O governo do México aprovou o modelo de Certificado Sanitário Internacional (CSI) para começar a importar produtos destinados à alimentação de animais de companhia do Brasil.
De acordo com nota do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a nova abertura de mercado representa uma oportunidade para o setor privado nacional expandir negócios no segmento de nutrição “pet”, um mercado em forte expansão no mundo.
“Com cerca de 130 milhões de habitantes e um dos maiores contingentes de animais de estimação da América Latina, o México é hoje o segundo maior mercado para produtos ‘pet’ da região, atrás apenas do Brasil”, diz a pasta.
De acordo com levantamento da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o México importou mais de US$ 2,9 bilhões em produtos agropecuários do Brasil em 2024, com destaque para complexo soja, proteína animal, café e produtos florestais.
Com este anúncio, o agronegócio brasileiro alcança 393 aberturas de mercado desde o início de 2023.
A umidade do solo permanece crítica em grande parte do Brasil, especialmente nas regiões produtoras do Matopiba, Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. Nesses estados, os níveis de umidade disponível no solo variam entre 0% e 40%, o que dificulta o desenvolvimento de culturas da segunda safra como milho, sorgo e algodão. As lavouras que foram plantadas mais tardiamente são as mais afetadas, particularmente na fase de enchimento de grãos.
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Por outro lado, estados do Norte como Roraima e Amapá apresentam boa umidade do solo, favorecidos pela proximidade com a Zona de Convergência Intertropical, que mantém a capacidade hídrica da região elevada.
Na costa leste do Nordeste, produtores da região Sealba (Sergipe, Alagoas e Bahia) também têm se beneficiado das chuvas, mantendo boas condições para as lavouras.
Já no Sul do país, apesar do volume de água no solo ser menor em comparação com o início do inverno, o padrão de umidade ainda é considerado bom.
Previsão do tempo
Nos próximos dias, as regiões mais afetadas pela seca, Centro-Oeste, Matopiba e Sudeste, devem continuar com tempo firme. A ausência de chuvas, embora preocupante para a umidade do solo, permitirá o avanço das atividades de colheita e manejo agrícola nessas áreas, sem interrupções causadas pelo clima.
Já no Norte do país, na costa leste do Nordeste e no Sul, há previsão de chuvas até o dia 19 de julho. Uma nova frente fria deve avançar entre quarta e quinta-feira, trazendo chuvas mais expressivas para o Sul, embora o sistema se afaste rapidamente da costa. À medida que a frente fria sobe em direção ao Sudeste, as precipitações tendem a ser menos intensas.
Por fim, Espírito Santo e o leste de Minas Gerais poderão receber entre 10 e 15 milímetros de chuva, volumes considerados baixos, mas que ainda podem trazer algum alívio pontual para áreas mais secas.
Estudo da consultoria Bain & Company prevê um déficit de aproximadamente 20% no suprimento global de biocombustíveis para aviação, transporte marítimo e rodoviário pesado. Essa lacuna pode subir para até 45% em 2040, caso não ocorra avanço significativo em novas matérias-primas e tecnologias.
Tal cenário pressiona mercados estruturalmente dependentes de importações, como a União Europeia, e indica um risco crescente à viabilidade da transição energética. Para o sócio da empresa Felipe Cammarata, é nesse contexto que o Brasil se destaca como um fornecedor estratégico, com potencial real de liderar a resposta global à descarbonização dos transportes.
Isso porque, como líder global na produção de biomassa, com destaque para soja e cana-de-açúcar, o país projeta crescimento da produção da oleaginosa a uma taxa de 4% ao ano até 2030, sendo que, atualmente, 33% do grão brasileiro já é processado internamente, com 55% do óleo de soja destinado à produção de biodiesel em 2024, aumento de 72% em relação a 2017.
De acordo com a Bain, a capacidade instalada de produção de óleo vegetal no Brasil cresceu 20% nos últimos dois anos e conta com ociosidade entre 10% e 15%, o que permite aumento de produção com investimentos incrementais.
“O país também possui um parque industrial maduro e consolidado, resultado de décadas de experiência com etanol e biodiesel. A infraestrutura atual de esmagamento e refino é suficiente para atender à demanda de biodiesel projetada até 2029, com novos projetos já anunciados que devem estender essa capacidade até 2030. Além disso, a logística nacional já é integrada com o comércio internacional de commodities agrícolas e energéticas”, destaca nota da consultoria.
Aumento do processamento doméstico
Outro diferencial traçado pelo estudo da Bain está na capacidade de crescimento sustentável da cadeia brasileira sem o comprometimento da segurança alimentar.
Cammarata lembra que mais de 60% da soja brasileira ainda é exportada in natura, o que abre margem para aumento do processamento doméstico. “O crescimento da produção de biodiesel, projetado em 8% ao ano, é superior ao da soja, mas poderá ser sustentado com ganhos de produtividade e expansão sobre áreas já abertas ou degradadas, sem necessidade de desmatamento”, considera.
De acordo com ele, o país também começa a avançar no desenvolvimento de novas matérias-primas.
“A macaúba, por exemplo, é uma palmeira nativa com alto rendimento de óleo e que pode ser cultivada em áreas degradadas. Outras culturas rotativas, como camelina e carinata, também apresentam grande potencial e podem ser utilizadas para diversificar a oferta de matéria-prima com menor impacto ambiental, reduzir a dependência de commodities tradicionais e otimizar o uso de áreas agrícolas no período de entressafra”.
Desafios à frente
Cammarata ressalta, no entanto, que para viabilizar a escala produtiva dessas alternativas, ainda são necessários investimentos estruturantes, como sementes adaptadas, certificação internacional, capacitação técnica de produtores e adequações logísticas e industriais.
Diante do avanço de regulamentações em grandes mercados consumidores, como o Fit for 55 na Europa e o Inflation Reduction Act nos EUA, a demanda por combustíveis sustentáveis tende a crescer aceleradamente.
Com isso, para a Bain, com sua oferta abundante de biomassa, experiência técnica e escala industrial, o Brasil pode se tornar um fornecedor-chave de biocombustíveis como SAF (bioquerosene de aviação), HVO (óleo vegetal hidrotratado) e biodiesel para o mundo.
Protagonismo global em biocombustíveis
A Bain indica quatro passos para que o Brasil exerça protagonismo global na produção de biocombustíveis:
Programas de fomento à inovação agrícola, incluindo capacitação de agricultores, incentivos e suporte financeiro ao desenvolvimento tecnológico para adoção de culturas rotativas;
Políticas públicas que garantam previsibilidade regulatória e incentivem a exportação de biocombustíveis e o uso de matérias-primas sustentáveis;
Investimentos em novas plantas de esmagamento, biorrefino e infraestrutura de escoamento adequados a culturas alternativas;
Consolidação de acordos comerciais com mercados estratégicos.
“O Brasil tem a oportunidade de assumir a liderança na produção sustentável de biocombustíveis. Ser o celeiro de bioenergia do planeta é mais do que um papel econômico: é uma estratégia de segurança energética e de contribuição real à descarbonização global”, completa o sócio da consultoria.
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Foto: Reprodução
Um incêndio de grandes proporções atinge, desde a noite de sexta-feira (11), um silo de grãos localizado próximo à BR-116, a poucos quilômetros do centro de Arroio Grande, no sul do Rio Grande do Sul. As chamas permanecem ativas e já causaram o desabamento parcial do teto da estrutura.
A área permanece isolada por risco de colapso, e os trabalhos de combate seguem intensos. Equipes continuam atuando na tentativa de conter o fogo, enquanto toneladas de soja armazenadas no local precisam ser removidas para que o incêndio possa ser completamente extinto.
Mesmo após mais de 48 horas, a fumaça continua densa e já é percebida na área urbana da cidade. A inalação da fumaça pode causar irritação nos olhos, nariz e garganta, além de agravar problemas respiratórios em pessoas sensíveis.
Mangueiras foram posicionadas estrategicamente em estruturas próximas para levar água diretamente ao foco do incêndio, o que possibilitou avanços no controle das chamas. No entanto, a expectativa é de que os trabalhos se estendam pelos próximos dias.
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, prometeu aplicar uma tarifa de 100% sobre produtos russos caso o país não entre em um acordo de cessar-fogo com a Ucrânia nos próximos 50 dias.
Durante um encontro na Casa Branca com o secretário-geral da Otan, nesta segunda-feira (14), o presidente americano destacou que a Ucrânia deseja negociar, mas o governo russo não demonstra a mesma disposição.
Segundo Trump, a combinação entre tarifas econômicas e poder bélico pode forçar a Rússia a negociar a paz. A estratégia é pressionar o presidente russo, Vladimir Putin, com ameaças econômicas e reforço militar.
Trump também prometeu o envio de equipamentos militares dos EUA para a Otan, que os repassará à Ucrânia. Entre os itens estão mísseis do sistema Patriot, sendo o sistema mais avançado de defesa que o Ocidente enviou para a Ucrânia, onde cada unidade custa cerca de US$ 3 milhões.
Impactos no agronegócio
A Rússia é uma das maiores fornecedoras globais de fertilizantes nitrogenados, potássicos e fosfatados, insumos essenciais para a agricultura brasileira. Uma elevação nas tarifas pode gerar desequilíbrio na oferta global, pressionando os preços e dificultando o abastecimento no Brasil.
Com a possível reconfiguração de rotas comerciais, a Rússia pode buscar novos mercados para escoar sua produção agrícola e energética. Isso pode gerar maior concorrência em mercados onde o Brasil também atua, como Ásia e Oriente Médio, impactando preços de milho, trigo e carne bovina.
As tensões internacionais também afetam o câmbio. Um possível agravamento do cenário pode valorizar o dólar frente ao real, o que, por um lado, favorece as exportações, mas, por outro, encarece os insumos importados, como defensivos agrícolas, sementes e maquinários.
A dúvida é comum entre pecuaristas: será que a adubação líquida no pasto funciona de verdade? Pode substituir os fertilizantes tradicionais? Assista ao vídeo abaixo e confira o veredito de quem entende do assunto.
O assunto foi esclarecido no Giro do Boi Responde, com participação do engenheiro agrônomo Wagner Pires, da Esalq-USP, especialista em pastagens e autor do livro Pastagem Sustentável de A a Z.
Respondendo a uma pergunta do produtor César Ribeiro, de Luziânia (GO), Wagner foi direto: adubação líquida não é substituto completo para o manejo tradicional do solo.
Ela pode até ter bons resultados, mas desde que seja usada com critério e nos momentos certos.
Por que a adubação líquida não substitui a tradicional?
Trator em aplicação na lavoura. Foto: Canva
Segundo Wagner, os produtos líquidos têm baixa concentração de nutrientes e ação de curto prazo.
Ao contrário dos fertilizantes sólidos, que atuam diretamente no solo e oferecem nutrientes por longos períodos (até dois anos), a adubação líquida atua apenas nas folhas, com efeito que dura cerca de 30 a 60 dias.
“Ela é uma ferramenta de nutrição de curto prazo, não substitui os fertilizantes de solo, que têm ação prolongada”, reforçou o agrônomo.
Além disso, muitos produtos no mercado são de baixa qualidade, o que pode trazer prejuízo ao produtor. “Tem muito produto que é só água com açúcar”, alertou Wagner. Por isso, verifique a composição e a procedência do que está comprando.
Quando vale a pena usar a adubação líquida?
Detalhe de adubo com matéria orgânica. Foto: Divulgação
Apesar das limitações, Wagner Pires afirmou que a adubação líquida pode ser uma aliada do produtor rural, especialmente em momentos estratégicos:
Antes da seca, quando o capim ainda está ativo;
No início das chuvas, para estimular o rebrote da forragem;
Após estresse da planta, como ataque de cigarrinhas ou outras pragas.
Nessas situações, o efeito rápido da adubação líquida pode recuperar o vigor da planta e melhorar temporariamente a qualidade da pastagem, enquanto o manejo de solo de longo prazo segue sendo aplicado.
Adubação líquida é o mesmo que nutrição foliar?
Outro ponto importante é diferenciar os conceitos. A adubação sólida no solo promove efeito duradouro, alterando a fertilidade do terreno e garantindo produção ao longo do tempo.
Já a nutrição foliar líquida atua diretamente na planta, com efeito mais rápido, mas também mais passageiro.
“O líquido tem ação mais rápida, mas dura pouco. Serve para momentos pontuais”, explicou Wagner.
Pasto irrigado e bem nutrido com boiada. Foto: Reprodução
Para quem busca produtividade sustentável o ano inteiro, a adubação líquida deve ser vista como um complemento, e nunca como solução única.
A recomendação é clara: mantenha o manejo adequado do solo como base, e utilize os produtos líquidos apenas como reforço, nos momentos certos.
Resumo do que você deve lembrar:
Não substitui fertilizantes sólidos.
Pode ajudar em transições e situações emergenciais.
Mato Grosso é responsável por aproximadamente 3% das exportações globais de carne bovina. Se fosse um país, ocuparia a 9ª posição no ranking mundial de exportadores, segundo dados do Serviço de Inspeção Federal (SIF) e do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Em 2024, o estado produziu 1,7 milhão de toneladas de carne bovina, liderando o ranking nacional com 17,1% da produção brasileira. Foram abatidos 6,6 milhões de animais no período, consolidando a liderança de Mato Grosso como maior produtor da proteína animal no Brasil.
“Mato Grosso é um importante polo de produção de carne bovina e tem ganhado destaque no mercado internacional não apenas pelo volume de carne in natura, mas também pela exportação de miúdos e subprodutos de origem animal. O crescimento contínuo das exportações nos últimos anos tem deixado o setor cada vez mais otimista”, avalia o diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade.
Em 2025, o ritmo de produção segue aquecido, com perspectivas de abertura de novos mercados. De janeiro a maio, o estado já abateu 7,3 milhões de bois, com destaque para o mês de maio, quando mais de 553,2 mil cabeças foram processadas.
Entre os fatores que sustentam o otimismo do setor está a recente autorização, concedida em junho, para a exportação de subprodutos de origem animal destinados à fabricação de extratos para uso farmacêutico aos países da União Econômica Euroasiática.
De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Rússia, Cazaquistão, Belarus, Armênia e Quirguistão passam agora a importar itens como retina, próstata, cartilagem escapular, ovários e glândulas do timo de bovinos brasileiros.
“A União Econômica Euroasiática representa um mercado de 185 milhões de habitantes e tem ampliado sua demanda por insumos farmacêuticos de origem animal. Essa nova autorização faz parte da estratégia de diversificação da pauta exportadora, com o objetivo de reduzir a dependência de poucos países compradores e ampliar o alcance global dos nossos produtos”, reforça o diretor do Imac.
Os desafios da produção e exportação de soja no Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) estarão em pauta no X CBSoja e Mercosoja 2025, de 21 a 24 de julho de 2025, em Campinas (SP). Os debates vão abordar logística, biotecnologia e propriedade intelectual, com foco no impacto do mercado informal de sementes. As inscrições podem ser feitas aqui.
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Programação
Na terça-feira (22), das 17h às 18h30, ocorre o painel “Desafios logísticos para a exportação de soja no Mercosul”, que discutirá gargalos nos países produtores. Destaques incluem palestra sobre hidrovias com Luis Zubizarreta (ACSoja), além de apresentações sobre armazenamento de grãos e corredores logísticos com Edenilson Oliveira (Coamo). A mediação será de Marcelo Alvares de Oliveira (Embrapa Soja).
Segundo Fernando Henning, presidente do CBSoja, o painel mostrará o panorama atual do transporte de cargas, melhorias em portos e investimentos em ferrovias e hidrovias. Haverá ainda discussões sobre a automatização logística na Bacia do Prata.
Na quarta-feira (23), das 17h às 18h, o painel “Biotecnologia e propriedade intelectual no Mercosul” será moderado por Alexandre Nepomuceno (Embrapa Soja). Vivian Nascimento (Bayer) falará sobre inovações e proteção intelectual, e Mariano Bulos (The + Company) apresentará tecnologias moleculares de rastreabilidade.
Dados da Abrasem apontam que 30% das sementes usadas no Brasil não são certificadas, o que, segundo Henning, representa risco fitossanitário e impacto econômico estimado em R$ 10 bilhões anuais, reduzindo investimentos em pesquisa e inovação.
CBSoja e Mercosoja 2025
Comemorando os 50 anos da Embrapa Soja, o evento traz o tema “100 anos de soja no Brasil: pilares para o amanhã”. A expectativa é reunir cerca de 2 mil participantes. Serão 4 conferências, 15 painéis e mais de 50 palestras com especialistas nacionais e internacionais. Ao todo, 328 trabalhos foram aprovados para apresentação em pôster.
O evento contará também com o workshop internacional Soybean2035, que debaterá o futuro da biotecnologia na soja com pesquisadores do Brasil, EUA, China e Canadá.
Arena de inovação
A Arena de inovação é um espaço para a realização dos lançamentos, apresentação de trabalhos técnicos de destaque e inovações propostas pelo mercado. Mais de 40 expositores participantes do evento
Estão abertas as inscrições para o processo seletivo de vagas remanescentes do curso técnico gratuito em Agropecuária da Escola Técnica Agropecuária Engenheiro Salvador Arena (Etasa), localizada em Santa Rita do Passa Quatro (SP). Ao todo, são 29 vagas disponíveis para candidatos que já concluíram o Ensino Médio.
As aulas começam em agosto de 2025 e o curso tem duração de um ano, com carga horária total de 1.600 horas. A formação é oferecida em período integral, com aulas presenciais de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h10, e, excepcionalmente, aos sábados, das 7h45 às 11h20, conforme o calendário escolar.
Formação com foco em agropecuária e agronegócio
A grade curricular da Etasa combina conteúdo teórico e prático, com foco em produção vegetal, animal, agroindustrial e gestão de propriedades rurais. O curso também valoriza a agricultura familiar e aborda áreas essenciais como:
Planejamento de projetos agropecuários
Produção de sementes e mudas
Operação de máquinas agrícolas
Administração rural
Sanitização e manejo de propriedades
Levantamentos topográficos
“A formação técnica da Etasa é uma oportunidade concreta de transformação social por meio da educação de qualidade, com foco em empregabilidade e desenvolvimento rural”, afirma Cristina Favaron Tugas, diretora da escola.
Estrutura
Instalada em uma área de 449 hectares, a Etasa conta com:
Salas de aula temáticas
Laboratórios de Biologia, Química, Física e Topografia
Estações de aprendizagem com tecnologia avançada
Produção real de alimentos na Agroindustrial Salvador Arena, com cultivos de soja, milho, mandioca, tomate, café e criação de gado e galinhas
Benefícios para os estudantes
Além da gratuidade total, os estudantes recebem:
Alimentação durante o período escolar
Uniforme e material didático
Apoio social com três tipos de bolsas: Permanência, Transporte e Alimentação, voltadas a alunos em situação de vulnerabilidade
O preenchimento das vagas seguirá a ordem de inscrição e envio do histórico escolar do Ensino Médio em formato PDF. As 29 vagas serão preenchidas assim que a documentação dos candidatos for validada.
A semana é de tempo estável para boa parte do Brasil, com atenção à baixa umidade relativa do ar, mostra informativo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Contudo, em parte do Norte, o volume de chuva pode ultrapassar os 100 mm.
Outro destaque dos próximos dias é uma nova massa de ar frio que chega ao Sul e ao Sudeste, fazendo as temperaturas caírem significativamente. Confira a previsão entre esta segunda (14) e a próxima (21):
Sul
São previstos acumulados de até 20 mm em grande parte do Rio Grande do Sul, chegando a 30 mm em porções do oeste do estado e sudeste da costa litorânea. Já em Santa Catarina e no Paraná, o volume deve girar em torno de 10 mm ao longo da semana, reduzindo a umidade relativa do ar na Região. Porém, segundo o Inmet, entre o próximo sábado (19) e domindo (20), uma nova massa de ar frio (mapa 2, abaixo) deve provocar temperaturas abaixo de 6°C no sul do Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, contribuindo para a ocorrência de geadas em áreas de maior altitude.
Sudeste
Há prevalência de tempo estável durante toda a semana no Sudeste, com baixos acumulados de chuva (inferiores a 3 mm) previstos no extremo sul do Espírito Santo e na costa litorânea do centro-norte do Rio de Janeiro. Assim como no Sul, prevê-se redução da umidade relativa do ar, principalmente a partir de quarta-feira (16), com umidade abaixo de 40% em praticamente todo o estado de São Paulo, sul e oeste de Minas Gerais. Contudo, a massa de ar frio do Sul também deve afetar a Região, chegando no centro-sul paulista e mineiro no próximo fim de semana, levando as mínimas para abaixo de 10°C.
Centro-Oeste
Mapa 1 – Chuva. Foto: Reprodução
A previsão do Inmet indica predominância de tempo estável, sem ocorrência de chuva (áreas em branco no mapa). Além disso, também se espera redução da umidade relativa do ar em toda a Região. Tal condição poderá se intensificar a partir de quarta-feira, atingindo níveis abaixo de 30% na sexta-feira (18), principalmente em regiões como o centro e sul de Mato Grosso do Sul.
Nordeste
Não há previsão de chuva para o Nordeste. Assim como no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, espera-se redução da umidade relativa do ar, principalmente no sul do Piauí e do Maranhão, bem como no oeste da Bahia. Em pequenas áreas do litoral nordestino, podem ocorrer chuvas acima de 20 mm (tons em verde no mapa), principalmente no litoral de Sergipe e Alagoas, bem como no extremo norte maranhense.
Norte
Áreas de instabilidade se concentrarão em Roraima e no extremo noroeste do Amazonas e Pará, com volumes que podem superar os 60 mm (tons em laranja e vermelho), com destaque para os maiores acumulados de chuva da ordem de 100 mm no Amazonas na região conhecida como “Cabeça do Cachorro”, assim como no litoral norte de Roraima. Em contraste, no Acre, em Rondônia, no sul amazonense e paraense, assim como em todo o Tocantins, não há previsão de chuvas ao longo da semana. Nestas localidades, a previsão indica uma redução da umidade relativa do ar, que pode atingir níveis abaixo de 30% na sexta-feira.
Temperaturas no país
Mapa 2 – Massa de ar frio. Foto: Reprodução
Ao longo da semana, a previsão indica temperaturas máximas elevadas no centro-sul da Região Norte, no norte da Região Centro-Oeste e no oeste da Região Nordeste. Segundo o Inmet, os maiores valores devem ocorrer no sudeste do Amazonas, região central do Pará (próxima à divisa com o Amazonas), norte de Mato Grosso, norte do Tocantins, Maranhão e centro-norte do Piauí, especialmente no domindo (20).
No leste do Nordeste, assim como em parte das regiões Sudeste e leste do Centro-Oeste, as temperaturas máximas devem ficar abaixo de 30°C. Já no Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina, no Paraná e em São Paulo, são previstas temperaturas máximas inferiores a 22°C, com destaque para a região leste de Santa Catarina, onde as máximas devem ficar abaixo de 18°C.
As temperaturas mínimas devem se manter acima de 20 °C na Região Norte e no norte da Região Nordeste. No centro-sul do país, predominam mínimas inferiores a 20°C.
Temperaturas abaixo de 10°C devem ocorrer no centro-sul de Minas Gerais e de São Paulo, com as maiores quedas previstas para os dias 19 e 20, abrangendo grande parte das regiões Sudeste e Sul.
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