sobre a macroeconomia da soja, destacando a relevância do setor para o Brasil e o mundo. Ele falou sobre o papel da soja na economia global e as oportunidades que o Brasil tem para consolidar ainda mais sua posição no mercado.

A nova Triton, caminhonete da Mitsubishi Motors, esteve presente no evento, demonstrando seu apoio ao setor agropecuário. O automóvel, que percorre todo o Brasil acompanhando a safra e ouvindo os desafios dos produtores, continua sua jornada ao longo da colheita, reforçando seu compromisso com os profissionais do campo e com o fortalecimento do agronegócio nacional.

A Bayer, parceira do projeto, também marcou presença no evento, reforçando sua contribuição para o sucesso da iniciativa. Com a plataforma Intacta 2 Xtend, a empresa incorpora biotecnologia de ponta, oferecendo maior controle sobre plantas daninhas e proteção contra as seis principais lagartas da soja.

Outro parceiro, a Ihara, também esteve presente, reafirmando seu apoio ao agronegócio. A empresa tem apoiado o projeto há sete anos, contribuindo para o desenvolvimento e sucesso da iniciativa. Reconhecida pelo trabalho em inovação, a Ihara tem se dedicado a melhorar continuamente os processos produtivos no campo.

Além disso, a Campo Forte Fertilizantes, mais uma importante parceira do projeto, também esteve no evento, destacando seu papel no fortalecimento da agricultura brasileira. A empresa tem sido um aliado fundamental na busca por soluções que otimizem a produção e aumentam a sustentabilidade do setor.

A Embrapa, a Safras & Mercado e o Climatempo fazem parte do sucesso do projeto. A Embrapa garante a qualidade das informações técnicas, a Safras & Mercado oferece uma visão do mercado e das tendências da soja, e o Climatempo fornece atualizações em tempo real sobre as condições climáticas.



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Cade aprova aquisição de 50% da Mantiqueira pela JBS



A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a compra de 50% da Mantiqueira Alimentos pela JBS. O despacho foi publicado no Diário Oficial da União (DOU).

A força da JBS

A aquisição foi anunciada no final de janeiro. A JBS é uma das maiores empresas de alimentos do mundo e sua entrada no segmento de ovos reforça os planos da empresa de diversificação global, ampliando seu portfólio multi-proteína. A Mantiqueira Brasil é a maior produtora de ovos da América do Sul e o acordo prevê que a gestão da companhia será compartilhada com o fundador da companhia, Leandro Pinto.

Na época, o CEO Global da JBS, Gilberto Tomazoni, disse que o consumo de ovos no mundo tem apresentado crescimento consistente, por ser uma proteína acessível, versátil e saudável, que reforçando o propósito da JBS de alimentar o mundo. Leandro Pinto afirmou que a parceria com a JBS abre novas possibilidades para empresa.

“A operação proposta representa, para o Grupo J&F, uma oportunidade estratégica de ingresso em um novo setor. Para a Mantiqueira Alimentos, trata-se de uma boa oportunidade financeira para continuar investindo na ampliação de sua operação”, afirmaram as empresas durante o andamento do processo.

Cade

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) é uma autarquia federal, vinculada ao Ministério da Justiça, e tem como missão zelar pela livre concorrência no mercado, sendo a entidade responsável, no âmbito do Poder Executivo, não só por investigar e decidir, em última instância, sobre a matéria concorrencial, como também fomentar e disseminar a cultura da livre concorrência.



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Óleo de algodão cai 0,78% com manutenção da mistura do biodiesel



Queda ocorreu após a decisão de manter a mistura do biodiesel no diesel em 14%




Foto: Canva

A cotação do óleo de algodão recuou 0,78% na semana de 21 de fevereiro, ficando em R$ 5.250,00 por tonelada. Conforme o boletim do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a queda ocorreu após a decisão de manter a mistura do biodiesel no diesel em 14%, frustrando a expectativa de aumento para 15% em março de 2025. Esse cenário impactou a demanda pelo coproduto.

Enquanto isso, o caroço de algodão disponível apresentou valorização de 1,28% no comparativo semanal, atingindo R$ 1.229,95 por tonelada. O aumento é resultado da menor oferta do produto devido ao período de entressafra.

Apesar da retração no curto prazo, o mercado de coprodutos do algodão segue aquecido em relação ao ano passado. O preço do caroço está 76,39% acima do registrado em 2024, enquanto o óleo acumula alta de 42,07% no mesmo intervalo.





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Como membro da comunidade, você fica sabendo, por exemplo, da situação da colheita de soja no Rio Grande do Sul. O cenário está desigual devido às condições climáticas irregulares. Algumas lavouras estão se recuperando com o retorno da umidade, enquanto outras ainda enfrentam desafios que comprometem o rendimento.

Na última semana, a combinação de calor intenso e a falta de chuvas trouxe alívio para algumas lavouras, favorecendo aquelas em floração ou no processo de enchimento de grãos. Porém, o cenário varia de região para região. Áreas no final do ciclo da soja já não têm mais potencial de recuperação devido aos danos causados pelo clima severo.

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Em algumas propriedades, a colheita está sendo mais demorada, com máquinas levando mais de duas horas para encher um graneleiro, enquanto, em um ano normal, esse tempo seria de apenas 20 a 25 minutos. A produtividade nas áreas mais afetadas está bem abaixo do esperado, com médias de apenas 228 a 230 kg por hectare – três a quatro sacos por hectare, um rendimento muito abaixo do ideal.

O estado também enfrentou uma redução de 14% na área plantada de soja em terras baixas, com a previsão de que, para a safra 2024/25, sejam cultivados cerca de 364 mil hectares. Isso se deve à tendência dos produtores de optar pelo cultivo de arroz nessas áreas, já que o arroz é mais resistente à escassez de umidade comparado à soja.

Notícias de mercado

A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) revisou para baixo suas projeções para as exportações de soja em fevereiro. O volume projetado agora varia entre 8,4 milhões e 10,29 milhões de toneladas, com uma média de 9,35 milhões de toneladas. Esse volume é inferior ao teto de 11,03 milhões de toneladas estimado na semana passada. No mesmo mês de 2024, o Brasil exportou 9,61 milhões de toneladas de soja.

A Anec também reduziu a projeção para o farelo de soja, estimando agora 1,639 milhão de toneladas, abaixo das 1,908 milhões de toneladas estimadas anteriormente. Para o milho, a previsão foi ajustada para 1,287 milhão de toneladas, um crescimento de 77,8% comparado ao mesmo mês de 2024.

Na semana de 16 a 22 de fevereiro, o Brasil embarcou 3,069 milhões de toneladas de soja, 442,1 mil toneladas de farelo de soja, 235,3 mil toneladas de milho e 99,6 mil toneladas de trigo. Para a semana de 23 de fevereiro a 1º de março, estão programados embarques de 4,306 milhões de toneladas de soja, 470,4 mil toneladas de farelo de soja, 218,6 mil toneladas de milho e 85,5 mil toneladas de trigo.



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Boi gordo: cotações têm novas quedas


Os preços do boi registram novas baixas, conforme levantamentos do Cepea, em meio à “queda de braço” entre frigoríficos e pecuaristas. Dispondo de maior oferta de fêmeas, e recebendo pressão para reduzir o valor de venda da carne, pesquisas do Cepea apontam que frigoríficos tentam diariamente ajustar para baixo também as cotações do boi.

Na parcial de fevereiro – até o dia 25 -, o Indicador Cepea/Esalq recuou 3,81%, fechando a R$ 321,1 na terça-feira. No atacado da Grande São Paulo, referência de consumo no país, a carcaça casada bovina acumula desvalorização de 2,9% no mês, a R$ 21,79/kg à vista.

Suínos: preços do vivo seguem firmes em SP, mas caem no PR

Os preços do suíno vivo vêm registrando comportamentos distintos neste encerramento de fevereiro. Segundo levantamentos do Cepea, em São Paulo, a firme demanda da indústria tem sustentado as cotações. Já no Paraná, os valores caíram, refletindo o enfraquecimento da procura.

suínos, circovirose, reprodução suínasuínos, circovirose, reprodução suína
Foto: Seara

Diante da maior resistência na ponta final, pesquisadores do Cepea explicam que frigoríficos reduziram as aquisições de novos lotes de animais nesta região. Em Minas Gerais, de forma geral, o mercado apresenta estabilidade diante do equilíbrio entre a oferta e a demanda locais.

Quanto à carne, agentes consultados pelo Cepea indicam ter dificuldades para comercializar o produto, o que, por sua vez, pode estar associado aos elevados patamares da proteína suína no atacado e às recentes desvalorizações da carne bovina.



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