sábado, maio 23, 2026

Autor: Redação

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MT segue outros estados e inicia o combate à ferrugem asiática nas lavouras de soja



O estado de Mato Grosso é o próximo a iniciar o vazio sanitário da soja. A medida começa a valer neste domingo (6) e segue até 6 de setembro. Durante esse período de 90 dias, fica proibida a presença de plantas vivas de soja em lavouras e em qualquer área de domínio das propriedades rurais.

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O objetivo é reduzir a presença do fungo Phakopsora pachyrhizi, causador da ferrugem asiática, considerada uma das doenças mais severas que afetam a cultura da soja. A determinação está prevista em normativa do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea) e segue a portaria do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Produtores que descumprirem a norma estão sujeitos a multas. Em caso de dúvidas, é possível buscar orientações diretamente com uma unidade do Indea ou pelos canais de atendimento do órgão.

Safra 24/25 de soja

Na safra 2024/2025, Mato Grosso registrou 14.799 unidades de produção de soja junto ao Indea, com uma área declarada superior a 11,2 milhões de hectares e um total de 8.939 produtores cadastrados.

O vazio sanitário é uma medida fundamental para o controle da ferrugem asiática, pois visa interromper o ciclo do fungo entre as safras. A ação também está alinhada ao Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (PNCFS), que prevê, além do vazio sanitário, o calendário de semeadura, estratégia que busca otimizar o uso de fungicidas e reduzir o risco de resistência do fungo aos produtos químicos.



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Acordo Mercosul-UE deve ser finalizado até março/26, diz Fávaro



O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou nesta quarta-feira (4), em entrevista coletiva, que o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia está avançando “a passos largos” e pode ser concluído até março de 2026, após a tramitação nos parlamentos dos países envolvidos.

Segundo ele, o processo de formalização definitiva segue em curso com apoio do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

“O acordo Mercosul-União Europeia está avançando pela dedicação do presidente Lula”, afirmou Fávaro, ao comentar o estágio atual das tratativas.

De acordo com o ministro, o texto está atualmente em fase de tradução, o que deve ocorrer até julho. “O rito para formalização definitiva caminha a passos largos”, reforçou.

Fávaro destacou que, após a tradução, o documento vai para análise e aprovação dos parlamentos dos países do bloco sul-americano e europeu.

“A expectativa é finalizar o acordo até março de 2026”, disse o ministro. Ele voltou a afirmar que o tratado é uma oportunidade para ampliar mercados para o agronegócio brasileiro, especialmente em um momento em que o país busca diversificar destinos e fortalecer sua presença internacional.



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Coca-Cola paraliza operação por suspeita de contaminação por álcool nas bebidas



A produção e o envase de uma fábrica de bebidas no Ceará foram suspensas temporariamente pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) nessa terça-feira (3).

A suspeita é que um vazamento no sistema de resfriamento da linha de produção tenha contaminado as bebidas da Solar, distribuidora da Coca-Cola, com etanol alimentício.

Em entrevista à imprensa, o ministro da pasta, Carlos Fávaro, ressaltou que, caso seja confirmada a contaminação, a ingestão dos produtos não trazem riscos à saúde. Assim, a paralização tem caráter comercial, uma vez que refrigerantes não contêm álcool.

“A empresa usa o etanol alimentício e água no processo de resfriamento. Se tiver a presença de etanol alimentício [no refrigerante] não pode comercializar. Mas, se por acaso alguém consumir, não vai morrer”, disse o ministro, que ainda completou, brincando: “Se tiver etanol alimentício, aí virou uma Cuba-libre.”

Em nota, o Mapa ressaltou que até o momento não há confirmação da mistura nas bebidas da Solar. Contudo, por precaução, aproximadamente 9 milhões de litros aguardam análise laboratorial. “A medida visa garantir que todos os itens estejam plenamente adequados para o consumo antes de serem comercializados”, diz a nota.

De acordo com o Mapa, a suspensão das atividades será mantida apenas até que a empresa conclua as correções necessárias, já em andamento, e comprove a eliminação de qualquer risco à segurança do processo, o que pode ocorrer ainda nesta quarta-feira (4).

Em nota à imprensa, a Solar informou a que a pausa na produção foi realizada preventivamente. “Estamos conduzindo testes rigorosos para comprovar a total segurança de nossos produtos.”

A nota da companhia prossegue: “A Solar segue rigorosos protocolos de controle sanitário e de qualidade, reafirmando seu compromisso com altos padrões internacionais de produção, segurança alimentar em todas as etapas. Reiteramos que nossos produtos são 100% seguros, sem qualquer risco para os consumidores”, completa.



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AgroNewsPolítica & Agro

licitação da Índia para ureia pode afetar mercado global


A Índia lançou, na última semana, uma nova licitação para importação de Ureia, medida que já era amplamente esperada pelo mercado internacional em razão da aproximação da safra Kharif, período de alta demanda por fertilizantes no país. Segundo o relatório semanal de fertilizantes da consultoria StoneX, o anúncio não surpreendeu investidores e analistas do setor, mas pode reforçar a tendência de firmeza nos preços globais da Ureia.

A Índia é uma das maiores compradoras de fertilizantes nitrogenados no mundo. “Historicamente, durante os períodos de licitação indiana, investidores acompanham atentamente esse evento. Isso porque a possibilidade de que a Índia adquira uma parcela relevante dos estoques disponíveis no mercado global pode gerar pressões altistas, especialmente quando a oferta global já se encontra limitada, como é o caso atualmente, em função de restrições na produção em países como o Egito, onde cortes no fornecimento de gás natural reduziram a produção de nitrogenados”, explica o analista de Inteligência de Mercado da StoneX, Tomás Pernías.

Enquanto isso, o mercado acompanha a situação da China, onde existe a expectativa pela retomada das exportações de ureia. A liberação chinesa poderia exercer pressão de baixa sobre os preços internacionais, dependendo do volume exportado.

As informações do setor apontam que fornecedores chineses já iniciaram o processo de inspeção aduaneira de algumas cargas. A liberação, no entanto, ainda depende de aprovação e desembaraço oficial. “No entanto, há grande incerteza quanto aos prazos e volumes envolvidos e, possivelmente, a oferta chinesa só começará a influenciar o mercado a partir de meados de junho — e, ainda assim, não se sabe com clareza qual será a quantidade efetivamente liberada para exportação”, analisa Pernías.

No Brasil, os efeitos desse cenário são acompanhados de perto por importadores e agricultores. A indefinição ocorre em um momento considerado crítico para o planejamento da safra de verão, que marca o início de decisões estratégicas quanto à aquisição de insumos agrícolas.

“Nesse contexto, a combinação da licitação indiana e das indefinições quanto às exportações chinesas pode aumentar a volatilidade e dificultar a previsibilidade dos preços — justamente quando os produtores brasileiros buscam maior clareza sobre o cenário e os custos dos insumos”, conclui Pernías.





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Arroz atinge menor valor dos últimos três anos



Diferentemente dos últimos dois anos, em 2025 os preços do arroz em casca encerraram maio em queda. No acumulado dos últimos 12 meses, as baixas chegaram a 41%, voltando aos mesmos patamares de maio de 2022. Os dados são do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

Entre maio de 2022 e de 2023, a variação foi positiva em 15% e, de maio de 2023 para maio de 2024, de fortes 45%. Segundo o Cepea, essas altas elevaram a atratividade da cultura, com produtores aumentando a área cultivada. Apesar disso, a demanda por arroz não cresceu na mesma proporção, resultando em excedente e em recuo nas cotações. 

No balanço de maio, os dados do Cepea mostram que a desvalorização do casca foi de 6,92%. O fato desestimulou os negócios no spot, tanto por parte de compradores quanto de vendedores.

Do lado industrial, pesquisadores explicam que a justificativa para a redução nas ofertas de compras está na dificuldade de repassar os preços adiante e manter a competitividade. Assim, produtores resistem à comercialização, argumentando que os valores praticados não cobrem os custos.

O indicador Cepea/Irga demonstra que os valores continuam em baixa em junho. O valor da saca de 50 kg de arroz em casca no Rio Grande do Sul foi cotado a R$ 70,01 nesta terça-feira (3), uma variação negativa de 0,92% dentro do mês.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Safra ‘de outro mundo’? O que fez um estado brasileiro bater o recorde de produtividade de soja em 30 anos



Tecnologia, estratégia e clima favorável. Quando esses três fatores se alinham, o resultado nas lavouras de soja pode ser surpreendente: a maior produtividade dos últimos 30 anos. Em meio a perdas, custos altos e incertezas climáticas em várias regiões do país, a Bahia se destacou, resultado de planejamento certeiro e investimento direcionado.

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O estado da Bahia finalizou a safra de soja 2024/2025 com um desempenho expressivo. Segundo dados consolidados pelo Conselho Técnico da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), a produção atingiu 8,7 milhões de toneladas em uma área plantada de 2,1 milhões de hectares, com produtividade média de 68 sacas por hectare.

O desempenho da soja baiana

Mas o que realmente levou a esse resultado? O presidente da Aprosoja Bahia, Darci Américo, resume bem. “Realmente, esse ano a safra produzida por nós aqui foi ótima. Tivemos uma produtividade muito alta, e as perspectivas para o próximo ano são igualmente boas. Para a gente aqui, a neutralidade climática ou a La Niña impactam positivamente, porque mantêm boas chuvas na região.”

O presidente, que está há 24 anos na Bahia, diz que essa foi a segunda melhor safra de soja da vida dele por lá. E o motivo principal não é mistério: investimento pesado em tecnologia e manejo eficiente. ”Contamos com consultoria técnica, meu sobrinho e meu filho são agrônomos, e buscamos sempre o melhor. Utilizamos tecnologia avançada, nutrição micro e macro, além de foliares. Tivemos condições ideais para uma excelente distribuição de braquiária e milheto, o que deve garantir uma safrinha ótima neste ano.”

Américo também destaca a importância do preparo correto dos solos da região. ”Sem uma boa palhada e manejo adequado do solo, a produtividade cai. Aplicamos as práticas certas para superar esses desafios e, claro, agradeço a Deus pelas chuvas, porque por mais que se faça tudo certo, sem elas não há colheita. Mesmo em períodos mais secos, nosso manejo ajuda a manter a lavoura saudável por mais tempo, e isso faz toda a diferença.”



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governo do DF confirma caso no Zoológico de Brasília



O governo do Distrito Federal informou nesta terça-feira (3) que foi detectado um caso de gripe aviária de alta patogenicidade (IAAP) no Zoológico de Brasília. As amostras foram coletadas no dia 28 de maio, após a notificação de que duas aves haviam morrido no local.

Um pombo e um irerê foram encontrados mortos nas dependências do zoológico. De acordo com o governo do DF, essas aves eram de vida livre, ou seja, não faziam parte do plantel do zoo, mas circulavam pelo local em razão da oferta natural de abrigo, água e alimento. Com a confirmação do foco, o zoológico, que estava fechado temporariamente, permanecerá interditado pelo menos até o dia 12, caso não ocorram novos casos no local.

Após o fechamento do espaço, no último dia 28 de maio, a Secretaria de Agricultura do DF delimitou um raio de três quilômetros ao redor do zoológico e realizou visitas a todas as propriedades rurais com criação de animais.

Equipes técnicas verificaram a saúde das aves e orientaram os produtores sobre sinais clínicos compatíveis com doenças aviárias, reforçando a necessidade de notificação imediata diante de qualquer suspeita.

No mês passado, a gripe aviária foi identificada em uma granja comercial no Brasil. O caso foi registrado em Montenegro (RS) e levou diversos países a suspender a importação de carne de frango produzida no Brasil.



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cotações atingem maior patamar desde 2023



Em maio, o algodão em pluma (pagamento em 8 dias) registrou alta pelo quarto mês consecutivo. É o que mostram os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

Assim, a pluma passou a operar na média de R$ 4,3950 por libra-peso (lp), a maior desde março de 2023 quando o valor foi de R$ 4,8618/lp. Em termos reais, a média é a mais elevada desde março do ano passado, onde o valor foi R$ 4,5881/lp (deflacionado pelo IGP-DI). 

Ainda considerando os dados ajustados pela inflação, a média mensal superou em 2,75% a de abril deste ano e em 6,31% a de maio do ano passado. Segundo o Cepea, as altas foram influenciadas pela posição firme de vendedores que ainda possuem lotes do algodão em pluma, especialmente de qualidade superior. 

Por outro lado, os compradores seguiram adquirindo a pluma de forma pontual, atentos ao desempenho das vendas do varejo. Parte das empresas indicou ter dificuldades na aprovação de lotes e no acordo quanto aos preços. Esse foi contexto que limitou as negociações, conforme análise dos pesquisadores do Cepea.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Café sofre retração nos preços com o avanço da colheita



Os preços do café caíram com certa força em maio, sobretudo na última semana do mês.

Segundo levantamento do Centro de Estudos em Economia Aplicada (Cepea), a pressão esteve atrelada à colheita brasileira da safra 2025/26.

As atividades envolvendo o arábica começaram a ganhar ritmo em maio e as do robusta se intensificaram ao longo do mês. 

O indicador Cepea/Esalq para o café  arábica do tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, operou na média de R$ 2.484,29 por saca de 60 kg em maio. Assim o recuo foi de 1,6% frente ao mês de abril, sendo a menor média desde janeiro de 2025. 

A queda no acumulado do mês foi de 10,71%. Os valores do robusta recuaram em maior intensidade que os do arábica, frente ao avanço da colheita da primeira variedade, de acordo com os dados do Cepea. Além disso, a expectativa de uma safra maior de robusta reforça o movimento de desvalorização. 

Em maio, o indicador Cepea/Esalq do robusta tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, operou na média de R$ 1.394,45 a saca de 60 kg, sendo 7,1% inferior ao mês de abril. No acumulado do mês, a retração foi de significativos 18%.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

Novo inseticida contra greening chega ao mercado


A Albaugh, uma das dez maiores companhias globais do setor de defensivos agrícolas, será destaque na Expocitros 2025, de 3 a 6 de junho, em Cordeirópolis (SP). No principal evento da cadeia citrícola da América Latina, a empresa lança o inseticida Afiado, desenvolvido para o controle do psilídeo-dos-citros, vetor do greening, doença que mais preocupa os produtores atualmente.

Segundo Nelson Azevedo, diretor de marketing da Albaugh, o Afiado amplia o portfólio da empresa para citros, que já conta com soluções consolidadas como o acaricida Braver e o fungicida Recop. A recomendação é iniciar as aplicações do novo inseticida ao identificar os primeiros psilídeos, especialmente na vegetação nova dos pomares.

A formulação líquida do Afiado traz vantagens operacionais, como facilidade de dosagem e menor risco de incompatibilidades físico-químicas. A companhia também destaca o Braver como aliado no manejo dos pomares, oferecendo proteção prolongada e seletividade aos inimigos naturais das pragas.

“Afiado® leva conveniência ao citricultor com sua formulação líquida, mais moderna, mais fácil de dosar, manipular e aplicar, frente a produtos com a mesma composição. Evita também problemas de incompatibilidade físico-química e simplifica a logística de tratamento,” afirma Azevedo.

Com presença global e fábricas próprias em nove países, incluindo o Brasil, a Albaugh reforça sua atuação estratégica na citricultura. Na feira, a equipe técnica estará à disposição para apresentar, além do Afiado, outras soluções do portfólio, como Ariete, Ruler, Preciso xK, Azteca e Joya.

 





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