Ao menos até o final do semestre cotações deverão ser atrativas
Por mais uma semana, as cotações da manga nas praças do Seminário nordestino registraram novos aumentos, consequência da permanência de baixa oferta na região. De fato, nesta semana (12 a 16/05), no Vale do São Francisco (PE/BA), a palmer foi comercializada a R$ 3,27/kg, leve alta de 3%, indicando o sétimo aumento consecutivo. Do mesmo modo, a tommy registrou o sexto avanço no Vale, sendo cotada a R$ 4,20/kg, incremento de 16%. Em Livramento de Nossa Senhora (BA), a palmer, variedade predominante na região, seguiu a mesma tendência, sendo vendida a cerca de R$ 3,36/kg, 12% maior.
O cenário de restrição de oferta já era esperado para o período, uma vez que as floradas referentes às colheitas atuais foram impactadas por ondas de calor que atingem o Semiárido desde o final de 2024, o que tem limitado a produtividade ao longo desse ano. Apesar disso, já há sinais de reversão desse quadro à medida que o segundo semestre se aproxima e as condições climáticas se tornam mais favoráveis à produção. Até lá, ainda é esperada uma oferta reduzida em todas as principais regiões produtoras, o que poderá manter a tendência de alta nos preços, tanto no mercado interno quanto nas exportações.
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O governo do estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, está subsidiando 50% da taxa Selic em financiamentos para tratores. A medida tem como objetivo modernizar a frota agrícola do estado.
O programa Pró-Trator define o teto de 8% para as transações e R$ 50 mil por produtor rural. Assim, são elegíveis tratores novos, de fabricação nacional, com potência máxima de motor de até 125 cv.
Para ampliar a oferta da linha de crédito, foi aberto um chamamento público para credenciar bancos cooperativos como operadores financeiros do Projeto Feap SP – Pró Trator e Implementos.
A data limite para os bancos cooperativos interessados enviarem os documentos necessários e se habilitarem junto ao governo do estado é o dia 9 de junho.
O agro paulista é um dos principais mercados que impulsionam o crescimento do setor de máquinas agrícolas do Brasil. Em 2024, o estado manteve sua posição de líder em vendas de tratores no país, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
De acordo com a associação, o comércio de maquinas agrícolas ultrapassou 7 mil unidades em 2024. Dessa forma, o estado de São Paulo, garantiu uma participação de 21% no mercado nacional.
O Paraná e Rio Grande do Sul ocupam a segunda e a terceira colocações, com 4,9 mil e 4,3 mil máquinas, respectivamente.
As exportações brasileiras de carne de frango — incluindo cortes in natura e produtos processados — alcançaram 393,4 mil toneladas em maio, conforme dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume representa uma queda de 12,9% em relação ao mesmo mês de 2023, quando foram embarcadas 451,6 mil toneladas.
Em termos de receita, o país registrou US$ 741,1 milhões em maio, valor 9,5% menor que o total de US$ 818,7 milhões obtido no mesmo período do ano anterior.
De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o recuo é consequência direta das suspensões aplicadas por cerca de 20 mercados internacionais, entre eles importantes destinos da proteína brasileira. “Mesmo com essas barreiras, os embarques se mantiveram próximos das 400 mil toneladas, indicando que o setor tem conseguido redirecionar a produção para outros mercados, garantindo fluxo no comércio exterior”, avalia Santin.
Ainda assim, o acumulado do ano aponta crescimento. De janeiro a maio, o Brasil exportou 2,256 milhões de toneladas de carne de frango, alta de 4,8% frente ao mesmo período de 2023. Em valores, o setor faturou US$ 4,234 bilhões, aumento de 10,18% na comparação com os cinco primeiros meses do ano passado.
Principais destinos e variações
Entre os países que mais influenciaram o desempenho negativo de maio estão:
China: 35,8 mil toneladas (-28%)
África do Sul: 25,5 mil toneladas (-20,5%)
México: 16,6 mil toneladas (-18,8%)
Por outro lado, as exportações para a União Europeia cresceram 46,2%, com embarques de 24,8 mil toneladas no mês.
“A queda já era projetada, especialmente após a autossuspensão de exportações devido ao foco de influenza aviária. Apesar disso, a rápida resposta do setor e o redirecionamento das cargas demonstram a resiliência e a flexibilidade da cadeia produtiva brasileira”, conclui Santin.
A falta de planejamento financeiro ainda é um dos principais desafios para pequenos empreendedores e produtores rurais. Por isso, muitos tomam decisões sem avaliar o impacto no fluxo de caixa – movimento de entrada e saída de dinheiro ao longo do tempo. Como resultado, enfrentam dificuldades para pagar fornecedores ou expandir o negócio.
Um exemplo de como planejamento e capacitação devem caminhar juntos é Rute Gontijo, produtora rural em Brasília.
“Sempre que preciso implementar ou produzir algo novo, procuro o Sebrae”, afirma a produtora, que mantém essa parceria há 23 anos. Um dos planejamentos essenciais foi a instalação de placas de energia solar na propriedade.
“O Sebrae nos ajudou a desenvolver o projeto conforme nossa demanda, analisando o consumo atual de energia e projetando como ficaria após a instalação das placas. Além disso, tudo foi ajustado para que pudéssemos solicitar crédito para a implementação do sistema solar”, conta Gontijo. Ela decidiu investir na solução sustentável, garantindo maior eficiência e redução de despesas operacionais.
Além do apoio presencial, o Sebrae oferece umaferramenta digital gratuita para auxiliar pequenos negócios na gestão financeira e no acesso a crédito. Assim, de forma simples e intuitiva, proporciona mais autonomia ao empreendedor.
Weniston Abreu, gerente adjunto da unidade de capitalização e serviços financeiros do Sebrae, explica como usar a plataforma e adotar estratégias eficazes de controle financeiro.
“Muitos empreendedores assumem dívidas sem fazer uma análise criteriosa dos recursos que entram e saem do negócio e, por isso, acabam ficando inadimplentes. Por meio da Planejadora Sebrae, de maneira intuitiva, é possível inserir os principais dados financeiros do negócio, fazer simulações de cenários e avaliar os impactos de algumas decisões.”
Weniston Abreu, gerente adjunto da unidade de capitalização e serviços financeiros do Sebrae. Foto: Arquivo Pessoal
Saiba como usar a ‘Planejadora Sebrae’
A plataforma permite inserir dados financeiros para analisar indicadores antes de contratar crédito. Podem utilizar a ferramenta gratuitamente os Microempreendedores individuais (MEIs), microempresas (MEs) e produtores rurais com CNPJ.
“Embora a ‘Planejadora Sebrae’ não substitua um sistema de gestão financeira, ela apoia a tomada de decisões. Entre suas funcionalidades estão projeção de fluxo de caixa, análise de necessidade de capital de giro e indicadores de rentabilidade e lucratividade.”
Depois de fazer o cadastro e inserir os dados solicitados (vendas mensais, custos, despesas e movimentações financeiras), a planejadora poderá realizar cálculos e projeções de cenários indicando o valor ideal da parcela para o contexto financeiro da empresa.
“A planejadora é uma ferramenta de apoio para análise e tomada de decisão a partir dos dados informados pelo usuário”, afirma Abreu.
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O Sebrae é uma das instituições que atuam no Programa Acredita do Governo Federal e a atuação é na orientação e no acesso a recursos por meio das instituições financeiras que operam o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe).
De acordo com Abreu, desde o lançamento do Programa Acredita, o Sebrae já viabilizou cerca de R$ 3 bilhões de crédito por meio do Fampe.
“Qualquer microempreendedor individual (MEI), microempresa (ME), empresa de pequeno porte ou produtor rural com CNPJ e faturamento anual de até R$ 4,8 milhões pode acessar à garantia do Fampe”, finaliza o gerente adjunto de capitalização e serviços financeiros do Sebrae.
Com a publicação do Decreto nº 12.437/25 no Diário Oficial da União, os produtores de cana-de-açúcar passam a ter direito a uma parcela das receitas obtidas com a venda dos Créditos de Descarbonização (CBIOs) gerados pelas usinas e importadoras de combustíveis. Segundo a Agência Senado, a regra garante ao produtor, no mínimo, 60% dessas receitas, podendo chegar a 85% caso ele forneça os dados primários necessários para o cálculo da Nota de Eficiência Energético-Ambiental (NEEA), já descontados os custos de emissão.
De acordo com Daniel Pedroso, Especialista Agronômico da Netafim, esse decreto é um marco para o setor, reconhecendo o papel do produtor na redução das emissões. E a irrigação tem um papel fundamental nesse processo. Estudo conduzido pela Netafim, em parceria com a Fundação ECO+ e o PECEGE, comprovou que a irrigação por gotejamento reduz em até 52% as emissões de CO2 na produção de cana. Enquanto a produção em sequeiro emite 0,161 kg de CO2 por kg de cana, nas áreas irrigadas esse valor cai para 0,077 kg.
Ao inserir esses dados na plataforma RenovaCalc, a NEEA do etanol produzido com cana irrigada atingiu 61,48 (etanol anidro) e 61,13 (etanol hidratado), com redução de até 70% nas emissões. Já a produção em sequeiro ficou com NEEA de 35,28 e 34,93, respectivamente.
Na prática, um produtor com 500 hectares irrigados, considerando o CBIO a R$ 70, pode alcançar até R$ 1,6 milhão em receita. Na mesma área sem irrigação, o valor ficaria em torno de R$ 900 mil. Além de segurança produtiva, a irrigação alia rentabilidade e sustentabilidade, contribuindo diretamente para os compromissos ambientais do Brasil.
“Com base nesses dados, é possível simular a rentabilidade de um produtor. Considerando uma área de 500 hectares irrigados por gotejamento e a participação de 60% nas receitas dos CBIOs, com o crédito comercializado na B3 ao valor de R$ 70,00 por CBIO, o produtor poderia alcançar cerca de R$ 1,6 milhão em receita. Já para a mesma área em sequeiro, a receita ficaria em torno de R$ 900 mil”, afirma.
No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta a expectativa em torno do payroll nos EUA e o impacto nos juros globais. No Brasil, o mercado passou a precificar alta da Selic em junho, diante de sinais de atividade aquecida e ruído fiscal.
A curva de juros avançou, o dólar recuou 1,08% (R$ 5,58) e o Ibovespa caiu 0,56%. No exterior, BCE cortou juros, mas adotou tom cauteloso, e o Nasdaq foi pressionado pela queda da Tesla. Hoje, atenção aos dados de emprego americanos, inflação ao produtor no Brasil e falas do BC.
Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.
No Sul do país, chove em quase todas as áreas. Já no Sudeste, o predomínio é de sol. Contudo, a previsão guarda surpresas para as demais regiões. Veja a previsão para todo o país:
Você quer entender como usar o clima a seu favor?Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.
Sul
A chuva continua presente em boa parte da Região Sul. Destaque para o centro-norte do Rio Grande do Sul, todo o estado de Santa Catarina e o Paraná, onde haverá muita nebulosidade e chuva ao longo do dia. A faixa sul gaúcha será a única área com predomínio de sol ao longo do dia, porém, a sexta deve começar gelada, com geada pontual na Campanha.
Sudeste
O sol predomina na maior parte dao Sudeste. Destaque para Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, que seguem sem previsão de chuva. No estado de São Paulo, o sol predomina, mas há pancadas de chuva na faixa sul e no litoral, causadas pela atuação de um cavado e pela forte circulação de ventos do mar para o continente.
Centro-Oeste
O tempo segue firme na maior parte da região. O sol predomina de forma efetiva em toda a faixa central e leste de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de Goiás e Distrito Federal. Já no oeste de Mato Grosso e no oeste e sul do território sul-mato-grossense, podem ocorrer pancadas isoladas de chuva ao longo do dia.
Nordeste
A chuva persiste na faixa litorânea entre a Bahia e o Rio Grande do Norte, com pancadas de moderada a forte intensidade. Nas demais áreas, o tempo segue firme. Destaque para o oeste baiano, sul do Piauí e sul do Maranhão, onde a umidade relativa do ar fica baixa nos horários mais quentes do dia.
Norte
A chuva continua na forma de pancadas sobre o Acre, Amazonas, Roraima, centro-norte do Pará e Amapá. Alerta para temporais no norte do Amazonas, Roraima e Amapá. Nas demais áreas, o sol predomina sem previsão de chuva.
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Os produtos foram validados em ensaios conduzidos nas safras 2022/23 e 2023/24 – Foto: Divulgação
A Sipcam Nichino, multinacional referência em defensivos agrícolas, oficializou sua entrada no mercado brasileiro de tratamento de sementes com o lançamento da plataforma Seed Pro. O anúncio ocorreu em eventos realizados em Gramado, no Rio Grande do Sul, e em Goiânia, reunindo empresas sementeiras, cooperativas, revendas e produtores, além de especialistas do setor.
A plataforma Seed Pro é composta pelos fungicidas Tiofanil FS e Torino, pelo bioestimulante Abyss, além do polímero Blue 2005 e do pó secante Dry Shine. A proposta combina tecnologia em produtos e serviços especializados, com foco na proteção e no desenvolvimento inicial das sementes de culturas como soja, amendoim, feijão e trigo.
“Fazem parte desse conceito os fungicidas Tiofanil® FS e Torino®, o bioestimulante Abyss®, o polímero Blue 2005 e o pó secante Dry Shine”, explica Monção. Ele antecipa que a Plataforma Seed Pro embute a prestação de serviços ao produtor atrelada a uma estratégia vitoriosa para proteção de sementes de soja e cultivos como amendoim, feijão e trigo
Entre os destaques, Tiofanil FS se apresenta como o primeiro fungicida multissítio à base de clorotalonil desenvolvido exclusivamente para tratamento de sementes. Já Torino possui ação sistêmica e de contato, oferecendo amplo espectro de controle contra doenças que afetam o estabelecimento das lavouras, contribuindo para maior vigor e potencial produtivo.
Os produtos foram validados em ensaios conduzidos nas safras 2022/23 e 2023/24, sob liderança da Embrapa Soja, com 80 testes realizados em parceria com diversas consultorias. A plataforma também inclui o bioestimulante Abyss, que favorece a germinação, o desenvolvimento radicular e a formação de plantas mais uniformes.
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As chuvas, que se estenderam até abril, contrastam com o cenário seco do ano anterior – Foto: Pixabay
O avanço da colheita no Brasil, aliado ao clima favorável, vem pressionando para baixo os preços do café arábica e robusta no mercado interno e externo, segundo análise do Itaú BBA com dados do Cepea. Além disso, houve uma melhora nas estimativas da safra 2025/26, mesmo após os efeitos do veranico registrado em fevereiro.
Após uma recuperação dos preços em abril, puxada pela postergação do tarifaço americano, o mercado voltou a registrar quedas em maio. Em Nova York, o contrato do arábica recuou de pouco mais de USD 4/lp no fim de abril para USD 3,7/lp em 21 de maio, queda de 10,5%. O robusta em Londres seguiu a mesma tendência, negociado próximo de USD 4,9 mil por tonelada. No Brasil, com o câmbio relativamente estável em torno de R$ 5,65 por dólar, os preços no mercado spot acompanharam o movimento internacional: o arábica está na faixa de R$ 2.500 por saca e o conilon em R$ 1.500.
O início da colheita, aliado às revisões para cima nas projeções de safra — inclusive pela Conab — e às boas condições climáticas, contribui para uma perda de sustentação dos preços. As chuvas, que se estenderam até abril, contrastam com o cenário seco do ano anterior, favorecendo as lavouras e abrindo perspectiva positiva para a safra 2026/27, caso o clima continue colaborando.
No campo das exportações, os números seguem robustos. Segundo o Cecafé, foram embarcadas 3,09 milhões de sacas em abril. No acumulado de dez meses, o Brasil já soma 40 milhões de sacas exportadas, indicando que o total do ano-safra pode superar as 44 milhões estimadas pelo USDA. Esse desempenho levanta a possibilidade de que a safra anterior tenha sido maior do que se projetava inicialmente.
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O leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo – Foto: Divulgação
No dia 1º de junho, quando se comemorou o Dia Mundial do leite, a empresa Campo Forte aproveitou a data para reforçar um alerta importante aos produtores e à cadeia leiteira: a qualidade do leite começa no solo.
O leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo, presentes diariamente na mesa de bilhões de pessoas. No entanto, poucos se dão conta de que, para garantir a qualidade do produto que chega à garrafa, é fundamental olhar para a base da produção: a pastagem.
De acordo com a Campo Forte, a saúde do rebanho leiteiro está diretamente ligada à qualidade do solo. Isso porque nutrientes como nitrogênio, fósforo e potássio são essenciais para o desenvolvimento das pastagens, que, por sua vez, impactam diretamente na nutrição dos animais e, consequentemente, na qualidade e na quantidade de leite produzido.
“Você sabia que o leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo? Mas, para garantir qualidade lá na garrafa, é preciso cuidar da base: a pastagem. Se o solo estiver pobre em nutrientes como nitrogênio, fósforo e potássio, a saúde do rebanho é afetada — e isso impacta direto na produção de leite e carne”, ressalta a empresa em publicação nas redes sociais.
A Campo Forte defende a premissa de que solo bem nutrido é sinônimo de leite de alta qualidade. Com foco em soluções para o fortalecimento da fertilidade dos solos, a empresa busca contribuir para uma pecuária mais produtiva, sustentável e eficiente.
No último dia Mundial do Leite, a mensagem da Campo Forte foi clara: cuidar do solo é garantir qualidade na produção, sustentabilidade no processo e alimentos mais saudáveis para toda a população.