terça-feira, abril 21, 2026

Autor: Redação

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Setor de biodefensivos avança no Brasil e faturamento pode chegar a R$ 7,8 bilhões em 2026


biodefensivos
Foto: Ministério da Agricultura

O setor de biodefensivos tem avançado no Brasil como alternativa aos insumos químicos e pode atingir faturamento de R$ 7,8 bilhões em 2026, acima dos R$ 6,3 bilhões registrados no ano anterior.

As projeções foram apresentadas pelo engenheiro-agrônomo da Cogny, Ivan Zorzzi, durante a Tecnoshow Comigo 2026, em Rio Verde (GO). Segundo ele, a tendência é de crescimento contínuo nos próximos anos.

De acordo com estimativas da IHS Markit, o faturamento do setor pode alcançar R$ 16,8 bilhões até 2030.

Durante a feira, a Cogny, ecossistema de insumos biológicos que reúne as empresas Simbiose, Bioma, Biagro, Biograss e Biojet, apresentou tecnologias desenvolvidas em parceria com a Embrapa. As soluções incluem controle de fungos de solo, proteção contra estresse hídrico e aumento da eficiência nutricional das plantas.

A empresa destacou que o uso de biodefensivos no manejo agrícola tende a ganhar ainda mais espaço no país. Segundo Zorzzi, na safra 2025/26, a cada R$ 100 investidos no campo, cerca de R$ 10 foram destinados aos biológicos. A expectativa é de que essa participação chegue a R$ 40 a cada R$ 100 investidos até a safra 2033/34.

Entre as tecnologias apresentadas estão o Eficaz Control, voltado ao controle de fungos de solo com potencial de substituir aplicações químicas; o Hydratus, que atua na proteção das plantas contra o estresse hídrico; e soluções para solubilização de fósforo, que aumentam a eficiência nutricional das culturas.

Para o vice-presidente comercial e de marketing (CCO) da Cogny, Jair A. Swarowsky, o avanço dessas soluções está ligado à integração entre pesquisa e produção. Segundo ele, a combinação entre ciência e escala industrial permite transformar conhecimento em ferramentas aplicáveis no campo.

A expansão dos biodefensivos acompanha uma tendência do setor agropecuário de aumentar a produtividade com maior eficiência e menor impacto ambiental, sem necessidade de ampliar a área cultivada.

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Brasil pode embarcar quase 16 milhões de t de soja em abril, projeta Anec


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Foto: Agência Brasil

O Brasil deverá exportar até 15,778 milhões de toneladas de soja em grão ao longo de abril, segundo projeção da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). O volume representa um avanço em relação ao mesmo mês de 2025, quando os embarques somaram 13,496 milhões de toneladas, e fica próximo do total registrado em março deste ano, de 15,836 milhões de toneladas.

Os dados semanais mostram um ritmo consistente de escoamento. Na semana encerrada em 4 de abril, o país embarcou 3,980 milhões de toneladas de soja. Para o intervalo entre 5 e 11 de abril, a expectativa é ainda mais elevada, com previsão de 4,242 milhões de toneladas.

No segmento de farelo de soja, a Anec projeta exportações de 2,707 milhões de toneladas em abril, também acima do registrado no mesmo período do ano passado, quando o volume foi de 2,153 milhões de toneladas. Em março, os embarques do derivado totalizaram 2,239 milhões de toneladas.

Na última semana, o Brasil exportou 701,731 mil toneladas de farelo. Para o período entre 5 e 11 de abril, a estimativa aponta para 673,291 mil toneladas.

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Guerra no Oriente Médio deve gerar efeitos prolongados para agro mesmo com cessar-fogo


guerra no Oriente Médio
Imagem gerada por IA para o Canal Rural

As tensões entre Estados Unidos e Irã seguem trazendo impactos diretos para a economia global e para o agronegócio brasileiro, principalmente por meio do mercado de petróleo e da volatilidade cambial.

Para o presidente da Faesp/Senar-SP, Tirso Meireles, o principal efeito imediato está no custo da energia e da logística. Segundo ele, a elevação do petróleo encarece o diesel, o frete e o transporte de mercadorias, além de pressionar outros insumos ligados à cadeia produtiva.

“O problema estrutural do petróleo vai trazer impactos relevantes, não só no combustível, mas também em lubrificantes e no custo logístico. Isso aumenta fretes, seguros e o custo final das exportações”, afirmou.

Meireles também destacou que a instabilidade no Oriente Médio tende a gerar efeitos prolongados. Mesmo com um eventual arrefecimento do conflito, os reflexos podem se estender por até dois anos na economia global.

Diante desse cenário, ele defende o avanço de políticas energéticas no Brasil, como o aumento da mistura de biodiesel. Segundo o executivo, ampliar a participação de biocombustíveis pode reduzir a dependência externa e mitigar impactos de crises internacionais.

Já Miguel Daoud, comentarista do Canal Rural, aponta que o cenário também tem influenciado o mercado financeiro. A desvalorização global do dólar e a valorização do real ajudam a explicar o atual comportamento da moeda brasileira, com reflexos diretos sobre o agronegócio.

Com o real mais forte, há tendência de pressão sobre as cotações de commodities como a soja, o que pode reduzir a competitividade das exportações brasileiras.

Por outro lado, Daoud destaca que o Brasil tem sido beneficiado pelas exportações de petróleo, que contribuíram para o superávit recente da balança comercial. Ainda assim, ele avalia que os preços do petróleo devem permanecer elevados, especialmente se houver agravamento do conflito no Oriente Médio.

“O petróleo deve continuar em patamares elevados. Se a guerra se intensificar, os preços podem subir ainda mais, devido à redução da oferta global”, afirmou.

Daoud também chama atenção para mudanças estruturais no mercado internacional, como a possível redução da demanda chinesa por soja nos próximos anos. Nesse contexto, ele defende o aumento do processamento interno da oleaginosa e a ampliação da produção de biodiesel como alternativa para agregar valor à produção brasileira.

A combinação entre custos mais altos, mudanças no câmbio e transformações na demanda global reforça um cenário de incerteza para o agro. Daoud e Meireles avaliam que o momento exige estratégias voltadas à redução de dependências externas e ao fortalecimento da produção interna de energia e insumos.

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Carne suína ganha competitividade frente à bovina e atinge maior nível em 4 anos, segundo Cepea


carne suína
Foto: Ari Dias/AEN

A competitividade da carne suína frente à bovina atingiu o maior nível em quatro anos no Brasil. Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostra que o movimento foi impulsionado pela queda nos preços do suíno e pela valorização da carne bovina ao longo de março.

Na Grande São Paulo, a carcaça especial suína foi negociada, em média, a R$ 10,06 por quilo no último mês, recuo de 2,8% em relação a fevereiro. Segundo o Cepea, a desvalorização está ligada à baixa liquidez tanto no mercado do animal vivo quanto no da carne, influenciada pelo período da Quaresma, que reduz o consumo da proteína.

Já a carne bovina seguiu em trajetória oposta. A carcaça casada registrou alta de 2,6% no comparativo mensal, com preço médio de R$ 24,32 por quilo em março. O avanço é explicado pela oferta restrita de animais prontos para abate e pela demanda internacional aquecida pela proteína brasileira.

Com esse cenário, o diferencial de preços entre as duas proteínas aumentou. A diferença entre as carcaças bovina e suína chegou a R$ 14,26 por quilo em março, alta de 6,8% frente a fevereiro.

De acordo com o Cepea, esse é o maior patamar desde abril de 2022, quando o spread havia alcançado R$ 14,66 por quilo. O resultado reforça o ganho de competitividade da carne suína no mercado interno diante da valorização da carne bovina.

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Ministério da Agricultura anuncia novo secretário-executivo


Cleber Oliveira Soares assume o cargo de secretário-executivo do Ministério da Agricultura
Foto: Assessoria de Imprensa do Ministério da Agricultura e Pecuária

Cleber Oliveira Soares é o novo secretário-executivo do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Ele passa a integrar a equipe do ministro André de Paula na coordenação e execução das políticas públicas voltadas ao setor agropecuário.

Soares já atuava no ministério como secretário-executivo adjunto desde 2023. Com formação em Medicina Veterinária pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), possui mestrado em Parasitologia Veterinária e doutorado em Ciências Veterinárias, com atuação voltada à pesquisa e ao desenvolvimento científico.

Entre 2021 e 2023, ocupou o cargo de secretário de Inovação, Desenvolvimento Sustentável e Irrigação do Mapa, participando da formulação de políticas voltadas à modernização e à sustentabilidade da produção agropecuária.

Antes disso, construiu carreira na Embrapa, onde exerceu funções de gestão na área de pesquisa e inovação. Foi diretor executivo de Inovação e Tecnologia entre 2017 e 2020, chefe de Pesquisa e Desenvolvimento de 2011 a 2017 e vice-chefe da mesma área entre 2005 e 2010.

No próprio Mapa, também atuou como diretor de Inovação Agropecuária entre 2020 e 2021. Além da trajetória no setor público, participa de conselhos e fóruns estratégicos nacionais e internacionais ligados à pesquisa e inovação no agro.

A nomeação reforça a continuidade da gestão técnica dentro do ministério. Como secretário-executivo, Soares terá papel central na articulação das ações da pasta e no acompanhamento das políticas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio.

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Exportações de carne bovina batem recorde no 1º trimestre e preços disparam


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Foto: Agência Brasil/arquivo

O Brasil iniciou 2026 com recordes nas exportações de carne bovina in natura. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pelo Centro de estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), mostram que o volume embarcado no primeiro trimestre foi o maior já registrado para o período.

Entre janeiro e março, o país exportou 701,662 mil toneladas, alta de 19,7% em relação ao mesmo intervalo de 2025 e avanço de 36,6% frente a 2024. O desempenho mantém o ritmo forte observado ao longo do ano passado.

Além do aumento nos embarques, o preço da carne bovina brasileira no mercado internacional também atingiu patamar elevado. Em março, a média foi de US$ 5.814,80 por tonelada, com alta de 3,1% sobre fevereiro e de 18,7% na comparação com março de 2025.

Segundo pesquisadores do Cepea, a combinação de volumes recordes e valorização do produto reforça a competitividade da carne brasileira no exterior e sustenta o cenário positivo para o setor.

Esse movimento tem impacto direto no mercado interno. Ao longo de março, a demanda externa aquecida contribuiu para manter firmes os preços do boi gordo.

No início de abril, a tendência de alta continua. As cotações do boi gordo, do bezerro e da carne seguem em valorização, sustentadas pela oferta restrita de animais prontos para abate e pelo apetite internacional pela proteína brasileira.

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Mosaic paralisa operações em Minas Gerais e reduz produção de fertilizantes


Unidade da Mosaic em Minas Gerais
Foto: Divulgação Mosaic

A Mosaic anunciou a paralisação das operações do Complexo Mineroquímico de Araxá e a suspensão das atividades de mineração relacionadas em Patrocínio, em Minas Gerais. A medida deve reduzir em aproximadamente 1 milhão de toneladas por ano a produção de fosfato da Mosaic Fertilizantes no Brasil.

A decisão faz parte de uma estratégia da companhia para reduzir custos e reorganizar a alocação de capital. Com isso, a empresa também avalia a venda dos ativos de Araxá e pretende manter o desenvolvimento do projeto de nióbio em Patrocínio, que está em fase final de avaliação técnica.

Apesar da queda na produção, a Mosaic estima que o impacto no EBITDA ajustado será limitado, em função dos preços elevados do enxofre. Ainda assim, a companhia reconhece que haverá custos pontuais relacionados ao processo de desmobilização das unidades.

A empresa também projeta um impacto contábil bruto entre US$ 350 milhões e US$ 400 milhões no primeiro trimestre de 2026. Parte relevante desse valor está ligada à desvalorização de ativos destinados à venda, além de despesas com rescisões e contratos.

Caso a venda dos ativos de Araxá seja concluída, a expectativa é de redução anual entre US$ 20 milhões e US$ 30 milhões em investimentos e entre US$ 70 milhões e US$ 80 milhões em despesas operacionais.

A paralisação das unidades também deve resultar em redução no quadro de funcionários nas duas operações. Segundo a empresa, todo o processo será conduzido em conformidade com as normas de segurança, meio ambiente e gestão de barragens.

Segundo o CEO da Mosaic, Bruce Bodine, a decisão busca adequar a estrutura da companhia ao cenário atual do setor e reforçar a disciplina na alocação de capital.

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Frente fria avança e espalha chuva forte pelo país


A atuação de uma frente fria mantém o tempo instável em boa parte do Brasil nesta quinta-feira. No Sudeste, o sistema avança e reforça as condições para chuva, enquanto no Sul o tempo começa a apresentar melhora com a entrada de uma massa de ar mais frio.

Sul

O ciclone extratropical se afasta do país, reduzindo as instabilidades. Ainda assim, o litoral segue com ventos moderados a fortes, com rajadas entre 40 e 50 km/h, podendo chegar a 70 km/h no sul de Santa Catarina.

Há previsão de chuva fraca no norte e litoral do Rio Grande do Sul e também no interior catarinense. No restante da região, o tempo fica mais estável, com predomínio de sol entre nuvens.

As temperaturas caem em toda a região devido à entrada de ar frio, com sensação mais amena ao longo do dia.

Sudeste

No Sudeste, a frente fria avança e intensifica as instabilidades. Desde a manhã, há chuva em áreas do interior, norte e litoral de São Paulo, além do Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais.

Ao longo do dia, as pancadas se espalham e ganham força, com risco de chuva moderada a forte, acumulados elevados e possibilidade de temporais, principalmente no estado do Rio de Janeiro, centro-sul do Espírito Santo e na Zona da Mata mineira.

As temperaturas ficam mais amenas em áreas do litoral e do interior, enquanto regiões mais afastadas do sistema ainda registram calor.

Centro-Oeste

A combinação de calor e umidade favorece pancadas de chuva em Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal.

As precipitações ocorrem com intensidade moderada a forte, principalmente na metade norte de Mato Grosso e em áreas do leste de Goiás. Já no Mato Grosso do Sul, o tempo melhora, mas ainda há chuva no norte do estado.

As temperaturas seguem elevadas na maior parte da região.

Nordeste

A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) e os distúrbios ondulatórios de leste favorecem chuva principalmente na faixa norte.

Há previsão de pancadas moderadas a fortes no Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte, com risco de temporais em áreas do interior.

No litoral entre Pernambuco e Paraíba, a chuva ocorre de forma moderada, enquanto o interior tende a ter períodos de tempo mais firme. À tarde, as temperaturas sobem e o calor aumenta na região.

Norte

A alta umidade segue favorecendo pancadas de chuva em praticamente toda a região.

Os volumes podem ser elevados em estados como Amazonas, Pará e Tocantins, com risco de temporais em áreas específicas. A sensação de abafamento permanece alta ao longo do dia.

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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do boi gordo fica estável São Paulo


De acordo com a análise divulgada nesta terça-feira (7) no informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, o mercado do boi gordo iniciou o dia estável em São Paulo após as altas registradas na segunda-feira (6). Segundo o relatório, a oferta enxuta de animais e as escalas curtas de abate sustentaram as cotações ao longo do período.

Ainda conforme a Scot Consultoria, “a oferta enxuta e as escalas de abates curtas fundamentavam o mercado e sustentavam as cotações”, cenário que manteve o ritmo de negociações sem alterações relevantes nos preços.

O levantamento aponta que “a escala de abate estava, em média, para seis dias”, refletindo a disponibilidade limitada de animais prontos para o abate.

De acordo com o informativo, compradores com maior necessidade de recompor escalas chegaram a ofertar valores mais altos pela arroba dos bovinos, principalmente em negociações envolvendo grandes lotes. Ainda assim, o relatório destaca que esses negócios ocorreram de forma pontual e “não ocorreram em volume suficiente para se tornarem referência”.

No Rio de Janeiro, o mercado permaneceu firme, sem mudanças na cotação de referência.

Já no Pará, a análise indica que a oferta de gado permaneceu reduzida e as escalas de abate não ultrapassaram seis dias. Segundo o relatório, essa dinâmica, aliada à firmeza da ponta vendedora e às condições de pastagem, contribuiu para sustentar o mercado, resultando em alta em duas das três praças monitoradas.

Na região de Marabá, o boi gordo e a novilha registraram aumento de R$ 2,00 por arroba, enquanto a vaca teve alta de R$ 3,00 por arroba.

Na região de Redenção, todas as categorias apresentaram valorização. O boi gordo teve acréscimo de R$ 6,00 por arroba, enquanto vaca e novilha registraram aumento de R$ 2,00 por arroba.

Para as regiões de Marabá e Redenção, o chamado “boi China” também registrou alta de R$ 2,00 por arroba, conforme apontado no informativo. Já na região de Paragominas, a cotação de todas as categorias permaneceu estável.





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Cessar-fogo entre EUA e Irã reduz pressão sobre as bolsas globais


PODCAST Diário Econômico

No morning call desta quinta-feira (9) a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta o alívio no risco global após sinalização de cessar-fogo temporário entre EUA e Irã. O petróleo devolveu prêmio geopolítico e voltou abaixo de US$ 100, reduzindo pressões inflacionárias. Bolsas globais subiram e o dólar enfraqueceu.

No Brasil, o Ibovespa renovou máximas a 192 mil pontos e o dólar caiu a R$ 5,10, com juros fechando.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação

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