quinta-feira, março 26, 2026

Autor: Redação

News

Boi gordo sobe com oferta curta e demanda chinesa aquecida


altas nas temperaturas podem prejudicar a qualidade dos pastos brasileiros, boi gordo
Foto: Fernando Carvalho/arquivo Pessoal

O mercado físico do boi gordo registrou novos negócios acima da média nesta quinta-feira (26), sustentado pela combinação de oferta restrita e demanda firme, especialmente da China. Frigoríficos seguem com dificuldade para alongar as escalas de abate, reflexo da disponibilidade limitada de animais terminados.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o atual cenário favorece o pecuarista, que consegue segurar a oferta diante de boas condições de pastagem. Ao mesmo tempo, a demanda externa segue aquecida. Importadores chineses e exportadores brasileiros intensificam os embarques para aproveitar a cota disponível, que pode se esgotar entre maio e julho no ritmo atual.

  • Em São Paulo, a arroba do boi gordo foi cotada, em média, a R$ 357,67 na modalidade a prazo
  • Goiás: R$ 339,82
  • Minas Gerais: R$ 343,24
  • Mato Grosso do Sul: R$ 348,30
  • Mato Grosso: R$ 350,00

Atacado

No mercado atacadista, os preços permaneceram acomodados ao longo do dia, refletindo um escoamento mais lento entre atacado e varejo. A demanda interna segue enfraquecida, com o consumidor priorizando proteínas mais acessíveis, como frango, ovos e embutidos.

Entre os cortes, o quarto traseiro foi cotado a R$ 27,30 por quilo, o dianteiro a R$ 21,00 e a ponta de agulha a R$ 19,50.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou o dia em alta de 0,69%, cotado a R$ 5,2558 para venda, fator que também contribui para a competitividade das exportações brasileiras de carne bovina.

O post Boi gordo sobe com oferta curta e demanda chinesa aquecida apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Fungo raro pode ajudar a combater praga que ameaça até 70% da produção de algodão


bicudo do algodoeiro
Foto: Foto: Sebastião de Araújo/ Embrapa

Uma descoberta feita por pesquisadores no Pantanal pode representar um avanço importante no combate a uma das principais pragas do algodão. Um fungo com potencial para controlar o bicudo do algodoeiro foi identificado durante uma expedição e pode se tornar uma alternativa biológica ao uso de defensivos químicos.

O bicudo é considerado uma das pragas mais prejudiciais à cultura, com capacidade de causar perdas de até 70% na produtividade.

O inseto ataca diretamente as estruturas reprodutivas da planta, como flores e maçãs, onde se alimenta, se desenvolve e deposita ovos, comprometendo tanto a produção quanto a qualidade da fibra.

“Então, todo o ciclo de vida dele vai ocorrer ou dentro de flores ou dentro das maçãs. Esse seu desenvolvimento e alimentação pode ocasionar entre 70% e 100% de perda de produtividade na cultura e também a perda de qualidade da fibra no final da colheita”, explica a engenheira agrônoma e coordenadora de portfólio da Biotrop, Lauany Cavalcante.

A descoberta ocorreu quando pesquisadores encontraram uma maçã de algodão com o inseto completamente colonizado por um fungo. A partir disso, foi identificado um isolado do gênero Cordyceps, que passou a ser estudado como potencial agente de controle biológico.

Em laboratório, o fungo é multiplicado por meio de um processo de fermentação, que acelera seu desenvolvimento. Quando aplicado no campo, o microrganismo germina sobre o inseto e passa a se alimentar de seu conteúdo interno, levando à morte da praga e interrompendo seu ciclo.

“Nesse processo de germinação, o cordíceps vai se alimentar de todo o conteúdo interno dos insetos. E após se alimentar de todo o conteúdo interno, ele vai entender que ele precisa sobreviver fora fora dali”, explica Lauany Cavalcante.

O produto está em fase final de registro e pode reduzir o uso de defensivos químicos no campo. “Faltava uma solução que preenchesse uma lacuna, que permitisse o manejo do bicudo com uma carga química menor, com mais eficiência, com uma solução biológica que traga rentabilidade e controle para o produtor”, destaca o presidente da Biotrop, Jonas Hipolito.

O post Fungo raro pode ajudar a combater praga que ameaça até 70% da produção de algodão apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Corrente de comércio soma US$ 12,8 bilhões na semana


A corrente de comércio brasileira alcançou US$ 12,8 bilhões na terceira semana de março de 2026, segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior. No período, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,4 bilhão, resultado de exportações de US$ 7,1 bilhões e importações de US$ 5,7 bilhões.

No acumulado do mês, as exportações somam US$ 21,8 bilhões, enquanto as importações chegam a US$ 16,6 bilhões, com saldo positivo de US$ 5,2 bilhões e corrente de comércio de US$ 38,3 bilhões. No ano, o país registra US$ 72,7 bilhões em exportações e US$ 59,4 bilhões em importações, com superávit de US$ 13,3 bilhões e corrente de comércio de US$ 132,2 bilhões.

Na comparação das médias diárias até a terceira semana de março de 2026 com o mesmo período de 2025, houve queda de 4,0% nas exportações, que passaram de US$ 1,511 bilhão para US$ 1,452 bilhão. As importações recuaram 0,1%, de US$ 1,104 bilhão para US$ 1,103 bilhão. “Até a 3ª semana de março de 2026, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2.555,71 milhões”, informou a Secex.

O saldo médio diário foi de US$ 348,47 milhões, enquanto a corrente de comércio apresentou retração de 2,3% na comparação com março de 2025. No desempenho setorial das exportações, a Indústria Extrativa registrou crescimento de 27,6% na média diária, enquanto a Agropecuária recuou 13,4% e a Indústria de Transformação caiu 10,3%.

Nas importações, houve aumento de 6,6% na Indústria Extrativa e de 0,3% na Indústria de Transformação, enquanto a Agropecuária apresentou queda de 24,9% na média diária. No acumulado mensal, a redução nas exportações foi influenciada principalmente pela queda nas vendas de produtos como café não torrado, soja e minério de Ferro.

Apesar da retração geral, alguns produtos apresentaram crescimento nas exportações, como animais vivos, milho e algodão em bruto, além de petróleo bruto e carne bovina. Já nas importações, a queda foi puxada por itens como trigo, óleos combustíveis e máquinas, enquanto houve aumento nas compras de fertilizantes, gás natural e veículos.





Source link

News

Soja avança com Chicago e dólar, melhora preços e reativa negócios no Brasil; confira cotações


O mercado brasileiro de soja registrou melhora nas cotações ao longo desta quinta-feira (26), impulsionado pela alta na Bolsa de Chicago e pela valorização do dólar. O movimento abriu melhores oportunidades nos portos e contribuiu para destravar negócios, mesmo sem variações expressivas nos preços.

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o ambiente foi mais favorável à comercialização. “O produtor apareceu mais no mercado hoje, o que ajudou a melhorar o fluxo”, afirmou. Apesar de leve recuo nos prêmios, o impacto sobre os preços físicos foi limitado.

Saiba os preços da soja no Brasil nesta quinta-feira (26):

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 125,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 126,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 120,00 para R$ 121,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 109,00 para R$ 110,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 113,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 110,50
  • Paranaguá (PR): passou de R$ 131,00 para R$ 132,00
  • Rio Grande (RS): estável em R$ 131,00

Soja em Chicago

No cenário internacional, os contratos futuros da soja fecharam em alta na Bolsa de Chicago, sustentados pela valorização do petróleo e por sinais de demanda aquecida nos Estados Unidos. As exportações semanais americanas superaram as expectativas do mercado, com destaque para as compras da China.

Além disso, fatores geopolíticos e econômicos seguem no radar dos investidores. As incertezas no Oriente Médio continuam dando suporte ao petróleo, enquanto a possível retomada de negociações comerciais entre Estados Unidos e China aumenta as expectativas para o setor.

À espera do USDA

O mercado também aguarda dados importantes do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), como o relatório de intenção de plantio, que deve indicar aumento da área de soja no país, e os estoques trimestrais.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou o dia em alta de 0,69%, cotado a R$ 5,2558 para venda, reforçando a competitividade da soja brasileira no mercado internacional.

O post Soja avança com Chicago e dólar, melhora preços e reativa negócios no Brasil; confira cotações apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Consultoria eleva previsão da safra de soja do Brasil com avanço de área e produtividade


Foto: Pixabay

A safra brasileira de soja 2025/26 alcançou 184,7 milhões de toneladas, consolidando mais um ciclo recorde no campo, segundo levantamento da Agroconsult. O resultado reflete principalmente a expansão da área plantada e a melhora na produtividade em importantes estados produtores.

De acordo com o coordenador técnico do Rally da Safra, Valmir Assarice, o crescimento da produção pode ser explicado por dois fatores centrais. “A gente pode dividir em dois fatores principais: o aumento da área e a melhora da produtividade”, afirmou. O primeiro é o aumento da área cultivada, que chegou a 49,1 milhões de hectares, avanço de cerca de 1 milhão de hectares em relação à safra anterior. “A área cresceu mais um ano”, destacou. Esse incremento, por si só, contribuiu com aproximadamente 3,5 milhões de toneladas adicionais.

O segundo fator foi o ganho de produtividade, mesmo sem recordes generalizados em todos os estados. Regiões como Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul apresentaram recuperação em relação ao ciclo passado, somando cerca de 6,5 milhões de toneladas a mais no comparativo anual. “Não que a produtividade seja recorde em todos os estados, mas há uma melhora significativa”, explica. Ainda assim, o estado gaúcho segue enfrentando dificuldades climáticas recorrentes, com mais uma quebra de safra, embora menor que em anos anteriores.

Safra de soja marcada por clima irregular

Segundo Assarice, a safra foi marcada por forte irregularidade climática. “O clima dificilmente é perfeito em todas as regiões”, ressaltou. O início do plantio, entre setembro e outubro, teve chuvas abaixo do esperado na região central do Brasil. Já em dezembro, houve maior uniformidade nas condições climáticas, favorecendo o desenvolvimento das lavouras. “Dezembro foi o mês mais uniforme entre os estados”, pontuou.

A partir de janeiro, no entanto, o cenário mudou. O excesso de chuvas no Centro-Oeste contrastou com períodos de estiagem no Sul, especialmente no Rio Grande do Sul, impactando negativamente o potencial produtivo da região. “A gente teve excesso de chuva no Centro-Oeste e estiagem no Sul”, disse.

O que vem por aí

Para a próxima temporada, a atenção do setor já se volta às possíveis mudanças no padrão climático, com a transição para um cenário de El Niño. Esse movimento pode provocar corte antecipado das chuvas, afetando principalmente a segunda safra de milho, além de trazer riscos para culturas como o trigo no Sul do país.

Apesar dos desafios, a expectativa é de que haja regularidade climática no início do próximo plantio da soja, evitando atrasos e garantindo melhores condições para o desenvolvimento da safra 2026/27.

O post Consultoria eleva previsão da safra de soja do Brasil com avanço de área e produtividade apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Governo eleva preços mínimos do café e de mais duas culturas na safra 2026/27


Café
Foto: Pixabay

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou os preços mínimos para café, laranja in natura, sisal, trigo em grãos e semente de trigo da safra 2026/2027. Os valores constam na Portaria nº 895, divulgada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (26).

Definidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), os preços servirão de base para as operações da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), com o objetivo de assegurar uma remuneração mínima aos produtores rurais.

Café tem maior reajuste

Entre os produtos, o café registra as principais altas.

O preço mínimo do café arábica foi fixado em R$ 792,53 por saca de 60 kg, alta de 19,71% em relação à safra anterior.

Para o café conilon, o valor subiu para R$ 556,97 por saca, avanço de 11,66%.

Os preços valem para todo o país, com vigência de abril de 2026 a março de 2027.

Laranja e sisal sobem de forma moderada

No caso da laranja in natura, os valores foram definidos por caixa de 40,8 quilos:

  • R$ 28,76 para todo o Brasil (exceto Rio Grande do Sul), alta de 1,13%
  • R$ 28,76 para o Rio Grande do Sul, com aumento de 14,17%

Já o sisal teve reajustes próximos de 7%:

  • R$ 4,37/kg para o produto bruto desfibrado (+6,85%)
  • R$ 5,04/kg para o beneficiado (+6,78%)

A vigência, nesses casos, vai de julho de 2026 a junho de 2027.

Trigo permanece sem alteração

Para o trigo em grãos, não houve mudança nos preços mínimos em relação à safra anterior.

Os valores seguem variando conforme tipo e região. No Sul, por exemplo:

  • Trigo pão tipo 1: R$ 78,51 por saca de 60 kg
  • Trigo melhorador tipo 1: R$ 82,23 por saca

O mesmo padrão de estabilidade se repete nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e na Bahia.

A semente de trigo também manteve o valor em R$ 3,22 por quilo, sem variação.

Sinalização ao produtor

Atualizados anualmente, os preços mínimos são definidos antes do plantio e levam em conta custos de produção e condições de mercado.

Além de orientar a decisão de plantio, a política sinaliza a possibilidade de intervenção do governo — por meio de compras ou subvenções — caso os preços de mercado fiquem abaixo dos níveis estabelecidos.

O post Governo eleva preços mínimos do café e de mais duas culturas na safra 2026/27 apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Anvisa determina recolhimento de lote de azeite adulterado


azeite
Foto: divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento do lote 255001 do azeite de oliva extravirgem da marca Royal, fabricado pela empresa T. Globo Importação e Exportação Ltda.

Ficam proibidos a comercialização, distribuição, importação, propaganda e consumo do produto.

Conforme informado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), foi identificada fraude no lote 255001 do azeite de oliva extravirgem da marca.

Análises laboratoriais confirmaram que o produto não atende aos padrões exigidos, pois contém outros óleos vegetais. Além disso, o produto continuou sendo comercializado, mesmo após determinação de recolhimento pelas autoridades.

O Canal Rural entrou em contato com a empresa, mas não obteve retorno até a publicação da matéria.

O post Anvisa determina recolhimento de lote de azeite adulterado apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

São Paulo reforça defesa contra vírus da tilápia


O Governo do Estado de São Paulo publicou nesta semana uma resolução que estabelece medidas de defesa sanitária para proteger a cadeia produtiva da tilápia diante do risco de introdução do Tilapia Lake Virus (TiLV), considerado uma ameaça à aquicultura. A norma define protocolos obrigatórios de controle sobre o ingresso, trânsito, comercialização e processamento de tilápia e derivados provenientes de países com ocorrência confirmada da doença ou de outros patógenos de risco.

Segundo o texto, a medida tem caráter preventivo e busca preservar o status sanitário da aquicultura paulista enquanto persistem incertezas sobre os riscos da importação do produto. “A medida é preventiva e visa preservar o status sanitário da aquicultura paulista”, destaca a resolução ao justificar a adoção das regras até uma definição em nível federal.

A normativa estabelece que todos os produtos de tilápia, frescos ou congelados, inteiros ou processados, oriundos de países com registro da doença, passam a estar sujeitos a controle sanitário em todo o território paulista. “A resolução estabelece que todos os produtos de tilápia passam a estar sujeitos a controle sanitário rigoroso”, informa o texto, que também prevê exigências relacionadas à identificação, rastreabilidade, segregação por origem e manutenção de registros.

A execução e a fiscalização das medidas caberão à Defesa Agropecuária do Estado, que poderá realizar inspeções em estabelecimentos, cargas e documentos, além de adotar medidas administrativas em caso de risco. “A execução e fiscalização das medidas caberão à Defesa Agropecuária do Estado”, diz a norma, que também prevê a atuação integrada com vigilâncias sanitárias municipais e outros órgãos.

A resolução leva em consideração o avanço internacional do Tilapia Lake Virus, já registrado em países da Ásia, África e Oriente Médio, e com potencial de causar impactos em regiões produtoras. “A introdução da doença tem potencial para impactos relevantes”, aponta o documento ao justificar a adoção do princípio da precaução.

Controle sanitário e rastreabilidade

Entre as exigências, estão:

• identificação e rastreabilidade dos lotes

• segregação de produtos por origem

• manutenção de registros sanitários e fiscais por no mínimo 12 meses

• submissão a fiscalização e inspeção pelos órgãos competentes

Fiscalização sanitária

Entre as ações previstas estão:

• apreensão e interdição cautelar de produtos

• fiscalização de cargas e estabelecimentos

• aplicação de sanções administrativas

• determinação de medidas corretivas

De acordo com o governo paulista, a iniciativa busca proteger uma cadeia produtiva em expansão no país. “A tilapicultura vem se consolidando como uma das principais cadeias da aquicultura brasileira”, ressalta o texto, ao destacar a importância econômica do setor e a necessidade de medidas para garantir sua continuidade.





Source link

News

Trump diz que Irã liberou passagem de petroleiros no Estreito de Ormuz


Trump com pulso erguido

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irã permitiu a passagem de dez petroleiros pelo Estreito de Ormuz como um gesto de boa vontade em meio às negociações em andamento.

Segundo Trump, parte das embarcações navegava sob bandeira do Paquistão, e a iniciativa teria sido apresentada por Teerã como uma demonstração de compromisso e credibilidade no processo diplomático.

As declarações foram feitas durante uma reunião de gabinete na Casa Branca. Na ocasião, o presidente detalhou comentários anteriores, nos quais havia descrito a medida como um “presente” do Irã.

Trump também afirmou que, inicialmente, a liberação envolveria oito navios, mas o número final chegou a dez, o que, segundo ele, reforça a percepção de um possível sinal positivo em meio às tensões na região.

O post Trump diz que Irã liberou passagem de petroleiros no Estreito de Ormuz apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

USDA deve indicar aumento na área de soja dos EUA em 2026


importações, soja, china
Importações de soja da China serão recorde, diz USDA. Foto: Nájia Furlan/Portos do Parana

O mercado internacional de soja aguarda a divulgação do relatório de intenção de plantio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), prevista para a próxima terça-feira, 31, às 13h, com expectativa de aumento na área destinada à cultura em 2026.

A projeção média dos analistas aponta para uma área de 85,55 milhões de acres, acima dos 81,22 milhões de acres semeados no ano passado. As estimativas variam entre 84,25 milhões e 86,5 milhões de acres.

Caso o número se confirme, o USDA deverá indicar uma área superior à sinalizada em fevereiro, durante o Fórum Anual do Departamento, quando a projeção ficou próxima de 85 milhões de acres.

Apesar do avanço esperado para a soja, a área destinada ao milho ainda deve permanecer maior nos Estados Unidos. A previsão é de 94,37 milhões de acres para o cereal, embora abaixo dos 98,79 milhões de acres registrados no ciclo anterior.

O relatório é acompanhado de perto pelo mercado por seu potencial de influenciar preços e estratégias de comercialização no cenário global de grãos.

Com informações da Reuters.

O post USDA deve indicar aumento na área de soja dos EUA em 2026 apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link