quarta-feira, maio 20, 2026

Autor: Redação

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EUA entram no conflito no Oriente Médio e disparada de custos de pode ‘engolir’ lucros da soja



O mercado de soja iniciou a semana em clima de expectativa, diante dos desdobramentos do conflito no Oriente Médio. Segundo a plataforma Grão Direto, o ataque dos Estados Unidos a instalações nucleares no Irã provocou resposta imediata: o país anunciou o bloqueio do Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passam cerca de 20% do petróleo e 25% do gás natural liquefeito do mundo. A medida elevou a volatilidade do petróleo e trouxe novos desafios para o agronegócio.

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No Brasil, o produtor rural pode sentir os impactos já nos próximos dias, principalmente nos preços dos fertilizantes nitrogenados, amplamente utilizados na produção agrícola. O Irã é um dos principais exportadores desse insumo, com cerca de 5 milhões de toneladas exportadas por ano. Com a escalada da tensão geopolítica, o risco logístico aumenta e o mercado projeta alta nos custos de produção.

A análise ressalta que “a preocupação maior está nos fertilizantes nitrogenados, que já vinham em trajetória de recuperação desde maio”. A possibilidade de novos reajustes eleva o alerta no setor, especialmente em um momento de planejamento da próxima safra.

No campo econômico, o Copom elevou a taxa Selic para 15% na última quarta-feira (18). Em um cenário isolado, isso favoreceria o real frente ao dólar, atraindo capital estrangeiro. No entanto, as incertezas globais, intensificadas pelo conflito no Oriente Médio, têm levado investidores a buscar ativos considerados mais seguros, como os títulos do Tesouro americano, pressionando o dólar para cima.

Mesmo assim, na semana passada, o câmbio encerrou em R$ 5,52, com queda de 0,36%, nas mínimas dos últimos 10 meses. Já em Chicago, o contrato de soja para julho de 2025 recuou 0,09%, a US$ 10,67 por bushel. O contrato de março de 2026 teve leve alta, fechando a US$ 10,85 por bushel.

No Brasil, os preços físicos seguiram em queda, com recuos registrados em grande parte das regiões. A colheita avança com tempo firme, especialmente no centro-norte, e o clima segue positivo também nos Estados Unidos, apesar de chuvas pontuais.

Para os próximos dias, o viés é de alta no mercado internacional, puxado por Chicago. Mas a recomendação da análise é clara: “o produtor deve observar com cautela, pois o avanço nos custos pode anular qualquer possível ganho de preço”.



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Normalização total da exportação de carne de frango deve ocorrer em julho, diz ABPA



O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, afirmou que, com o reconhecimento oficial da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) sobre o fim do caso de influenza aviária de alta patogenicidade (H5N1), a gripe aviária, em plantel comercial no país, não há mais justificativas técnicas para a manutenção de restrições às exportações brasileiras de carne de aves. Por isso, acredita que a plena normalização do comércio internacional deve ocorrer ao longo do próximo mês.

“O Brasil está livre. Você não tem, tecnicamente, nenhum motivo a mais para dizer ‘eu não confio’”, disse Santin. “Com o reconhecimento da OMSA, não há motivo técnico para não se comprar do Brasil”, acrescentou. “Esperamos que a normalização total da exportação ocorra ao longo de julho”, afirmou.

Segundo ele, ainda será necessário respeitar exigências específicas de cada país – como períodos mínimos livres da doença -, mas o processo deve avançar rapidamente após o referendo da OMSA.

A previsão vem após a entidade internacional declarar encerrado o caso registrado em uma granja comercial em Montenegro (RS), e considerar que o Brasil voltou a ser oficialmente livre da doença.

Com a nova condição sanitária, a ABPA espera uma reação rápida dos mercados importadores. “Agora a gente vai ter que negociar com os países que, em tese, devem suspender as restrições. Segunda-feira a gente já devia estar recebendo a comunicação de todo mundo dizendo: ‘levanta a suspensão para mim’. Mas é uma decisão de cada país”, afirmou Santin.

Segundo ele, a prioridade nas conversas está voltada para mercados estratégicos como União Europeia e China. “Esse é o nosso foco agora. Todos os adidos agrícolas já estão transmitindo as informações oficiais às autoridades de seus respectivos países”, disse.

Apesar do impacto gerado pelas suspensões, Santin avalia que os efeitos foram limitados. A ABPA contabilizou queda de 12,9% no volume de carne de aves embarcado em maio. O nível de recuo é semelhante nas primeiras semanas de junho. “Caímos apenas 12,9% nas exportações mesmo com a suspensão de países importantes. Mais de 125 países ficaram abertos”, disse.

O presidente da entidade citou, como exemplo, a liberação do México, que reduziu a restrição ao Rio Grande do Sul antes mesmo do anúncio da OMSA, para referendar a expectativa de aceleração dos embarques nos próximos dias.



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Tributação do IOF vai impactar o Plano Safra 2025/26?



A Câmara dos Deputados aprovou o regime de urgência para o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 314/25, do líder da oposição, deputado Zucco (PL-RS), que suspende o decreto do governo que amenizou o aumento de alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). O requerimento foi aprovado. Agora, Proposta poderá ser votada nas próximas sessões do Plenário sem precisar passar antes pelas comissões da Casa.

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Para Marcelo Winter, especialista em direito do agronegócio no escritório VBSO Advogados e professor do Insper, a medida é urgente diante da desorganização que a nova tributação pode causar ao setor produtivo. “Falta diálogo entre o governo e o agronegócio. Quem planta e comercializa precisa se planejar com muita atenção. Os custos de produção, os custos financeiros, o volume de investimentos. Tudo isso exige previsibilidade. Mudanças repentinas como essa impactam o risco e desorganizam todo o planejamento do setor”, afirmou.

Winter explica que o aumento do IOF sobre instrumentos financeiros eleva o custo do capital e pode restringir o acesso ao crédito, especialmente para pequenos e médios produtores. “O custo financeiro mais alto leva os produtores a reduzirem ou abandonarem suas captações. Isso significa menos recursos disponíveis para compra de insumos, o que pode comprometer a produtividade e até provocar queda de safra”, avaliou. Segundo ele, o impacto atinge diretamente a margem de lucro, que já é apertada, e pode afetar a adoção de tecnologia e investimentos em infraestrutura.

Embora a proposta do governo vise recompor o caixa por meio do aumento de tributos, Winter avalia que a estratégia é equivocada. “Essa nova tributação não é para aumentar os investimentos públicos, mas sim para cobrir despesas e cumprir metas fiscais. Isso penaliza o setor produtivo e ameaça a competitividade global do agronegócio brasileiro”, disse.

O especialista destaca ainda que a medida não afeta o Plano Safra, cujos recursos são originados de fontes constitucionais próprias. “A não aprovação da nova tributação pode representar um desafio fiscal para o governo, mas não compromete a execução do Plano Safra. O IOF não financia diretamente a agricultura e o país sempre operou sem esse imposto. É fundamental que ele seja revogado.”

A crítica ao imposto também é compartilhada pelo presidente da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon, que considera a aprovação da urgência um avanço importante para o setor. Segundo ele, os CRAs são uma das principais fontes de financiamento do Plano Safra e a tentativa de tributar essa captação em 5% teria impacto direto sobre os juros pagos pelos produtores.

“Estamos lutando para que os juros do Plano Safra não aumentem nem 1% ou 2%, e agora o governo quer tributar em 5% os recursos que sustentam o financiamento da atividade agrícola. Já estamos operando com taxas livres entre 15% e 20% ao ano. Isso é insustentável”, declarou Buffon.

Ele ressaltou que o IOF não tem relação direta com o financiamento da agricultura. “O Brasil sempre funcionou sem esse imposto. Agora inventaram essa tributação e dizem que, sem ela, o país terá déficit. Isso não corresponde à realidade. O que precisa ser feito é a redução da máquina pública e o controle das contas, não o aumento da carga tributária sobre quem produz”, disse.



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Confirmada quarta morte após chuvas no Rio Grande do Sul


A Defesa Civil do Rio Grande do Sul confirmou a quarta morte provocada pelas chuvas que atingem o estado desde a semana passada. O corpo de um homem, de 59 anos de idade, que estava desaparecido, foi localizado dentro de um veículo nas águas do Rio Dourado, em Aratiba.

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A informação foi confirmada pela prefeitura da cidade e pelo Corpo de Bombeiros Militar. 

“As autoridades que estão apurando as circunstâncias do óbito consideram a possibilidade que o veículo tenha sido arrastado na quinta-feira (19), quando tentava cruzar uma ponte”, informou a chefe da Comunicação Social da Defesa Civil estadual, Sabrina Ribas.

De acordo com o boletim divulgado na manhã desta segunda-feira (23), ainda há uma pessoa desaparecida e 132 municípios já reportaram algum tipo de dano em decorrência dos temporais e enchentes. Desses, o município de Jaguari decretou estado de calamidade pública e outros 21 municípios estão em situação de emergência.

No período, 733 pessoas foram resgatadas e 139 animais também foram retirados das áreas de risco para a vida. Atualmente, 6.258 pessoas permanecem desalojadas.

Previsão

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), uma frente fria atua sobre a Região Sul do país provocando mais chuvas entre o norte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e o sul do Mato Grosso do Sul e a faixa sul de São Paulo. Até a tarde desta terça-feira (24) há um alerta de perigo para ventos costeiros em grande parte do litoral riograndense, inclusive na região metropolitana de Porta Alegre.

A ocorrência de temporais deve voltar a ser registrada no Rio Grande do Sul e no Paraná e os termômetros devem cair ainda mais com condições de geada para toda a Região Sul, podendo se estender a algumas regiões do Mato Grosso do Sul e de São Paulo.

A previsão é que a massa fria começa a perder força gradativamente a partir de quarta-feira (25).

Rios que já atingiram a cota de inundação:

  • Uruguai (nos municípios de São Borja a Uruguaiana) – tendência de lenta elevação;
  • Ibirapuitã (Alegrete) – tendência de lento declínio, com níveis ainda em inundação nos próximos dias;
  • Ibicuí (Manoel Viana) – tendência de lento declínio, com níveis ainda em inundação nos próximos dias;
  • Jacuí (Cachoeira do Sul até o delta do Jacuí) – constante declínio em Cachoeira do Sul e estabilidade em São Jerônimo, assim como estabilidade na região das ilhas;
  • Ilhas da região metropolitana de Porto Alegre – tendência de estabilidade e de manter os níveis elevados nos próximos dias;
  • Caí (Montenegro) – tendência de declínio;
  • Sinos (Campo Bom e São Leopoldo) – tendência de estabilidade.

Rios em cota de alerta:

  • Caí (Nova Palmira, São Sebastião do Caí e Montenegro) – tendência de elevação em função das chuvas das últimas 24 horas;
  • Guaíba – tendência de estabilidade de manter os níveis elevados durante os próximos dias, não tem expectativa de atingir a cota de inundação do Cais Mauá ou Gasômetro;
  • Gravataí (Gravataí e Alvorada) – tendência de estabilidade mantendo os níveis elevados;
  • Taquari (Taquari) – tendência de estabilidade;
  • Paranhana (Taquara) – tendência entre declínio e estabilidade;
  • Santa Maria (Dom Pedrito) – tendência de lento declínio.

Rio em cota cota de atenção:

  • Quaraí – tendência de declínio.
  • Taquari (Porto Mariante) – tendência de estabilidade;
  • Caí (Costa do Rio Cadeia) – tendência de estabilidade;
  • Santa Maria (Rosário do Sul) – tendência de estabilidade;



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Preços da mandioca caem pela oitava semana consecutiva



Mandiocultores seguem divididos entre as atividades de plantio e o interesse pela comercialização. É isso que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

O interesse dos produtores é se capitalizar para o cultivo da safra 2025/26, aumentando a oferta em um cenário de demanda mais arrefecida pela matéria-prima. Como aponta o Cepea. 

Assim, os valores continuaram pressionados na última semana, e a média Cepea teve a 8ª queda consecutiva. 

O preço médio nominal a prazo para a tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 525,20 (R$ 0,9134/grama de amido). Valor este que representa um  recuo de 2,2% em relação ao período anterior e de 2,9% no acumulado de quatro semanas. 

Apesar das recentes quedas, a média atual supera em 15,2% a de intervalo equivalente do ano passado, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI).

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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RS encerra quarentena sanitária após período sem casos de gripe aviária



O governo do Rio Grande do Sul confirmou, em nota, o fim da quarentena sanitária em Montenegro, no Vale do Caí, após 28 dias sem novos registros de influenza aviária de alta patogenicidade (H5N1), a gripe aviária, no plantel comercial.

A medida foi tomada após a adoção de um conjunto de ações de contenção e monitoramento, conduzidas pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) em conjunto com o Ministério da Agricultura (Mapa) e outras instituições.

Desde a confirmação do foco, em 15 de maio, cerca de 2 mil visitas foram realizadas em propriedades rurais dentro das zonas de contenção, com fiscalizações em todas as 540 propriedades cadastradas na área de risco.

As medidas seguiram as diretrizes do Plano Nacional de Contingência da Influenza Aviária, com instalação de barreiras sanitárias que abordaram mais de quatro mil veículos, além de ciclos de visitas intensificadas nos perímetros de três e dez quilômetros ao redor do foco de gripe aviária.

A diretora do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), Rosane Collares, destacou a atuação integrada e o uso de tecnologias como a Plataforma de Defesa Sanitária Animal (PDSA-RS). “Ela agiliza a organização das equipes e permite decisões em tempo real. O encerramento da quarentena sem novos focos demonstra a eficiência do sistema de defesa sanitária e o compromisso com a saúde animal e pública”, disse, na nota.

Desde 2022, o Serviço Veterinário Oficial do estado já conduziu 539 investigações de casos suspeitos de síndrome respiratória e nervosa em aves. No atual episódio, iniciado em maio, foram feitas 30 novas investigações e 17 coletas de amostras, com confirmação do vírus apenas em uma ave silvestre, um joão-de-barro encontrado nas imediações da granja afetada.



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Feijões comerciais encerram mais uma semana em queda



Por mais uma semana, os preços dos feijões de melhor qualidade seguiram firmes, enquanto os dos comerciais recuaram. É isso que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com o instituto, a movimentação ocorreu com maior intensidade nas regiões em que o volume ofertado aumentou diante do avanço da colheita da segunda safra. Os pesquisadores do Cepea explicam que a disponibilidade de lotes de feijão com bom padrão segue limitada no mercado nacional. Ao mesmo tempo, os grãos comerciais registram acúmulo de oferta das safras anteriores e avanço da colheita atual. 

No campo, quase 90% da área do Paraná estava colhida até o dia 16 de junho, segundo o Deral/Seab. Em Santa Catarina, a Epagri/Cepa indicou que a colheita atingiu 94% da area. No Rio Grande do Sul, a Emater/RS-Ascar a estima que muitas regiões estejam finalizando a colheita, mas as atividades foram interrompidas e impactadas pelas chuvas constantes. 

A Conab apontou que produtores de Minas Gerais iniciaram a colheita da segunda safra e que as lavouras da Bahia apresentam bom desenvolvimento. Já a terceira safra também segue em desenvolvimento, com semeadura avançada em Minas Gerais e Bahia, e início da colheita nas áreas mais precoces de Goiás.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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perspectiva de oferta elevada pressiona as cotações



As cotações do milho seguem em queda no Brasil, refletindo sobretudo a pressão exercida por compradores. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Também justificam o movimento de baixa a perspectiva de oferta elevada nas próximas semanas. Somado a isso, as limitações na capacidade de armazenamento, e as desvalorizações externas do milho e do dólar também pressionam as cotações. 

Dessa forma, os pesquisadores do Cepea explicam que esses pontos contribuem para a redução da paridade de exportação.

Atualmente, a estimativa para a segunda safra de milho pela Conab em 101 milhões de toneladas, 12% superior à anterior e a segunda maior da série histórica da Companhia. 

Assim, o centro de pesquisas observou quedas mais expressivas nos preços em regiões produtoras onde os vendedores estão mais flexíveis neste início da colheita.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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cotações valorizam frente ao cenário geopolítico



Os valores externos do óleo de soja subiram expressivamente na última semana, em mais de 15%. Isso, conforme o contrato futuro de primeiro vencimento (Jul/25), negociado na Bolsa de Chicago (CME Group).

Nesta sexta-feira (20), o produto chegou a operar no maior patamar desde outubro/23, tomando como base os contratos de primeiro vencimento. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso veio de expectativas de maior demanda pelo derivado para a produção de biodiesel nos Estados Unidos.

Uma recente proposta da Agência Nacional de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) prevê aumento na mistura do biodiesel ao óleo diesel nos próximos dois anos (2026 e 2027), e o óleo de soja é a principal matéria-prima do biocombustível. Além disso, o conflito no Oriente Médio tende a impactar na oferta e no preço do petróleo, reforçando o movimento de alta nas cotações do óleo de soja, de acordo com o Cepea.

A forte valorização externa pressionou os prêmios de exportação do óleo de soja no Brasil, conforme levantamentos do Cepea. Pesa ainda o fato de a demanda brasileira por óleo estar baixa, devido à menor procura pelo setor de biocombustível no País.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

frente fria deve atingir até o Sudeste e Centro-Oeste


Uma forte massa de ar polar vai provocar queda acentuada de temperatura em várias regiões do Brasil a partir da próxima segunda-feira, 23 de junho. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), uma frente fria avança pelo Sul do país e deve provocar chuvas e declínio térmico significativo em grande parte do território nacional, com potencial para neve e geada intensa em diversas áreas.

Segundo informações divulgadas pelo Inmet, o sistema frontal atuará sobre áreas entre o norte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, sul do Mato Grosso do Sul e faixa sul de São Paulo. Nestes locais, além da queda de temperatura, não se descarta a ocorrência de chuvas localmente fortes, especialmente entre o norte gaúcho e o norte paranaense.

A friagem — quarta registrada em 2025 — será sentida já nas primeiras horas do dia 23, com os termômetros despencando no Sul e no Mato Grosso do Sul. Ao longo da segunda-feira, o frio se estende também para São Paulo, sul do Rio de Janeiro, sudoeste do Mato Grosso e áreas do sul de Rondônia e Acre.

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Durante a noite do próprio dia 23, há expectativa de neve pontual nas serras do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, impulsionada pela combinação entre o ar frio e a umidade persistente. Na terça-feira (24), o cenário se intensifica ainda mais com previsão de geada ampla nos três estados do Sul, com intensidade moderada a forte na serra gaúcha, em áreas de Santa Catarina e no sul do Paraná.

O frio também se espalha pelo sul do Mato Grosso do Sul, atingindo o sudoeste e o sul paulista, onde também deve gear. Na quarta-feira (25), a geada continua nestas áreas, enquanto a massa de ar polar avança em direção ao Sudeste e parte do Centro-Oeste. Os efeitos serão sentidos na faixa sul de Goiás, no Triângulo Mineiro, Zona da Mata, sul de Minas Gerais e em todo o estado do Rio de Janeiro, além do sul do Espírito Santo.

Mesmo com o declínio térmico acentuado, o Inmet informa que a massa de ar frio começa a perder força gradativamente a partir do dia 25. No entanto, o frio ainda deve persistir, com geadas fracas a moderadas, principalmente na Região Sul.





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