Após o avanço de uma intensa massa de ar polar sobre o Brasil ter derrubado as temperaturas e levado neve para as serras gaúcha e catarinense, o grande destaque agora passa a ser a previsão de geada.
Você quer entender como usar o clima a seu favor?Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.
O fenômeno deve afetar seis estados (veja mapa abaixo) nesta sexta-feira (30) e vem acompanhado de uma queda ainda maior nos termômetros, com possibilidade de novos recordes de frio, conforme previsão da Climatempo.
Foto: Climatempo
Assim, além das cidades com maior altitude, também são esperadas mínimas significativas para algumas capitais: 3°C em Curitiba, 5°C em Campo Grande (MS), 7°C em Porto Alegre (RS) e 9°C em São Paulo.
De acordo com a empresa de climatologia, as condições atmosféricas ideais — céu limpo, vento calmo e ar seco — devem favorecer a formação da geada ampla desde o centro-sul de Mato Grosso do Sul até a Campanha Gaúcha, no extremo sul do país.
“O frio será tão intenso e abrangente que até áreas elevadas da Serra da Mantiqueira, como Campos do Jordão (SP), podem registrar geadas pontuais, especialmente em vales e baixadas das áreas mais altas onde o resfriamento é mais acentuado”, diz a Climatempo, em nota.
Uma carga de 184 toneladas de soja em grãos, precificada em R$ 339.351,20, foi apreendida nessa quarta-feira (28) por fiscais de receitas estaduais da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) do Pará.
O volume estava dividido em quatro caminhões e ia de Tucumã, no sudeste paraense, para Valinhos, no interior de São Paulo.
“Ao verificar os documentos apresentados, constatou-se que o remetente foi desenquadrado do Simples Nacional, sendo, portanto, devido o recolhimento do imposto antecipado na saída do estado”, contou o coordenador da unidade fazendária, Renato Couto.
Com isso, foram lavrados quatro Termos de Apreensão e Depósito (TADs) para a cobrança do imposto no valor total de R$ 57.010,99.
Carga de ração
Foto: Divulgação Sefa
Além da carga de soja, no mesmo dia, a Coordenação de Controle de Mercadorias em Trânsito do Itinga, nordeste paraense, apreendeu oito toneladas de ração, no valor de R$ 84.809,21, procedentes de Hidrolândia, em Goiás, com destino a Belém.
“A mercadoria, sujeita ao regime de substituição tributária, entrou no estado do Pará amparada por inscrição estadual de substituto tributário declarada na nota fiscal, porém, atualmente, a inscrição está suspensa. Foi lavrado Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 20.798,12, referente ao imposto e multa”, relatou o coordenador Rafael Brasil.
Já em Cachoeira do Piriá, nordeste paraense, foram apreendidos, também na quarta-feira, 65 volumes de mercadorias diversas sem recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
“Veículo tipo baú fechado apresentou notas fiscais de mercadorias, e foi solicitado ao motorista a verificação física da carga. Foi constatada a quantidade de 65 volumes de mercadorias para armarinho e 358 unidades de produtos de alumínio para revenda. Estas mercadorias eram destinadas a pessoas físicas, para serem revendidas. Neste caso, de acordo com a legislação, a quantidade caracteriza intuito comercial e, portanto, é obrigatória a inscrição estadual e antecipação do imposto na entrada do estado”, informou o coordenador da ação, Gustavo Bozola.
As mercadorias saíram do Ceará e eram destinadas a cidades do Pará, como Abaetetuba, Castanhal e Belém. “Após a conferência, a carga foi avaliada em R$ 47.634,55 e ficou retida, sendo lavrados cinco Termos de Apreensão e Depósito (TADs), no valor total de R$ 11.029,34″, concluiu o fiscal de receitas estaduais.
A semeadura da safra 2025/26 de soja e milho nos Estados Unidos segue em ritmo acelerado, impulsionada por condições climáticas favoráveis que têm permitido o bom andamento dos trabalhos de campo nas principais regiões produtoras. O início da temporada é considerado bastante positivo, com lavouras se desenvolvendo bem e perspectivas de alta produtividade.
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Segundo análise da Hedgepoint, tanto a soja quanto o milho apresentam avanços superiores aos registrados no mesmo período do ano passado e também acima da média das últimas cinco safras. No caso da soja, os Estados Unidos já avançaram no plantio de 76% da área projetada, conforme o relatório semanal do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) com dados até 25 de maio. Esse ritmo supera tanto o registrado no mesmo período do ano passado (66%) quanto a média dos últimos anos (68%).
Plantio de milho
O milho também apresenta bom desempenho, com 78% da área total plantada até a mesma data, contra 67% no mesmo período do ano anterior e uma média quinquenal de 73%. O cenário atual reforça o potencial produtivo da safra, com expectativas iniciais otimistas por parte do mercado.
Apesar do avanço consistente, a análise aponta que há atenção voltada para a umidade do solo em algumas regiões do oeste e noroeste do cinturão agrícola norte-americano, que se encontram abaixo do ideal. Isso torna a regularidade das chuvas nas próximas semanas um fator-chave para manter o bom ritmo de desenvolvimento das lavouras.
No caso da soja, mesmo com projeções de produtividade recorde, a safra pode ser menor em volume total devido à redução na área plantada nesta temporada. Já para o milho, há expectativa de uma safra ainda mais robusta, com possibilidade de atingir um novo recorde de produção, sustentado pelo aumento de área e pelo bom início do ciclo.
Tempo decisivo para as lavouras
As previsões climáticas para os próximos dias apontam o avanço de frentes úmidas sobre a metade sul do cinturão produtor entre 23 e 29 de maio, o que pode reduzir o ritmo do plantio. A metade norte deverá ter menor umidade nesse período, embora estados localizados a oeste possam registrar chuvas com volumes mais relevantes. Entre os dias 30 de maio e 5 de junho, a umidade tende a se espalhar de forma mais abrangente sobre toda a região, com acumulados mais expressivos novamente na parte sul.
Mesmo com as condições iniciais favoráveis, os meses de junho, julho e agosto serão decisivos para consolidar o desempenho das lavouras e confirmar o potencial produtivo das safras norte-americanas de soja e milho.
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Foto: Divulgação
A colheita de milho da safra 2024/25 na Argentina alcançou 38,80% da área prevista até o dia 21 de maio, segundo análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada na segunda-feira (28), com base em dados da Bolsa de Cereales. O avanço semanal foi de 1,60 ponto percentual, ritmo inferior ao da semana anterior.
De acordo com o relatório, “as enchentes que atingem diversas regiões do país, especialmente o sul e centro da província de Córdoba e o norte de Buenos Aires, dificultaram os trabalhos a campo e limitaram a colheita”. A previsão indica que essas áreas continuarão recebendo chuvas ao longo da semana, mas com menor intensidade.
Apesar das dificuldades, a colheita está 10,60 pontos percentuais à frente do registrado no mesmo período da safra anterior. As áreas já colhidas apresentaram produtividade média de 80,70 sacas por hectare, superando as expectativas iniciais.
A Bolsa de Cereales manteve a estimativa de produção nacional em 49 milhões de toneladas. No entanto, o relatório destaca que “há possibilidade de revisão para baixo nas próximas atualizações, caso se confirmem perdas associadas a fatores climáticos ou fitossanitários”.
Durante audiência pública em Brasília, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia (Faeb), Humberto Miranda, fez um pedido de socorro e cobrou providências das autoridades brasileiras sobre as invasões de terras no Extremo Sul da Bahia. “Nós não viemos aqui pedir providência só não, viemos pedir socorro”, declarou Miranda durante a sessão realizada na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (28).
Promovido pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR), o debate foi motivado por um requerimento da Associação do Agronegócio do Extremo Sul da Bahia (Agronex), conforme informou a Faeb.
Na ocasião, Humberto Miranda falou sobre a atual situação e os impactos econômicos no estado. Segundo ele, o prejuízo estimado ultrapassa R$ 1 bilhão.
“O problema começou nas pequenas propriedades dos nossos produtores rurais, mas adentrou ao comércio, à indústria, aos serviços e ao turismo do nosso estado”, destacou.
Além disso, Miranda aproveitou a ocasião para entregar ao presidente da CAPADR, Evair de Melo, um documento com pontos que a Federação considera prioritários para serem conduzidos pela Comissão.
“Na Bahia, nós já tentamos. Foi colocado tanto pelos produtores quanto pelas lideranças e por nós, da Federação, que todos os ofícios foram enviados às instâncias de governo, mas nada foi feito, a insegurança permanece”, afirmou Miranda.
A audiência realizada nesta quarta-feira contou com a presença de 66 parlamentares, incluindo quatro baianos: Charles Fernandes (PSD), Josias Gomes (PT), Leo Prates (PDT) e Roberta Roma (PL).
Após a abertura feita pelo presidente da Comissão, Evair de Melo, o presidente da Agronex, Mateus Bonfim, exibiu vídeos das invasões de terras ocorridas no Extremo Sul da Bahia.
Em seguida, a presidente da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Joenia Wapichana, fez esclarecimentos sobre a atuação da instituição e concordou quanto à necessidade de regularização fundiária:
“Uma das questões que gera muita tensão é a morosidade da regularização fundiária das terras no sul da Bahia”, afirmou.
Imagem: Reprodução/Câmara dos Deputados
Três produtores rurais baianos que tiveram suas propriedades invadidas também puderam se pronunciar. Emerson Souza dos Santos, Caio Souza dos Santos e José Raimundo Marinho Magalhães relataram os momentos de terror que vivenciaram durante as invasões.
Em seu depoimento, Miranda cobrou o cumprimento da Constituição para os que vivem no campo. “Num país onde hoje se prega a igualdade e a inclusão, os produtores rurais vivem o oposto. Vimos aqui o apelo dos produtores, que ligam para a polícia quando têm suas propriedades invadidas e ouvem que não se pode fazer nada. Queremos que, conforme prevê a Constituição, todos os brasileiros tenham os mesmos direitos”, concluiu.
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Na primeira quinzena de maio, as unidades produtoras da região Centro-Sul processaram 42,32 milhões de toneladas de cana. O valor processado em mesmo período da safra anterior foi de 45,06 milhões, o que representa uma retração de 6,09%.
No acumulado da safra 2025/2026 até 16 de maio, a moagem atingiu 76,71 milhões de toneladas. O número representa uma retração de 20,24% ante as 96,18 milhões de toneladas registradas no mesmo período no ciclo anterior.
As informações partem da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica). Nos primeiros 15 dias de maio, 21 unidades produtoras de cana-de-açúcar reiniciaram as atividades, totalizando 242 unidades produtoras operando na região Centro-Sul.
Desse total, 225 unidades com processamento de cana, dez empresas fabricando etanol a partir do milho e sete usinas flex.
No mesmo período, na safra 24/25, operaram 248 unidades produtoras, sendo 230 unidades com processamento de cana, nove empresas produzindo etanol a partir do milho e nove usinas flex.
Em relação à qualidade da matéria-prima, o nível de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) registrado na primeira quinzena de maio atingiu 116,80 kg de ATR por tonelada de cana-de-açúcar, contra 124,75 kg por tonelada na safra 2024/2025 – variação negativa de 6,37%.
No acumulado da safra, o indicador marca 112,25 kg de ATR por tonelada, índice levemente inferior (5,07%) ao do último ciclo na mesma posição.
Produção de açúcar e etanol
Foto: Mayke Toscano/Gcom-MT
A produção de açúcar nos primeiros quinze dias de maio totalizou 2,41 milhões de toneladas, registrando queda de 6,80% na comparação com a quantidade registrada em igual período na safra 2024/2025 (2,58 milhões de toneladas).
No acumulado desde o início da safra até 16 de maio, a fabricação do adoçante totalizou 3,99 milhões de toneladas, contra 5,16 milhões de toneladas do ciclo anterior (-22,68%).
Na primeira metade de maio, a fabricação de etanol pelas unidades do Centro-Sul atingiu 1,78 bilhão de litros, sendo 1,16 bilhão de litros de etanol hidratado (-8,11%) e 616,78 milhões de litros de etanol anidro (-16,72%).
Dessa forma, no acumulado do atual ciclo agrícola, a fabricação do biocombustível totalizou 3,68 bilhões de litros (-15,39%), sendo 2,60 bilhões de etanol hidratado (-14,72%) e 1,08 bilhão de anidro (-16,98%).
Do total de etanol obtido na primeira quinzena de maio, 20,23% foram fabricados a partir do milho, registrando produção de 359,90 milhões de litros neste ano, contra 296,51 milhões de litros no mesmo período do ciclo 2024/2025 – aumento de 21,38%.
No acumulado desde o início da safra, a produção de etanol de milho atingiu 1,08 bilhão de litros – avanço de 27,79% na comparação com igual período do ano passado.
Os preços de produtos agropecuários básicos, como café e carne bovina, apresentaram aumentos expressivos no Brasil nos últimos 12 meses, de acordo com dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), divulgados em maio pelo IBGE.
O café moído teve alta acumulada de 83,2% no período, liderando o ranking de maiores elevações. O aumento é atribuído a fatores como instabilidades climáticas e flutuações do mercado internacional, que afetam a oferta e os custos da principal commodity agrícola brasileira.
Entre os produtos com maior impacto mensal, a energia elétrica residencial apresentou alta de 1,68%. Já o grupo alimentação e bebidas desacelerou, passando de 1,14% em abril para 0,39% em maio.
No segmento de proteínas, os cortes bovinos populares também encareceram. O acém subiu 28,27%, seguido por alcatra (25,98%), patinho (25,41%), contrafilé (24,17%) e filé-mignon (23,83%). O aumento é reflexo da elevação dos custos de produção e alimentação animal, além da crescente demanda interna e externa.
No setor hortifruti, a tangerina foi destaque com alta de 32,84%, ficando em segundo lugar entre os itens com maior variação de preços. “A inflação, normalmente mensurada pelo IPCA, tem um impacto profundo na vida do consumidor, fazendo com que cada real valha menos do que antes, obrigando todos a repensar prioridades e a se adaptar a um novo cenário econômico em que a estabilidade financeira se torna um objetivo cada vez mais distante”, afirma Fernando Lamounier, educador financeiro e sócio-diretor da Multimarcas Consórcios.
Embora o índice geral de preços tenha registrado variação moderada de 0,36% em maio, os produtos do agronegócio seguem pressionando a inflação dos alimentos. O cenário preocupa produtores, cooperativas e gestores públicos.
Especialistas defendem a necessidade de políticas voltadas à resiliência climática, à adoção de tecnologias no campo e à regulação de mercado, como forma de manter a competitividade do setor e garantir o abastecimento interno.
“Com a crescente preocupação dos consumidores em relação ao aumento dos preços, principalmente de alimentos, é crucial estar atento às futuras oscilações no mercado. Com o aumento do IPCA, o encarecimento de produtos essenciais pode se prolongar. Para enfrentar esse cenário, além de repensar as prioridades de consumo, uma dica prática é criar um fundo de emergência específico para a possível variação com as despesas com alimentação, separando mensalmente uma pequena porcentagem extra da renda para evitar ser pego de surpresa com a alta de preços”, orienta Lamounier.
Após um período de estabilidade, os preços do suíno vivo voltaram a cair nos últimos dias, na maior parte das regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Segundo o instituto, a pressão vem sobretudo do típico enfraquecimento da demanda no fim de mês.
Colaboradores consultados pelo Cepea também apontam que o mercado spot de suíno vivo ficou bastante especulativo, diante dos desdobramentos envolvendo o caso de gripe aviária no Brasil, o que tem dificultado ainda mais a comercialização.
No atacado da carne, os cortes acompanharam o movimento baixista do animal vivo, conforme os levantamentos do Cepea.
De acordo com o centro de pesquisas, o preço do quilo da carcaça suína especial, entregue no atacada da Grande São Paulo, era de R$ 12,38 nesta quarta-feira (28), considerando a média dos últimos cinco dias.
A tendência de queda é acompanhada desde o fim de 2022. No mês de abril de 2025, o Cepea analisou alguns negócios em Mato Grosso sendo realizados a valores acima dos observados em São Paulo.
Ainda assim, na média daquele mês, a diferença entre os preços desses dois estados foi de apenas R$ 9,50 por arroba, com o boi paulista levando a vantagem. Esse foi o menor diferencial desde meados de 2017, quando pesquisadores do Cepea ressaltam que a pecuária tinha outra configuração.
Em abril do ano passado, a arroba do boi gordo em São Paulo estava R$ 22,20 acima do valor da arroba mato-grossense. Já neste mês de maio, dados do Cepea mostram que os preços médios em Mato Grosso estão R$ 12,30 acima dos de São Paulo, considerando o valor da arroba.
O indicador de preços do boi gordo Cepea/B3, que traz a média diária ponderada de preços à vista em São Paulo, mostra um valor de R$ 305,10 para a arroba nesta quarta-feira (28).
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O programa de carbono da Indigo já acumula quase uma megatonelada de impacto climático positivo – Foto: Divulgação
A Indigo anunciou nesta terça-feira uma nova parceria com a Microsoft para acelerar a remoção de carbono do solo. A gigante da tecnologia adquiriu 60.000 créditos de carbono gerados pela quarta e maior “safra de carbono” da Indigo, certificada em abril pelo Climate Action Reserve. A compra expande o acordo anterior, firmado em junho de 2023, quando a Microsoft adquiriu 40.000 créditos.
O programa de carbono da Indigo já acumula quase uma megatonelada de impacto climático positivo, além de evitar o escoamento de mais de 240 bilhões de litros de água superficial. A empresa destina 75% do valor das vendas diretamente aos agricultores, estimulando práticas de agricultura regenerativa em todo os Estados Unidos.
Segundo Dean Banks, CEO da Indigo Ag, a confiança da Microsoft valida a robustez científica e tecnológica do programa, que hoje beneficia mais de 20 milhões de acres em 15 países. O projeto garante que o carbono permaneça no solo por décadas, oferecendo uma solução confiável e de longo prazo.
“Quando a Microsoft, reconhecida como um dos principais impulsionadores do mercado de carbono, investe nos créditos da Indigo, confirma sua confiança na nossa ciência, equipe e tecnologia. Nosso portfólio de biológicos de alta performance e de sustentabilidade já estão presentes em mais de 20 milhões de acres em 15 países, e este acordo reforça a confiança no trabalho árduo dos agricultores para criar um sistema agroalimentar saudável e resiliente”, indica.
Para Brian Marrs, Diretor Sênior da Microsoft, a iniciativa vai além da mitigação climática. Ela promove a resiliência das propriedades rurais, protege bacias hidrográficas e impulsiona o desenvolvimento econômico nas comunidades agrícolas.
“Realizamos uma diligência rigorosa ao escolher projetos para nosso portfólio, e estamos satisfeitos em apoiar este projeto como parte do portfólio mais amplo de soluções de remoção de carbono de alta qualidade da Microsoft. A colaboração busca proteger a segurança econômica do nosso sistema agroalimentar com uma abordagem mensurável e escalável para remoção de carbono baseada na agricultura”, conclui.