segunda-feira, maio 11, 2026

Autor: Redação

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Estudo da Embrapa mostra como aumentar produção pecuária sem abrir novas áreas



Com a crescente demanda mundial por carne e leite, aumentar a produtividade da pecuária sem a necessidade de abrir novas áreas de vegetação é um dos grandes desafios enfrentados pelos produtores rurais. Pensando nisso, um estudo com participação da Embrapa analisou ferramentas capazes de medir e reduzir as chamadas lacunas de rendimento nos sistemas pecuários, promovendo uma intensificação mais eficiente e sustentável.

Patrícia Santos, pesquisadora da Embrapa Pecuária Sudeste, explicou em entrevista à jornalista Pryscilla Paiva, no programa Mercado & Cia, o que são essas lacunas de rendimento e por que sua redução é essencial para ampliar a produtividade sem expandir a área de produção.

“O que a gente chama de lacuna de produtividade — ou gap, em inglês — é uma medida do quanto se poderia aumentar a produtividade em uma determinada área. No caso da agricultura — e, no nosso estudo, da pecuária — essa produtividade potencial é determinada por fatores como clima e solo. Além disso, existem também aspectos regionais que interferem nesse potencial, como logística, acesso a tecnologias, entre outros. O estudo buscou identificar ferramentas para medir essas lacunas, e, com base nisso, apontar estratégias mais eficazes para elevar a produtividade. Essas ferramentas podem ser aplicadas em diferentes escalas: algumas são globais, outras regionais e outras específicas para propriedades rurais”, explicou a pesquisadora.

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Patrícia destacou que uma das ferramentas mais simples, e já utilizada, mesmo que informalmente, por muitos produtores, é o benchmarking.

“O benchmarking acontece quando o produtor compara sua produção com a de outros produtores semelhantes. Muitas vezes ele já faz isso, ainda que sem perceber, ao observar o que o vizinho ou um amigo está fazendo. Essa comparação informal pode ser estruturada por meio de ferramentas que posicionam a fazenda em relação às melhores propriedades dentro de um grupo específico”, esclareceu.

Além disso, a especialista citou outros métodos utilizados em escalas maiores, como regiões ou países inteiros. Nesses casos, áreas com características similares de solo e clima são agrupadas para comparação entre os sistemas de produção adotados.

Outro conjunto de ferramentas mencionado por Patrícia são os chamados métodos de fronteira, que consideram também os aspectos socioeconômicos:

“Há situações em que, mesmo sendo tecnicamente viável adotar uma determinada tecnologia, fatores como a infraestrutura regional, por exemplo, a logística, impõem limites. Esses métodos ajudam a identificar e compreender essas restrições”, afirmou.

Por fim, ela mencionou o uso de ferramentas baseadas em modelagem e simulação matemática, que projetam os impactos da adoção de diferentes tecnologias.

“Essas ferramentas simulam o que pode acontecer se o produtor adotar uma ou outra tecnologia. Elas exigem um certo nível de capacitação, mas são muito úteis para planejamento e tomada de decisão”, destacou.

Patrícia também lembrou que o produtor pode começar de forma simples, com ações mais acessíveis.

“A primeira atitude é estruturar melhor essa comparação com outras propriedades, que ele já faz no dia a dia. Depois, há informações disponíveis na literatura ou por meio de políticas públicas. Um exemplo é o zoneamento agrícola de risco climático, do Ministério da Agricultura. Lançamos também o zoneamento específico para a pecuária, que pode ser consultado no aplicativo Plantio Certo. Esse zoneamento, disponível atualmente para o Brasil Central, indica a capacidade de suporte das pastagens e os períodos de maior risco de escassez de alimento, especialmente durante a intensificação do uso do pasto”, concluiu.

Segundo a pesquisadora, produtores com mais familiaridade com ferramentas digitais podem se beneficiar ainda mais, desde que busquem capacitação adequada para utilizar modelos mais complexos.



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Mercado reage, e preço na indústria sobe



Preço da laranja para indústria reagiu nesta semana


Foto: Divulgação

Levantamento do Cepea mostra que o preço da laranja para indústria reagiu nesta semana, depois de o mercado ter “andado de lado”, à espera de definições sobre as tarifas norte-americanas. Entre 4 e 7 de agosto, a média foi de R$ 45,42/cx de 40,8 kg, alta de 4,61% frente ao período anterior. De acordo com o Centro de Pesquisas, nos próximos dias, produtores aguardam a retomada de fechamentos dos contratos para frutas da safra 2025/26, que ficaram paralisados ao longo de julho.

Oficializada nessa quarta-feira, 6, a decisão que excluiu o suco de laranja da nova sobretaxa de importação de 40% trouxe alívio imediato ao setor citrícola brasileiro. O contexto de baixa oferta global e os estoques reduzidos nos Estados Unidos podem ter influenciado a retirada do suco da lista de produtos taxados. Com o novo cenário, também espera-se estímulo às exportações nacionais no curto prazo, especialmente diante da menor concorrência de outros fornecedores globais, conforme explicam pesquisadores.





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Brasil tem mais de 43 mil cervejas registradas e avança na exportação



O Brasil tem 43.176 cervejas e 55.015 marcas registradas no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Os dados constam no Anuário da Cerveja 2025, lançado na última terça-feira (5) pela pasta em parceria com o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv).

“É uma alegria celebrar o setor cervejeiro, uma das grandes paixões nacionais. A cerveja é símbolo de comemoração, mas também representa trabalho, dedicação, qualidade e prosperidade. O Brasil é referência mundial na agropecuária, e isso se reflete na excelência dos nossos produtos”, comemorou o ministro do Mapa, Carlos Fávaro, durante o lançamento.

O presidente-executivo do Sindicerv, Márcio Maciel, acredita que os números são o resultado de uma estrutura sólida e de investimentos contínuos na produção e nas pessoas que fazem a vasta cadeia acontecer, do campo ao copo. “Cerveja é agro, emprego, renda, diversidade, cultura e gastronomia. Cerveja é Brasil”, ressaltou .

Produtos e estabelecimentos registrados

O estado com maior número de cervejas registradas segue sendo São Paulo, com 12.803. Além disso, também detém a média mais elevada, com 30 produtos registrados por estabelecimento.

O Espírito Santo foi a unidade federativa que teve o maior aumento no número, que passou de 1.221 para 1.434 no último ano, um aumento de 213 registros. A média brasileira é de 22,2 registros de produtos por estabelecimento.

Assim, o número de cervejarias registradas no Mapa chegou a 1.949 em 2024, com a inclusão de 102 novos estabelecimentos, um crescimento de 5,5% em relação a 2023. Este é o 9º maior crescimento da série histórica.

Cervejas sem álcool

As cervejas sem álcool ou desalcoolizadas (aquelas com teor alcoólico igual ou inferior a 0,5%) vêm ganhando cada vez mais espaço no mercado brasileiro.

Em 2024, a produção desse tipo de bebida teve um crescimento expressivo de 536,9%, passando a representar 4,9% de toda a produção nacional. O avanço acompanha uma tendência de consumo mais equilibrado e consciente

Além das versões sem álcool, o segmento inclui também as cervejas de baixo teor alcoólico, com até 2%, e as convencionais, que podem chegar a 54% de graduação alcoólica.

Importação e exportação de cervejas

O Brasil exportou cerca de 332,5 milhões de litros de cerveja em 2024, um crescimento de 43,4% em relação ao ano anterior. O faturamento com exportações também cresceu e alcançou US$ 204 milhões, aumento de 31,1% frente a 2023. Este é o maior valor observado no período de estudo.

O Paraguai foi o principal destino da cerveja brasileira, responsável por 66,5% do volume exportado pelo Brasil. No geral, a América do Sul concentra 97,7% das exportações brasileiras de cerveja, confirmando os países sul-americanos como os principais parceiros comerciais do Brasil nesse setor.

Já em relação a importação, a Alemanha segue sendo a principal origem da cerveja importada pelo Brasil, com um volume de 3.185.550 litros, o que corresponde a 42,5% do volume total importado. Nove dos 15 países de maior exportação de cerveja ao Brasil em valor (US$), são europeus.

Declaração anual de produção e estoques

O volume total de produção declarado ao Mapa em 2024 foi de 15,34 bilhões de litros. Desse total, 24,7% são de cerveja puro malte ou 100% malte, produzidas sem o uso de adjuntos cervejeiros, como trigo, centeio, aveia, milho e outros.

Entre os estilos com maior volume declarado, destaca-se a Lager Leve Clara, com 8,95 bilhões de litros, o que representa 58,3% da produção nacional. Em seguida, aparecem os estilos Pilsener, com 4,97 bilhões de litros (32,4%), e outras Lagers, com 1,29 bilhão de litros (8,5%). Juntos, esses três estilos somam 99,2% da produção total de cerveja no Brasil.

Também merecem destaque os estilos Malzbier e IPA, com volumes de 46,7 milhões de litros (0,3%) e 29,9 milhões de litros (0,2%), respectivamente.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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geadas obrigam replantio no interior gaúcho



O cultivo do tabaco avança em diferentes ritmos




Foto: Pixabay

O cultivo do tabaco avança em diferentes ritmos nas regiões administrativas da Emater/RS-Ascar, conforme boletim conjuntural divulgado nesta quinta-feira (7).

Em Frederico Westphalen, as condições climáticas permitiram o desenvolvimento das mudas, favorecendo o andamento das atividades no campo. Agricultores realizaram o transplante das plantas, bem como a adubação e a aplicação de fungicidas e inseticidas.

Na região de Santa Rosa, os trabalhos também evoluíram. Parte dos produtores aproveitou áreas menos sujeitas à formação de geadas para preparar o solo. Outros já concluíram o transplantio das mudas cultivadas no sistema floating para o campo definitivo.

Já nas regiões de Pelotas e Santa Maria, o clima adverso comprometeu o desenvolvimento das lavouras. Embora grande parte das áreas planejadas tenha sido implantada, as plantações estabelecidas antes das geadas precisaram ser replantadas. A necessidade de novas mudas aumentou a demanda, resultando em escassez de material disponível para transplante. Alguns agricultores ainda mantêm atividades de semeadura e manejo das sementeiras pelo sistema floating.

Em Soledade, a comercialização da safra anterior está próxima do encerramento e os preços alcançados são considerados positivos. O preparo do solo para o novo ciclo foi concluído em áreas de baixa altitude e está adiantado em regiões mais elevadas. O plantio das mudas em campo aberto já começou, com alguns municípios atingindo 70% da área prevista. No entanto, as temperaturas mais baixas reduziram o ritmo de crescimento das plantas.





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Qual a maior dúvida sobre aplicação da inovação tecnológica?


Na interatividade da semana perguntamos: Qual a sua principal dúvida em relação a aplicação da inovação tecnológica na propriedade e no negócio? O resultado mostrou o que mais preocupa os produtores rurais na hora de adotar inovações tecnológicas nas propriedades: 54% dos produtores apontaram o custo e a viabilidade como os principais entraves.

De acordo com Renato Ramalho, CEO da KPTL, o resultado reforça um ponto sensível que se observa com frequência no ecossistema de inovação do agro: “Estas ofertas têm que caber na saca de soja ou na arroba do boi. Quando mais da metade dos participantes expressa essa preocupação, fica claro que a inovação precisa ser acessível não só tecnicamente, mas também financeiramente.”

Além da questão econômica, 34% dos participantes disseram ter dúvidas quanto à adaptação e aplicabilidade da tecnologia. Esse dado revela um segundo grande desafio: o da personalização das soluções. “No campo, a realidade é muito mais complexa. Soluções precisam dialogar com as condições regionais, com os perfis dos produtores e com o timing de cada safra”, afirma Ramalho.

Já 13% dos votos apontaram o acesso à informação como principal dificuldade. Apesar de representar uma parcela menor, esse ponto não pode ser ignorado. “Ainda existe um fosso de comunicação entre quem desenvolve tecnologia e quem está na ponta. O papel de nós, investidores, é também o de construir pontes”, conclui o especialista.

Ramalho ressalta que apoiar iniciativas de capacitação, eventos de difusão tecnológica e parcerias, assim como a do Canal Rural com o Sebrae é essencial para que a inovação se transforme em resultado real para quem mais precisa: o produtor rural.



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Boa radiação solar acelera maturação de morangos


O Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (7), apontou que as condições climáticas recentes influenciaram de forma distinta a produção de morangos nas regiões produtoras do Rio Grande do Sul.

Na região administrativa de Caxias do Sul, temperaturas amenas e boa radiação solar favoreceram o desenvolvimento da cultura, acelerando a maturação dos frutos. Entretanto, a incidência de oídio em diversas lavouras tem causado perdas, especialmente em flores e frutos jovens, situação considerada incomum por não afetar significativamente as folhas. Produtores intensificaram medidas de controle e ajustaram a adubação para reduzir o vigor vegetativo e estimular a floração. Apesar de uma leve melhora na florada e no desenvolvimento dos frutos, a oferta permanece insuficiente para atender à demanda local. Os preços variam entre R$ 30,00 e R$ 50,00 por quilo nas vendas para Ceasas, intermediários e mercados, e entre R$ 40,00 e R$ 60,00 por quilo na venda direta ao consumidor.

Em Lajeado, na localidade de Feliz, a produção está em início. Nos cultivos em bancadas, a colheita ainda é reduzida, enquanto nos plantios em solo há boa formação de frutos e intensa floração. O clima, com dias ensolarados e temperaturas baixas, tem beneficiado a produção. Os preços variam entre R$ 30,00 e R$ 40,00 por quilo, podendo chegar a R$ 55,00/kg devido ao aumento da procura impulsionado pela tendência do chamado “morango do amor”.

Na região de Pelotas, a continuidade do clima frio e úmido tem prejudicado a cultura, reduzindo o tamanho e a quantidade de frutos, além de favorecer o surgimento de doenças. A produção está limitada, e os preços variam entre R$ 30,00 e R$ 40,00 por quilo.

Em Santa Rosa, embora as plantas apresentem boa floração, a polinização tem sido deficiente, resultando em frutos deformados. Há forte presença de doenças, como flor-preta e antracnose, e registro de oídio em algumas variedades, de difícil controle mesmo com o uso de fungicidas e outras medidas. Frutos menores têm sido vendidos a R$ 20,00/kg, enquanto os maiores e padronizados chegam a R$ 55,00/kg. A demanda também aumentou na região em razão da popularidade do “morango do amor”.

Já na região de Soledade, a cultura está em desenvolvimento de mudas e produção. O clima favoreceu os cultivos, com maior incidência de sol, o que acelerou a maturação dos frutos e o crescimento das plantas. As condições fitossanitárias são consideradas adequadas, e a oferta e demanda estão equilibradas.





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Dia dos Pais fortalece demanda por carne bovina no mercado interno


De acordo com análise divulgada nesta sexta-feira (8) pelo informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria, o preço da arroba da novilha gorda em São Paulo registrou nova alta, encerrando a primeira semana de agosto com valorização consecutiva.

“O movimento de alta tem sido sustentado pela oferta enxuta de bovinos”, informou a consultoria. No acumulado da semana, a arroba da novilha subiu R$ 10,00, enquanto as demais categorias permaneceram estáveis na comparação diária.

A exportação de carne bovina mantém desempenho positivo, com recordes mensais, levando frigoríficos a priorizar bovinos precoces, especialmente os habilitados para atender o mercado chinês. No mercado interno, o início do mês e a proximidade do Dia dos Pais impulsionaram a saída da carne no atacado, fortalecendo a demanda.

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (B3), os contratos futuros também refletiram o cenário de firmeza, com ajustes positivos no fechamento do pregão de 7 para 6 de agosto nos vencimentos do segundo semestre.

Bahia

No estado, o boi gordo também apresentou alta na semana. Na região Sul, a arroba subiu R$ 2,00 e, na região Oeste, R$ 3,00. No acumulado de agosto, a valorização chega a 4,3% no Sul e 2,3% no Oeste. As demais categorias permaneceram com preços estáveis.

Rio de Janeiro

As cotações subiram para todas as categorias nesta sexta-feira (8). O boi gordo avançou R$ 2,00, a novilha R$ 3,00 e a vaca R$ 5,00.





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Exportações de carne de peru caem no primeiro semestre de 2025


Segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (7) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), as exportações brasileiras de carne de peru recuaram no primeiro semestre de 2025.

Dados do Agrostat Brasil indicam que o país embarcou 24 mil toneladas do produto, gerando receita de US$ 59,538 milhões. O resultado representa retração de 18,8% no volume e de 20% na receita cambial em relação ao mesmo período de 2024, quando foram exportadas 29.571 toneladas, totalizando US$ 74,377 milhões.

Os estados da região Sul seguem como principais produtores e exportadores. Santa Catarina liderou com US$ 22,628 milhões e 9.239 toneladas, seguido pelo Rio Grande do Sul, com US$ 19,764 milhões e 8.296 toneladas, e pelo Paraná, com US$ 16,603 milhões e 6.233 toneladas. Em relação ao volume exportado, o Paraná registrou queda de 0,6%, o Rio Grande do Sul recuou 18% e Santa Catarina apresentou a maior baixa, de 29,8%.

Em termos de receita cambial, o Paraná teve alta de 4%, enquanto o Rio Grande do Sul e Santa Catarina registraram reduções de 22,3% e 15,2%, respectivamente. “Apesar da retração geral, o Paraná apresentou desempenho positivo na receita”, destacou o boletim.

A carne de peru “in natura” respondeu por 94,5% das exportações no período, somando 22.672 toneladas e US$ 54,992 milhões. O preço médio foi de US$ 2.425,54 por tonelada, 0,9% inferior ao valor registrado no mesmo período de 2024, de US$ 2.447,96.

Os principais mercados compradores foram Chile, África do Sul, México, Países Baixos e Guiné Equatorial. No comparativo anual, houve queda no volume embarcado para México (-61%), África do Sul (-49,6%), Chile (-27,4%) e Países Baixos (-30%). Apenas a Guiné Equatorial registrou aumento, de 53,9%.

Na receita cambial, também houve retração para Chile (-18,5%), África do Sul (-53,3%), México (-69,2%) e Países Baixos (-22,8%). A Guiné Equatorial se destacou com alta de 66,5% na receita, mesmo com redução no volume importado, o que pode indicar aumento no preço pago por tonelada.





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Poda e adubação de inverno seguem nos vinhedos



Caxias do Sul realiza manejo e controle de pragas da uva




Foto: Arquivo Agrolink

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (7) pela Emater/RS-Ascar, a região administrativa de Caxias do Sul concluiu a poda seca de inverno nos parreirais e realizou tratamentos para o controle da cochonilha-do-tronco. Também segue em andamento a adubação de inverno. Nas áreas com plantas de cobertura de solo, foi feito o acamamento após a aplicação dos insumos.

Na região de Frederico Westphalen, a brotação já começou em variedades como Vênus, Bordô, Niágara Rosada, Niágara Branca, Seyve Villard e Carmem. Segundo o boletim, a poda e a aplicação de cianamida hidrogenada foram iniciadas para promover a quebra da dormência, uma vez que a demanda mínima de horas de frio foi atingida.

Também estão em andamento as aplicações de nitrogênio e fósforo para estimular o desenvolvimento das brotações.





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Semente de alto potencial precisa de tecnologia



“Pequenas modificações na taxa de aplicação por hectare fazem a diferença”



"Pequenas modificações na taxa de aplicação por hectare fazem a diferença"
“Pequenas modificações na taxa de aplicação por hectare fazem a diferença” – Foto: Canva

A produtividade de uma lavoura começa na semente, mas depende de muito mais do que genética. Fatores ambientais como solo, clima e o manejo fitossanitário também são decisivos para o desempenho das culturas. Pensando nisso, a Conceito Agrícola, empresa do Grupo Conceito, desenvolveu a Solução Escudo, um serviço completo de inteligência em tecnologia de aplicação para auxiliar o produtor durante toda a safra.

“Com o diagnóstico técnico e a avaliação de todos esses dados e fatores, conseguimos fazer recomendações personalizadas para cada produtor e realizar ajustes em tempo real. Pequenas modificações na taxa de aplicação por hectare, no posicionamento da barra do pulverizador ou até mesmo pensando nas condições do vento fazem grande diferença nos resultados. Para atingir a principal área da planta, que é o terço inferior, precisamos de gotas menores, principalmente em culturas anuais, como a soja, milho, feijão e sorgo”, afirma Thiago Clemente, especialista em Tecnologia de Aplicação da Conceito Agrícola.

A Solução Escudo também inclui a desinfecção de pulverizadores com escovas rotativas e produtos alcalinos, evitando contaminações cruzadas. Um estudo do Instituto Goiano do Algodão (IGA) mostrou ganho de até 1,15 sacos de soja por hectare com a tecnologia, que ainda contribui para reduzir a tensão superficial da calda, minimizar deriva e espuma e otimizar a emulsificação das misturas no tanque.

Produtores como Lucas Vicente Menegatti, de Rio Verde (GO), relatam economia de insumos e maior rendimento operacional. Com a equipe especializada da Conceito Agrícola, a segurança também é reforçada, e ao final de cada safra é gerado um relatório estratégico com foco em sustentabilidade ambiental e financeira.

 





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