Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo, o milho voltou a subir com Anec revisando para cima exportações brasileiras, segundo informações da TF Agroeconômica. “Com exceção de dois pequenos ajustes negativos e pontuais, o milho da B3 voltou a ganhar tração”, comenta.
“A alta do dólar nos últimos dias estimulou as vendas nos portos, onde os prêmios voltaram a ser cotados. A Anec também elevou a perspectiva ligeiramente as exportações do milho em fevereiro, de 1,28 para 1,29 milhão de toneladas, ante 3,15 milhões em janeiro e 724.065 toneladas no mesmo mês em 2024”, completa.
Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista no dia. “O vencimento de março/25 foi de R$ 86,36 apresentando alta de R$ 1,54 no dia, alta de R$ 5,53 na semana; maio/25 fechou a R$ 82,20, alta de R$ 1,45 no dia, alta e R$ 5,34 na semana; o vencimento julho/25 fechou a R$ 74,16, baixa de R$ -0,01 no dia e alta de R$ 1,76 na semana”, indica.
Na Bolsa de Chicago, as informações indicam que o milho fechou em baixa com o avanço da safra da América do Sul. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -0,31 % ou $ -1,50 cents/bushel a $ 478,25. A cotação para maio, fechou em baixa de -0,15 % ou $ -0,75 cents/bushel a $ 493,50”, informa.
“Esta é a quarta sessão consecutiva em queda para o cereal, que chegou a testar pequenas altas ao longo da sessão, mas fechou o dia no vermelho. O mercado continua sob pressão devido à melhora das condições ambientais na Argentina, após as fortes chuvas recentes, com mais precipitações esperadas na próxima semana”, conclui.
De acordo com a TF Agroeconômica, o mercado do milho no Rio Grande do Sul apresentou ajustes distintos entre indústria e exportação. Enquanto a indústria elevou a média de preços em R$ 1,00, a exportação reduziu no mesmo valor. As indústrias continuam comprando milho e aproveitando a modalidade “a fixar”, evitando grandes altas nos preços. Os valores de compra variam entre R$ 73,00 e R$ 75,00 por saca, dependendo da localidade.
A exportação indicou R$ 77,00 sobre rodas para entrega entre fevereiro e março, com pagamento final em março. No Porto de Rio Grande, já foram embarcadas 133,38 mil toneladas na primeira quinzena de fevereiro, com previsão de exportação total de 750 mil toneladas até março.
Em Santa Catarina, a colheita segue atrasada, com apenas 29% da área apta colhida, ante 39% no mesmo período de 2024. Segundo a EPAGRI, os preços do milho registraram uma leve retração em janeiro de 2025, apesar de uma alta acumulada de 13% ao longo do ano na região Oeste, devido à demanda da indústria de aves e suínos. No mercado local, cooperativas pagam entre R$ 63,50 e R$ 67,00 por saca, enquanto valores no porto variam entre R$ 72,50 e R$ 73,50, dependendo do período de entrega e pagamento.
No Paraná, o Departamento de Economia Rural (DERAL) informou que a colheita da primeira safra está em 42%, enquanto o plantio da segunda safra alcança 65%. O milho da segunda safra apresenta boas condições, com baixa incidência de pragas. A Conab corrigiu os dados de colheita da semana anterior, reduzindo de 60% para 21% a área colhida em 16 de fevereiro. No mercado, o milho spot gira em torno de R$ 70,00/saca no interior, enquanto no porto de Paranaguá, os preços para entrega entre agosto e novembro variam de R$ 72,30 a R$ 74,50 por saca.
No Mato Grosso do Sul, o plantio do milho safrinha está em 27% da área planejada, ainda abaixo dos 40% registrados no ano passado. As chuvas beneficiaram o desenvolvimento da lavoura, especialmente no norte do estado. No mercado físico, os preços caíram 1,52% em Campo Grande, chegando a R$ 65,00/saca, mas registraram alta em outras regiões, como Chapadão do Sul (+7,81%), Dourados e Maracaju (+4,59%). A tendência de curto prazo dependerá das condições climáticas e da evolução da demanda nos portos.
A TF Agroeconômica destacou que o mercado de trigo no Rio Grande do Sul permanece estável, com compras para fevereiro já encerradas. O estado já comercializou 75% da safra, um recorde histórico. A moagem total prevista é de 1,9 milhão de toneladas, exigindo a importação de 500 mil toneladas. Até o momento, foram adquiridas 550 mil toneladas de trigo local e 180 mil toneladas importadas, restando ainda comprar 850 mil e 320 mil toneladas, respectivamente. No porto, o preço do trigo Milling para fevereiro chegou a R$ 1.340,00 por tonelada.
Em Santa Catarina, o mercado segue lento devido à baixa demanda por farinha, dificultando reajustes de preços. Moinhos relatam que os custos de produção não fecham com os preços de venda. O trigo gaúcho é ofertado a R$ 1.300,00 FOB, enquanto no leste catarinense, o preço chega a R$ 1.600,00 por tonelada, incluindo frete e ICMS. O preço do farelo caiu para R$ 1.100,00 ensacado, refletindo a menor demanda. Algumas cooperativas estão segurando estoques, aguardando valorização futura. Os preços pagos aos produtores mantiveram-se estáveis em várias regiões do estado, exceto em Rio do Sul, onde subiram para R$ 80,00 a saca.
No Paraná, os moinhos reavaliam suas compras devido à oferta reduzida. Há um mês, havia 200 mil toneladas disponíveis, mas agora restam apenas 40 mil, elevando os preços para R$ 1.550,00/t FOB. O trigo branqueador tem poucas ofertas, todas acima de R$ 1.700,00/t. O comprador oferece R$ 1.500,00 posto no Centro-Sul, com entrega em março e pagamento em abril. Com a colheita de milho e soja em andamento, o trigo tem sido deixado de lado. O frete segue em alta, e o trigo importado chega a US$ 265/270 no Oeste e no porto de Paranaguá. A média estadual de preços subiu 0,49%, para R$ 73,24 a saca, enquanto o custo de produção caiu para R$ 68,68, aumentando o lucro médio dos produtores de 6,10% para 6,64%.
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Foto: Leonardo Gottems
O esmagamento de soja em Mato Grosso totalizou 840,89 mil toneladas em janeiro de 2025, representando uma queda de 11,44% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Segundo o boletim informativo do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a retração está ligada à paralisação das indústrias para manutenção das plantas de processamento e à menor oferta da oleaginosa no início do ano.
Apesar da redução mensal, a projeção do Imea para 2025 segue otimista, com um acumulado de 12,77 milhões de toneladas, indicando um leve crescimento de 0,71% em relação a 2024.
O mercado também foi impactado pela decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) de manter a mistura do biodiesel no diesel em 14% (B14), frustrando expectativas de avanço para B15 em março. A prorrogação dessa elevação pode afetar a demanda pelo óleo de soja, insumo essencial na produção de biodiesel, e consequentemente o ritmo do esmagamento no estado.
Mesmo diante desse cenário, as margens de esmagamento das indústrias apresentaram recuperação, fechando janeiro com média de R$ 742,68 por tonelada, um salto de 70,49% em relação a dezembro de 2024.
Com as mudanças climáticas, os riscos de incêndios florestais são cada vez maiores, tornando necessárias medidas preventivas tanto nas esferas municipal e estadual como na federal.
Diante dessa situação, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) publicará uma portaria que facilitará atuações e alertas por parte dos entes federativos.
Além de prever a possibilidade de declaração de estado de emergência ambiental, no caso de incêndios florestais, o MMA vai ajudar na identificação de áreas de maior risco, tendo por base dados meteorológicos cada vez mais atualizados.
As medidas foram detalhadas nesta quinta-feira (27) pela ministra da pasta, Marina Silva, e equipe.
Portarias semelhantes, nas quais se prevê situações para declaração de estado de emergência ambiental, são publicadas anualmente, com medidas e sugestões para o enfrentamento dos incêndios florestais.
Na edição deste ano, estão previstas facilidades para a contratação de brigadistas e equipamentos.
Marco legal da emergência
Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil
Segundo a ministra Marina Silva, trata-se de um conjunto de medidas que incluem a criação de um “marco legal para estabelecer a figura da emergência”, algo que não existia no marco legal brasileiro.
“Havia apenas quando o fenômeno já havia acontecido. Não de forma a antecipar, em localidades vulneráveis”, justificou.
Ao detalhar localidades e situações para a declaração de estado de emergência ambiental em áreas vulneráveis, a portaria viabiliza a contratação emergencial de brigadistas e orienta ações preventivas. Sempre com base em dados climáticos.
“Essa portaria é um ato declaratório que funcionará do mesmo jeito que a ANA [Agência Nacional das Águas] faz, quando declara área com alta ou média escassez hídrica. Dessa forma, agentes públicos podem agir em conformidade com o risco que ali está posto”, explicou.
Além disso, a portaria viabilizará a aquisição de equipamentos, tanto para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), como para o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Comitês técnico-científicos
Marina Silva disse que os instrumentos propostos vão “vertebrar” o que seria um sistema com comitês técnico e científicos que darão suporte a ações e políticas públicas. Com um conselho de emergência climática, formado por diversos setores da sociedade, a União, os estados e os municípios terão espaços para a construção dessas políticas.
Ao apontar quais áreas apresentam maior risco, e tendo por base previsões meteorológicas cada vez mais frequentes, o MMA pretende indicar, a estados e municípios, quais regiões precisam de atenção especial, inclusive facilitando alertas.
Durante a cerimônia de assinatura da portaria, o secretário-executivo do MMA, João Paulo Capobianco, disse que, com a legislação atual, florestas ou vegetações incendiadas em áreas protegidas não perderão seu estado legal, permanecendo protegidas. “Muitos colocavam fogo nessas áreas para fazerem uso delas”, argumentou.
Projeções para 2025
O presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, disse que, apesar de preocupar, as projeções para os incêndios em 2025 são melhores do que as do ano passado.
“Mas não será uma situação confortável, uma vez que haverá extensas regiões sob regime de seca”, alerta.
Segundo Agostino, o bioma do Pantanal é o mais preocupante. “O Cerrado e a Amazônia não apresentam projeção tão crítica”.
Em outra frente, no Congresso Nacional, o MMA continuará atuando para transformar em lei a Medida Provisória 1.276, publicada em novembro do ano passado, com iniciativas preventivas para o combate a incêndios durante os períodos de maior risco.
O mercado físico do boi gordo ainda se depara com grande quantidade de fêmeas ofertadas, em especial na Região Norte, onde os preços são bastante atrativos.
Segundo o analista de Safras & Mercado, a primeira quinzena de março será relevante para determinar o escoamento da carne bovina, o que pode oferecer algum alívio em um ambiente complicado.
“Já um lento ritmo de negociações pode resultar no encurtamento das escalas de abate e, por consequência, aumentar a necessidade de compra da indústria frigorífica”, considera.
São Paulo: R$ 313,67 (R$ 313,17 ontem)
Goiás: R$ 294,64 (R$ 295,18)
Minas Gerais: R$ 304,12 (R$ 304,71)
Mato Grosso do Sul: R$ 302,05 (R$ 302,39)
Mato Grosso: R$ 300,38 (R$ 300,88)
Mercado atacadista
O mercado atacadista ainda se depara com preços acomodados para a carne bovina. Segundo Iglesias, ainda há certo otimismo em torno do escoamento da carne durante a primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo.
“Importante mencionar que mesmo em um ambiente um pouco mais promissor, não há espaço para altas contundentes, em um momento em que a população está descapitalizada, priorizando o consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, embutidos e de ovos”, pontuou Iglesias.
O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,80 por quilo. A ponta de agulha segue cotada a R$ 17,00 por quilo e quarto dianteiro segue no patamar de R$ 17,00 por quilo.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,56%, sendo negociado a R$ 5,8291 para venda e a R$ 5,8271 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7960 e a máxima de R$ 5,8365.
O volume de fretes rodoviários do agronegócio registrou aumento de 5,3% ao longo de todo o ano de 2024 em comparação com o mesmo período do ano anterior, conforme dados da plataforma Frete.com.
O crescimento foi puxado pela soja e por fertilizantes. A oleaginosa registrou alta de 25,7%, representando 22% dos fretes do agronegócio transportados por meio do site da empresa.
Já os fretes de fertilizantes tiveram aumento de 5,1% no ano passado e representam 23% dos fretes do setor. O índice foi motivado pelas importações brasileiras de adubo, que atingiram um recorde de 44,3 milhões de toneladas no ano passado, crescimento de 8,3% em relação ao ano anterior, de acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
“Houve uma antecipação das compras registradas dentro do setor. A elevação nos preços das commodities e a tensão no Oriente Médio levaram os agricultores a anteciparem as aquisições de fertilizantes, visando evitar possíveis problemas de oferta e aumentos nos preços”, comenta Federico Vega, CEO da Frete.com.
Fretes de milho em queda
Ao contrário da soja e dos fertilizantes, os fretes de milho, que representam 14% do setor na plataforma, contaram com queda de 9,4% ao longo de 2024.
Em âmbito nacional, além da queda na produção do produto, a comercialização antecipada de milho para a safra 2023/24 apresentou uma redução em comparação aos anos anteriores.
Segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a venda antecipada de milho segunda safra representou, em média, 12,5% da produção na safra 2023/24, enquanto nas cinco safras anteriores esse percentual variou entre 60% e 87,5%.
Os dados estatísticos têm base no fluxo de dados da Frete.com que conta com mais de 900 mil caminhoneiros cadastrados e 25 mil empresas assinantes, cobrindo, assim, 99% do território nacional.
O número de negócios com a soja aumentou no Brasil nesta quinta-feira (27). Segundo a Safras & Mercado, os volumes não foram muito grandes. Nos portos, apenas movimentos pontuais. A indústria, no entanto, segue comprando a preços mais firmes. As cooperativas também entram agressivas no mercado. Os prêmios mantiveram a firmeza no dia.
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Cotações da soja
Passo Fundo (RS): preço aumentou de R$ 131,00 para R$ 132,00
Região das Missões (RS): preço aumentou de R$ 132,00 para R$ 133,00
Porto de Rio Grande (RS): preço aumentou de R$ 133,00 para R$ 134,00
Cascavel (PR): preço aumentou de R$ 126,00 para R$ 128,00
Porto de Paranaguá (PR): preço se manteve em R$ 132,00
Rondonópolis (MT): preço aumentou de R$ 116,00 para R$ 117,00
Dourados (MS): preço aumentou de R$ 118,50 para R$ 120,00
Rio Verde (GO): preço aumentou de R$ 112,00 para R$ 113,00
Chicago
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira (27) em baixa. Em dia volátil, as preocupações com as tarifas do governo Trump, o avanço da colheita no Brasil e as fracas exportações dos Estados Unidos pressionaram as cotações. As perdas foram limitadas pela indicação de menor área a ser plantada pelos americanos em 2025 no Fórum Anual do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.
O clima segue favorecendo o avanço da colheita no Brasil e o aumento da oferta pressiona os contratos. O presidente Donald Trump afirmou que as tarifas sobre México, Canadá e China deverão iniciar em março, renovando os temores de retaliação sobre os produtos agrícolas.
As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2024/25, com início em 1º de setembro, ficaram em 410.900 toneladas na semana encerrada em 20 de fevereiro. Para a temporada 2025/26, foram mais 3,6 mil toneladas. Analistas esperavam exportações entre 200 mil e 600 mil toneladas, somando-se as duas temporadas.
A área a ser plantada com soja nos Estados Unidos em 2025 deverá ocupar 84 milhões de acres. Analistas esperavam 84,4 milhões de acres. No ano passado, a área totalizou 87,1 milhões de acres.
Contratos futuros da soja
Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com baixa de 1,75 centavo de dólar ou 0,17% a US$ 10,22 3/4 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,37 1/4 por bushel, perda de 4,00 centavos ou 0,38%.
Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 2,50 ou 0,85% a US$ 290,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 44,75 centavos de dólar, com baixa de 0,22 centavo ou 0,48%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,56%, negociado a R$ 5,8291 para venda e a R$ 5,8271 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7960 e a máxima de R$ 5,8365.
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O milho safrinha continua sendo a principal parcela da colheita – Foto: Canva
A safra de grãos 2024/25 segue em ritmo acelerado no Brasil, com o milho se destacando entre os principais cultivos. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção deve atingir 122 milhões de toneladas, um crescimento de 5,5% em relação à temporada anterior. O milho safrinha continua sendo a principal parcela da colheita, representando mais de 78% do total. No Centro-Oeste, maior região produtora do país, agricultores apostam em híbridos de alta performance genética para maximizar produtividade e rentabilidade.
Entre as opções, o híbrido B2701PWU, da Brevant® Sementes, tem se destacado. O produtor Adriano Luiz Barchet, da Fazenda São Domingos (MT), utilizou a variedade em 3 mil hectares na safrinha 2023/24, alcançando 180 sacas por hectare. Segundo ele, o material foi decisivo no controle da cigarrinha e apresentou ótimo desempenho em áreas irrigadas. Com ciclo precoce e tolerância ao estresse hídrico, o B2701PWU se adapta bem às condições climáticas desafiadoras da região.
“Com isso, é importante o agricultor contar com um híbrido pesquisado e desenvolvido com características que atendam às necessidades da sua região. Avaliando desde o sistema de produção, clima, época do plantio e a tolerância às principais doenças do local. No Centro-Oeste, a melhor escolha é o B2701PWU. Ele é precoce e tem estabilidade de plantio, além de bom desempenho em condições de estresse hídrico. Por ter ciclo precoce, se desenvolve mais rápido e quando a região começa a sofrer com a seca, já está desempenhando seu potencial produtivo”, explica Eder Arakawa, Líder da Brevant® Sementes para Brasil e Paraguai.
Além da resistência ao clima, o híbrido conta com a tecnologia PowerCore® Ultra, que protege contra as principais lagartas da cultura, como lagarta-do-cartucho e broca-do-colmo. A tecnologia também oferece tolerância aos herbicidas glifosato e glufosinato de amônio, facilitando o manejo na lavoura. Outro diferencial é o tratamento de sementes LumiGEN™, que inclui fungicidas, inseticidas e bioestimulantes, garantindo melhor germinação e sanidade das plantas.
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