segunda-feira, maio 25, 2026

Autor: Redação

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Perdeu o último Soja Brasil? Saiba como assistir ao programa completo!



Se você não conseguiu acompanhar o último episódio do Soja Brasil, não precisa se preocupar. O conteúdo completo já está disponível no YouTube para você assistir quando quiser. Nesta edição, o programa traz análises econômicas, inovações no campo, informações sobre o clima e muito mais.

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No episódio 34, o Programa Soja Brasil apresenta uma análise sobre o impacto da soja no crescimento do PIB brasileiro. Um estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) aponta que a produção e exportação da commodity podem gerar um aumento de 0,02% no PIB nacional. Em meio às incertezas globais, o levantamento reforça a importância do setor e destaca o fortalecimento do Brasil como principal fornecedor mundial, especialmente após a queda na produção dos Estados Unidos.

O programa abordou também a inovação da irrigação subterrânea e a importância das sementes de alta qualidade para o aumento da produtividade. Durante a Expedição Soja Brasil, que percorreu o Mato Grosso do Sul, a equipe visitou Douradina, no sudoeste do estado, onde produtores locais adotaram a irrigação subterrânea como solução para enfrentar as mudanças climáticas e garantir estabilidade às lavouras em períodos prolongados de seca.

Na área de meteorologia, o público conferiu informações essenciais sobre a umidade do solo e as previsões de chuva para as principais regiões produtoras. Esses dados são fundamentais para o planejamento das lavouras de soja, milho, algodão e feijão, auxiliando os produtores a minimizar riscos e a tomar decisões mais estratégicas diante das condições climáticas.

O episódio também anunciou o Prêmio Personagem Soja Brasil, que reconhece produtores e pesquisadores que se destacam no fortalecimento da cadeia produtiva da soja. A cerimônia de premiação será realizada no dia 14 de maio, com transmissão ao vivo pelo Canal Rural e também pelo YouTube.



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Nutriente ajuda no ganho de carcaça do gado e no acesso a mercados de carne premium



O ganho de carcaça animal é um indicador perseguido por todos os pecuaristas que buscam acessar mercados premium, como Estados Unidos e Europa. Para isso, o mestre em nutrição de ruminantes da Kemin, João Ronchesel, avalia que, em primeiro lugar, deve-se verificar o status sanitário dos animais, fator determinante para a conversão dos nutrientes da dieta em ganho de peso de qualidade.

O especialista salienta, também, ser importante focar no aumento da densidade energética do que o animal ingere.

“Para os animais terem um maior ganho de carcaça, se requer uma maior quantidade de energia nessa dieta e, para isso, a inclusão de lipídios é fundamental.”

De acordo com ele, os lipídios são fontes de energia inclusas em diversos coprodutos das indústrias do setor agropecuário brasileiro. “Exemplos são o caroço e a torta de algodão, o DDG e o WDG, que fornecem uma quantidade maior de lipídios e podem auxiliar os animais a terem um maior ganho de carcaça durante o confinamento”, enumera.

Ronchesel também enfatiza que ao trabalhar com ingredientes que possuam maior teor lipídico protegidos do rumen, consegue-se aumentar a densidade energética da dieta sem, com isso, elevar o calor metabólico normalmente gerado durante a digestão.

“Sempre que pensarmos em trabalhar com dietas com maior teor lipídico, é importante ter em mente que precisamos ajudar o ruminante, principalmente bovinos confinados, a lidar melhor com essa dieta mais gorda, mais energética, ou seja, é preciso um aditivo que ajude o animal a quebrar e absorver melhor esses alipídios para que ele aproveite ao máximo dessa gordura e, assim, se reduza possíveis efeitos tóxicos do ambiente ruminal.”

Entretanto, Ronchesel salienta que apenas a nutrição não é suficiente para que o animal tenha ganho de carcaça e, assim, o pecuarista consiga acessar mercados de maior valor agregado.

“É importante uma nutrição estratégica e o potencial genético, ou seja, precisamos de animais jovens, que foram selecionados e aprimorados para ter o maior ganho de carcaça, a maior produção de carne com uma quantidade de gordura aceitável.”



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Evento aposta no conhecimento e inovação para impulsionar a pecuária


Com casa cheia, o lançamento da XX Jornada Nespro e do Congresso Internacional de Criadores reuniu autoridades, lideranças do agro e imprensa na sede da Farsul na manhã desta quinta-feira (24). Em meio à crise que afeta o setor no Rio Grande do Sul, os promotores apostam na capacitação, no conhecimento e na comunicação como ferramentas fundamentais para avançar na pecuária frente às adversidades climáticas, cada vez mais frequentes. 

O evento, que será realizado nos dias 17 e 18 de junho no Barrashopping Sul em Porto Alegre é promovido pelo Núcleo de Estudos em Sistemas de Produção de Bovinos de Corte e Cadeia Produtiva (NESPro) da Faculdade de Agronomia da UFRGS e pelo Instituto Desenvolve Pecuária, duas instituições que vêm atuando em conjunto e se unem pela primeira vez na programação da tradicional Jornada Nespro. A programação reúne especialistas nacionais e internacionais, que vão abordar desde mudanças climáticas, eficiência produtiva e gestão, passando pela saúde humana, com um médico falando sobre consumo de carne vermelha, e nutrição animal. Um dos destaques será a mesa-redonda que reunirá produtores de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai para trocar experiências e debater soluções em um panorama regional.

O coordenador do NesPro, professor Júlio Barcellos, enfatizou a importância da resiliência para os produtores, especialmente os gaúchos, diante dos desafios climáticos e conjunturais. “As soluções exigirão adaptações, inclusive na escolha da raça, que deve ser cada vez mais compatível com o nosso clima. Este e outros temas essenciais estarão em debate no evento de junho”, comentou. Ele também destacou o caráter inovador de realizar um evento voltado ao agro em um ambiente urbano como o shopping, com uma estrutura diferenciada que inclui uma tela de 15 metros no palco e outras novidades que prometem surpreender os participantes.

A presidente do Instituto Desenvolve Pecuária, Antonia Scalzilli, afirma que em momentos de crise existem grandes oportunidades e que agora é o momento de projetar um futuro mais positivo para a pecuária. “Nós somos grandes insistentes e continuamos esperançosos para desenvolver uma atividade de sucesso.” Para Antonia, o pecuarista gaúcho precisa avançar na gestão, na organização dos números da propriedade, para ficar menos suscetível às questões conjunturais, “por isso o chamamento para um evento tão rico em informação e conhecimento e para a troca de experiências com produtores de outros estados e países que já passaram pelo que o Rio Grande do Sul está passando hoje”. 

O presidente da Farsul, Gedeão Pereira, que recebeu o evento de lançamento na sede da entidade, mencionou a importância da pecuária para o equilíbrio da atividade rural no Rio Grande do Sul. “Estamos enxergando esse evento com otimismo para enfrentar e discutir a pecuária como uma das soluções para os problemas gaúchos.”

Serviço:

O quê: XX Jornada NesPro e Congresso Internacional de Criadores

Quando: 17 e 18 de junho

Onde: Barrashopping Sul – Porto Alegre/RS





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Mel paranaense busca reconhecimento por denominação de origem


O mel de Capanema, no Paraná, caminha para obter o reconhecimento por denominação de origem (DO).

O pedido já foi protocolado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) e visa reforçar a identidade territorial do produto, além de valorizar seus diferenciais únicos.

Esse movimento resulta de uma parceria firmada entre a Cresol, a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR – Campus Dois Vizinhos), a Associação dos Apicultores de Capanema e Região (Apic), o Sebrae/PR e a Prefeitura de Capanema.

Juntos, esses agentes apostam na valorização dos saberes locais e no potencial do mel para conquistar novos mercados.

Além disso, o mel produzido na região é facilmente reconhecido por sua coloração clara e sabor mais suave.

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Conquista da IG, entre outros benefícios, trará mais visibilidade e oportunidades para os apicultores de Capanema e região. Foto: Carina Pelegrini. ASN/PR

Pesquisa confirma origem única do mel

Desde 2022, uma pesquisa conduzida pela UTFPR analisa as características do mel. Os resultados indicam que ele possui origem polifloral, com predominância de néctar de plantas nativas como cambará e louro branco.

Essas espécies são comuns na Mata Atlântica, especialmente em áreas próximas ao Parque Nacional do Iguaçu.

Portanto, essas condições naturais influenciam diretamente o sabor, a textura e a cor do mel. Segundo os pesquisadores, isso garante ao produto uma identidade única, que pode ser reconhecida até pelo consumidor final.

Em 2021, a Apic já havia registrado a marca coletiva “Parque Iguassu”, voltada ao mel e à própolis da região.

Essa ação preparou o caminho para o atual pedido de DO, fortalecendo o vínculo entre o produto, o território e os produtores.

“O mel passará a ter ainda mais visibilidade, implicando em maior ganho para os produtores e valor agregado ao produto. Com isso, surgem novas oportunidades e crescimento”, afirma Alyne Chicocki, consultora do Sebrae/PR.



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Câmara aprova combate às desigualdades na agricultura



“A proposição inclui a redução das desigualdades sociais e regionais”



“A proposição inclui a redução das desigualdades sociais e regionais"
“A proposição inclui a redução das desigualdades sociais e regionais” – Foto: Agência Brasil

A Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (23) o Projeto de Lei 486/2020, que inclui a redução das desigualdades sociais e regionais entre os princípios da Política Nacional de Agricultura Familiar e Empreendimentos Familiares Rurais. A proposta, de autoria do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), também prevê tratamento especial para agricultores da Região do Marajó (PA), com acesso facilitado a crédito rural e assistência técnica.

O relator da proposta na Comissão de Agricultura, deputado Augusto Puppio (MDB-AP), considerou justa a medida, destacando as dificuldades enfrentadas pelos agricultores marajoaras. Para ele, a iniciativa fortalece o papel do Congresso na luta contra desigualdades históricas, especialmente em áreas remotas e carentes do Norte do país.

“A proposição inclui a redução das desigualdades sociais e regionais entre os princípios a serem observados pela Política Nacional de Agricultura Familiar e Empreendimentos Familiares Rurais, medida que considero meritória e oportuna. Diminuir as injustiças sociais é uma prioridade do setor agropecuário e do Congresso Nacional e estamos no caminho com essa aprovação”, destacou Puppio.

Zequinha Marinho reforçou que, apesar dos avanços com o Pronaf, a distribuição de recursos ainda é desigual entre as regiões. Para ele, o “Pronaf Marajó” representa um passo concreto rumo a uma política mais equitativa e inclusiva para os agricultores familiares da região Norte. “Ficamos felizes com a aprovação e torcemos para que todo o trâmite não se prolongue. Queremos entregar ao Banco da Amazônia, que é o detentor do recurso e o executor da Política de Fortalecimento da Agricultura Familiar”, concluiu.

 





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Morre CEO da União Nacional da Bioenergia, aos 76 anos



Faleceu, neste sábado (26), em Araçatuba (SP), Antonio Cesar Salibe, CEO da União Nacional da Bioenergia (Udop), aos 76 anos. Engenheiro agrônomo e empresário, Salibe foi uma das principais lideranças do setor de bioenergia no Brasil, com uma trajetória de mais de cinco décadas dedicada ao fortalecimento da produção de cana-de-açúcar, etanol e energia renovável.

Natural de Limeira (SP), Salibe se formou pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP, e construiu sua trajetória profissional no interior paulista a partir da década de 1980. Reconhecido pela visão estratégica e pelo trabalho incansável, ele contribuiu para o desenvolvimento tecnológico e a organização de produtores em todo o país.

Com espírito inovador e forte capacidade de articulação, Salibe foi responsável pela formação de milhares de profissionais, deixando uma marca permanente no crescimento da bioenergia brasileira. Sua atuação rendeu diversas homenagens ao longo da vida, refletindo o impacto de seu trabalho na sociedade e no setor econômico.

O corpo será velado no Memorial Laluce, em Araçatuba (SP), com cerimônia de cremação ainda a ser definida. Ele deixa esposa, dois filhos, netos, amigos e colegas que acompanharam sua trajetória. A pedido da família, as homenagens podem ser feitas por meio de doações a instituições de caridade.



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CNA debate o impacto das mudanças geopolíticas no agro



O impacto das transformações geopolíticas no agro será o foco do evento “Cenário Geopolítico e a Agricultura Tropical”, promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). O encontro será realizado no dia 6 de maio, no Hotel Grand Hyatt, em São Paulo. A imprensa que deseja realizar a cobertura deve se cadastrar neste link.

Programação do evento

Entre os destaques está a participação do economista Daron Acemoglu, vencedor do Prêmio Nobel de Economia em 2024 e professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Ele apresentará a palestra magna “Transformações Geopolíticas: Impactos no Futuro das Relações Internacionais”.

A programação conta ainda com autoridades do setor agropecuário, economistas e especialistas em relações internacionais. Também estarão presentes: o presidente da CNA, João Martins; o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Pedro Lupion; e a senadora Tereza Cristina.

Ao longo do dia, os painéis abordarão os efeitos das mudanças nas relações comerciais globais no agro, os novos blocos econômicos e os caminhos para o Brasil manter e ampliar sua posição como potência agroexportadora.

Os debates terão nomes como Marcos Troyjo (ex-Banco dos Brics), Oliver Stuenkel (FGV), Welber Barral (ex-secretário de Comércio Exterior), Alexandre Schwartsman, Elena Landau, Mansueto Almeida e representantes de instituições como Rabobank, Agroconsult e Ministério das Relações Exteriores.

Além disso, também será lançado o Programa Saúde no Campo, do Senar, voltado à promoção da saúde e bem-estar dos produtores e trabalhadores rurais.



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comissão aprova proposta para política de incentivo



A Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui uma política nacional de incentivo ao turismo rural, com os seguintes objetivos:

  • Estimular o desenvolvimento de atividades turísticas de base familiar e comunitária no meio rural;
  • Gerar emprego e renda;
  • Promover o uso sustentável dos recursos naturais;
  • Valorizar o território; e
  • Fortalecer as economias locais

O texto prevê a participação efetiva de povos e comunidades tradicionais no planejamento, na operação, na fiscalização e no desenvolvimento do turismo em seus territórios, com respeito a seus modos de vida, sua cultura e ao meio ambiente. Agricultores familiares e assentados da reforma agrária também serão incentivados a participar.

As diretrizes da política prevista incluem:

  • O desenvolvimento de rotas turísticas regionais e de trilhas de longo curso;
  • A capacitação técnica e a formação continuada de agricultores familiares, gestores públicos, empreendedores e comunidades locais;
  • A melhoria de estradas, trilhas, rotas e demais vias de acesso a atrativos rurais;
  • A valorização da cultura, das tradições e dos saberes populares rurais;
  • A promoção de produtos agropecuários locais e agroindustrializados de base artesanal; e
  • A promoção da igualdade de gênero e da juventude rural.

O poder público organizará o acesso de turistas a áreas naturais públicas ou privadas de interesse turístico.

Projeto reformulado

O texto aprovado foi a versão (substitutivo) elaborada pelo relator, deputado Romero Rodrigues (Pode-PB), para o Projeto de Lei 2475/23, do deputado Samuel Viana (Republicanos-MG).

Rodrigues incluiu no texto dispositivos para garantir maior inclusão social e respeito à diversidade cultural e territorial. O substitutivo passou a prever, por exemplo, a participação efetiva de povos e comunidades tradicionais no planejamento da política. Também incorporou como diretriz a promoção de práticas agroecológicas e de sistemas produtivos resistentes às mudanças climáticas.

Turismo rural e sustentável

O novo texto incluiu ainda o turismo rural sustentável entre as finalidades permanentes do Fundo Geral de Turismo (Fungetur). “A mudança assegura fonte estável de financiamento para empreendimentos do setor, sem criar obrigação de despesa nova nem impacto fiscal imediato”, explicou Romero Rodrigues.

O relator afirmou ainda que o turismo rural contribui para dinamizar economias locais, estimular cadeias produtivas territoriais e ampliar a circulação de renda no campo.

“A atividade impulsiona o consumo de bens e serviços locais, como alimentos, bebidas, artesanato, hospedagem e transporte, ao mesmo tempo em que valoriza manifestações culturais e a biodiversidade. Além disso, oferece alternativas de trabalho para mulheres e jovens e reduz o êxodo rural.”

O projeto ainda será analisado em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Antes, o texto foi aprovado pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural.

Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.



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Colheita da mandioca avança na região de Uruguaiana



Raízes menores impactam preço da mandioca no Rio Grande do Sul




Foto: Canva

A colheita da mandioca se intensificou em Uruguaiana, na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, conforme apontado no Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (25).

De acordo com o documento, as raízes colhidas apresentam qualidade culinária, com bom cozimento e baixa presença de fibras. No entanto, a produtividade tem oscilado, influenciada pela densidade do plantio. Em áreas com excesso de plantas, as raízes foram menores, ainda que mantivessem qualidade. Esse fator, segundo a Emater, impacta o valor de mercado do produto.

“O mercado tem preferência por raízes de maior calibre, o que torna essas raízes menores menos valorizadas comercialmente, mesmo com boa qualidade para consumo”, informou o boletim.





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Indústrias fora das compras mantêm preços do boi



Cotações do boi ficam firmes em Goiás e Paraná




Foto: Sheila Flores

O mercado do boi gordo iniciou a semana com estabilidade nas cotações em São Paulo. Segundo levantamento da Scot Consultoria, o ritmo lento de escoamento da carne, aliado às escalas de abate já completas para a próxima semana, levou algumas indústrias a se retirarem das compras no início do dia.

“A comercialização seguiu sem grandes mudanças, com as cotações estáveis para o boi gordo, a vaca e a novilha”, informou a consultoria.

No Noroeste do Paraná, o cenário foi semelhante. As indústrias, com escalas de abate preenchidas para os próximos dez dias, mantiveram os preços inalterados. O ritmo de vendas no atacado também continuou travado, sem pressão sobre os preços.

Em Goiás, as cotações também permaneceram estáveis nas regiões de Goiânia e do Sul do estado. De acordo com a Scot Consultoria, em Goiânia, as escalas de abate cobrem, em média, dez dias. Já no Sul do estado, a oferta garante escalas para aproximadamente sete dias.

A estabilidade observada reflete o equilíbrio momentâneo entre oferta e demanda, enquanto o setor avalia o comportamento do consumo interno e as possibilidades do mercado externo.





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