quinta-feira, maio 7, 2026

Autor: Redação

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Bolsas sob expectativa de decisão do Fed sobre corte de juros


No morning call desta quinta-feira (28), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o S&P 500 renovou recorde em NY com expectativas de cortes de juros nos EUA.

No Brasil, o Ibovespa superou 139 mil pontos, impulsionado pelo setor financeiro e criação de vagas formais em julho. O dólar recuou a R$ 5,41 e DIs oscilaram após discurso do presidente do BC. Destaque para o IGP-M, reunião do CMN e dados econômicos nos EUA e Japão.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

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Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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TCU vai fiscalizar bancos que utilizam a Moratória da Soja como critério para concessão de crédito



A pedido da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou a fiscalização de bancos que estariam adotando a Moratória da Soja como critério para concessão de crédito a produtores rurais.

A decisão, assinada pelo ministro relator Aroldo Cedraz, estabelece que a fiscalização seja realizada no Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco da Amazônia, podendo, entretanto, ser estendida a outras instituições financeiras.

“Com o objetivo de atender à solicitação em análise, a unidade instrutiva propõe a realização de auditoria de conformidade, nos termos do art. 38, inciso I, da Lei nº 8.443/1992, combinado com o art. 239, inciso II, do Regimento Interno do TCU. Essa auditoria deverá avaliar a aplicação do Plano Safra, dos recursos dos Fundos Constitucionais e do crédito rural com isenção fiscal, diante da possível adoção de critérios externos ligados a entidades privadas não integrantes do Sistema Nacional de Crédito Rural, instituído pela Lei nº 4.829/1965.”, diz trecho da decisão.

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O pedido de fiscalização dos parlamentares se fundamenta no entendimento de que instituições financeiras não podem utilizar acordos comerciais privados, como a Moratória da Soja, para definir a concessão de crédito. Pela legislação brasileira, os critérios devem seguir o Código Florestal.

De acordo com a decisão do TCU, a adesão do Banco do Brasil à Moratória da Soja pode configurar irregularidade, uma vez que se trata de acordo firmado em 2006 entre a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). O acordo inclui regras mais rígidas que a legislação nacional, dificultando o acesso dos produtores ao crédito rural.

Enquanto a Moratória proíbe o plantio de soja em áreas desmatadas no bioma amazônico após julho de 2008, o Código Florestal permite o desmatamento de até 20% da área de uma propriedade rural (respeitadas as especificidades regionais). Os parlamentares argumentam que um acordo privado firmado entre empresas e ONGs estrangeiras não pode se sobrepor à legislação nacional.

Disputa judicial

No dia 18 de agosto, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) concedeu medida cautelar suspendendo imediatamente a Moratória da Soja. O processo teve início a partir de representações da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), da Aprosoja-MT, da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

Apesar das diferenças de argumentação, todas as entidades alegaram que a Moratória configuraria prática ilícita e deveria ser condenada. A CNA, mais recentemente, solicitou providências urgentes, alegando prejuízos concretos aos produtores e apresentando parecer econômico que apontava danos ao setor e ao país. Com base nesses argumentos, o Cade determinou a suspensão do acordo até a conclusão do processo.

No entanto, no dia 25 de agosto, a Abiove obteve na Justiça uma liminar suspendendo os efeitos da decisão do Cade. A entidade argumentou que a medida havia sido tomada de forma monocrática, violando o contraditório, a ampla defesa e o devido processo legal.



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Exportações de carne bovina sobem 34,7% em agosto



Cotações do boi gordo seguem firmes no mercado interno




Foto: Canva

De acordo com a análise divulgada nesta terça-feira (26) no informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria, o mercado do boi gordo apresentou estabilidade nas cotações em São Paulo. A consultoria informou que o dia começou “especulado, porém, parte dos frigoríficos não abriu as compras”. O cenário foi marcado por oferta razoável, escoamento lento da carne e escalas de abate avançando.

Segundo a publicação, as cotações permaneceram estáveis para todas as categorias, com as escalas de abate atendendo, em média, a dez dias no estado.

Em Mato Grosso do Sul, o quadro foi de ofertas reduzidas, com escoamento variando entre razoável e lento. As cotações também se mantiveram estáveis em todas as regiões. As escalas de abate estavam em média em sete dias em Dourados e Campo Grande e em nove dias em Três Lagoas.

Na região Noroeste do Paraná, as ofertas foram consideradas razoáveis e a exportação de carne permaneceu aquecida, o que sustentou os preços. O mercado abriu oferecendo R$ 2,00 a mais por arroba da novilha, com escalas de abate médias de nove dias.

No acumulado até a quarta semana de agosto, as exportações de carne bovina in natura somaram 212,9 mil toneladas, com média diária de 13,3 mil toneladas, crescimento de 34,7% em relação ao mesmo período de 2024. A cotação média da tonelada exportada ficou em US$ 5,6 mil, alta de 26,3% na comparação anual.





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Nigéria e Brasil abrem novas frentes de cooperação


Em evento realizado no Sebrae, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, celebrou o aprofundamento das relações entre Brasil e Nigéria durante a visita do presidente nigeriano, Bola Tinubu. O encontro, segundo Alckmin, evidenciou a diversidade de possibilidades para investimentos e comércio bilateral.

A visita de Tinubu ao Brasil retribui a missão brasileira a Abuja, em junho, que foi liderada por Alckmin a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O vice-presidente destacou que as conversas entre os dois governos resultaram na assinatura de acordos e na abertura de novas frentes de cooperação.

De acordo com Alckmin, a visita trouxe “boas notícias por terra, mar e ar”, em referência às parcerias firmadas em áreas como agropecuária, aviação, transição energética e saúde. O vice-presidente afirmou: “Temos aí uma avenida de possibilidades de trabalho, investimentos e comércio exterior. São dois países irmãos. A Nigéria, uma das maiores economias do continente africano, e o Brasil, a maior da América Latina. Vamos superar o Oceano Atlântico e trabalhar muito juntos em benefício das nossas populações, pois o desenvolvimento é o novo nome da paz”.

Alckmin ressaltou ainda que o comércio exterior entre os dois países cresceu 20% no último ano e apontou que a tendência é de aceleração. O evento contou com a presença de autoridades como o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, o presidente do Sebrae, Décio Lima, o secretário executivo do MDIC, Márcio Elias Rosa, além de ministros e empresários nigerianos.

Na parte da manhã, o presidente Lula recebeu o presidente Bola Tinubu no Palácio do Planalto. Foram anunciados novos acordos em áreas estratégicas e reafirmada a disposição de ampliar o intercâmbio econômico, político, cultural e tecnológico. Para Lula, a visita simboliza um marco na retomada da cooperação. O presidente destacou: “Na última década, o intercâmbio entre Brasil e Nigéria diminuiu drasticamente. De 10 bilhões de dólares em 2014, passamos a 2 bilhões de dólares em 2024. Não foi por acaso. Nos últimos governos, o Brasil se distanciou da África. Duas das maiores economias da América Latina e da África deveriam ter um intercâmbio muito maior”.





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Cooperativa registra faturamento de R$ 2,85 bi no semestre



A cooperativa também detalhou investimentos e obras realizadas



A cooperativa também detalhou investimentos e obras realizadas
A cooperativa também detalhou investimentos e obras realizadas – Foto: Pixabay

A Capal Cooperativa Agroindustrial realizou uma reunião online com seus produtores associados para apresentar o balanço financeiro do primeiro semestre de 2025. O evento, conduzido pelo presidente do Conselho de Administração e pela Diretoria Executiva, permitiu que os cooperados enviassem dúvidas e comentários, reforçando o compromisso da cooperativa com transparência e trabalho colaborativo. Durante a apresentação, também foram discutidos aspectos da conjuntura do agronegócio brasileiro e os desafios enfrentados pelo setor.

Segundo Erik Bosch, presidente da Capal, a cooperativa mantém a estratégia de investimento mesmo em meio a adversidades climáticas e geopolíticas. “Além das condições climáticas e questões geopolíticas mundiais, os desafios aumentaram para todo o setor, e notamos muitos casos de empresas em recuperação judicial no agronegócio. É nesse ambiente que precisamos continuar com as nossas atividades, modernizar nossas fazendas e a cooperativa, não parar de crescer e de investir”, declara.

No primeiro semestre, a Capal alcançou faturamento bruto de R$ 2,85 bilhões e receita líquida de R$ 24,3 milhões, com expectativa de resultados ainda melhores no segundo semestre. A recepção bruta de grãos nas unidades chegou a 606 mil toneladas, com aumento de 15% na soja, totalizando 403 mil toneladas. A produção de leite superou as projeções, com 74,4 milhões de litros comercializados.

A cooperativa também detalhou investimentos e obras realizadas no período, totalizando R$ 57,5 milhões. Entre os projetos estão melhorias e expansões nas unidades de Arapoti, Wenceslau Braz e Santo Antônio da Platina (PR), além de Itararé, Fartura e Taquarituba (SP), reforçando o compromisso com crescimento sustentável e infraestrutura moderna para os cooperados.

 





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Produção de pepino salada em baixa



Plantio a céu aberto deve iniciar no fim de agosto




Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (21), a produção de pepino está na baixa nos municípios de Bom Princípio e São Sebastião do Caí, na região administrativa de Lajeado. A redução foi atribuída ao período de temperaturas mais baixas, o que levou muitos agricultores a iniciarem o preparo dos canteiros para o replantio.

A Emater/RS-Ascar informou que, diante do cenário, os preços seguem elevados. A salada de pepino tem sido comercializada entre R$ 70,00 e R$ 80,00 por caixa de 20 quilos. O pepino japonês apresenta cotação em alta, variando de R$ 115,00 a R$ 130,00 a caixa de 18 quilos. Já o pepino conserva oscila entre R$ 140,00 e R$ 150,00 a caixa de 20 quilos.

A entidade destacou ainda que o plantio a campo, em áreas de céu aberto, está previsto para o final de agosto.





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Colheita de cana-de-açúcar está praticamente concluída em Santa Rosa



Agroindústrias mantêm áreas para garantir produção




Foto: Canva

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (21), a colheita da cana-de-açúcar na região administrativa de Santa Rosa está praticamente finalizada nos 2.256 hectares cultivados. Restam apenas algumas áreas mantidas pelas agroindústrias para assegurar a continuidade da produção.

Segundo a Emater/RS-Ascar, nas lavouras já colhidas a cultura ainda não apresenta brotação significativa. Alguns agricultores optaram por implantar novas áreas com o objetivo de ampliar a produção destinada à alimentação animal.

Além disso, parte dos produtores comercializa melado, que tem sido vendido a R$ 15,00 o quilo. A média recebida pela cana-de-açúcar foi de R$ 135,83 por tonelada.





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Óleo de algodão sobe com demanda de biocombustíveis



Cotação do caroço de algodão recua em Mato Grosso




Foto: Canva

Segundo a análise semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (25), o preço do caroço de algodão disponível em Mato Grosso foi cotado a R$ 905,27 por tonelada, o que representa uma queda de 3,78% em relação à semana anterior e de 12,46% frente ao mesmo período do mês passado.

O instituto explicou que “o movimento é pautado pelo avanço da colheita no estado, de modo que a disponibilidade tem aumentado e, consequentemente, pressionado os preços”.

Por outro lado, o preço do óleo de algodão apresentou valorização de 1,10% no comparativo semanal, alcançando R$ 5.571,43 por tonelada. O Imea destacou que “parte desse incremento é atribuído ao aumento da demanda das indústrias de biocombustíveis, ligado à maior procura de óleo para a produção de biodiesel”.

Dessa forma, o instituto avaliou que, “apesar da tendência de queda nos preços do caroço conforme o avanço da colheita e a maior oferta, o óleo deve continuar encontrando suporte na demanda por parte das indústrias”.





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Projeto de lei quer dar aos estados o controle sobre javalis e bonificar caçadores



Transferir do Ibama para os órgãos de licenciamento e fiscalização estaduais o controle sobre javalis e espécies nocivas. Esse é o cerne de um projeto de lei do deputado Alceu Moreira (MDB).

De acordo com o parlamentar, a atuação da autarquia tem sido fortemente contestada pelo excesso de autuações aplicadas a caçadores profissionais, inviabilizando o manejo da fauna em diversos casos.

“São perseguições arbitrárias de quem, no fundo, não tem nenhum compromisso com a nossa integridade sanitária. Temos que otimizar esse controle, pois é inadmissível que um país como o nosso, que levou anos para consolidar mercados mundo afora, esteja sujeito a fechar fronteiras por febre aftosa ou gripe suína”, afirma o deputado.

Alceu lembra que a Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998) já prevê que o abate de animais declarados nocivos não configura crime, mas que, apesar disso, o Ibama segue cometendo excessos, seja multando os atiradores ou dificultando a emissão de licenças.

A proposta de Moreira conta com o apoio da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e deverá, também, estabelecer condições para consumo, distribuição e comercialização dos produtos e subprodutos resultantes do abate, desde que estejam em conformidade com a legislação sanitária e ambiental dos estados.

Seguno o parlamentar, outra questão que ficará a cargo dos estados é a possibilidade de bonificação aos caçadores credenciados, estimulando a adesão voluntária no manejo de espécies invasoras.

Proliferação de javalis

Originário da Europa e Ásia, o javali chegou ao Brasil a partir da década de 1990, trazido inicialmente para criação comercial e caça esportiva. No entanto, com o tempo, escaparam de cativeiros, se reproduziram sem controle e hoje estão presentes em milhares de municípios, especialmente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

A explosão populacional do animal ameaça lavouras e a biodiversidade. O comentarista do Canal Rural Miguel Daoud lembra que os javalis vivem em bandos e têm alta taxa de reprodução, sendo que uma fêmea pode gerar até 10 filhotes por ninhada.

“Sem os predadores naturais, a população cresce até 150% ao ano. Em pouco tempo, áreas inteiras são devastadas. Eles atacam plantações de milho e sorgo, destroem nascentes, competem com espécies nativas como catetos e queixadas e predam ovos e filhotes de aves silvestres”, destaca.

Embora o javali seja reconhecido como espécie invasora e nociva desde 2013, os critérios para controle e abate ainda são tidos como burocráticos. “A autorização de caça não foi suficiente para reduzir a população e, em alguns casos, favoreceu ainda mais a dispersão”, considera Daoud. “O resultado é um cenário em que produtores sofrem com prejuízos, ambientalistas alertam para perda de biodiversidade e o país fica vulnerável a riscos sanitários graves”, completa.

Para ele, a solução passa por simplificar o processo de controle, incentivar a ação conjunta entre órgãos ambientais, produtores e autoridades policiais, além de adotar tecnologias modernas de monitoramento e erradicação, fatores que o projeto de lei do deputado Alceu Moreira pode ajudar a concretizar.



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Filme “8 Segundos – O Desafio” leva arena de rodeio para as telonas; assista o teaser



O clima da arena de rodeio chegou ao cinema com a pré-estreia de “8 Segundos – O Desafio”, realizada nesta quarta-feira (27), no North Shopping, em Barretos, São Paulo.

A cidade, que é cenário central da trama, recebeu a exibição em uma sessão que também homenageou a 70ª Festa do Peão de Barretos, que segue até este domingo (31).

Participaram da sessão os atores Rafael Cardoso, Letícia Augustin, Robson Nunes, Juliano Laham, Jaedson Bahia e Matheus Sandré, além do diretor Márcio Trigo, que compartilharam com o público a emoção de trazer para as telas uma narrativa inspirada no universo country.

“A ideia de estrear em Barretos é porque o filme foi feito aqui, além de aproveitar a Festa do Peão como um mote. O filme vai levar essa cultura sertaneja e rural para os grandes centros do Brasil e do Mundo”, destaca o diretor, Márcio Trigo.

De acordo com Rafael Cardoso, que interpreta o peão João Donato, a experiência foi especial. “Conhecer o Hospital de Amor, a Festa do Peão, os 70 anos de Barretão e conferir de perto toda essa estrutura é transformador.”, comenta.

Segundo a protagonista do filme, a atriz Letícia Augustin, o longa tem um papel importante para retratar a potência feminina no sertanejo. “A ideia é defender a força da mulher no posicionamento, nos sonhos e também nesse mundo de competições.” conta.

O longa, produzido pela New Cine & TV e distribuído pela Paris Filmes, estreia em 6 de novembro, exclusivamente nos cinemas.

História do filme

O filme acompanha a trajetória de João Donato, campeão internacional de rodeios que, após sofrer um grave acidente, retorna ao Brasil em busca de redenção. Entre antigas rivalidades, amores do passado e o desafio de retomar a carreira, ele reencontra suas raízes no sertão e a força necessária para reconstruir sua vida.

Em paralelo, sua irmã Helena regressa ao Brasil após concluir residência médica nos Estados Unidos. Dividida entre a rotina intensa no Hospital de Amor e o fim de um relacionamento de infância com Heitor (Juliano Laham), ela revive um sonho secreto: seguir os passos do irmão nas arenas de rodeio.

Confira o teaser do filme “8 Segundos – O Desafio” e veja os primeiros destaques da trama ambientada em Barretos, antes da estreia nacional em 6 de novembro.



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