terça-feira, março 24, 2026

Autor: Redação

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Frente fria associada a ciclone deve atingir parte do Brasil; saiba a previsão para os próximos dias



A semeadura da safra de soja 2025/2026 segue em ritmos diferentes pelo país e principalmente no Matopiba. Tocantins já ultrapassa 70% da área plantada e a Bahia superou a metade do total previsto. Em contraste, Maranhão e Piauí apresentam atrasos significativos, com destaque para o Maranhão, que registra cerca de 21% de lentidão no avanço das operações. No cenário nacional, o atraso médio em relação ao mesmo período do ano passado é de aproximadamente 5%.

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De acordo com o meteorologista Arthur Müller, a irregularidade das chuvas tem sido o fator determinante para o atraso generalizado no Matopiba. Embora tenha ocorrido uma recuperação da umidade do solo em áreas produtoras, ainda há regiões que precisam de volumes mais consistentes, especialmente o centro-norte do Maranhão, incluindo Balsas.

Nos próximos dias, a chegada de uma frente fria associada a um ciclone deve levar chuva para a região, permitindo o avanço no ritmo de plantio. Porém, há previsão de temporais nesta quinta-feira (27), especialmente no oeste da Bahia, sul do Tocantins e sul do Piauí.

O que esperar do tempo?

Para os próximos cinco dias, a expectativa é de chuvas entre 30 e 50 mm no sul e oeste da Bahia, Tocantins e centro-sul do Maranhão. No Piauí, a condição permanece um pouco mais seca no primeiro momento, mas a tendência é de melhora entre 7 e 11 de dezembro, quando a chuva deve ultrapassar 50 mm.

Firmeza no país

Nas demais regiões do país, o centro-sul deve manter tempo firme, com mudança prevista apenas no fim de semana na Região Sul. Já no Sudeste, Centro-Oeste e Rondônia, a chuva avança com volumes mais elevados, contribuindo para a reposição da umidade do solo.

As temperaturas seguem elevadas em grande parte do Brasil. O sul de Mato Grosso e o oeste de Mato Grosso do Sul podem registrar máximas próximas dos 40 °C nos próximos dias. Em Corumbá, a previsão indica 38 °C na quinta-feira, 33 °C na sexta e 35 °C no sábado, com o calor persistindo até o início da próxima semana.



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Por que o Congresso deve Derrubar os vetos à Lei Ambiental?


O Congresso Nacional se reúne nesta quinta-feira (27) em sessão conjunta para analisar os vetos presidenciais à nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental. É um momento decisivo não apenas para a política, mas para o futuro econômico do país. Em meio ao ambiente tenso entre Executivo e Legislativo, marcado por disputas por espaço e influência, cresce a expectativa de que os principais vetos sejam derrubados. E, neste caso, a política finalmente estará a favor do Brasil.

Licenciamento não pode ser sinônimo de travamento

O que está em jogo não é flexibilizar a proteção ambiental. Não é abrir brecha para desmatamento. É afastar da legislação os entraves que transformaram o licenciamento em um labirinto burocrático, incapaz de dialogar com a realidade de um país continental que precisa crescer, investir e gerar empregos.

O Brasil não pode continuar levando 7 a 10 anos para licenciar obras básicas de infraestrutura, como estradas, pontes, linhas de transmissão, portos, ferrovias, barragens e saneamento. Esse atraso, somado a conflitos de competência e normas sobrepostas, custa bilhões em investimentos represados e compromete o desenvolvimento de estados inteiros.

Derrubar os vetos significa dar racionalidade ao processo, trazendo prazos, clareza, previsibilidade e responsabilidade, sem enfraquecer a fiscalização.

Crescimento sustentável exige eficiência, não paralisia

A discussão foi capturada por uma narrativa equivocada: a de que qualquer ajuste na legislação enfraquece o meio ambiente. Isso simplesmente não é verdade. O que protege a natureza é o planejamento bem feito, a tecnologia, o monitoramento e o cumprimento das regras. não a papelada infinita, não a duplicidade de exigências, não o caos regulatório.

Países líderes em preservação e infraestrutura, como Canadá, Austrália e Noruega, não têm licenças eternas. Têm regras claras. É isso que atrai capital e assegura proteção ambiental de verdade.

O Brasil precisa do mesmo. Sem isso, perde competitividade, perde tempo e perde oportunidades.

Em meio à crise política, uma chance de acerto

A tensão entre Executivo e Congresso escancarou uma disputa por protagonismo. Mas, pela primeira vez em semanas, há uma agenda que pode unir interesses: destravar o país.

A derrubada dos vetos seria um sinal de maturidade política, uma mensagem de que, apesar da polarização, há consenso quando o tema é desenvolvimento nacional.

O Brasil quer crescer, investir, produzir energia limpa, construir logística moderna e gerar empregos, sem abrir mão da proteção ambiental, mas sem aceitar que a burocracia se transforme em atraso permanente.

O país precisa avançar. Precisa de infraestrutura, de competitividade, de regras estáveis. A derrubada dos vetos não é um risco, é uma necessidade. É a diferença entre um Brasil moderno e um Brasil emperrado.

Hoje, o Congresso tem a oportunidade de escolher qual desses dois caminhos o país seguirá. Derrubar os vetos é escolher o desenvolvimento com responsabilidade. É escolher um Brasil que funciona.

E já passou da hora.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Moagem de cana-de-açúcar deve crescer 3,6% na próxima safra, diz consultoria



A safra 2026/27 do Centro-Sul deve registrar avanço na oferta de cana, segundo a StoneX, que projetou moagem de 620,5 milhões de toneladas, alta de 3,6% em relação ao ciclo anterior. A consultoria aponta melhora no TCH, que deve atingir 77,5 toneladas por hectare, e estabilidade da área colhida acima de 8 milhões de hectares, com recuperação das regiões afetadas por queimadas em 2024.

A maior disponibilidade de matéria-prima deve impulsionar também a produção de açúcar, estimada em 41,5 milhões de toneladas em 2026/27, um crescimento de 3,3%. Será o segundo maior volume da série histórica, apesar da leve redução no mix açucareiro, de 51,3% para 50,6%.

No etanol, a StoneX projeta produção total de 36,1 bilhões de litros na próxima safra, avanço de 9,3% sobre 2025/26. O ciclo será marcado pela continuidade da expansão do etanol de milho, mesmo com ajustes no mix entre hidratado e anidro. “São 4 novas usinas de etanol de milho que devem iniciar as operações no ciclo, incrementando uma capacidade instalada de pouco mais de 2,8 bilhões de litros até março/27”, afirmou o analista de Inteligência de Mercado da StoneX, Rafael Borges.

Safra 2025/26

Na 6ª revisão da safra 2025/26, a StoneX manteve a projeção de moagem em 598,8 milhões de toneladas, queda de 3,7% frente a 2024/25. O ATR médio deve fechar em 137,3 kg/t, recuo de 2,7%, enquanto o ATR total deve atingir 82,1 milhões de toneladas.

A produção de açúcar permanece praticamente estável, passando de 40,1 milhões para 40,2 milhões de toneladas (+0,2%), sustentada pelo mix açucareiro ligeiramente maior, de 51,3%. Já o etanol deve somar 33,1 bilhões de litros, queda de 5,4% ante o ciclo anterior, refletindo redução no etanol de cana e estabilidade no etanol de milho, que deve atingir 11,3 bilhões de litros.

Norte-Nordeste

No Norte-Nordeste, a StoneX projeta moagem de 57,3 milhões de toneladas para a safra 2025/26 (setembro de 2025 a agosto de 2026), ligeira queda de 0,5% em relação ao ciclo anterior. O ATR médio deve recuar de 134,2 kg/t para 131,2 kg/t (-2,3%), enquanto o ATR total deve somar 7,5 milhões de toneladas (-2,8%).

A produção de açúcar na região deverá atingir 3,2 milhões de toneladas, redução de 2,5% sobre 2024/25. O mix alcooleiro sobe de 49,3% para 50,7%. A produção de etanol deve avançar 28%, para 3,1 bilhões de litros, puxada pelo crescimento da produção de etanol de milho.



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Área irrigada na Argentina cresce 63 mil hectares em dois anos



A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca da Argentina informou nesta quarta-feira (26) que a superfície irrigada no país aumentou em 63.400 hectares nos últimos 24 meses. Segundo análise da Direção Nacional de Agricultura, o crescimento foi acompanhado por um investimento total de US$ 185 milhões.

O relatório detalha que o avanço foi impulsionado pela venda de mais de 600 equipamentos de irrigação por pivô central, totalizando US$ 147 milhões e uma expansão estimada de 55.000 hectares. Adicionalmente, foram incorporados mais de 8.400 hectares sob sistemas de gotejamento, com aportes superiores a US$ 38 milhões.

A pasta destacou o papel do investimento privado na estabilização do rendimento das culturas e na garantia da produção forrageira. Para estimular o setor, o governo tem realizado capacitações técnicas, como a recente jornada sobre produção leiteira na Estação Experimental do INTA Manfredi, em Córdoba.



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AgroNewsPolítica & Agro

Ministro Fávaro destaca modernização do Inmet na comemoração dos 116 anos do instituto


O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participou, nesta quarta-feira (26), da cerimônia em alusão aos 116 anos do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgão vinculado ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O evento ocorreu na sede do instituto, em Brasília (DF).

Criado pelo Decreto nº 7.672, de 18 de novembro de 1909, o Inmet nasceu como Diretoria de Meteorologia e Astronomia, vinculada ao então Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio, com a missão de ampliar a qualidade da produção nacional por meio de informações meteorológicas. O nome atual foi instituído em novembro de 1992, pela Lei nº 8.490.

Responsável por representar o Brasil na Organização Meteorológica Mundial (OMM), o Inmet coordena a rede de observação que integra o Sistema de Vigilância Meteorológica Mundial. Sua atuação envolve a emissão diária de previsões, avisos de tempo severo, boletins agroclimatológicos e a disponibilização de dados em tempo real. As informações fornecidas pelo instituto apoiam ações preventivas de órgãos públicos e setores produtivos, contribuindo para reduzir riscos, mitigar desastres e proteger vidas e recursos.

Durante a cerimônia, o ministro Carlos Fávaro destacou o processo de modernização e fortalecimento institucional. “O Inmet é um órgão de 116 anos que ficou quase duas décadas sem concurso e com estações defasadas. Modernizar não é simples, mas a equipe confiou no processo. Hoje vemos um instituto que recupera sua autoestima e volta a ser motivo de orgulho”, disse.

“Sempre pergunto: como era o seu celular há dez anos? Ele é o mesmo hoje? Não. Então como aceitar que as nossas estações meteorológicas mais modernas também tenham dez anos? Se queremos enfrentar as mudanças climáticas com seriedade, precisamos de tecnologia atualizada, e é isso que estamos fazendo ao modernizar o Inmet”, completou.

“Tenho certeza de que, juntos, trabalhando de mãos dadas, vamos fazer com que o Inmet continue sendo um instituto de excelência e um grande orgulho para todos nós”, destacou o ministro.

Fávaro também comentou sobre a convocação do concurso. “Depois de quase duas décadas sem concurso, já chamamos 80 novos servidores e abriremos mais vagas. Esse reforço de pessoal é fundamental para modernizar o Inmet e garantir que o instituto volte a operar com a capacidade que o Brasil exige”.

O diretor do Inmet, Carlos Jurgielewicz, também ressaltou os avanços recentes. “Depois de 19 anos, conseguimos realizar um novo concurso público para o Inmet, abrindo 80 vagas e já com autorização para ampliar em mais 25% esse número em janeiro de 2026. Esse reforço de pessoal marca uma virada histórica e permite fortalecer a instituição para responder às demandas da meteorologia moderna”.

“Estamos modernizando o Inmet com reformas na sede, novas estações, parcerias estratégicas e a criação de uma sala de situação totalmente atualizada. Esse conjunto de ações vai dar à meteorologia brasileira um novo patamar de impacto e confiança, refletindo o compromisso do ministério e dos servidores com o país”, completou o diretor.

ASSINATURAS Durante o evento, foi assinado o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre o Inmet e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), com foco em modelagem numérica, previsão de tempo, clima, qualidade do ar e uso de informações de satélites. O objetivo é desenvolver, aprimorar e aplicar sistemas e modelos para apoiar ações de monitoramento climático e atmosférico.

Na ocasião, o ministro Fávaro também assinou a Portaria nº 863, que estabelece as normas de relacionamento entre o Inmet e as fundações de apoio.

 





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Brasil destrói mais de 1 tonelada de cerejas do Chile após detectar presença de praga quarentenária



O Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), identificou a presença de uma praga quarentenária em uma carga de cerejas frescas importadas do Chile. O laudo laboratorial confirmou a ocorrência do Brevipalpus chilensis, conhecido como falso ácaro vermelho chileno.

A detecção ocorreu durante uma ação de rotina no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, no dia 6 de novembro. Técnicos do Mapa suspeitaram da presença do ácaro durante o processo de inspeção e coletaram amostras das frutas para análise detalhada. O material foi enviado ao laboratório da rede oficial do ministério, que confirmou a espécie.

Segundo o Mapa, a carga continha 1.120 quilos de cerejas frescas. Todo o volume foi destruído no próprio aeroporto, conforme determina a legislação fitossanitária. A medida é preventiva e busca evitar a entrada e a disseminação de pragas que não existem no Brasil e que podem causar danos econômicos à agricultura.

O Brevipalpus chilensis ocorre apenas no Chile e na Argentina (região de Rio Negro, ao norte da Patagônia) e ataca cerca de 40 espécies de plantas hospedeiras, incluindo frutíferas, ornamentais e florestais. Entre os principais alvos estão uva, limão, laranja, kiwi e cherimoia, além de figo e caqui.

De acordo com o Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas do Mapa e com a Embrapa, a cultura da uva é uma das mais sensíveis ao ácaro, que é considerado uma praga quarentenária ausente prioritária para o Brasil, ao lado da traça-da-uva (Lobesia botrana), também chamada de traça-europeia-dos-cachos.

No Chile, o falso ácaro vermelho pode provocar perdas de até 30% nos parreirais, com maior incidência nos meses mais quentes do ano.



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Megaoperaçao investiga esquema de fraude de 26 bilhões no setor de combustíveis



O Comitê Interinstitucional de Recuperação de ativos de São Paulo (CIRA/SP) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (27) a megaoperação Poço de Lobato, que busca desarticular esquema de fraude fiscal no setor de combustíveis. O alvo principal é um grupo empresarial, um dos maiores do país.

O comitê é coordenado pelo governo de São Paulo.

A operação ocorre simultaneamente em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, na Bahia, no Distrito Federal e Maranhão.

Ao todo, são mais de 190 pessoas físicas e jurídicas sob investigação, todas suspeitas de integrar a organização criminosa. São acusados de cometer crimes de ordem econômica, tributária e lavagem de dinheiro. Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, a quadrilha já causou prejuízo de R$ 26 bilhões aos cofres públicos.

Por ordem da Justiça, já foram bloqueados mais de R$ 10 bilhões dos integrantes do grupo econômico que está sob investigação.

A operação conta com apoio da Receita Federal, Procuradoria-Geral da Fazenda, Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo e das polícias Civil e Militar.



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Governo pede diálogo e faz alertas para tentar impedir derrubada de vetos ao Licenciamento Ambiental



Diante da provável derrubada da maioria dos vetos presidenciais à Lei de Licenciamento Ambiental, o governo federal, por meio do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, publicou na noite de quarta-feira (26) uma nota pedindo a manutenção dos vetos. O Congresso marcou para esta quinta-feira (27) a análise de uma série de vetos presidenciais, entre eles os relacionados ao Licenciamento Ambiental.

Na nota, o MMA argumenta que os vetos têm como objetivo proteger o meio ambiente e a saúde da população; garantir segurança jurídica para empreendimentos e investidores; incorporar inovações capazes de tornar o licenciamento ambiental mais ágil; e assegurar os direitos dos povos indígenas e das comunidades quilombolas.

O texto destaca ainda que um país que acabou de sediar a COP30 “merece uma legislação robusta e avançada sobre licenciamento ambiental”.

“O Governo do Brasil agiu dessa forma considerando o preocupante cenário de desastres climáticos extremos, que impõem riscos às famílias, à economia e ao meio ambiente. A eventual derrubada dos vetos pode trazer efeitos imediatos e de difícil reversão, especialmente em um momento em que a sociedade sente os efeitos dos desastres de Mariana e Brumadinho e de catástrofes climáticas como as recentemente vividas no Paraná e no Rio Grande do Sul.

Um país que acabou de sediar a COP30, que conseguiu reduzir pela metade o desmatamento da Floresta Amazônica e é exemplo para o mundo na utilização de fontes energéticas renováveis, merece uma legislação robusta e avançada sobre o licenciamento, uma das principais ferramentas da proteção ambiental do nosso país”, diz trecho da nota.

FPA defende derrubada dos vetos

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) defende a derrubada dos vetos presidenciais à Lei Geral do Licenciamento Ambiental. Lideranças do Congresso e representantes da Coalizão das Frentes Produtivas afirmam que a manutenção dos vetos pode travar investimentos, afetar a geração de empregos e aumentar a insegurança jurídica.

Entre os pontos mais polêmicos está o veto ao licenciamento especial em fase única, que permitiria a análise simplificada de empreendimentos considerados de baixo impacto ambiental. O governo defende que a licença única seja restrita a projetos prioritários do Executivo, com equipes técnicas específicas para garantir maior segurança.



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Aposta em corte de juros pelo Fed empolga Ibovespa


No morning call desta quinta-feira (27), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que dados fracos nos EUA e sinais de desaceleração reforçaram apostas de corte de juros pelo Fed em dezembro, derrubando a T-Note de 10 anos abaixo de 4% e sustentando a alta das bolsas de NY.

No Brasil, o Ibovespa superou 158 mil pontos com bancos e Vale, e o dólar caiu a R$ 5,34. Hoje, destaque para IGP-M, sondagens setoriais, Caged e confiança na zona do euro.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Governo federal anuncia mais R$ 3,3 bi para reconstrução do RS


O governo federal anunciou hoje (26) a liberação de mais R$ 3,3 bilhões para a realização de obras de reconstrução do Rio Grande do Sul, afetado por enchentes ocorridas em maio de 2024. Desse montante, R$ 726 milhões serão destinados para a construção de 3949 novas moradias, em 62 municípios gaúchos, com menos de 50 mil habitantes. Na ocasião, também foi realizada a entrega simbólica de 8000 moradias, adquiridas por meio do Programa Compra Assistida, no âmbito do Minha Casa, Minha Vida – Reconstrução.

A modalidade permite que as famílias gaúchas habilitadas sejam atendidas por meio da compra de imóveis novos ou usados, com financiamento do governo federal.

Durante a cerimônia com o anúncio dos investimentos, no Palácio do Planalto, a prefeita do município de Estrela, no Vale do Taquari Carine Schwingel disse que aguardava com grande expectativa a entrega das moradias.

“Não tem como ter o desenvolvimento de uma família se ela não tiver uma base sólida, uma casa construída. É isso o que vemos aqui”, afirmou.

A prefeita disse ainda ser importante o apoio do governo federal para a realização de obras para as pequenas cidades, cujo orçamento é pequeno para a realização de grandes obras.

“A enchente ensinou que a gente precisa ter investimentos na área ambiental para que a gente possa transformar nossos centros urbanos em espaços com soluções baseadas na natureza como base, como pilar e não como luxo”, disse.

“A força do governo federal é transformadora nos municípios e a esperança que temos é de vocês continuarem apoiando a gente”, agradeceu.

Com cerca de 35 mil habitantes, Estrela teve três bairros destruídos pelas enchentes e 1,5 mil famílias tiveram suas casas destruídas. A dona de casa Elga Gomes de Lima foi uma delas. Beneficiária do programa Compra Assistida. Depois de perder a moradia, Elga teve que morar com sua família na casa do sogro. Ela agradeceu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela iniciativa.

“A nossa história revela a dura realidade enfrentada por muitas famílias, mas também tem mostrado o seu compromisso [de Lula] com as pessoas do Rio Grande do Sul, nos dando a possibilidade de termos novamente o nosso próprio lar”, disse.

O ministro das Cidades, Jader Filho, afirmou que o Compra Assistido foi voltado para as famílias com necessidades mais emergenciais e que as famílias atendidas pelas estratégias de médio prazo, serão beneficiadas com as 3949 novas unidades contratadas que serão entregues a partir de 2026.

“Não tivemos compra assistida em todas os municípios porque tem cidades no Rio Grande do Sul em que não existem imóveis prontos e acabados que podem ser comprados. Então tivemos a necessidade de construí-los”, apontou.

O governo anunciou que mais R$ 571 milhões foram destinados para as cidades de Porto Alegre e São Leopoldo para obras de infraestrutura de adaptação e prevenção de eventos climáticos extremos.

Para Porto Alegre foram destinados R$ 502 milhões que serão usados para a construção de galerias e canais. Já em São Leopoldo são R$ 69,3 milhões para a aquisição de casas de bombas e contrução de redes de galeria no município.

Serão investidos ainda R$ 197,6 milhões para obras de drenagem no estado e outros R$ 13,4 para a realização de obras de contenção de encostas.

O ministro da Integração e Desenvolvimento Nacional, Waldez Góes, disse que a realização das obras mostra que o governo entende a necessidade de levar investimentos para que as cidades enfrentem eventos climáticos extremos.

“A memória da tragédia ainda é viva, mas é maior a coragem do povo gaúcho que vivenciei, durante o ano de 2024, junto com os colegas do governo federal”, disse. “Estes novos investimentos são a renovação do nosso pacto. É a certeza que a solidariedade do primeiro dia se transformou numa ação permanente para um futuro seguro”, conclui Góes.

Segundo o ministro, o governo também está investindo mais de R$ 40 milhões para realizar o mapeamento topográfico e aerofotogramétrico de 186 municípios na região do Rio Guaíba e da Lagoa dos Patos, “para ter informações suficientes para prevenir e mitigar efeitos de novas cheias que possam vir”, disse.

O ministro da Casa Civil, Rui Costa disse que até o momento, dos R$ 111 bilhões anunciados pelo governo federal para socorrer o estado, já foram aplicados R$ 90 bilhões. O ministro destacou a agilidade do governo no socorro ao estado, após as enchentes. Segundo o ministro, a ação do governo federal virou uma referência para o país de como o governo federal acolhe e trata os desastres ocorridos o território nacional.

“Nunca antes na história desse país um governo federal acolheu tão rápido, de forma tão abrangente e com o volume de recursos aportados pelo governo federal no Rio Grande do Sul”, disse. “Na história do Brasil não tem nada paralelo que possa ser comparado com a ação do governo federal, não só no volume de recursos, mas no tempo de resposta”, concluiu.





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