terça-feira, maio 5, 2026

Autor: Redação

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Etapa internacional da Festa do Peão de Barretos começa com vitória de mexicano na montaria


As disputas do 32º Barretos International Rodeo começaram na arena da 70ª Festa do Peão de Barretos na noite de quinta-feira (28), depois de uma abertura que contou com a presença de 70 muladeiros e apresentação de catira em homenagem aos 70 anos do evento.

O mexicano Álvaro Alvarez, da cidade de La Punta Jalisco, foi o vencedor da noite ao alcançar 91,50 pontos, montando o touro Revanche, do tropeiro Tércio Miranda. Ao falar da nota conquistada na arena de Barretos, o competidor disse estar muito contente. “Muitos mexicanos estão vendo isto. Vamos por todos, por minha família, por minha esposa, por meu bebê e por todos do México”, comentou o competidor.

Já o brasileiro que atingiu a melhor nota da noite foi Juliano Silveira, de Guaraci (SP), que somou 89,50 pontos ao montar o touro Emocionante da Califórnia. Das 35 montarias, apenas oito competidores pontuaram nesta quinta-feira.

O Barretos International Rodeo conta com a participação de 35 competidores, entre eles vindos dos Estados Unidos e México, e os brasileiros pelo ranking da CNAR (Confederação Nacional de Rodeio), PBR Brazil, Liga Nacional de Rodeio (LNR), CRP, Rozeta e Independentes. As disputas seguem até domingo, dia 31, quando será conhecido o campeão de 2025.

Confira os resultados da primeira noite das montarias em touro:

  • 1 – Álvaro Alvarez – La Punta Jalisco/México – 91,50 pontos
  • 2 – Juliano Silveira – Guaraci/SP – 89,50 pontos
  • 3 – Vitor Manoel Dias – Sales/SP – 88,75 pontos
  • 4 – Vinicius Santos Almeida – Dom Aquino/MT – 87,75 pontos
  • 5 – Fernando Morais Silva – Canarana/MT – 87,00 pontos

Cutiano

As montarias em cavalos no estilo Cutiano pelo 32º Barretos International Rodeo também começaram na quinta-feira . Foram 15 disputas de competidores da primeira turma.
A melhor nota foi registrada por Fabiano Conceição, de Piracicaba (SP), que recebeu 92,75 pontos ao permanecer os 8 segundos na égua Comitiva, da tropa WR – Roberto Biasi.

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O competidor participa da Festa do Peão de Barretos desde 2006, sendo, inclusive, bicampeão com títulos conquistados em 2012 e 2013. O segundo melhor a pontuar foi Yuri Teodoro Silva, de Mercês (MG), com a nota 91,75, que montou na égua Noiva, da tropa WR.
As montarias do estilo Cutiano prosseguem nesta sexta-feira (29). Os melhores dos dias 28 e 29 garantem vaga para a final da modalidade.

Transmissão

A 70ª edição da Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos está sendo transmitida pelo BR IN TV, do grupo Canal Rural, em parceria com a BRTVMAX, até 31 de agosto de 2025. O público pode acompanhar a programação pelas TVs conectadas Samsung (canal 2080), LG (canal 137) e TCL (canal 3380)



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Expectativas de cortes de juros e crise institucional nos EUA pressionaram o dólar


No morning call desta sexta-feira (29), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que S&P 500 e Dow Jones renovaram recordes com PIB americano revisado para cima e inflação PCE em desaceleração.

Expectativas de cortes de juros e crise institucional nos EUA pressionaram o dólar, que fechou em queda de 0,20% a R$ 5,40. No Brasil, Ibovespa teve alta de 1,32% a 141 mil pontos, impulsionado por varejistas e bancos. Atenção ao resultado primário do BCB, à bandeira tarifária da Aneel e à taxa de desemprego alemã.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

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Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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PCC usou usinas de cana e fintechs para montar esquema bilionário de lavagem de dinheiro



As operações deflagradas na quinta-feira (28) pela Policia Federal e pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) revelaram que a facção criminosa PCC estruturou um esquema bilionário de lavagem de dinheiro envolvendo o setor sucroenergético e fintechs . As investigações apuram fraudes na importação irregular de metanol e na adulteração de combustíveis, movimentando valores em escala bilionária.

Como funcionava o esquema

O grupo criminoso importava metanol pelo Porto de Paranaguá (PR) com notas fiscais frias. Em vez de seguir para os destinatários oficiais, o produto era redirecionado a postos e distribuidoras ligadas ao esquema, onde era usado para adulterar combustíveis. As cargas eram transportadas de forma clandestina, sem respeitar normas de segurança, gerando risco a motoristas, pedestres e ao meio ambiente.

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Mais de 300 postos de combustíveis estão sob investigação por comercializar o produto adulterado, causando prejuízos aos consumidores e ao funcionamento dos veículos. Proprietários anteriores de postos usados na fraude também relataram ter sido ameaçados de morte após não receberem os valores da venda de seus estabelecimentos.

Lavagem por usinas e fintechs

Segundo o MP-SP, os lucros obtidos ilegalmente foram canalizados para uma rede de empresas de fachada, fundos de investimento e distribuidoras, além da compra de usinas sucroalcooleiras. A estratégia ampliava o alcance do grupo no setor de combustíveis e permitia dar aparência de legalidade aos recursos.

Uma parte significativa das transações passava por fintechs controladas pelo crime organizado, usadas em vez de bancos tradicionais para dificultar o rastreamento. Essas instituições de pagamento operavam com contabilidade paralela, movimentando valores entre empresas e pessoas físicas sem identificação dos beneficiários finais.

De acordo com a investigação, os clientes dessas fintechs eram em sua maioria empresas do próprio setor de combustíveis, reforçando o elo entre a atividade criminosa e a economia formal.

Recuperação de ativos

Além da responsabilização criminal dos envolvidos, o Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos do Estado de São Paulo (Cira/SP) atuará para bloquear bens e recuperar tributos sonegados, que chegam à casa dos bilhões.

O Ministério Público destacou que a estrutura criminosa combinava práticas sofisticadas de ocultação patrimonial com violência e intimidação, fortalecendo o poder econômico do PCC dentro e fora do sistema prisional.



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o que está em jogo com a aplicação da Lei da Reciprocidade


O presidente Lula autorizou que o Itamaraty acione formalmente a Camex (Câmara de Comércio Exterior) para dar início ao processo de aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica contra os Estados Unidos.

Do ponto de vista da soberania, a decisão é correta. O Brasil não pode aceitar passivamente medidas unilaterais que prejudicam sua competitividade. O gesto de Trump foi mais do que econômico, teve forte componente político, ao tentar pressionar o país em questões internas. Lula, ao reagir, envia um recado ao mundo de que o Brasil não se submeterá a imposições externas.

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Mas o movimento exige cautela. Uma retaliação ampla pode gerar efeitos colaterais sobre o agronegócio e sobre cadeias produtivas que dependem de insumos importados dos EUA, como tecnologias e fertilizantes. Além disso, o comércio internacional vive um momento de turbulência, com desaceleração global, inflação de alimentos e disputas geopolíticas em aberto. Nesse cenário, abrir uma frente de guerra comercial seria arriscado.

Mais do que uma demonstração de força, a lei deve ser aplicada com inteligência. O governo precisa equilibrar firmeza e diplomacia, mantendo espaço para negociação. O recurso à OMC e a busca de acordos bilaterais devem andar lado a lado com a retaliação prevista na lei.

A decisão de Lula é um passo firme na defesa da soberania brasileira. Mas o país não pode cair na armadilha de reagir de forma precipitada. Em tempos de instabilidade global, a retaliação deve ser um instrumento de dissuasão inteligente, não de escalada comercial. O Brasil precisa mostrar força, mas também maturidade.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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AgroNewsPolítica & Agro

Chegada de milho reforça ProVB no Pará



Em 2024, o ProVB registrou recorde de vendas no estado




Foto: Divulgação

Nesta semana, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) recebeu mais de 205 toneladas de milho em grãos destinados ao Programa de Venda em Balcão (ProVB) no Pará. O produto foi armazenado na Unidade Armazenadora de Ananindeua. Com essa operação, somada à remessa anterior (Frete 023/2025) de cerca de 795 toneladas, será concluída a recepção de um total de 1 mil toneladas de milho para o programa no exercício atual.

Em 2024, o ProVB registrou recorde de vendas no estado, com aproximadamente 1.1 mil toneladas comercializadas, contra mais de 400 toneladas em 2023 — um crescimento de cerca de 172%. Já em 2025, até 21 de agosto, foram removidas mais de 1.3 toneladas de milho para atendimento à demanda, das quais em torno de 900 toneladas já foram vendidas. A expectativa é de que, até o final do ano, o volume comercializado atinja 1.5 mil toneladas, o que representa um aumento superior a 30% em relação ao ano anterior, ampliando o acesso ao produto para pequenos criadores de animais.

Programa – O ProVB possibilita a compra direta do grão por pequenos criadores de animais, com limite mensal de aquisição de até 27 toneladas por cliente. Os preços de venda são atualizados quinzenalmente. Podem participar suinocultores, avicultores, bovinocultores, caprinocultores, ovinocultores, entre outros produtores. Com isso o Programa equipara as condições de acesso ao milho dos estoques públicos para produtores de diferentes portes.

 





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Governo inicia processo para aplicação da Lei da Reciprocidade contra os EUA



O governo brasileiro deu início às tratativas para aplicar a Lei da Reciprocidade Econômica contra os Estados Unidos, em resposta às tarifas adicionais de 50% impostas pelo país norte-americano sobre exportações brasileiras.

A decisão foi autorizada pelo presidente Lula e prevê a abertura de consultas formais para avaliar quais medidas podem ser adotadas. O processo envolve o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), a Câmara de Comércio Exterior (Camex) e os ministérios da Casa Civil e da Fazenda.

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A Camex terá até 30 dias para elaborar um relatório técnico sobre os impactos do tarifaço e indicar possíveis contramedidas. Entre as alternativas estão a adoção de tarifas adicionais contra produtos e serviços americanos ou ações relacionadas à área de propriedade intelectual.

Os Estados Unidos devem ser notificados oficialmente já nesta sexta-feira (29) sobre o início do processo. Caso haja base legal, será criado um grupo de trabalho específico para definir as medidas de retaliação.

Em entrevista à imprensa, no México, na quinta-feira (28), o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviço, Geraldo Alckmin, destacou que a aplicação da lei busca “acelerar o diálogo e as negociações” com Washington. Ele ressaltou que o Brasil pretende usar a medida como forma de pressão estratégica, diante da ausência de respostas do governo norte-americano a pedidos de reunião.



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Sexta-feira deve ter chuva em várias partes do país, veja a previsão do tempo



A circulação de ventos trazendo umidade do oceano deve favorecer a ocorrência de chuva fraca sobre o leste e litoral de Santa Catarina nesta sexta-feira (29). No Paraná, algumas áreas entre o norte e nordeste do estado podem contar com a ocorrência de pancadas de chuva com moderada a eventual forte intensidade – acompanhadas por raios e trovoadas –, devido ao avanço de algumas instabilidades que atuam sobre o sul de São Paulo. Entre o leste e litoral paranaense, os ventos úmidos que vêm do oceano também podem provocar a maior formação de nebulosidade e a ocorrência de pancadas de chuva no período da tarde.

No Rio Grande do Sul, o predomínio já será de tempo aberto ao longo das horas, com predomínio de sol entre algumas nuvens no céu. Na metade leste gaúcha, as temperaturas permanecem mais amenas durante o dia, ainda fruto da circulação de ventos frescos que vêm do oceano. Entre a costa doce, litoral e sul gaúcho, as rajadas de vento ganham força ao longo do dia – apesar do tempo aberto – e podem ultrapassar os 50 km/h. Por outro lado, na metade oeste, os termômetros voltam a apresentar maior aumento.

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No Sudeste, o avanço de um cavado meteorológico em níveis médios da atmosfera deve favorecer o retorno das pancadas de chuva sobre o estado de São Paulo, oeste e sul de Minas Gerais, além de parte do Rio de Janeiro. A chuva começa ainda pela manhã em algumas áreas isoladas do estado paulista, ganha força e avança a partir do período da tarde sobre o estado mineiro e no Sul Fluminense, caindo em forma de pancadas. Há risco de chuva forte acompanhada por raios e rajadas de vento em boa parte do interior paulista, centro-sul e oeste mineiro.

Entre a Região Metropolitana de São Paulo, região de Campinas, Vale do Paraíba, Litoral Norte de SP, Sul de Minas e Zona da Mata, além de áreas do Centro e Sul Fluminense, o cenário é de alerta para temporais com raios, ventos e até mesmo eventual queda de granizo.

Em São Paulo, o dia já pode amanhecer debaixo de chuva, que persiste e pode vir forte no decorrer das horas. Pode chover também de maneira isolada e com fraca a moderada intensidade em algumas cidades do sul do Espírito Santo. Na metade norte capixaba e mineira, o predomínio segue sendo de tempo firme, marcado pela presença do sol entre algumas nuvens no céu. Na parte da tarde, calor e baixa umidade do ar seguem marcando presença.

Enquanto no Centro-Oeste, a atuação do mesmo cavado meteorológico que também influencia nas condições de tempo instável no sudeste do país deve contribuir para que se tenha condições para algumas pancadas isoladas de chuva na região central, leste e nordeste de Mato Grosso do Sul, sobretudo entre o fim da manhã e a segunda metade da tarde. Ainda assim, não são esperados acumulados significativos, e apenas algumas áreas do extremo nordeste do estado podem contar com a ocorrência de chuva forte.

Algumas áreas do extremo sul de Goiás também podem contar com a ocorrência de chuva forte com raios no período da tarde. Nas demais regiões, o predomínio continua sendo de tempo firme, com sol e algumas nuvens marcando presença no céu. Entre a metade norte de Goiás, Mato Grosso e o Distrito Federal, o destaque continua sendo a condição de tempo firme, calor intenso e umidade relativa do ar em níveis críticos.

Já no Nordeste, a circulação de ventos que sopram do oceano, trazendo umidade para o continente, deve realizar a manutenção da chuva sobre parte da costa leste. Ao longo do dia, haverá condições para pancadas de chuva com fraca a moderada intensidade, e risco de chuva forte na região do recôncavo baiano, entre Maceió e João Pessoa. Por outro lado, o interior segue mais seco e quente, ainda sob atuação de um sistema de alta pressão em níveis médios da atmosfera, que impede a formação de nebulosidade e instabilidades.

Diversas cidades devem seguir registrando índices de umidade relativa do ar críticos durante as horas mais quentes. Além disso, os ventos continuam soprando no decorrer do dia, com rajadas moderadas que variam entre 40 e 50 km/h em boa parte da região.

E no Norte, boa parte dos estados também deve seguir sob influência da área de alta pressão em níveis médios da atmosfera, e a chuva segue concentrada apenas sobre algumas áreas do estado do Amazonas e em Roraima. Ainda assim, não são esperados episódios de chuva forte generalizada ou até mesmo temporais, apenas pancadas de chuva mais localizadas. Pode chover de maneira isolada também no litoral do Pará. Nas demais regiões, o predomínio segue sendo de tempo firme, com sol entre algumas nuvens e calor marcando presença ao longo do dia. Entre Rondônia, Tocantins e sul do Pará, as máximas podem chegar na faixa dos 40ºC à tarde.

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Deputado quer proibir financiamento público ao MST



A medida visa garantir o respeito ao direito de propriedade



A medida visa garantir o respeito ao direito de propriedade
A medida visa garantir o respeito ao direito de propriedade – Foto: Agencia Brasil

Deputado quer proibir financiamento público ao MSTO deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), presidente da Comissão de Agricultura e Pecuária da Câmara e coordenador da Comissão de Seguro Rural da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), apresentou emenda à LDO 2026 para proibir o uso de recursos públicos em movimentos, entidades ou programas que incentivem invasões de propriedades, prática associada, segundo a FPA, ao MST. A proposta determina que nenhuma verba da União poderá ser destinada, direta ou indiretamente, a iniciativas que promovam ocupações irregulares de terra. 

A medida visa garantir o respeito ao direito de propriedade, previsto na Constituição, além de assegurar segurança jurídica no campo e nas cidades. Segundo o deputado, a emenda protege produtores rurais que cumprem a lei e reforça a responsabilidade na aplicação do orçamento da União. “Não é aceitável que o dinheiro público seja usado para sustentar organizações que atuam à margem da lei e promovem invasões de propriedades. Essa emenda é um passo fundamental para proteger o produtor rural que cumpre a lei, gerar justiça social dentro da ordem constitucional e fortalecer a responsabilidade na aplicação do orçamento da União”, afirmou Nogueira. 

O texto também ressalta a relevância do setor agropecuário, responsável por grande parte da economia brasileira, geração de empregos e segurança alimentar. Permitir que recursos públicos cheguem a entidades ligadas a invasões de terra é, segundo o texto, considerado um desvio de finalidade e afronta ao interesse coletivo. A emenda foi aprovada na Comissão de Agricultura e Pecuária e seguirá agora para análise da Comissão Mista de Orçamento.

  





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AgroNewsPolítica & Agro

Tomate em Portugal: produção sob pressão



Para 2025, as perspetivas não são animadoras



Para 2025, as perspetivas não são animadoras
Para 2025, as perspetivas não são animadoras – Foto: Canva

A cultura do tomate em Portugal atravessa um momento decisivo e desafiador. Segundo Pedro Pereira Dias, Diretor da A Sementeira, o país consolidou-se em 2023 como o 3.º maior produtor de tomate da União Europeia, posição que reflete a força e a relevância desta fileira para a agricultura nacional e para as exportações. No entanto, os números também trazem um sinal de alerta: Portugal perdeu cerca de 10% da sua quota de produção em relação aos restantes países europeus, o que evidencia uma perda de competitividade em um mercado cada vez mais exigente.

Para 2025, as perspetivas não são animadoras. A redução da área instalada e o atraso no desenvolvimento das culturas apontam para uma manutenção dos níveis de produção, sem ganhos relevantes em termos de volume. Essa situação coloca em risco não apenas a presença de Portugal no mercado europeu, mas também a capacidade de manter o prestígio internacional construído ao longo dos anos, baseado na qualidade e no elevado padrão do tomate português, amplamente reconhecido pela indústria transformadora.

O tomate é um dos pilares da fileira agroalimentar portuguesa, setor fortemente orientado para a exportação e fundamental para a economia agrícola do país. Porém, para preservar esta relevância, é preciso enfrentar desafios estruturais, que vão desde a adaptação às condições climáticas até à mitigação das oscilações de mercado. A resposta passa pela união de toda a cadeia: indústria de sementes, produtores, indústria transformadora e decisores políticos. Somente com uma visão estratégica comum será possível reforçar a competitividade, garantir a sustentabilidade do setor e assegurar que Portugal continue a ser um dos protagonistas do tomate na Europa e no mundo.

 





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Preço do algodão registra queda com oferta elevada



Preços do algodão em pluma seguem em queda


Foto: USDA

Levantamentos do Cepea mostram que os preços do algodão em pluma seguem em queda no mercado brasileiro e já operam nos menores patamares desde o final de novembro/24. Segundo o Centro de Pesquisas, o movimento de baixa está relacionado à maior disponibilidade e à pressão exercida por compradores, que ofertam valores menores.

Ressalta-se que esses demandantes também reduziram o ritmo das aquisições, diante de incertezas com o cenário interno e, inclusive, de alguns casos para exportações. Quanto à produção nacional de pluma da safra 2024/25, dados da Conab indicam 3,94 milhões de toneladas, 6,3% a mais que na temporada 2023/24, resultado do crescimento de 7,3% na área cultivada, para 2,09 milhões de hectares; a produtividade nacional é prevista em 1.887 kg/ha, queda de 0,9%. 





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