sábado, abril 25, 2026

Autor: Redação

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Chegada de nova frente fria causa virada do tempo e derruba temperaturas



A passagem de uma nova frente fria promete mudar o tempo em São Paulo a partir desta terça-feira (7), trazendo chuvas e queda de temperatura em todo o estado.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Segundo a Climatempo, as pancadas de chuva serão mais frequentes e volumosas no extremo sul e no litoral paulista, enquanto no interior a precipitação será mais irregular e de curta duração, sem força suficiente para reverter o quadro de seca persistente que afeta diversas regiões.

Na quarta-feira (8), ainda há previsão de chuvas isoladas em pontos do centro, norte e oeste do estado. Já no sul e leste paulista, incluindo a Grande São Paulo e o litoral, o tempo deve ficar nublado e chuvoso até sexta-feira (10), com momentos de chuva moderada.

A frente fria também traz ventos de origem polar, que vão derrubar as temperaturas no decorrer da semana. No centro, norte e oeste do estado, o ar frio deve apenas refrescar o clima, reduzindo o calor intenso dos últimos dias.

Nas regiões sul e leste, o cenário será diferente: o excesso de nebulosidade, a chuva e os ventos frios vão garantir temperaturas mais baixas durante toda a semana. Na capital paulista, as máximas entre terça e sexta-feira devem ficar abaixo dos 22°C.



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Qual é o maior desafio da agricultura familiar hoje?


Na interatividade da semana, perguntamos: Qual é o maior desafio da agricultura familiar hoje? A maioria dos produtores mostraram que o acesso ao crédito e ao financiamento é o maior desafio da agricultura familiar brasileira. O tema foi apontado por 41% dos votantes, seguido de comercialização e preços justos (27%), sucessão familiar (19%) e assistência técnica e tecnologia (13%).

Muitos produtores ainda encontram dificuldades para acessar linhas de crédito, como o Pronaf, por falta de informação, planejamento financeiro e formalização. Por isso, o Sebrae recomenda que o agricultor busque apoio técnico para entender qual linha se adequa ao seu perfil e preparar corretamente a documentação. Além disso, consultorias e cursos sobre gestão financeira e planejamento rural ajudam a organizar o negócio e aumentar a segurança nas negociações.

Outro ponto sensível é a comercialização. Sem canais estruturados de venda, o produtor acaba recebendo menos pelo que produz. O Sebrae orienta a formação de cooperativas, a participação em feiras regionais e o uso de plataformas digitais de comercialização, o que amplia o alcance dos produtos e fortalece a renda do agricultor.

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A sucessão familiar no campo também preocupa. Muitos jovens ainda deixam a zona rural por falta de oportunidades. Nesse contexto, o programa Sebrae Jovem Rural estimula o empreendedorismo e a inovação, mostrando que é possível construir uma carreira sólida e rentável no agronegócio.

Por fim, a assistência técnica e o acesso à tecnologia são essenciais para o crescimento sustentável. Programas como o ALI Rural (Agente Local de Inovação) ajudam produtores a adotar novas soluções e a melhorar a gestão. Dessa forma, o campo se torna mais produtivo e competitivo.



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Avanço das exportações de milho devem dar suporte aos preços até dezembro



As exportações brasileiras de milho em setembro somam 6,63 milhões de toneladas, volume 3,27% superior ao registrado em mesmo mês de 2024, conforme a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Quanto ao plantio, superou 25% daa área, acima do ritmo de 2024 e da média histórica, com destaque para o Rio Grande do Sul, com 74% da área semeada, e do Paraná e Santa Catarina, que somam 64% de evolução, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Na sexta-feira passada (3), o contrato de milho para novembro na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerrou a US$ 4,19 por bushel, queda de 0,48% na semana. Já na B3, o vencimento de mesmo mês recuou 0,33%, fechando a R$ 66,00 por saca. No mercado físico, os preços também recuaram no balanço semanal.

E agora, o que esperar?

Análise da plataforma Grão Direto traz pontos de destaque ao mercado do milho para esta semana que se inicia. Confira:

  • Plantio avançando: o plantio do milho já ultrapassa um quarto da área prevista no país, avançando em diferentes ritmos conforme as condições regionais. No Rio Grande do Sul, as chuvas recentes chegaram em boa hora, favorecendo a germinação e a emergência das lavouras. No Paraná, a semeadura segue acelerada, apesar de algumas áreas do norte já estarem sofrendo com a irregularidade das chuvas na região. “Em Santa Catarina, a situação é mais confortável, onde o solo encontra-se com umidade suficiente para o desenvolvimento inicial da cultura. Já nas regiões onde a chuva ainda não veio com regularidade, como Minas Gerais e São Paulo, o risco de déficit hídrico é maior e permanece como um ponto de atenção para os produtores”, diz a Grão Direto.
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  • Exportações se aquecendo: neste ano, o Brasil já exportou cerca de 22 milhões de toneladas de milho e, somado aos 4,7 milhões em embarques programados, totalizará 26,8 milhões de toneladas. Ainda assim, esse volume é inferior ao registrado no mesmo período de 2023, quando as exportações somaram 33,8 milhões. Em setembro, porém, o desempenho mostra avanço em relação ao ano anterior. “Esse movimento, mesmo que atrasado, deve trazer tração e dar suporte nas cotações ao longo dos meses. Assim como na soja, as cotações em Chicago devem seguir estáveis, diante da falta de novos dados nos relatórios. As exportações devem continuar em ritmo positivo, o que pode dar suporte aos preços no Brasil e levar a um aumento na paridade de exportação”, destaca a plataforma.



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‘Gostei da ligação, nossos países irão muito bem juntos’, diz Trump sobre conversa com Lula


Após conversar com uma Lula por vídeo chamada na manhã desta segunda-feira (6), o presidente do Estados Unidos, Donald Trump, publicou em sua rede social, Truth Social, que a conversa com o chefe de Estado brasileiro foi muito boa. O líder norte-americano ainda disse que a conversa teve como foco a economia e o comércio entre os dois países e que novas reuniões entre eles devem acontecer em breve.

Publicação feita por Donald Trump na Truth Social sobre conversa com Lula

“Nesta manhã, eu fiz uma chamada telefônica muita boa com o presidente Lula, do Brasil. Nós discutimos muitas coisas, mas a conversa focou principalmente na economia e no comércio entre os dois países”, declarou o norte-americano. “Nós teremos futuras discussões e nos reuniremos em um futuro não muito distante, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Eu gostei da ligação — nossos países irão muito bem juntos!”.

Retirada das sobretaxas

Por meio de nota, o Palácio do Planalto se manifestou sobre a conversa entre Lula e Trump. Segundo o comunicado , o presidente brasileiro solicitou a retirada da sobretaxa de 40% imposta a produtos nacionais e das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras.

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Ainda de acordo com a nota, o Trump designou o secretário de Estado Marco Rubio para dar sequência às negociações com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Também durante o telefonema, Lula e Trump combinarma de se reunir pessoalmente em breve.

O presidente brasileiro sugeriu para o líde norte-americano de realizar o encontro na Cúpula da Asean, na Malásia, que será realizada no fim do mês.



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Apetite da China vai nortear exportações de algodão do Brasil



O presidente do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), Alexandre Schenckel, afirmou que o desempenho das exportações brasileiras de algodão neste ano vai depender da demanda da China pela pluma nacional. “A China teve uma supersafra de algodão. E esse menor apetite afetou os embarques do algodão brasileiro”, disse Schenckel, nos bastidores do Rio+Agro, que terminou na última sexta-feira (3).

Na safra 2024/25, o Brasil produziu 4,1 milhões de toneladas de algodão. Ao todo, somente 500 mil toneladas devem ser exportadas ao mercado chinês, ante 1,318 milhão de toneladas comercializadas na temporada passada.

Outros destinos para o algodão

Schenkel acredita que outros destinos, como Vietnã, Índia e Egito, possam ajudar a consumir parte da pluma que não será exportada para a China. “Temos que exportar pelo menos 90% do produzido na safra 2024/25 para não ter carregamento de estoques e pressionar preços para safra nova”, ponderou.

A expectativa é de exportação de cerca de 3,2 milhões de toneladas na safra 2024/25, colhida neste ano. O Vietnã deve ser o principal destino com 532 mil toneladas exportadas. Já o consumo interno deve ficar entre 600 mil e 700 mil toneladas.

Em contrapartida à retração na venda à China, as exportações para a Índia devem crescer de 8 mil toneladas em 2023/24 para 156 mil toneladas na temporada atual. “A intenção é ampliar ainda mais a exportação para o mercado indiano”, afirmou.

O Egito é outro mercado crescente com as vendas saindo de 18 mil toneladas para 77 mil toneladas no ciclo atual.



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AgroNewsPolítica & Agro

Embarques de milho crescem com contratos antecipados



Até o 20º dia útil de setembro, o Brasil exportou 6,6 milhões de toneladas de milho



Foto: USDA

As exportações brasileiras de milho avançaram em setembro de 2025 e já superam em 3% o volume registrado no mesmo mês de 2024, segundo o Cepea. A expectativa, porém, é de desaceleração nas próximas semanas.

Embarques de milho crescem com contratos antecipados

Dados da Secex mostram que, até o 20º dia útil de setembro, o Brasil exportou 6,6 milhões de toneladas de milho — volume superior ao do mesmo período de 2024. O resultado é reflexo de negócios realizados anteriormente, segundo o Cepea, já que a liquidez nos portos está limitada.

Os preços pagos em Paranaguá (PR) e Santos (SP) operam em patamares próximos aos do mercado interno, reduzindo o apetite de novos vendedores para exportação. Essa paridade de preços tem travado negociações de última hora.

Acumulado da safra ainda está abaixo do ano passado

Mesmo com o avanço em setembro, os números acumulados da safra 2024/25 ainda indicam queda. Entre fevereiro e a parcial de setembro, foram embarcadas 18,8 milhões de toneladas de milho, 4% a menos que no mesmo intervalo de 2024.

Risco de queda nos embarques com safra dos EUA

A tendência é que o ritmo de exportações brasileiras desacelere nas próximas semanas. A entrada da safra recorde dos Estados Unidos no mercado internacional deve acirrar a concorrência, pressionando os preços e o volume embarcado pelo Brasil.





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Trump classifica conversa com Lula como ‘muito boa’ e fala em futuras reuniões


Após conversar com uma Lula por vídeo chamada na manhã desta segunda-feira (6), o presidente do Estados Unidos, Donald Trump, publicou em sua rede social, Truth Social, que a conversa com o chefe de Estado brasileiro foi muito boa. O líder norte-americano ainda disse que a conversa teve como foco a economia e o comércio entre os dois países e que novas reuniões entre eles devem acontecer em breve.

Publicação feita por Donald Trump na Truth Social sobre conversa com Lula

“Nesta manhã, eu fiz uma chamada telefônica muita boa com o presidente Lula, do Brasil. Nós discutimos muitas coisas, mas a conversa focou principalmente na economia e no comércio entre os dois países”, declarou o norte-americano. “Nós teremos futuras discussões e nos reuniremos em um futuro não muito distante, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Eu gostei da ligação — nossos países irão muito bem juntos!”.

Retirada das sobretaxas

Por meio de nota, o Palácio do Planalto se manifestou sobre a conversa entre Lula e Trump. Segundo o comunicado , o presidente brasileiro solicitou a retirada da sobretaxa de 40% imposta a produtos nacionais e das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Ainda de acordo com a nota, o Trump designou o secretário de Estado Marco Rubio para dar sequência às negociações com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Também durante o telefonema, Lula e Trump combinarma de se reunir pessoalmente em breve.

O presidente brasileiro sugeriu para o líde norte-americano de realizar o encontro na Cúpula da Asean, na Malásia, que será realizada no fim do mês.



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Plantio de soja avança no Brasil, mas La Niña pode comprometer safra; o que esperar?



O mercado de soja encerrou a primeira semana de outubro influenciado por fatores externos e internos. Enquanto nos Estados Unidos o anúncio de Donald Trump sobre negociações com a China trouxe algum alívio às cotações em Chicago, o impasse político que levou ao shutdown do governo aumentou a volatilidade do dólar e a cautela dos agentes.

Segundo a plataforma Grão Direto, no Brasil, o destaque foi o avanço do plantio da safra 2025/26, ainda marcado pela irregularidade climática e pela expectativa de uma produção recorde.

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Saiba detalhes do mercado de soja

O mercado da soja acompanhou declarações do ex-presidente norte-americano Donald Trump, que afirmou discutir o tema com Xi Jinping em quatro semanas e sinalizou que parte das tarifas aplicadas à China será destinada ao apoio de produtores norte-americanos. O anúncio trouxe leve otimismo às cotações em Chicago.

Shutdown nos EUA

Pela primeira vez em quase sete anos, os Estados Unidos entraram em shutdown devido à falta de acordo sobre o orçamento de 2026. A paralisação afetou serviços públicos e funcionários federais, aumentando a volatilidade no dólar e gerando incertezas adicionais ao mercado de commodities.

Plantio de soja avança no Brasil

Com o fim do vazio sanitário em praticamente todos os estados produtores, o plantio da safra 2025/26 ganhou ritmo, principalmente no Paraná, Mato Grosso e Goiás. Apesar disso, os agricultores seguem atentos às condições climáticas e ao cenário internacional.

Nos preços, a semana foi marcada por oscilações moderadas. Em Chicago, o contrato de soja para novembro/25 encerrou a US$ 10,17 por bushel, com alta de 0,30% na semana. Já o contrato para março/26 avançou 0,19%, fechando a US$ 10,51 por bushel. Por sua vez, o dólar recuou 0,19%, encerrando cotado a R$ 5,33, o que pressionou as cotações internas em diversas regiões do Brasil.

O que esperar?

Agora, a atenção se volta ao plantio da commodity, pois o ritmo de semeadura começa a se intensificar. Em Mato Grosso, as chuvas recentes melhoraram a umidade do solo e incentivaram o avanço das máquinas.

No Sul, Santa Catarina atingiu 2,3% da área e o Paraná chegou a 11%. Já em São Paulo (3,4%) e no Mato Grosso do Sul, a atividade segue mais restrita devido à irregularidade das chuvas.

Clima

A semana deve manter tempo seco em boa parte do país, com chuvas concentradas no Paraná e Santa Catarina. A perspectiva de La Niña preocupa, pois pode comprometer o desenvolvimento das lavouras e colocar em risco a projeção de safra recorde.

Exportações de soja

O Brasil já embarcou 101,4 milhões de toneladas de soja em 2025, um volume histórico segundo Secex e Anec. A China segue como principal destino, respondendo por cerca de 75% das compras.

No entanto, a competitividade aumentou. Com a suspensão temporária das retenções na Argentina, a soja do país vizinho passou a ser oferecida a preços mais baixos, especialmente para novembro, pressionando os prêmios da soja brasileira e reduzindo preços internos.

Possíveis consequências do shutdown

O bloqueio do governo dos EUA traz impactos diretos no câmbio e na disponibilidade de dados econômicos, fundamentais para orientar os preços agrícolas. Para o Brasil, um dólar mais fraco pode significar menor ganho em reais nas exportações, mas também redução nos custos de importação de insumos.

No curto prazo, as cotações em Chicago tendem a permanecer próximas de US$ 10,00 por bushel, enquanto no Brasil a expectativa é de relativa estabilidade, com o câmbio atuando como fator de compensação.



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Tempo seco e calor extremo elevam risco de incêndios em São Paulo



A Defesa Civil de São Paulo alerta que o risco de incêndios em vegetação permanece alto em quase todo o estado. As condições típicas da estiagem seguem críticas e demandam atenção intensificada das equipes municipais e estaduais.

No último domingo (5), grandes áreas do estado estavam em nível de emergência (roxo), com destaque para as regiões de Ribeirão Preto, Bauru, Araraquara e Presidente Prudente.

O nível de alerta (vermelho) se concentrava no Vale do Paraíba, na Região Metropolitana de São Paulo e no litoral sul, onde a baixa umidade e os ventos constantes ampliavam o risco de propagação do fogo.

Nesta segunda-feira (6), o cenário segue preocupante, com a expansão das áreas em nível de emergência para além do interior paulista.

Além das regiões noroeste, centro e oeste que abrangem municípios como Barretos, Araçatuba, São José do Rio Preto, Marília, Assis, Bauru e Presidente Prudente, o nível crítico também alcançou a faixa leste, incluindo parte do Vale do Paraíba, a Região Metropolitana e trechos do litoral norte.

O nível de alerta permanece ao longo do litoral, onde a vegetação seca, as altas temperaturas e a baixa umidade relativa do ar criam condições favoráveis à propagação de incêndios.

Na terça-feira (7), há previsão de leve redução das áreas em emergência, com avanço dos níveis de alerta (vermelho) e alto (laranja) sobre o centro e oeste do estado, especialmente nas regiões de Bauru, Piracicaba, Marília e Presidente Prudente. Apesar dessa pequena melhora, o risco segue elevado e requer monitoramento constante.

Atenção máxima

A Defesa Civil reforça que todo o estado segue em atenção máxima. A população deve evitar o uso do fogo para limpeza de terrenos ou descarte de lixo e acionar imediatamente as autoridades locais ao identificar fumaça ou focos de incêndio.



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Lula pede retirada de sobretaxa e combina reunião presencial com Trump



O Palácio do Planalto confirmou, por meio de nota à imprensa, o telefonema entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na manhã desta segunda-feira (6).

Segundo o comunicado, durante a conversa, que durou cerca de meia hora, o presidente brasileiro solicitou a retirada da sobretaxa de 40% imposta a produtos nacionais, além da suspensão das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras.

Ainda de acordo com a nota, Trump designou o secretário de Estado, Marco Rubio, para dar sequência às negociações com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Durante o telefonema, Lula e Trump também acertaram um encontro presencial. O presidente brasileiro sugeriu que a reunião ocorra durante a Cúpula da ASEAN, na Malásia, prevista para o fim do mês.

Encontro na ONU

A conversa entre os dois chefes de Estado ocorre após um breve encontro durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, realizada no mês passado, em Nova York. Na ocasião, Trump afirmou em discurso que havia combinado com Lula de conversar posteriormente e elogiou o presidente brasileiro.

“Eu estava entrando no plenário da ONU, e o líder do Brasil estava saindo. Eu o vi, ele me viu, e nos abraçamos. Na verdade, concordamos que nos encontraríamos na semana que vem. Não tivemos muito tempo para conversar, tipo uns 20 segundos. Mas ele pareceu um cara muito legal. Ele gostou de mim, e eu gostei dele”, disse Trump.



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