sábado, abril 25, 2026

Autor: Redação

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É oficial: Brasil é campeão nas exportações de carne bovina em setembro



As exportações brasileiras de carne bovina in natura atingiram um patamar recorde em setembro: 314,7 mil toneladas, conforme dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Os números representam uma alta de 25,1% frente o mesmo mês do ano passado.

De acordo com análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os embarques da proteína em 2025 superaram todos os resultados mensais obtidos no ano anterior. Sendo assim, o acumulado dos três primeiros trimestres deste ano já representam 85% do total exportado em 2024.

Com isso, o ano caminha para ter o maior resultado da história, apesar do tarifaço dos Estados Unidos em andamento. Além disso, em termos financeiros, os embarques de carne bovina em setembro trouxeram quase R$ 9,5 bilhões em receita. O avanço ocorre mesmo com a desvalorização do dólar nos últimos dias do mês.

Como fica o escoamento no mercado interno

Os pesquisadores do Cepea destacam que no mercado interno, que fica com cerca de 70% da carne bovina produzida no país, as vendas seguem em ritmo normal. Nesta segunda-feira (6), na Grande São Paulo, o preço da carcaça casada de boi teve média à vista de R$ 21,24/kg. Segundo representantes de alguns frigoríficos, os estoques de carne, que antes estavam altos, voltaram à normalidade.



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Oferta de milho em Mato Grosso será menor na safra 25/26; veja os números



A oferta de milho em Mato Grosso foi estimada em 53,29 milhões de toneladas na safra 2025/26, queda de 4,05% em relação à temporada anterior, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). A demanda foi projetada em 52,67 milhões de toneladas, recuo de 2,40% ante a safra 2024/25, resultado da menor expectativa de produção frente ao recorde observado na safra passada.

Para a safra 2024/25, já concluída, o instituto consolidou a produção em 55,43 milhões de toneladas, a maior da série histórica. Com estoques iniciais de 110 mil toneladas, a oferta totalizou 55,54 milhões de toneladas, alta de 14,03% em relação ao ciclo anterior.

Queda das exportações e alta na demanda

As exportações devem cair 7,06%, para 26,10 milhões de toneladas. O consumo interestadual apresentou retração de 3,61%, totalizando 8 milhões de toneladas. Já o consumo interno avançou 5,61%, alcançando 18,57 milhões de toneladas, impulsionado pela entrada em operação de novas usinas de etanol, ampliação da capacidade instalada e maior demanda de milho destinado à ração animal.

Os estoques finais foram estimados em 616,59 mil toneladas, queda de 60,77% em relação à safra 2024/25. A produção para o ciclo 2025/26 foi calculada em 51,72 milhões de toneladas, recuo de 6,70% ante o recorde da safra anterior, mas ainda 9,22% acima do volume da safra 2023/24. A área cultivada foi projetada em 7,39 milhões de hectares, crescimento de 1,83%, com destaque para a região Nordeste, onde a expansão projetada é de 4,31%. A produtividade inicial foi estimada em 116,61 sacas por hectare.

A demanda em Mato Grosso foi projetada em 54 milhões de toneladas em 2024/25, avanço de 11,10%. O aumento reflete as exportações, estimadas em 28,08 milhões de toneladas, crescimento de 16,04%, além do maior consumo dentro do estado, com alta de 6,72%, e do crescimento do consumo interestadual, com avanço de 5,14%. Os estoques finais foram definidos em 1,55 milhão de toneladas.



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Exportações de carne de frango em setembro tem o segundo melhor mês do ano



As exportações brasileiras de carne de frango, considerando produtos in natura e processados, totalizaram 482,3 mil toneladas em setembro, de acordo com dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é o segundo maior registrado em 2025, ficando apenas 0,6% abaixo do recorde histórico de setembro de 2024, quando o país embarcou 485 mil toneladas.

A receita com as exportações somou US$ 857,9 milhões, recuo de 10,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior (US$ 953,8 milhões).

No acumulado do ano, entre janeiro e setembro, o Brasil exportou 3,876 milhões de toneladas de carne de frango, leve queda de 1% frente ao mesmo período de 2024. A receita totaliza US$ 7,166 bilhões, valor 1,5% menor na comparação anual.

Pela primeira vez, a África do Sul liderou o ranking mensal de destinos, com 38,7 mil toneladas importadas em setembro, alta de 35,9% em relação a 2024. Em seguida aparecem Emirados Árabes Unidos (37,2 mil t, -10,2%), México (37,1 mil t, +55,5%), Japão (36,4 mil t, -0,2%) e Arábia Saudita (35,7 mil t, +19,2%).

Outros destaques foram as Filipinas (+103,2%), Coreia do Sul (+229,8%) e Hong Kong (+138,6%), que ampliaram expressivamente as compras do produto brasileiro.

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a retomada dos embarques reflete a normalização das vendas após as suspensões causadas por focos pontuais de gripe aviária no primeiro semestre:

“O fato de termos baixa diferença entre os volumes embarcados para os principais destinos mostra uma procura generalizada pelo produto brasileiro. Isso reflete demandas reprimidas durante o período em que determinados mercados suspenderam a importação devido ao foco já resolvido de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade, no Rio Grande do Sul. Há boas expectativas de que o desempenho siga forte no próximo mês, agora com a retomada das vendas para a União Europeia”, afirmou.

Entre os estados exportadores, o Paraná segue na liderança, com 182,3 mil toneladas embarcadas (-6,9%), seguido por Santa Catarina (116,7 mil t, +10,5%) e Rio Grande do Sul (65,2 mil t, +3,2%). Também se destacam São Paulo (31,1 mil t, +10,7%) e Goiás (21,6 mil t, +10,8%).



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‘Química’ entre Lula e Trump abre caminho para negociação definitiva



A conversa por telefone entre Donald Trump e o presidente Lula, nesta segunda-feira (6), marcou o primeiro contato direto entre Estados Unidos e Brasil desde o início do tarifaço. As sobretaxas de 50% impostas pelos norte-americanos, em vigor desde agosto, atingem diversos produtos brasileiros, com destaque para carne bovina, café e frutas.

Para o ex-secretário de Comércio Exterior e sócio da BMJ Consultores Associados, Welber Barral, o diálogo demonstrou disposição política para retomar a cooperação entre os dois países. “A reunião foi a conversa mais longa entre os dois presidentes. Além disso, houve uma boa ‘química’ nas Nações Unidas, o que foi bastante positivo”, ressalta.

O que esperar da reunião entre Lula e Trump?

Os próximos passos, no entanto, dependerão de como as negociações técnicas serão conduzidas. “A questão agora é saber quais serão as demandas americanas, o que o Brasil pode oferecer em concessões e o que o país vai pedir em troca”, explica Barral.

As negociações deverão ser conduzidas pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, conforme escolha do próprio Trump. Do lado brasileiro, os ministros Geraldo Alckmin, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), e Fernando Haddad, da Fazenda, serão os responsáveis pelas conversas. O chanceler Mauro Vieira também participará.

De acordo com o ex-secretário de Comércio Exterior, essas tratativas podem definir o rumo da relação bilateral nos próximos meses. “Com sorte, essas questões serão resolvidas e o martelo será batido na próxima reunião entre os presidentes”, analisa.

O local onde a reunião deverá ocorrer, entretanto, segue indefinido. Lula sugeriu um novo encontro presencial em breve, citando a Cúpula da ASEAN, na Malásia, a COP30, em Belém. Além disso, o presidente brasileiro se colocou à disposição para viajar aos Estados Unidos.



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Plantio de soja atinge 8,2% no Brasil; veja avanço por estado



De acordo com o último boletim de progresso da safra divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o plantio da soja 2025/26 já alcançou 8,2% da área prevista no Brasil. O Paraná lidera o avanço, com 26% da área semeada, seguido por Mato Grosso (15,6%) e Mato Grosso do Sul (5%). Em seguida está o estado de São Paulo (3%), Minas Gerais (1,4%) e Goiás (1%).

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O meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, aponta um panorama otimista para o início da safra. Ele prevê chuvas mais regulares a partir da segunda quinzena de outubro, favorecendo as regiões produtoras do Centro-Oeste e do Sudeste.

No entanto, Müller alerta para a formação de temporais no Sul, provocados por uma frente fria associada a um ciclone extratropical, com rajadas de vento acima de 100 km/h e queda de granizo no Rio Grande do Sul. Esse sistema deve avançar nos dias seguintes para o Paraná, Santa Catarina e alcançar o Sudeste entre quarta e quinta-feira desta semana.



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Brasil bate recorde histórico nas exportações de carne suína em setembro



As exportações brasileiras de carne suína, considerando produtos in natura e processados, atingiram 151,6 mil toneladas em setembro, o maior volume mensal já registrado pelo setor. O número representa um aumento de 25,9% em relação ao mesmo mês de 2024, quando o país exportou 120,4 mil toneladas, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A receita também foi recorde, alcançando US$ 368,4 milhões, alta de 29,9% na comparação anual.

Com o bom desempenho de setembro, os embarques acumulados no ano somam 1,12 milhão de toneladas, o que representa crescimento de 13,2% sobre o mesmo período do ano passado. Em faturamento, o avanço chega a 24,6%, totalizando US$ 2,7 bilhões entre janeiro e setembro.

As Filipinas continuam em destaque como o principal destino da carne suína brasileira, com 49 mil toneladas importadas em setembro, um salto de 73,9% frente a 2024. Em seguida aparecem China (13,6 mil toneladas, queda de 18,2%), Japão (11,4 mil, +32,4%), Vietnã (9,6 mil, +39,8%) e México (9,6 mil, +55,8%).

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o crescimento é resultado de uma demanda aquecida em diversos mercados:

“Embora as Filipinas sejam o principal destino, não são o único impulsionador da forte demanda pelo produto brasileiro, que cresce em taxas significativamente elevadas em mercados estratégicos. A tendência é de continuidade da demanda, com o fechamento do ano com resultados recordes”, afirmou.

Entre os estados exportadores, Santa Catarina lidera com 72,7 mil toneladas, alta de 17,4%, seguido por Rio Grande do Sul (35,7 mil, +39,6%) e Paraná (25,3 mil, +35,5%). Também se destacam Mato Grosso (3,9 mil, +19,1%) e Minas Gerais (2,9 mil, -10,6%).



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Governo atende demanda do agro e mantém isenção de LCAs



O relator da Medida Provisória 1303/25, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), deverá retirar a cobrança de imposto sobre as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e Imobiliário (LCI). Segundo informações apuradas pela CNN Brasil, a retirada foi autorizada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

A MP, que trata da tributação de investimentos, no entanto, precisa ser votada na comissão mista e pelos plenários da Câmara e do Senado até quarta-feira (8), para não perder a validade. Para o setor agropecuário, eventuais alíquotas poderiam ameaçar o acesso ao crédito privado.

Mobilização do agro

As LCAs são uma das principais fontes de recursos para financiamento do setor produtivo. Neste sentido, o recuo do governo atende a demanda da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). O deputado Pedro Lupion (PP-PR), presidente da bancada, já havia criticado a proposta de taxação de 7,5% sobre as LCAs e LCIs. Atualmente, as duas modalidades seguem isentas de tributação.

Além das letras de crédito, a MP inclui cobranças sobre apostas eletrônicas, as chamadas bets, com alíquota de 18%. As aplicações financeiras também poderão ser tributadas em 17,5% a partir de 2026. O texto ainda prevê imposto para as grandes empresas de tecnologia, as big techs, que operam no país.

O texto foi editado para compensar a perda de arrecadação após a derrubada do aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Além disso, a expectativa do governo é arrecadar R$ 21 bilhões com a nova medida, valor que já está previsto no orçamento do ano que vem.



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Não se iluda com o milho



No Brasil, o cenário externo também pressiona


No Brasil, o cenário externo também pressiona
No Brasil, o cenário externo também pressiona – Foto: Pixabay

O mercado de milho segue em movimento de recuperação no Brasil neste segundo semestre, ainda que de forma bastante lenta, influenciado pelos baixos preços de exportação. Segundo informações da TF Agroeconômica, a expectativa é de que os produtores consigam realizar vendas a preços melhores do que os registrados no primeiro semestre. 

No entanto, o alerta é para não se iludir: após a colheita, o custo do carregamento das posições pode comprometer a lucratividade. A consultoria destaca que, caso os preços oferecidos estejam abaixo dos valores projetados para outubro em diante, o produtor já deveria ter aproveitado oportunidades anteriores, evitando perdas.

Entre os fatores de alta, chama atenção a relutância dos agricultores norte-americanos em aceitar os preços atuais, o que limitou parte da oferta e sustentou leve valorização em Chicago. Além disso, o bom ritmo das exportações ajuda a manter suporte ao mercado, embora a paralisação do governo dos EUA reduza a transparência dos relatórios do USDA. Por outro lado, os fatores de baixa continuam pesando: a colheita acelerada e abundante nos Estados Unidos, com condições climáticas favoráveis, reforça projeções de safra próximas a 420 milhões de toneladas, acima de estimativas anteriores.

No Brasil, o cenário externo também pressiona. Os embarques de milho foram 12% menores em volume e 10% em receita no acumulado do ano, segundo dados do Ministério da Economia. Apesar da melhora em setembro, a exportação do primeiro semestre foi considerada fraca. Hoje, os preços brasileiros estão em média US$ 10/t acima dos americanos nos principais destinos, reflexo da queda acentuada na CBOT diante da safra recorde norte-americana.





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Preços do tomate sobem com força no atacado



Os preços médios do tomate no atacado subiram fortemente na última semana, indicam levantamentos do Hortifrúti/Cepea.

Em São Paulo, a valorização do Longa Vida 3A foi de 27,9% sobre o período anterior, com o produto cotado a R$ 72/cx. No Rio de Janeiro e em Belo Horizonte (MG), as médias foram de R$ 75/cx (+15,3%) e de R$ 76/cx (+52%), respectivamente.

Pesquisadores do Hortifrúti/Cepea explicam que os aumentos nas cotações vêm sendo resultado da desaceleração da colheita e da proximidade do final da safra de inverno em algumas praças produtoras, como Itaocara (RJ) e São José de Ubá (RJ), que devem ofertar os últimos frutos ao final deste mês. 

Em Minas Gerais, as regiões de Pará de Minas, Araguari e Pimenta também já oferecem um menor volume de tomates aos atacados. Já em São Paulo, a praça de Sumaré iniciou as colheitas da segunda parte da safra de inverno, com uma parcela tímida de tomates destinados aos atacados paulistanos. 

Assim, de acordo com levantamentos do Hortifrúti/Cepea, a tendência é que, no correr de outubro, a oferta das regiões da segunda parte da safra de inverno aumente, compensando ao menos parte da redução das outras praças.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Tarifaço prejudicou mais que beneficiou população dos EUA, diz Haddad



O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse, nesta terça-feira (7), que o Brasil vai oferecer os melhores argumentos econômicos para os Estados Unidos, nas negociações para reverter o tarifaço aos produtos brasileiros exportados para aquele país. O principal deles, segundo Haddad, é que a medida está encarecendo a vida do povo estadunidense.

“O papel do Ministério da Fazenda e do Ministério do Desenvolvimento [Indústria, Comércio e Serviços – MDIC] é justamente oferecer os melhores argumentos econômicos para mostrar, inclusive, que o povo dos Estados Unidos está sofrendo com o tarifaço. Eles estão com o café da manhã mais caro, eles estão pagando o café mais caro, eles estão pagando a carne mais cara, eles vão deixar de ter acesso a produtos brasileiros de alta qualidade no campo, também, da indústria”, disse Haddad, ao participar do programa Bom Dia Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação.

Entre os produtos tarifados pelos Estados Unidos estão café, frutas e carnes.

“Eles estão notando, de dois meses para cá, que as medidas mais prejudicaram do que favoreceram os Estados Unidos”, reforçou o ministro, ao relembrar que os Estados Unidos têm superávit comercial em relação ao Brasil e muitas oportunidades de investimento, sobretudo voltado para transformação ecológica, terras raras, minerais críticos, energia limpa, eólica e solar.

Videoconferência

Nesta segunda-feira (6), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, telefonou para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em conversa de meia hora, por videoconferência, Lula solicitou a retirada da sobretaxa de 40% imposta pelo governo norte-americano a produtos brasileiros e das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras.

Trump designou o secretário de Estado Marco Rubio para dar sequência às negociações. Os dois presidentes trocaram seus números de telefone para estabelecer uma via direta de comunicação e, também, devem se encontrar pessoalmente em breve.

Segundo Haddad, muito interlocutores propuseram que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotasse outra forma de proceder na negociação, mas, para o ministro, a diplomacia brasileira, “que é das melhores do mundo”, vai prevalecer.

“Eu creio que a estratégia que foi decidida pelo presidente Lula vai render os melhores frutos para o Brasil, independentemente de quem seja designado para negociar em nome do governo dos Estados Unidos. E penso que a diplomacia brasileira, com os argumentos que tem, vai saber superar esse momento que foi um equívoco muito grande. Muito mais com base em desinformação do que propriamente com base na realidade dos fatos”, disse o ministro.

Para Haddad, a ação de grupos de extrema direita brasileiros está desinformando o governo americano do que acontece no país.

“Está cada vez mais claro para o governo dos Estados Unidos, como está claro para o mundo inteiro, que não está acontecendo nada no Brasil que não siga absolutamente as regras democráticas do Estado de Direito.”



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