quarta-feira, abril 22, 2026

Autor: Redação

News

Planta proporciona 11 vezes mais rentabilidade que a soja, aponta estudo



O cânhamo, planta da variedade Cannabis sativa com menos de 0,3% de THC (sem efeito psicoativo), pode gerar um retorno líquido até 11 vezes maior que o da soja, conforme estudo da empresa de inteligência Kaya Mind.

De acordo com o levantamento, no cultivo para flores (CBD), o retorno chega a R$ 23.306,80 por hectare, enquanto a oleaginosa entrega R$ 2.053,34 por hectare na média Brasil e o milho R$ 3.398,34 por hectare.

A Kaya Mind reforça que a produção do cânhamo pode ser integrada aos sistemas já existentes, desde que o produtor utilize maquinário adaptável e promova rotação de culturas e recuperação do solo.

“Além da lucratividade, o cânhamo também se destaca pela capacidade de gerar empregos no campo. Na Colômbia, estima-se a criação de 17,3 empregos por hectare cultivado, reforçando o potencial da cultura como ferramenta de desenvolvimento rural e diversificação da produção agrícola”, diz a empresa, em nota.

Em março deste ano, durante audiência pública organizada pela Frente Parlamentar da Cannabis Medicinal e do Cânhamo Industrial, a pesquisadora Daniela Bittencourt, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, ressaltou que o cânhamo pode ser usado em mais de 25 mil produtos – de fibras têxteis a bioplásticos, cosméticos e materiais de construção.

Atualmente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) trabalha para atender à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que reconheceu o direito de importar sementes da planta, bem como de semear, cultivar e comercializar o cânhamo industrial para fins medicinais e farmacêuticos.

Segundo o diretor-relator do tema, Thiago Campos, a discussão sobre o limite percentual de THC é um dos pontos centrais que devem ser analisados no processo regulatório, de forma que não se torne um obstáculo à pesquisa e ao desenvolvimento de novos medicamentos.



Source link

News

Soja está entre os principais produtos exportados do agro paulista em setembro



O agronegócio paulista registrou superávit de US$ 16,81 bilhões entre janeiro e setembro de 2025, resultado de exportações que somaram US$ 21,15 bilhões e importações de US$ 4,34 bilhões.

O setor respondeu por 40,3% do total exportado pelo estado e por 6,6% das importações no período, segundo levantamento da Diretoria de Pesquisa dos Agronegócios (Apta), vinculada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Soja como destaque

Entre os principais grupos exportadores, o complexo soja teve participação de 9,9% nas vendas externas do agro paulista, movimentando US$ 2,10 bilhões, sendo 80,8% referentes à soja em grão e 14% ao farelo.

Apesar da relevância, o grupo apresentou leve queda de 0,8% em relação ao mesmo período de 2024, reflexo das oscilações de preços e volumes no mercado internacional.

Liderança do setor sucroalcooleiro

O complexo sucroalcooleiro segue como líder da pauta, responsável por 29,9% das exportações do agro paulista, com destaque para o açúcar, que representou 92,1% do total do grupo, e o etanol, com 7,9%.

Carnes

Na sequência aparecem as carnes, que responderam por 14,9% das vendas externas, totalizando US$ 3,15 bilhões, com a carne bovina representando 84,9% desse montante.

Produtos florestais

Os produtos florestais somaram 10,5% das exportações, alcançando US$ 2,21 bilhões, dos quais 54,5% foram de celulose e 36,4% de papel. Já o setor de sucos respondeu por 10,2%, totalizando US$ 2,15 bilhões, sendo 97,7% referentes ao suco de laranja.

Esses cinco grupos juntos representaram 75,4% do total exportado pelo agronegócio paulista. O café aparece em seguida, com 6,4% de participação, equivalente a US$ 1,35 bilhão.

Oscilações nas exportações

As variações em relação ao mesmo período do ano passado mostram crescimento das exportações de café (+43,4%), carnes (+26,3%) e sucos (+4,6%), enquanto o complexo sucroalcooleiro (-33,6%), produtos florestais (-5,6%) e o complexo soja (-0,8%) apresentaram retração.

China, UE e EUA como principais destinos

A China segue como principal destino das exportações paulistas, absorvendo 24,2% do total, com destaque para a compra de soja, carnes, açúcar e produtos florestais. Em seguida aparece a União Europeia, com 14,4% de participação, e os Estados Unidos, com 12,7%.

No caso americano, as exportações totalizaram US$ 2,69 bilhões no acumulado até setembro, um crescimento de 13% frente ao mesmo período de 2024.

Impacto do tarifaço nos EUA

O avanço nas vendas ocorreu até julho, mas o tarifaço de 50% imposto em agosto pelos EUA derrubou as exportações em agosto e setembro, com quedas de 14,2% e 32,7%.

O setor de sucos, fora da taxação, manteve a liderança, enquanto carnes, café e produtos florestais sentiram mais os impactos. Parte dos embarques foi redirecionada para China, México e Argentina, segundo a Apta.

São Paulo no cenário nacional

No cenário nacional, São Paulo segue como destaque do agronegócio, responsável por 16,7% das exportações brasileiras do setor, ocupando a segunda posição no ranking, atrás apenas de Mato Grosso, com 17,4%, e à frente de Minas Gerais, que respondeu por 11,5% das vendas externas.



Source link

News

Agricultura regenerativa cresce no Cerrado e melhora resultados nas lavouras



O Cerrado brasileiro passa a ganhar protagonismo na agricultura regenerativa. O projeto Regenera Cerrado, iniciativa do Fórum do Futuro em parceria com universidades e empresas, concluiu a primeira fase em setembro, abrangendo mais de 8 mil hectares de fazendas no sudoeste de Goiás.

Durante essa etapa, foram validadas práticas que diminuíram o uso de insumos químicos, como fertilizantes (-20%), fungicidas (-30%) e inseticidas (-50%), ao mesmo tempo em que aumentaram o uso de bioinsumos e técnicas de controle biológico, mantendo a produtividade das culturas de soja e milho.

O projeto também monitorou serviços ecossistêmicos, como a preservação de polinizadores, mostrando aumento de produtividade próximo a áreas de mata nativa, e melhorias na estruturação do solo e na mitigação de gases de efeito estufa.

Agora, a segunda fase do Regenera Cerrado, iniciada em outubro, ampliará o estudo para cinco pilares: saúde do solo e da água, práticas agrícolas regenerativas, conservação da biodiversidade, produção de alimentos seguros e sustentáveis e fortalecimento do mercado regenerativo.

O objetivo é coletar dados integrados sobre solo, biodiversidade, polinização, carbono, fitossanidade e qualidade dos grãos, consolidando evidências para ampliar a adoção de práticas regenerativas em todo o país.



Source link

News

Aprosoja-MT pede revisão na MP que renegocia dívidas rurais



A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) cobrou do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) a revisão dos critérios de acesso ao crédito rural previstos na Medida Provisória nº 1.314/2025, que renegocia dívidas rurais.

A entidade enviou ofício à pasta defendendo que os bancos possam avaliar individualmente os pedidos de produtores, com base em comprovação técnica de perdas, sem restrições territoriais impostas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Critérios territoriais e impacto no campo

Publicada em setembro, a MP 1.314/2025 criou linhas de crédito com juros subsidiados entre 2% e 6% ao ano para produtores que tiveram perdas em duas ou mais safras entre 2020 e 2025 por causa de eventos climáticos extremos. As regras do CMN, no entanto, limitam o acesso aos produtores localizados em municípios listados pelo Ministério da Agricultura, de acordo com percentuais médios de perdas apurados pelo IBGE.

Para a Aprosoja-MT, o critério desconsidera casos de perdas comprovadas fora desses recortes estatísticos. A entidade afirma que a medida acaba excluindo agricultores que enfrentaram seca, excesso de chuva e queda nos preços da soja e do milho, comprometendo a viabilidade econômica das propriedades.

“Produtores com laudos técnicos e comprovação de prejuízos deveriam ter o mesmo direito ao crédito equalizado. O objetivo é garantir fôlego financeiro para continuar produzindo”, afirmou Diego Bertuol, diretor administrativo da Aprosoja-MT.

Endividamento e burocracia

Dados do Banco Central mostram que cerca de 15% da carteira de crédito rural de Mato Grosso, o equivalente a R$ 14 bilhões, está em atraso ou renegociação. Segundo a Aprosoja, o cenário reforça a necessidade de juros acessíveis e prazos adequados, conforme previsto na MP.

Bertuol também destacou a burocracia e as exigências excessivas como entraves ao crédito rural. “A demora nos processos, a falta de recursos e as altas garantias exigidas impedem o acesso às linhas emergenciais. Em muitos casos, bastaria o alongamento das dívidas com carência e prazos adequados para evitar a falência de produtores”, afirmou.

Pedido de revisão

A entidade solicita que o Mapa reavalie as normas complementares e autorize expressamente as instituições financeiras a realizarem a análise individualizada dos pedidos de crédito, conforme a comprovação técnica das perdas. Para a Aprosoja-MT, o foco da MP deve permanecer em atender produtores em situação de vulnerabilidade, independentemente da localização geográfica.

Caso os critérios não sejam revistos, produtores afetados por secas, chuvas intensas e incêndios podem ser obrigados a renegociar suas dívidas em linhas de mercado, com juros superiores a 16% ao ano, o que, segundo a entidade, aumentaria o risco de insolvência no campo.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Milho volta a superar R$ 65 por saca com demanda aquecida e clima instável



Comportamento dos vendedores e ritmo das exportações sustentam valorização



Foto: Divulgação

Os preços do milho mantiveram trajetória de alta na primeira semana de outubro, com o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) retomando o patamar de R$ 65 por saca de 60 kg. Segundo análise do Cepea, o movimento foi impulsionado pela retração vendedora e pela demanda pontualmente aquecida no mercado spot.

No campo, produtores têm adotado cautela diante do retorno das chuvas em importantes regiões produtoras do Sul e Centro-Oeste. Embora o alívio hídrico favoreça o início da semeadura da safra de verão, a intensidade das precipitações também dificulta o avanço das atividades em campo. Esse cenário climático contribui para limitar a oferta no mercado físico.

Outro fator de sustentação vem do front externo. As exportações brasileiras de milho seguiram em bom ritmo em setembro, o que deu suporte aos preços tanto nos portos quanto no interior do país. A movimentação comercial ajuda a escoar parte dos estoques da safrinha, reduzindo a pressão de baixa típica do período.

Do lado da demanda, compradores voltam a atuar no spot visando à recomposição de estoques. No entanto, muitos ainda relatam ter volumes suficientes para o curto prazo, o que limita uma valorização ainda mais expressiva.

O comportamento do mercado nas próximas semanas deve seguir sensível às condições climáticas para a nova safra e à competitividade do milho brasileiro no mercado internacional. A combinação entre oferta ajustada, exportações firmes e incertezas no campo mantém o cenário de atenção para produtores e compradores.

 





Source link

News

Congresso de Agronomia: produtividade com sustentabilidade



A engenharia agrônoma e toda a cadeira produtiva do agro brasileiro volta o foco para Maceió, Alagoas, a partir deste dia 14 de outubro, para difundir conhecimento, inovação e experiências que pretendem moldar o futuro da agronomia no Brasil. Em sua trigésima quarta edição, o Congresso Brasileiro de Agronomia – CBA 2025 – tem como tema Produtividade com Sustentabilidade.

Confederação dos Engenheiros Agrônomos do Brasil (Confaeab), através da Sociedade dos Engenheiros Agrônomos de Alagoas (Seagra) realiza o evento com 6 salas temáticas simultâneas, mais de 65 palestras e painéis, mais de 300 trabalhos científicos apresentados, 130 palestrantes especialistas entre eles, Roberto Rodrigues, ex-ministro da agricultura e embaixador da FAO para o cooperativismo, falando sobre o tema: O Engenheiro Agrônomo do Futuro, e Aldo Rebelo, ex-ministro, que falará sobre “A Importância do Engenheiro Agrônomo para a Segurança Alimentar”.

Entre os temas também figuram os debates, trabalhos e exposições do evento a nanotecnologia e robótica para agricultura sustentável, startups e inovação no campo, agronomia como protagonista da transição energética, políticas públicas, e muito mais.  



Source link

News

o que fazer quando vacas não emprenham



A Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) é uma ferramenta poderosa na pecuária, mas a falha de prenhez em parte do rebanho exige um plano de ação imediato.

O pecuarista Stuart Albuquerque, que utiliza a Tecnologia Sincrogest para sincronização de cio, constatou que dez de suas cinquenta vacas não emprenharam após trinta dias.

Segundo o veterinário e especialista técnico em reprodução da Ourofino Saúde Animal, Igor Garcia Motta, a resposta é afirmativa: é essencial fazer uma nova aplicação nas fêmeas que não “pegaram barriga”.

O especialista informa que o protocolo de ressincronização deve ser o mesmo utilizado na primeira inseminação. As fêmeas precisam receber novamente o Sincrogest Dispositivo e o Sincrodiol para serem preparadas para um novo serviço.

Embora a ressincronização seja a solução para as fêmeas vazias, o foco principal do pecuarista deve ser em otimizar a taxa de prenhez ao primeiro serviço, minimizando a necessidade de refazer o protocolo.

Estratégias para maximizar a prenhez

Quanto menos fêmeas restarem para a segunda inseminação, maior será a eficiência do manejo reprodutivo. O veterinário sugere algumas estratégias para maximizar a prenhez na primeira aplicação. Ao maximizar o resultado inicial, o produtor economiza tempo, insumos e trabalho.

A Tecnologia Sincrogest oferece o suporte necessário para o manejo reprodutivo, mas o sucesso depende da combinação de um bom protocolo com as estratégias de sanidade e nutrição.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



Source link

News

Pará envia primeira remessa de carne bovina rastreada para a China


O Pará iniciou as exportações de carne bovina com a primeira remessa de 108 toneladas, que partiu do município de Xinguara, conhecido como a capital do boi gordo, com destino à China.

O estado, detentor do segundo maior rebanho bovino do país, com 26 milhões de cabeças de gado, iniciou as exportações de carne produzida com o Sistema de Rastreabilidade Bovina Individual do Pará (SRBIPA).

O lote exportado incluía mais de 350 bovinos machos da raça Nelore, com idades entre 13 e 24 meses, transportados em 22 caminhões para um frigorífico com Serviço de Inspeção Federal (SIF) para o município de Água Azul do Norte, no Pará.

Após o nascimento, cada animal recebeu dois brincos de identificação: um amarelo, para leitura visual, e outro azul eletrônico, que permite monitoramento por radiofrequência.

Durante 90 dias, o rebanho foi alimentado com silagem, capim e ração, seguindo manejo sustentável em pasto rotacionado intensivo. Esse processo garante rastreabilidade completa e fortalece a qualidade e a sustentabilidade em toda a cadeia produtiva da carne.

Rastreabilidade como diferencial

A iniciativa garante o controle sanitário do rebanho desde o nascimento até o abate. O primeiro lote de carne produzido com o sistema registrou ganho médio de 592 kg por animal, totalizando 7.212,48 arrobas.

“O sistema de rastreabilidade é pioneiro no Brasil e qualifica a carne para mercados internacionais, oferecendo garantias sanitárias de produção e de origem do produto, permitindo o acompanhamento até chegar ao frigorífico e fortalecendo a confiança do consumidor”, destaca o diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo.

Foto: Bruno Cruz/ Agência Pará

Para o zootecnista e gestor de propriedade rural Adriano Silva, a rastreabilidade agrega valor à produção.

“Com o número de identificação de cada animal, é possível acompanhar o ganho de peso individualmente, tornando a produção e a gestão da propriedade mais precisas. Isso impacta diretamente a qualidade do produto final, abre acesso a diferentes mercados e contribui para o desenvolvimento da pecuária no Pará”, afirma.

Rastreamento gratuito

A partir de janeiro de 2027, todo o rebanho estadual deverá estar identificado individualmente. Os brincos de identificação são fornecidos gratuitamente pelo governo do Pará a produtores com até 100 animais, que podem procurar a Adepará em seu município para adquirir os itens e realizar a identificação individual.



Source link

News

Brasil e Costa Rica criam documento único para transporte de pets



O Brasil e a Costa Rica firmaram acordo que cria o Certificado Veterinário Internacional (CVI) para cães e gatos. O documento estabelece regras sanitárias padronizadas para o transporte de animais de estimação entre os dois países, trazendo previsibilidade e simplificação para tutores e empresas de transporte.

O CVI é resultado da cooperação entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o Serviço Nacional de Sanidade Animal da Costa Rica (Senasa). Além disso, consolida em um único documento todas as exigências sanitárias, evitando divergências de interpretação, retrabalho e custos extras.

Benefícios para tutores e transporte de pets

Com o CVI, tutores têm mais segurança sobre as condições exigidas para a viagem. O certificado garante que cães e gatos cumpram os requisitos sanitários definidos tanto pelo Brasil quanto pela Costa Rica, desde a vacinação até a saúde geral do animal. Para empresas de transporte, o instrumento padroniza procedimentos e reduz burocracia.

Especialistas em sanidade animal destacam que a medida ajuda a prevenir a disseminação de doenças entre países e fortalece o controle sanitário. “O CVI é importante para manter a saúde dos animais durante o transporte internacional e facilitar o cumprimento das regras nos dois países”, afirma um técnico do Mapa.

Como solicitar o CVI

O modelo de certificado e as instruções para emissão estão disponíveis no portal do Mapa, na seção “Viajar com animais de estimação”, em assuntos de Defesa Agropecuária. O material detalha etapas, documentos necessários e os canais oficiais para a solicitação, permitindo que tutores e transportadoras planejem a viagem com antecedência e segurança.

A iniciativa integra esforços internacionais de harmonização sanitária e reforça a atenção do Brasil e da Costa Rica à saúde animal e à proteção de pets em trânsito.



Source link

News

Tremor de terra é sentido por moradores do Oeste da Bahia


Um tremor de terra foi sentido por moradores de Luís Eduardo Magalhães na manhã desta terça-feira (14). A informação foi confirmada pelo Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), instituição responsável pela estação que monitora a região.

Segundo a UFRN, as estações sismográficas, registraram um tremor de terra no território do município de Barreiras (BA).

A atividade ocorreu às 13h14 UTC (10h04, no horário de Brasília) e teve magnitude preliminar de 3.9 Escala Richter (mR).

terremoto luís eduardo magalhães, oeste da Bahia, território de Barreirasterremoto luís eduardo magalhães, oeste da Bahia, território de Barreiras
Imagem: Divulgação/LabSis/UFRN

De acordo com relatos da população, o terremoto foi sentido por moradores da região, incluindo o município vizinho de Luís Eduardo Magalhães (LEM), por estar localizado mais próximo ao epicentro do sismo.

Além da região central de LEM, há relatos na zona rural como no distrito de Novo Paraná. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram pisos rachados e câmeras de segurança balançando.

Por meio de nota, a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães informou que a Defesa Civil Municipal, ao tomar conhecimento do ocorrido, entrou em contato com os órgãos responsáveis pelo monitoramento geológico, buscando informações detalhadas e acompanhando as atualizações oficiais sobre o evento.

O órgão disse ainda que todas as informações oficiais serão divulgadas pelos canais institucionais da Defesa Civil e pelos órgãos competentes, garantindo transparência e segurança à população. Não houve notificações de feridos.

Recentemente, um evento sísmico foi registrado e divulgado pelo LabSis/UFRN no Norte estado da Bahia.

No dia 11 de outubro, um sismo natural, com magnitude estimada em 1.9 mR, atingiu o município de Jacobina, às 11h04 UTC (08h04, no horário de Brasília).

O Laboratório Sismológico da UFRN informou ainda que segue monitorando e divulgando toda atividade sísmica que ocorra no estado da Bahia e em toda região Nordeste do país.


Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem.





Source link