quinta-feira, maio 21, 2026

Autor: Redação

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Inverno no RS terá geadas, frio intenso e… mais chuva! Veja previsão



O inverno de 2025 no Rio Grande do Sul será marcado por geadas, nevoeiros, frio intenso e chuvas regulares. A previsão é de uma estação típica, sem influência de El Niño ou La Niña, com avanço de frentes frias e massas de ar polar que devem provocar queda nas temperaturas em várias regiões do estado. Há também possibilidade de neve em pontos isolados.

A estação começa às 23h42 desta sexta-feira (20) e se estende até às 15h19 do dia 22 de setembro.

Segundo Flávio Varone, meteorologista da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) e coordenador do Sistema de Monitoramento e Alertas Agroclimáticos (Simagro-RS), o período deve seguir dentro da normalidade climática para o estado.

Segundo Varone, não há previsão de atuação de fenômenos globais como El Niño ou La Niña entre julho e setembro. “A tendência é de um segundo semestre dentro da normalidade, um inverno típico do Rio Grande do Sul”, afirma.

Chuva favorece culturas e reservatórios

O modelo regional do Simagro aponta que julho terá chuvas próximas da média histórica em todo o estado. Essa condição deve beneficiar as culturas de inverno, como trigo, canola, aveia e cevada.

Para agosto, a previsão indica volumes de chuva acima da média em grande parte do território gaúcho, o que pode contribuir para a recuperação dos reservatórios na Fronteira Oeste e na Campanha, áreas afetadas pela estiagem do verão. Já na faixa Norte, a expectativa é de chuvas ligeiramente abaixo da média, sem impacto expressivo.

Em setembro, os volumes de chuva tendem a diminuir. “A gente espera precipitações abaixo da normalidade para praticamente todo o estado”, destaca o meteorologista.

Frio mais intenso na metade Oeste

As temperaturas médias de julho e agosto devem ficar abaixo da média em regiões como Fronteira Oeste, Missões e parte da Campanha. Já no Litoral gaúcho, os termômetros devem registrar valores mais próximos da normalidade, com possibilidade de ligeiro aquecimento em alguns pontos.

Em setembro, o frio deve predominar. A tendência é de temperaturas abaixo da média em todo o estado, com destaque para a metade Oeste e Campanha. Regiões do Leste, tradicionalmente mais amenas, devem ter temperaturas próximas ou ligeiramente abaixo da média histórica.

A previsão do Simagro reforça a importância de monitoramento constante para as atividades agropecuárias durante a estação, especialmente diante do risco de geadas e variações térmicas que podem impactar o desenvolvimento das lavouras de inverno.



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Previsão do tempo indica mais chuva volumosa no RS hoje; veja áreas



O tempo continua instável na região Sul, com previsão de tempestades (chuva volumosa e trovoadas) no litoral sul do Rio Grande do Sul, e também na Campanha, vale e serra do estado.

Segundo a Climatempo, nas demais áreas gaúchas, a chuva chega em forma de pancadas moderadas a fortes. No litoral do estado, as rajadas de vento podem variar entre 51 e 70 km/h.

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu alertas para condições de atenção em diversas áreas do estado. Nas região de Palmares e Cidreira, o infomativo indica condição de atenção para chuva persistente e raios, com risco moderado de alagamentos.

Também há alerta para as mesmas condições na região de Camaquã, Don Feliciano e São Lourenço do Sul. Também há alertas para Encruzilhada do Sul, Pelotas e Rio Grande.

Em Santa Catarina e no Paraná, a frente fria associa-se ao sistema e intensifica as chuvas, com alerta para temporais na faixa central e no sudeste catarinense.

Impactos da chuva no Rio Grande do Sul

  • Confira abaixo as informações sobre as consequências das fortes chuvas enfrentadas no Rio Grande do Sul, de acordo com o boletim mais atual sobre a situação, divulgado às 9h07 desta sexta-feira:

    Municípios afetados: 98

  • Pessoas em abrigos: 2005
  • Pessoas desalojadas: 4011
  • Pessoas desaparecidas: 1
  • Óbitos confirmados: 3
  • Pessoas resgatadas*: 552
  • Animais resgatados*: 125
  • Município com decreto de estado de calamidade pública: 1
    Jaguari
  • Municípios com decreto de situação de emergência: 8
    Dona Francisca
    Cerro Branco
    Agudo
    Nova Palma
    Cruzeiro do Sul
    Passa Sete
    São Sebastião do Caí
    Cacequi

*Apenas pessoas e animais resgatados pelas forças de segurança do estado.

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Brasil terá 2ª maior safra de milho da história


A safra de milho do Brasil para 2024-25 deverá ser a segunda maior da história do país, com projeção de 127 milhões de toneladas, segundo estudo de Joana Colussi, Gary Schnitkey e Nick Paulson, do Departamento de Economia Agrícola e do Consumidor da Universidade de Illinois. O volume supera o registrado no ano passado e as estimativas anteriores, impulsionado pelas chuvas favoráveis em abril e maio, que beneficiaram as principais regiões produtoras da segunda safra, responsável por 78% da colheita total. 

A previsão mais recente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica que a produção total, somando as três safras, deve alcançar 126,87 milhões de toneladas — 10% a mais que na temporada passada. Consultorias privadas, porém, apontam uma produção ainda maior, podendo chegar a 137,16 milhões de toneladas. O aumento não é reflexo de uma expansão expressiva da área cultivada, que subiu apenas 1,5%, mas sim do rendimento recorde estimado em 5,96 toneladas (99,4 sacas) por hectare, favorecido pela boa saúde das lavouras de milho safrinha no Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

O milho de segunda safra, ou safrinha, mantém sua relevância como motor da produção nacional, com expectativa de alta de 11% na colheita, atingindo 99,79 milhões de toneladas.. Já a primeira safra, concentrada no Sul, recuou nos últimos anos devido à maior atratividade da soja no verão. A terceira safra, que representa parcela menor da produção, deverá ter ligeira queda, mas ainda mostra potencial de crescimento para atender à demanda no Norte e Nordeste.

Apesar da colheita robusta, as exportações de milho brasileiro devem cair cerca de 9% em 2025, impactadas pelo consumo crescente do setor de proteína animal e pelo avanço de novas usinas de etanol de milho, especialmente no Centro-Oeste. “A produção total de milho do Brasil, em suas três safras anuais, está a caminho de atingir o segundo maior volume da história do país, superando as expectativas iniciais”, conclui o estudo.

 





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“Quem entender isso vai liderar o agro”


O pedido de Recuperação Extrajudicial feito pela Lavoro Agro  representa, na análise de Julia Guerra, Especialista em Gestão de Riscos, Planejamento e Execução de Projetos, um movimento estratégico para proteger fornecedores, garantir o abastecimento do produtor e reorganizar a saúde financeira da empresa sem interromper suas operações. 

“Hoje, o mercado ainda digere o impacto. Amanhã, outros players vão repensar sua estrutura — ou serão tragados. A decisão da Lavoro Agro, foi estratégica: proteger fornecedores, manter o produtor abastecido e reorganizar sua saúde financeira sem paralisar a operação”, comenta.

O agro brasileiro, segundo ela, ainda operando com modelos de crédito e gestão herdados de cinco ou mais anos atrás, enfrenta hoje uma pressão inédita: custos de capital de giro elevados pela taxa real ainda alta, margens cada vez mais apertadas entre multinacionais, distribuidores e revendas, produtores mais tecnificados e, consequentemente, mais alavancados e expostos — além de um risco sistêmico na cadeia que continua subestimado.

Na avaliação de Julia, a atitude da Lavoro não é sinal de fraqueza, mas de inteligência adaptativa. Ao reconhecer que o jogo mudou, a empresa se antecipa a um cenário em que só sobreviverá quem entender as novas regras. Diante disso, instituições financeiras, seguradoras, resseguradoras, fundos, tradings e cooperativas precisam refletir se estão apenas financiando ou realmente gerenciando os riscos de uma cadeia que sustenta boa parte da economia brasileira. 

O agro que expande a 3% ao ano não pode mais operar com premissas de gestão e precificação do século passado. Para Julia Guerra, quem assimilar essa realidade mais rápido liderará a próxima década do agronegócio nacional.





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Cursos gratuitos para empreender e turbinar a competitividade do seu negócio



Quer tirar sua ideia do papel, vender mais ou liderar com mais eficiência? O Sebrae/ES preparou uma programação especial de cursos para o mês de junho.

As capacitações são presenciais e online, voltadas para quem já empreende ou pretende começar agora. Os temas vão desde ‘Como se tornar um MEI’, até ‘Empretec o Caminho para o Sucesso’.

Além disso, a iniciativa é uma oportunidade para desenvolver habilidades em áreas como administração, marketing, turismo, vendas e finanças — tudo com foco em tornar sua empresa mais competitiva no mercado.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Capacitações Gratuitas – Sebrae/ES

Como se Tornar um MEI

Linhares | 24/6 | 9h | Acesse aqui

Guarapari | 25/6 | 9h | Acesse aqui

Empretec o Caminho para o Sucesso

Nova Venécia | 24/6 | 18h | Acesse aqui

Faça do atendimento uma ótima experiência (Presencial / Remoto ao vivo)

Serra | 25/6 | 8h30 | Acesse aqui

Faça marketing digital bem-feito no seu negócio

Linhares | 25/6 | 18h | Acesse aqui

As Novas Competências do Profissional do Futuro

Vitória | 25/6 | 8h15 | Acesse aqui

Potencialize seu negócio com o Turismo de Experiência

Venda Nova Imigrante | 25/6 | 19h | Acesse aqui

Inbook 2 – Storytelling

Remoto | 16/6 | 14h | Acesse aqui

Sebrae Conecta: de finanças a oportunidades

Vila Velha | 30/6 | 9h | Acesse aqui

Formação do Preço de Venda para o Comércio

Serra | 30/6 | 13h | Acesse aqui



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Saiba o que mexe com os mercados hoje na análise do Diário Econômico


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destacou a véspera de feriado marcada por decisões de política monetária.

O Fed manteve os juros e adotou tom cauteloso, enquanto o Copom elevou a Selic para 15% em resposta ao cenário inflacionário.

Bolsas internacionais oscilaram e investidores adotaram uma postura defensiva diante das incertezas globais e domésticas.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Selic sobe para 15% e atinge maior nível desde 2006, aponta Banco Central



A decisão unânime dos membros do comitê representa a sétima elevação




Foto: Pixabay

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central elevou nesta quarta-feira (18) a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, fixando os juros básicos da economia brasileira em 15% ao ano. A decisão unânime dos membros do comitê representa a sétima elevação consecutiva da Selic e leva o índice ao seu maior patamar desde julho de 2006.

De acordo com o comunicado divulgado pelo Banco Central, a medida reflete a necessidade de manter o controle da inflação em um contexto internacional ainda incerto, especialmente em relação à política monetária dos Estados Unidos. As autoridades monetárias destacaram que o cenário externo mais volátil exige uma postura mais cautelosa de países emergentes como o Brasil.

Apesar do novo ajuste, o Copom sinalizou que o ciclo de alta dos juros pode estar próximo do fim. Segundo o comitê, caso as condições econômicas se mantenham estáveis, é possível que a taxa Selic seja mantida no próximo encontro, previsto para os próximos meses.

O comunicado oficial ressalta que, embora uma pausa esteja no radar, o comitê permanecerá atento aos desdobramentos econômicos.  A próxima reunião do Copom será decisiva para confirmar se, de fato, o Brasil entrará em um período de estabilidade na política monetária.





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Preço do glifosato vem aumentando: E agora?



O glifosato responde por cerca de 30% do mercado global de herbicidas



O glifosato responde por cerca de 30% do mercado global de herbicidas
O glifosato responde por cerca de 30% do mercado global de herbicidas – Foto: Divulgação

Desde meados de maio, o preço do glifosato, herbicida mais usado no mundo, vem registrando alta gradual. Em junho, o pó técnico a 95% subiu 2,6% em relação ao início de maio. Este movimento é impulsionado pela retomada das exportações chinesas para a América do Sul, que atingem pico entre junho e agosto. Além disso, a expansão do cultivo de transgênicos e a eliminação de outros herbicidas, como o paraquate, reforçam a tendência de demanda firme, o que sustenta as cotações.

Nesse cenário, o glifosato responde por cerca de 30% do mercado global de herbicidas. Depois de picos superiores a 80.000 yuans por tonelada em 2021, os preços recuaram, pressionando as margens. Com estoques na China reduzidos a 51.200 toneladas em junho, o que representa quase 8% a menos em um ano, e encomendas agendadas até julho, especialistas indicam que o cenário de preços baixos tornou o reajuste inevitável, além de necessário para reequilibrar a cadeia.

A produção global é altamente concentrada em poucos players. A Monsanto, da Bayer, lidera com 370 mil toneladas anuais, enquanto empresas chinesas como Xingfa Group (230 mil t), Fuhua Chemical (180 mil t) e Xinan Chemical (80 mil t) dividem o restante. O Xingfa confirmou que sua produção já está comprometida e que o aumento de preços deve melhorar o desempenho financeiro. Já a Fuhua reforça sua posição com uma cadeia produtiva integrada e certificação de baixo carbono reconhecida na União Europeia, fator que amplia sua competitividade externa.

Apesar do risco de falência da Monsanto, caso a Bayer não consiga contornar processos judiciais, a perspectiva é de que a demanda por glifosato siga crescendo em 2025. O tema será aprofundado no Workshop de Exportação de Pesticidas da China (CPEW), nos dias 10 e 11 de julho, em Hangzhou, onde fabricantes e compradores debaterão estratégias para superar gargalos e elevar o padrão de qualidade do setor. 

 





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Trânsito na BR-287 sofre bloqueios após cratera abrir cabeceira de ponte no RS



Volume elevado das águas do Arroio Divisa causou a abertura de uma cratera




Foto: Dnit

O tráfego na BR-287 foi interrompido na manhã desta terça-feira (17) após o rompimento de uma das cabeceiras da ponte que conecta os municípios de Jaguari e São Vicente do Sul, na Região Central do Rio Grande do Sul.

Segundo informações divulgadas pelo Diário de Santa Maria, o volume elevado das águas do Arroio Divisa causou a abertura de uma cratera em uma das cabeceiras da estrutura. A outra lateral da ponte também apresentou rachaduras preocupantes, comprometendo a segurança no local.

Ao longo do dia, equipes técnicas trabalharam para restabelecer o tráfego. No fim da tarde, o trecho foi parcialmente liberado sob sistema de pare e siga, permitindo a passagem alternada de veículos em ambos os sentidos.

A expectativa, conforme técnicos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), era de que o tráfego fosse normalizado completamente até o fim da noite desta terça-feira, caso as condições climáticas permitissem a conclusão dos reparos emergenciais.

Enquanto isso, o Dnit orienta os motoristas que preferirem evitar o ponto de bloqueio a utilizarem uma rota alternativa pelas rodovias RS-241 e RS-377, retornando à BR-287 pelo município de São Francisco de Assis.





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