quinta-feira, abril 23, 2026

Autor: Redação

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Carne suína atinge maior vantagem sobre a de boi em quatro anos



Enquanto os preços da carne suína recuaram em março, os da bovina subiram


Foto: Pixabay

Enquanto os preços da carne suína recuaram em março, os da bovina subiram. Esse movimento elevou a competitividade da carcaça suína perante o boi ao seu maior nível desde abril de 2022, em termos reais (IPCA – fev/26). A cotação da carcaça especial suína comercializada no atacado da Grande São Paulo teve média de R$ 10,06/kg em março, baixa de 2,8% frente à de fevereiro.

Segundo o Cepea, a desvalorização esteve atrelada à baixa liquidez tanto no mercado do animal vivo quanto no da carne, devido ao período da Quaresma, encerrado no início de abril. Quanto à carne bovina, ainda de acordo com o Centro de Pesquisas, os preços avançaram em março devido à baixa oferta de animais prontos para abate e à forte demanda internacional pela carne brasileira.

A carcaça casada bovina negociada na Grande São Paulo registrou valorização de 2,6% entre fevereiro e março, com média de R$ 24,32/kg no último mês. Nesse cenário, o diferencial de preços entre as carcaças bovina e suína chegou a 14,26 Reais/kg em março, forte alta de 6,8% frente ao registrado em fevereiro. Essa é a relação mais elevada em quatro anos, visto que, em abril de 2022, havia sido de 14,66 Reais/kg.





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Dívidas no campo disparam e acelera projeto de renegociação no Congresso Nacional


Calculadora ao lado de notas em reais
Foto: divulgação | Pixabay

A renegociação das dívidas do produtor rural avançou na agenda do Congresso Nacional. A medida surge em resposta ao aumento da inadimplência no campo, que atingiu 7,4% em fevereiro — o maior nível já registrado.

A proposta vem sendo articulada pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e por entidades do setor, como a Aprosoja Brasil, com o objetivo de viabilizar a repactuação de passivos e garantir condições financeiras para a próxima safra.

Pressão política para acelerar votação

Nos últimos dias, lideranças do agro intensificaram as articulações em Brasília. Uma reunião com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, reforçou a prioridade do tema na pauta legislativa.

Segundo o diretor-executivo da Aprosoja Brasil, Fabrício Rosa, houve avanço no convencimento de parlamentares sobre a gravidade do endividamento rural.

De acordo com ele, o projeto já havia sido aprovado na Câmara dos Deputados em 2025 e aguardava andamento no Senado. Agora, há sinalizações positivas para acelerar a tramitação.

O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos, senador Renan Calheiros, indicou que deve dar seguimento à proposta. Além disso, a senadora Tereza Cristina também acompanha as discussões e reconhece a urgência do tema.

Prazo apertado preocupa setor

A expectativa das entidades é de que o projeto seja aprovado ainda em abril no Senado e retorne à Câmara para conclusão. O objetivo é finalizar todo o processo antes de junho.

O prazo é considerado crítico. Isso porque, sem uma solução até o meio do ano, produtores podem enfrentar dificuldades para acessar crédito e financiar a próxima safra.

Segundo Fabrício Rosa, o cenário atual combina margens apertadas e incertezas no mercado internacional, o que agrava a situação financeira no campo.

Proposta pode incluir novos modelos de renegociação

Além da renegociação tradicional de dívidas, o texto em discussão pode trazer mecanismos mais amplos de reestruturação financeira.

Entre as alternativas avaliadas está a securitização de dívidas em modelo privado, diferente das soluções convencionais já adotadas no passado.

A ideia é criar instrumentos que permitam reorganizar os passivos de forma mais eficiente, reduzindo o risco de inadimplência e garantindo a continuidade da produção.

Próximos passos no Congresso

As entidades do agro devem acompanhar de perto a tramitação na Comissão de Assuntos Econômicos. O foco é contribuir com dados técnicos e análises que sustentem a necessidade da medida.

A expectativa do setor é que o texto final reflita a realidade dos produtores e ofereça alternativas viáveis para superar o endividamento.

Enquanto isso, o tema segue como uma das principais prioridades da agenda econômica do agronegócio no Congresso.

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BNDES libera R$ 129 milhões para inovação em máquinas agrícolas no Brasil


CR11 - New Holland
Foto: New Holland/divulgação

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um financiamento de R$ 129 milhões para a CNH Industrial Brasil. O recurso será destinado a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) voltados à criação e aprimoramento de máquinas agrícolas no país.

A operação integra o programa BNDES Mais Inovação e contempla oito projetos estratégicos. O foco está no desenvolvimento de colheitadeiras, tratores e equipamentos de aplicação de insumos adaptados às condições do mercado latino-americano, especialmente o brasileiro.

Investimentos seguem tendências globais do agro

Os projetos estão alinhados à digitalização e à agricultura de precisão, consideradas tendências centrais no agronegócio global. A proposta é ampliar a eficiência operacional no campo, reduzir emissões e atender exigências regulatórias relacionadas ao mercado de carbono e combustíveis de menor impacto ambiental.

Segundo o BNDES, a iniciativa também busca fortalecer a indústria nacional de bens de capital, aumentar a competitividade da produção agrícola e estimular a cadeia de fornecedores.

Plantadeira multifuncional e modernização de colheitadeiras

Entre os projetos financiados está o desenvolvimento de uma plantadeira capaz de realizar múltiplas operações em uma única passada. O equipamento permitirá a aplicação simultânea de sementes, fertilizantes sólidos e inoculantes, com potencial de ganho operacional.

Outro eixo relevante é a modernização das colheitadeiras. As máquinas devem receber novas arquiteturas eletrônicas, sensores e sistemas de automação que ajustam parâmetros em tempo real.

As melhorias visam reduzir perdas na colheita, aumentar a eficiência no consumo de combustível e elevar o conforto e a segurança do operador. Além disso, podem ampliar o potencial de exportação dos equipamentos produzidos no Brasil.

Inclusão produtiva e nacionalização de componentes

O financiamento também inclui o desenvolvimento de um trator adaptado para operadores com mobilidade reduzida. O projeto prevê sistema de elevação integrado e comandos ajustados, em linha com normas de acessibilidade.

Outra frente envolve a adequação da unidade industrial de Piracicaba (SP) e a nacionalização de componentes estratégicos, com o objetivo de fortalecer a indústria local e reduzir dependência externa.

Geração de empregos e impacto na cadeia produtiva

A CNH estima a criação de 360 empregos diretos ao longo do projeto, sendo metade na fase de implantação e metade após a conclusão.

Além disso, a iniciativa deve gerar cerca de 1.080 empregos indiretos, considerando as etapas de execução e operação dos projetos.

Os investimentos reforçam o papel da inovação tecnológica como um dos pilares para o avanço da produtividade no campo e para a adaptação do setor às novas demandas ambientais e de mercado.

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Guerra no Oriente Médio faz FMI cortar previsão para a economia mundial


economia
Foto: Pixabay

O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para baixo a projeção de crescimento da economia mundial diante dos impactos da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, iniciada em 28 de fevereiro. A informação foi confirmada pela diretora-gerente da instituição, Kristalina Georgieva.

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Segundo a dirigente, mesmo o cenário mais otimista já aponta desaceleração da atividade econômica global. “Até mesmo nosso cenário mais favorável prevê crescimento mais lento, devido aos danos à infraestrutura, interrupções no fornecimento, perda de confiança e outros efeitos negativos”, afirmou, em discurso preparatório para as reuniões de primavera do FMI e do Grupo Banco Mundial, que ocorrem entre 13 e 18 de abril, em Washington.

Em janeiro, o FMI projetava expansão de 3,3% para a economia global em 2026 e de 3,2% em 2027. Agora, a instituição indica revisão para baixo dessas estimativas, com perspectivas de crescimento mais moderado mesmo em caso de estabilização do conflito.

De acordo com Georgieva, o cenário atual é marcado por elevada incerteza. Por isso, o Fundo trabalha com diferentes possibilidades, que vão desde uma normalização rápida até cenários intermediários, nos quais os preços de petróleo e gás permanecem elevados por mais tempo.

A diretora-gerente destacou que o conflito já provocou impactos significativos na oferta global de energia. Segundo ela, houve redução de cerca de 13% no fornecimento diário de petróleo e de 20% no de gás natural.

Essas interrupções tendem a gerar efeitos em cadeia, como fechamento de refinarias, escassez de combustíveis, disrupções nas cadeias logísticas e até risco de déficit de alimentos em algumas regiões.

Georgieva também alertou que o cenário pode pressionar a inflação global. Diante disso, recomendou que bancos centrais estejam preparados para eventuais elevações nas taxas de juros.

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Setor de biodefensivos avança no Brasil e faturamento pode chegar a R$ 7,8 bilhões em 2026


biodefensivos
Foto: Ministério da Agricultura

O setor de biodefensivos tem avançado no Brasil como alternativa aos insumos químicos e pode atingir faturamento de R$ 7,8 bilhões em 2026, acima dos R$ 6,3 bilhões registrados no ano anterior.

As projeções foram apresentadas pelo engenheiro-agrônomo da Cogny, Ivan Zorzzi, durante a Tecnoshow Comigo 2026, em Rio Verde (GO). Segundo ele, a tendência é de crescimento contínuo nos próximos anos.

De acordo com estimativas da IHS Markit, o faturamento do setor pode alcançar R$ 16,8 bilhões até 2030.

Durante a feira, a Cogny, ecossistema de insumos biológicos que reúne as empresas Simbiose, Bioma, Biagro, Biograss e Biojet, apresentou tecnologias desenvolvidas em parceria com a Embrapa. As soluções incluem controle de fungos de solo, proteção contra estresse hídrico e aumento da eficiência nutricional das plantas.

A empresa destacou que o uso de biodefensivos no manejo agrícola tende a ganhar ainda mais espaço no país. Segundo Zorzzi, na safra 2025/26, a cada R$ 100 investidos no campo, cerca de R$ 10 foram destinados aos biológicos. A expectativa é de que essa participação chegue a R$ 40 a cada R$ 100 investidos até a safra 2033/34.

Entre as tecnologias apresentadas estão o Eficaz Control, voltado ao controle de fungos de solo com potencial de substituir aplicações químicas; o Hydratus, que atua na proteção das plantas contra o estresse hídrico; e soluções para solubilização de fósforo, que aumentam a eficiência nutricional das culturas.

Para o vice-presidente comercial e de marketing (CCO) da Cogny, Jair A. Swarowsky, o avanço dessas soluções está ligado à integração entre pesquisa e produção. Segundo ele, a combinação entre ciência e escala industrial permite transformar conhecimento em ferramentas aplicáveis no campo.

A expansão dos biodefensivos acompanha uma tendência do setor agropecuário de aumentar a produtividade com maior eficiência e menor impacto ambiental, sem necessidade de ampliar a área cultivada.

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Brasil pode embarcar quase 16 milhões de t de soja em abril, projeta Anec


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Foto: Agência Brasil

O Brasil deverá exportar até 15,778 milhões de toneladas de soja em grão ao longo de abril, segundo projeção da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). O volume representa um avanço em relação ao mesmo mês de 2025, quando os embarques somaram 13,496 milhões de toneladas, e fica próximo do total registrado em março deste ano, de 15,836 milhões de toneladas.

Os dados semanais mostram um ritmo consistente de escoamento. Na semana encerrada em 4 de abril, o país embarcou 3,980 milhões de toneladas de soja. Para o intervalo entre 5 e 11 de abril, a expectativa é ainda mais elevada, com previsão de 4,242 milhões de toneladas.

No segmento de farelo de soja, a Anec projeta exportações de 2,707 milhões de toneladas em abril, também acima do registrado no mesmo período do ano passado, quando o volume foi de 2,153 milhões de toneladas. Em março, os embarques do derivado totalizaram 2,239 milhões de toneladas.

Na última semana, o Brasil exportou 701,731 mil toneladas de farelo. Para o período entre 5 e 11 de abril, a estimativa aponta para 673,291 mil toneladas.

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Guerra no Oriente Médio deve gerar efeitos prolongados para agro mesmo com cessar-fogo


guerra no Oriente Médio
Imagem gerada por IA para o Canal Rural

As tensões entre Estados Unidos e Irã seguem trazendo impactos diretos para a economia global e para o agronegócio brasileiro, principalmente por meio do mercado de petróleo e da volatilidade cambial.

Para o presidente da Faesp/Senar-SP, Tirso Meireles, o principal efeito imediato está no custo da energia e da logística. Segundo ele, a elevação do petróleo encarece o diesel, o frete e o transporte de mercadorias, além de pressionar outros insumos ligados à cadeia produtiva.

“O problema estrutural do petróleo vai trazer impactos relevantes, não só no combustível, mas também em lubrificantes e no custo logístico. Isso aumenta fretes, seguros e o custo final das exportações”, afirmou.

Meireles também destacou que a instabilidade no Oriente Médio tende a gerar efeitos prolongados. Mesmo com um eventual arrefecimento do conflito, os reflexos podem se estender por até dois anos na economia global.

Diante desse cenário, ele defende o avanço de políticas energéticas no Brasil, como o aumento da mistura de biodiesel. Segundo o executivo, ampliar a participação de biocombustíveis pode reduzir a dependência externa e mitigar impactos de crises internacionais.

Já Miguel Daoud, comentarista do Canal Rural, aponta que o cenário também tem influenciado o mercado financeiro. A desvalorização global do dólar e a valorização do real ajudam a explicar o atual comportamento da moeda brasileira, com reflexos diretos sobre o agronegócio.

Com o real mais forte, há tendência de pressão sobre as cotações de commodities como a soja, o que pode reduzir a competitividade das exportações brasileiras.

Por outro lado, Daoud destaca que o Brasil tem sido beneficiado pelas exportações de petróleo, que contribuíram para o superávit recente da balança comercial. Ainda assim, ele avalia que os preços do petróleo devem permanecer elevados, especialmente se houver agravamento do conflito no Oriente Médio.

“O petróleo deve continuar em patamares elevados. Se a guerra se intensificar, os preços podem subir ainda mais, devido à redução da oferta global”, afirmou.

Daoud também chama atenção para mudanças estruturais no mercado internacional, como a possível redução da demanda chinesa por soja nos próximos anos. Nesse contexto, ele defende o aumento do processamento interno da oleaginosa e a ampliação da produção de biodiesel como alternativa para agregar valor à produção brasileira.

A combinação entre custos mais altos, mudanças no câmbio e transformações na demanda global reforça um cenário de incerteza para o agro. Daoud e Meireles avaliam que o momento exige estratégias voltadas à redução de dependências externas e ao fortalecimento da produção interna de energia e insumos.

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Carne suína ganha competitividade frente à bovina e atinge maior nível em 4 anos, segundo Cepea


carne suína
Foto: Ari Dias/AEN

A competitividade da carne suína frente à bovina atingiu o maior nível em quatro anos no Brasil. Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostra que o movimento foi impulsionado pela queda nos preços do suíno e pela valorização da carne bovina ao longo de março.

Na Grande São Paulo, a carcaça especial suína foi negociada, em média, a R$ 10,06 por quilo no último mês, recuo de 2,8% em relação a fevereiro. Segundo o Cepea, a desvalorização está ligada à baixa liquidez tanto no mercado do animal vivo quanto no da carne, influenciada pelo período da Quaresma, que reduz o consumo da proteína.

Já a carne bovina seguiu em trajetória oposta. A carcaça casada registrou alta de 2,6% no comparativo mensal, com preço médio de R$ 24,32 por quilo em março. O avanço é explicado pela oferta restrita de animais prontos para abate e pela demanda internacional aquecida pela proteína brasileira.

Com esse cenário, o diferencial de preços entre as duas proteínas aumentou. A diferença entre as carcaças bovina e suína chegou a R$ 14,26 por quilo em março, alta de 6,8% frente a fevereiro.

De acordo com o Cepea, esse é o maior patamar desde abril de 2022, quando o spread havia alcançado R$ 14,66 por quilo. O resultado reforça o ganho de competitividade da carne suína no mercado interno diante da valorização da carne bovina.

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Ministério da Agricultura anuncia novo secretário-executivo


Cleber Oliveira Soares assume o cargo de secretário-executivo do Ministério da Agricultura
Foto: Assessoria de Imprensa do Ministério da Agricultura e Pecuária

Cleber Oliveira Soares é o novo secretário-executivo do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Ele passa a integrar a equipe do ministro André de Paula na coordenação e execução das políticas públicas voltadas ao setor agropecuário.

Soares já atuava no ministério como secretário-executivo adjunto desde 2023. Com formação em Medicina Veterinária pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), possui mestrado em Parasitologia Veterinária e doutorado em Ciências Veterinárias, com atuação voltada à pesquisa e ao desenvolvimento científico.

Entre 2021 e 2023, ocupou o cargo de secretário de Inovação, Desenvolvimento Sustentável e Irrigação do Mapa, participando da formulação de políticas voltadas à modernização e à sustentabilidade da produção agropecuária.

Antes disso, construiu carreira na Embrapa, onde exerceu funções de gestão na área de pesquisa e inovação. Foi diretor executivo de Inovação e Tecnologia entre 2017 e 2020, chefe de Pesquisa e Desenvolvimento de 2011 a 2017 e vice-chefe da mesma área entre 2005 e 2010.

No próprio Mapa, também atuou como diretor de Inovação Agropecuária entre 2020 e 2021. Além da trajetória no setor público, participa de conselhos e fóruns estratégicos nacionais e internacionais ligados à pesquisa e inovação no agro.

A nomeação reforça a continuidade da gestão técnica dentro do ministério. Como secretário-executivo, Soares terá papel central na articulação das ações da pasta e no acompanhamento das políticas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio.

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Exportações de carne bovina batem recorde no 1º trimestre e preços disparam


carne bovina, carnes, abate
Foto: Agência Brasil/arquivo

O Brasil iniciou 2026 com recordes nas exportações de carne bovina in natura. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pelo Centro de estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), mostram que o volume embarcado no primeiro trimestre foi o maior já registrado para o período.

Entre janeiro e março, o país exportou 701,662 mil toneladas, alta de 19,7% em relação ao mesmo intervalo de 2025 e avanço de 36,6% frente a 2024. O desempenho mantém o ritmo forte observado ao longo do ano passado.

Além do aumento nos embarques, o preço da carne bovina brasileira no mercado internacional também atingiu patamar elevado. Em março, a média foi de US$ 5.814,80 por tonelada, com alta de 3,1% sobre fevereiro e de 18,7% na comparação com março de 2025.

Segundo pesquisadores do Cepea, a combinação de volumes recordes e valorização do produto reforça a competitividade da carne brasileira no exterior e sustenta o cenário positivo para o setor.

Esse movimento tem impacto direto no mercado interno. Ao longo de março, a demanda externa aquecida contribuiu para manter firmes os preços do boi gordo.

No início de abril, a tendência de alta continua. As cotações do boi gordo, do bezerro e da carne seguem em valorização, sustentadas pela oferta restrita de animais prontos para abate e pelo apetite internacional pela proteína brasileira.

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