sábado, maio 16, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Trigo segue pressionado no Sul


Segundo a TF Agroeconômica, o mercado do trigo no Sul do Brasil voltou a registrar queda nesta semana, com baixa de 0,38% no dia e 1,01% no mês no Rio Grande do Sul. A cotação da safra velha do trigo pão chegou a R\$ 1.380,00 FOB, mas os moinhos têm se retraído após novas compras, refletindo a fraca demanda por farinha. A grande disponibilidade de matéria-prima, combinada à moagem reduzida e estoques prolongados, impede altas e contribui para um ciclo vicioso de retração no setor.

Na safra nova gaúcha, os primeiros negócios ocorrem na faixa de R\$ 1.250 no interior, sobretudo no norte do estado, enquanto compradores tentam pagar R\$ 1.200 – valor ainda sem aceitação. No mercado externo, os preços de exportação para dezembro giram em torno de US\$ 230/t no porto de Rio Grande, o que, convertido, equivale a R\$ 1.278 no porto e R\$ 1.128 no interior, tornando inviável economicamente. O preço da pedra em Panambi permaneceu em R\$ 70/saca.

Em Santa Catarina, o mercado segue travado, com poucos negócios registrados. Um corretor local relatou apenas um lote de trigo branqueador vindo do RS negociado a R\$ 1.550 FOB. A oferta do trigo gaúcho continua elevada e freia qualquer tentativa de valorização, com preços entre R\$ 1.330 e R\$ 1.360 FOB. A safra nova ainda não tem indicações consistentes, e os sementeiros relatam queda de até 20% nas vendas de sementes. A CONAB prevê redução de 6,3% na produção estadual. Os preços da pedra seguem estáveis, com leves variações entre R\$ 73,33 e R\$ 79,00/saca.

No Paraná, o câmbio mais fraco puxou para baixo os preços do trigo importado, que recuaram cerca de R\$ 20/t. No mercado interno, falta vontade de comprar e vender: vendedores pedem R\$ 1.500 FOB pelo trigo tipo 1, enquanto compradores oferecem R\$ 1.450 CIF. Para o tipo 2, moinhos indicam R\$ 1.280–1.300, sem aceitação do vendedor. A safra nova segue calma, com indicações entre R\$ 1.400–1.450 CIF. Os preços pagos ao agricultor caíram 0,36% na semana, para R\$ 77,14/saca, reduzindo o lucro médio no estado para 4,91%.

 





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Massa polar derruba temperaturas e secura persiste; como fica o tempo nos próximos 15 dias?



A previsão do tempo para os próximos 15 dias indica tempo seco em grande parte das regiões produtoras de soja do Brasil. Uma massa de ar polar deve manter as temperaturas baixas e traz risco de geada para áreas do Rio Grande do Sul, serra catarinense e sul do Paraná nos próximos dias.

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O tempo no Norte e Nordeste

As chuvas seguem concentradas no litoral do Nordeste e no extremo norte do país. No interior, os acumulados seguem baixos. Entre os dias 24 e 28 de julho, a previsão é de volumes entre 15 e 20 mm em pontos isolados.

O que esperar?

Já entre os dias 29 de julho e 2 de agosto, a umidade volta a ganhar força entre Santa Catarina e o Paraná. Os volumes podem superar os 80 mm, indicando uma possível mudança no padrão do tempo no Sul do país.

Vale ressaltar que os produtores devem ficar atentos às condições de geada nas madrugadas mais frias e ao avanço da umidade na virada do mês.



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Silagem de milho ou capiaçu? Descubra qual aumenta mais a produção de leite


A dúvida entre usar silagem de milho ou de capiaçu na dieta do gado leiteiro é cada vez mais comum entre pecuaristas. Quer saber qual silagem é a mais indicada para o seu rebanho e otimizar a produção de leite? Assista ao vídeo abaixo e confira as valiosas dicas.

A escolha não é simples e envolve fatores nutricionais, de manejo e de custo, que podem impactar diretamente na produtividade e na rentabilidade da atividade leiteira.

Durante o quadro “Giro do Boi Responde”, exibido em 18 de julho, o zootecnista Edson Poppi, especialista em silagem e embaixador de conteúdo do programa, esclareceu as principais diferenças entre as duas opções.

O tema foi levantado pelo pecuarista Welinton Alves, de Alto Araguaia (MT), que buscava entender qual silagem seria mais eficiente para acelerar a produção de leite.

Silagem de milho é referência em qualidade nutricional

Foto: Reprodução

Segundo Poppi, a silagem de milho continua sendo o padrão-ouro quando o assunto é qualidade nutricional.

O destaque fica para o alto teor de amido, que supera 35%, proporcionando uma alta densidade energética. Isso se traduz em maior eficiência na produção de leite e melhor desempenho dos animais.

Outro ponto positivo é a digestibilidade. Quando bem ensilado, o milho oferece nutrientes de fácil aproveitamento, impactando não apenas na produção, mas também na saúde do rebanho leiteiro.

Capiaçu exige suplementação e atenção à digestibilidade

Lavoura de capiaçu. Foto: Divulgação/EmbrapaLavoura de capiaçu. Foto: Divulgação/Embrapa
Lavoura de capiaçu. Foto: Divulgação/Embrapa

A silagem de capiaçu, por outro lado, exige alguns cuidados. Para se aproximar da qualidade da silagem de milho, é preciso incluir grãos na dieta das vacas, o que aumenta o custo da suplementação.

Além disso, o capiaçu geralmente é colhido com 120 dias, momento em que sua digestibilidade já está comprometida.

Isso significa que mesmo com suplementação, a eficiência na absorção de nutrientes pode ser menor, reduzindo o impacto esperado na produção de leite.

Decisão depende das condições da propriedade

Apesar da vantagem técnica da silagem de milho, Edson Poppi destaca que a melhor escolha depende da realidade de cada propriedade. Produtores enfrentam desafios como:

  • Dificuldade no cultivo do milho, seja por clima, solo ou logística;
  • Custo elevado para inclusão de grãos na dieta baseada em capiaçu;
  • Planejamento nutricional mais exigente com o uso do capiaçu.

Em regiões onde o cultivo do milho é inviável, o capiaçu pode ser uma alternativa viável, desde que seja complementado adequadamente com grãos para equilibrar a dieta e garantir bons níveis de produção.

No fim das contas, o segredo está no planejamento nutricional, na análise de custo-benefício e na adaptação às condições locais, sempre visando o melhor desempenho do rebanho leiteiro.



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Brasil começará a exportar sementes de canola à África do Sul



O Brasil passará a exportar sementes de canola para a África do Sul, anunciou nesta sexta-feira (18) o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Com mais de 63 milhões de habitantes, o país importou cerca de US$ 635 milhões em produtos agropecuários do Brasil em 2024, com destaque para carnes, açúcar, cereais e café.

“Além de promover a diversificação dos parceiros comerciais do Brasil, esta abertura de mercado representa uma nova oportunidade de negócios para o setor privado brasileiro, uma vez que a África do Sul é um produtor relevante de oleaginosas no contexto regional”, diz a pasta, em nota.

Com este anúncio, o agronegócio brasileiro alcança 394 aberturas de mercado desde o início de 2023.



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Brasil contrata navios para hospedagem na COP30



Dois navios de cruzeiro serão usados como hotéis temporários para a 30ª Conferência do Clima da ONU (COP30). As duas embarcações têm aproximadamente 3.900 cabines, com capacidade de até 6 mil leitos disponíveis durante a conferência, o maior evento climático do planeta. A contratação dos navios foi formalizada nesta semana.

As acomodações serão disponibilizadas por etapas, em todas as modalidades como setor hoteleiro e aluguel por temporada, conforme acordo entre o Brasil e o Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas.

Para os países participantes, a ONU está mediando a oferta.

Em uma primeira etapa, 98 países em desenvolvimento ou formados por ilhas terão prioridade. Para esse primeiro grupo, as diárias são de até US$ 220. Depois, outros países podem adquirir acomodações por até US$ 600.

Segundo o secretário extraordinário para a COP30, Valter Correia, os dois navios se somam aos esforços de receber mais de 40 mil pessoas, entre delegações das Nações Unidas, observadores, organizações sociais, pesquisadores e empresários.

A contratação dos navios foi feita por meio da Secretaria Extraordinária para a COP30 e a Embratur. A Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo selecionou, por meio de chamamento público, a operadora de viagens responsável por contratar os navios MSC Seaview e Costa Diadema, além de comercializar as cabines.

As embarcações ficarão no Terminal Portuário de Outeiro, que está sendo ampliado para o evento. Uma ponte vai dar acesso – em cerca de 30 minutos – entre o terminal e os locais da conferência.

Para ampliar as vagas de hotelaria, outras alternativas adotadas são negociações com plataformas virtuais como Airbnb e Booking, para cadastrar imóveis e aumentar a oferta de quartos disponíveis. Dezessete escolas públicas serão transformadas pelo governo paraense em espécies de hostel temporário.

A COP30 será realizada em Belém, no Pará, entre os dias 10 e 21 de novembro.



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AgroNewsPolítica & Agro

Câmara aprova novas regras de licenciamento ambiental


A Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta quinta-feira (17), por 267 votos a favor e 116 contra, o projeto que flexibiliza o licenciamento ambiental no país. A proposta, que vai à sanção do presidente Lula (PT), teve forte articulação da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e representa mais uma vitória do setor agro no Congresso. Segundo os ruralistas, as novas regras trazem segurança jurídica e podem acelerar obras de infraestrutura e empreendimentos agroindustriais, inclusive no campo.

De acordo com os textos analisados, o projeto cria sete tipos de licenciamentos, com destaque para a Licença por Adesão e Compromisso (LAC), que permite ao empreendedor obter autorização por meio de autodeclaração. Também foram incluídas a Licença Ambiental Especial (LAE), sugerida pelo senador Davi Alcolumbre (União-AP), e a Licença de Operação Corretiva (LOC), que regulariza atividades sem licença prévia. A proposta ainda autoriza licenças renováveis automaticamente e retira a exigência de anuência do Ibama em casos de desmatamento da Mata Atlântica, transferindo mais responsabilidade para órgãos estaduais e municipais.

Entre os pontos mais polêmicos, estão a liberação facilitada para projetos de mineração e exploração de petróleo na Margem Equatorial, com prazos máximos de um ano para a resposta ambiental. A oposição, liderada por ambientalistas e setores da esquerda, apelidou o projeto de “PL da Devastação”, alegando que ele enfraquece os mecanismos de proteção a florestas, rios e solos, além de limitar a participação de indígenas e quilombolas nos processos de licenciamento fora de áreas demarcadas.

Apesar da orientação contrária do governo, a proposta teve apoio de ministérios como Transportes, Agricultura, Minas e Energia e Casa Civil. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, ficou isolada na tentativa de barrar o avanço da proposta. A expectativa agora é de que Lula vete parte do texto, principalmente no que diz respeito ao enfraquecimento do Conama. No entanto, a FPA já articula para derrubar os vetos no Congresso, e também se prepara para eventual judicialização do tema no STF. Para o agronegócio, trata-se de uma resposta necessária a um sistema burocrático que vinha travando empreendimentos e investimentos no campo.

 





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Ação do Mapa retira do ar mais de R$ 1 milhão em propagandas irregulares de bebidas



A Operação Ronda Agro Ciber II, com foco na repressão ao comércio eletrônico irregular de bebidas alcoólicas no Brasil, foi deflagrada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) na última quarta-feira (16).

A ação conjunta retirou do ar mais de R$ 1 milhão em anúncios ilegais, principalmente de whiskys de luxo comercializados sem autorização de importação ou com indícios de falsificação.

Durante a operação foram identificadas mais de 70 marcas diferentes com irregularidades em plataformas digitais. O principal problema constatado foi a ausência do registro de importação junto ao Mapa, requisito obrigatório para que bebidas alcoólicas estrangeiras possam ser comercializadas legalmente no Brasil.

De acordo com a pasta, sem esse registro, não há garantias de rastreabilidade, controle sanitário ou conformidade com os padrões de identidade e qualidade exigidos pela legislação.

Importação de bebida falsificada

A fiscalização detectou indícios de importação clandestina, com produtos sem controle adequado de transporte e armazenamento.

Além disso, também haviam fortes indícios de falsificações, com conteúdo de procedência desconhecida e potencial presença de substâncias tóxicas, como o metanol.

Muitas propagandas também eram enganosas, levando o consumidor a acreditar que estava adquirindo produtos originais, quando, na verdade, se tratavam de versões clandestinas.

Segundo os Ministérios envolvidos, o comércio irregular de bebidas também afeta o setor, ao gerar concorrência desleal com empresas que operam de forma legal, além de provocar evasão de tributos como Imposto de Importação (II), IPI e ICMS.

“Embora muitos dos produtos pareçam autênticos, trata-se de comércio irregular, que, em alguns casos, podem configurar contrabando. Há ainda indícios da reutilização de garrafas vazias para fins de falsificação, o que amplia os riscos sanitários e de segurança para os consumidores”, alerta o Mapa, em nota.

A operação contou com o apoio de ferramentas do Programa de Monitoramento do Trânsito e Comércio Irregular de Produtos Agropecuários (Monitora), especialmente do módulo “e-Monitora”, voltado à identificação de irregularidades no comércio eletrônico de produtos agropecuários.

Próximos passos da operação

As plataformas digitais foram notificadas e os anúncios, removidos. As próximas etapas da operação incluem a identificação e responsabilização administrativa e criminal dos autores das infrações.

De acordo com a nota publicada no site do Ministério da Agricultura, a iniciativa faz parte de uma estratégia contínua do Mapa e do MJSP para proteger a saúde pública, combater a pirataria e preservar a integridade do mercado agropecuário brasileiro.

A operação foi coordenada pelo Mapa, por meio do Programa de Vigilância em Defesa Agropecuária para Fronteiras Internacionais (Vigifronteiras) e do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov), em parceria com o Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual, órgão vinculado ao MJSP.



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Embrapa Soja lançará livro sobre fontes alternativas para o biodiesel



A soja responde por 74% do óleo vegetal usado na produção de biodiesel no Brasil, o que equivale a 7,2 bilhões de metros cúbicos. Já o milho representa cerca de 21% da produção nacional de etanol, segundo a segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. Apesar da relevância desses grãos, o país busca ampliar o uso de fontes renováveis na matriz energética.

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A Embrapa Soja, por meio do pesquisador César de Castro, realizou uma análise sobre a viabilidade e eficiência de diversas matérias-primas para o programa de biocombustíveis no país, especialmente para o biodiesel. Essa pesquisa foi apresentada no livro Biodiesel no Brasil: Reflexões Sobre o Potencial das Principais Matérias-Primas, que será lançado durante o X Congresso Brasileiro de Soja e Mercosoja 2025, em Campinas (SP). A publicação gratuita, em formato digital, reúne trabalhos de especialistas da Embrapa e de outras instituições.

Segundo os autores, a transição para fontes renováveis tem impulsionado a pesquisa em cerca de 350 espécies vegetais com potencial para biodiesel, como macaúba, pinhão-manso, nabo forrageiro, colza, girassol, canola e camelina. Apesar disso, a soja ainda domina a produção de óleo vegetal no Brasil, com outras culturas como palma de óleo, algodão e girassol ocupando posições menores no mercado. O algodão e o dendê são apontados como matérias-primas regionais para atender à Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio).

O livro também destaca a importância da soja como cultura-chave na produção de bioenergia, mostrando sua relação direta com cadeias de outros materiais graxos, incluindo gorduras bovina, suína e de frango, além do óleo de fritura. Os autores ressaltam a necessidade de adoção de culturas com alta produtividade e elevado teor de óleo, que atendam aos critérios de baixas emissões de carbono e sejam compatíveis com práticas sustentáveis de manejo do solo.

O papel da soja

Por fim, a soja ocupa cerca de 47,5 milhões de hectares no Brasil, seguida pelo milho, que cultiva em aproximadamente 21 milhões de hectares, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O país é o maior produtor mundial de soja, com expectativa de 169 milhões de toneladas na safra 2024/2025. O milho, que produz quase 116 milhões de toneladas, tem grande potencial de crescimento para o etanol, podendo aumentar sua competitividade em algumas regiões e mercados, segundo o pesquisador César de Castro.



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Comunicar o agro com propósito, inovação e sustentabilidade



O agronegócio vive um momento de profunda evolução. Novas tecnologias, práticas regenerativas e o avanço da sucessão familiar estão mudando a forma como o setor se estrutura e isso exige uma nova abordagem de comunicação.

Segundo Fernanda Blasque, profissional com mais de 20 anos de carreira em comunicação corporativa, comunicar o agro hoje é atuar como ponte entre quem produz, quem consome e quem regula. E isso pede muito mais do que campanhas tradicionais.

“O agro é altamente tecnificado, sustentável e internacionalizado. Mas quem está fora ainda não sabe disso. Cabe a nós tradutores desse setor mostrar essa realidade com linguagem acessível e responsável.”

Sustentabilidade como narrativa central

A sustentabilidade no agro ainda enfrenta desafios de compreensão, tanto por parte do consumidor urbano quanto por produtores que estão em fases diferentes de adoção de práticas mais regenerativas.

Educação e confiança

Um dos principais desafios, segundo Fernanda, é equilibrar a educação técnica com a construção de confiança. Conceitos como agricultura regenerativa, crédito de carbono e o uso de biológicos precisam ser traduzidos em uma linguagem que o produtor entenda e que a sociedade valorize.

“Não basta só informar. É preciso mostrar como essas práticas impactam positivamente o meio ambiente, a produção e o alimento que chega à mesa.”

Novas conexões com a sociedade

Para romper a bolha do setor e mostrar um agro moderno e responsável, é essencial criar pontes com outros universos. Ações que envolvem figuras públicas, esportes ou cultura têm sido estratégicas para atrair a atenção do grande público.

Comunicação que conecta

Seja em projetos com esportistas, artistas ou influenciadores, o importante é que a comunicação não fique restrita ao setor. Um bom exemplo é trazer vozes que não são do agro para aprender e contar suas descobertas, ampliando a visibilidade de práticas sustentáveis, tecnologias e do impacto social do agronegócio.

“Quando alguém de fora conhece o agro de perto, acaba se apaixonando. E vira um defensor.”

Comunicar o agro hoje é mais do que falar de produtividade é mostrar o impacto positivo do setor na vida das pessoas e no futuro do planeta. Isso exige propósito, inovação, sensibilidade e estratégia.

👉 Quer aprimorar sua comunicação no agro? Acompanhe o Canal Rural para mais conteúdos sobre inovação, sustentabilidade e liderança no campo.



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