terça-feira, maio 12, 2026

Autor: Redação

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O USDA vem aí! Veja como ficaram as cotações da soja com a expectativa do relatório



O mercado brasileiro de soja teve uma sexta-feira (8) de poucos negócios e preços mistos pelo país, segundo Rafael Silveira, analista da consultoria Safras & Mercado. Ele destaca que a proximidade da divulgação do relatório mensal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), na próxima semana, deixa os agentes mais cautelosos, reduzindo o ritmo das negociações.

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“Nem porto nem indústria puxaram o mercado no dia”, aponta. Em algumas regiões, a indústria já conta com boa cobertura de posições e vem gradualmente recuando nas indicações de compra. Por outro lado, o produtor mantém firme suas ofertas, o que limita a fluidez dos negócios. Em Chicago, os contratos apresentaram volatilidade, mas voltaram a recuar, enquanto os prêmios nos portos seguem firmes, sustentando parte das cotações.

Em Chicago, os preços mostraram certa volatilidade, mas voltaram a recuar, enquanto os prêmios nos portos seguem firmes e fortalecidos.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 134,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 141,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 134,00
  • Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 141,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 125,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 121,00 para R$ 122,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 125,00 para R$ 124,00

Soja em Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam a sexta-feira com preços mais baixos. Sem novidades, o mercado cedeu ao cenário fundamental, que combina bom desenvolvimento da safra americana e fraca demanda pela oleaginosa, em um mercado já bem ofertado.

USDA

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá, no seu relatório de agosto, indicar elevação nas projeções de safra e estoques de soja americanos em 2025/26. Os dados para oferta e demanda americana e mundial serão divulgados na terça-feira, 12, às 13h.

Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra americana em 2025/26 deverá ficar em 4,371 bilhões de bushels, contra 4,335 bilhões previstos em julho.

Para os estoques de passagem, a previsão é de 359 milhões de bushels para 2025/26, contra 350 milhões projetados em julho. Para 2024/25, a aposta é de um corte, passando dos 350 milhões indicados em julho para 359 milhões de bushels.

Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2024/25 de 125 milhões de toneladas. Em julho, o número ficou em 125,1 milhões. Para 2025/26, a expectativa é de 127,9 milhões, contra 126,1 milhões projetados em julho.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com baixa de 6,25 centavos de dólar, ou 0,64%, a US$ 9,67 3/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 9,87 1/2 por bushel, com baixa de 6,25 centavos ou 0,62%.

Nos subprodutos, a posição setembro do farelo fechou com alta de US$ 0,50, ou 0,18%, a US$ 276,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em setembro fecharam a 52,71 centavos de dólar, com perda de 0,79 centavo ou 1,47%.

Dólar

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,24%, sendo negociado a R$ 5,4358 para venda e a R$ 5,4338 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4145 e a máxima de R$ 5,4430. Na semana, a moeda teve desvalorização de 1,97%.



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Onda de frio com os dias contados; saiba até quando as temperaturas baixas persistem no Brasil



A onda de frio que vem ‘congelando‘ o país deve seguir até o dia 13 de agosto, próxima quarta-feira, com queda nas temperaturas em diversas regiões. O destaque fica para o Sul e Sudeste, mas o frio também alcança partes do Centro-Oeste e Norte, com manhãs especialmente frescas em Rondônia e Acre. Até a Bahia deve sentir essa redução, com dias mais frios e uma sensação de frio incomum.

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Onda de frio derruba temperaturas

No Sul do país, as temperaturas serão as mais baixas, principalmente nas áreas centrais e sul do Paraná, além do norte do Rio Grande do Sul, onde há possibilidade real de formação de geada. Produtores rurais e criadores de animais devem redobrar os cuidados devido à queda acentuada da temperatura, que pode afetar tanto as plantações quanto o bem-estar dos animais. A prevenção é fundamental para evitar perdas.

Trabalhos em campo

Para quem está colhendo a segunda safra, as condições são favoráveis: não há previsão de chuvas volumosas para os próximos dias na maior parte do país, o que permite que a colheita prossiga de forma tranquila e sem grandes interrupções.

Chuvas concentradas

Apesar do frio, algumas áreas do Brasil recebem chuvas pontuais. A costa leste do Nordeste e partes do Norte registram precipitações. Em Minas Gerais e São Paulo, a entrada de umidade é fraca, com volumes acumulados baixos, o que não é suficiente para repor a umidade do solo, mas também não atrapalha o andamento das colheitas.

Próxima semana

A partir da próxima semana, o cenário poderá mudar. Há expectativa de chuvas no Sul e Sudeste, embora com volumes baixos. Já as regiões do Matopiba e Centro-Oeste devem continuar com tempo bastante seco, o que exige atenção dos produtores dessas regiões para manejo de solo e irrigação.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.



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Herbicida com molécula inédita será lançado primeiro no Brasil e mira agricultura regenerativa



A Bayer submeteu pedidos de registro do herbicida icafolin-metil à União Europeia, após concluir processos semelhantes no Brasil, Estados Unidos e Canadá. Com lançamento previsto a partir de 2028, o produto deve chegar primeiro ao mercado brasileiro. A expectativa da empresa é que o icafolin gere cerca de 750 milhões de euros em vendas globais por ano.

De acordo com a fabricante, a nova molécula representa o primeiro mecanismo de ação inédito em mais de 30 anos para controle de plantas daninhas em pós-emergência.

O icafolin foi desenvolvido para uso em culturas anuais e perenes, como soja, cereais, leguminosas, oleaginosas, frutas de caroço e de pomar, nozes, uvas e cítricos.

Novo mecanismo de ação e foco em agricultura regenerativa

Segundo a Bayer, o icafolin pertence a uma nova classe química que permite aplicações com doses mais baixas e mais precisas, com foco em segurança e sustentabilidade. O produto complementa herbicidas como o glifosato e busca enfrentar o avanço da resistência de plantas daninhas, um dos principais desafios da produção agrícola atual.

As plantas daninhas competem com as culturas por luz, água e nutrientes, afetando diretamente a produtividade. De acordo com a Bayer, o icafolin oferece um controle eficaz ao interromper a atividade das plantas daninhas no campo, mas sem eliminá-las imediatamente, formando uma cobertura que ajuda a reduzir a erosão e preservar a umidade do solo.

Essa abordagem contribui para práticas de plantio direto e cultivo reduzido, elementos centrais da agricultura regenerativa. O objetivo é melhorar a saúde do solo e aumentar a resiliência das lavouras.

O icafolin é o primeiro produto criado com base na plataforma de pesquisa CropKey, que utiliza inteligência artificial para projetar moléculas com múltiplos critérios: eficácia agronômica, segurança ambiental, sustentabilidade e conveniência para o agricultor.

O modelo permite acelerar o desenvolvimento de novos produtos ao invés de apenas rastrear compostos existentes. A Bayer pretende usar essa abordagem para criar futuras soluções de controle de pragas, doenças e ervas daninhas com ação específica em proteínas vegetais.

Segundo a empresa, o uso da inteligência artificial tem encurtado o tempo entre a concepção da molécula e sua chegada ao mercado, o que pode ampliar o acesso dos produtores a tecnologias mais eficazes e ambientalmente responsáveis.

Após o lançamento no Brasil, o herbicida deve ser disponibilizado também nos mercados dos Estados Unidos, Canadá, União Europeia e outras regiões.



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AgroNewsPolítica & Agro

Trigo em recuperação, soja em queda e milho pressionado


Os mercados agrícolas internacionais começaram esta quarta-feira (07/08) com movimentos mistos entre trigo, soja e milho. Segundo análise da TF Agroeconômica, o trigo mostra sinais de recuperação nas posições de curto prazo, enquanto a soja recua com pressão técnica e o milho sofre com as expectativas de uma safra melhor nos Estados Unidos.

O trigo na bolsa de Chicago (CBOT) abriu com alta nos contratos de setembro/25 (US$ 512,50, +4,00) e dezembro/25 (US$ 533,25, +4,00), refletindo uma leve retomada, apesar da concorrência externa manter os preços pressionados. No Brasil, o indicador CEPEA segue estável no Paraná (R$ 1.451,25) e teve leve queda no Rio Grande do Sul (R$ 1.298,68, -0,21%). Já nos países vizinhos, os preços do trigo argentino e paraguaio variam entre US$ 215 a 255, dependendo da praça.

A soja, por outro lado, segue em queda. O contrato para setembro/25 na CBOT recuou para US$ 964,50 (-1,00), atingindo nova mínima, em meio à desvalorização do óleo e farelo. No Brasil, a cotação CEPEA caiu para R$ 132,89 no interior do Paraná (-0,32%) e para R$ 138,83 em Paranaguá (-1,52%). Apesar disso, o óleo tenta se estabilizar, enquanto o farelo mostrou queda pontual após semanas de alta.

O milho apresenta leve alta em Chicago, com o contrato de setembro/25 cotado a US$ 381,75 (+2,00), após registrar mínima de US$ 3,75/bu durante o dia. No Brasil, os preços seguem pressionados: B3 em queda de até -0,58%, e CEPEA em R$ 63,67 (-0,53%). A expectativa de melhora na produtividade da safra americana, que pode ser confirmada no próximo relatório do USDA, continua provocando vendas por parte dos fundos e mantendo pressão sobre o cereal.

 





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Consultor comenta mercado de soja com safra americana robusta e expectativa por dados do USDA



O mercado de soja apresentou, nesta semana, um movimento mais lateralizado na bolsa, apesar do viés predominante de baixa nos preços. Essa situação reflete a combinação entre a expectativa de uma safra americana robusta e a desaceleração nas vendas externas dos Estados Unidos.

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Rafael Silveira, consultor da Safras & Mercado, conversou com o Soja Brasil. Ele comenta que o cenário climático favorável nos Estados Unidos fortalece a confiança do mercado em uma produção elevada nesta temporada. ”O comportamento climático nos EUA tem sido positivo, aumentando a confiança do mercado em uma safra cheia, o que naturalmente pressiona os preços em Chicago”, destaca Rafael.

USDA

O USDA sinaliza a possibilidade de revisar para cima as projeções da safra norte-americana, com o ciclo produtivo se desenvolvendo bem até o momento. ”O clima em julho foi favorável, e a expectativa é de que o padrão se mantenha também em agosto, reforçando a perspectiva de boa produtividade”, diz Silveira.

Tensão EUA-China

Ao mesmo tempo, a atual tensão geopolítica entre EUA e China gera incertezas no mercado, já que não há sinais concretos de um novo acordo comercial. Isso pode reduzir a demanda chinesa pela soja americana e redirecionar as compras para o Brasil, algo observado com atenção pelos operadores.

Soja nos portos brasileiros

Nos portos brasileiros, como Paranaguá e Santos, os prêmios giram em torno de US$ 2 por bushel, oferecendo sustentação às cotações internas. Entretanto, o recuo do dólar e a pressão negativa dos preços em Chicago limitam esse suporte.

No mercado interno, um basis fortalecido em diversas regiões mantém os preços atrativos para o produtor, mesmo diante do aumento dos custos de frete, abrindo boas oportunidades para venda.

Mercado de soja em Chicago

Por fim, o mercado de Chicago segue com viés negativo em todas as projeções, refletindo a expectativa de uma safra americana robusta e uma possível colheita recorde no Brasil, estimada em até 180 milhões de toneladas.



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Controle de vermes: por que agosto é a chave para o gado ganhar peso


Pecuaristas, o controle de verminoses no gado é um dos maiores desafios sanitários da pecuária, causando prejuízos bilionários anualmente. A primavera, com seu ambiente quente e úmido, é o período de maior proliferação de parasitas. Assista ao vídeo e confira os detalhes desta história.

Para combater esse problema, é preciso um planejamento estratégico, e agosto é o mês ideal para começar a agir.

Nesta sexta-feira (8), o médico-veterinário Elio Moro, gerente técnico da Zoetis, explicou no programa Giro do Boi o inovador Protocolo 5-8-11 e por que agosto é um momento estratégico para a vermifugação.

O protocolo, desenvolvido pela empresa em parceria com a Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, visa minimizar perdas e aumentar a produtividade do rebanho de forma eficaz.

O Protocolo 5-8-11: um controle estratégico

Centro de Manejo de Baixo-Estresse embrapaCentro de Manejo de Baixo-Estresse embrapa
Foto: Embrapa/Divulgação

O Protocolo 5-8-11 foi criado para realizar o controle de verminoses em momentos estratégicos do ano, coincidindo com manejos importantes na fazenda, como as campanhas de vacinação.

As aplicações são feitas nos meses de maio, agosto e novembro, garantindo um controle mais efetivo dos parasitas internos e um desempenho superior do rebanho em todas as estações.

  • Maio (5): A primeira aplicação é feita com um endectocida com doramectina 3,5%, marcando o início da seca. Ele garante proteção prolongada até agosto.
  • Agosto (8): A proteção é renovada com a aplicação de um endectocida à base de moxidectina 1%, que, graças à sua alta eficácia e molécula única, elimina os parasitas internos.
  • Novembro (11): Um novo tratamento com um endectocida com doramectina 3,5% é realizado, com o objetivo de proteger os animais no período de recuperação das pastagens e da maior proliferação de parasitas.

Por que agosto é estratégico?

Foto: Wenderson Araujo/CNA

O mês de agosto, no final da seca, é crucial para o sucesso do protocolo. A aplicação neste período garante que a proteção dos animais seja renovada, eliminando os parasitas internos antes da chegada da primavera, que é a estação com o maior desafio de proliferação de vermes nas pastagens.

Ao manter o rebanho livre de vermes, o pecuarista garante que os animais aproveitem melhor o alimento disponível e tenham um desempenho superior na estação mais quente e úmida.

O retorno do uso do protocolo é significativo: estudos comprovam que ele contribui para aumentar a produtividade em até 30%, o que equivale a produzir quase 1,6 arroba por hectare a mais que no manejo tradicional.

O Protocolo 5-8-11 é uma tecnologia de ponta que oferece uma solução eficaz para o controle de verminoses, transformando um problema silencioso em uma oportunidade de aumentar a rentabilidade e a produtividade da fazenda, com um manejo simples e estratégico.



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AgroNewsPolítica & Agro

Newe Seguros lança ação para apoiar o produtor rural


Com o mercado retraído pelo cenário macroeconômico e corte de subsídios do governo federal que causam incertezas no setor agrícola, a Newe Seguros lança uma ação inédita para apoiar e estimular o produtor rural para a safra de verão, visando a colheita da soja. Entre 1º e 20 de agosto, os clientes que emitirem apólices de seguro multirrisco para cultura de soja não terão dúvidas sobre o custo final do seguro e ainda poderão parcelar a contratação até o início do plantio. Se o produtor não conseguir acessar a subvenção por falta de verba federal, a seguradora quita a parcela referente à subvenção.

“É uma ação pioneira, pensada para proporcionar ao produtor uma solução inovadora e que possa impactar toda a cadeia rural. Hoje, diante da falta de garantia em relação ao recurso da subvenção, queremos apoiar o segmento e ser um parceiro do mercado”, afirma o diretor comercial da Newe, Marcos Vinicius Pereira.

O principal objetivo do movimento é dar suporte aos pequenos e médios produtores, que representam 77% dos estabelecimentos rurais no Brasil, segundo o Censo Agropecuário do IBGE. Esse grupo foi diretamente afetado pelo contingenciamento de R$ 445,17 milhões do orçamento de 2025 reservado ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), anunciado no mês passado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e que representa 42% do total de R$ 1,06 bilhão previsto na Lei Orçamentária Anual. O PSR oferece subvenção de 20% sobre o valor do prêmio de seguro rural para a cultura da soja.

Essa retração deverá reduzir a área segurada para menos de 5 milhões de hectares, o menor volume em sete anos, deixando milhares de produtores sem acesso a apólices, principalmente no que se refere à cobertura da safra de soja, que pode ser afetada pelo fenômeno La Niña durante a colheita, prevista para fevereiro de 2026.

“A área média do programa de subvenção federal é de 50 hectares, portanto não são megaprodutores. Pelos nossos cálculos, os R$ 445 milhões contingenciados, em teoria, representam uma redução de R$ 37 bilhões de proteção que estariam deixando de ser contratados com esse movimento do governo, trazendo um impacto severo para a economia caso ocorra algum desastre climático”, destaca o vice-presidente da Newe, Rodrigo Motroni.

Além do corte no PSR, o governo anunciou um aumento de apenas 1,5% no Plano Safra 2025/2026 em comparação ao exercício anterior, passando de R$ 508,69 milhões para R$ 516,2 bilhões. As taxas de juros do Plano tiveram aumento de 1,5 a 2 pontos percentuais em relação ao programa do ciclo anterior, dificultando o acesso ao crédito.

Nesse contexto de dificuldades, o movimento da Newe foi projetado nos mínimos detalhes para amparar o setor agrícola. “Estamos trazendo uma ação disruptiva, planejada e muito calculada, para trazer fôlego e apoio ao produtor rural. Todas as propostas efetivadas serão submetidas às regras convencionais de subscrição e, em caso de sinistro, o prêmio eventualmente abatido neste processo será descontado do valor a ser indenizado, com toda responsabilidade e transparência junto a todos os envolvidos”, enfatiza Pereira.





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Lula sanciona lei de licenciamento ambiental com 63 vetos



Lula sancionou a lei que estabelece novas regras para o licenciamento ambiental, com 63 vetos. A decisão foi anunciada nesta sexta-feira (8) pela secretária-executiva da Casa Civil, Miriam Belchior, durante evento no Palácio do Planalto. Ela esteve acompanhada da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e do ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira.

Segundo Belchior, os vetos seguiram quatro diretrizes principais:

  • Garantir a integridade do processo de licenciamento;
  • Dar segurança jurídica para empreendimentos e investidores;
  • Assegurar os direitos de povos indígenas e comunidades quilombolas;
  • Incorporar inovações que tornem o licenciamento mais ágil, sem comprometer sua qualidade.

A secretária informou ainda que Lula assinará uma medida provisória (MP) que cria a Licença Ambiental Especial, com eficácia imediata. Esse tipo de licença permitirá autorizar obras e empreendimentos de forma mais rápida, independentemente do impacto ambiental, desde que sejam considerados estratégicos pelo governo federal.

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A MP entra em vigor assim que for publicada no Diário Oficial da União, mas precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade.

O projeto de lei foi aprovado pelo Congresso na madrugada de 17 de julho, criando novos tipos de licenças ambientais e definindo regras gerais para o setor. Agora, deputados e senadores vão analisar os vetos presidenciais e decidir se derrubam ou os mantêm.



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Saques da poupança superam depósitos em R$ 6,25 bilhões em julho



Os saques em cadernetas de poupança superaram os depósitos em R$ 6,25 bilhões no mês de julho deste ano. O resultado decorre de um total de R$ 363,57 bilhões em depósitos; e de R$ 369,82 bilhões em saques no mês. É o que mostra o Relatório de Poupança, divulgado nesta sexta-feira (8) pelo Banco Central, em Brasília.

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De acordo com o documento, os rendimentos creditados em julho nas contas de poupança ficaram em R$ 6,47 bilhões. Com isso, o saldo se manteve pouco acima de R$ 1 trilhão.
Mais números

Em junho, os depósitos feitos em poupança estavam maiores do que os saques em R$ 2,12 bilhões. Em julho do ano passado, a situação era inversa, com os saques superando os depósitos em R$ 908,6 milhões.

No acumulado de 2025, os saques superaram os depósitos em R$ 55,9 bilhões.
Entre os motivos que levam a um cenário em que os saques na poupança são maiores do que os depósitos figura a alta da taxa básica de juros (Selic), que está atualmente em 15% ao ano.



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