segunda-feira, maio 25, 2026

Autor: Redação

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com cenário favorável no campo, comprador se mantém afastado


O clima tem favorecido o desenvolvimento das lavouras da segunda temporada de milho. Enquanto isso, a colheita da safra de verão do cereal avança. Esse cenário, segundo o pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), tem pressionado as cotações do cereal, à medida que afasta compradores das aquisições de novos lotes.

“Esses agentes têm expectativa de que o atual movimento de desvalorização do cereal persista”, dizem os pesquisadores do Cepea.

Eles lembram que, até meados de março, as dificuldades logísticas, a retração de vendedores e as preocupações com estoques curtos vinham mantendo os valores em patamares mais elevados e também fizeram com que partes dos compradores – com receio de desabastecimento – aceitasse adquirir o milho a preços maiores.

Confira os preços do milho

Cotação milho Cepea Cotação milho Cepea
Indicador do milho Esalq/BM & FBobesp da primeira semana de maio. Foto: divulgação/ Cepea

No entanto, desde abril, o cenário mais favorável no campo tem mantido compradores de milho afastados do mercado spot e os preços seguem em queda. Segundo pesquisadores do Cepea, neste começo de maio, as desvalorizações externa e do câmbio, que reduzem a paridade de exportação, reforçaram a pressão sobre os valores domésticos.

Trabalho de pesquisa

O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) é parte do Departamento de Economia, Administração e Sociologia da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq), unidade da Universidade de São Paulo (USP) e desenvolve pesquisas sobre a dinâmica de cadeias produtivas e também sobre o funcionamento integrado do agronegócio, o que abrange questões (transversais) de defesa sanitária, políticas comerciais externas e influência de novas tecnologias.



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Ministro da Agricultura se reúne com entidades do setor produtivo brasileiro em Pequim



Com a intenção de reforçar o diálogo com o setor produtivo, identificar oportunidades de negócios e alinhar estratégias para ampliar a presença dos produtos brasileiros no mercado chinês, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, acompanhado do embaixador do Brasil na China, Marcos Galvão, da presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, dos secretários de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luis Rua, e de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, reuniu-se com representantes de 13 entidades do agronegócio brasileiro em Pequim.

O encontro, realizado na manhã desta segunda-feira (12), integrou a agenda da missão oficial ao país.

“Esta é a maior missão governamental que realizamos na China, e vocês, empresários, são fundamentais para estreitarmos as relações e ampliarmos os negócios do agro brasileiro”, afirmou Fávaro. “Vamos fazer com que Brasil e China, com respeito mútuo, fortaleçam suas relações comerciais, para o benefício do povo chinês e, principalmente, para que o povo brasileiro possa aproveitar essas oportunidades”, concluiu.

O embaixador do Brasil na China, Marcos Galvão, destacou o crescimento das exportações brasileiras para o país asiático nos últimos dois anos. “O Brasil foi, no ano passado, o mercado para o qual as exportações da China mais cresceram: 22%. Somos, cada vez mais, um parceiro comercial estratégico para os chineses”, afirmou.

Participaram do encontro, em Pequim, representantes da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC), Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS), Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (ABRAPA), Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), Associação Brasileira da Indústria do Arroz (ABIARROZ), Associação Nacional de Sucos Cítricos (CitrusBR), Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (CECAFÉ), União Nacional do Etanol de Milho (UNEM), CropLife Brasil, Instituto Brasileiro do Feijão (IBRAFE) e Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).



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AgroNewsPolítica & Agro

Inseticida tem registro ampliado para diversas culturas



“Temos visto uma forte adoção das aplicações por drone”



“Temos visto uma forte adoção das aplicações por drone"
“Temos visto uma forte adoção das aplicações por drone” – Foto: USDA

A Albaugh Brasil anunciou a ampliação do registro do inseticida Afiado para novas culturas, incluindo pastagens, citros, café, diversas frutíferas, tomate, grãos e cereais como arroz, além de leguminosas como o feijão e espécies florestais, como o eucalipto. Segundo Nelson Azevedo, diretor de marketing e desenvolvimento da empresa, a iniciativa reforça o compromisso da companhia em oferecer ao agricultor brasileiro soluções eficazes com formulações diferenciadas.

Um dos destaques é a extensão do uso de Afiado para pastagens, permitindo o controle eficiente de pragas com aplicações por drones, prática em expansão no setor. A formulação líquida do produto facilita a dosagem e o trabalho da equipe de campo, como explica Jaime Hurtado, diretor comercial da Albaugh.

“Temos visto uma forte adoção das aplicações por drone no segmento de pastagens. Afiado® adapta-se perfeitamente a esse modelo, devido à sua inovadora formulação líquida, que facilita o trabalho de dosagem e o operacional da equipe de campo”, ressalta.

O produto também fortalece o portfólio da Albaugh em citros e cafeicultura, culturas em que a empresa já tem forte presença com produtos como o acaricida Braver e o fungicida Recop. Para o café, o Afiado agora combate pragas como ácaro-vermelho, bicho-mineiro e broca-do-café.

Lançado com foco em pragas como percevejo e cigarrinha-do-milho, Afiado conquistou o mercado pela eficácia, longo residual e formulação que evita incompatibilidades físico-químicas e facilita a logística de aplicação. Aplicado com sucesso em soja, milho e algodão, produto agora pode ser empregado em pastagens, citros, café e tomate, entre outras culturas

 





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Cresce o consumo de produtos sem defensivos químicos no país



O consumo de produtos orgânicos no Brasil vem crescendo de forma significativa. 

Segundo a pesquisa da Organis, divulgada no site do Sebrae Paraná, o número de consumidores de produtos orgânicos aumentou de 15% em 2017 para 31% em 2021.

Esses produtos, são valorizados por não utilizarem defensivos químicos, transgênicos ou antibióticos em sua produção, preservando a saúde humana e ambiental.

Para Heloísa da Silva Campos, técnica em agropecuária e produtora rural, no Paraná, a produção orgânica hoje, é mais acessível e em conta.

“Produzir produtos orgânicos, está muito mais barato do que o produto convencional”, afirma Campos.

Ela reforça ainda, a importância do cultivo sem defensivos químicos para as próximas gerações.

“Para nós, [é importante] manter a nossa sustentabilidade e, principalmente, para os nossos filhos e as próximas gerações.”

Além disso, Campos destaca um ponto essencial: “o pequeno produtor não precisa apenas produzir, ele precisa comercializar, e é isso que o Sebrae nos direciona”, conclui a produtora rural. 

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Mesmo com o avanço na produção, o setor enfrenta desafios como preços mais altos, mas com o apoio do Sebrae ações como selo de certificação, venda direta e apoio à agricultura familiar são caminhos que fortalecem o produtor.

Já para o consumidor, é uma segurança, além de uma tendência — que faz parte de um futuro mais saudável e consciente.

Quer conhecer mais a história da paranaense Heloísa da Silva Campos, então, acesse o conteúdo disponível no YouTube.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Mercado de suínos encerra a sexta-feira (4) com cotações na maioria estáveis


Logotipo Notícias Agrícolas

A semana de negociações apra o mercado de suínos terminou nesta sexta-feira (4) com preços mais perto da estabilidade. De acordo com análise divulgada pelo Cepea, em março, os preços médios da carne suína caíram em maior intensidade que os das principais substitutas (de frango e bovina). 

As vendas da proteína suinícola estiveram lentas ao longo do mês, enquanto a oferta de animais para abate – e, consequentemente, de proteína no atacado – permaneceu ligeiramente elevada. 
 
Segundo dados da Scot Consultoria, o valor da arroba do suíno CIF em São Paulo ficou estável, com preço médio de R$ 153,00, enquanto a carcaça especial subiu 2,61%, fechando em R$ 11,80/kg, em média.

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quinta-feira (3), houve aumento apenas em Santa Catarina, na ordem de 0,80%, chegando a R$ 7,59/kg. Os preços ficaram estáveis em Minas Gerais (R$ 7,94/kg), Paraná (R$ 7,67/kg), Rio Grande do Sul (R$ 7,80/kg) e São Paulo (R$ 8,02/kg).

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Fonte:

Notícias Agrícolas





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Radar da semana no Brasil: ata do Copom, dados de serviços e varejo



No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta a semana marcada por cautela nos EUA e otimismo global, com foco no acordo entre EUA e Reino Unido e nas negociações com a China.

O dólar caiu para R$ 5,65 e o Ibovespa seguiu beneficiado por fluxo estrangeiro. O Copom elevou a Selic para 14,75% e manteve tom conservador.

No radar da semana, Ata do Copom, dados de serviços e varejo, além do CPI nos EUA.



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AgroNewsPolítica & Agro

Embrapa lança duas novas cultivares de algodão



A BRS 700FL B3RF foi desenvolvida com foco na excelência da fibra



A BRS 700FL B3RF foi desenvolvida com foco na excelência da fibra
A BRS 700FL B3RF foi desenvolvida com foco na excelência da fibra – Foto: USDA

A Embrapa, em parceria com a empresa Lyntera, acaba de lançar duas novas cultivares de algodão transgênico: BRS 700FL B3RF e BRS 800 B3RF. Ambas contam com a tecnologia Bollgard 3 RRFlex, que protege contra as principais lagartas da cultura e permite o uso do herbicida glifosato. Enquanto a primeira variedade foca em fibras de alta qualidade para atender o mercado de roupas premium, a segunda aposta na resistência a doenças e pragas, oferecendo maior sustentabilidade ao cultivo.

A BRS 700FL B3RF foi desenvolvida com foco na excelência da fibra, com comprimento médio de 33,5 mm, resistência de 32,8 gf/tex e micronaire de 3,7. Seu desempenho se aproxima do algodão dos tipos egípcio e pima, tradicionalmente importados para a produção de tecidos finos. Com produtividade média de 4.524 kg/ha e rendimento de fibra de 38%, é indicada para cultivos em regiões do Cerrado e da Caatinga, como Bahia, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Ceará. Segundo o pesquisador Camilo Morello, trata-se de um avanço inédito em qualidade de fibra no Brasil com plantas do tipo Upland.

Já a BRS 800 B3RF se destaca pela alta resistência à ramulária, bacteriose, doença azul e ao nematoide de galhas, praga que compromete até 37% das áreas de cultivo na Bahia. Com ciclo precoce e produtividade média de 5.000 kg/ha, é ideal para segunda safra e cultivos sob pivô, comuns em estados como Mato Grosso e Goiás. De acordo com o pesquisador Nelson Suassuna, essa cultivar contribui para reduzir aplicações de defensivos e manter a viabilidade em áreas afetadas.

As novas variedades chegam em um momento estratégico, quando o Brasil busca reduzir a importação de fibras especiais e ampliar a sustentabilidade na cotonicultura. A comercialização das sementes será feita pela Lyntera.

 





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Boi gordo caiu até 6,25% na semana; tendência para maio é de mais baixas


O mercado brasileiro de boi gordo voltou a se deparar com queda das cotações em meio ao avanço nas escalas de abate por parte dos frigoríficos.

De acordo com o analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo diante da sazonalidade do mercado, que se mostra bastante clara.

“Maio costuma marcar o auge da safra do boi gordo e tradicionalmente produz efeito negativo sobre os preços. Por outro lado, a demanda bastante aquecida, especialmente na exportação, é um fator limitador para maiores movimentos de queda nos preços do boi, somada a à propensão de consumo aquecido na primeira metade do mês”, diz.

Variação da arroba do boi na semana

Os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do Brasil estavam assim no dia 8 de maio:
  • São Paulo (Capital): R$ 310, baixa de 1,59% frente os R$ 315 da semana passada
  • Goiás (Goiânia): R$ 295, queda de 1,67% perante os R$ 300 registrados anteriormente
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 300, recuo de 6,25% frente aos R$ 320 praticados no fechamento da semana anterior
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 300, retração de 6,25% frente aos R$ 320 do último período
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 315, baixa de 3,08% frente aos R$ 325 da semana passada
  • Rondônia (Vilhena): R$ 270, queda de 3,57% frente aos R$ 280 do período anterior

Mercado atacadista

O mercado atacadista registrou queda nos preços, reflexo da frustrada expectativa de boas vendas ao longo da primeira quinzena de maio.

“Aparentemente nem mesmo o Dia das Mães teve grande efeito sobre o mercado. Resta saber a reposição na próxima semana após o consumo de final de semana. Para a segunda quinzena do mês o movimento de queda deve se intensificar, considerando o menor apelo ao consumo”, salientou Iglesias.

O quarto do traseiro do boi foi cotado a R$ 24,00 o quilo, queda de 4,00% frente aos R$ 25,00 da semana passada. Já o quarto do dianteiro do boi foi vendido por R$ 19,50 o quilo, recuo de 2,5% frente aos R$ 20,00 registrados na semana anterior.

Exportações de carne bovina

carne bovina frigoríficoscarne bovina frigoríficos
Foto: Freepik

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 1,215 bilhão em abril (20 dias úteis), com média diária de US$ 60,762 milhões, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 241,584 mil toneladas, com média diária de 12,079 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.030,30.

Em relação a abril de 2024, houve alta de 29,1% no valor médio diário da exportação, ganho de 16,3% na quantidade média diária exportada e avanço de 11% no preço médio.



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Parceria Brasil-Tailândia reforça sanidade e comércio de carnes



Com o objetivo de fortalecer a cooperação agropecuária entre Brasil e Tailândia, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) recebeu a presidente da Associação Tailandesa de Criadores e Exportadores de Bovinos (TLEX), Nuanlaong Srichumpon. A agenda incluiu reuniões em Brasília e visitas técnicas em Minas Gerais e Goiás.

A missão, planejada pela adida agrícola do Brasil na Tailândia, Ana Lamy, reforça o compromisso do Brasil e da Tailândia em ampliar a cooperação técnica e comercial no setor agropecuário, com ênfase em sanidade animal, genética e acesso a mercados.

Em Brasília, representantes da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) e da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) apresentaram à delegação tailandesa as principais ações brasileiras na área sanitária, com destaque para o Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (PNEFA), o sistema nacional de rastreabilidade de bovinos e a classificação sanitária de estabelecimentos habilitados à exportação.

Durante o encontro, foram discutidas estratégias para intensificar o diálogo entre as autoridades sanitárias dos dois países. Também houve reunião com representantes da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), com foco na reabertura do mercado tailandês.

A delegação tailandesa participou ainda da 90ª edição da Exposição Internacional das Raças Zebuínas – ExpoZebu, em Uberaba (MG), considerada uma das maiores feiras de gado zebuíno do mundo, onde se reuniu com a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) e seus associados. As discussões incluíram inovação genética, reprodução animal e práticas sustentáveis aplicadas à pecuária tropical.

A programação foi concluída com visitas à unidade frigorífica da Minerva Foods, anteriormente habilitada para exportação à Tailândia e a uma fazenda modelo de cria e recria, com foco em melhoramento genético, nutrição e manejo sustentável.



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Integração lavoura, pecuária e floresta podem ajudar na recuperação de áreas agrícolas



Com a meta de fortalecer a agricultura sustentável no território fluminense, por meio da implementação de sistemas produtivos integrados e de baixa emissão de carbono, a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Rio de Janeiro formaliza no dia 13 de maio a assinatura de um Protocolo de Intenções com a Associação Rede ILPF (Integração Lavoura-Pecuária-Floresta). O projeto tem como objetivo promover a adoção de sistemas integrados em escala estadual. A estratégia se baseia na recuperação de pastagens degradadas e no desenvolvimento de ações contínuas de capacitação, transferência de tecnologia e disseminação de conhecimento.

De acordo com a secretaria, a proposta está alinhada com a agenda agroambiental do estado, especialmente com as ações conduzidas em parceria com as secretarias de Desenvolvimento Econômico e de Meio Ambiente. O protocolo representa o primeiro passo rumo a um futuro Acordo de Cooperação Técnica (ACT), que viabilizará ações conjuntas, como capacitação técnica, eventos de difusão tecnológica, diagnósticos territoriais e produção científica.

“A assinatura deste protocolo com a Rede ILPF representa um marco na política agroambiental do nosso estado. Estamos firmando uma aliança com uma rede que é referência nacional na adoção de tecnologias sustentáveis. Essa união de esforços irá acelerar a recuperação de áreas degradadas, aumentar a produtividade e melhorar as condições de vida do produtor rural. É um avanço concreto na consolidação de uma agricultura fluminense de baixo carbono e com maior competitividade”, destaca o secretário de Agricultura, Flávio Ferreira.

Programa Integra e a recuperação de áreas degradadas

As atividades do programa incluem a implantação de unidades de referência tecnológica (URTs), realização de eventos técnicos, diagnóstico territorial com uso de ferramentas digitais e aplicação de indicadores de sustentabilidade. A proposta é consolidar a ILPF como um modelo produtivo viável e sustentável, com impactos positivos nos âmbitos ambiental, econômico e social.

“O Rio de Janeiro tem grande potencial para avançar na adoção da ILPF, especialmente em áreas de pastagens degradadas. Com esse protocolo, criamos condições para levar conhecimento, tecnologia e apoio direto ao produtor rural, mostrando que é possível produzir mais e melhor, com respeito ao meio ambiente e geração de renda”, ressalta o diretor-executivo da Rede ILPF, Rui Pereira Rosa.

O que é ILPF

A Integração Lavoura-Pecuária-Floresta é uma estratégia que combina sistemas agrícolas, pecuários e florestais em uma mesma área, de forma consorciada, em sucessão ou em rotação. O modelo permite o uso intensivo e sustentável do solo, promovendo ganhos de produtividade e diversificação de renda.

Além de reduzir custos com insumos e favorecer a fertilidade do solo, a ILPF contribui para a mitigação de gases de efeito estufa e o sequestro de carbono. A prática é versátil e pode ser adotada em pequenas, médias e grandes propriedades rurais, em todos os biomas brasileiros. Entre as culturas utilizadas, estão grãos como soja e milho, além de algodão, pecuária de corte ou leite e silvicultura, com destaque para o plantio de eucalipto.

“A integração lavoura-pecuária-floresta significa a emancipação do produtor. Porque tem uma renda de curto prazo, que são as lavouras de cereais. Tem o gado no médio prazo e o componente florestal no longo prazo”, reforça o presidente-executivo da Rede ILPF, Francisco Matturro.



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