Desta forma, as restrições de exportação dos produtos de frango e ovos ficam limitadas apenas aos municípios onde houver detecção de focos da gripe aviária, e não mais o estado todo.
“Essa medida garante maior segurança e previsibilidade nas exportações de carne de frango brasileira para o Japão, beneficiando produtores e fortalecendo a relação comercial entre os dois países”, declarou o ministro Fávaro .
O Brasil é líder nas exportações de frango para o mundo, respondendo por 35% do mercado global.
Carne bovina
Ainda na reunião, foi confirmada a visita de especialistas japoneses em saúde animal para avaliar o sistema brasileiro. Esse passo é essencial para a abertura do mercado japonês à carne bovina brasileira e para a ampliação do acesso da carne suína, que atualmente é restrita ao estado do Paraná.
Durante o encontro, os ministros também assinaram uma carta de intenções para fortalecer a cooperação na recuperação de pastagens degradadas no Brasil, em apoio ao Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD).
O acordo prevê o desenvolvimento de projetos conjuntos para aumentar a produtividade e a sustentabilidade, utilizando solos e bioestimulantes fornecidos por parceiros público-privados dos dois países.
“Com foco na recuperação de até 40 milhões de hectares de pastagens, nosso programa visa dobrar a produção sem precisar derrubar uma árvore sequer no Cerrado ou na floresta”, pontuou Fávaro.
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O zinco (Zn) estimula o crescimento radicular e participa da produção de enzimas vitais – Foto: USDA
A nutrição equilibrada é fundamental para o sucesso da safrinha de milho, e os micronutrientes desempenham um papel decisivo na produtividade. Segundo Djalma Pinho, Executivo de Vendas B2B especializado em micronutrientes, além dos macronutrientes como Nitrogênio (N), Fósforo (P) e Potássio (K), elementos como Zinco, Boro, Manganês e Cobre são essenciais para o desenvolvimento da cultura e a formação de grãos de qualidade.
“A safrinha de milho exige manejo nutricional estratégico para garantir produtividade e rentabilidade. Além dos macronutrientes (N, P, K), os micronutrientes desempenham um papel fundamental no desenvolvimento saudável da cultura”, afirma.
O zinco (Zn) estimula o crescimento radicular e participa da produção de enzimas vitais, evitando atraso no florescimento e redução no tamanho das plantas. O boro (B) é indispensável para a polinização e o enchimento de grãos, prevenindo espigas malformadas. Já o manganês (Mn) atua na fotossíntese e no metabolismo dos carboidratos, garantindo maior vigor à lavoura. Além disso, o cobre (Cu) fortalece os caules ao participar da formação da lignina, reduzindo o risco de acamamento e proporcionando maior resistência estrutural.
Para um manejo eficiente, é essencial realizar uma análise de solo para verificar possíveis deficiências e utilizar fertilizantes granulados com micronutrientes para garantir uma nutrição equilibrada. O monitoramento da lavoura também é indispensável para identificar precocemente sinais de carências nutricionais e evitar impactos negativos na produtividade. Com um plano nutricional adequado, o milho safrinha pode expressar seu máximo potencial produtivo, garantindo rentabilidade e competitividade no mercado.
O governo brasileiro intensificou os esforços para ampliar a exportação de carne bovina e suína para o Japão. Durante um encontro realizado nesta terça-feira (25) em Tóquio, representantes da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) se reuniram com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária), Renan Filho (Transportes) e Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos).
A negociação para exportação de carne bovina ao Japão já dura mais de 20 anos e, segundo Fávaro, o processo está em fase final. “O último protocolo já está há cinco anos sendo debatido. Vamos trabalhar para que avance agora e para que possamos finalmente abrir esse mercado tão importante”, destacou o ministro.
Fávaro ressaltou ainda que o Brasil está apto a atender às exigências sanitárias e comerciais do Japão, tanto para carne bovina quanto para suína. “O reconhecimento do Brasil como livre de febre aftosa sem vacinação em mais estados amplia ainda mais nosso potencial no mercado japonês. O país já abriu 344 novos mercados para produtos agropecuários nos últimos dois anos e seguimos avançando”, reforçou.
O presidente Lula também enfatizou a importância estratégica da relação comercial com o Japão. “Nosso fluxo comercial já chegou a US$ 17 bilhões e hoje está em US$ 11 bilhões. Só aí temos um espaço de US$ 6 bilhões para recuperar. Comércio exterior é uma via de mão dupla: temos que vender e temos que comprar”, afirmou.
Infraestrutura para exportação de carne
Para garantir competitividade no setor, o governo federal aposta no fortalecimento da logística e infraestrutura portuária. O ministro dos Transportes, Renan Filho, destacou que o Brasil já exporta carne a um custo muito menor que seus concorrentes internacionais.
“Enquanto o Brasil exporta uma arroba de carne bovina a US$ 55, os Estados Unidos têm um custo superior a US$ 100”, comparou.
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, complementou ressaltando que a expansão da infraestrutura nacional está reduzindo a dependência do Porto de Santos. “Nos anos 80 e 90, 50% da produção era escoada por Santos. Hoje, esse percentual está em 30% e queremos diminuir ainda mais, investindo na logística do Norte, Nordeste e Centro-Oeste”, afirmou.
O empresário Renato Costa, representante do setor de carnes, demonstrou otimismo com as negociações. “O Japão é o terceiro maior importador mundial de carne e essa abertura será um grande avanço para a indústria, o produtor e o país”, concluiu.
Já está no ar um novo episódio do Soja Brasil! No programa 32, exibido na última sexta-feira, foram abordados os impactos da guerra tarifária dos Estados Unidos. Trump endureceu a política de tarifas e colocou o Brasil na mira: o etanol, o aço e o alumínio brasileiro sofrerão tarifas de até 25%. Medidas semelhantes já atingiram Canadá, México e China.
O episódio também discute os desafios na comercialização da soja e as condições climáticas que podem influenciar a safra. Assista ao episódio completo:
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Impactos das tarifas de Trump
A disputa comercial entre os EUA e outros países, incluindo o Brasil, foi destaque com as tarifas impostas pelo governo de Donald Trump sobre produtos como etanol, aço e alumínio. Essas medidas afetam diretamente o agronegócio brasileiro, especialmente a soja, a carne e o milho, que têm na China um dos principais mercados consumidores.
Expedição Soja Brasil
A equipe do programa percorreu o Mato Grosso e o Mato Grosso do Sul para entender a realidade dos produtores. Em Sinop (MT), a incerteza sobre a produção tem dificultado o fechamento de contratos.
Já na região de Nova Mutum (MT), a preocupação é com a queda dos preços e a baixa demanda. Já em Sorriso (MT), maior produtor de soja do Brasil, o ritmo de comercialização está abaixo da média dos últimos cinco anos.
Como fica o tempo?
O outono deve ser quente e seco na maior parte das regiões produtoras de soja, com chuvas abaixo da média, o que pode impactar a produtividade do milho. No Rio Grande do Sul, porém, a tendência é de chuvas acima da média.
No Paraná, a colheita da soja está na fase final, com boas condições climáticas. Em São Paulo, o ritmo acelerado da colheita supera os índices do ano passado. No oeste da Bahia, a baixa pluviosidade de fevereiro pode afetar as lavouras tardias.
Aprosoja Brasil
O programa também celebrou o aniversário de 35 anos da Aprosoja Brasil, entidade que representa os produtores de soja e milho no país, destacando sua trajetória e conquistas ao longo do tempo.
O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, participa nesta terça-feira (25), em Brasília, do lançamento do projeto multiplataforma Memórias do Brasil Rural. O evento contará ainda com a presença de lideranças do agronegócio, autoridades e personagens que marcaram a trajetória do setor.
A iniciativa, uma parceria entre a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Embrapa, com apoio da ABCZ, tem como objetivo digitalizar e recuperar conteúdos históricos do acervo do Canal Rural e de entidades parceiras. O projeto reunirá relatos de grandes nomes do agro brasileiro, utilizando inteligência artificial para restaurar e apresentar documentos e imagens inéditas.
A série documental do Memórias do Brasil Rural trará depoimentos de personalidades cuja trajetória se confunde com a construção do agronegócio no país. O primeiro episódio será dedicado ao ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues. Outros nomes de destaque também serão homenageados, como João Martins, Carminha Missio, Eliseu Alves, Francisco Turra, Cirne Lima e José Humberto Martins. Ao final de cada episódio, os entrevistados abordarão os desafios e o futuro do agro brasileiro.
Além dos depoimentos, o projeto também resgatará momentos marcantes do setor, como a aprovação da legislação dos transgênicos, a votação do novo Código Florestal, o reconhecimento da primeira área livre de febre aftosa com vacinação no Brasil e a importação da raça nelore para o país.
A estreia do Memórias do Brasil Rural está marcada para esta quarta-feira (26), às 18h, no Canal Rural.
Duas faixas etárias têm se destacado no empreendedorismo inicial no Brasil: a população de 35 a 44 anos e a que abrange dos 55 aos 64 anos – em 2024, elas registraram a maior proporção já verificada desde 2002.
A pesquisa teve início em 1999, mas o padrão atual de coleta das informações por faixa etária teve início em 2002. É o que aponta o Monitor Global de Empreendedorismo (Global Entrepreneurship Monitor – GEM 2024), considerada a maior pesquisa de empreendedorismo do mundo.
O empreendedorismo inicial compreende os negócios novos (de três meses a três anos e meio de atividade) e os empreendedores nascentes, que são aqueles que nos últimos 12 meses realizaram alguma ação visando ter um negócio próprio ou têm até 3 meses de operação.
Segundo o levantamento, em 2024, no público de Empreendedores iniciais, a proporção de pessoas de 35 a 44 anos chegou à maior proporção da série histórica, com 30,8% do total de Empreendedores Iniciais; já entre a faixa de 55 a 64 anos, também atingiu a maior proporção da série histórica, com 13,3% do total de Empreendedores Iniciais.
Para o presidente do Sebrae, Décio Lima, o resultado da pesquisa indica que a população adulta brasileira está se sentindo mais confiante para iniciar a atividade empreendedora, tanto os jovens quanto os mais experientes, graças à melhoria do ambiente de negócios e aos indicadores gerais da economia.
“Sessenta por cento dos brasileiros preferem ser empreendedores do que buscarem um emprego formal, há uma pulverização do empreendedorismo, que é a base sólida da economia brasileira”, afirma Décio Lima.
“Há então um novo brasileiro, que é aquele que não desiste, que prefere estar na atividade por mais tempo, desta forma, o empreendedorismo se tornou uma alternativa para essas pessoas, que não aceitam mais ser um aposentado, além disso, a atividade fortalece a sua renda e produz resultados extremamente importantes para a economia brasileira. Esta faixa etária traz uma segurança de qualidade para mercado, já que são pessoas com mais experiência”, completa.
A pesquisa GEM é realizada no Brasil pelo Sebrae em parceria com a Associação Nacional de Estudos e Pesquisas em Empreendedorismo (Anegepe). O levantamento contempla mais de 120 países. No Brasil, para a edição de 2024, foram entrevistados 2 mil adultos e 58 especialistas.
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FAO alerta que os preços podem subir ainda mais em 2025 – Foto: Pixabay
Os preços globais do café registraram uma alta histórica em 2024, avançando 38,8% em relação à média do ano anterior, segundo a FAO. O Arábica, preferido no mercado de café torrado e moído, ficou 58% mais caro em dezembro, enquanto o Robusta, usado em café instantâneo e misturas, subiu 70%. Pela primeira vez desde os anos 1990, a diferença de preços entre as variedades se reduziu, refletindo a oferta restrita e o impacto do clima nos principais produtores.
A FAO alerta que os preços podem subir ainda mais em 2025 caso a oferta global continue em queda. No Vietnã, maior exportador de Robusta, a seca reduziu a produção em 20% na safra 2023/24, e as exportações caíram 10% pelo segundo ano seguido. Na Indonésia, chuvas excessivas em abril e maio de 2023 reduziram a produção em 16,5% e as exportações em 23%. Já no Brasil, revisões sucessivas apontaram para um declínio de 1,6% na produção, revertendo previsões otimistas devido ao clima seco e quente.
Além do clima, os custos de transporte impulsionaram os preços, afetando diretamente os consumidores. Em dezembro, os preços do café subiram 6,6% nos EUA e 3,75% na União Europeia. O cenário pode incentivar investimentos em tecnologia e pesquisa para aumentar a resiliência do setor, especialmente para pequenos produtores, que são a base da cadeia global de café.
A FAO destaca a importância da transparência no mercado e da cooperação entre os atores da cadeia produtiva. Também apoia iniciativas para que agricultores adotem práticas resilientes ao clima, protegendo sua produção e contribuindo para a restauração da biodiversidade.
O Brasil deve produzir um volume recorde de 169,5 milhões de toneladas de soja na safra 2024/25, segundo estimativa do escritório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em Brasília. O valor é 4,5 milhões de toneladas maior do que a projeção anterior, do fim de dezembro. A previsão de produtividade subiu de 3,51 para 3,58 toneladas por hectare.
Para as exportações, o USDA em Brasília elevou sua estimativa de 105 milhões para 108,3 milhões de toneladas.
O USDA em Brasília projetou um aumento no processamento de soja em 2024/25, de 56 milhões para 56,55 milhões de toneladas. A projeção de produção de farelo de soja em 2024/25 foi ampliada de 43,1 milhões para 43,545 milhões de toneladas. Quanto ao óleo de soja, a produção foi revisada de 12 milhões para 11,31 milhões de toneladas.
Para 2025/26, o USDA estimou uma produção de soja de 173 milhões de toneladas, com a área plantada aumentando de 47,3 milhões para 48,2 milhões de hectares. O aumento esperado da área, de cerca de 2%, é inferior à média de cinco anos, de 6%, observou o escritório.
“Isso é resultado direto da safra 2024/25, marcada por altos custos de produção e preços estáveis após o aumento pós-Covid, resultando em margens reduzidas”, disse o USDA.
O rendimento deve ser de 3,59 toneladas por hectare, disse o USDA. Já as exportações foram projetadas em 112 milhões de toneladas.
O USDA em Brasília projetou o esmagamento em 2025/26 em 57 milhões de toneladas. A produção de farelo foi estimada em 43,89 milhões de toneladas, enquanto a de óleo de soja foi projetada em 11,4 milhões de toneladas.
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou o Boletim de Finanças Privadas do Agro, com dados de fevereiro/2025, que mostra o desempenho dos principais títulos e Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagros) que financiam o agronegócio brasileiro.
Os registros acumulados de emissão de Cédulas de Produto Rural (CPR) na atual safra 2024/2025, de julho a fevereiro somam R$ 268,84 bilhões, valor 68% superior ao verificado no mesmo intervalo da safra passada.
Queda no LCA
Ao lado das Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), os dois títulos, CPR e LCA, seguem como as principais fontes de recursos privados para financiamento do setor agropecuário no mês de fevereiro, como revelam seus valores de estoques acumulados: R$ 540,14 bilhões de LCA e R$ 483,63 bilhões de CPR. Contudo, ao contrário das CPR, o crescimento do estoque da LCA no período em questão, comparado ao ano anterior, mostrou-se menos acelerado, em torno de 13%.
Segundo normas do Conselho Monetário Nacional, é dever das instituições financeiras manter aplicado em operações de financiamento rural o valor correspondente a 50% dos recursos captados com LCA, sendo pelo menos 50% dessa parcela direcionada para o crédito rural e o restante para a aquisição de papéis do agro.
O Mapa ressaltou que, do estoque atual de R$ 540,14 bilhões de LCA, pelo menos R$ 270,07 bilhões das novas captações estão sendo reaplicados no setor.
Outros dados do Fiagro
Os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA) e os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) apresentaram um crescimento menos intenso. Em fevereiro, os estoques de CDCA apresentaram uma elevação de 10% em comparação ao mesmo período do ano anterior, atingindo o valor de R$ 35,13 bilhões. Já os estoques de CRA tiveram um aumento de 14% no comparativo do mesmo período, chegando ao valor de R$ 134,31 bilhões.
Em janeiro, o patrimônio líquido do mercado dos Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas do Agronegócio (Fiagro) alcançou o valor de R$ 43,99 bilhões, com 137 deles em operação.
Nesta terça-feira (25), a atuação de um cavado meteorológico – sistema meteorológico que favorece a formação de instabilidades – em níveis médios da atmosfera e a circulação de umidade associada a uma área de alta pressão que avançou após o deslocamento da frente fria, vão contribuir para a manutenção da chuva em parte dos estados da Região Sul, informa a Climatempo.
No Rio Grande do Sul, o dia deve apresentar condições de céu parcialmente encoberto, com o sol aparecendo entre nebulosidade variável em todo o território gaúcho. A chuva deve vir em grande parte do estado no período da tarde, em formato de pancadas. Entre as regiões das Missões, Região Central e nos Vales, atenção para condição de chuva localmente forte seguida por rajadas de vento e descargas elétricas. Destaque para toda área mais ao norte, que percorre Noroeste, Norte e Serra Gaúcha, que fica em alerta para temporais.
Ainda pelo Sul
Em Santa Catarina, as instabilidades devem atuar sobre todo o estado, condicionando a formação de nuvens de chuva. No período da manhã, o sol aparece mais entre algumas nuvens. No decorrer das horas, teremos uma maior formação de nebulosidade no céu e as áreas de chuva começam a se espalhar no período da tarde.
Segue o alerta para temporais em praticamente todo o estado, com potencial para raios e rajadas de vento. No litoral catarinense – incluindo a Grande Florianópolis -, atenção para chuva localmente forte.
No Paraná, o período da manhã deve seguir apresentando condições de céu mais aberto, com o sol aparecendo entre nebulosidade variável. Conforme o passar das horas, haverá maior formação de nebulosidade em boa parte do território paranaense e as pancadas de chuva começam a se espalhar. Entre as regiões de Londrina/PR, Ponta Grossa/PR e Grande Curitiba/PR, atenção para chuva localmente forte com raios e ventos.
Destaque para as regiões de Paranavaí/PR, Maringá/PR, Umuarama/PR, Campo Mourão/PR, Foz do Iguaçu/PR, Cascavel, Francisco Beltrão/PR, General Carneiro/PR, Guarapuava/PR e no Litoral Paranaense, áreas em que seguem o alerta para temporais com raios e ventania. Não são descartados episódios de granizo pontual.
O avanço da frente fria ao largo da costa deve seguir realizando a manutenção das instabilidades entre Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Ao longo do dia, o sol ainda aparece mais no período da manhã e conduz a elevação dos termômetros. O tempo segue abafado em toda a região.
Na parte da tarde, os núcleos de chuva começam a ganhar força e se espalhar, com destaque para a condição de temporais na área entre os três estados, que percorre a Zona da Mata Mineira, Centro e Norte Fluminense e Sul Capixaba. Nas demais regiões, atenção para chuva localmente forte.
Em São Paulo, ainda teremos disponibilidade de umidade presente na atmosfera local, e diante do aumento das temperaturas, haverá condições para pancadas de chuva localizadas em boa parte do estado, com potencial para chuva localmente forte seguida por raios e ventos.
Mapa mostra áreas de risco para temporais nesta terça-feira Foto: reprodução Climatempo
Região Centro-Oeste, temporais no MS, MT e GO
A presença de uma área de baixa pressão sobre o Paraguai deve realizar a manutenção das instabilidades entre os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, com destaque para a condição de temporais no oeste e sul de Mato Grosso do Sul e norte de Mato Grosso.
No estado de Goiás e no Distrito Federal, em decorrência do fluxo de calor e umidade que transita sobre a região, haverá condições para pancadas de chuva localmente fortes, com potencial para temporais localizados na Capital Federal.
a entrada de umidade marítima associada aos ventos que sopram em direção ao continente deve continuar favorecendo a formação de nuvens carregadas entre o litoral da Bahia e da Paraíba. Condição para chuva localmente forte em Salvador/BA, Recife/PE e João Pessoa/PB.
Por outro lado, áreas do sertão e agreste seguem com maior predomínio de tempo firme e alerta para baixa umidade do ar. Na costa norte, a aproximação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) reforça a chuva entre o litoral do Maranhão e do Piauí.
Região Norte
Diante da oferta de calor e umidade na atmosfera local, as instabilidades continuam se espalhando por todos os estados. Destaque para a condição de temporais no Amazonas, Pará e norte de Rondônia.
Nas demais regiões do Tocantins, Acre e Roraima, atenção para chuva localmente forte. No Amapá, a atuação da ZCIT deve manter o estado na rota dos temporais, que acontecem principalmente no período da tarde.