sexta-feira, maio 22, 2026

Autor: Redação

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Na sua opinião, qual o tipo mais vantajoso de formalização para o pequeno produtor rural?


Na interatividade da semana, perguntamos: qual dessas formas é mais vantajosa para o pequeno produtor rural formalizar o seu negócio: MEI (Microempreendedor Individual Rural), Cooperativa ou associação e CAF (Cadastro da Agricultura Familiar)?

A enquete com mais de 500 participantes mostrou que 59% consideram a cooperativa ou associação a melhor forma de organização para o pequeno produtor rural. A preferência supera o CAF (23%) e o MEI Rural (18%).

“Ao se unirem, os membros conseguem adquirir insumos em maior volume, negociar melhores preços e reduzir custos”, explica Joaci Medeiros, da Unidade de Competitividade do Sebrae.

Além disso, ao vender em conjunto, os produtores ganham escala e qualidade padronizada, o que atrai supermercados, indústrias e exportadores.

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Outro ponto forte é a possibilidade de agregar valor aos produtos. Muitas cooperativas investem em estruturas como agroindústrias e marcas próprias, o que permite transformar matérias-primas em produtos com maior valor de mercado, como: queijo, polpa ou farinha. Isso abre portas para novos canais de venda, inclusive o mercado internacional.

Joaci também destaca o papel das cooperativas no acesso a políticas públicas: “Elas facilitam a entrada em programas como o PAA e o PNAE, além de crédito, assistência técnica e incentivos governamentais.”

Mais do que ganhos financeiros, cooperativas promovem desenvolvimento local e autonomia. “Fortalecem o senso de identidade coletiva e criam soluções que beneficiam toda a comunidade rural”, conclui o especialista.



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Maio teve chuvas irregulares e onda de frio no país


O mês de maio de 2025 foi marcado por irregularidade nas precipitações e temperaturas extremas em diversas regiões do Brasil. É o que revela a nota técnica “Eventos Extremos”, divulgada nesta sexta-feira (6) pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com análise dos principais fenômenos meteorológicos registrados no país ao longo do mês.

De acordo com o Inmet, nas regiões Norte e Nordeste, as chuvas ocorreram dentro da média, embora com picos elevados no litoral nordestino e na porção noroeste do Amazonas e de Roraima. “Os maiores acumulados foram registrados na porção noroeste da região, nos estados do Amazonas e Roraima com totais superiores a 300 mm, ultrapassando 500 mm na região noroeste do estado de Roraima”, informa o instituto. Cidades como Maceió e Salvador tiveram chuvas até 75% acima da média histórica.

No interior do Nordeste e em quase todo o estado do Tocantins, as precipitações ficaram abaixo do esperado. As regiões Centro-Oeste e Sudeste também apresentaram anomalias negativas. Brasília e Belo Horizonte registraram volumes de chuva 93% e 100% abaixo da média climatológica para o período, respectivamente.

No Centro-Oeste, os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul apresentaram volumes dentro da média, mas em Goiás e no Distrito Federal, houve queda acentuada nas precipitações. Situação semelhante foi observada em partes de São Paulo e Minas Gerais.

Na Região Sul, o Rio Grande do Sul concentrou os maiores volumes, com registros acima de 150 mm em diversas localidades. Já em Santa Catarina e no Paraná, os acumulados ficaram abaixo dos 120 mm.

As temperaturas também chamaram atenção. O mês foi de calor nas regiões Norte e Nordeste, mas os registros não superaram os recordes anteriores. “A exceção foi a cidade de Manaus (AM), que apresentou um leve desvio em relação ao último recorde”, aponta o Inmet.

Já entre os dias 29 e 30 de maio, uma intensa massa de ar frio provocou queda acentuada das temperaturas mínimas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. “No dia 30/05/2025, foram observados valores de temperatura mínima abaixo de 1°C em Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul”, destaca a nota técnica.

Geadas fracas foram registradas em municípios como São José dos Ausentes (0,0°C), Bom Jesus (0,4°C), Cambará do Sul (0,9°C) e Cuarai (0,9°C), no Rio Grande do Sul. Também houve ocorrência de geadas no Paraná, como em Londrina (5,6°C) e Maringá (4,5°C), embora as mínimas não tenham ficado abaixo de 1°C. Em regiões serranas do Sul, houve episódios isolados de neve.

O Inmet também informou que a massa de ar frio teve forte influência na Região Sudeste. Em Rancharia (SP), a mínima foi de 0,7°C e, em Monte Verde (MG), os termômetros chegaram a 0,4°C. No Centro-Oeste, Rio Brilhante (MS) teve mínima de 0,7°C. O mapa de anomalia de temperatura mínima no dia 30 indicou que os efeitos da onda de frio foram mais intensos na Região Sul, mas também se estenderam pelas demais regiões afetadas.





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Nova massa de ar polar deve trazer muito frio para áreas de 12 estados


O frio voltará a ganhar força no Brasil com uma nova massa de ar polar entre os dias 8 e 14 de junho. No entanto, antes disso, pancadas de chuva devem atingir o Centro-Sul do país.

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De acordo com a Climatempo, os acumulados de chuva devem ficar entre 60 e 80 mm em áreas de Mato Grosso, do Paraná e sul de São Paulo. Outras áreas do Sudeste e do Centro-Oeste também podem registrar pancadas de chuva, com volumes menores, mas que podem ultrapassar os 30 mm.

Isso acontece por conta da atuação de uma área de baixa pressão sobre o Paraguai, somada ao forte fluxo de umidade vindo da faixa Norte do país, além da formação de uma nova baixa pressão no litoral entre o Sudeste e o Sul no domingo.

mapa de massa de ar polar - frio temperaturas baixas
Foto: Climatempo

A partir do domingo (8), uma nova massa de ar polar começa a avançar com mais intensidade sobre o Brasil, derrubando as temperaturas em boa parte do país. Assim, deve provocar uma sensação generalizada de frio no Centro-Sul.

O resfriamento será mais acentuado nas áreas em azul escuro, como indicado no mapa acima, com termômetros 5°C ou mais abaixo da média histórica de junho (que já é naturalmente baixa).

Tal condição engloba o Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, norte do Paraná, São Paulo, sul de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Contudo, o frio também atinge áreas mais amplas (azul claro no mapa), com mínimas entre 3°C e 5°C abaixo da média.

“Essa queda será mais perceptível nas madrugadas e nas primeiras horas da manhã entre os dias 8 e 14 de junho”, diz a Climatempo, em nota.



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Avanço da safrinha e pressiona mercado de milho



No Mato Grosso, as chuvas de maio foram decisivas



No Mato Grosso, as chuvas de maio foram decisivas
No Mato Grosso, as chuvas de maio foram decisivas – Foto: USDA

A AgResource Brasil revisou nesta terça-feira (03/06) suas projeções para as safras 2024/25, destacando um avanço expressivo na produtividade do milho safrinha. Segundo o relatório de junho, a produção total de milho no Brasil deve atingir 134,55 milhões de toneladas, um aumento de 8,35 milhões (+6,62%) em relação à estimativa anterior. O principal destaque é a 2ª safra, que subiu de 99,27 para 105,55 milhões de toneladas, impulsionada pelas boas condições climáticas em Mato Grosso e Paraná.

No Mato Grosso, as chuvas de maio foram decisivas para reverter parte dos impactos do estresse hídrico no início do ciclo, permitindo produtividades acima de 117 sacas por hectare. Já no Paraná, o risco recente de geadas foi superado sem danos relevantes, o que consolidou o viés altista da revisão.

Por outro lado, a consultoria afirma que a produção de soja foi mantida em 171,03 milhões de toneladas. O foco segue nas exportações, que somaram 67,12 milhões de toneladas até o fim de maio, alta de 12,9% frente ao mesmo período de 2024. Apenas na última semana de maio, foram embarcadas 2,92 milhões, com expectativa de fechar o mês entre 14,25 e 14,50 milhões de toneladas.

Apesar desse dito avanço produtivo, a AgResource alerta para o cenário de pressão nos preços do milho. A combinação de oferta elevada, câmbio enfraquecido e demanda interna e externa mais lenta tende a gerar um ambiente de acomodação no mercado. Já a soja segue com fundamentos sólidos, sustentada pela forte demanda chinesa e pelo bom desempenho logístico dos portos localizados no Brasil.

 





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Soja sobe em Chicago: Veja o motivo


Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) encerraram esta quinta-feira em alta, impulsionados por um telefonema entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping. Segundo a mídia chinesa, a conversa, solicitada por Trump, reacendeu esperanças de reaproximação comercial entre os dois países, o que animou os mercados agrícolas globais.

O contrato de julho da soja, referência para a safra brasileira, subiu 0,65%, ou 6,75 centavos de dólar por bushel, para US$ 1051,75. Já o contrato de agosto teve alta de 0,77%, ou 7,75 centavos, e fechou cotado a US$ 1046,75. No complexo soja, o farelo permaneceu estável em US$ 297,1 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja recuou 0,34%, encerrando a sessão em US$ 46,65 por libra-peso.

A valorização da soja reflete o alívio temporário nas tensões comerciais. No mês anterior, EUA e China já haviam acordado uma trégua tarifária, com os americanos reduzindo taxas de 145% para 30% sobre diversos produtos chineses. A nova conversa, segundo Trump, foi “excelente” e durou cerca de uma hora e meia.

Apesar do otimismo, o mercado segue cauteloso quanto a um possível acordo antes da colheita norte-americana. De acordo com o USDA, as vendas semanais aumentaram 33% em relação à semana anterior, mas ainda estão 30% abaixo da média das últimas quatro semanas. As vendas da nova safra seguem fracas, com apenas 3.500 toneladas comercializadas, contra 32.800 na semana passada.

Além disso, a abundante oferta da América do Sul também pesa sobre os preços. No Brasil, a safra está plenamente disponível, enquanto na Argentina a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA) informou que a colheita de soja já atingiu 88,7% da área plantada.





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Comercialização de soja segue restrita


A comercialização da soja segue restrita no estado do Rio Grande do Sul, segundo informações da TF Agroeconômica. “Indicações no porto, para entrega maio e pagamento 17/06 na casa de R$ 135,80. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 131,00 Cruz Alta – Pgto. 04/07 – para fábrica R$ 131,00 Passo Fundo – Pgto. começo de julho R$ 131,00 Ijuí – Pgto. 04/07 – para fábrica R$ 131,00 Santa Rosa / São Luiz – Pgto. começo de julho. Preços de pedra, em Panambi, subiram para R$ 119,00”, comenta.

Santa Catarina mantém estabilidade na soja, mas enfrenta desafios logísticos. “Em Santa Catarina, as cotações da soja seguiram estáveis em 5 de junho, refletindo o comportamento cauteloso dos produtores, em linha com a tendência nacional. A comercialização caminha em ritmo lento, com os vendedores aguardando melhores condições de mercado antes de fechar novos negócios. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 133,00”, completa.

Comercialização segue cautelosa no Paraná, apesar dos recordes na exportação de soja. “Em Paranaguá, o preço chegou a R$ 133,69, marcando alta de 0,24%. Em Cascavel, o preço foi 115,47(-3,53%). Em Maringá, o preço foi de R$ 122,37. Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 123,31(-0,14%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$133,99(-0,42%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 130,00”, indica.

Mato Grosso do Sul enfrenta desafios logísticos e estruturais. “Ainda assim, o déficit estrutural enfrentado em nível nacional também impacta o estado, criando gargalos no escoamento e elevando os custos operacionais para produtores, especialmente os mais afastados dos principais polos logísticos. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$119,05 (+0,04%), Campo Grande a R$119,05(+0,04%), Maracaju a R$119,00, Chapadão do Sul a R$112,73(0,02%), Sidrolândia a R$119,00”, informa.

O mercado do Mato Grosso está entre o sucesso produtivo e os desafios logísticos para a próxima safra. “Campo Verde: R$ 116,44(+1,73%). Lucas do Rio Verde: R$ 109,66 (+0,46%), Nova Mutum: R$ 109,66(+0,46%). Primavera do Leste: R$ 116,44(+1,73%). Rondonópolis: R$ 116,44(+1,73%). Sorriso: R$ 109,66(+0,46%)”, conclui.

 





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B3 e Chicago mantêm alta no milho


Segundo a TF Agroeconômica, o milho na B3 encerrou a quinta-feira com valorização pelo terceiro dia seguido, impulsionado pelas cotações em alta na Bolsa de Chicago (CBOT). Mesmo com a queda do dólar, que já acumula perdas de 2,32% desde o início da semana, os contratos futuros de milho avançaram, indicando a força do movimento internacional. 

O vencimento julho/25 fechou em R$ 64,37, com alta diária de R$ 0,37 e semanal de R$ 1,65. Já o contrato julho/26 encerrou a R$ 65,38, subindo R$ 0,10 no dia e R$ 1,66 na semana. O vencimento setembro/25 alcançou R$ 68,95, com ganho de R$ 0,37 no dia e de R$ 1,41 na semana.

Em Chicago, os preços também subiram, segundo as informações, refletindo a preocupação com o atraso no plantio da safra 2024 nos Estados Unidos. O contrato julho subiu 0,17%, fechando em US$ 4,3950 por bushel, enquanto o contrato setembro avançou 0,86%, para US$ 4,3150 por bushel. A lentidão no ritmo do plantio em regiões como Ohio pode levar produtores a optar pela cobertura de solo no lugar do milho, o que contribui para a valorização dos futuros, especialmente os de dezembro, que atingiram o maior patamar em mais de duas semanas.

Apesar do cenário altista, a valorização do real frente ao dólar vem reduzindo a competitividade do milho brasileiro no mercado externo. Esse movimento já começa a se refletir nos prêmios de exportação para setembro, justamente quando a safrinha estará totalmente disponível para embarque. O mercado segue atento ao câmbio e às condições climáticas nos EUA, fatores determinantes para a tendência dos preços nos próximos dias.

 





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Mercado de milho segue travado no Sul e Centro-Oeste


Segundo informações da TF Agroeconômica, o mercado de milho segue estagnado em várias regiões do país, com destaque para o Rio Grande do Sul, onde a liquidez continua baixa. Os produtores mantêm o cereal estocado, aguardando preços mais atrativos, enquanto a indústria de rações enfrenta dificuldades de abastecimento. Mesmo com pequenas liberações por parte de cooperativas, a oferta voltou a cair, e as indicações de compra permanecem estáveis entre R$ 66,00 e R$ 69,00 em municípios como Santa Rosa, Marau e Montenegro.

Em Santa Catarina, apesar de uma safra recorde, o mercado também está travado pela falta de consenso entre produtores e compradores. Os preços pedidos no Planalto Norte e Campos Novos chegam a R$ 85,00/saca, enquanto as ofertas não ultrapassam R$ 80,00. A colheita avança com produtividade histórica de 9.717 kg/ha e previsão de 2,4 milhões de toneladas, mas a distância entre os preços ainda impede retomada nos negócios.

No Paraná, a safrinha começa lentamente, com apenas 3% colhida. O milho disponível tem sido ofertado entre R$ 76,00 e R$ 80,00 nos Campos Gerais, mas a umidade elevada dificulta os trabalhos no campo. A estimativa de produção é de 16,15 milhões de toneladas, podendo alcançar novo recorde estadual. Apesar disso, o mercado continua em compasso de espera, com poucos negócios fechados.

Já no Mato Grosso do Sul, a comercialização segue travada, com a saca cotada entre R$ 53,00 e R$ 57,00. A oferta é limitada e compradores aguardam avanço da colheita, prevista para julho. Problemas pontuais como falhas no estande, pragas e estresse hídrico afetam parte das lavouras, especialmente no sul do estado. Ainda assim, a produção projetada é de 10,2 milhões de toneladas, um aumento de 20,6% em relação ao ciclo anterior.

 





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Uso de bioinsumos e rastreabilidade agropecuária foram destaques do GAFFFF 2025



Carne, muita música, tecnologia, inovação e três painéis simultâneos. Essa foi a tônica do Global Agribusiness Forum (GAFFFF 2025), em São Paulo, que aconteceu entre quinta e sexta-feira (5 e 6) e colocou a sustentabilidade no campo no centro dos debates.

Assim, lançamentos, como a chegada do primeiro bionematicida ao Brasil e a adoção de bioinsumos no país, que cresceu 13% na safra 2024/25, com destaque para o uso na cultura da soja, ganharam destaque.

Mato Grosso lidera a adoção destes produtos provenientes de matéria-prima natural, com 34% do mercado. De acordo com o diretor-presidente da Croplife Brasil, Eduardo Leão, tais insumos, além do apelo sustentável, têm mostrado ganhos expressivos de produtividade a cada ano.

“Não por acaso, hoje 26% de todas as terras com produção no Brasil já utilizam, de alguma forma, esses produtos que controlam pragas, doenças e promovem o crescimento [das culturas].”

Ao contrário de outros países, o Brasil tem utilizado bioinsumos em produção de larga escala. Com o aumento dessa demanda, foi lançado recentemente e debatido no GAFFFF o projeto Bioinsumos do Brasil, que busca posicionar o país como referência global, fortalecendo o mercado e ampliando oportunidades de exportação.

“Iniciamos esse convênio com a Apex [Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos] e estamos com uma perspectiva muito positiva de ampliação das nossas exportações, que já ocorrem, mas que esperamos que cresçam bastante nos próximos anos”, ressalta Leão.

A temática também deve ser destaque na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP 30), que acontece em novembro no Brasil. Em um painel especial no GAFFFF, o governador do Pará, estado que vai sediar a cúpula do clima, Helder Barbalho, falou sobre a preparação para o evento.

Além disso, destacou a importância de conciliar a produção de alimentos com sustentabilidade e apresentou os avanços na rastreabilidade individual do rebanho bovino, medida já adotada no Pará.

“Nós precisamos conciliar produção de alimento com sustentabilidade e a pecuária do estado deve, a partir da integridade produtiva com rastreabilidade individual, garantir que possamos saber a origem da pecuária desde o nascimento até o abate, o que garante para quem consome saber o que está consumindo, sua origem, e quem produz, a indústria da carne, compreender que a sua cadeia produtiva está dentro da legalidade ambiental”, diz o governador.

Segundo ele, o foco central do estado é financiar e apoiar o pequeno produtor, aqueles que tenham até 100 hectares de propriedade, para o atendimento a essas metas.



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Preço da Cesta Básica cai em maio, mas tem alta no acumulado do ano


O preço da cesta básica de alimentos diminuiu em 15 capitais do país no mês de maio, em comparação a abril. As maiores quedas foram registradas no Recife (-2,56%), em Belo Horizonte (-2,50%) e Fortaleza (-2,42%). As duas altas foram registradas em Florianópolis (0,09%) e Belém (0,02%).

Os dados, divulgados nesta sexta-feira (6), são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que pesquisa mensalmente o preço da cesta de alimentos em 17 capitais.

São Paulo foi a capital em que o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior custo: R$ 896,15, seguida de Florianópolis (R$ 858,93), Rio de Janeiro (R$ 847,99) e Porto Alegre (R$ 819,05). Os menores valores foram registrados em Aracaju (R$ 579,54), Salvador (R$ 628,97), Recife (R$ 636,00) e João Pessoa (R$ 636,73).

Nas regiões Norte e Nordeste, a composição da cesta é diferente, geralmente com produtos mais baratos.

Comparando o preço da cesta básica de maio deste ano com a do mesmo mês de 2024, houve alta em 16 das 17 capitais pesquisadas, com variações que oscilaram entre 0,77%, em Natal, e 8,43%, em Vitória. Na capital sergipana, não houve variação.

Variação ao longo do ano

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano (de janeiro a maio), o custo da cesta básica aumentou em todas as capitais pesquisadas, com taxas que oscilaram entre 2,48%, em Campo Grande, e 9,09%, em Belém.

São Paulo registrou a cesta mais cara em maio. Levando em consideração a determinação constitucional de que o salário mínimo deveria ser suficiente para suprir as despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estimou que o valor do salário mínimo necessário, no quinto mês do ano, deveria ser de R$ 7.528,56 ou 4,96 vezes o mínimo reajustado em R$ 1.518.

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Foto: JBS Canada/divulgação

Em maio de 2025, o preço da carne de primeira subiu em 14 das 17 cidades pesquisadas, com destaque para Curitiba (alta de 3,91% em comparação a abril) e Florianópolis (2,68%).

Houve redução de preço em três cidades: São Paulo (-0,82%), Fortaleza (-0,65%) e Porto Alegre (-0,04%).

No acumulado de 12 meses, o preço da carne subiu em todas as 17 capitais pesquisadas. As elevações ficaram entre 7,43%, em Aracaju, e 28,86%, em Brasília.

O preço do quilo do café em pó aumentou em 16 capitais em maio, na comparação com o mês anterior. Destaque para as variações de Aracaju (10,70%), São Paulo (8,49%) e João Pessoa (7,98%).

Houve redução de valor em Goiânia (-1,71%). No acumulado de 12 meses, o preço do café apresentou alta em todas as 17 cidades pesquisadas. As elevações ficaram entre 75,5% (em São Paulo) e 127,89% (em Vitória).

O preço do arroz agulhinha caiu nas 17 capitais pesquisadas. As baixas variaram entre -12,91%, em Vitória, e -1,80%, em Belo Horizonte.

No acumulado de 12 meses, houve, também, diminuição do preço em todas as capitais pesquisadas, com variações entre -29,17%, em Vitória, e -3,57%, em São Paulo.

O preço do tomate também ficou menor nas 17 capitais da pesquisa. As quedas variaram entre -20,85%, em Belo Horizonte, e -1,64%, em Aracaju. No acumulado de 12 meses, apenas Vitória (11,41%) apresentou taxa positiva. Nas demais capitais, o valor caiu, com destaque para João Pessoa (-32,22%), Natal (-27,87%) e Recife (-25,33%).



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