domingo, junho 28, 2026

Autor: Redação

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Incêndio de grandes proporções atinge armazém de algodão


Um incêndio de grandes proporções em um armazém de algodão, localizado na BR-020, próximo ao Distrito de Novo Paraná, sentido Brasília, em Luís Eduardo Magalhães, mobilizou equipes do 17º Batalhão de Bombeiros Militar, no Oeste da Bahia, nesta sexta-feira (4).

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a corporação recebeu o chamado de um funcionário por volta das 5h30 da manhã, informando sobre o incêndio em um galpão de uma unidade de beneficiamento da Zanotto Cotton.

Ao chegarem ao local, os bombeiros constataram que o fogo já havia se alastrado por quase toda a estrutura, exigindo uma ação imediata.

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Caminhões-pipa da Abapa ajudaram no combate ao fogo | Foto: 17º Batalhão de Bombeiros Militar

O combate às chamas contou inicialmente com o apoio de dois carros-pipa da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa).

Ainda segundo o Corpo de Bombeiros, com o avanço da ocorrência, reforços chegaram ao local, incluindo mais caminhões-pipa e pás-carregadeiras, que auxiliaram na contenção do incêndio.

Foto: 17º Batalhão de Bombeiros Militar

Após mais de três horas de trabalho intenso, as equipes conseguiram controlar o fogo por volta das 8h50.

Em seguida, foi iniciado o processo de retirada de todo o material combustível que ainda se encontrava no interior do galpão, visando eliminar riscos de reignição.

A atuação rápida e coordenada dos bombeiros foi essencial para evitar que o fogo se espalhasse para outras áreas da unidade.

Ninguém ficou ferido e a quantidade de algodão que estava armazenado não foi informado.


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Morre Ovídio Vieira Ferreira, ex-presidente da ABQM e referência no quarto de milha



A Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM) comunicou, com pesar, o falecimento de Ovídio Vieira Ferreira, de 84 anos, um dos maiores incentivadores da raça quarto de milha no Brasil, ocorrido nesta quinta-feira (3).

Com mais de 50 anos dedicados à criação e ao desenvolvimento da raça, ele se destacou pela atuação nas linhagens de conformação, corrida e trabalho, consolidando o Haras São Matheus como referência nacional.

Conhecido pelo slogan “Mais Versátil do Brasil”, o Haras São Matheus simboliza a trajetória de sucesso construída por Ovídio Ferreira e sua família no universo do cavalo quarto de milha.

Entre abril de 1993 e outubro de 2009, o criador ocupou a presidência da ABQM. Durante esse período, liderou importantes avanços estruturais e institucionais para a raça no país, promovendo o crescimento das provas, o fortalecimento da entidade e a ampliação da base de associados.

Ao longo de sua carreira, Ferreira esteve acompanhado da esposa Elizabeth, que também teve papel ativo na condução do haras e no apoio às atividades da associação. O modelo de gestão familiar e o comprometimento com o fortalecimento da raça contribuíram para seu reconhecimento nacional e internacional.



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Ampliação do acesso ao Funcafé para pequenos e médios cafeicultores é defendida pela CNA



O acesso aos recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para pequenos e médios produtores e a modernização do fundo foram discutidos pela Comissão Nacional do Café da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) com o governo federal na figura do ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Paulo Teixeira.

Segundo a CNA, algumas regras do Manual de Crédito Rural impossibilitam que cafeicultores que acessam recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) possam também acessar os recursos do Funcafé.

“Essa limitação compromete o financiamento da atividade e restringe as opções de crédito para esses produtores, que representam mais de 80% do setor cafeeiro”, detalhou o vice-presidente da Comissão, Ademar Pereira.

De acordo com ele, a entidade tem atuado para reverter essa situação por meio de uma articulação técnica e política junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e ao MDA para garantir esse acesso, o que ampliaria as oportunidades de financiamento, fortalecendo a competitividade da cafeicultura brasileira.

“O acesso ao Funcafé é essencial para a sustentabilidade do setor. Os cafeicultores familiares e médios produtores precisam de mais opções de crédito para investir em tecnologia, qualidade e eficiência produtiva. Trabalhamos em parceria com o governo para eliminar essas barreiras e garantir que os recursos do Funcafé sejam acessíveis a todos os produtores que necessitam”, disse o vice-presidente da Comissão.



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Anvisa proíbe suplementos alimentares com ora-pro-nóbis



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização, a distribuição, a fabricação, a propaganda e o uso de suplementos alimentares contendo ora-pro-nóbis. A resolução, publicada no Diário Oficial da União, determina ainda o recolhimento dos produtos.

Em nota, a Anvisa informou que a decisão foi adotada porque a planta, de nome científico Pereskia aculeata, não é autorizada como constituinte para suplementos alimentares.

“Para um ingrediente específico ser autorizado como suplemento alimentar, é necessário que ele passe por uma avaliação de segurança e eficácia”, destacou a agência no comunicado.

Isso significa que empresas interessadas em comercializar o produto devem comprovar, de forma científica, que ele é fonte de algum nutriente ou substância de relevância para o corpo humano.

“Suplementos alimentares não são medicamentos e, por isso, não podem alegar efeitos terapêuticos como tratamento, prevenção ou cura de doenças. Os suplementos são destinados a pessoas saudáveis. Sua finalidade é fornecer nutrientes, substâncias bioativas, enzimas ou probióticos em complemento à alimentação.”

A medida, segundo a Anvisa, não afeta o consumo ou a comercialização da planta fresca, que tem tradição de uso na alimentação, sobretudo em Goiás e Minas Gerais.



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AgroNewsPolítica & Agro

Tecnologia impulsiona produtividade na pecuária



A visita também reforçou a importância da adaptação de práticas tecnológicas



A visita também reforçou a importância da adaptação de práticas tecnológicas
A visita também reforçou a importância da adaptação de práticas tecnológicas – Foto: Bing

A implementação de tecnologia em todas as etapas da pecuária é crucial para enfrentar a escassez de mão de obra e buscar maior eficiência e rentabilidade. Essa é uma das conclusões de Tamires Miranda Neto, gerente de pecuária da Agro-Pecuária CFM, após um tour técnico pelos Estados Unidos, onde visitou propriedades de melhoramento genético, empresas de genética e outras instituições do setor.

“Este intercâmbio de informações e experiências é extremamente enriquecedor – tanto para os profissionais quanto para os negócios. Afinal, foi durante o primeiro tour técnico da CFM aos EUA, em 1999, que criamos o inovador Megaleilão CFM, revolucionando o modelo brasileiro de comercialização de reprodutores. Vinte e seis anos depois, retornamos aos EUA para uma nova jornada de aprendizado”, comenta Neto.

Durante a visita, que percorreu 7.355 quilômetros e passou por nove estados, Neto observou que a valorização do touro como melhorador genético é um ponto crucial nos EUA, destacando o alto valor da demanda por reprodutores e a baixa taxa de inseminação artificial devido à falta de mão de obra. Um dos eventos mais impactantes foi o leilão do Schaff Angus Valley, onde foram vendidos 400 touros, com preços médios de US$ 17 mil por animal.

Além disso, a viagem incluiu visitas ao CUP Lab (Iowa), especializado na avaliação de carcaças por ultrassonografia, e à Integrated Breeders (Texas), que produz até 500 mil doses de sêmen por ano. Para Neto, a experiência foi enriquecedora e trouxe novos insights sobre como melhorar a produção e fortalecer os laços com outros profissionais do setor.

A visita também reforçou a importância da adaptação de práticas tecnológicas de acordo com as particularidades locais, e motivou a CFM a retornar ao Brasil com novas ideias e energias renovadas para aprimorar suas operações. “O exemplo dessas empresas e profissionais nos motivou a voltar ao Brasil cheios de novas ideias e com a energia renovada para aprimorar nossas práticas por aqui”, finaliza.

 





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Produtores de soja utilizam cama de frango para fortalecer o solo e enfrentar estiagem



A Expedição Soja Brasil chegou ao estado de Mato Grosso do Sul e fez uma parada em Sidrolândia. No município, chamou atenção o trabalho desenvolvido na Fazenda do Grupo Stefanello, que tem conseguido manter altos índices de produtividade com a soja mesmo enfrentando veranicos intensos, que são períodos curtos de estiagem que prejudicam o desenvolvimento das lavouras. O motivo disso? A técnica do uso da cama de frango.

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Apesar das dificuldades climáticas, a fazenda alcançou uma colheita de 68 sacas de soja e 110 sacas de milho por hectare. Para manter esse resultado positivo, mesmo em um cenário desafiador, os produtores investiram em estratégias que priorizam a saúde do solo. Um dos principais diferenciais foi o uso da cama de frango.

Cama de frango e os benefícios para a soja

A cama de frango é um subproduto da avicultura. Trata-se de uma cobertura feita com serragem, palha ou casca de grãos, como arroz, que forra o chão dos aviários. Com o tempo, esse material acumula fezes, penas, restos de ração e outros resíduos, tornando-se um adubo altamente nutritivo e rico em matéria orgânica.

Segundo os responsáveis pela fazenda, a introdução da cama de frango no manejo da soja trouxe melhorias para o solo. Com o aumento da matéria orgânica e da atividade biológica, o solo se tornou mais equilibrado e produtivo. O uso médio é de 4 a 5 toneladas por hectare, com reaplicações a cada três ou quatro anos.

Adubação

Com raízes mais profundas e robustas, as lavouras conseguem acessar a água que está nas camadas mais profundas do solo. Isso torna as plantas mais resistentes aos períodos de estiagem.

Esse tipo de manejo inteligente sustenta a produtividade em anos desafiadores e fortalece a sustentabilidade do sistema produtivo ao longo do tempo. É um exemplo de como práticas simples, quando bem aplicadas, podem gerar grandes resultados no campo.



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Guerra tarifária pode beneficiar agro brasileiro, mas futuro ainda é incerto, diz analista



A política de retaliações comerciais entre China e Estados Unidos tem provocado fortes turbulências nos mercados internacionais — e o Brasil não deve escapar dos impactos. Em participação no telejornal Mercado & Companhia, o comentarista Miguel Daoud avaliou as consequências da resposta chinesa ao aumento de tarifas imposto pelo então presidente norte-americano Donald Trump.

Segundo Daoud, o embate comercial adota uma lógica de “olho por olho, dente por dente”, que tende a prejudicar não apenas as duas maiores economias do mundo, mas também o equilíbrio econômico global.

Entre os efeitos mais imediatos, está a queda acentuada no preço das principais commodities, como petróleo, soja, milho e algodão — produtos que têm grande peso nas exportações brasileiras. A desvalorização desses itens no mercado internacional pode influenciar diretamente a inflação, o câmbio e o desempenho de setores-chave da economia nacional.

Guerra tarifária: consequências para o Brasil

Daoud ressalta que o fato dos Estados Unidos serem um grande exportador de commodities agrícolas aos chineses, com o embate entre os dois gigantes, o Brasil poderá ser beneficiado.

“Evidente que o Brasil pode, sem dúvida nenhuma, diretamente ser favorecido. Mas, indiretamente, o cenário ficará difícil. A gente não sabe as consequências indiretas na economia, com a bolsa desabando, com dólar subindo. Tudo isso não é bom para o mercado financeiro”, afirmou.

Nesta sexta-feira (4), após a China anunciar que vai retaliar os americanos com tarifas de 34%, no Brasil, até o fechamento deste texto, o dólar subia 3% em comparação ao dia anterior e estava sendo cotado a R$5,80. Pelo mundo, as bolsas de valores estavam em queda e os preços da soja, milho e algodão também apresentaram baixas.

Você pode assistir à análise completa de Miguel Daoud no Mercado & Companhia em nosso canal do Youtube.



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Épocas de aplicação dos principais herbicidas na soja



O manejo integrado dessas práticas contribui para o sucesso da safra



Na fase pré-emergente, logo após o plantio, o objetivo é evitar a germinação de novas invasoras
Na fase pré-emergente, logo após o plantio, o objetivo é evitar a germinação de novas invasoras – Foto: Pixabay

O controle eficaz de plantas daninhas na cultura da soja exige a escolha adequada dos herbicidas e a definição do momento ideal para aplicação. De acordo com a engenheira agrônoma Giovanna Martins, um manejo bem estruturado contribui para maior produtividade ao reduzir a competição das invasoras com a lavoura. A dessecação pré-plantio, realizada antes da semeadura para eliminar plantas daninhas já estabelecidas, pode ser feita com herbicidas como Diquat, 2,4-D, Glufosinato, Fluroxipir, Saflufenacil, Carfentrazone, Flumioxazina e Clethodim.  

Na fase pré-emergente, logo após o plantio, o objetivo é evitar a germinação de novas invasoras. Para isso, são utilizados produtos como S-Metolachlor, Trifluralina, Clomazone, Diclosulam, Flumioxazina e Sulfentrazone, que formam uma barreira química no solo. Já na fase pós-emergente, quando as plantas daninhas estão sendo desenvolvidas, o controle ocorre com Glifosato e Clethodim, especialmente em lavouras que possuem tecnologia tolerante a esses herbicidas, garantindo maior eficiência no combate às invasoras.  

Nesse contexto, a especialista afirma que a dessecação pré-colheita, realizada para reduzir a umidade dos grãos e facilitar a colheita, pode ser feita com Diquat, Glufosinato e Saflufenacil. Essa técnica melhora a eficiência operacional e favorece a uniformidade da lavoura, proporcionando um processo de colheita mais ágil e produtivo. O manejo integrado dessas práticas contribui para o sucesso da safra, evitando perdas e garantindo uma produção mais sustentável e rentável. As informações foram publicadas no LinkedIn.





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Episódio novo do Soja Brasil no ar: acompanhe o programa 33



O 33º episódio do programa Soja Brasil trouxe à tona uma pauta importante para o agro: o fortalecimento do seguro rural. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) solicitou ao governo federal um reforço de R$ 1 bilhão no orçamento para subvenção ao prêmio do seguro.

Apesar do aumento dos eventos climáticos extremos, a cobertura do seguro rural tem diminuído, deixando produtores mais expostos a riscos financeiros. Foram apontadas a necessidade de políticas públicas estáveis e de um fundo de estabilidade para garantir a continuidade do programa no país.

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Também foi abordado o uso da cama de frango como adubo na cultura da soja, prática sustentável adotada por produtores em Cidrolândia (MS). Rico em matéria orgânica, o insumo melhora a estrutura do solo, estimula o desenvolvimento radicular das plantas e aumenta a resistência às estiagens, sendo uma alternativa eficiente para enfrentar veranicos e manter a produtividade no campo.

A previsão do tempo indicou o retorno das chuvas em importantes regiões produtoras, o que tem favorecido a colheita da soja e o avanço do plantio do milho safrinha. No entanto, há alertas para volumes excessivos de precipitação em áreas do Mato Grosso e do Pará, o que pode impactar as operações no campo.

O episódio ainda celebrou os 50 anos da Embrapa Soja, referência em inovação e pesquisa, com mais de 440 cultivares desenvolvidas. Também foram apresentadas atualizações sobre a ferrugem asiática, além da votação aberta para o Prêmio Personagem Soja Brasil.



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Senado aprova mudanças no ITR e na Política Ambiental


A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (2), o Projeto de Lei 1648/2024, que altera normas do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) e da Política Nacional do Meio Ambiente. A proposta, de autoria dos senadores da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), busca tornar a tributação mais justa e segue agora para análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).  

O relator, senador Fernando Farias (MDB-AL), defendeu a necessidade de ajustes no cálculo do ITR, alegando que o modelo atual é incoerente e prejudica a isonomia tributária. O projeto propõe a isenção de áreas ambientais da cobrança do imposto, além de incluir investimentos na propriedade, conhecidos como benfeitorias, como parte das deduções permitidas.  

“É fundamental a retirada da tributação das áreas ambientais, para que assim se promova a justiça no recolhimento dos impostos. Além disso, o projeto objetiva esclarecer a abrangência da dedução do valor do imóvel rural, pontuando que investimentos essenciais para a transformação e melhoramento da propriedade rural, denominados genericamente de benfeitorias, integram o rol de dedução”, comenta.

O senador Jayme Campos (União-MT), autor do projeto, destacou que a proposta protege os produtores rurais ao permitir a exclusão de áreas invadidas da base de cálculo do ITR, transferindo a cobrança para os ocupantes irregulares. Ele argumenta que, atualmente, a lei não considera essa situação, o que impacta os proprietários que não possuem controle sobre o imóvel invadido.  

“O tratamento desse ponto é necessário porque a lei tributária não trata do cenário de invasão do imóvel rural, que apesar da existência da propriedade, do domínio útil ou da posse de imóvel, o contribuinte não detém a disponibilidade econômica do imóvel”, explicou.

 





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