terça-feira, maio 5, 2026

Autor: Redação

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Preço do algodão registra queda com oferta elevada



Preços do algodão em pluma seguem em queda


Foto: USDA

Levantamentos do Cepea mostram que os preços do algodão em pluma seguem em queda no mercado brasileiro e já operam nos menores patamares desde o final de novembro/24. Segundo o Centro de Pesquisas, o movimento de baixa está relacionado à maior disponibilidade e à pressão exercida por compradores, que ofertam valores menores.

Ressalta-se que esses demandantes também reduziram o ritmo das aquisições, diante de incertezas com o cenário interno e, inclusive, de alguns casos para exportações. Quanto à produção nacional de pluma da safra 2024/25, dados da Conab indicam 3,94 milhões de toneladas, 6,3% a mais que na temporada 2023/24, resultado do crescimento de 7,3% na área cultivada, para 2,09 milhões de hectares; a produtividade nacional é prevista em 1.887 kg/ha, queda de 0,9%. 





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IPPA cai 3,2% em julho; no ano, alta é de 16,4%


Em julho, o Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários (IPPA/CEPEA) apresentou queda nominal de 3,2% em relação ao mês anterior, apontam levantamentos do Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, esse desempenho refletiu as baixas no IPPA-Grãos, de 1,4%, no IPPA-Pecuária, de 3%, e no IPPA-Cana-Café, de 9,1%. Na contramão, o IPPA Hortifrutícolas avançou 3,4%.

No mesmo período, o Índice de Preços por Atacado de Produtos Industriais (IPA-OG-DI), calculado pela FGV, subiu 0,8%, indicando que, de junho para julho, os preços agropecuários se desvalorizaram em relação aos industriais na economia brasileira. No cenário internacional, os preços dos alimentos convertidos em Reais recuaram 2,3%, reflexo da combinação de queda do dólar frente ao Real (-0,3%) e de retração dos valores internacionais dos alimentos (-1,9%).

Comparando-se os sete primeiros meses deste ano com igual intervalo de 2024, levantamentos do Cepea mostram que o IPPA registrou expressivo avanço de 16,4%, impulsionado pelas significativas altas nos grupos IPPA-Grãos (7,4%), IPPA-Pecuária (25,8%) e IPPA-Cana-Café (27,7%). Em sentido oposto, o IPPA-Hortifrutícolas caiu 13,4%. No período, o IPA-OG-DI teve aumento de 5%, enquanto os preços internacionais dos alimentos convertidos em Reais subiram 11%, resultado da valorização de 11,1% do dólar, mesmo perante o ligeiro recuo de 0,2% nos preços internacionais dos alimentos. 





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Fiscais agropecuários apresentam dados sobre agrotóxicos



De forma inédita, o painel apresenta dados gerais sobre a prescrição


Foto: Divulgação

Painel Interativo dos Agrotóxicos no Rio Grande do Sul – série histórica de 2018 a 2023 e o primeiro Boletim Técnico da Defesa Vegetal serão lançados segunda-feira (1º/9), às 15h, na Expointer. Os dados serão apresentados pelos fiscais estaduais agropecuários Ricardo Augusto Felicetti, diretor do Departamento de Defesa Vegetal (DDV) da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Rafael Friedrich de Lima, chefe da Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários da Seapi, e Paulo Victor Rysdyk da Silva, chefe substituto da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal. O evento será no auditório do estande do Governo Estadual, no Pavilhão Internacional.

De forma inédita, o painel apresenta dados gerais sobre a prescrição, comercialização e uso de agrotóxicos em todo o Estado, no período de 2018 a 2023. A publicação será disponibilizada no site da Seapi. Os dados disponibilizados no painel provêm do Sistema Integrado de Gestão de Agrotóxicos (SIGA), que contém as operações comerciais e recomendações técnicas de agrotóxicos no RS. Já o primeiro Boletim Técnico da Defesa Vegetal do Rio Grande do Sul traz uma análise histórica de dados de comércio e uso de agrotóxicos e também os principais dados e as informações obtidas a partir do Painel de Agrotóxicos.

A Associação dos Fiscais Agropecuários do RS (Afagro) ressalta que os servidores da categoria são fundamentais para a segurança no uso de agrotóxicos. Entre as atribuições dos fiscais estaduais agropecuários da área vegetal, está a fiscalização do comércio, armazenamento e aplicação desses produtos, assegurando a regularidade dos estabelecimentos e a qualidade dos insumos. Combatem a venda de agrotóxicos falsificados ou irregulares, investigam denúncias e controlam a movimentação no Estado, protegendo a saúde da população e a sustentabilidade da agricultura.





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Nova tecnologia promete soja mais resistente



A combinação dessas tecnologias deve ampliar o leque de ferramentas disponíveis



A combinação dessas tecnologias deve ampliar o leque de ferramentas disponíveis
A combinação dessas tecnologias deve ampliar o leque de ferramentas disponíveis – Foto: Agrolink

Três gigantes do agronegócio anunciaram um passo importante para o futuro da soja no Brasil. A BASF, em parceria com a Corteva Agriscience e a MS Technologies, firmou um acordo que promete levar ao campo a primeira tecnologia de resistência a nematoides disponível comercialmente. O avanço é considerado estratégico, já que esses microrganismos, como o nematoide de lesões radiculares e o nematoide de cisto da soja, estão entre os principais vilões da produtividade e são de difícil controle pelas práticas convencionais.

Segundo as empresas, a nova característica genética apresentou resultados consistentes em testes de longa duração, garantindo elevado nível de proteção contra os nematoides. Essa inovação será incorporada às sojas Enlist E3® e Conkesta E3®, que já oferecem benefícios consolidados aos produtores. A primeira permite o uso combinado de diferentes herbicidas para o manejo eficiente de plantas daninhas resistentes, enquanto a segunda alia a mesma tolerância a herbicidas com proteínas específicas para o combate a lagartas que atacam a cultura.

A combinação dessas tecnologias deve ampliar o leque de ferramentas disponíveis ao agricultor, reforçando a sustentabilidade e a segurança da produção. Para a BASF, a iniciativa representa a entrega de uma solução inédita em biotecnologia agrícola; para a Corteva e a MS Technologies, a oportunidade de agregar valor a materiais que já têm grande adesão entre os produtores latino-americanos.

A previsão é de que as primeiras cultivares contendo a nova característica estejam acessíveis aos agricultores brasileiros no final desta década ou início da próxima, após a conclusão dos processos regulatórios e testes adicionais. Outros mercados também podem ser contemplados futuramente.

 





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Acordos entre Brasil e México envolvem de pêssegos e aspargos a aviões e farinha



O vice-presidente Geraldo Alckmin, que é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, avaliou como positiva a visita oficial ao México, encerrada nesta quinta-feira (28), na Cidade do México, a capital do país.

O último compromisso e ponto alto da viagem foi uma audiência com a presidenta mexicana, Claudia Sheinbaum, no Palácio Nacional.

“Convidei a presidenta Claudia para a COP30, em Belém, no mês de novembro. Falamos de multilateralismo, fortalecimento da democracia, inclusão e combate à fome. Então, foi uma conversa muito proveitosa”, destacou Alckmin em uma entrevista coletiva pouco antes de embarcar de volta a Brasília.

Brasil e México são as duas maiores economias da América Latina e possuem uma corrente de comércio que soma US$ 13,6 bilhões em 2024. Um dos objetivos da viagem foi tentar ampliar negociações comerciais em setores estratégicos, como agronegócio e indústria.

Acompanhado por empresários, pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e pela ministra do Planejamento, Simone Tebet, o vice-presidente anunciou a assinatura acordos para abertura de novos mercados entre os países.

“São três produtos que o Brasil abrirá o comércio: aspargos, pêssego e derivados de atum. E eles abrem o mercado para a farinha de ração animal para bovinos e suínos”, destacou.

Pacote contra a inflação

O governo brasileiro também solicitou ao México a continuidade dos incentivos do Pacote contra a Inflação e a Escassez, conhecido como Pacic, na sigla em espanhol, que facilita a compra de alimentos pelo Brasil.

“O México é o segundo destino da carne bovina brasileira. Solicitamos a continuidade do Pacic, e ele complementa a agropecuária mexicana. Eles têm uma exigência de que haja uma rastreabilidade individual [da carne]. Vamos cumprir, mas queremos que não se interrompa essa venda enquanto o Brasil caminha na rastreabilidade. O Brasil cumprirá na rastreabilidade, temos um cronograma”, observou.

O vice-presidente comentou o avanço em conversas para a atualização do Acordo de Complementação Econômica nº 53 (ACE 53) assinado com o México em 2002 e que trata da eliminação ou redução de tarifas de importação para um universo de aproximadamente 800 posições tarifárias.

Também foram assinados acordos nas áreas de vigilância sanitária para a aprovação de novos fármacos e na área de pesquisa sobre arboviroses, que incluem troca de experiências no desenvolvimento de vacinas, como a da dengue, em que o Brasil está em estágio avançado.

Venda do KC-390

Outro destaque da agenda, segundo o vice-presidente, foi o avanço dos negócios da Embraer no México. A empresa brasileira fechou a venda de 20 aeronaves das famílias de jatos E190 e E195 para a companhia estatal Mexicana de Aviación, a maior do país.

Segundo o vice-presidente, o governo também ofereceu a possibilidade de abrir negócios no setor militar, com a venda do cargueiro KC-390, também fabricado pela Embraer, uma aeronave multimissão com capacidade para transportar até 26 toneladas, realizar reabastecimento aéreo e atuar em missões como busca e salvamento e ajuda humanitária.

“A Embraer está presente no México, tem aqui fábrica de componentes com mais de mil colaboradores”, destacou Alckmin. “Colocamos a pretensão de oferecer o cargueiro KC-390. Não foi resolvido, mas ficou o pleito brasileiro com todos os argumentos favoráveis”, finalizou.



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Queimas controladas são suspensas por 30 dias em SP durante estiagem



O governo de São Paulo suspendeu por 30 dias a partir desta quinta-feira (28), todas as autorizações de queima controlada no estado. A medida da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) inclui a palha da cana-de-açúcar, além das queimas agrícolas e para controle de pragas.

Durante esse período, não serão aceitos novos pedidos. O prazo poderá ser estendido caso a estiagem continue. As chamadas queimas prescritas, usadas no combate a incêndios florestais ou mediante solicitação da Secretaria da Agricultura, continuam autorizadas.

“Mais uma vez adotamos a suspensão como medida preventiva para atravessar o período crítico de estiagem. Nosso objetivo é reduzir os riscos de incêndios florestais e preservar a qualidade do ar, em linha com o histórico recente e a experiência de anos anteriores”, afirmou o diretor de Controle e Licenciamento da Cetesb, Adriano Queiroz.

No ano passado, São Paulo enfrentou um inverno de tempo seco, altas temperaturas e aumento das queimadas em diversas regiões. O histórico de 2024 levou os órgãos ambientais a reforçarem as ações neste ano.

Queima da palha da cana já tinha restrições

Desde julho, a queima da palha da cana já estava limitada: só podia ser autorizada em dias com umidade relativa do ar acima de 40% e fora do período entre 11 e 15 horas, quando o risco de propagação do fogo é maior. Agora, até mesmo essas liberações ficam suspensas.

Apesar de ainda permitida em situações específicas no estado, a prática está em queda acelerada. Desde 2007, o uso do fogo na colheita da cana já foi reduzido em 99%, segundo dados da Cetesb.



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Ibama resgata 41 animais silvestres em churrascaria



Operação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) resgatou 41 animais silvestres mantidos em cativeiro em São João da Fronteira, no Piauí.

A operação, em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Batalhão Especial de Policiamento do Interior da Polícia Militar do Piauí (Bepi) ocorreu no distrito de Alto Alegre, às margens da BR-222, após denúncia de que uma churrascaria funcionava ao lado de um criadouro ilegal.

De acordo com os agentes, foram encontrados no local 18 caititus (Pecari tajacu) e 23 cutias (Dasyprocta sp.), que eram abatidos para comercialização de carne de caça.

Segundo o analista ambiental e médico veterinário do Ibama Fabiano Pessoa, a prática representa não apenas crime ambiental, mas também um risco à saúde pública.

“É importante destacar o risco de saúde para quem mantém esses animais silvestres em cativeiro ilegal e o consumo da carne, pois as condições de manutenção e manejo dos animais vendidos ilegalmente pelo restaurante não passavam por nenhum controle de cuidados de higiene e veterinários, sendo um meio de transmissão de doenças, além do crime ambiental”, afirmou.

Os animais foram avaliados por médicos veterinários e equipes ambientais ainda no local e, em seguida, encaminhados ao Ibama em Teresina, capital piauiense. As equipes estudam agora a possibilidade de formação de grupos para soltura em Áreas de Soltura de Animais Silvestres (ASAS).



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calor, chuva forte e queda de temperatura


A Expointer 2025 começa com tempo firme e calor no primeiro fim de semana (30 e 31/08), mas uma frente fria prevista para terça-feira (02/09) muda o cenário: chuvas, queda nas temperaturas e sensação térmica mais baixa devem marcar os dias seguintes. O público que visitar a Expointer 2025 nos dias 30 e 31 de agosto encontrará tempo seco e calor, com temperaturas máximas entre 25 °C e 27 °C. O cenário, no entanto, deve mudar drasticamente a partir de terça-feira (02/09), com a chegada de uma frente fria.

“O aquecimento pré-frontal deste fim de semana prepara o terreno para a mudança brusca que vem na sequência”, alerta o meteorologista Gabriel Rodrigues, do Portal Agrolink. Segundo ele, os acumulados de chuva podem superar os 10 mm, com maior instabilidade nas regiões centrais e sul do Rio Grande do Sul.

Frente fria traz instabilidade e sensação térmica mais baixa

Na quarta-feira (03/09), as chuvas se deslocam para Santa Catarina, mas o Rio Grande do Sul ainda terá reflexos da instabilidade no período da manhã. A chegada de uma massa de ar frio pelo sul do estado derruba as temperaturas e muda a sensação térmica no parque.

“O contraste entre o calor do fim de semana e o frio no meio da semana será significativo”, destaca Rodrigues.

A quinta-feira (04/09) tende a ser mais estável, com céu encoberto e temperaturas amenas. Há pouca chance de chuva, o que deve favorecer o deslocamento dos visitantes pela Expointer.

Previsão para o segundo fim de semana da Expointer

No sábado e domingo (06 e 07/09), novas áreas de instabilidade devem avançar sobre o Rio Grande do Sul. A previsão é de pancadas de chuva isoladas, quebrando o padrão de tempo firme observado nos primeiros dias do evento.

Alerta para visitantes: como se preparar para a virada no tempo

A combinação entre calor, chuvas e queda de temperatura exige atenção dos expositores e visitantes. O uso de roupas leves nos primeiros dias e vestimentas mais quentes e impermeáveis a partir de terça-feira pode garantir maior conforto e segurança.





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BNDES estuda suspensão temporária de dívidas de afetados por tarifaço



O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, disse nesta quinta-feira (28) que estuda a possibilidade de suspender temporariamente o pagamento de dívidas de algumas empresas afetadas pelas sobretaxas dos Estados Unidos.

A medida, conhecida pelo termo stand-still, priorizaria empresas que trabalham com produtos perecíveis. A estratégia já foi aplicada para ajudar empresas afetadas pelas enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul.

“Nós vamos ter que estudar junto com a Fazenda, com os bancos. Mas, em alguns complexos regionais, especialmente de produtos perecíveis, enquanto as compras públicas não estiverem implantadas, talvez tenhamos que tomar essa medida. Ela surgiu da nossa pauta de conversas e vou levar para o governo, para tentar desenhar uma estratégia”, disse Mercadante.

O presidente do BNDES recebeu prefeitos de 15 cidades do país na sede do banco, no Rio de Janeiro, para detalhar medidas do Plano Brasil Soberano. O programa foi criado pelo governo federal para ajudar exportadores e trabalhadores afetados pelas sobretaxas dos EUA.

“A equipe vai percorrer os municípios mais afetados e fazer uma audiência pública com os empresários para detalhar as linhas de crédito. Isso para que o processo possa fluir o mais rápido possível, porque o tempo é fundamental na economia. Quanto mais a gente atrasa, maior é o prejuízo. Se a gente se antecipa, e todo mundo consegue manter as suas atividades, a economia segue crescendo”, disse Mercadante.

Linhas de crédito

Na semana passada, o BNDES detalhou como vai socorrer as empresas brasileiras exportadoras. Aquelas que perderam mais de 5% do faturamento bruto total terão prioridade para acessar as linhas de crédito.

Serão disponibilizados R$ 40 bilhões em quatro linhas de crédito. Desse total, R$ 30 bilhões serão do Fundo Garantidor de Exportações (FGE) e R$ 10 bilhões de recursos do próprio banco.

As linhas são divididas em Capital de Giro (financiamento de gastos operacionais); Giro Diversificação (busca de novos mercados); Bens de Capital (aquisição de máquinas e equipamentos); e Investimento (inovação tecnológica, adaptação da atividade produtiva, de produtos, de serviços e de processos, e adensamento da cadeia produtiva).

Municípios afetados

O prefeito Simão Durando (União Brasil) de Petrolina, Pernambuco, foi ao encontro no BNDES e disse representar os municípios de todo o Vale do São Francisco, região com volume grande de exportação de frutas tropicais, especialmente manga e uva.

Segundo Durando, o tarifaço promovido pelo presidente Donald Trump deixou todos de “mãos atadas”. Ele explicou que há uma janela limite entre agosto e outubro para exportar 2.500 contêineres de manga e 700 contêineres de uva para os Estados Unidos.

“Viemos junto ao BNDES pedir dilatação de prazos, como também o acesso ao crédito para pequenos, médios e grandes exportadores do Vale do São Francisco”, disse o prefeito de Petrolina.

“Um terço da população de Petrolina vive diretamente da fruticultura irrigada. No Vale de São Francisco, mais de 1 milhão de pessoas dependem da fruticultura irrigada da exportação de manga e uva para os Estados Unidos, América do Norte e Europa. A gente sai daqui satisfeito, com as propostas financeiras que vão ser implementadas”, complementou.

O prefeito Alexandre Augusto Ferreira (MDB), de Franca, no interior de São Paulo, destacou o impacto das tarifas norte-americanas em municípios como os de Piracicaba, Campinas e São José dos Campos. São locais que trabalham com produtos manufaturados e indústrias de bens de consumo duráveis.

No caso de Franca, as sobretaxas afetam principalmente o setor de calçados, que emprega entre 12 mil e 14 mil pessoas diretamente. Algumas empresas chegam a vender 100% da produção para os EUA.

“Hoje, nós temos em torno de 1 milhão de pares de sapatos que vão ser brecados no embarque. Nós temos algumas especificidades ─ o modelo e a forma do calçado vendido para os norte-americanos são diferentes do resto do mundo e diferentes do mercado interno brasileiro. [São] Contratos que foram feitos no ano passado, com previsão de entrega agora. Não conseguiremos colocar os produtos em outro mercado”, disse Ferreira.



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Preços do boi gordo já ensaiam alta; veja as cotações de hoje



O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com preços acomodados na maior parte do país nesta quinta-feira (28).

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios sugere por maior espaço para retomada do movimento de alta durante a primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo.

“Os frigoríficos conseguem sustentar suas escalas de abate diante da boa oferta de animais confinados presentes no decorrer deste semestre. Ao mesmo tempo, as exportações de carne bovina seguem agressivas no Brasil, o que tem ajudado a enxugar o mercado interno, aumentando a propensão a reajustes”, disse.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 312,42 — ontem: R$ 310,75
  • Goiás: R$ 305,54 — R$ 302,50
  • Minas Gerais: R$ 304,41 — R$ 302,94
  • Mato Grosso do Sul: R$ 317,05 — R$ 318,18
  • Mato Grosso: R$ 312,70 — R$ 311,62

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta acomodação em seus preços para a carne bovina. Porém, conforme Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por alguma alta dos preços ao longo da primeira quinzena do mês, considerando a entrada dos salários na economia como motivador da reposição entre atacado e varejo.

“No entanto, a carne de frango ainda dispõe de maior competitividade ante as proteínas concorrentes, em especial se comparado a carne bovina”, ressalta.

O quarto traseiro segue cotado a R$ 22,90 por quilo; o dianteiro ainda é precificado a R$ 18,25 por quilo; e a ponta de agulha se mantém no patamar de R$ 17,25.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,18%, sendo negociado a R$ 5,4060 para venda e a R$ 5,4040 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3968 e a máxima de R$ 5,4318.



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