segunda-feira, maio 18, 2026

Autor: Redação

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Frio permanece no Centro-Sul e chuva marca o dia no Norte/Nordeste; veja a previsão do tempo para hoje



A sexta-feira (4) será marcada por variações climáticas em todo o Brasil, com frio persistente no Sul, chuvas no litoral do Sudeste e Nordeste, além de temporais previstos para o Norte. As temperaturas continuam baixas no Rio Grande do Sul, enquanto o calor predomina em parte do Centro-Oeste e interior do Nordeste, acompanhado de baixa umidade do ar.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Confira a previsão do tempo para hoje em todas as regiões do país, com análise da Climatempo.

Como vai ficar o tempo na região Sul nesta sexta

Os ventos úmidos que sopram do mar contra o continente favorecem chuva fraca e garoa no leste de Santa Catarina no litoral do Paraná. Não chove no Rio Grande do Sul, onde as temperaturas continuam baixas no decorrer do dia.

Como vai ficar o tempo na região Sudeste nesta sexta

A infiltração marítima mantém a condição de chuva para áreas do litoral e do leste de São Paulo, assim como no litoral do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.

As temperaturas continuam amenas nas capitais de São Paulo e do Rio, assim como o calor permanece na Grande Belo Horizonte. O ar se mantém mais seco no interior de Minas Gerais, com calor à tarde.

Como vai ficar o tempo na região Centro-Oeste nesta sexta

Amanhecer ainda gelado no sul de Mato Grosso do Sul e em áreas do sul de Mato Grosso. As temperaturas continuam mais altas no Distrito Federal e no norte de Goiás e de Mato Grosso, com destaque para a baixa umidade do ar.

Como vai ficar o tempo na região Nordeste nesta sexta

O tempo segue instável no litoral e no sul da Bahia, com risco de pancadas mais fortes. Há chance de chuva moderada no leste de Alagoas em Sergipe, com pancadas mais irregulares no norte do Maranhão.

O tempo continua aberto, ensolarado e seco no interior da região, com umidade abaixo de 30% no sul do Maranhão, Piauí e oeste da Bahia.

Como vai ficar o tempo na região Norte nesta sexta

As pancadas continuam com forte intensidade no Amazonas e em Roraima; o dia fica mais encoberto e deve haver pancadas a qualquer momento em Manaus e Boa Vista.

A faixa sul da região continua ensolarada, sem previsão de chuva e com o ar mais seco no sul do Pará e no Tocantins.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mandioca sofre com apodrecimento de raízes



Chuvas afetam qualidade da mandioca no RS




Foto: Canva

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (3) aponta impactos climáticos na produção de mandioca em diversas regiões do Rio Grande do Sul. Segundo o relatório, em Itaqui, na região administrativa de Bagé, 73% dos 23 hectares cultivados já foram colhidos. A Emater informa que os altos volumes de chuva provocaram apodrecimento das raízes e queda na qualidade do produto. Os preços variam entre R$ 3,00 e R$ 5,00 por quilo da mandioca com casca, enquanto a versão descascada e embalada a vácuo alcança até R$ 12,00 por quilo.

Em Alegrete, os agricultores intensificaram a colheita em áreas baixas como medida preventiva para evitar perdas maiores, movimento também observado em São Gabriel. As variedades mais utilizadas nessas regiões são Vassourinha e BRS Gema de Ovo, comercializadas entre R$ 3,50 e R$ 4,00 por quilo com casca e entre R$ 6,50 e R$ 8,00 descascadas.

Na região de Lajeado, em Cruzeiro do Sul, a colheita está em curso e atinge 70% da área. A produtividade média registrada é de 14 toneladas por hectare, valor considerado dentro da normalidade para o município. A Emater destaca que a sanidade da cultura está preservada, e o preço médio pago ao produtor é de R$ 18,00 por caixa de 22 quilos.

Na região de Santa Rosa, duas geadas recentes encerraram o ciclo vegetativo das plantas, que ainda apresentavam folhagem. No entanto, os danos causados ainda não foram totalmente avaliados.

Já em Soledade, a colheita prossegue, mas há risco de apodrecimento das raízes em função do encharcamento do solo. Segundo o levantamento, os preços seguem em baixa. Em Mato Leitão, a caixa de 22 quilos da raiz varia entre R$ 20,00 e R$ 25,00.





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Frio intenso impacta preços de hortaliças


O Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (3) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), registrou variações expressivas nos preços de hortaliças comercializadas na Ceasa de Curitiba. A análise compara os valores praticados na segunda-feira (30) com os observados no dia 23 de junho.

Segundo o levantamento, as geadas ocorridas nas manhãs dos dias 24 e 25 de junho, somadas às chuvas registradas antes e depois do fenômeno, foram determinantes para a oscilação nos preços. “As baixas temperaturas afetaram a produção e influenciaram diretamente na oferta de algumas culturas”, informaram os analistas do Deral.

O chuchu extra AA apresentou o maior aumento, subindo de R$ 25,00 para R$ 60,00 por caixa de 20 quilos, alta de 140%. A oferta do produto foi concentrada nos municípios de Colombo, Morretes e Cerro Azul, com complemento vindo do Espírito Santo. A couve-flor gigante também registrou forte valorização, com elevação de 55,6% no preço da dúzia, passando de R$ 45,00 para R$ 70,00. O produto chegou à Ceasa a partir de áreas de São José dos Pinhais, Colombo e Araucária.

A alface crespa grande apresentou aumento de 40%, com a caixa de 18 unidades passando de R$ 25,00 para R$ 35,00. A produção foi oriunda de Curitiba e municípios vizinhos, como Colombo e Araucária.

Por outro lado, a cebola pera nacional e a batata salsa registraram queda nos preços. A cebola teve recuo de 10%, com a saca de 20 quilos caindo de R$ 50,00 para R$ 45,00. A batata salsa de primeira caiu 6,3%, com a caixa de 20 quilos passando de R$ 80,00 para R$ 75,00. Os produtos foram fornecidos por municípios da Região Metropolitana de Curitiba e por lavouras de Minas Gerais e São Paulo.

De acordo com o Deral, sete dos 17 produtos analisados apresentaram alta, dois registraram queda e oito permaneceram estáveis. A ocorrência de uma nova onda de frio nesta semana pode seguir influenciando a dinâmica de oferta e preços nos próximos dias. “A amplitude dos danos e os reflexos no mercado ainda serão mais bem compreendidos nas próximas semanas”, conclui o boletim.





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Mel brasileiro cresce nas exportações em 2025


As exportações brasileiras de mel “in natura” apresentaram forte crescimento em 2024 e mantêm ritmo acelerado em 2025, conforme aponta o Boletim de Conjuntura Agropecuária desta quinta-feira (3), elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab). O desempenho é impulsionado, sobretudo, pela demanda dos Estados Unidos, principal destino do produto.

Em 2024, o Brasil exportou 37.931 toneladas de mel natural, volume 32,8% superior ao registrado em 2023. A receita alcançou US$ 100,56 milhões, alta de 17,9% em relação ao ano anterior. No ranking dos estados exportadores, o Paraná ocupou a quarta posição, com 3.969 toneladas embarcadas e receita de US$ 10,395 milhões, a um preço médio de US$ 2,62 por quilo.

O crescimento se manteve nos cinco primeiros meses de 2025. De janeiro a maio, foram exportadas 15.316 toneladas, o que representa aumento de 10,7% na comparação com o mesmo período de 2024. A receita cambial somou US$ 48,996 milhões, avanço de 39,7% em relação ao ano anterior. O preço médio nacional subiu 26%, passando de US$ 2.534,81 para US$ 3.199,01 por tonelada.

O Paraná também se destacou em 2025, ocupando a terceira posição entre os estados exportadores. O estado embarcou 2.870 toneladas e obteve receita de US$ 9,313 milhões, com preço médio de US$ 3,24 por quilo. Esses números representam crescimento de 148,7% em volume e 229,3% em receita na comparação com o mesmo período de 2024.

Minas Gerais liderou as exportações entre os estados, com receita de US$ 12,238 milhões e 3.760 toneladas exportadas, a um preço médio de US$ 3,25 por quilo. O Piauí ficou na segunda posição, com US$ 9,511 milhões e 3.035 toneladas embarcadas. Santa Catarina e São Paulo completam o grupo dos cinco maiores exportadores.

Os Estados Unidos seguem como principal destino do mel brasileiro. De janeiro a maio de 2025, o país norte-americano importou 12.592 toneladas, o equivalente a 82,2% do volume total exportado pelo Brasil no período. A receita foi de US$ 40,153 milhões, com preço médio de US$ 3,19 por quilo. No mesmo período do ano anterior, os EUA haviam importado 11.329 toneladas, com gasto de US$ 28,397 milhões.

Além dos EUA, outros mercados relevantes foram Canadá (1.312 t), Alemanha (585 t), Reino Unido (432 t), Países Baixos (220 t), Israel (60 t), Austrália (40,6 t) e Bélgica (40,1 t). Entre os países com maior crescimento em volume estão Israel (+203%) e Bélgica (+166,7%). A única retração significativa foi da Austrália (-65,8%).





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Cevada tem bom início de desenvolvimento



Preço da cevada para malte atinge R$ 85 no RS




Foto: Canva

A semeadura da cevada no Rio Grande do Sul avançou nas últimas semanas, favorecida por uma breve janela de tempo seco que permitiu condições mais adequadas de umidade do solo para a operação. As informações constam no Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (3).

No Extremo Norte do Estado, os trabalhos de plantio estão próximos da conclusão e seguem o calendário indicado pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). Segundo a Emater/RS-Ascar, as lavouras implantadas apresentam estande e desenvolvimento inicial adequados, sem registros relevantes de danos causados pelas precipitações recentes.

Para a safra 2025, a estimativa da Emater/RS-Ascar aponta uma área total cultivada de 27.337 hectares, com produtividade média de 3.198 quilos por hectare. Na região administrativa de Erechim, cerca de 95% dos 7.630 hectares previstos já foram semeados, com expectativa de produtividade de 3.600 quilos por hectare.

Na região de Ijuí, as lavouras também apresentam bom desenvolvimento. Algumas áreas foram implantadas com cultivares de ciclo curto, com o objetivo de preencher o chamado vazio outonal e fornecer insumos para alimentação animal.

Em relação à comercialização, o preço médio da saca de 60 quilos de cevada destinada à indústria de malte, na região de Erechim, foi cotado a R$ 85,00.





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uma nova ferramenta contra eventos climáticos


Com eventos extremos mais frequentes, o seguro paramétrico surge como solução moderna, ágil e transparente — mas no Brasil, sua aplicação exigirá rigor técnico na definição dos parâmetros, do custo do prêmio e da capacidade de formação de reservas para enfrentar os riscos cobertos.

Com a intensificação das mudanças climáticas e o aumento dos prejuízos associados a secas, enchentes e outros eventos extremos, o seguro paramétrico vem se consolidando como uma alternativa inovadora no mercado de gestão de riscos. Diferente dos modelos tradicionais — que exigem vistorias e perícias para liberar indenizações — o seguro paramétrico funciona com base em indicadores objetivos e previamente definidos, como volume de chuvas, velocidade do vento ou intensidade de terremotos.

Na prática, se o indicador ultrapassa o gatilho acordado, a indenização é liberada automaticamente, sem necessidade de comprovação direta de danos.

Imagine um produtor rural que contrata um seguro parametrizado contra estiagem. O contrato prevê pagamento se o índice pluviométrico for inferior a 100 mm em 30 dias. Se a chuva realmente ficar abaixo desse patamar, o produtor recebe o valor contratado, mesmo que a lavoura ainda esteja de pé. A lógica é simples: se a condição climática extrema ocorreu, presume-se o prejuízo.

Esse modelo reduz custos operacionais, elimina burocracia e permite respostas rápidas — algo essencial em momentos de crise.

Viabilidade desse seguro depende de custo e estrutura técnica

Apesar do avanço global, no Brasil a viabilidade real do seguro paramétrico ainda depende de dois pilares fundamentais:

  1. Custo do prêmio: Ele precisa ser proporcional à capacidade de pagamento do produtor e competitivo frente ao seguro tradicional.
  2. Fórmula atuarial sólida: A estruturação do produto precisa considerar dados históricos de eventos extremos, modelagens climáticas regionais e projeção de reservas técnicas suficientes para garantir a solvência do sistema frente aos riscos assumidos.

A ausência de uma base atuarial robusta pode comprometer a sustentabilidade do produto e a confiança do mercado.

Segundo a Swiss Re, o número de contratos paramétricos saltou de 32 em 2017 para mais de 330 em 2023 no mundo, com forte presença nos setores de agronegócio, turismo, energia e infraestrutura. Governos também vêm adotando esse modelo como ferramenta de proteção fiscal.

No Brasil, o mercado ainda está em fase inicial, mas cresce com o avanço da tecnologia. Empresas usam dados de satélites, sensores climáticos e inteligência artificial para construir produtos personalizados e modelar riscos com precisão.

Como funciona o seguro paramétrico

  • Definição do gatilho: por exemplo, “chuva inferior a 100 mm em 30 dias”.
  • Monitoramento automático: por satélites, estações meteorológicas e sensores confiáveis.
  • Pagamento automático: sem perícia, se o gatilho for atingido.
  • Previsibilidade: o segurado sabe exatamente quando será indenizado.

Vantagens

  • Pagamento rápido e automático
  • Redução de fraudes e custos administrativos
  • Pode ser aplicado em áreas sem histórico de seguro tradicional
  • Complementar ao seguro rural convencional
  • Ideal para catástrofes com alto impacto e rápida propagação

Limitações e cuidados

A eficácia depende da definição correta dos parâmetros. Se o gatilho não refletir bem o risco real, pode haver distorções — como pagamento sem perda ou ausência de indenização em situações críticas. Por isso, é essencial contar com dados confiáveis, consultoria técnica e modelagem atuarial bem calibrada, principalmente no Brasil, onde a volatilidade climática e as desigualdades regionais exigem produtos altamente customizados.

O seguro paramétrico pode ser peça-chave na proteção de produtores frente à crescente instabilidade climática. Regiões como o Sul do Brasil, frequentemente atingidas por enchentes e estiagens, podem se beneficiar de modelos de proteção mais ágeis, alinhados às novas tecnologias e à realidade do campo.

Além disso, esse tipo de seguro pode ser incorporado a fundos de catástrofe agropecuária, como o proposto Fundagro, ampliando a capacidade de resposta rápida a crises e promovendo a resiliência financeira no setor.

O seguro paramétrico é mais do que uma inovação — é uma necessidade estratégica em um mundo onde o risco climático se tornou constante. Mas no Brasil, sua viabilidade dependerá da capacidade de precificação justa, da confiança nos dados e da formulação de reservas técnicas compatíveis com os riscos cobertos.

Com apoio da tecnologia, do setor financeiro e de políticas públicas inteligentes, o Brasil pode transformar o seguro paramétrico em uma ferramenta de proteção eficaz para lavouras, cadeias produtivas e a segurança alimentar do país.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Fávaro rebate acusações de que Plano Safra não está sendo liberado: ‘Fake news’



O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, voltou a classificar como fake news as acusações da oposição de que o governo anuncia, mas não libera os recursos do Plano Safra. “O debate é essencial na democracia. Divergência e contraponto são relevantes e devem ser respeitados. Mas fake news, não!”, rebateu o ministro nas redes sociais.
“Está circulando por aí que o governo anuncia um Plano Safra recorde e não libera os recursos. Isso não é verdade”, refutou Fávaro.

O ministro afirmou que, no Plano Safra 2024/2025, dos R$ 92 bilhões de recursos equalizados anunciados, R$ 84 bilhões tinham sido operacionalizados até junho. “O total final deve ficar muito próximo do valor previsto. Nos recursos controlados, foram anunciados R$ 96 bilhões e, até meados de junho, mais de R$ 80 bilhões já tinham sido contratados. E a execução também deve se aproximar do teto”, projetou o ministro.

“Como o produtor sabe, quando o limite dos recursos equalizados se aproxima do fim, os bancos naturalmente reduzem as contratações para evitar prejuízo aos agricultores – já que a subvenção pode não ser garantida. Essa dinâmica sempre existiu, com todos os ministros da Agricultura”, justificou Favaro.

Sobre o crédito de Cédulas de Produto Rural (CPRs) originados de Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), com isenção do imposto, Fávaro destacou que o resultado superou as expectativas, com R$ 185 bilhões liberados ante R$ 108 bilhões projetados inicialmente. “Com governo Lula, o Plano Safra segue forte, responsável e transparente. A verdade está nos números. E quem vive do agro sente: o campo está em movimento, com crédito chegando e o Brasil colhendo os frutos”, defendeu o ministro.

A manifestação ocorre após declarações recentes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) de que o governo anuncia valores recordes, mas o crédito não é efetivado.





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Soja enfrenta desafios na comercialização


No mercado da soja, o Rio Grande do Sul enfrenta desafios na comercialização e na armazenagem, segundo informações da TF Agroeconômica. “A precificação mudou para o julho, e os preços foram R$ 137,00 para 30/07 (entregas de 15/07 a 30/07). Melhores preços estão para o agosto, que marcou R$ 140,00 entrega agosto cheio e pagamento em 29/08. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 130,00 Cruz Alta – Pgto. 15/08 – para fábrica R$ 130,00 Passo Fundo – Pgto. agosto R$ 130,00 Ijuí – Pgto. 15/08 – para fábrica R$ 130,00 Santa Rosa / São Luiz – Pgto. 15/08 Preços de pedra em Panambi caíram para R$ 119,00 a saca ao produtor”, comenta.

Enquanto isso, Santa Catarina projeta atenção à armazenagem e comercialização da soja. “O vazio sanitário da soja, organizado pela Cidasc, impõe restrições de plantio e exige coordenação para alinhar produção e armazenagem de modo eficiente. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 135,04 (+0,36%)”, completa.

O Paraná mantém atenção ao mercado e à armazenagem da soja. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 135,57 (+0,60%). Em Cascavel, o preço foi 119,62 (-0,60%). Em Maringá, o preço foi de R$ 121,23 (+0,01%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 123,55 (-0,24%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$134,56. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.

Mato Grosso do Sul prioriza logística e armazenagem após a safra de soja. “A prioridade de muitos produtores neste momento recai sobre a colheita da segunda safra de milho, o que influencia o ritmo de negociação da soja no estado. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 119,92 (+1,31%), Campo Grande em R$ 119,92 (+1,31%), Maracaju em R$ 119,92, Chapadão do Sul a R$ 108,69, Sidrolândia a em R$ 119,92”, informa.

Armazenagem e logística concentram atenções no Mato Grosso do Sul após colheita da

soja. “Campo Verde: R$ 113,90 (-1,15%). Lucas do Rio Verde: R$ 110,34, Nova Mutum: R$ 110,34 (+0,72%). Primavera do Leste: R$ 113,90 (-1,15%). Rondonópolis: R$ 113,90 (-1,15%). Sorriso: R$ 110,34 (+0,72%)”, conclui.

 





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Boi gordo registra cotações estáveis nesta quinta-feira



O mercado físico do boi gordo segue com preços predominantemente estáveis. Conforme registrado nesta quinta-feira (3), a oferta de animais terminados em confinamento deve seguir firme ao longo de julho, o que colabora para que as escalas de abate sigam confortáveis nas principais praças de comercialização. A presença de animais provenientes de parcerias e confinamentos próprios reforça esse cenário de abastecimento controlado.

A demanda, por outro lado, ainda encontra nas exportações sua principal variável. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o desempenho das vendas externas será determinante para definir o rumo do mercado no curto prazo.

Preços da arroba do boi gordo (à prazo):

  • São Paulo: R$ 312,25
  • Goiás: R$ 293,93
  • Minas Gerais: R$ 299,71
  • Mato Grosso do Sul: R$ 312,84
  • Mato Grosso: R$ 316,35

Atacado

No mercado atacadista, os preços da carne bovina registraram queda em alguns cortes. A entrada da primeira quinzena do mês, com o pagamento dos salários, pode favorecer alguma recuperação no curto prazo, estimulando a reposição entre atacado e varejo. Apesar disso, a carne de frango segue ganhando espaço no consumo das famílias brasileiras, impulsionada pela sua maior competitividade frente às demais proteínas.

  • Quarto traseiro: R$ 23,00/kg (estável)
  • Quarto dianteiro: R$ 18,50/kg (queda de R$ 0,50)
  • Ponta de agulha: R$ 18,00/kg (queda de R$ 0,50)

Câmbio

O dólar comercial fechou em leve baixa de 0,26%, cotado a R$ 5,4040 para venda e R$ 5,4020 para compra. A moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,4035 (mínima) e R$ 5,4473 (máxima) ao longo do dia.



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