domingo, maio 10, 2026

Autor: Redação

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Esmagamento de soja em MT bate recorde em julho



Em julho de 2025, o esmagamento de soja em Mato Grosso alcançou 1,18 milhão de toneladas, estabelecendo um novo recorde para o mês. O volume representa alta de 3,61% em relação a junho e avanço de 12,70% frente a julho de 2024.

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Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agrícola (Imea), o aumento no volume processado está relacionado à maior demanda por óleo de soja no estado e à retomada das indústrias esmagadoras, após pausas programadas para manutenção no mês anterior.

No acumulado do ano, que corresponde a janeiro a julho, o estado processou 7,90 milhões de toneladas, alta de 3,77% sobre igual período do ano passado. A projeção do Imea indica que, em 2025, o total de soja esmagada no estado deverá atingir 12,99 milhões de toneladas, o que, se confirmado, será um novo recorde para Mato Grosso.

Apesar do volume histórico, a margem bruta de esmagamento das indústrias apresentou queda de 14,93% em relação ao mês anterior, encerrando julho com média de R$ 433,78 por tonelada. A retração reflete a redução nas cotações do farelo de soja e a alta no preço da oleaginosa no estado.

As informações constam no Boletim Semanal do Imea.



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AgroNewsPolítica & Agro

Novo biológico controla largartas difíceis


A empresa AgBiTech Brasil anunciou o lançamento do inseticida biológico Cartugen Max para controle da lagarta Spodoptera frugiperda. O bioinseticida é formulado com baculovírus Spodoptera frugiperda multiplenucleopolyhedrovirus (SfMNPV) na concentração de 404 g/L.

De acordo com a fabricante, o novo produto é uma evolução do antigo inseticida biológico à base de baculovírus “Cartugen”. O lançamento, afirma a AgBiTech Brasil, é resultado de “um intenso programa de melhoria contínua na área de pesquisa, desenvolvimento e produção”.

Segundo o diretor de marketing da AgBiTech Brasil, Pedro Marcellino, em uma série de testes laboratoriais comparativos, o resultado de Cartugen Max se mostrou em média três vezes mais eficiente ante outros produtos à base de baculovírus e Bacillus thurigiensis. 

Cartugen Max, afirma o executivo, apresenta eficácia média de 81% na mortalidade das lagartas, enquanto competidores apresentaram resultados entre 6% e 37%.

Os testes laboratoriais também compararam o lançamento com ingredientes ativos químicos convencionais, como clorantraniliprole, lufenuron e metomil, aplicados na soja em cenários com diferentes populações da ‘Spodoptera’. Os resutlados apontam que Cartugen Max entregou controle de 83% da praga, frente a de 53% a 67% correspondentes aos tradicionais inseticidas.

Ainda de acordo com Marcellino, a recomendação da AgBiTech ao produtor é aplicar Cartugen Max na soja aos primeiros sinais da praga, diante da presença de mariposas, posturas de ovos ou de lagartas pequenas. 

“Para chegar ao melhor resultado, consideramos ideal fazer mais de duas aplicações durante o ciclo da cultura, com objetivo de garantir a inoculação contínua do baculovírus no sistema”, recomenda o diretor de marketing da AgBiTech Brasil. 

O executivo destaca que essa evolução do bioinseticida permitiu à companhia “ampliar a capacidade de atender ao mercado de soja”. Isso porque “muitas vezes o dano gerado pela ‘Spodoptera frugiperda’ na soja é silencioso, pouco visual”. 

“Ela ataca estruturas reprodutivas da planta e pode comprometer a produtividade na faixa de 10% a 20%. Outro fator que contribui para a necessidade de controle dessa lagarta é o fato de ela ter se tornado uma praga de sistema, ou seja, ocorre na safra e na safrinha”, exemplifica Marcellino.

Para Marcellino, garantir o controle eficaz de lagartas na soja permite fazer um manejo mais eficiente na cultura subsequente – seja ela o milho ou mesmo o algodão.

“Cartugen Max possibilita uso de doses menores com alta performance. Mais potente na comparação a outros baculovírus e a ingredientes ativos de matriz química tradicionais para lagartas, como clorantraniliprole, lufenuron e metomil, revela-se uma alternativa altamente competitiva ao sojicultor, com custo por hectare muito atrativo”, conclui o executivo.





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Inflação fecha julho em 0,26%



A conta de luz mais cara pressionou a inflação oficial no mês de julho, fazendo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechar em 0,26%, acima do registrado em maio (0,24%).

O preço dos alimentos, no entanto, caiu pelo segundo mês seguido, ajudando a segurar o índice. Em julho do ano passado, a taxa ficou em 0,38%.

Com os dados divulgados nesta terça-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula 5,23% em 12 meses, fora do centro da meta de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos, ou seja, indo até 4,5%.

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A taxa está acima do teto desde setembro de 2024 (4,42%). Em abril, chegou a 5,53%, o ponto mais alto desde então. No entanto, o patamar alcançado em julho representa um recuo na comparação com os 5,35% no período terminado em junho.

A energia elétrica residencial subiu 3,04% no mês, representando o maior impacto individual no IPCA: 0,12 ponto percentual (p.p.). Esse subitem fez com que o grupo habitação subisse 0,91%, representando impacto de 0,14 p.p.

Bandeira vermelha

A causa principal da alta é a bandeira tarifária vermelha patamar 1, determinada pelo governo para custear usinas termelétricas em tempos de baixa nos reservatórios das hidrelétricas.

A cobrança adicional de R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos começou em junho e foi mantida em julho.

A conta de luz foi pressionado também por reajustes nas contas em São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Como o IPCA é nacional, esses aumentos regionais se refletem no índice.

De acordo com cálculos do gerente da pesquisa, Fernando Gonçalves, sem o efeito da conta de luz, o IPCA fecharia o mês em 0,15%.

De janeiro a julho, a energia elétrica residencial subiu 10,18%, bem acima do IPCA acumulado no período (3,26%).

“É a maior variação para o período janeiro a julho desde 2018, quando o acumulado foi de 13,78%”, assinala Gonçalves.

Alimentos mais baratos

O grupo alimentos e bebidas caiu 0,27% em julho, representando alívio de 0,06 p.p. no IPCA do mês. Essa queda foi a maior desde agosto de 2024 (-0,44%). Desde então, o grupamento teve nove meses seguidos de alta, antes de cair em junho e julho.

A queda em julho foi puxada pela alimentação no domicílio (-0,69%), com destaques para batata-inglesa (-20,27%), cebola (-13,26%) e arroz (-2,89%). Em junho, os alimentos já tinham recuado 0,18%.

De acordo com Gonçalves, se os alimentos não tivessem ficado mais baratos na média, o IPCA de julho seria de 0,41% em vez de 0,26%.

Outros grupos

Dos nove grupos de preços apurados pelo IBGE, três apresentaram deflação (recuo de preços) em julho. Além de alimentos e bebidas, recuaram também vestuário (-0,54%) e comunicação (-0,09%).

Além da habitação, os grupos que tiveram alta foram:

  • artigos de residência: 0,09%;
  • transportes: 0,35%;
  • saúde e cuidados pessoais: 0,45%;
  • despesas pessoais: 0,76%; e
  • educação: 0,02%.

No grupo transportes, a alta foi empurrada pelo preço das passagens aéreas, que subiram 19,92%, por causa de maior procura no mês de férias escolares. Dessa forma, a passagem de avião foi o segundo subitem que mais pressionou a inflação, perdendo apenas para a conta de luz.

Em contrapartida, o grupo transportes teve alívio dos combustíveis, que caíram 0,64%. Foi o quarto mês seguido de recuo. A gasolina, item com mais peso na cesta de consumo das famílias, recuou 0,51% em julho.

Dentro do grupo despesas, a pressão inflacionária veio dos jogos de azar, explicada pelo reajuste de preço das loterias, que subiram 11,17%. Foi o terceiro maior impacto individual no mês.



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Colheita de milho avança 8,5 pontos porcentuais e alcança 83,7% da área



A colheita de milho de inverno no país, referente à safra 2024/25, alcançava, até domingo (10), 83,7% da área, avanço de 8,5 pontos porcentuais em comparação com o domingo anterior. Em relação a igual período da safra 2023/24, quando 94,7% da área havia sido colhida, há atraso de 11 pontos porcentuais. Já em comparação com a média dos últimos cinco anos, de 84,3%, os trabalhos estão atrasados em 0,6 ponto porcentual. As informações foram divulgadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em seu boletim semanal de progresso de safra.

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Ainda quando ao milho de inverno, Mato Grosso, o principal produtor do grão, colheu 99,1% da área. Paraná, 75% e Mato Grosso do Sul, 59%. Os trabalhos já se encerraram no Piauí, Tocantins e Maranhão.

A colheita do milho verão 2024/25, por sua vez, alcançava até domingo 99,9%, avanço de 0,1 ponto porcentual ante o domingo anterior e leve atraso de 0,1 ponto porcentual em relação a igual período da safra 2023/24. Na comparação com a média dos últimos cinco anos, de 100%, há atraso de 0,1 ponto porcentual. Ainda falta terminar a colheita apenas no Maranhão, que contava, até ontem, com 99% da área ceifada.

Já a colheita do algodão 2024/25 atingia até domingo 39% da área plantada, avanço de 9,3 pontos porcentuais em relação aos 29,7% da semana anterior. Na comparação com igual momento da safra passada, quando 55,3% da área havia sido trabalhada, há atraso de 16,3 pontos porcentuais. Em relação à média das últimas cinco safras, de 59,3%, há atraso de 20,3 pontos porcentuais. Mato Grosso, o principal produtor, já retirou dos campos 31,7% da safra. Os trabalhos estão mais adiantados no Piauí, com 81% das lavouras da fibra colhidas, seguido de Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, ambos com 76%.

A semeadura de trigo 2024/25 se encerrou no País. No domingo anterior, 99,6% da área havia sido semeada.

Por fim, a colheita de trigo 2024/25 começou nos Estados de Goiás, com 78% da área colhida, Minas Gerais, com 22%, e Mato Grosso do Sul, com 3%. Bahia, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo ainda não começaram a colher o cereal.



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Impulsionada por maior demanda da China, exportação de carne bovina do MT cresce 31,44% em julho



As exportações de carne bovina do Mato Grosso somaram 89,4 mil toneladas em julho, esse número representa uma aumento de 31,44% no comparativo mensal, sendo o maior volume já enviado pelo estado, segundo informações do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).

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Além disso, o aumento nas exportações, somado ao maior preço médio da carne exportada, que foi de US$ 4.340 por tonelada, resultou em um faturamento de US$ 388,40 milhões em julho. Cabe ressaltar que a maior demanda chinesa foi à responsável pelo aumento nas exportações, que apresentou acréscimo no volume de 31,98% no comparativo mensal.

Na avaliação do Imea, uma vez mantido o comportamento de aumento nas compras no segundo semestre pelos principais importadores da proteína, em especial a China, as exportações se encaminham para um novo recorde no volume anual exportado.



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cotações têm novas baixas em julho



Pressionadas pela demanda ainda enfraquecida, as cotações da tilápia tiveram novas quedas em julho. Isso é o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo o Centro de Pesquisas, além da típica redução do consumo de pescado durante o inverno, indústrias estão com estoques elevados, o que reforçou a baixa procura e o ritmo lento de negócios. 

Há também insegurança por parte de agentes em relação à importação de tilápia do Vietnã e o quanto isso pode prejudicar o mercado interno. Quanto às exportações brasileiras, após três meses de queda, os embarques cresceram em julho, embora o volume ainda tenha ficado abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. 

Apesar de a porcentagem de tilápia embarcada pelo Brasil ser pequena, pesquisadores do Cepea explicam que o aumento pode refletir a tentativa de indústrias venderem o produto antes das taxações impostas pelos Estados Unidos, já que o país é o principal comprador da tilápia exportada.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Apesar do tarifaço, exportações brasileiras aos EUA batem recorde



As exportações brasileiras para os Estados Unidos somaram US$ 23,7 bilhões entre janeiro e julho de 2025, um crescimento de 4,2% sobre o mesmo período de 2024 e o maior valor já registrado para o período, dados da Amcham Brasil. As importações também avançaram, com alta de 12,6%, alcançando US$ 26,0 bilhões.

O resultado ampliou o superávit americano no comércio com o Brasil para US$ 2,3 bilhões no acumulado do ano, uma alta expressiva, de 607,9% frente ao mesmo período de 2024.

Julho recorde antes da tarifa

Em julho, mês em que os EUA já aplicavam a sobretaxa de 10% e anunciaram o aumento para 50% a partir de agosto, as exportações brasileiras atingiram US$ 3,7 bilhões, alta de 3,8% na comparação anual, também um recorde para o mês. A quantidade embarcada subiu 7,3%, refletindo uma possível estratégia de antecipação de vendas para evitar o impacto das novas tarifas. Do lado americano, as importações pelo Brasil cresceram em ritmo mais forte. O aumento no mês foi de 18,2% no mês, atingindo US$ 4,3 bilhões, o segundo maior valor da década.

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Setores em destaque

Entre os dez principais produtos exportados, seis registraram alta em julho, com destaque para:

  • Aeronaves: +159,0%
  • Ferro-gusa: +62,5%
  • Cal e cimento: +46,3%
  • Petróleo: +39,9%
  • Suco de frutas: +32,2%

No acumulado do ano, os maiores avanços vieram de carne bovina (+118,1%), sucos de frutas (+61,7%), café (+34,6%) e aeronaves (+31,7%).

Quedas relevantes

Alguns setores sentiram os efeitos das tarifas e da concorrência internacional:

  • Celulose: -14,8% (pressão de produtos canadenses)
  • Óleos de petróleo: -18,0%
  • Equipamentos de engenharia: -20,8%
  • Semi-acabados de ferro ou aço: -8,0% (queda de 64% só em julho)
  • Açúcar: -49,6% no valor e -51,7% na quantidade, já sob novas tarifas de 50% desde 6 de agosto

Balança comercial

Enquanto o déficit dos EUA no comércio global de bens aumentou 27,8% no 1o semestre, o Brasil segue como um dos poucos países com os quais os americanos mantêm superávit comercial, o quinto maior da lista, que cresceu 57,9% de 2024 para 2025. Ao comparar apenas o mês de junho, por outro lado, o déficit dos EUA diminuiu 8,3%, já demonstrando um possível efeito da aplicação das tarifas recíprocas.

“As exportações brasileiras para os EUA seguem resilientes e em trajetória de crescimento até julho. Nosso compromisso é seguir trabalhando de forma coordenada com os dois governos para preservar esse comércio, que impulsiona empregos e oportunidades em ambos os países, sobretudo diante dos desafios adicionais que o aumento das tarifas trará daqui para frente”, afirma Abrão Neto, presidente da Amcham Brasil.



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importações crescem mas cotações seguem pressionadas



As importações brasileiras de trigo seguiram em alta em julho, com o volume acumulado em 12 meses superando em quase 20% o do período anterior. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Enquanto isso, levantamento do Cepea mostra que as cotações internas do cereal continuam pressionadas, em linha com o observado também no cenário externo. 

Em julho, chegaram ao Brasil 616,91 mil toneladas de trigo, 26,7% a mais que em junho/25, mas 4,3% a menos que em julho/24, conforme dados Secex.

De agosto/24 a julho/25, foram importadas 6,83 milhões de toneladas, quantidade 19,9% maior que a adquirida entre agosto/23 e julho/24.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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preços iniciam agosto em estabilidade



Os preços médios do açúcar cristal negociados no mercado spot paulista iniciaram em agosto praticamente estáveis. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

O Indicador Cepea/Esalq (cor Icumsa de 130 a 180) variou entre R$ 119,00 e R$ 120,00 por saca de 50 kg na primeira semana do mês. Este comportamento é semelhante ao observado na última semana de julho. 

Segundo o instituto, as usinas mantêm-se firmes quanto aos valores pedidos nas negociações para pronta-entrega, especialmente para o cristal de melhor qualidade (Icumsa 150). 

Além disso, a postura dos vendedores tem sido mais restritiva quanto à oferta disponível. Este fato tem contribuído para sustentar os preços. 

Ainda conforme pesquisadores do Cepea, a firmeza observada por parte das unidades produtoras pode estar relacionada ao desempenho das exportações em julho. 

De acordo com dados da Secex, os embarques de açúcar branco (NCM 17019900) com origem em São Paulo, via porto de Santos, totalizaram 230 mil toneladas no mês passado, volume 35,17% superior ao exportado em junho, de 170 mil toneladas.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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apesar do mercado lento, indicadores mantêm estabilidade



Apenas pequenos volumes de etanol hidratado foram negociados no mercado spot paulista na primeira semana de agosto. É isso o que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, esse cenário se deve à demanda enfraquecida por parte das distribuidoras do estado. 

Do lado vendedor, pesquisadores explicam que a postura foi de preços firmes. Esses agentes seguem atentos ao desempenho das produções de etanol e de açúcar na temporada atual.

Entre 4 e 8 de agosto, o Indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado para o estado de São Paulo fechou em R$ 2,6296/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins). Valor que representa alta de 0,22% frente à do período anterior. 

Para o anidro, o Indicador Cepea/Esalq foi de R$ 3,0580/litro, valor líquido de impostos (sem PIS/Cofins). Elevação de 1,95% no mesmo comparativo.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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