segunda-feira, maio 25, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Clima favorece milho no Centro-Oeste e soja no Sul



MS reduz déficit hídrico com chuvas recentes




Foto: Bing

As condições climáticas registradas ao longo da última semana favoreceram o desenvolvimento da segunda safra de milho no Centro-Oeste e a colheita de soja no Sul do Brasil. As informações constam no boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Segundo o órgão norte-americano, o tempo chuvoso persistiu em grande parte do Centro-Oeste, com destaque para o Mato Grosso do Sul, onde foram registrados os maiores volumes. A umidade beneficiou o milho nas fases iniciais de reprodução e sustentou o potencial produtivo acima da média.

“No Mato Grosso do Sul, a chuva foi especialmente importante, ajudando a reduzir o déficit de umidade acumulado no ano, que passou de 59% do normal no fim de março para 77% no final do atual período analisado”, apontou o USDA.

No Sul, as condições climáticas foram distintas. O tempo seco e mais frio que o normal predominou no Rio Grande do Sul, com temperaturas até 4°C abaixo da média. O cenário contribuiu para o avanço da colheita da soja, já 80% concluída, e criou ambiente favorável para o início do plantio do trigo nas próximas semanas.

O boletim também destacou a presença de bolsões de tempo seco em estados do Leste do país, com destaque para Minas Gerais e Bahia.





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Vendas de máquinas agrícolas caíram em março mas tem avanço no 1º trimestre



A indústria de máquinas agrícolas, tratores e colheitadeiras, vendeu 3.991 unidades em março. Isso representa uma queda de 11,5% frente às vendas de 4.509 tratores e colheitadeiras registradas em março do ano passado, de acordo com a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

No trimestre, de janeiro a março deste ano, foram vendidas 11.997 unidades, um crescimento de 13% sobre as 10.621 máquinas agrícolas vendidas em igual período do ano passado. No mercado interno, as vendas de máquinas agrícolas em março caíram 12,8% em relação a março do ano passado.

No acumulado dos primeiros três meses de 2025, a indústria de máquinas e colheitadeiras agrícolas colocou 10.949 unidades no mercado interno, um crescimento 17,5% sobre as 9.323 unidades vendidas no mesmo período de 2024.

As exportações somaram 403 unidades em março, mostrando um crescimento de 2,8% sobre as 392 unidades embarcadas no mesmo mês do ano passado.

Já no acumulado dos primeiros três meses deste ano, as exportações despencaram 20%, para 1.038. No mesmo período do ano passado foram embarcadas 1.298 unidades.



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Tesouro publica regras do leilão para recuperar terras degradadas



A Secretaria do Tesouro Nacional divulgou nesta quarta-feira (30) portaria que torna público o Leilão EcoInvest Brasil lançado na última segunda-feira (28) para recuperação de terras degradadas. O anúncio foi feito pelos ministros da Fazenda, Fernando Haddad, da Agricultura, Carlos Fávaro, e do Meio Ambiente, Marina Silva, em entrevista coletiva de imprensa em São Paulo.

O leilão terá objetivo de alavancar recursos internacionais para recuperar 1 milhão de hectares no âmbito do Programa Caminho Verde Brasil, dentro dos biomas Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga, Pampa e Pantanal. A expectativa, segundo o governo federal, é de alavancar até R$ 10 bilhões em investimentos totais para a recuperação de terras.

Dentre outros pontos, a portaria lista os critérios adicionais de elegibilidade dos projetos, das salvaguardas e de priorização. Também detalha os critérios e condições para participação e habilitação no leilão.

Os interessados em participar deverão enviar as propostas à Secretaria do Tesouro Nacional em até 45 dias, contados desta quarta-feira, data de publicação da portaria, até as 18 horas no horário de Brasília.

As propostas deverão ser enviadas ao endereço eletrônico [email protected].

Na lista de exigências para habilitação ao leilão, serão consideradas apenas as instituições financeiras autorizadas a operar pelo Banco Central do Brasil e aquelas que declarem, entre outros requisitos, ter experiência e capacidade técnica para realizar operações de captação de recursos no exterior destinadas ao financiamento de projetos sustentáveis no Brasil, ter condições operacionais para o cumprimento das salvaguardas socioambientais, compromisso de execução de operações de hedge cambial e compromisso de desmatamento legal zero nas propriedades financiadas.

Além da portaria do leilão, o Ministério da Fazenda ainda publicou no Diário Oficial da União outro ato com regras gerais sobre o Programa EcoInvest Brasil. A norma altera uma portaria anterior, de junho de 2024, sobre o assunto, e trata também da alocação dos recursos, dos processos de habilitação de agentes financeiros e de prestação de contas, da estrutura de governança da Linha de Mobilização de Capital Privado Externo e Proteção Cambial, a Linha EcoInvest Brasil, além de estabelecer a composição e as competências do Comitê Executivo do programa.

Nessa outra portaria, fica estabelecido que, para a linha de financiamento parcial (blended finance), o agente financeiro deverá comprovar a captação de recursos privados, no mercado externo ou interno, pela empresa, pelo investidor ou pela instituição financeira, correspondentes à parcela restante do montante de capitais de terceiros necessária à execução do projeto de investimento.



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Expectativa por acordo EUA-China movimenta soja



Cotações da soja oscilam com clima e câmbio




Foto: Canva

As movimentações do mercado de soja nesta semana refletem uma combinação de fatores climáticos, cambiais e políticos. De acordo com a análise publicada nesta quarta-feira (30) pela Grão Direto, as previsões do NOAA indicam temperaturas mais baixas e tempo seco em estados como Indiana, Iowa e Illinois, enquanto as Dakotas e parte do Meio-Oeste dos Estados Unidos devem registrar clima mais quente e chuvoso.

“A previsão favorece o avanço do plantio nas regiões de maior peso produtivo do cinturão agrícola norte-americano”, avaliou o especialista da Grão Direto. Segundo ele, o ritmo de semeadura pode influenciar diretamente o comportamento do mercado internacional.

No câmbio, a desvalorização do dólar frente ao real tem pressionado os preços da soja no mercado disponível brasileiro. “Apesar da leve alta registrada em Chicago, o dólar mais fraco contribuiu para um recuo nos preços internos”, destacou a análise. A expectativa é de que a moeda norte-americana mantenha viés de baixa nos próximos dias, refletindo um cenário global mais estável.

Outro fator monitorado pelos agentes de mercado é a sinalização do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quanto à retomada das negociações comerciais com a China. “O mercado, que vinha operando sob incertezas tarifárias, agora espera por um possível acordo até junho”, aponta a análise. Segundo o especialista, qualquer progresso nas conversas já tende a provocar impacto imediato sobre as cotações da soja em Chicago.

Dessa forma, o mercado interno pode seguir pressionado pela valorização do real. Ainda assim, o avanço da semeadura nos Estados Unidos e a expectativa por um entendimento comercial entre as duas maiores economias do mundo tendem a limitar as perdas no mercado físico brasileiro.





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o Brasil que acorda cedo e alimenta o mundo


Neste 1º de maio, Dia do Trabalho, é preciso voltar os olhos com respeito e orgulho para uma classe que, muitas vezes distante dos centros urbanos, cumpre silenciosamente uma missão essencial: alimentar o Brasil e o mundo. São os trabalhadores da agropecuária e da indústria agroalimentar, protagonistas de uma das maiores transformações econômicas da história nacional.

Há 70 anos, o Brasil era dependente da importação de alimentos básicos. Hoje, é um dos maiores exportadores do planeta. Essa virada histórica não aconteceu por acaso. Foi construída com suor, resiliência e uma disciplina quase poética: o campo acorda cedo — muito antes do sol nascer — para garantir que a mesa do brasileiro esteja farta e o mundo abastecido.

Atrás de cada safra de soja, de cada litro de leite, de cada corte de carne, há milhares de mãos calejadas que moldaram não apenas os frutos da terra, mas a própria imagem de um Brasil moderno e competitivo. É o esforço diário desses homens e mulheres do agro que sustenta cidades, movimenta portos, alimenta mercados e impulsiona o PIB nacional.

O trabalhador rural não conhece feriado quando a lavoura exige cuidado. A indústria que processa esses alimentos opera em ritmo intenso para garantir qualidade, abastecimento e inovação. Trata-se de um ecossistema que envolve o pequeno agricultor, o técnico agrícola, o operário da agroindústria, o caminhoneiro e tantos outros elos dessa cadeia vital.

Neste 1º de maio, temos, sim, o que comemorar. Celebrar o trabalhador da agropecuária é celebrar a superação de um país que saiu da insegurança alimentar para se tornar potência global do agronegócio. É reconhecer que os calos nas mãos de quem produz nosso alimento são marcas de uma contribuição inestimável para a saúde da humanidade.

Que este dia sirva não apenas para homenagens, mas também para renovar o compromisso com políticas públicas, infraestrutura e respeito a quem, do campo à indústria, faz do Brasil um celeiro para o mundo.

Miguel DaoudMiguel Daoud

Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Véspera de feriado: preços de soja caíram ou aumentaram no Brasil?



O mercado brasileiro de soja teve uma quarta-feira (30), de preços fracos, com cotações estáveis a mais baixas na véspera do feriado. De acordo com Rafael Silveira, consultor da Safras & Mercado, o mercado apresentou pouquíssima movimentação, sem registro de negócios relevantes.

A queda nos contratos futuros na Bolsa de Chicago exerceu pressão, enquanto a alta do dólar limitou os impactos negativos. Os produtores continuam retraídos, enquanto compradores tentam impor preços menores, mas ainda superiores à paridade de exportação.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 128,00 para R$ 127,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 129,00 para R$ 128,00
  • Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 134,00 para R$ 133,50
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 129,00 para R$ 127,00
  • Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 134,00 para R$ 132,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 116,00 para R$ 115,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 118,50
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 115,00 para R$ 114,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram a quarta-feira em queda, reduzindo parte dos ganhos acumulados no mês de abril (1,58% na posição julho). O avanço do plantio nos Estados Unidos e a previsão de clima favorável para a colheita na Argentina influenciaram negativamente as cotações.

As incertezas em torno da guerra tarifária entre China e Estados Unidos seguem no radar, aumentando a percepção de possível desaquecimento da demanda por parte do maior comprador global de soja.

Além disso, a queda no PIB americano trouxe forte aversão ao risco nos mercados financeiros, pressionando também as commodities agrícolas. O petróleo teve forte recuo, e o dólar, mesmo em patamar ainda baixo, avançou frente a outras moedas.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 6,25 centavos de dólar, ou 0,60%, a US$ 10,34 3/4 por bushel. A posição julho caiu 8,25 centavos, ou 0,76%, para US$ 10,44 1/2 por bushel.

Nos subprodutos, o farelo para julho recuou US$ 0,20 ou 0,06%, para US$ 298,00 por tonelada. O óleo com vencimento em julho fechou a 48,97 centavos de dólar por libra-peso, queda de 0,36 centavo ou 0,72%.

Câmbio

O dólar comercial fechou em alta de 0,78%, cotado a R$ 5,6750 na venda e R$ 5,6730 na compra. Ao longo do dia, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,6053 e a máxima de R$ 5,6878. No acumulado de abril, o dólar registrou queda de 0,57%.



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Preços de boi gordo seguem em baixa; confira as cotações no país



O mercado físico de boi gordo mantém a tendência de queda, o que reflete o aumento da oferta de animais e as escalas de abate mais folgadas nos frigoríficos. Esse movimento está dentro da sazonalidade esperada para o segundo trimestre, quando a deterioração das pastagens dificulta a retenção dos animais no campo, ampliando a oferta.

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Os contratos futuros já indicam esse comportamento, projetando a continuidade do viés baixista. Ainda assim, a primeira quinzena de maio pode trazer algum alívio à pressão sobre os preços de boi gordo, sustentado por uma expectativa positiva de consumo interno, impulsionada pelo pagamento dos salários e pelo Dia das Mães, além de exportações em níveis elevados, segundo análise de Fernando Henrique Iglesias, da consultoria Safras & Mercado.

Preços do boi gordo no Brasil

  • São Paulo: R$ 321,33
  • Goiás: R$ 300,18
  • Minas Gerais: R$ 316,18
  • Mato Grosso do Sul: R$ 322,39
  • Mato Grosso: R$ 323,89

Atacado

No mercado atacadista, os preços seguem acomodados, mas a expectativa ainda é de alta ao longo da primeira quinzena de maio. A combinação do pagamento dos salários e do tradicional aumento de consumo relacionado ao Dia das Mães pode estimular as vendas de carne bovina neste início de mês.

O quarto traseiro segue cotado a R$ 25,00 por quilo. O quarto dianteiro permanece em R$ 20,50. Já a ponta de agulha está precificada em R$ 18,50 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial fechou a terça-feira em alta de 0,78%, cotado a R$ 5,6750 para venda e R$ 5,6730 para compra. No decorrer do dia do mercado de boi gordo, a moeda variou entre a mínima de R$ 5,6053 e a máxima de R$ 5,6878. No acumulado de abril, o dólar recuou 0,57%.



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mercado físico segue com tendência de baixa



Clima e demanda pressionam milho segunda safra




Foto: Divulgação

O mercado físico do milho segunda safra apresenta tendência de baixa diante do cenário climático positivo e da demanda interna estabilizada. A avaliação é da Grão Direto e foi divulgada nesta quarta-feira (30).

“O clima com temperaturas amenas e chuvas regulares no Centro-Oeste favorece a fase de enchimento de grãos, o que reforça o potencial produtivo e começa a pressionar os preços para baixo”, afirmou o especialista da Grão Direto.

Do lado da demanda, a movimentação das usinas de etanol de milho e das processadoras de alimentos e rações também contribui para o arrefecimento do mercado. “Esses agentes já realizaram posições importantes para formação de estoques e agora aguardam a colheita, que se mostra promissora em volume”, explicou o analista.

Com negociações pontuais e sem novas pressões de compra, o volume de comercialização permanece reduzido. A análise indica que, enquanto as expectativas de produtividade elevada se confirmam e a demanda se mantém acomodada, a tendência é de continuidade na pressão de baixa no mercado físico ao longo da semana.





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Com R$ 2,6 bi do BNDES, investimento em armazenagem é o maior desde 2013



Os financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a armazenagem nos mais diversos ramos agropecuários do país alcançaram R$ 2,6 bilhões no atual ano-safra (2024/2025) e são os maiores da série histórica iniciada em 2013.

No âmbito do Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), o valor já aprovado entre julho de 2024 e março de 2025 supera em 32% os investimentos feitos na safra anterior (2023/2024) e em 287% os realizados no ano safra 2022/2023. Somadas os valores aprovados para as safras 2023/2024 e 2024/2025, o montante de R$ 4,59 bilhões supera a soma das cinco safras desde 2018 (R$ 4,56 bilhões).

“O setor agropecuário nacional é fundamental para a economia do país. Com a aprovação de mais projetos que visam a ampliação da capacidade de armazenamento, colocamos em prática a determinação do governo do presidente Lula de fortalecer ainda mais a produção agrícola brasileira, além de modernizar e reformar essas estruturas, melhorando a gestão de estoques para o enfrentamento de sazonalidades”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. 

Plano Safra 

No Plano Safra 2024/2025, o banco já aprovou R$ 29,7 bilhões em crédito e atendeu a solicitações de mais de 125 mil operações por meio de operações indiretas, realizadas pela rede de agentes financeiros credenciados. Esse modelo de operação permite uma distribuição descentralizada de recursos por todo o país, chegando a 93% dos municípios brasileiros, facilitando o desenvolvimento e a execução da política pública de apoio ao setor.



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Banco do Brasil supera estimativa e bate recorde histórico na Agrishow



O Banco do Brasil atingiu na tarde desta quarta-feira (30) a marca de R$ 3,334 bilhões em propostas acolhidas durante a Agrishow 2025. O valor supera a estimativa inicial de R$ 3 bilhões para toda a edição e marca o melhor desempenho do BB nos três primeiros dias em 30 anos de presença na maior feira agro do país.

“Ultrapassar os R$ 3 bilhões em propostas de financiamento é mais uma demonstração da confiança e relação de parceira dos produtores e produtoras rurais com o Banco do Brasil. Isso reforça nossa atuação como principal parceiro do agro brasileiro, com soluções completas em crédito, seguros, consórcios, cartões, proteção financeira e atendimento especializado não apenas no estado de São Paulo, mas em todas as regiões do país. Estamos otimistas diante do cenário de safra recorde de grãos e do crescimento do PIB agropecuário”, afirma Luiz Gustavo Braz Lage, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB.

O Banco do Brasil é a única instituição financeira a participar das 30 edições da Agrishow e foi homenageado pela organização da feira no último domingo (27).



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