segunda-feira, maio 25, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Novas soluções para a agricultura pautam feira


Durante a 30ª edição da Hortitec, realizada entre 25 e 27 de junho em Holambra (SP), a Biotrop apresentou um portfólio completo de soluções biológicas voltadas à horticultura, reforçando seu compromisso com a produtividade, sustentabilidade e segurança alimentar. A empresa, referência em insumos naturais para o agronegócio, aproveitou a maior feira do setor para destacar como seus produtos atendem às exigências de um mercado cada vez mais preocupado com práticas agrícolas regenerativas e saudáveis.

“Além disso, favorecem a saúde do solo, preservam a biodiversidade e são menos agressivos ao meio ambiente. Sua aplicação também está alinhada às demandas dos mercados mais exigentes e ao manejo integrado, oferecendo soluções que auxiliam no controle seguro e eficiente de pragas e doenças em diferentes cultivos. Assim, os biológicos representam um caminho estratégico para uma horticultura mais moderna, produtiva e responsável”, detalha Elton Visioli, Gerente de Unidade de Negócios da Biotrop.

Entre os destaques apresentados estão o Biobrev Full, bioinseticida eficaz no controle da traça-do-tomateiro; o Bombardeiro, biofungicida de amplo espectro; e o Biomagno, insumo multifuncional com ação biofungicida e bionematicida. Os visitantes também puderam conhecer o Agrobiota, serviço exclusivo de análises metagenômicas do solo que, aliado à IA EVA, oferece diagnósticos personalizados e recomendações precisas para um manejo mais eficiente.

Além da presença na feira, a Biotrop realizou a 2ª edição do Hortinov, evento técnico em parceria com a Sakata Seed, promovendo experiências práticas com os produtos diretamente no campo. A iniciativa reforça o papel da empresa como agente transformador da horticultura brasileira, ao combinar inovação tecnológica com responsabilidade ambiental.

“A partir da identificação e interpretação dos microrganismos de determinada área, é possível entender suas interações e impactos na saúde e nutrição das plantas. Esses dados são disponibilizados em uma plataforma exclusiva da Biotrop, que também oferece recomendações de manejo personalizadas e sugestões de bioinsumos mais adequados para cada situação, aumentando a eficiência das decisões no campo”, conclui.

 





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Duas marcas de azeite têm venda proibida pela Anvisa



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização de duas marcas de azeite de oliva nesta terça-feira (20) após denúncia do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) sobre a “origem desconhecida ou ignorada dos produtos”.

Assim, as marcas Alonso e a Quintas D’oliveira passam a não ter mais permissão para venda, distribuição, fabricação, propaganda e uso.

Ambos possuíam, na descrição de seus rótulos, uma empresa com CNPJ inexistente na base de dados da Receita Federal: a embaladora Comércio de Gêneros Alimentícios Cotinga Ltda.

A decisão, que consta na Resolução 1.896, publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União (DOU), vale para todos os lotes.

Além disso, conforme a Anvisa, as marcas teriam infringido as exigências sanitárias para as suas instalações, bem como não tinham licenciamento válido junto à autoridade sanitária competente e nem possuíam registro junto ao Ministério da Saúde.

Os dois azeites também se enquadram na definição de alimentos corrompidos, adulterados, falsificados, alterados ou avariados. Análises detectaram a presença de outros óleos vegetais, não identificados, na composição dos azeites.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

“Como está nosso agronegócio é a palavra-chave”: Bolsonaro fala aos…


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No encerramento do 6º Seminário A Voz do Campo, realizado em Gramado/RS nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro deixou uma mensagem aos produtores rurais e líderes do setor reunidos durante o evento. “Este é um setor importantíssimo, responsável por, aproximadamente, um terço do nosso PIB e está sendo massacrado por este governo”, disse. 

Bolsonaro citou a questão das altas taxas de juros, do crédito escasso e afirmou ainda que, caso o cenário não se altere e a classe produtora seja encarada e tratada de outra forma, “vai faltar arroz e feijão não só na mesa dos mais pobres, mas de todos”. 

Durante sua fala, Bolsonaro ainda falou sobre a questão do crescente endividamento, dos fretes e demais despesas logísticas elevadas e ainda tratou de uma “silenciosa invasão da China” no Brasil, além da questão do Marco Temporal entre os pontos de atenção que elencou que exigem cuidado e estratégia pelo agronegócio. 

O ex-presidente e principal líder da direita no país esteve ao vivo na Voz do Campo por uma chamada de vídeo, realizada pelo deputado Federal Luciano Zucco (PL-RS), já que não pode estar pessoalmente no evento em função dos cuidados que está tendo com sua saúde depois da cirurgia abdominal feita nas últimas semanas.

Acompanhe sua fala:

 

O deputado foi recebido com muito entusiasmo pelos participantes do evento e citado como um possível candidato ao governo do Rio Grande do Sul nas próximas eleições. “Eu quero dizer pra vocês que ou nos unimos, neste momento, valorizando o agro, quem realmente está de sol a sol, colocando a verdade, se expondo, ou vamos continuar com florestas que são, basicamente, tomada por espinhos”, disse.

>> Clique AQUI e veja todo o contéudo produzido durante o 6º Seminário a Voz do Campo

Veja como foi sua participação no 6º Seminário A Voz do Campo:

 

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Por:

Carla Mendes | Instagram @jornalistacarlamendes

Fonte:

Notícias Agrícolas





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Chuvas intensas ameaçam soja na Argentina; tempo terá melhora?



A safra de soja 2024/25 da Argentina pode sofrer perdas devido às chuvas intensas que atingiram a província de Buenos Aires nos últimos dias. Segundo o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller a previsão é de tempo firme nos próximos dias, sem indicativo de que as condições extremas registradas no último final de semana voltem a se repetir.

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Apesar da previsão de tempo firme para os próximos dias, o impacto das tempestades já causa grande preocupação no setor agrícola argentino. A Bolsa de Cereais de Buenos Aires alertou que o volume excessivo de chuva pode atrasar ainda mais o ritmo da colheita e levar a uma revisão negativa na estimativa de produção nacional, atualmente fixada em 50 milhões de toneladas métricas.

Na província de Buenos Aires, cerca de 730 mil hectares de soja ainda aguardam colheita. Essa mesma região já havia sido atingida por chuvas intensas em março, o que resultou em uma queda de cerca de 15 pontos percentuais na produtividade em comparação ao ano passado. Com o novo episódio de chuvas fortes, o risco de agravamento das perdas é significativo.

Em algumas localidades, os acumulados chegaram a 400 milímetros de precipitação, provocando alagamentos em áreas agrícolas, além de impactos em rodovias e centros urbanos. A Bolsa de Rosário também monitora



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Brasil negocia fim do embargo chinês ao frango



O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, confirmou que o Brasil negocia com a China a flexibilização do embargo às exportações de carne de frango, suspensas desde 15 de maio após a confirmação de um caso de gripe aviária em plantel comercial no Rio Grande do Sul.

O governo brasileiro solicitou à autoridade sanitária chinesa que o bloqueio se restrinja a um raio de 10 km do foco da doença. Assim, apenas ovos e outros derivados teriam a venda impedida, visto que os municípios que circundam Montenegro – epicentro do foco – não possuem granjas comerciais.

Segundo Fávaro, se não houver novos casos nos próximos dias, a regionalização da suspensão poderá ser aceita tanto pela China quanto pela União Europeia.

A China é o principal destino do frango brasileiro. O país também estava prestes a suspender o embargo aos frigoríficos gaúchos após um caso de doença de Newcastle, mas a confirmação da gripe aviária atrasou o processo. As tratativas incluem pedido direto do presidente Lula ao líder chinês, Xi Jinping.



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AgroNewsPolítica & Agro

Fósforo na hora certa e no lugar certo



A baixa mobilidade do fósforo no solo é um desafio técnico conhecido



A baixa mobilidade do fósforo no solo é um desafio técnico conhecido
A baixa mobilidade do fósforo no solo é um desafio técnico conhecido – Foto: Divulgação

Segundo Gustavo Rodrigues Cunha, diretor de projetos da Conteagro Soluções Agronômicas, um experimento conduzido neste semestre na disciplina de Adubos e Adubação revelou a importância do momento adequado para aplicação da adubação fosfatada na cultura do milho. A pesquisa avaliou quatro tratamentos: T1 (sem adubação fosfatada), T2 (adubação realizada 20 dias antes do plantio), T3 (adubação no dia do plantio com inoculantes biológicos) e T4 (adubação no dia do plantio sem biológicos).

Os resultados parciais evidenciam visualmente o impacto da aplicação do fósforo no momento adequado, especialmente quando associado a inoculantes biológicos. O tratamento T3 destacou-se ao promover um crescimento inicial mais vigoroso, reforçando a sinergia entre nutrientes e microrganismos benéficos. De acordo com Cunha, a sincronização da adubação com a demanda da planta é ainda mais essencial em solos com baixa disponibilidade de fósforo.

A baixa mobilidade do fósforo no solo é um desafio técnico conhecido, conforme apontam Novais et al. (2007) e Sousa & Lobato (2004). Por isso, garantir sua presença nas fases iniciais de desenvolvimento da planta é estratégico para o bom estabelecimento da lavoura. A localização precisa e o tempo correto da aplicação garantem maior eficiência e aproveitamento do nutriente.

A conclusão preliminar do estudo reforça que pequenos ajustes no manejo da adubação podem trazer grandes resultados. A correta aplicação do fósforo, aliada ao uso de inoculantes biológicos, se mostra uma ferramenta poderosa para aumentar a produtividade e a sustentabilidade no cultivo do milho.

 





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Quase lá! Brasil se aproxima do fim da colheita de soja; confira os números



Os trabalhos de colheita da safra 25/25 de soja no Brasil atingiu 98,9% da área total plantada, segundo o último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Na semana anterior, o índice era de 98,5%. No mesmo período do ano passado, a colheita estava em 97%, e a média dos últimos cinco anos é de 98,5%.

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As informações constam no 8º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado em 15 de maio. O relatório aponta que o Brasil caminha para um novo recorde de produção, estimado em 332,9 milhões de toneladas de grãos, um crescimento de 35,4 milhões de toneladas em relação à safra anterior.

A colheita já foi concluída nos estados do Centro-Oeste, Sudeste, além de Paraná e Tocantins. Já em estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Maranhão, Piauí, Pará, Ceará, Acre e Amapá, os trabalhos ainda seguem em andamento.

Soja lidera o avanço nos grãos

Principal cultura do país, a soja é responsável por uma parcela do volume colhido. A estimativa é de 168,3 milhões de toneladas, a maior já registrada para o grão na história do Brasil. A colheita da oleaginosa já alcança 98,5% da área plantada, com conclusão dos trabalhos nos estados do Centro-Oeste, Sudeste, Paraná e Tocantins.

Os estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Bahia, Rondônia e Tocantins se destacaram com produtividades recordes. De acordo com a Conab, o bom desempenho é resultado de condições climáticas favoráveis e do alto nível de profissionalismo dos produtores.



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Quase lá! Brasil se aproxima do fim da colheita de soja; confira os números



Os trabalhos de colheita da safra 25/25 de soja no Brasil atingiu 98,9% da área total plantada, segundo o último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Na semana anterior, o índice era de 98,5%. No mesmo período do ano passado, a colheita estava em 97%, e a média dos últimos cinco anos é de 98,5%.

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As informações constam no 8º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado em 15 de maio. O relatório aponta que o Brasil caminha para um novo recorde de produção, estimado em 332,9 milhões de toneladas de grãos, um crescimento de 35,4 milhões de toneladas em relação à safra anterior.

A colheita já foi concluída nos estados do Centro-Oeste, Sudeste, além de Paraná e Tocantins. Já em estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Maranhão, Piauí, Pará, Ceará, Acre e Amapá, os trabalhos ainda seguem em andamento.

Soja lidera o avanço nos grãos

Principal cultura do país, a soja é responsável por uma parcela do volume colhido. A estimativa é de 168,3 milhões de toneladas, a maior já registrada para o grão na história do Brasil. A colheita da oleaginosa já alcança 98,5% da área plantada, com conclusão dos trabalhos nos estados do Centro-Oeste, Sudeste, Paraná e Tocantins.

Os estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Bahia, Rondônia e Tocantins se destacaram com produtividades recordes. De acordo com a Conab, o bom desempenho é resultado de condições climáticas favoráveis e do alto nível de profissionalismo dos produtores.



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Canal Rural é indicado em três categorias do Prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio



O Canal Rural foi indicado em três categorias do prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio 2025. O telejornal Rural Notícias, o site e o canal no YouTube da emissora foram reconhecidos como destaques no setor.

Além disso, na categoria Jornalistas Mais Admirados do Setor, as profissionais Beatriz Gunther, Daiany Andrade, Marusa Trevisan e Pryscilla Paiva também concorrem ao prêmio.

Promovido pelo site Jornalistas&Cia, o prêmio reconhecerá os TOP 50 +Admirados Jornalistas e os TOP 3 +Admirados Veículos nas categorias: Agência de Notícias, Áudio, Canal de Vídeo, Periódico Especializado, Programa de TV Especializada, Programa de TV Geral, Site/Portal e Veículo Geral.

Esta é a quinta edição do prêmio, cuja cerimônia de premiação ocorrerá no dia 23 de junho, em São Paulo.

A eleição dos +Admirados da Imprensa do Agronegócio 2025 conta com os patrocínios de Cargill, Copersucar, Mosaic e Syngenta; apoios de Bosch, CNA, Elanco, Tereos e Yara; colaboração de Agrel, BRF e John Deere; além do apoio institucional da Rede Agrojor.



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AgroNewsPolítica & Agro

Feira internacional divulga novidades na batata



O simpósio reuniu 35 palestrantes e cerca de 400 participantes



O simpósio reuniu 35 palestrantes de diversos países produtores e cerca de 400 participantes
O simpósio reuniu 35 palestrantes de diversos países produtores e cerca de 400 participantes – Foto: Pixabay

Durante o International Potato Symposium, realizado na feira Macfrut em Rímini, especialistas destacaram os principais desafios enfrentados pela cadeia produtiva da batata, como os impactos das mudanças climáticas, a redução da produção global e o avanço de pragas e doenças. Segundo Luciano Trentini, coordenador do evento, a criação de uma Organização Comum de Mercado para a batata na União Europeia, implementada até o momento apenas pela Itália, pode impulsionar a modernização do setor.

“Durante o Simpósio da Macfrut, surgiram muitos temas. Um dos mais debatidos foi a organização do sistema produtivo. Este ano, uma novidade regulatória importante foi a criação de uma OCM (Organização Comum de Mercado) para a batata pela União Europeia. Por ora, apenas a Itália aplicou essa regulamentação, o que permite às organizações de produtores acessar programas operacionais semelhantes aos das frutas e hortaliças, com o objetivo de modernizar os processos produtivos, especialmente por meio da inovação”, comenta.

O simpósio reuniu 35 palestrantes de diversos países produtores e cerca de 400 participantes. Dados apresentados indicam que a produção mundial gira em torno de 375 milhões de toneladas por ano, liderada por China, Índia e Ucrânia. Na União Europeia, a produção foi de 48,5 milhões de toneladas em 2023, mas a oferta tem diminuído, pressionando os preços globalmente.

“Itália não é autossuficiente. Importa principalmente da França para suprir entre 40% e 50% de suas necessidades, além da Alemanha e de países mediterrâneos que fornecem batatas precoces. Estamos investindo em novas variedades italianas, pois hoje dependemos quase totalmente do exterior. As novas cultivares apresentadas na exposição, em frente ao simpósio, chamaram a atenção, assim como nossos produtos com seis denominações de origem. Como nossa produção é especializada, devemos buscar a excelência em qualidade”, conclui.

 





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