quarta-feira, maio 20, 2026

Autor: Redação

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Com formulação inovadora, novo multissítio garante mais controle e aplicabilidade em campo


Com Triunfe®, a Vittia, empresa líder no setor de defesa e nutrição das mais diversas culturas, atende a essa demanda com o fungicida multissítio à base de minerais. Com uma formulação inovadora, promete otimizar a defesa e nutrição de culturas como soja, café, citros, tomate e algodão, ao mesmo tempo em que oferece um excelente custo-benefício.

Jhonatan Coradin, Gerente de Desenvolvimento de Mercado da Vittia, aponta que os resultados no campo são positivos. O Engenheiro Agrônomo detalha os benefícios e diferenciais do Triunfe, um produto que surge para preencher uma lacuna no mercado de fungicidas multissítios, um segmento em ascensão e com grande potencial de geração de receita.

“Produtores e técnicos que participaram dos testes do Triunfe relatam que, além da eficácia ser igual ou superior aos padrões de mercado, os principais feedbacks destacam o ganho no rendimento operacional e o melhor custo-benefício. Esses diferenciais resultam da produção verticalizada na fábrica, garantindo a qualidade e a eficiência de Triunfe”, conta Coradin. O especialista pontua que a empresa preparou a página https://marketing.vittia.com.br/triunfe para que o produtor possa conhecer os resultados de incremento de produtividade. 

Eficiência no Campo: Maior rendimento operacional

Um dos grandes trunfos do Triunfe é seu alto grau de aplicabilidade. Coradin explica que, na prática, isso se traduz em um ganho significativo no rendimento operacional para o agricultor. “Com o Triunfe no tanque, é possível tratar uma área maior em menor tempo. Essa agilidade é resultado da formulação desenvolvida para evitar os problemas mais comuns na pulverização: o entupimento de bicos”, afirma. 

Isso porque, Triunfe foi pensado com tecnologia de partículas ultrafinas dos minerais cobre e enxofre em uma formulação líquida e concentrada. “Essa formulação exclusiva Vittia contribui para evitar o entupimento dos bicos de pulverização”, revela o gerente.

Além disso, a natureza líquida do produto garante uma fácil mistura e rápida diluição, eliminando a incompatibilidade física na calda e contribuindo para a redução do tempo de parada para reabastecimentos, o que otimiza o uso dos equipamentos e o tempo das equipes em campo. 

Proteção Duradoura compatível com Biológicos Vittia

Reconhecida em todo o país por sua linha de produtos biológicos, a Vittia assegura que o Triunfe é totalmente compatível com seus defensivos biológicos. Os testes de compatibilidade realizados internamente pela equipe de P&D da Vittia conferem segurança no uso dos defensivos biológicos da Vittia em misturas com o Triunfe, garantindo a máxima eficácia em campo. 

Outro ponto crucial é o poder de fixação do Triunfe. As partículas ultrafinas presentes na formulação conferem uma maior aderência às folhas. “Com isso, a ação do cobre e do enxofre acontecem por um maior período. Esse efeito residual prolongado proporciona proteção mais duradoura às lavouras”, explica Coradin. 

Triunfe: Tecnologia, Sustentabilidade e Rentabilidade

Em uma frase, Jhonatan Coradin resume o papel do Triunfe dentro de um programa moderno de manejo agrícola: “Triunfe é um produto com tecnologia inovadora para o controle de doenças, que oferece excelente custo-benefício, otimiza o rendimento operacional e é focado na sustentabilidade”.

Triunfe® é a escolha para quem quer produzir mais, melhor e com maior segurança, pois possui impacto ambiental reduzido e ainda proporciona nutrição complementar para a área produtiva. “O que estamos apresentando hoje ao produtor com Triunfe é resultado de anos de estudos e testes em todo o país para garantir sua eficácia a partir da inovação com o DNA nacional”, pontua Edgar Zanotto, Diretor de Inovações e Novos Negócios da Vittia.  

Com o Triunfe, a Vittia entrega ao produtor rural uma solução completa, que une eficácia, praticidade e respeito ao meio ambiente, contribuindo para uma agricultura mais produtiva e sustentável.

Gostaria de saber mais sobre como o Triunfe® pode beneficiar sua lavoura? Acesse aqui o link oficial e acompanhe a Vittia nas redes sociais:

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News

Confira as notícias econômicas de hoje para começar o dia bem preparado


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o alívio parcial nos mercados após o ataque simbólico do Irã, que evitou escalada no conflito.

O petróleo despencou mais de 6%, o dólar recuou e as bolsas subiram com aposta de corte de juros pelo Fed. Aqui, o dólar caiu para R$ 5,50 e o mercado aguarda a ata do Copom, que deve reforçar o tom duro após a Selic subir para 15%.

O Ibovespa caiu, pressionado pela Petrobras. Hoje, atenção à ata do Copom, NTN-B e dados nos EUA.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Mercado de trigo deve seguir pressionado



Existem alguns pontos de atenção



Existem alguns pontos de atenção
Existem alguns pontos de atenção – Foto: Divulgação

O mercado brasileiro de trigo, especialmente no Rio Grande do Sul, enfrenta atualmente uma pressão de preços para baixo, reflexo da menor demanda e do aumento da oferta, devido aos estoques remanescentes e sobras de sementes. No Paraná, a situação é agravada pelo excesso de importações de trigo, que já somaram cerca de 150 mil toneladas em pelo menos cinco navios, gerando sobra de farinhas inteira e especial e estimulando a concorrência com a farinha argentina. 

Segundo análise da TF Agroeconômica, o atual cenário tem preços pressionados, mas a expectativa para a próxima safra é de recuperação dos valores. A guerra no Oriente Médio, combinada com problemas climáticos nos EUA e Rússia, levou a alta nas cotações da CBOT, embora a lucratividade do trigo ainda esteja muito baixa. A produção prevista para o Brasil em 2025/2026 é menor que a safra atual, o que deve elevar os preços a partir de fevereiro de 2026. A recomendação é que os produtores evitem vender entre setembro de 2025 e janeiro de 2026, enquanto compradores devem aproveitar o momento para adquirir o produto.

Entre os fatores que podem sustentar a alta, destacam-se as exportações dentro do esperado, com vendas para 2025/2026 já alcançando 427 mil toneladas; as hostilidades no Oriente Médio, região dependente de trigo importado; e a demanda da Argélia, que adquiriu entre 550 e 570 mil toneladas a preços competitivos. Entretanto, há pontos de atenção como as condições climáticas nos EUA, onde a colheita do trigo de inverno está atrasada devido a chuvas, e a seca na região russa de Krasnodar, que pode impactar a produção.

Por outro lado, fatores que atuam para conter os preços incluem a melhora do clima nos EUA, que favoreceu o progresso das lavouras, o aumento inesperado da produção russa projetada em 90 milhões de toneladas para 2025/2026 — número que pode incluir áreas ucranianas sob controle russo — e a recuperação das safras europeias, beneficiadas pelas chuvas recentes. Além disso, a Ucrânia enfrenta barreiras comerciais que ampliam a competição internacional, pressionando os preços globalmente. No Brasil, a falta de margens para os moinhos e o aumento da matéria-prima disponível devem continuar limitando os reajustes de preço, mesmo em períodos tradicionalmente mais favoráveis.





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Geadas preocupam áreas de milho em fase inicial



Colheita de milho dobra em uma semana no Paraná




Foto: Pixabay

A colheita da segunda safra de milho 2024/25 no Paraná avançou na última semana, segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária, divulgado na quarta-feira (18) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

De acordo com os analistas, a área colhida dobrou em relação ao levantamento anterior. Na semana passada, a estimativa era de 4% da área total de 2,72 milhões de hectares. Agora, o índice subiu para 8%, o que corresponde a aproximadamente 227 mil hectares.

Os técnicos do Deral apontam que, apesar das condições climáticas pouco favoráveis, houve uma janela de tempo que permitiu a continuidade dos trabalhos de campo. “Mesmo com o clima pouco favorável ao longo da semana, houve uma janela que permitiu a continuidade da colheita”, informa o boletim.

O relatório também destaca que 54% da área total de cultivo já se encontra na fase de maturação, o que reduz os riscos de danos caso ocorram geadas intensas nas próximas semanas. Por outro lado, os 46% restantes da área plantada ainda estão em outras fases de desenvolvimento e permanecem mais suscetíveis aos efeitos do frio. Boa parte dessas áreas em desenvolvimento está localizada na região Norte do Paraná, onde historicamente a ocorrência de geadas intensas é menos frequente.





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Mercado do boi gordo registra alta no Rio de Janeiro



O mercado do boi gordo no Rio de Janeiro apresentou recuperação na última semana




Foto: Canva

O mercado do boi gordo no Rio de Janeiro apresentou recuperação na última semana, segundo a análise “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria. As recentes chuvas no estado têm favorecido as condições das pastagens, permitindo que os pecuaristas adiem as vendas à espera de melhores preços.

De acordo com o levantamento, a escassez de ofertas contribuiu para a elevação das cotações. A alta semanal para o boi gordo foi de 1,7%, o equivalente a R$ 5,00 por arroba, com o preço alcançando R$ 300,50 por arroba.

As categorias de vaca e novilha também registraram aumento de 1,9%, ou R$ 5,00 por arroba, sendo negociadas a R$ 271,00 e R$ 276,00 por arroba, respectivamente. Os valores são para pagamento a prazo e já descontados os impostos, como Senar e Funrural.

Em São Paulo, o diferencial de base do boi gordo está em R$ 10,00 por arroba, ou 3,3% inferior, com a arroba sendo negociada a R$ 310,50, também a prazo e livre de impostos.

A Scot Consultoria avalia que, no curto prazo, a tendência é de manutenção ou até mesmo de alta nas cotações.





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Mercados agrícolas abrem semana com pressão


Os mercados futuros de trigo, soja e milho iniciaram o dia com leve tendência de baixa nas bolsas internacionais, refletindo principalmente as condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos e movimentos estratégicos de realização de lucros por parte dos investidores. As informações foram divulgadas pela TF Agroeconômica nesta segunda-feira.

O trigo apresentou pequenas quedas nas cotações de julho e dezembro na CBOT, sendo negociado a US\$ 567,50 e US\$ 605,50 por bushel, respectivamente. A valorização do dólar frente ao euro prejudica a competitividade do trigo americano no mercado externo. No Brasil, o indicador do CEPEA no Paraná caiu -0,11% (R\$ 1.501,68), enquanto no Rio Grande do Sul subiu +0,11% (R\$ 1.352,02). As exportações da Argentina e do Paraguai também mantiveram preços estáveis, com cotações entre US\$ 229 e US\$ 265.

A soja iniciou o dia com variações moderadas em Chicago, sendo cotada a US\$ 1.067,50 para julho e US\$ 1.093,50 para maio de 2026. A estabilidade no mercado de petróleo e previsões de chuvas acima da média para o cinturão agrícola americano influenciam a formação dos preços. No mercado interno, o CEPEA registrou alta de +0,56% no Paraná, com a saca sendo comercializada a R\$ 130,08. No Paraguai, os preços caíram 2,48%, ficando em US\$ 350,44.

Já o milho opera em queda nos EUA, com o contrato de julho recuando para US\$ 424,00/bushel, influenciado pelas boas perspectivas de produtividade na safra americana. No Brasil, os contratos futuros da B3 apresentaram leve oscilação, com julho em R\$ 63,16 (+0,09%) e janeiro a R\$ 72,02 (-0,20%). O indicador CEPEA subiu 0,06% no dia, alcançando R\$ 68,11. No Paraguai, os preços recuaram para US\$ 155 em San Pedro e US\$ 180 no Oeste do Paraná.





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Canal Rural conquista prêmio de melhor canal de Youtube/Instagram do agro brasileiro


A quinta edição do prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio reconheceu, nesta segunda-feira (23), em São Paulo, jornalistas e veículos que se destacam na cobertura do setor.

O Canal Rural recebeu, pela segunda vez, o primeiro lugar na categoria Canal de Vídeo Youtube/ Instagram como a melhor rede social do agronegócio do país. Com conteúdos diários, as plataformas informam e interagem com textos, vídeos e fotos milhões de pessoas todos os dias.

Pryscilla Paiva - jornalista mais admirada do agro 2025
Foto: Canal Rural

Além disso, a apresentadora do jornal Mercado & Companhia, Pryscilla Paiva, ficou em 7º lugar na categoria Jornalistas Mais Admirados do Agronegócio.

Entre os melhores sites de cobertura do agro, o Canal Rural figurou entre os três primeiros do país, assim como o jornal televisivo Rural Notícias, celebrado como um dos principais entre os programas de TV segmentados.

A eleição dos +Admirados da Imprensa do Agronegócio 2025 conta com os patrocínios de Cargill, Copersucar, Mosaic e Syngenta; apoios de Bosch, CNA, Elanco, Tereos e Yara; colaboração de Agrel, BRF e John Deere; além do apoio institucional da Rede Agrojor.



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Fim da Moratória da Soja? Cade analisa medida que pode ‘mudar o jogo’ do acordo



O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) analisa a possibilidade de adotar uma medida preventiva que pode suspender a Moratória da Soja, acordo ambiental que há quase duas décadas impede a comercialização de grãos oriundos de áreas desmatadas na Amazônia Legal após 2008.

A investigação foi instaurada após representação da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, com apoio da Aprosoja-MT e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A principal suspeita do Cade é de que o pacto envolva uma ação coordenada entre grandes empresas, o que poderia ferir a livre concorrência. Por isso, o órgão solicitou à Justiça de São Paulo a apresentação de provas que justifiquem a validade do acordo.

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Moratória da Soja é ‘disputa antiga’

Desde que foi firmada em 2006, a Moratória vem sendo alvo de críticas por parte de representantes do agronegócio, que alegam desequilíbrio competitivo e falta de transparência nos critérios de exclusão. A discussão ganhou força no atual governo: o Ministério da Agricultura já se manifestou publicamente contrário à manutenção da moratória.

No Senado, parlamentares da bancada ruralista se mobilizam para derrubar o acordo e garantir mais liberdade comercial aos produtores da Amazônia Legal. Enquanto isso, o processo corre sob sigilo na Superintendência-Geral do Cade e pode evoluir para um processo administrativo nos próximos meses.

Em nota, a Aprosoja Mato Grosso diz que a Moratória da Soja impõe uma regra privada, arbitrária e ilegal, que exclui quem está na legalidade. ”Tal acordo não tem respaldo no ordenamento jurídico nacional e vem causando danos irreparáveis aos produtores. Só em Mato Grosso, os prejuízos diretos já somam R$ 20 bilhões anuais, e o efeito multiplicador sobre a economia regional ultrapassa R$ 60 bilhões por ano”, diz a associação.

A Aprosoja-MT confia na atuação do Cade para que as leis brasileiras sejam efetivamente respeitadas e para proteger quem produz com sustentabilidade e em estrita observância à legislação ambiental mais rigorosa do mundo, a do Brasil.”

STF entra no debate

O tema chegou recentemente ao Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Flávio Dino, relator do caso, validou uma lei estadual do Mato Grosso que proíbe a concessão de benefícios fiscais para empresas que aderirem à moratória. Apesar disso, o ministro reconheceu que o pacto “trouxe inequívocos benefícios ao país”, sobretudo na redução do desmatamento por pressão do mercado.

Enquanto o Cade avalia os impactos sobre a concorrência, o STF analisa o embasamento jurídico das restrições e incentivos relacionados ao acordo. A decisão final poderá afetar diretamente o modelo de produção agrícola na Amazônia e a imagem do Brasil no comércio internacional.



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Goiás inicia vazio sanitário da soja para controle da ferrugem asiática



Agrodefesa inicia ação contra ferrugem asiática




Foto: Pixabay

A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) informou que o vazio sanitário da soja em Goiás terá início em 27 de junho deste ano. A medida, que seguirá até 24 de setembro, proíbe o cultivo e a manutenção de plantas vivas de soja em todo o território goiano, incluindo as tigueras, plantas que germinam espontaneamente após a colheita.

Segundo a Agrodefesa, a ação tem como objetivo a prevenção e o controle da ferrugem asiática, considerada uma das doenças mais severas da cultura. “A eliminação das plantas vivas de soja nesse período é fundamental para interromper o ciclo do fungo causador da doença”, informou o órgão.

O estado de Goiás ocupa a terceira posição no ranking nacional de produção de soja, atrás apenas de Mato Grosso e Paraná. De acordo com o 11º Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado em 12 de junho, a expectativa para a safra 2024/2025 é de uma produção superior a 20,4 milhões de toneladas, em uma área de 4,95 milhões de hectares. A produtividade média projetada é de 4,12 toneladas por hectare.

A partir de 25 de setembro, o surgimento de plântulas de soja já será permitido. O prazo final para a semeadura será 2 de janeiro de 2026, conforme a Instrução Normativa nº 06/2024 da Agrodefesa. Os produtores devem realizar o cadastro das lavouras no Sistema de Defesa Agropecuária de Goiás (Sidago) até 15 dias após o encerramento do período de semeadura, com limite em 17 de janeiro de 2026.

A ferrugem asiática é causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, que se espalha pelo vento e pode percorrer grandes distâncias. O fungo ataca as folhas da soja, provocando desfolha precoce e impactando a produtividade. Sem controle, as perdas podem ultrapassar 70% da produção nas áreas mais afetadas. A Agrodefesa reforçou a necessidade de os produtores seguirem o calendário oficial para evitar a proliferação da doença e reduzir o uso de defensivos agrícolas.





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Javalis destroem lavouras, atacam filhotes e espalham medo entre produtores do Sul



A legalidade do controle populacional de javalis por meio da caça autorizada segue em apreciação no Supremo Tribunal Federal (STF).

Enquanto isso, produtores rurais somam prejuízos milionários no campo pela destruição de lavouras e por ataques a animais de criação.

A espécie, introduzida no Brasil a partir da década de 1960 principalmente para o consumo de carne, acabou se tornando uma praga espalhada por grandes áreas do país. Em Santa Catarina, por exemplo, os primeiros registros de invasão em lavouras data de 2009.

Levantamento feito pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do estado (Epagri-SC) apontou que em Campo Belo do Sul, no Platalto Serrano catarinense, os prejuízos nas plantações de milho chegaram a 50 mil sacas do grão ao ano.

O produtor Alex Monfroi, que tem propriedade no município, conta que precisa separar uma verba de seu orçamento para contratar terceiros que afugentem os javalis de sua lavoura. Segundo ele, seus prejuízos com o ataque desses animais gira em torno de R$ 150 mil.

De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), existem registros de ataques e invasões de javalis em 563 municípios brasileiros. No Paraná, há relatos de prejuízos em 88 municípios.

Esses animais andam em bandos de cerca de 30 a 40 animais, com os adultos chegando a pesar 100 kg. São agressivos e se reproduzem com muita facilidade.

O produtor Mylton Casaroli Júnior perdeu cerca de 5 hectares de milho com o ataque dos javalis. “Eles comeram e derrubaram bastante milho. Quando estamos na colhedeira é que vemos o estrago porque olhamos de cima. [A máquina] colhe em linha, mas de repente tem aquela abertura na linha que é onde eles entraram e derrubaram, comeram.”

União de entidades contra os javalis

A comissão técnica de suinocultura do sistema Faep criou um grupo de trabalho com a participação do Mapa, Ibama, Exército Brasileiro, Adapar e Associação Paranaense de Suinocultores para coordenar ações de controle da população de javalis.

De acordo com as entidades envolvidas, os problemas causados pela superpopulação desses animais vão desde prejuízos diretos às propriedades rurais até riscos sanitários. Isso porque os javalis também podem atacar rebanhos e animais domésticos, o que representa uma ameaça ao status sanitário do estado.

A técnica do Departamento Econômico do Sistema Faep, Nicolle Wilsek, conta que cordeiros e bezerros são alvos preferenciais dos javalis, mas que eles também atacam a fauna natural. “A gente já tem relatos e acompanhamentos de estudos que o javali acaba matando filhotes de onça e filhotes de felinos que acabam compondo a nossa fauna natural.”

De acordo com ela, além de todos os prejuízos econômicos ao agronegócio, também há danos no âmbito social. “Estamos falando de um animal que é portador e disseminador de doenças. O que que acontece muitas vezes é dele se infectar, mas ele não morre, mas acaba transmitindo [a doença] e estamos falando de raiva, de febre maculosa, de doenças que além de serem perigosas para o agronegócio, são passíveis de contaminação aos humanos também”, diz Nicolle.



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