sexta-feira, maio 22, 2026

Autor: Redação

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Preço da arroba do boi gordo tem expectativa de alta graças à China



O mercado físico do boi gordo se depara com predominante acomodação em seus preços, com registros pontuais de negociações acima da referência média.

De acordo com o analista da consuloria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, as indústrias ainda se deparam com escalas de abate encurtadas, posicionadas entre cinco e sete dias úteis na média nacional.

“A aquisição de animais jovens, que cumprem os requisitos de exportação para a China segue complicada, o que pode resultar em elevação dos preços. As exportações permanecem em ótimo nível, e são a grande variável de demanda para a atual temporada”, disse.

Preços médios da arroba do boi gordo

  • São Paulo: R$ 316,33 — ontem: R$ 316,67
  • Goiás: R$ 301,43 — na segunda: R$ 300,54
  • Minas Gerais: R$ 300,29 — estável
  • Mato Grosso do Sul: R$ 313,86 — inalterado
  • Mato Grosso: R$ 311,89 — anteriormente: R$ 310,54

Mercado atacadista

O mercado atacadista segue com preços acomodados para a carne bovina. Para Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela elevação dos preços no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia, motivando a reposição entre atacado e varejo.

“A situação das proteínas concorrentes, em especial da carne de frango ainda é preponderante para o andamento do mercado no curto prazo”, pontuou.

O quarto traseiro segue no patamar de R$ 24,50 por quilo, o dianteiro ainda é cotado a R$ 19,50 por quilo e, por fim, a ponta de agulha continua no patamar de R$ 18,50 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,13%, sendo negociado a R$ 5,5690 para venda e a R$ 5,5670 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5388 e a máxima de R$ 5,5773.



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confira os preços pelo Brasil


O mercado brasileiro de soja registrou preços estáveis nesta terça-feira (10), com fraca movimentação de negócios no dia e prêmios estáveis.

Segundo o consultor de Safras & Mercado Rafael Silveira, o destaque da semana é o relatório de oferta e demanda de junho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a ser divulgado na quinta-feira (12).

“De um lado o comprador está de fora das atividades e tenta preços mais baixos, do outro, o produtor segura a soja, mostrando-se bem capitalizado”, aponta.

Preços médios da soja

  • Passo Fundo (RS): permaneceu em R$ 130
  • Santa Rosa (RS): ficou em R$ 131
  • Porto de Rio Grande: seguiu em R$ 135
  • Cascavel (PR): se manteve em R$ 129
  • Porto de Paranaguá (PR): continuou em R$ 135
  • Rondonópolis (MT): foi indicado em R$ 117
  • Dourados (MS): recuou de R$ 120,50 para R$ 120
  • Rio Verde (GO): permaneceu em R$ 119,50

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira mistos, em dia de muita volatilidade.

Segundo Silveira, o clima favorável ao desenvolvimento das lavouras norte-americanas limitou qualquer reação mais consistente, mesmo com o otimismo do mercado com as conversas comerciais entre China e Estados Unidos.

Expectativas para o relatório do USDA

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá, no seu relatório de junho, indicar um pequeno corte na produção de soja norte-americana em 2025/26. Os estoques, no entanto, devem ser revisados para cima. 
Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra norte-americana em 2025/26 deverá ficar em 4,338 bilhões de bushels, contra 4,340 bilhões previstos em maio.

Para os estoques de passagem, a previsão é de um número de 302 milhões de bushels para 2025/26, contra 295 milhões projetados em maio. Para 2024/25, a aposta é de um aumento, passando dos 350 milhões indicados em maio para 352 milhões de bushels.

A estimativa é que o órgão eleve a estimativa para a safra do Brasil em 2024/25 de 169 milhões para 169,2 milhões de toneladas. Já a estimativa para a Argentina deverá ser mantida em 49 milhões de toneladas.

Contratos futuros da soja

soja preço cotação pib Chicago dólarsoja preço cotação pib Chicago dólar

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 1,75 centavo de dólar ou 0,16% a US$ 10,57 3/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,31 1/4 por bushel, ganho de 0,50 centavo ou 0,04%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 0,40, ou 0,13%, a US$ 295,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 47,79 centavos de dólar, com ganho de 0,41 centavo ou 0,86%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,13%, sendo negociado a R$ 5,5690 para venda e a R$ 5,5670 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5388 e a máxima de R$ 5,5773.



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Empada de milho com queijo coalho e brigadeiro com rapadura: surpreenda na quermesse



O Dia de Santo Antônio é nesta sexta-feira (13), o de São João é comemorado em 24 de junho e, por fim, São Pedro tem as festividades no dia 29. Os três remetem à fé católica e, também, à festa típica mais gostosa do ano: as quermesses.

Como todos sabem, o agro está presente em cada pedacinho dessa comemoração, afinal, sem milho não há canjica ou pipoca, sem amendoim não existe paçoca e sem uva não tem vinho quente, apenas para citar alguns exemplos.

No entanto, até mesmo o que já é muito bom pode, vez ou outra, ganhar novas abordagens. Por isso, separamos duas receitas com a cara desse período do ano, mas com novas abordagens. Aprenda a fazer uma deliciosa empada de milho com queijo coalho e um surpreendente brigadeiro de paçoca com rapadura e flor de sal.

Empada

Ingredientes

Para a massa:

  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 100 g de manteiga gelada (em cubos)
  • 1 colher (sopa) de água gelada (se necessário)

Para o recheio:



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Patas de animais com risco de introdução de aftosa no país são barradas em aeroporto



Três patas com cascos fendidos – possivelmente de caprinos – foram interceptadas pelo serviço de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, na última quinta-feira (5). A carga vinha de um voo da África e a mala estava desacompanhada.

A apreensão chamou atenção das autoridades em um momento em que o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) acaba de receber, na França, a certificação de país livre de febre aftosa sem vacinação, conferida pela Organização Mundial de Saúde Animal (Omsa).

De acordo com o Vigiagro de Guarulhos, a ocorrência comprova a importância da vigilância agropecuária brasileira, já que a introdução de microrganismos junto com o material encontrado poderia colocar em risco o rebanho nacional.

Isso porque alguns países da África não possuem o status de livre de febre aftosa reconhecido oficialmente pela entidade e enfrentam desafios no controle e erradicação da doença.

“Devido à ausência desse reconhecimento de áreas livres da doença, as exportações de produtos de origem animal desses países enfrentam restrições sanitárias em diversos mercados internacionais”, diz o Mapa, em nota.

Falta de rastreabilidade

Além do risco de introdução da febre aftosa, o Ministério informa que produtos como as patas apreendidas podem veicular outras doenças infecciosas de interesse pecuário.

Assim, como não havia qualquer identificação, não é possível determinar a origem, os tratamentos sanitários realizados ou o status sanitário do rebanho de onde vieram os animais.

O Mapa ressalta que a importação de animais, material genético e de produtos de origem animal não comestíveis somente pode ser realizada com o cumprimento dos requisitos sanitários definidos pelo Departamento de Saúde Animal (DSA) e acompanhada de Certificado Veterinário Internacional previamente acordado pelo DSA com os serviços veterinários oficiais dos países exportadores.

Ainda segundo o Vigiagro, o material apreendido não tinha nenhum cuidado na manutenção ou transporte. Esse tipo de produto não pode entrar no país sem a expressa autorização do Mapa.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja tem produtividade abaixo do esperado


No Rio Grande do Sul, a produção de soja encerra a safra 2024/2025 com forte queda na produtividade, segundo dados divulgados pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (5). A área plantada foi estimada em 6.770.405 hectares, com produtividade média de 1.957 quilos por hectare — resultado 38,43% inferior aos 3.179 kg/ha projetados inicialmente.

Em diversas regiões do estado, o clima dificultou o avanço da colheita e comprometeu os rendimentos. Na região administrativa de Bagé, a sequência de dias chuvosos impediu a conclusão da colheita nas poucas áreas ainda em campo. A expectativa é que essas lavouras sejam colhidas com a previsão de tempo firme para a primeira semana de junho.

No município de Dom Pedrito, onde historicamente as várzeas apresentam bons resultados em anos de La Niña, os rendimentos ficaram abaixo do esperado. “Dos 165 mil hectares plantados, cerca de 40 mil estavam em várzeas. Mesmo assim, a média foi de apenas 1.860 kg/ha, somando áreas baixas e de coxilhas”, informou o boletim.

Na Campanha, o cenário econômico dos produtores deve limitar o uso imediato do solo. Com recursos escassos, muitos agricultores não têm condições de investir no cultivo de inverno ou na aquisição de animais para engorda em pastagens. A tendência é de que parte das áreas permaneça em pousio até a próxima safra de verão.

Na região de Caxias do Sul, parte das áreas colhidas está em repouso, enquanto outros produtores já iniciaram o plantio de culturas de cobertura e pastagens de inverno. Em Ijuí, a colheita avançou lentamente, com solo ainda úmido, mas sem danos aos grãos até o momento.

Já na regional de Pelotas, as chuvas entre os dias 26 e 29 de maio suspenderam os trabalhos no campo, que só foram retomados no fim da semana com a chegada do tempo seco, permitindo a conclusão da colheita.

Na região de Santa Rosa, os trabalhos de campo foram encerrados e os produtores se dedicam agora às atividades pós-colheita.





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Exportações de soja avançam e tendência de recorde se confirma



O complexo soja foi o destaque do programa AgroExport desta terça-feira (10). Os dados mais recentes mostram que as exportações brasileiras do grão, do farelo e do óleo de soja seguem em alta entre janeiro e maio, reforçando a tendência de novo recorde em 2025.

A força da agroindústria nacional se reflete na exportação de soja em grão e também na retomada das vendas externas de farelo e óleo, mostrando um novo ciclo agroindustrial puxado pela oleaginosa.

Soja em grão: ritmo acelerado

As exportações de soja em grão bateram novo recorde para o período de janeiro a maio: foram 51,5 milhões de toneladas embarcadas em 2025, superando as 50,2 milhões de toneladas registradas no mesmo período de 2024. O crescimento em relação a 2021 é ainda mais expressivo, um avanço de 11% em cinco anos, partindo de 46,5 milhões de toneladas.

O Brasil se consolida como líder global na exportação da soja em grão, impulsionado por uma colheita robusta e pela forte demanda externa.

Farelo de soja: Brasil desafia liderança argentina

Outro destaque é o farelo de soja. O país exportou 9,64 milhões de toneladas nos primeiros cinco meses de 2025, contra 9,37 milhões no mesmo período de 2024. Em um recorte de cinco anos, o volume embarcado cresceu 51% de janeiro a maio, sinal de avanço consistente.

O Brasil vem disputando espaço com a Argentina, tradicional líder global na exportação de farelo. Em 2022, os brasileiros superaram os argentinos, favorecidos por uma quebra climática na safra do país vizinho. A expectativa era que a Argentina retomasse sua posição, o que não aconteceu. Agora, com uma produção estável e crescente, o Brasil se posiciona como um fornecedor confiável e com capacidade industrial para esmagamento.

Essa força agroindustrial mostra que o país pode, de forma orgânica e consistente, tomar a dianteira no mercado internacional de farelo de soja.

Óleo de soja: retomada após recuo

As exportações de óleo de soja também apontam recuperação. Em 2025, o Brasil exportou 0,65 milhão de toneladas entre janeiro e maio. Embora não seja um recorde, representa um crescimento importante após a queda em 2024, influenciada pela guerra na Ucrânia.

O pico foi em 2022, com 2,6 milhões de toneladas exportadas. Ainda não se vislumbra a repetição desse desempenho, mas o crescimento atual é visto como uma retomada sustentável.

Complexo

Somando os embarques de soja em grão, farelo e óleo, o Brasil exportou 60,05 milhões de toneladas de janeiro a maio de 2025. O farelo lidera a puxada das exportações no ano, mas todos os segmentos contribuíram para o bom desempenho.

A meta é superar os recordes históricos. No grão, o recorde é de 101,8 milhões de toneladas exportadas em 2023, e a expectativa é alcançar 105 milhões em 2025. Para o farelo, o maior volume foi de 23,1 milhões de toneladas em 2024, e a projeção é atingir 25 milhões, consolidando o Brasil como novo líder global. Já no óleo, o objetivo é ultrapassar o resultado de 2021, quando foram embarcadas 1,65 milhão de toneladas.

Uma nova era para a agroindústria brasileira

Os dados reforçam que o Brasil vive um novo ciclo agroindustrial, ancorado na força da soja. Mais do que grãos, o país está exportando valor agregado, e isso se reflete na consolidação de sua presença global em todos os segmentos do complexo soja.



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Tributação de LCA deve impactar competitividade do setor, diz Abag



A Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) publicou nota em que manifesta preocupação com a proposta do governo de instituir uma alíquota de 5% de imposto sobre as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), assim como taxar o Fundo de Investimento em Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) e demais títulos privados.

A medida, apresentada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, após reunião com parlamentares no domingo (8), visa substituir a alta do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) por compensações de taxação também de apostas eletrônicas (bets) e outras medidas sobre o sistema financeiro.

Para a Abag, a medida em relação ao agro, se confirmada, deve comprometer uma das principais fontes de financiamento privado a um dos maiores setores da economia brasileira – que representa um quarto do PIB e 26% dos empregos –, afetando diretamente a competitividade, a previsibilidade e a segurança financeira dos produtores rurais e das cadeias produtivas como um todo.

“As LCAs têm sido fundamentais para direcionar recursos de mercado ao agronegócio, com baixo risco e estímulo ao investimento de longo prazo. A possível tributação pode desestimular as aplicações, encarecer o crédito para o campo e impactar os custos de produção, com reflexos negativos para toda a sociedade, pressionando a inflação e aumentando o preço dos alimentos”, diz a nota da Abag.

A Associação destaca a importância de um diálogo construtivo entre governo, setor produtivo e mercado financeiro para que eventuais mudanças tributárias não comprometam os mecanismos que equilibram o crescimento sustentável e a segurança alimentar e energética do país.

O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), também criticou a proposta. “Eles (governo) sabem que (o Congresso) não tem como aceitar isso, sabem que isso é prejudicial para o setor que carrega a nossa economia. Não vamos nos calar”, afirmou.



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85% dos produtores de soja e milho cumprem exigências para crédito rural



Um mapeamento divulgado nesta terça-feira (10) indica que 85% dos produtores rurais que cultivam soja e milho no Centro-Oeste do Brasil atendem aos critérios necessários para obtenção de crédito rural.

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O estudo, conduzido pela Serasa Experian, avaliou 166,1 mil imóveis com base em informações coletadas ao longo dos últimos cinco anos e divulgadas no dia 10 de junho de 2025.

A análise considerou aspectos financeiros, sociais e ambientais exigidos pelo Manual de Crédito Rural (MCR), identificando produtores que não possuem pendências como embargos ambientais, histórico de trabalho escravo ou sobreposição com áreas protegidas, como terras indígenas e unidades de conservação. Também foi levado em conta o risco de inadimplência.

Apenas 15% das propriedades analisadas foram consideradas não aptas a receber financiamentos conforme os critérios vigentes. Os dados foram obtidos a partir do cruzamento de informações de 20 plataformas públicas e privadas, incluindo análises georreferenciadas e imagens de satélite.

Dentro do grupo de produtores com avaliação positiva, 48% foram classificadas como de baixo risco e sem qualquer tipo de alerta socioambiental. Outros 37% demandam uma análise mais criteriosa antes da liberação de crédito.

Desempenho dos produtores da região

Entre os estados analisados, Goiás apresentou o melhor desempenho, com 58,1% das propriedades aprovadas e apenas 8,1% reprovadas. Em Mato Grosso do Sul, 48% foram aprovadas, 9,4% reprovadas e 42,6% seguem em avaliação.

No Distrito Federal, 19,9% foram reprovadas e 80,1% estão em análise. Já o Mato Grosso teve o maior índice de reprovação, com 26,1% das propriedades não conformes e apenas 36,9% aprovadas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preços futuros do açúcar recuam com previsão positiva de safra na Ásia



Açúcar branco fecha misto em Londres




Foto: Pixabay

Segundo dados divulgados pela União Nacional da Bioenergia (Udop) nesta segunda-feira (09), os contratos futuros de açúcar registraram nova queda nas bolsas internacionais na sexta-feira (6), refletindo as melhores projeções para a safra asiática. A antecipação das monções favorece os campos produtores na Índia, Tailândia e China, contribuindo para a pressão nos preços.

Na ICE Futures de Nova York, quase todos os contratos de açúcar bruto fecharam em baixa. O vencimento para julho de 2025 caiu 8 pontos, sendo negociado a 16,49 centavos de dólar por libra-peso. O contrato com entrega prevista para outubro de 2025 também recuou, encerrando o pregão cotado a 16,86 centavos por libra-peso, com queda de 2 pontos. Apenas o contrato de março de 2026 permaneceu estável.

Em Londres, na ICE Europe, o açúcar branco apresentou variação mista. O contrato com vencimento em agosto de 2025 registrou alta de US$ 1,90, sendo negociado a US$ 465,20 por tonelada. Já o contrato para dezembro do mesmo ano recuou US$ 0,20, cotado a US$ 463,90 por tonelada.

No mercado doméstico, o açúcar cristal teve leve valorização. Segundo o Indicador Cepea/Esalq da USP, a saca de 50 quilos foi comercializada a R$ 131,80, alta de 0,30% em relação ao dia anterior.





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Exportações de ovos crescem 295,8% em maio



As exportações brasileiras de ovos (incluindo in natura e processados) totalizaram 5.358 toneladas em maio, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

O número supera em 295,8% o total embarcado no mesmo período do ano passado, com 1.354 toneladas.

De acordo com a entidade, a receita dos embarques em maio acumula alta de 356,2%, com US$ 13,756 milhões registrados no quinto mês deste ano contra US$ 3,015 milhões no mesmo período do ano passado.

Embarques de ovos no ano

No ano (janeiro a maio), as exportações de ovos totalizaram 18.357 toneladas, volume 165,6% maior em relação às 6.912 toneladas exportadas no mesmo período do ano passado.

Em receita, a alta nos cinco primeiros meses do ano chegou a US$ 42,100 milhões, saldo 195,8% maior em relação ao registrado no ano anterior, com US$ 14,235 milhões.

Os embarques para os Estados Unidos – principal destino das exportações – cresceram 996% entre janeiro e maio deste ano, totalizando 9.735 toneladas. Em seguida estão:

  • Chile: 2.354 toneladas (+10,8%);
  • Emirados Árabes Unidos: 1.422 toneladas (-13,8%);
  • Japão: 1.422 toneladas (160,9%); e
  • México: 1.050 toneladas (sem período comparativo).

No comparativo mensal (maio 2025 x maio 2024), os Estados Unidos registraram crescimento de 1.384%, com 4.166 toneladas exportadas. Foi seguido pelo Chile, com 534 toneladas (-22,3%), México, com 232 toneladas (sem período comparativo), Japão, com 205 toneladas (+132,7%) e Angola, com 102 toneladas (sem período comparativo).

“O setor de ovos tem acumulado forte alta em exportações em meio a uma reconfiguração do fluxo de embarques que agora passa a ter Estados Unidos, Japão e México entre os principais destinos dos produtos. Mesmo com as suspensões decorrentes do foco pontual de Influenza Aviária, as vendas seguiram em ritmo elevado, demonstrando a confiança dos mercados na biosseguridade brasileira”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.



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