quinta-feira, abril 30, 2026

Autor: Redação

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Pernambuco tem novo caso de intoxicação por ingestão de metanol



A Secretaria Estadual de Saúde (SES) de Pernambuco notificou um novo caso suspeito de intoxicação por metanol associado ao consumo de bebidas alcoólicas adulteradas. Com a notificação desta quinta-feira (2), agora são quatro os casos investigados relacionados a intoxicação por consumo de bebida alcoólica no estado.

Segundo a secretaria, o caso investigado é de uma mulher residente em Olinda, que teria ingerido vodca no dia 26 de agosto. Ela buscou atendimento médico no dia 29 de agosto, após ter apresentado sintomas de náuseas, vômito, cefaleia e visão turva. A mulher ainda está sob acompanhamento médico, no Recife, e o estado de saúde é considerado estável.

Em razão dos casos de intoxicação, a prefeitura de Olinda informou que vai intensificar a fiscalização durante as prévias do carnaval de 2026 neste fim de semana.

Fiscalização da Vigilância

No sábado (4), das 8h às 14h, e no domingo (5), das 15h às 21h, equipes da Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde de Olinda vão acompanhar o modo de preparação e como são feitas e manuseadas as bebidas nos comércios formal e informal da orla e do sítio histórico da cidade.

“É uma ação preventiva que reduz o risco, evitando que bebidas adulteradas circulem no comércio e cheguem à população. A Vigilância Sanitária garante que, mesmo na ausência de notificação, a população esteja protegida diante de um risco que já foi identificado em outros territórios”, disse a diretora de Vigilância em Saúde de Olinda, Dejanine Araújo.

Outros casos

Na terça-feira (30), a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) foi notificada sobre três possíveis casos de intoxicação por metanol. Três homens foram atendidos no Hospital Mestre Vitalino, em Caruaru. Dois morreram e um outro perdeu a visão. Os pacientes são de dois municípios pernambucanos: Lajedo e João Alfredo.

“Assim que recebeu a notificação, a Apevisa iniciou a preparação de ações de fiscalização em distribuidoras de bebidas alcoólicas. A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) vai emitir orientações tanto para a população como para as vigilâncias sanitárias municipais. A meta principal é a intensificação das vistorias para evitar possíveis fraudes nos estabelecimentos que vendem bebidas alcoólicas”, diz a Apevisa, em nota.

De acordo com a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária, nesses casos, o hospital relata o quadro clínico, notifica a ocorrência e registra as informações coletadas.

A investigação é realizada pelas vigilâncias da unidade do estado. Nos óbitos com suspeita de intoxicação, o corpo é encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML), onde são feitos exames.

A recomendação da agência é que os serviços de saúde notifiquem todos os casos suspeitos ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) e ao Centro de Informações Estratégicas e Resposta de Vigilância em Saúde (Cievs/PE) e que façam a busca ativa de pessoas que possam ter consumido bebidas da mesma origem e a capacitação das equipes de saúde para o manejo clínico adequado, incluindo uso de antídotos específicos e hemodiálise nos casos graves.

Também é recomendado que a vigilância sanitária intensifique a fiscalização em estabelecimentos que comercializam bebidas alcoólicas, colete amostras suspeitas para análise laboratorial, interdite preventivamente lotes e articule ações conjuntas com Procon, Ministério Público e forças de segurança.



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Quais as rodovias com a gasolina e o diesel mais barato? Levantamento responde



Transitar entre as principais rodovias do país pode gerar um custo significativo ao motorista que dirige veículos flex ou a diesel. O mais recente Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL) analisou o preço na bomba nos postos de gasolina ao longo da Régis Bittencourt, Presidente Dutra, BR-101 e Fernão Dias em setembro.

A Rodovia Fernão Dias fechou o mês como a mais vantajosa para veículos a diesel, registrando os menores preços do país para ambos os tipos: R$ 5,91 para o comum, após alta de 0,17% em relação a agosto, e R$ 6,03 para o S-10, depois de recuo de 0,17%.

Para os veículos leves, a Presidente Dutra foi a melhor opção, comercializando o etanol mais barato, a R$ 4,44 (+1,60%), e a gasolina com a média mais baixa, a R$ 6,13 (+0,49%).

Já a BR-101 seguiu, em setembro, apresentando os maiores preços médios para todos os combustíveis. Na rodovia, o diesel comum foi encontrado em média por R$ 6,12 (-0,16%) e o S-10 por R$ 6,25 (+0,32%). Por lá, a gasolina manteve a estabilidade de preço, sendo comercializada a R$ 6,38, e o etanol foi vendido a R$ 4,89, com uma leve alta de 0,20%.

“Setembro reforça a BR-101 como a rota de maior custo para o abastecimento, uma tendência já observada em nossos levantamentos. A novidade é a consolidação da Presidente Dutra como o trecho mais econômico para veículos leves, oferecendo tanto o etanol quanto a gasolina mais baratos do período”, analisa o diretor de Rede de Abastecimento da Edenred Mobilidade, Renato Mascarenhas.

Segundo ele, enquanto isso, a Fernão Dias se mantém como um porto seguro para os caminhoneiros, com os preços de diesel mais competitivos.

“Essa especialização das rotas, onde uma é mais vantajosa para diesel e outra para combustíveis leves, evidencia como as dinâmicas de preço regionais exigem do motorista uma estratégia cada vez mais apurada para otimizar seus custos”, completa.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log.



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Apenas uma região registra queda nas cotações de soja nesta quinta-feira; saiba qual



O mercado brasileiro de soja apresentou preços mistos e pouco alterados nesta quinta-feira (2). De acordo com Rafael Silveira, analista da consultoria Safras & Mercado, houve alguns negócios, mas no geral as negociações estiveram travadas. A Bolsa de Chicago para a soja avançou, mas os prêmios caíram, sem estímulo para maiores movimentações.

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Silveira comenta que o produtor está com foco no plantio da safra de verão e o spread segue elevado entre as pedidas de compradores e vendedores.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 129,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 130,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 131,00 pra R$ 132,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 125,00 pra R$ 123,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 123,00 pra R$ 124,50
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 120,00 pra R$ 121,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 135,00 pra R$ 136,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 135,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja subiram pela segunda sessão seguida nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado renovou as esperanças de retomada das compras chinesas, ainda refletindo a sinalização dada ontem pelo presidente americano, Donald Trump.

China e EUA

Trump afirmou que a soja será um dos principais temas de discussão quando se encontrar com o presidente da China, Xi Jinping, dentro de quatro semanas. “Os produtores de soja do nosso país estão sendo prejudicados porque a China, apenas por motivos de negociação, não está comprando”, escreveu no Truth Social.

Hoje, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que o governo federal apoiará os agricultores americanos diante da recusa chinesa em adquirir soja da safra norte-americana. Segundo ele, um programa de suporte será lançado na próxima terça-feira, em parceria com o Farm Credit Bureau, para garantir recursos ao planejamento das próximas safras.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 10,75 centavos de dólar, ou 1,06%, a US$ 10,23 3/4 por bushel. A posição janeiro encerrou a US$ 10,41 3/4 por bushel, avanço de 10,75 centavos ou 1,04%.

Nos subprodutos, o farelo para dezembro fechou em US$ 279,30 por tonelada, com alta de US$ 5,70 ou 2,08%. No óleo, os contratos de dezembro encerraram a 50,44 centavos de dólar, ganho de 0,02 centavo ou 0,03%.

Câmbio

O dólar comercial fechou em alta de 0,21%, cotado a R$ 5,3391 na venda e R$ 5,3371 na compra. Ao longo do dia, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,3076 e a máxima de R$ 5,3731.



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AgroNewsPolítica & Agro

Ministros do Mapa e MDA recebem bananicultores de todo o país


O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, e o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Paulo Teixeira, receberam nesta terça-feira (30) representantes de produtores de banana de várias regiões do Brasil. Acompanharam os produtores o senador Jaime Bagatolli, os deputados Enio Tatto, do (PT-SP), Jorge Gotten (Rep-SC), Sandra Kennedy, secretária nacional de Articulação Institucional do Ministério das Mulheres, vereadores e prefeitos de diversas cidades.

Os produtores vieram conversar sobre a abertura do mercado brasileiro para importar a produção de banana do Equador e a preocupação com algumas questões fitosanitárias na produção daquele país, particularmente o fungo Fusarium oxysporum raça 4.

Também foi apontado pelos produtores a importância econômica e social da banana em várias regiões do Brasil, como no Vale do Ribeira, em São Paulo, regiões irrigadas no norte de Minas e Ceará, Bahia, Tocantins, Ceará e Espírito Santo, além da importância da produção de bananas de pequenas propriedades e comunidades quilombolas e indígenas.

O ministro Fávaro apontou a solidez da vigilância sanitária brasileira como referência mundial, garantindo que haverá extrema atenção quanto a qualquer risco, ressaltando que não há casos de Fusarium oxysporum raça 4 no Equador, e destacou que o Governo do Brasil já superou mais de 400 novos mercados e pode chegar a 500 mercados até o fim da gestão, sendo que o recorde anterior era a abertura de cerca de 100 mercados.

“Osistema sanitário brasileiro é muito robusto e já superamos diversos desafios. Ninguém no mundo tem um sistema tão eficiente. Também tratamos das oportunidades no mercado externo para a fruta brasileira. O Mapa e o MDA são a casa do produtor brasileiro, estamos aqui para colaborar e buscar oportunidades. Não vamos deixar nenhum produtor precarizado”, afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

Os ministros se comprometeram com os produtores que acompanharão toda a análise sanitária da questão da banana do Equador, evitarão qualquer ação de dumping e disseram que não só não haverá prejuízos para os produtores brasileiros de banana no mercado interno, como também é possível trabalhar junto com o setor por oportunidades para abrir mercados no exterior, ampliando o consumo de banana brasileira.

O ministro Paulo Teixeira afirmou que as portas dos ministérios estarão sempre abertas para o diálogo com o setor e para monitorar a situação da banana do Equador. “Não vamos pensar apenas as políticas defensivas, mas também as ofensivas, para aumentar a capacidade de exportação e espaço para a banana brasileira nos mercados interno e externo”, concluiu.Com informações do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura FamiliarInformações à [email protected]





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Nova regra do Ibama exige regularidade ambiental total da propriedade; entenda



A nova Instrução Normativa (IN) nº 8 de 2024 do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) trouxe uma alteração crucial nas regras de embargos ambientais. A partir de agora, para solicitar o desembargo de uma área, o proprietário não pode mais se limitar a regularizar apenas aquela porção de terra que foi embargada.

A nova exigência determina que o produtor deve comprovar a regularidade ambiental de toda a propriedade rural, independentemente de onde ocorreu a infração. Essa mudança visa ampliar o controle sobre as infrações e garantir a efetiva recuperação de áreas degradadas. O Ibama pretende que o proprietário demonstre que a sua fazenda, como um todo, está em conformidade com a legislação ambiental.

Consequências da nova normativa

O embargo ambiental é uma sanção séria que, se não resolvida, pode gerar perdas econômicas significativas. Ao quadro Direito Agrário do Giro do Boi, o advogado e professor de Direito Ambiental, Pedro Puttini, explica que essa regra cria um desafio prático: se houver pendências ambientais em qualquer parte da terra, o produtor terá obstáculos mais complexos para conseguir o desembargo. Confira o vídeo.

Puttini afirma que isso reforça a necessidade de investir no compliance ambiental de forma integral. “É crucial revisar toda a documentação ambiental, e não apenas a área embargada”, diz. A exigência de regularidade total do Ibama tem gerado controvérsias no setor, especialmente em relação à Lei Complementar nº 140, que distribui competências ambientais entre União e estados.

Debates sobre a nova exigência

Essa lei garante aos estados a competência para conceder licenças e aprovar a regularização. Muitos questionam se a normativa federal, ao exigir a regularidade total para o desembargo, não estaria invadindo a competência estadual. Apesar das críticas, a regra está em vigor e o produtor precisa agir para não enfrentar sanções.

Puttini ressalta que manter os documentos atualizados e investir em práticas de regularização integral é a melhor forma de evitar sanções futuras. “Se sua propriedade rural tem algum histórico de passivo ambiental, procure assistência técnica especializada”, recomenda.

Estar em dia com a legislação não é apenas uma obrigação legal, mas também uma estratégia de proteção patrimonial e um fator de valorização da propriedade rural em um ambiente de fiscalização cada vez mais rigoroso.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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FMI aponta incertezas globais e reforça vigilância contra inflação



A diretora de Comunicações do Fundo Monetário Internacional (FMI), Julie Kozack, destacou que a economia global ainda enfrenta “desafios significativos” e permanece vulnerável a riscos externos. Segundo ela, “a atividade global continua em ritmo moderado, em meio a um cenário de inflação em queda, mas ainda persistente em alguns países”.

Em coletiva de imprensa, a porta-voz lembrou que o crescimento projetado pelo Fundo é heterogêneo, refletindo tanto o efeito das políticas monetárias restritivas quanto tensões geopolíticas.

Kozack ressaltou que o FMI “mantém a avaliação de que os bancos centrais devem continuar vigilantes” diante da inflação, mesmo em ambiente de desaceleração econômica. Ela afirmou que políticas fiscais consistentes são essenciais para “garantir credibilidade e resiliência”, sobretudo em países emergentes que enfrentam volatilidade nos fluxos de capitais.

China e América Latina

Sobre a China, a porta-voz disse que “a economia mostra sinais de estabilização”, mas ainda precisa lidar com “desafios estruturais no setor imobiliário e no consumo doméstico”.

Em relação à América Latina, Kozack lembrou que os bancos centrais abriram o ciclo de aumento de juros antecipadamente e que isso ainda ajuda a atividade econômica. No entanto, a porta-voz alertou para riscos ligados à queda das commodities e ao ambiente de política monetária global mais apertada.



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Costa Rica abre mercado para castanha-do-Brasil



A Costa Rica abriu seu mercado para a entrada da castanha-do-Brasil. O anúncio foi feito pelos ministérios da Agricultura (Mapa) e das Relações Exteriores (MRE) nesta quinta-feira (2).

O produto brasileiro foi autorizado a entrar tanto com casca quanto sem casca, após a conclusão dos trâmites sanitários entre os dois países. A medida amplia a lista de mercados acessados pela sociobiodiversidade amazônica.

Importância do produto

A castanha-do-Brasil é extraída por comunidades tradicionais e tem forte peso social e ambiental. Além de ser reconhecida pelo valor nutricional, a atividade gera renda em regiões da Amazônia e ajuda a manter áreas de floresta em pé.

Segundo os ministérios, a abertura contribui para fortalecer a imagem do país como fornecedor de alimentos com origem sustentável. A comercialização também diversifica a pauta de exportações brasileiras para a América Central.

Relações comerciais

Em 2024, o Brasil exportou 272 milhões de dólares em produtos agropecuários para a Costa Rica. Entre os principais itens estiveram cereais, farinhas, preparações alimentícias e derivados da soja.

Com a inclusão da castanha, o governo brasileiro chega a 143 novos acessos a mercados internacionais para produtos agropecuários somente em 2025. A meta, segundo o Ministério da Agricultura, é ampliar a presença em nichos de alto valor agregado, como no caso da sociobiodiversidade amazônica.

Especialistas destacam potencial

Para o pesquisador em comércio internacional da Fundação Getulio Vargas (FGV), Lucas Mota, a abertura representa uma oportunidade estratégica. “Além de agregar valor à pauta exportadora, a castanha reforça o posicionamento do Brasil como fornecedor de alimentos vinculados à sustentabilidade”, afirma.

Já para produtores e comunidades extrativistas, a expectativa é de ampliar a demanda e garantir melhores preços. “Cada novo mercado pode significar maior segurança para manter a atividade econômica sem pressão pelo desmatamento”, avalia o consultor em bioeconomia José Almeida.



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Procon-SP lança canal de denúncias e alerta sobre bebidas adulteradas



O Procon-SP disponibilizou um atalho em seu site para facilitar denúncias de bebidas suspeitas de adulteração. A medida faz parte das ações do governo paulista diante dos casos de contaminação e mortes já confirmados na capital e na região Metropolitana de São Paulo.

A força-tarefa conta com a participação das secretarias de Segurança, Saúde, Fazenda, Justiça e Desenvolvimento Social, além de órgãos em parceria com entidades do varejo, que atuam no combate à sonegação e à adulteração de bebidas.

Denúncias a bebidas adulteradas

Os consumidores que identificarem situações de bebidas suspeitas de adulteração, seja na compra em mercados ou ao consumir no local, podem acessar o site www.procon.sp.gov.br e utilizar um atalho para formalizar uma denúncia. Importante destacar que o consumidor poderá indicar que não quer ser identificado ao formalizar a suspeita.

A outra frente de atuação do Procon-SP neste momento é reforçar informações sobre os cuidados para se prevenir contra produtos adulterados. Também é importante lembrar que não é possível identificar uma bebida adulterada com 100% de precisão sem uma análise laboratorial; mas, observar algumas características pode ajudar.

Orientações aos consumidores

  1. Escolha com segurança: procure estabelecimentos conhecidos ou dos quais tenha referência.
  2. Fique atento aos preços: desconfie de valores muito baixos.
  3. Verifique embalagens e rótulos: erros, lacres danificados ou ausência de informações podem indicar adulteração.
  4. Ao notar alguma diferença, não faça testes caseiros: cheirar, provar ou tentar queimar a bebida. Essas práticas não são seguras nem conclusivas.
  5. Exija sempre a nota fiscal ou comprovação de origem: o documento precisa ter todas as informações de identificação do fornecedor e da compra.
  6. Fique atento a sintomas: visão turva, dor de cabeça intensa, náusea e tontura podem indicar intoxicação.
  7. Cuidados com a saúde: busque atendimento médico imediato, se houver qualquer sintoma suspeito

Procure ajuda

Em caso de suspeita de adulteração de bebidas ou suspeita de consumo é importante comunicar as autoridades competentes como o Disque-Intoxicação (0800 722 6001, da Anvisa) para orientação clínica/tóxica; Vigilância Sanitária local (municipal ou estadual); Polícia Civil e Procon (órgão de defesa do consumidor).



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Exportações do complexo soja batem recorde em 2025



As exportações brasileiras do complexo soja (grão, farelo e óleo) registraram desempenho recorde entre janeiro e setembro de 2025, segundo dados parciais apresentados por Giovani Ferreira no AgroExport desta quinta-feira (2). A China teve papel decisivo nesse resultado ao intensificar suas compras na América do Sul.

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Ferreira destacou dois protagonistas nesse cenário, sendo China e Estados Unidos. Em setembro, os chineses não adquiriram nenhuma saca de soja norte-americana, em meio à disputa tarifária entre os dois países, e redirecionaram a demanda para a região. Como a Argentina ainda não dispõe de volume suficiente para suprir a necessidade, o Brasil acabou absorvendo a maior parte dessa demanda extra.

Soja em grão

O destaque ficou para a soja em grão, que, de janeiro a setembro, somou 93 milhões de toneladas exportadas até agora. O Brasil deve fechar o ano acima de 100 milhões, podendo alcançar 110 milhões de toneladas, superando o recorde histórico de 101 milhões registrado em 2023.

Farelo de soja

No farelo de soja, o Brasil também deve quebrar recorde. Até setembro foram 18 milhões de toneladas embarcadas, e a projeção é fechar 2025 entre 24 e 25 milhões, acima do recorde de 23,1 milhões alcançado no ano passado.

Óleo de soja

De janeiro a setembro, faltando 4 dias pra ffechar os embarques Já o óleo de soja apresentou recuperação. As exportações devem alcançar entre 1,45 e 1,5 milhão de toneladas neste ano, número superior ao de 2024 (1.36 milhão de toneladas) mas ainda abaixo do pico de 2,33 milhões de toneladas de 2023. A guerra da Ucrânia havia impulsionado as vendas brasileiras para a Europa, que buscava alternativas energéticas ao gás russo.

O movimento reforça o protagonismo do Brasil no mercado internacional de soja. Com a Argentina ainda em processo de recuperação de safra e os Estados Unidos perdendo espaço nas vendas à China, o país se consolida como principal fornecedor global e caminha para quebrar novos recordes históricos em 2025.

Complexo soja

Segundo Giovani Ferreira, ao somar grão, farelo e óleo, um bom momento o Brasil deve encerrar setembro com até o momento estamos com 111.6 milhões de toneladas, podendfo fechar 113 a 114 milhões de toneladas exportadas, um salto de mais de 20 milhões em relação a 2021. Esse é um momento positivo da soja brasileira, inclusive refletindo nas cotações. A China deixou de comprar dos Estados Unidos e veio buscar no Brasil o produto que precisa.



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