quarta-feira, março 25, 2026

Autor: Redação

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Mercado da soja inicia a semana com viés de alta



Clima atrasa plantio e pressiona mercado da soja



Foto: Divulgação

Segundo a análise do especialista da Grão Direto desta segunda-feira (24), “o clima segue no centro do radar”, com impactos diretos no avanço do plantio da safra 2025/26. O relatório afirma que o atraso na regularização das chuvas nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Norte já provoca replantio em áreas do Mato Grosso, enquanto outras aguardam precipitações mais consistentes. Conforme o documento, “o cenário atual é adverso”, com risco de perdas localizadas caso o padrão climático se mantenha nos próximos dias.

O especialista aponta que, diante da incerteza climática, “os prêmios de exportação para março e abril começaram a subir”, movimento descrito como incomum para o período. A avaliação indica que estoques mais ajustados, atraso no plantio e risco climático tendem a sustentar os preços nos portos e no mercado físico nas próximas semanas, sobretudo se as chuvas não se regularizarem até o fim de novembro.

A análise destaca também que os estoques reduzidos reforçam a sensibilidade do mercado. O relatório lembra que a última safra foi volumosa e que as exportações ocorreram em ritmo acelerado, o que diminuiu a disponibilidade interna. Diante do início indefinido da nova temporada e da ausência de garantia de recuperação rápida do clima, “qualquer ameaça à produção pode ter reflexo direto e rápido na formação de preços”.

Outro ponto observado é o comportamento do câmbio. Segundo o especialista, “o dólar segue altamente sensível às expectativas em torno da política monetária americana”. Após as sinalizações do Federal Reserve de Nova York, a probabilidade de corte de juros em dezembro subiu para 69%, mas as atas da última reunião mostram divisão interna no Comitê. Indicadores como vendas no varejo e o Livro Bege, previstos para esta semana, devem influenciar a relação entre dólar e real.

A análise conclui que o mercado da soja inicia a semana com viés de alta, sustentado pelo atraso no plantio, estoques menores e prêmios em elevação. O documento reforça que o clima adverso domina o curto prazo e que a falta de chuvas consistentes até o fim de novembro pode consolidar um cenário de risco produtivo.





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Análise biológica do solo impulsiona produtividade e sustentabilidade das lavouras


O solo é muito mais do que um suporte físico para as plantas: trata-se de um ecossistema vivo, rico em microrganismos que desempenham papel decisivo na fertilidade, no equilíbrio nutricional e na produtividade agrícola. Por isso, as análises biológicas de solo vêm ganhando destaque no manejo moderno. Elas permitem identificar a qualidade da atividade microbiana, entender como a vida do solo influencia o desenvolvimento das culturas e fornecer subsídios para práticas mais assertivas, que resultam em maior eficiência e sustentabilidade no campo.

Entre as ferramentas disponíveis, a análise metagenômica desponta como uma das mais inovadoras. Baseada no sequenciamento do DNA extraído do solo, essa tecnologia permite mapear milhões de informações sobre os microrganismos presentes, revelando não apenas quais estão ali, mas também como interagem e afetam a nutrição e a saúde das plantas. Trata-se de um salto de precisão para o agricultor, que passa a contar com dados científicos aprofundados para direcionar decisões de manejo e potencializar a performance da lavoura.

O Brasil, maior produtor e exportador de diversas commodities, como soja, café, açúcar, algodão e suco de laranja, e entre os maiores em várias outras culturas, é responsável por sustentar a economia e garantir o abastecimento alimentar dentro e fora do país, conforme destaca a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), que em 2023 registrou a maior safra de grãos da história, com 319,8 milhões de toneladas. “A dimensão da produção agrícola brasileira é expressiva e pode ser ainda ampliada com a adoção de ferramentas tecnológicas e de apoio à tomada de decisões mais acuradas em prol da saúde do solo”, assinala a engenheira agrônoma Laura Landucci.

As análises permitem indicar o manejo adequado para manutenção dos níveis de fertilidade, estrutura e teores de nutrientes disponíveis para as plantas, entre outros benefícios. Nesse campo, a análise metagenômica é uma das metodologias mais avançadas, que oferece ainda mais detalhes sobre a vida do solo. Por meio dela, há a realização do sequenciamento do DNA do solo para examinar milhões de dados genéticos provenientes de seus habitantes microscópicos: fungos e bactérias. Com a pesquisa completa da microbiota da área, a análise proporciona aos agricultores dados essenciais e revela detalhes sobre as funções biológicas dos microrganismos presentes no solo. A partir daí é possível entender como eles interagem e influenciam a saúde e a nutrição das plantas. 

AGROBIOTA, A Análise Metagenômica do Agricultor Brasileiro

Um dos principais serviços disponíveis no mercado para a análise biológica e metagenômica do solo é o AGROBIOTA, desenvolvido pela BIOTROP – empresa brasileira referência em soluções biológicas e naturais para o agronegócio. O AGROBIOTA acessa informações detalhadas do solo e os envia para os modernos laboratórios da empresa para análise molecular e bioinformática. Após esse passo, são disponibilizadas aos agricultores informações valiosas em uma plataforma digital exclusiva, que inclui recomendações de manejo e as soluções biológicas mais adequadas para cada contexto.

Juliana Marcolino Gomes, Gerente de Pesquisa & Inovação BIOTROP, destaca que o AGROBIOTA envolve o uso de técnicas moleculares de ponta, como o uso de sequenciadores de última geração, além de softwares e ambientes computacionais exclusivos, desenvolvidos pela BIOTROP  para análise do metagenoma dos solos agrícolas brasileiros. Conta ainda com inteligência artificial embarcada, para otimizar a experiência dos usuários durante o uso da plataforma e auxiliar na interpretação das informações presentes no laudo. “Esse serviço oferece aos agricultores dados que efetivamente contribuem para o sucesso do seu negócio”.

A BIOTROP, vem promovendo encontros exclusivos para reforçar a importância da análise metagenômica do solo, como os realizados em Assis (SP) e Uberaba (MG). Em Assis, o AGROBIOTA Experience reuniu 50 participantes que representam mais de 900 mil hectares de cana. “Recebemos representantes de 15 usinas, alguns deles clientes do AGROBIOTA desde o início do programa, a associação local de produtores e cooperativas, além de fornecedores importantes. O presente e o futuro da agricultura estão no monitoramento da saúde do solo e a BIOTROP está na vanguarda dessa iniciativa no Brasil.”, conclui André Cruz, Gerente Comercial AGROBIOTA.

Se você tem dúvidas ou se interessou pela análise metagenômica, acesse o Portal AGROBIOTA (https://souagrobiota.com.br/), saiba mais sobre o tema e entre em contato com nossos especialistas. Acompanhe também nossos conteúdos no Instagram @souagrobiota (https://www.instagram.com/souagrobiota).

 





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mercado prevê risco climático para a safrinha



Milho segue com viés de estabilidade a leve alta no mercado interno



Foto: Nadia Borges

Segundo a análise do especialista da Grão Direto, divulgada nesta segunda-feira (24), “a safrinha de 2026 já preocupa”. O relatório aponta que o atraso no plantio da soja no Cerrado e no Matopiba está deslocando a semeadura do milho para fora da janela considerada ideal. Conforme o documento, isso aumenta o risco climático da segunda safra, já que parte das áreas será implantada “quando as chuvas começam a se tornar mais escassas”. O especialista afirma que o mercado futuro já antecipa esse descompasso, com prêmios de risco incorporados aos contratos do segundo semestre de 2026.

A análise destaca ainda que há “competição doméstica por oferta”, impulsionada pela demanda aquecida. Segundo o relatório, dois fatores sustentam esse movimento: a expansão das usinas de etanol à base de milho e o ritmo forte das indústrias de proteína animal. O especialista afirma que essa competição direta pressiona a disponibilidade do grão e tende a se intensificar nos próximos meses, criando um ambiente mais disputado no mercado interno.

O documento observa que há suporte tanto no mercado físico quanto na B3. Mesmo diante de possíveis recuos em Chicago ou de movimentos desfavoráveis no câmbio, “os fundamentos internos tendem a formar um piso para os preços”, especialmente devido ao consumo firme de etanol e ração. O relatório descreve esse comportamento como um “colchão de suporte” que mantém as cotações sustentadas, mesmo sob pressão externa.

A análise conclui que o milho segue com viés de estabilidade a leve alta no mercado interno. A combinação entre risco climático crescente para a safrinha e demanda doméstica aquecida sustenta os preços, apesar de sinais negativos do ambiente internacional.





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Pescadores de três estados recebem orientações sobre seguro-defeso



Começam nesta segunda-feira (24), em 122 municípios dos estados do Piauí, Amazonas e Bahia, as entrevistas e orientações que o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) fará com pescadores artesanais interessados em garantir o direito ao seguro-defeso. No Pará e no Maranhão, o serviço começará em 1º de dezembro.

A iniciativa tem por objetivo identificar os beneficiários e orientá-los sobre as novas regras para solicitar o Seguro-Desemprego do Pescador Artesanal (SDPA) – mais conhecido como seguro-defeso.

De acordo com o ministério, as entrevistas serão feitas em sindicados, associações e colônias de pescadores desses municípios, de segunda-feira a sexta-feira.

O seguro-defeso, tem o objetivo de garantir renda ao pescador artesanal durante o período de defeso, quando a pesca é proibida para preservação das espécies.

O valor do benefício corresponde a um salário mínimo mensal, pago durante todo o defeso, limitado a 5 parcelas.

Segundo as regras do MTE, nos meses em que receber o benefício o pescador não pode exercer pesca nem outra atividade remunerada que descaracterize sua condição profissional.

Mudança de gestão

A gestão do seguro-defeso ficava a cargo do Instituto Nacional do Seguro Social. No entanto, a Medida Provisória n° 1.323, de 4 de novembro, alterou a Lei nº 10.779 que trata do benefício, passando a gestão para o MTE.

De acordo com a pasta, “todos os defesos iniciados entre 1º de abril de 2015 até 31 de outubro de 2025, serão processados ainda pelo INSS”.

Apenas os que tiveram início a partir de 1º de novembro de 2025 ficarão a cargo do MTE.

“Ao assumir a competência de analisar e liberar o benefício, o MTE vai iniciar o processo de entrevistas para garantir o direito do seguro-defeso a todos os pescadores e pescadoras profissionais artesanais que cumpram os requisitos do programa, garantindo assim o direito para aqueles que vivem da pesca artesanal”, informou o ministério.

Para ter direito ao benefício, o pescador ou pescadora precisará comprovar sua residência. Além disso, será verificada a compatibilidade entre o município de residência e os territórios abrangidos pelo defeso.

Os beneficiários deverão apresentar notas fiscais de venda de pescado ou comprovantes de contribuição previdenciária com relatório periódico que comprove atividade mensal como pescador artesanal.

Canais de atendimento

Para requerer o benefício, o pescador deverá acessar o aplicativo da Carteira de Trabalho Digital ou acessar o Portal Emprega Brasil.

Uma outra possibilidade é a de ir, presencialmente, a um posto de atendimento do MTE. Lá, será possível acompanhar o processo de habilitação, pagamento, bem como solicitar pedidos de revisão do benefício.

O pescador interessado também pode solicitar a revisão do pedido do seguro-defeso de forma online, anexando a justificativa para o pedido e toda documentação comprobatória.

O MTE acrescenta que, após o requerimento, o sistema verifica se o endereço do pescador está localizado em uma cidade selecionada para fazer a entrevista presencial.

“Caso não esteja, o processo segue diretamente para o processamento do pedido pelo MTE, que, após análise, libera para pagamento. Caso esteja na cidade selecionada, o pescador será encaminhado para participar de uma entrevista presencial”, acrescentou.

Veja quais serão os municípios priorizados para as entrevistas:

  • Amazonas: Anamã, Anori, Autazes, Benjamin Constant, Beruri, Boa Vista do Ramos, Borba, Caapiranga, Canutama, Careiro, Careiro da Várzea, Coari, Codajás, Fonte Boa, Guajará, Humaitá, Ipixuna, Iranduba, Itacoatiara, Jutaí, Lábrea, Manacapuru, Manaquiri, Manaus, Manicoré, Maraã, Parintins, Santo Antônio do Içá, São Paulo de Olivença, Tabatinga, Tapauá, Tefé, Urucará, Urucurituba.
  • Bahia (BA): Barra, Bom Jesus da Lapa, Cansanção, Carinhanha, Casa Nova, Conde, Cotegipe, Curaçá, Ibotirama, Itiúba, Jandaíra, Juazeiro, Malhada, Morpará, Muquém de São Francisco, Paratinga, Pilão Arcado, Remanso, Riachão das Neves, Serra do Ramalho, Sento Sé, Sítio do Mato, Sobradinho, Xique-Xique.
  • Piauí (PI): Barras, Buriti dos Lopes, Cajueiro da Praia, Campo Largo do Piauí, Guadalupe, Ilha Grande, Joca Marques, José de Freitas, Luís Correia, Luzilândia, Madeiro, Matias Olímpio, Murici dos Portelas, Nossa Senhora dos Remédios, Parnaíba, Teresina.

Entrevistas

As entrevistas que começam nesta última semana de novembro serão feitas por bolsistas contratados pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), uma instituição pública federal ligada ao ministério.

Eles atuarão nas localidades informadas nos seguintes períodos:

  • Bahia: defeso vigora em novembro, abril e setembro. As entrevistas vão até maio de 2026.
  • Piauí: defeso ocorre em novembro, dezembro e janeiro. Entrevistas vão até março do ano que vem.
  • Amazonas: período de defeso concentrado em novembro. Entrevistas terminam em janeiro de 2026.
  • Maranhão e Pará: defesos em vigor nos meses de novembro, dezembro e janeiro. Entrevistas vão até março de 2026.



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Produção de morango varia e preços sobem em regiões do RS


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quarta-feira (19), a produção de morango na região administrativa de Caxias do Sul, em Gramado, permanece abaixo do esperado para o período. A instituição informou que “a presença de flores e frutos em desenvolvimento indica boa produção para o final de ano”. As condições meteorológicas da última semana elevaram a incidência de ácaro-rajado, o que “demanda controle com inseticidas, que nem sempre é tão efetivo”. A fase de florescimento é considerada razoável, e as colheitas seguem inferiores ao normal.

Com o aumento do fluxo de turistas durante o Natal Luz e o menor volume colhido, os preços do fruto in natura variam de R$ 25,00 a R$ 35,00/kg, enquanto o congelado é comercializado a R$ 12,00/kg em Gramado. Em Nova Petrópolis, a instituição registrou “leve tendência de alta”, com valores entre R$ 20,00 e R$ 30,00/kg nas vendas para Ceasas, intermediários e mercados, e entre R$ 25,00 e R$ 35,00/kg no varejo direto.

Na região administrativa de Pelotas, o boletim aponta leve redução na oferta, embora haja floração abundante e boa sanidade das plantas e frutos. A ocorrência de oídio e ácaro tem sido controlada pelos produtores. Segundo o informativo, a insolação recente “melhorou a coloração e o sabor dos frutos”. Os preços permanecem estáveis, variando entre R$ 15,00 e R$ 35,00/kg, conforme a qualidade.

Na região de Santa Rosa, os cultivos iniciam nova floração. As cultivares Royal Roice e San Andreas têm apresentado bom desempenho, enquanto, na cultivar Albion, há registro de mortalidade de plantas. O informativo destaca que o morango classificado é comercializado a R$ 30,00/kg, e os frutos destinados à produção de sucos e geleias, a R$ 18,00/kg, com demanda considerada adequada.





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veja como o mercado pecuário iniciou a semana



O mercado físico do boi gordo abre a semana com predominante acomodação em seus preços, enquanto são evidenciadas tentativas de compra em patamares mais baixos.

O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a segunda-feira foi pautada por lentidão, com poucos negócios concretizados.

“Após a euforia causada pela redução das tarifas sobre a carne bovina brasileira pelos Estados Unidos veio a depressão, com muitos boatos em torno da China e as potenciais salvaguardas que podem ser anunciadas nos próximos dois dias”, diz.

De acordo com ele, a importância do gigante asiático nas importações de carne bovina do Brasil explica os motivos de tamanha volatilidade nos futuros do boi gordo.

Preço médio da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 324,33 — na última sexta R$ 324,92
  • Goiás: R$ 315,36 — R$ 316,25
  • Minas Gerais: R$ 313,53 — R$ 314,71
  • Mato Grosso do Sul: R$ 318,30 — R$ 318,64
  • Mato Grosso: R$ 300,57 — R$ 301,65

Mercado atacadista

O mercado atacadista se depara com alguma queda de suas cotações. Contudo, a expectativa é de retomada no decorrer da semana.

“Isso acontecerá em linha com a boa demanda projetada para o restante do ano, com a incidência do 13º salário, criação de postos temporários de emprego e confraternizações inerentes ao período movimentando o mercado”, disse Iglesias.

  • Quarto traseiro: R$ 25,75 por quilo, queda de R$ 0,25;
  • Quarto dianteiro: R$ 19,25 por quilo, baixa de R$ 0,25;
  • Ponta de agulha: R$ 18,75 por quilo, redução de R$ 0,25.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,12%, sendo negociado a R$ 5,3945 para venda e a R$ 5,3925 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3793 e a máxima de R$ 5,4073.



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Arroba do boi gordo cai R$ 5 na Bahia e também baixa em outros estados



A arroba do boi gordo segue em queda nas principais praças de comercialização do país, mostra o Indicador do Boi Gordo Datagro, referência para a liquidação dos contratos futuros de pecuária no mercado brasileiro.

Na Bahia, por exemplo, houve queda de quase R$ 5 no mercado físico, indo da média de R$ 309,06 na última sexta-feira (21) para R$ 304,14 nesta segunda (24).

Também foi observada retração em outros estados, como em São Paulo, onde a remuneração média pela arroba foi apontada em R$ 319,45, abaixo de R$ 320 pela terceira vez em novembro.

Em outras praças com planteis maiores, como Mato Grosso e Goiás, igualmente registraram reduções nos preços neste início de semana em comparação à sexta passada, mas no Pará a diferença foi ainda mais sentida:

  • Mato Grosso: de R$ 303,15 para R$ 301,82
  • Goiás: de R$ 315,05 para R$ 314,04
  • Pará: de R$ 309,38 para R$ 306,61
  • Tocantins: de R$ 302,83 para R$ 300,74



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plantio da safra de soja 25/26 atinge 81% de área



O plantio da safra brasileira de soja 2025/26 atingiu 81% da área estimada até quinta-feira passada (20), conforme dados da AgRural divulgados nesta segunda-feira (24). Segundo o levantamento, o número representa avanço em relação à semana anterior, quando 71% da área havia sido semeada, mas ainda está abaixo dos 86% registrados no mesmo período de 2024.

O principal foco de atenção permanece em Mato Grosso e Goiás, regiões que enfrentam irregularidade das chuvas. As condições climáticas adversas têm causado atraso no plantio, abortamento de flores e vagens, além de uma janela de plantio mais apertada para a safrinha de milho.

Milho 

No milho verão 2025/26, o plantio também se aproxima da conclusão no Centro-Sul do Brasil. Conforme o levantamento da AgRural, 93% da área estimada já havia sido semeada até quinta-feira, ante 85% na semana anterior e 95% no mesmo período do ano passado.

O monitoramento climático e o ritmo das chuvas nas próximas semanas serão determinantes para o desenvolvimento da safra, especialmente nas regiões mais afetadas pelo déficit hídrico.



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especialista explica o momento certo para o controle de daninhas



O controle de plantas daninhas é um desafio contínuo e decisivo na pecuária. A dúvida sobre o momento ideal para a aplicação do herbicida no pasto novo é crucial para evitar infestações futuras e garantir a saúde da forrageira.

O engenheiro agrônomo Wagner Pires, especialista em pastagens pela Esalq-USP, oferece uma “dica de ouro”: o produtor não deve esperar o capim crescer para abafar a planta daninha, pois essa estratégia é ineficaz e altamente arriscada.

O risco dessa negligência é que, ao ser pastejado, o pasto “desabafa”, permitindo que a planta daninha volte com força e sementeie. O sementeamento é um problema grave e de longo prazo: de uma única planta podem sair centenas de sementes que germinarão nos anos seguintes, perpetuando o problema na fazenda.

Confira:

Pasto novo: a hora certa do herbicida para máxima eficácia

Para o manejo de pastagem em formação (pasto novo), a aplicação de herbicida é considerada obrigatória se houver histórico de plantas daninhas na área. A estratégia correta é agir nos primeiros estágios de desenvolvimento da invasora para garantir a máxima eficácia e o menor custo:

  • Momento ideal: o produtor deve esperar a planta daninha crescer um pouco, por cerca de 30 a 40 dias após a formação do pasto.
  • Aplicação: aplique o herbicida misturado com um foliar para potencializar o desenvolvimento do capim.

Ao realizar esse controle precoce, o produtor “limpa o pasto”, permitindo que o capim estabelecido saia na frente, garantindo a eficiência produtiva da nova área.

Manejo em pastagem estabelecida (plantas velhas)

No caso de pastagem estabelecida com plantas daninhas velhas e lenhosas, o manejo é diferente e exige um trabalho de longo prazo, com planejamento de pelo menos três anos para limpar definitivamente a área:

  • Roçada estratégica: se a planta estiver grande e lenhosa, o produtor deve primeiramente roçar a área para reduzir o volume.
  • Aplicação no pico: a aplicação do herbicida deve ser feita no pico da estação das águas, idealmente lá para janeiro ou fevereiro, para matar a planta velha e eliminar o banco de sementes.

Wagner Pires reforça que a chave é não perder o momento certo para o controle. A disciplina em agir com técnica e dosagem corretas é o que garante a eliminação das daninhas e a longevidade da pastagem.



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Como começou a semana no mercado de soja? Saiba as cotações e variações de preços



O mercado brasileiro de soja iniciou a semana sem grandes novidades nesta segunda-feira (24). De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o início de semana foi lento no mercado. Ele comenta que, no Rio Grande do Sul, parece que saíram alguns negócios mais firmes no porto, mas, no geral, a comercialização segue lenta.

Na safra nova, os reportes continuam escassos, com o produtor mantendo o foco em avançar os trabalhos no campo, especialmente agora, com o retorno das chuvas no Matopiba, que deve favorecer bons avanços percentuais.

Silveira acrescenta que a CBOT, o dólar e os prêmios oscilaram pouco, o que resultou em “um dia de poucos ajustes”. Algumas praças recuaram levemente, enquanto outras mantiveram estabilidade nas indicações.

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Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 136,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 137,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 135,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 126,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 126,50 para R$ 126,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 126,00
  • Paranaguá (PR): caiu de R$ 142,00 para R$ 141,50
  • Rio Grande (RS): caiu de R$ 142,00 para R$ 141,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sessão com cotações mistas. Em sessão volátil, o mercado alternou entre territórios positivo e negativo durante o dia. As posições mais próximas foram pressionadas pela cautela dos operadores diante da promessa de aquisição de 12 milhões de toneladas até o fim do ano. A ausência de volumes mais robustos e consecutivos ainda limitou uma reação mais consistente na sessão.

Contudo, as demais posições foram sustentadas por um movimento de reação após o anúncio de uma nova venda de soja norte-americana para a China. Porém, seguiu o ceticismo de que os chineses vão conseguir adquirir as 12 milhões de toneladas de oleaginosa norte-americana até o final do ano, até porque o produto sul-americano segue mais competitivo.

Exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 123.000 toneladas de soja à China, a serem entregues na temporada 2025/26. Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100.000 toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao USDA.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro de 2026 fecharam com baixa de 1,75 centavo, ou 0,15%, a US$ 11,23 1/4 por bushel. A posição março de 2026 teve cotação de US$ 11,32 por bushel, recuo de 2,25 centavos ou 0,19%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com perda de US$ 0,9 ou 0,28%, a US$ 314,20 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 50,18 centavos de dólar, com baixa de 0,08 centavo ou 0,15%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,12%, sendo negociado a R$ 5,3945 para venda e a R$ 5,3925 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3793 e a máxima de R$ 5,4073.



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