terça-feira, maio 19, 2026

Autor: Redação

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atraso na colheita sustenta os preços do cereal



O atraso na colheita da segunda safra de milho vem limitando o movimento de queda nos preços do cereal em algumas praças. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o Centro de Pesquisas, as cotações seguem pressionadas pela perspectiva de oferta elevada e pelas desvalorizações externas. 

Em regiões consumidoras, como as paulistas, porém, os valores chegaram a reagir, influenciados pela demanda acima da oferta de milho padronizado. Ressalta-se, ainda,  que as recentes chuvas têm limitado a disponibilidade desse tipo de cereal. 

Até o dia 21 de junho, a colheita da segunda safra somava 10,3% da área nacional, avanço semanal de 6,4 pontos percentuais. Mesmo assim o valor está bem abaixo dos 28% no mesmo período do ano passado e dos 17,5% da média dos últimos cinco anos, conforme a Conab.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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maior procura por biodiesel eleva as cotações



Após recuarem por quase dois meses, os preços do óleo de soja voltaram a subir no Brasil. É isso que apontam os levantamentos do  Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

O movimento de alta, segundo pesquisadores do instituto, está atrelado às expectativas de maior demanda para biodiesel no mercado nacional. 

Outro fator que aumentou o otimismo para o mercado nacional de óleo de soja foi a aprovação do aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao óleo diesel. 

Pelas normas do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), a mistura irá passar dos atuais 14% para 15% entre agosto de 2025 e fevereiro de 2026. Apesar disso, a partir de março de 2026, a mistura ainda pode aumentar para 16%. 

Pesquisadores do Cepea destacam que o crescimento na mistura do biodiesel ao diesel era esperado para março deste ano. Assim, a não efetivação desta mudança no primeiro trimestre foi o principal fator do enfraquecimento nos valores internos do óleo naquele período.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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perspectiva de boa produção nos EUA e Brasil pressiona Chicago antes do intervalo



A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho chegou ao intervalo nesta segunda-feira (30) com baixa nos preços. O mercado foi pressionado pelo clima favorável às lavouras no Meio-Oeste dos Estados Unidos, diante da previsão de um clima quente e chuvas bem distribuídas na região.

Os contratos com vencimento em setembro de 2025 operaram cotados a US$ 4,08 1/4 por bushel, baixa de 3,25 centavos, ou 0,78% em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em dezembro de 2025 operaram com recuo de 3, centavos, ou 0,70% em relação ao fechamento do último pregão, cotados a US$ 4,24 por bushel.

O andamento da colheita da safrinha no Brasil, com expectativas de uma produção elevada, complementou o quadro negativo. Além disso, os investidores mantiveram postura de cautela, no aguardo da divulgação dos relatórios do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), marcada para as 13h desta segunda-feira (30).

Para a área plantada de milho, a expectativa do mercado é de que ela possa ocupar 95,242 milhões de acres na safra 2025/26, volume que fica abaixo dos 95,326 milhões de acres estimados em março. A área, entretanto, deve ficar acima dos 90,954 milhões de acres cultivados na temporada 2024/25.

Nos estoques trimestrais na posição 1° de junho, o mercado espera que eles sejam indicados em 4,648 bilhões de bushels de milho, volume que fica abaixo dos 4,997 bilhões de bushels indicados na posição 1 de junho de 2024. Na posição 1° de março de 2025, os estoques haviam sido indicados em 8,151 bilhões de bushels.

A colheita da safrinha 2025 de milho atingia 11,1% da área estimada de 15,407 milhões de hectares na sexta-feira (27), segundo levantamento de Safras & Mercado. No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 30% da área cultivada de 14,711 milhões de hectares. A média de colheita dos últimos cinco anos para o período é de 16,4%.



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Pronaf 2025/2026 promete volume recorde, mas custo por hectare pode ultrapassar cobertura


O governo federal anunciará nesta segunda-feira (30), com cobertura ao vivo pelo Canal Rural, a partir das 11 horas, o novo Plano Safra 2025/2026, com expectativa de um volume recorde destinado ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O anúncio ocorre em um cenário desafiador: juros altos, inflação persistente nos insumos agrícolas e limitação orçamentária. A promessa é de mais crédito, mas a realidade no campo exige uma análise mais profunda: será que o valor por hectare acompanhará o aumento nos custos de produção?

O Plano Safra 2024/25 disponibilizou R$ 76 bilhões para o Pronaf — um valor considerado histórico. Desses, R$ 60,2 bilhões foram efetivamente utilizados até maio de 2025. As taxas de juros variam entre 0,5 % e 6 % ao ano, com condições mais vantajosas para linhas de agroecologia, alimentos básicos e microcrédito.

A política pública foi elogiada pelo volume, mas criticada pelos custos indiretos: estudo da CNA revelou que, na prática, o custo real pode chegar a 18,6 % ao ano, somando taxas bancárias, seguros obrigatórios e despesas operacionais.

O que esperar do Pronaf 2025/2026

  • O governo promete superar os R$ 76 bilhões anteriores, mantendo o foco em produtores familiares, agroecologia e segurança alimentar. Destaques já antecipados:
  • Instituição do Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara);
  • Manutenção de taxas baixas (2 % a 3 %) para alimentos da cesta básica e agricultura orgânica;
  • Maior integração com programas de compras públicas e assistência técnica via entidades como o Sebrae e a Emater.

Entretanto, o desafio é compatibilizar esses avanços com um cenário econômico adverso: a taxa Selic está em 15 % ao ano, exigindo maior subvenção orçamentária para manter o juro equalizado. Isso pressiona o Tesouro Nacional, que já trabalha sob forte restrição fiscal.

Apesar do valor total elevado, o que realmente importa para o produtor é quanto recurso está disponível por hectare cultivado — e aqui está o alerta:

O custo médio por hectare aumentou consideravelmente em função da alta dos fertilizantes, defensivos e combustíveis.

Se o crédito disponível não for reajustado proporcionalmente, o produtor terá que complementar com capital próprio ou reduzir área/tecnificação.

Isso vale tanto para o Pronaf Custeio quanto para linhas de investimento, como o Pronaf Mais Alimentos.

Em outras palavras: mais dinheiro no total não significa maior cobertura individual. Um orçamento inflado pode mascarar uma realidade em que o crédito não cobre os custos reais da produção.

As taxas anunciadas pelo governo (entre 0,5 % e 6 %) são apenas a ponta do iceberg. O produtor familiar, principalmente o mais desassistido, lida com:

  • Taxas bancárias ocultas;
  • Exigência de garantias e seguros caros;
  • Burocracia que atrasa o acesso ao recurso.

Esse “custo efetivo”, muitas vezes ignorado nos anúncios oficiais, pode tornar o crédito inviável — ou empurrar o produtor para o endividamento.

Conclusão: o produtor pode receber mais, mas colher menos

O Plano Safra Pronaf 2025/2026 virá com uma roupagem otimista: mais recursos, novos programas, foco na sustentabilidade. No entanto, o produtor precisa estar atento ao que realmente entra na sua conta e ao que ele consegue produzir com esse dinheiro.

A inflação dos custos por hectare, combinada com a complexidade bancária e o juro real embutido, pode gerar uma situação paradoxal: crédito mais volumoso, mas menos eficaz.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Receita paga hoje maior lote da história



Cerca de 6,5 milhões de contribuintes que entregaram a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2025 nas primeiras semanas do prazo acertarão as contas com o Leão. Nesta segunda-feira (30), a Receita Federal libera o segundo dos cinco lotes de restituição deste ano, o maior da história em número de contribuintes e em valor. O lote também contempla restituições residuais de anos anteriores.

Ao todo, 6.545.322 contribuintes receberão R$ 11 bilhões. Todo o valor, informou o Fisco, irá para contribuintes com prioridade no reembolso.

As restituições estão distribuídas da seguinte forma:

  • 4.764.634 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix;
  • 1.044.585 contribuintes de 60 a 79 anos;
  • 496.650 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;
  • 148.090 contribuintes acima de 80 anos;
  • 91.363 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave.

Embora não tenham prioridade por lei, os contribuintes que usaram dois procedimentos em conjunto, pré-preenchida e Pix, passaram a ter prioridade no recebimento da restiuição neste ano. Neste lote, não haverá pagamento a contribuintes sem prioridade.

Liberada no último dia 23 a consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.

O pagamento será feito na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina.

Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessando o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.



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Sebrae-SP abre inscrições para a Feira do Empreendedor 2025



O Sebrae-SP abriu as inscrições para expositores e patrocinadores da Feira do Empreendedor 2025 (FE25), que será realizada entre os dias 15 e 18 de outubro, no São Paulo Expo. A entrada é gratuita.

Com expectativa de público superior a 110 mil pessoas, o evento deve movimentar cerca de R$ 45 milhões em negócios. A edição contará com mais de 1.200 espaços de exposição para empresas de todos os portes e setores.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

A programação inclui palestras, painéis, consultorias, rodadas de negócios e oportunidades de networking com especialistas e empreendedores.

Oportunidades para expositores e patrocinadores

Empresas interessadas podem escolher estandes de 2m² a 25m², os valores dos espaços e cotas de patrocínio poder conferido aqui. As empresas interessadas em garantir seu espaço na FE25 podem acessar o site e preencher o formulário de inscrição, acesse aqui. Para obter informações e tirar dúvidas, encaminhe um e-mail para: [email protected]



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Chicago opera no vermelho com clima favorável nos EUA e à espera do USDA



Os contratos do milho operam com preços mais baixos nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) desta segunda-feira (30).

Após um breve movimento de recuperação no último pregão, o mercado volta a operar em baixa. O cereal é pressionado pelo clima quente e pelas chuvas bem distribuídas no Meio-Oeste dos Estados Unidos, que favorecem o desenvolvimento das lavouras.

Os contratos com entrega em dezembro estão cotados a US$ 4,07 1/2 por bushel, baixa de 4 centavos de dólar, ou 0,97%, em relação ao fechamento anterior.

No Brasil, a expectativa também é de uma segunda safra robusta. Com esse cenário, os investidores mantêm cautela enquanto aguardam a divulgação dos relatórios do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), marcada para as 13h desta segunda-feira.

Para a área plantada de milho, a expectativa do mercado é de que ela possa ocupar 95,242 milhões de acres na safra 2025/26, volume que fica abaixo dos 95,326 milhões de acres estimados em março. A área, entretanto, deve ficar acima dos 90,954 milhões de acres cultivados na temporada 2024/25. Nos estoques trimestrais na posição 1° de junho, o mercado espera que eles sejam indicados em 4,648 bilhões de bushels de milho, volume que fica abaixo dos 4,997 bilhões de bushels indicados na posição 1 de junho de 2024.

Na posição 1° de março de 2025, os estoques haviam sido indicados em 8,151 bilhões de bushels. Na sexta-feira (27), o milho fechou com alta nos preços. O mercado consolidou uma recuperação técnica, sustentada por um movimento de cobertura de posições vendidas, em compasso de espera dos relatórios de área plantada e de estoques trimestrais dos Estados Unidos na posição 1 de junho, que serão divulgados na segunda-feira (30). Na semana, a posição setembro/25 acumulou perdas de 3,29%. Na sessão, os contratos com entrega em julho de 2025 fecharam com alta de 7,50 centavos, ou 1,85%, cotados a US$ 4,11 1/2 por bushel. Os contratos com entrega em dezembro de 2025 fecharam com avanço de 6,00 centavos, ou 1,42%, cotados a US$ 4,27 por bushel.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mistura B15 impulsiona óleo de soja no Brasil



Óleo de soja volta a subir com aumento da mistura de biodiesel




Foto: Divulgação

Depois de quase dois meses em queda, os preços do óleo de soja voltaram a registrar valorização no mercado brasileiro. A recuperação nos valores ocorre em meio a expectativas positivas para a demanda do setor de biocombustíveis, especialmente o biodiesel.

Segundo dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a elevação recente está diretamente ligada à decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que aprovou o aumento gradual da mistura obrigatória de biodiesel ao óleo diesel. A medida prevê a elevação da atual proporção B14 (14%) para B15 (15%) entre agosto deste ano e fevereiro de 2026. A partir de março de 2026, a mistura poderá subir para B16 (16%).

De acordo com os pesquisadores do Cepea, a perspectiva de maior consumo interno para a produção de biodiesel tem trazido otimismo ao setor, o que influencia diretamente a comercialização do óleo de soja. A medida do CNPE é vista como um estímulo à cadeia produtiva, gerando reflexos positivos tanto para os produtores quanto para os processadores da oleaginosa.

A movimentação atual contrasta com o cenário observado no primeiro trimestre de 2025, quando os preços internos do óleo de soja registraram forte enfraquecimento. Na época, o mercado apostava que a mistura B15 entraria em vigor em março, o que acabou não ocorrendo. Essa frustração nas expectativas foi o principal fator de pressão sobre as cotações naquele período.

Agora, com a confirmação oficial do cronograma de ampliação da mistura, agentes do setor voltam a operar com maior confiança. A perspectiva é de que a demanda por óleo de soja industrializado se mantenha firme nos próximos meses, o que deve contribuir para sustentar os preços em patamares mais altos.

O Brasil, sendo um dos maiores produtores e exportadores de soja do mundo, pode se beneficiar tanto no mercado interno quanto externo com esse novo cenário. A busca por fontes renováveis de energia, como o biodiesel, segue sendo um fator estratégico para o crescimento sustentável do agronegócio brasileiro.





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à espera de relatórios do USDA, Chicago opera em leve alta



Os contratos da soja em grão registram preços mais altos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) desta segunda-feira (30).

O mercado estende o movimento de correção iniciado na sexta-feira (27), tentando recuperar parte das perdas superiores a 3% registradas na semana passada. A fraqueza do dólar frente a outras moedas ajuda a sustentar o avanço.

Os contratos com vencimento em novembro operam cotados a US$ 10,21 1/2 por bushel, alta de 5 centavos de dólar, ou 0,49%, em relação ao fechamento anterior.

Os investidores operam em compasso de espera pala divulgação dos relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previstos para as 13h desta segunda-feira.

Os estoques trimestrais norte-americanos de soja na posição 1o de junho deverão ficar levemente acima do número indicado pelo USDA em igual período do ano anterior. A projeção é de analistas e corretores entrevistados pelas agências internacionais, que indicam estoques trimestrais de 971 milhões de bushels.

Em igual período do ano anterior, o número era de 970 milhões de bushels. Em 1° de março, data do relatório anterior, os estoques de soja estavam em 1,910 bilhão de bushels. Já a área plantada norte-americana com soja deve somar 83,648 milhões de acres em 2025, acima da intenção de plantio, divulgada em março, de 83,495 milhões de acres.

No ano passado, a área ficou em 87,050 milhões de acres. A previsão é compartilhada por analistas e corretores consultados pelas agências internacionais. Segundo a consulta, as estimativas oscilaram de 83 a 85 milhões de acres.

Na sexta-feira , a soja fechou em alta. O mercado foi sustentado pelo otimismo nas negociações entre Estados Unidos e a China, que pode significar um aumento na demanda pela soja norte-americana.

No entanto, durante a semana, a posição agosto/25 registrou perdas acumuladas de 3,56%. Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com alta de 5,50 centavos, ou 0,53%, a US$ 10,33 1/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,24 3/4 por bushel, ganho de 8,25 centavos ou 0,81%.



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Comece bem a semana sabendo o que mexe com a economia na análise do Diário Econômico


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o alívio nos mercados com trégua geopolítica e apostas de afrouxamento monetário nos EUA.

No Brasil, juros futuros sobem com ruído fiscal e a Selic deve seguir em 15% por mais tempo. O dólar recuou a R$ 5,48 e o IPCA-15 subiu abaixo das expectativas em junho.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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