A safra de cana-de-açúcar no Brasil deve alcançar 663,4 milhões de toneladas, segundo projeção da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o que representa uma queda de 2% em relação ao ciclo anterior. O recuo é atribuído, principalmente, às condições climáticas adversas no Sudeste do país.
Apesar do cenário desafiador, o setor canavieiro mostra resiliência e aposta em tecnologia para manter a produtividade. A área plantada deve crescer 0,3%, atingindo 8,79 milhões de hectares — um reflexo da confiança dos produtores e da força da inovação no campo.
Na maior feira de tecnologia agrícola da América Latina, empresas destacam soluções voltadas ao aumento da eficiência nas lavouras. A Basf, por exemplo, apresentou um novo fungicida com aplicação recomendada para o final do ciclo da cana, etapa crítica para evitar perdas de produtividade.
Outro destaque vem da Valley, com um pivô de irrigação adaptável a diferentes cultivos, projetado para garantir maior controle hídrico e eficiência no uso dos recursos. Equipamentos como esse mostram como a mecanização e a agricultura de precisão seguem sendo aliadas importantes do setor diante de instabilidades climáticas.
As tecnologias apresentadas demonstram que, mesmo diante da queda na safra, o agrocanavieiro continua investindo em soluções que garantam não apenas a produção atual, mas a sustentabilidade e a competitividade do setor a longo prazo.
Com foco na recuperação de 50 mil hectares de vegetação nativa de Cerrado e Mata Atlântica no interior do estado de São Paulo, o Banco do Brasil (BB) assinou nesta quarta-feira (30), com a Ambipar e a Coopercitrus um contrato para o desenvolvimento do projeto, o “Águas do Interior Paulista”.
O objetivo da ação é promover a regularização ambiental a partir do reflorestamento com espécies nativas em áreas de reserva legal e áreas de preservação permanente (APP) em propriedades particulares. Serão priorizadas áreas próximas a rios, de maneira a melhorar o fluxo e qualidade hídrica da região.
Atualmente, a área contemplada pelo projeto possui somente 15% de vegetação nativa preservada de Mata Atlântica e de Cerrado. Devido à fragmentação das áreas verdes, muitas espécies de fauna e flora encontram-se ameaçadas.
O reflorestamento dos 50 mil hectares, alvo do projeto, possui potencial para a geração de cerca de 12 milhões de créditos de carbono, ao longo dos 37 anos de projeto, na metodologia de ARR – Afforestation, Reforestation e Revegetation da VERRA, principal certificadora do mercado voluntário de carbono.
Estima-se um preço de venda em torno de USD 45 por crédito, representando potencial financeiro de cerca de R$ 3 bilhões ao longo de todo o projeto. A ideia é de que sejam plantadas em torno de 50 a 80 espécies por hectare, reconstituindo as áreas de APP e Reserva Legal de propriedades de cooperados da Coopercitrus.
De acordo com José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Negócios de Governo e Sustentabilidade Empresarial do Banco do Brasil, o BB reforça o compromisso com um futuro mais sustentável ao participar de ações como o projeto Águas do Interior Paulista.
“Ao lado dos parceiros Coopercitrus e Ambipar, estamos promovendo a recuperação de ecossistemas, a geração de créditos de carbono e o fortalecimento de uma agricultura cada vez mais responsável e alinhada à economia de baixo carbono”, afirmou Sasseron.
“Nossa parceria com o Banco do Brasil é construída ao longo dos anos e reflete o nosso compromisso de entregar valor ao cooperado. O apoio do BB em projetos como o Águas do Interior Paulista é essencial para que possamos entregar valor ao cooperado, fortalecer práticas ambientais responsáveis e impulsionar a produção rural com foco na preservação dos recursos naturais”, afirma Simonia Sabadin, diretora financeira da Coopercitrus.
“O Projeto ARR Águas do Interior é um exemplo de como o reflorestamento com espécies nativas pode gerar impactos positivos em múltiplas frentes: recuperação ambiental, geração de créditos de carbono e valorização da produção agropecuária sustentável. Por meio da restauração de corredores ecológicos, vamos ampliar a conectividade entre fragmentos florestais e fortalecer a resiliência hídrica de uma das regiões mais produtivas do país”, acrescenta Plínio Ribeiro, conselheiro da Ambipar.
Efeito e resultados
Segundo o BB, ações como essa geram diversos impactos positivos. “As questões Ambiental, Social e Governança (ASG) estão na ordem do dia das empresas que visam identificar e gerenciar riscos e oportunidades nas dimensões econômica, social e ambiental e, com isso, aprimorar a sua capacidade de gerar valor no longo prazo para os seus públicos de relacionamento”, informa a instituição.
O feriado do dia do trabalhador começa com a atuação de uma área de alta pressão sobre o centro-sul do país que deve manter a condição de tempo firme na maior parte dos estados das regiões Sul e Sudeste. Segundo a Climatempo, o ar frio segue impactando sobre parte da região e mantém a madrugada e início da manhã mais gelados, com condições para formação de geada nas áreas mais elevadas do sudeste gaúcho, na serra gaúcha e catarinense.
No decorrer do dia, o sol deve predominar entre algumas nuvens e não há previsão de chuva na maioria das áreas. Nas missões e noroeste gaúcho, e também no norte paulista, o ar seco ganha força durante o dia e estabelece o alerta para baixa umidade do ar – com índices variando entre 21 e 30%.
Excepcionalmente no extremo norte e noroeste de Minas Gerais, e também em alguns pontos do litoral do Espírito Santo, haverá condições para pancadas de chuva isoladas no período da tarde.
Na região Centro-Oeste, a chuva segue se espalhando entre a metade norte do Mato Grosso, de Goiás e no Distrito Federal, caindo em forma de pancadas no período da tarde. Entre o norte de Mato Grosso e de Goiás, o cenário ainda é de atenção para chuva localmente forte, seguida por raios e ventos.
No Mato Grosso do Sul, a atuação de uma área de alta pressão em níveis médios da atmosfera deve manter a condição de tempo firme, e gradativamente as temperaturas também voltam a aumentar durante o dia. Destaque para o oeste do estado, que também entra em atenção para baixa umidade do ar no decorrer das horas mais quentes.
Atenção para chuva forte!
Na região Nordeste, o deslocamento da frente fria sobre a costa mantém a chuva pesada caindo sobre a Bahia, com destaque para a metade sul do estado que entra na rota dos temporais. No litoral sul da Bahia, o cenário é de perigo para chuva forte com volumes elevados. Ainda chove também no litoral do Maranhão.
Nas demais regiões do interior nordestino, predomínio de tempo firme e as temperaturas seguem elevadas durante o dia. Em boa parte do sertão, o ar seco ganha força durante o dia e derruba os índices de umidade relativa do ar, que entram em limiares de atenção.
Na região Norte, as instabilidades devem seguir se espalhando por todos os estados, ainda associadas à interação entre calor e umidade presentes na atmosfera. Destaque para os temporais que seguem caindo entre o norte do Amazonas e do Amapá, e também no estado de Roraima. Entre o Acre, Rondônia, no Pará e no Tocantins, atenção para chuva localmente forte.
Se tem uma coisa que deixa muita gente de bom humor é o chocolate, certo?
Agora, imagine um cacau especial, cultivado no meio da região amazônica, com todo o cuidado e tradição de uma comunidade japonesa.
Essa é a história do cacau de Tomé-Açu, um fruto que não só faz a alegria de chocólatras de plantão, mas também virou um símbolo de agricultura sustentável.
Os pequenos agricultores locais cultivam o cacau em meio a outros frutos típicos da região Amazônica.
Foto: Divulgação Data Sebrae/map data OpenStreetMap
Tomé-Açu está localizada a quase 200 quilômetros de Belém (PA), e é um pequeno município com pouco mais de 64 mil habitantes com destaque especial à colônia japonesa.
Tudo começou há mais de 90 anos, quando imigrantes japoneses chegaram à região para trabalhar com a pimenta-do-reino.
O negócio ia bem até que, no final dos anos 60, uma doença causada pelo fungo fusoriose – que afeta plantas e animais -, devastou as plantações e deixou muita gente sem rumo.
Mas se tem algo que os agricultores de Tomé-Açu têm de sobra, resiliência. Foi então que o maracujá entrou em cena e em seguida o cacau – trazendo uma nova esperança e transformando a cidade do Pará em referência mundial.
Floresta e agricultura no mesmo terreno
Se você acha que o cacau é plantado sozinho, em fileiras organizadas, se engana!
O diferencial do cacau de Tomé-Açu está no sistema agroflorestal, onde o cacau cresce ao lado do açaí, castanha, taperebá e outras árvores.
É quase como se a floresta e a agricultura tivessem fechado um acordo de convivência pacífica. Um plantio ajuda o outro.
Esse modelo não só mantém o solo saudável e a biodiversidade intacta, mas também garante uma produção mais equilibrada.
Em vez de depender de uma única cultura (e correr o risco de perder tudo), os produtores colhem diferentes frutos ao longo do ano.
Quem sai ganhando?
Todo mundo: o meio ambiente, os agricultores e, claro, quem ama um bom chocolate.
Indicação geográfica
Em 2022, cacau de Tomé-Açu recebeu o selo IG de Procedência. Foto: Divulgação – Polo Sebrae Agro
A joia da Amazônia não demorou para se destacar pela qualidade e sabor únicos. Em 2022, o cacau recebeu o selo de Indicação Geográfica (IG) de Procedência (IP) do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).
“Todo o trabalho da Indicação Geográfica, veio para abrir mercados e também para valorizar o produto que hoje é conhecido no Brasil e no mundo”, diz Fabiano Andrade, gerente do Sebrae/PA.
Em abril, o cacau da Amazônia, acompanhado pelo Sebrae, chegou ao Japão com o objetivo de atrair e conquistar novos negócios.
A presença do Brasil em uma vitrine internacional como a Expo Osaka 2025 reforçou a importância de valorizar e difundir a pluralidade cultural brasileiras.
“O país com seus seis biomas – Amazônia, Cerrado, Pantanal, Caatinga, Mata Atlântica e Pampa – gera oportunidades para os pequenos negócios do país, que são 95% das empresas do Brasil. Os pequenos negócios são parte da engrenagem de desenvolvimento do país”, afirmou Décio Lima, presidente do Sebrae.
A presença brasileira na Expo Osaka é ainda mais especial, pois neste ano marca a celebração dos 130 anos de relações diplomáticas entre Brasil e Japão.
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O papel do Sebrae e a COP30 no radar
O Sebrae tem sido um grande aliado dos produtores de Tomé-Açu. A entidade auxilia na capacitação, certificação do cacau e na abertura de novos mercados.
Na COP30, que será realizada em Belém, em novembro de 2025, os agricultores, com o apoio do Sebrae/PA, querem mostrar ao mundo que é possível produzir alimentos de forma sustentável, sem desmatar a Amazônia.
“Vamos apresentar ao mundo o cacau como uma solução sustentável para a agricultura. Ou seja, é possível fazer agricultura na Amazônia de forma responsável, e os sistemas agroflorestais comprovam isso. O cacau, atualmente, respeita todo o meio ambiente. Esse diferencial é significativo. Tenho certeza de que a COP30 trará a visibilidade que o nosso produto merece e precisa”, diz Andrade.
Cacau de Tome-Açu. Foto: Divulgação do Polo Sebrae Agro
É uma prova concreta de que tradição, inovação e respeito à natureza podem, de fato, resultar em algo verdadeiramente especial.
“Hoje, além do chocolate, estão sendo lançados produtos como licor de cacau, o ‘chá-colate’—chá feito a partir do nibs (pequenos pedaços de grãos de cacau torrados)—, o próprio nibs, manteiga, entre outros itens. Dessa maneira, agrega-se ainda mais valor à amêndoa e ao local,” finaliza o gerente do Sebrae/PA.
A dica é: ao saborear um chocolate incrível, lembre-se de que, por trás daquela delícia, há o trabalho de pequenos, médios e grandes agricultores. Mais do que isso, pode haver um pedacinho da Amazônia, especialmente se for de Tomé-Açu, um cacau cultivado com tradição pela comunidade nipônica, que soube transformar desafios em empreendedorismo.
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Foto: Agrolink
Segundo o informado na análise semanal do Imea divulgados na segunda-feira (28) com base nos dados do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a semeadura do milho nos Estados Unidos atingiu 24% da área prevista para a safra 2025/26. O índice representa um avanço de 12 pontos percentuais em relação à semana anterior e está dois pontos à frente da média dos últimos cinco anos.
De acordo com o USDA, os principais estados produtores do país já superaram o ritmo histórico. “Os estados do Cinturão do Milho, como Iowa, Illinois, Minnesota e Nebraska, estão, em sua maioria, com a semeadura à frente da média dos últimos cinco anos”, informou o departamento.
Esses quatro estados foram responsáveis por 54% da produção total de milho na safra 2024/25. O desempenho atual indica um início de ciclo mais acelerado, favorecido pelas condições de campo observadas até o momento.
Sobre o cenário climático, o Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (NOAA) projeta níveis de precipitação próximos da normalidade em maio para grande parte da região produtora. Apesar da previsão neutra, o instituto aponta um fator de risco. Atlântico Norte historicamente passa por temporadas de furacões, o que pode influenciar o clima e o desenvolvimento das lavouras estadunidenses.
O setor aeroagrícola brasileiro deve ultrapassar já em 2026 a marca de 3 mil aviões e helicópteros atuando e lavouras no País. A informação foi ventilada pelo diretor operacional do Sindag, Cláudio Júnior Oliveira, durante as visitas da comitiva do Sindag na 30ª Agrishow – Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação. O evento começou na segunda-feira (28) a vai até sexta (2 de maio), em Ribeirão Preto, no interior paulista. O grupo da entidade aeroagrícola é liderado pela presidente Hoana Almeida Santos e tem ainda o vice, Thiago Magalhães Silva. Eles ficam na feira até esta quarta-feira, 30, com uma série de encontros com empresários, pilotos, lideranças do agro, produtores rurais, autoridades, políticos e outros profissionais ligados ao setor.
Sobre a frota aeroagrícola, a expectativa era de que o patamar de 3 mil aeronaves tripuladas fosse alcançado apenas em 2027, segundo o relatório apresentado em agosto do ano passado durante o Congresso da Aviação Agrícola do Brasil (Congresso AvAg) no Mato Grosso. Elaborado por Oliveira (que é economista), o estudo Perspectivas do Setor Aeroagrícola se debruça também sobre as projeções das principais culturas do agro brasileiro são atendidas pela aviação.
Porém, o novo dado tem por trás fatores como o desempenho de 7,21% do crescimento da frota de aeronaves tripuladas em 2024 (até 31 de dezembro) – bem acima dos 2,81% da média dos 10 anos anteriores. Com perspectiva de crescimento acentuado também para a frota de drones agrícolas. Neste caso, devendo se chegar a 13 mil unidades no ano que vem. Em ambos os casos, segundo levantamentos junto aos registros da Agência Nacional de Aviação Agrícola (Anac).
VANTS
“No caso dos drones – ou veículos aéreos não tripulados (vants, segundo a terminologia da Anac), temos atualmente 7,8 mil aparelhos registrados na Agência de Aviação Civil, o que representa um crescimento de 100% na frota em relação ao ano anterior”, assinala Oliveira. O relatório completo ainda deve ser divulgado pelo Sindag, mas a estimativa é de que esse crescimento deve se sustentar em 2025. Tanto pela busca contínua da tecnologia para as lavouras quanto pelo trabalho do Sindag para que os operadores registrem imediatamente seus aparelhos.
O dirigente lembra ainda o crescimento de 450% verificado no número de drones agrícolas registrados em 2023, mas neste caso devido principalmente a uma mudança nas regras da Anac. É que, desde abril daquele ano, a Agência colocou em uma categoria única (e simplificada) todos os drones agrícolas com mais de 25 quilos de peso total de decolagem. Liberando a demanda reprimida de produtores e operadores que buscavam inovação. Isso porque, antes, aparelhos agrícolas acima desse peso tinham regras de registros que poderiam chegar à complexidade semelhante ao registro de um avião.
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A operação teve início no terminal da AMAGGI em Porto Velho (RO) – Foto: Canva
Segundo informações divulgadas pela AMAGGI, o Brasil, líder mundial na exportação de algodão em pluma, ainda enfrenta desafios logísticos relevantes no escoamento da produção. Buscando alternativas mais eficientes e sustentáveis, a empresa, em parceria com a Louis Dreyfus Company (LDC), liderou um projeto-piloto para testar uma nova rota de exportação por Manaus (AM), utilizando o corredor hidroviário dos rios Madeira e Amazonas.
A operação teve início no terminal da AMAGGI em Porto Velho (RO), onde os fardos de algodão, provenientes de suas fazendas no Mato Grosso, foram carregados em barcaças que seguiram até o terminal portuário Super Terminais, na capital amazonense. De lá, a carga seguiu em contêineres rumo ao mercado asiático. Todo o processo — do transporte à estufagem e ao carregamento — foi conduzido integralmente pela equipe da companhia, com foco em segurança e excelência operacional.
Nesse contexto, a rota fluvial utilizada já é consolidada para o transporte de grãos, e agora mostra potencial para atender também à cadeia do algodão. O sucesso da operação representa um avanço na diversificação das rotas logísticas brasileiras, reforçando a competitividade do setor e reduzindo a dependência de corredores tradicionais, como os portos do Sudeste e Sul do país.
Com essa iniciativa, segundo a empresa, a AMAGGI sinaliza um passo importante rumo à sustentabilidade logística, aproveitando os recursos naturais da região Norte para otimizar custos, ampliar a eficiência e diminuir a pegada de carbono no transporte de commodities.
O Portal Agrolink e dois de seus jornalistas estão entre os finalistas do prêmio “+Admirados da Imprensa do Agronegócio 2025”. A lista com os classificados para o segundo turno da premiação foi divulgada pelo Jornalistas&Cia, que organiza a iniciativa voltada a reconhecer os profissionais e veículos mais respeitados na cobertura do setor agropecuário.
Concorrendo em quatro categorias, o Portal em sua quinta indicação disputa nas modalidades site, programa de rádio/podcast e periódico impresso/digital, além de contar com seus jornalistas Aline Merladete e Lucas Rivas entre os indicados na categoria individual.
A repórter Aline Merladete, finalista pela quinta vez, destacou a importância do reconhecimento. “Estou muito honrada por estar entre os finalistas do prêmio +Admirados do Agronegócio. Nos últimos cinco anos, tive a alegria de figurar entre os profissionais que admiro — e isso já é, para mim, um grande prêmio. Essa indicação representa o reconhecimento de um trabalho que venho construindo com responsabilidade, dedicação e amor pelo agro”, afirmou.
Já o jornalista Lucas Rivas, apresentador do podcast Agrolink News, comemora sua primeira indicação na categoria de “jornalistas +admirados”. “Estar entre os finalistas do prêmio +Admirados do Agro 2025 é a confirmação do nosso compromisso diário com a informação de qualidade e com a valorização de quem faz o agro acontecer. É também um estímulo para seguir dando voz ao campo e conectando o produtor às pautas que impulsionam o setor que move o Brasil”, destacou.
Em 2024, o Agrolink News foi eleito um dos três melhores podcasts do agronegócio.
O Agrolink é um dos portais mais antigos dedicados à cobertura do agronegócio no país. Além de notícias diárias e conteúdos em vídeo e áudio, oferece serviços gratuitos como o AgrolinkFito — voltado à consulta de bulas e diagnóstico de problemas nas lavouras — e o Agrotempo, serviço meteorológico especializado.
A diretora do portal, Nádia Borges, também comentou a presença na final. “A nossa quinta indicação a premiação é uma prova do nosso compromisso diário com o agronegócio e com os produtores do nosso país. Nosso objetivo é estabelecer uma conexão entre o campo e a cidade, promovendo a conscientização sobre a origem dos alimentos, a sustentabilidade e a importância do setor no nosso dia a dia”, declarou.
Nesta edição, a premiação ampliou o número de jornalistas homenageados. Em vez dos tradicionais 30, serão eleitos os 50 profissionais mais admirados da imprensa agro. Ao todo, 106 jornalistas e 86 veículos seguem na disputa pelo voto do público.
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No coração da agricultura regenerativa no Brasil, nasce uma empresa com propósito, inovação e resultado. A Raíx BioSoluções é líder e pioneira no Brasil no mercado de mix de plantas de cobertura, oferecendo soluções sustentáveis para a construção de um solo mais saudável, produtivo e preparado para os desafios atuais que enfrentamos na agricultura.
Criada em 2009, a Raíx carrega em seu DNA o compromisso com a produtividade e a sustentabilidade. De lá para cá, cresceu com consistência e hoje se consolida como referência em pesquisa, tecnologia e impacto positivo nas lavouras no Brasil afora, com um portfólio robusto de produtos desenvolvidos para entregar ganhos reais ao produtor rural.
Entregamos mais do que um produto, levamos inovação e tecnologia para o campo.
Mais do que uma fornecedora de sementes, a Raíx atua de forma integrada na cadeia do agronegócio. São mais de 30 mil hectares distribuídos em oito estados brasileiros de áreas plantadas para a produção de sementes, em um modelo totalmente verticalizado, que assegura rastreabilidade e qualidade em cada lote entregue ao campo.
A empresa investe fortemente em pesquisa e inovação, com mais de 2 mil parcelas de pesquisa anuais e 53 espécies de plantas em estudo, o que garante soluções assertivas para os diferentes perfis de solo e desafios enfrentados no campo. Com base nesses estudos, já foram desenvolvidos 18 produtos, todos alinhados a estratégias sustentáveis, econômicas e de alto impacto produtivo para o consumidor final, o produtor rural.
Mas, afinal, o que são mix de plantas de cobertura?
Em um cenário onde produzir mais e melhor exige responsabilidade ambiental, os mix de plantas de cobertura se tornaram uma ferramenta indispensável para o futuro da agricultura.
Essas combinações estratégicas reúnem plantas que trabalham juntas, em total sinergia, capazes de transformar o solo durante as entressafras. Elas promovem a renovação natural de nutrientes, melhoram a estrutura física, aumentam a biodiversidade e favorecem a microbiologia do solo — tudo isso de forma sustentável e integrada.
Os principais benefícios dos mix de plantas cobertura incluem:
✅ Maior resiliência em períodos de estiagem
✅ Maior produtividade e rentabilidade
✅ Ciclagem eficiente de nutrientes
✅ Descompactação e melhor aeração do solo
✅ Incremento da matéria orgânica e da vida no solo
✅ Manejo integrado de plantas daninhas, pragas e doenças
✅ Aumento da infiltração e retenção de água
✅ Redução de perdas por erosão
✅ Alta produção de biomassa
Cada planta de cobertura cumpre um papel específico — seja na estruturação do solo, fixação de nitrogênio, produção de palhada ou estímulo biológico. Por isso, a escolha do mix ideal deve considerar fatores como o tipo de solo, cultura comercial, época do ano, clima, relação C/N e os objetivos agronômicos da área.
Ao adotar os mix da Raíx, o produtor investe em tecnologia e inovação, preservando os recursos naturais e construindo um solo mais fértil e produtivo, safra após safra. É uma escolha estratégica, sustentável e que constrói um legado produtivo para a lavoura, preparada para os desafios do presente e do futuro.
O Brasil deve consolidar sua liderança global na produção de cana-de-açúcar e açúcar, com uma estimativa de 671 milhões de toneladas para a safra 2025/26, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Para manter esse protagonismo, o setor busca em tecnologias baseadas em inteligência artificial (IA), como as oferecidas pela Taranis do Brasil, um reforço estratégico contra desafios recorrentes como a presença de mamona, corda-de-viola e mucuna-preta.
O gerente-geral da Taranis do Brasil, Fábio Franco, destaca que essas ferramentas de IA proporcionam “maior precisão na definição do manejo mais adequado para controlar espécies invasoras, contribuindo para a manutenção da produtividade e da competitividade das lavouras”.
Franco explica que “as plantas daninhas, como mamona, corda-de-viola e mucuna-preta, competem com a cana-de-açúcar por recursos como luz, água e nutrientes, o que leva a uma diminuição no desenvolvimento da cultura principal, resultando em menores rendimentos”.
A mamona é apontada como uma das mais prejudiciais, com potencial para reduzir a produtividade da cana em até 80% e dificultar a colheita. “A presença dessa planta invasora na lavoura, em forma de sementes ou outros materiais, reduz a qualidade da matéria-prima e pode gerar problemas na indústria, impactando a produção de açúcar e álcool”, detalha o gerente, alertando para a dificuldade de controle devido à dispersão de sementes e os custos adicionais gerados.
A corda-de-viola, ao cobrir a cana, bloqueia a luz solar, essencial para a fotossíntese e produção de sacarose. Franco ressalta que essa invasora pode “se enrolar nas máquinas colhedoras, entupindo-as e dificultando o processo de colheita, o que reduz a eficiência e aumenta os custos”.
Já a mucuna-preta, além de também reduzir a fotossíntese e dificultar a colheita, serve como hospedeira para pragas e doenças, podendo reduzir a produtividade da cana em até 50%. “Além das já citadas, outras invasoras frequentemente encontradas em canaviais incluem merremia, capim-braquiária, capim-marmelada e capim-colonião”, complementa Franco, mencionando a importância de estratégias combinadas de manejo, incluindo IA para identificação precisa.
A Taranis do Brasil utiliza IA para um mapeamento “preciso e rápido” das áreas infestadas. O processo envolve monitoramento aéreo com tecnologia de ponta para capturar imagens de alta resolução, analisadas por um sistema de IA com um vasto banco de dados e dupla verificação por especialistas. O resultado é um relatório de diagnóstico sobre a distribuição e cobertura das plantas daninhas, acessível online e em formatos PDF ou Excel.