quarta-feira, maio 27, 2026

Autor: Redação

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saiba onde pode ter chuva hoje no Brasil



Veja como fica o tempo em todas as regiões brasileiras nesta sexta-feira (2) e confira onde pode ter chuva, de acordo com a previsão da Climatempo.

Sul

As temperaturas continuam baixas na região durante o começo da manhã, mas não há risco de geada. O dia será marcado por sol e pouca nebulosidade nos três estados, com temperaturas subindo de forma gradativa à tarde.

Chove em forma de pancadas mais localizadas no oeste do Rio Grande do Sul, durante o fim da tarde e à noite.

Sudeste

A previsão é de pouca chuva, devido ao vento úmido que sopra do mar contra a costa no litoral norte de São Paulo e em pontos isolados do litoral do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.

Nas demais áreas da região, o sol aparece entre poucas nuvens e tempo se mantém firme. As temperaturas continuam amenas.

Centro-Oeste

O ar quente e úmido continua estimulando nuvens de chuva no centro-norte e leste de Mato Grosso e no oeste de Goiás, com condições de pancadas mais irregulares.

Não chove no Distrito Federal e o tempo continua firme em Mato Grosso do Sul. 

Nordeste

O risco de temporal continua no leste/litoral da Bahia e em Salvador, com potencial de volumes elevados de chuva. O interior da Região, continua com tempo mais firme e seco, enquanto algumas pancadas podem ocorrer à tarde no norte do MA, PI e CE.

Norte

A semana termina com tempo abafado na região e risco alto de chuva forte em todos os estados.

O potencial para temporais é elevado no Amazonas, Roraima, Amapá e noroeste e norte do Pará ao longo do dia.



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Teste auxilia na seleção de sementes mais vigorosas



O teste possibilita prever como as sementes irão se comportar ao longo do tempo



O teste possibilita prever como as sementes irão se comportar ao longo do tempo
O teste possibilita prever como as sementes irão se comportar ao longo do tempo – Foto: Divulgação

De acordo com Raíner Kesley, Analista de Qualidade de Sementes da Sementes Jotabasso, o Teste de Envelhecimento Acerado (E.A) é uma das principais ferramentas utilizadas no Controle de Qualidade para identificar lotes de sementes com maior potencial fisiológico. O procedimento simula condições extremas de temperatura e umidade, acelerando o processo de envelhecimento das sementes e revelando sua real capacidade de germinação e vigor.

Entre os principais benefícios do teste está a predição do desempenho em campo, pois ele permite identificar quais lotes têm maior capacidade de germinar e se estabelecer em ambientes adversos. Isso contribui diretamente para a tomada de decisão técnica, facilitando a escolha dos lotes mais adequados para plantios mais exigentes e garantindo maior segurança ao agricultor.

Outro ponto destacado por Raíner é a avaliação da qualidade no armazenamento. O teste possibilita prever como as sementes irão se comportar ao longo do tempo até serem entregues ao produtor final, o que é fundamental para manter a integridade do material durante a estocagem. Além disso, o E.A proporciona mais assertividade no processo, ao detectar possíveis falhas que poderiam comprometer a emergência das plantas, reduzindo perdas no campo.

Dessa forma, o Teste de Envelhecimento Acerado se mostra indispensável na seleção de sementes mais vigorosas, elevando a qualidade dos lotes disponibilizados ao mercado e contribuindo diretamente para o sucesso das lavouras. As informações foram divulgadas  no perfil oficial de Kesley na rede social LinkedIn.

 





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Soja fecha em baixa pressionada por retração econômica


Segundo a TF Agroeconômica, os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) encerraram esta quarta-feira (data não especificada) em queda, pressionados por fatores econômicos e geopolíticos. O contrato de maio, referência para a safra brasileira, recuou -0,60%, ou -6,25 cents/bushel, cotado a US$ 1034,75. Já o contrato de julho caiu -0,78%, ou -8,25 cents/bushel, fechando em US$ 1044,50. O farelo de soja para maio caiu -0,17%, a US$ 290,0 por tonelada curta, e o óleo de soja recuou -0,55%, para US$ 48,58 por libra-peso.

O recuo da soja nesta sessão refletiu a influência negativa do cenário macroeconômico dos Estados Unidos. A primeira leitura do PIB norte-americano no primeiro trimestre apontou uma retração de 0,3%, resultado que abalou a confiança do mercado e pode indicar uma possível queda no consumo doméstico, afetando diretamente a demanda por grãos. Com isso, todo o complexo da soja — grão, farelo e óleo — foi impactado negativamente.

Enquanto isso, milho e trigo conseguiram alguma estabilidade graças à abertura de negociações entre os EUA e seus principais compradores. A soja, por outro lado, segue prejudicada pela ausência de avanços nas conversas com a China, seu principal importador. As tensões comerciais entre as duas potências continuam a pesar no mercado, sem sinais claros de resolução.

A retórica do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a ganhar destaque nas análises, ao afirmar que a China está sendo severamente atingida pelas tarifas e que espera por um futuro acordo com o país asiático. No entanto, a falta de ações concretas segue adicionando incerteza ao mercado da soja.

 





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Mercado da soja tem poucas atualizações


O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul tem indicações no porto, para entrega em maio e pagamento 12/05 na casa de R$ 133,00, marcando manutenção, segundo informações da TF Agroeconômica. “No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 128,00(-1,54%) Cruz Alta – Pgto. 30/05 – para fábrica R$ 128,00(-1,54%) Passo Fundo – Pgto. 30/05 R$ 129,00(-0,77%) Ijuí – Pgto. 30/05 – para fábrica R$ 128,00(-1,54%) Santa Rosa / São Luiz – Pgto. meados de junho. Preços de pedra, em Panambi, caíram para R$ 120,00 a saca, para o produtor”, comenta.

A colheita de soja em Santa Catarina avança rapidamente e supera as expectativas iniciais, com produtores relatando alto desempenho tanto da soja quanto do milho. Mesmo com uma estiagem breve no oeste, a produção manteve-se elevada em todo o estado. Com cerca de 80% da safra colhida, o setor comemora os bons resultados em produtividade e rentabilidade. Hoje, no porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 134,04.  

No Paraná, o aumento na produção ocorreu mesmo sem expansão significativa de área plantada, demonstrando ganhos de eficiência no campo. “Em Paranaguá, o preço chegou a R$ 133,86, marcando queda de 1,29%. Em Cascavel, o preço foi 122,84(-2,63%). Em Maringá, o preço foi de R$ 124,44(-1,0%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 127,10(-1,40%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$134,42(-0,46%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 130,00”, completa.

A colheita de soja no Mato Grosso do Sul atingiu 99,7% da área até 25 de abril, superando a safra anterior e a média dos últimos cinco anos, segundo o SIGA/MS. Apesar do bom avanço, as lavouras apresentam qualidade mista: 48,2% em boas condições, 28,2% regulares e 23,6% ruins, de acordo com a APROSOJA/MS. A safra 2024/2025 mostra recuperação mesmo com desafios fitossanitários. No mercado, os preços da saca variam entre R$ 110,14 e R$ 120,45 nas principais praças.

Enquanto isso, o custo da soja em Mato Grosso supera R$ 4 mil por hectare. “Campo Verde: R$ 115,32(-0,32%), Lucas do Rio Verde: R$ 110,86(+0,44%) Nova Mutum: R$ 110,59(+0,20%). Primavera do Leste: R$ 115,32(-0,32%). Rondonópolis: R$ 114,92(-0,67%). Sorriso: R$ 110,59(+0,51)”, conclui.

 





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Milho misto na B3: Entenda



A pressão de baixa é resultado de um cenário favorável à produção no Brasil



A pressão de baixa é resultado de um cenário favorável à produção no Brasil
A pressão de baixa é resultado de um cenário favorável à produção no Brasil – Foto: Pixabay

Segundo informações da TF Agroeconômica, os contratos futuros de milho na B3 encerraram a quarta-feira de forma mista. Enquanto os vencimentos mais curtos permanecem pressionados pelo bom andamento da colheita da safrinha, os contratos mais longos se beneficiaram de uma leve recuperação cambial e de altas na Bolsa de Chicago. No mês, o milho acumulou perdas: maio caiu -1,78%, julho -6,92% e setembro -5,22%.

A pressão de baixa é resultado de um cenário favorável à produção no Brasil, com clima propício à colheita e maior oferta no mercado interno. Isso reduz o poder de barganha dos vendedores. Por outro lado, o dólar e Chicago contribuíram positivamente para os preços mais distantes. Os fechamentos do dia na B3 mostram queda generalizada: maio/25 fechou a R$ 76,34 (-R$ 0,07 no dia), julho/25 a R$ 67,29 (-R$ 0,07) e setembro/25 a R$ 67,78 (-R$ 0,27).

Em Chicago, o milho também fechou de forma mista, com viés positivo. O contrato de maio subiu 1,47% ou $6,75 cents/bushel, encerrando a $467,25. Já julho avançou 1,12% ou $5,25 cents/bushel, a $475,25. A recuperação foi motivada pela possibilidade de alívio tarifário nas exportações de automóveis e autopeças para parceiros estratégicos como México, Canadá e Japão, que também são importantes compradores de milho e trigo dos EUA.

Além disso, a liberação do uso do etanol E-15 ao longo do ano trouxe expectativa de maior demanda por milho destinado à produção de biocombustíveis. A produção diária de etanol cresceu, e os estoques caíram pela segunda semana consecutiva, fortalecendo a expectativa de um mercado mais aquecido para o cereal.

 





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Confira como está o milho nos estados


Com o mês de maio praticamente fechado, as compras se concentram no milho diferido para junho e no milho da safrinha para entrega em julho no estado do Rio Grande do Sul, segundo informações da TF Agroeconômica. “No interior, os preços pedidos para maio variam entre R$ 70,00 e R$ 74,00 por saca, com o mês já praticamente coberto. As médias regionais atualizadas ficaram em R$ 70,00 em Santa Rosa e Ijuí; R$ 71,00 em Não-Me-Toque; R$ 72,00 em Marau, Gaurama e Seberi; R$ 73,00 em Arroio do Meio e Lajeado; e R$ 74,00 em Montenegro. Os preços da pedra caíram para R$ 64,00 por saca em Panambi”, comenta.

Para aumentar o ritmo das negociações do milho, o mercado ainda aguarda o término da colheita da soja. “No porto, mantêm-se os valores de R$ 72,00 para entrega em agosto com pagamento em 30/09 e de R$ 73,00 para entrega em outubro com pagamento em 28/11. As cooperativas locais seguem pagando R$ 69,00 em Papanduva, R$ 70,00 em Campo Alegre e R$ 71,00 para o oeste do estado e a região serrana”, completa.

O mercado de milho no Paraná segue travado, com pouca movimentação, já que os produtores continuam priorizando a conclusão da colheita da soja. “Nos Campos Gerais, o milho para pronta-entrega segue com referência em torno de R$ 76,00 por saca FOB, embora ainda haja vendedores pedindo até R$ 80,00 por saca. Para entregas em junho, com pagamento no fim do mês, os preços giram em torno de R$ 73,00 por saca CIF indústria. Apesar da lentidão nas negociações, o avanço da colheita da soja pode destravar o mercado nas próximas semanas”, indica.

No Mato Grosso do Sul, o mercado segue travado, com preços em queda. “As cotações estão em torno de R$ 122,00 por saca em Dourados, Campo Grande e Caarapó; R$ 121,00 em Maracaju e Ponta Porã; e cerca de R$ 120,00 em Sidrolândia, São Gabriel do Oeste e Chapadão do Sul. Nos portos, os preços permanecem estáveis, com referência em R$ 135,00 por saca tanto em Paranaguá quanto em Santos, servindo de base para as operações de exportação”, conclui.

 





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Congresso da carne reunirá cadeia produtiva para debater futuro da pecuária



Durante a 90ª ExpoZebu, em Uberaba (MG), o Sistema Faemg Senar anunciou oficialmente o lançamento do Congresso Nacional da Carne (Conacarne), que será realizado em parceria com a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) nos dias 18 e 19 de setembro, no Expominas, em Belo Horizonte.

A primeira edição do Conacarne pretende reunir mais de 2 mil participantes e promover discussões estratégicas sobre os principais desafios e oportunidades da cadeia produtiva da carne no Brasil. A programação será voltada para produtores rurais, representantes da indústria frigorífica, pesquisadores, técnicos, empresários e agentes do setor público e privado.

Para o presidente do Sistema Faemg, Antônio Pitangui de Salvo, o congresso é uma oportunidade de dar visibilidade ao setor pecuário brasileiro e fomentar novos negócios. “Crescemos nos últimos anos e temos muitas oportunidades de negócios e um potencial imenso pela frente para explorar”, afirmou.

O presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Gabriel Garcia Cid, elogiou a iniciativa e destacou a importância de um evento com foco na pecuária. “Precisávamos de um congresso como esse”, afirmou. Ele também ressaltou que a ABCZ está comprometida em contribuir com o desenvolvimento do setor.

O Conacarne deve abordar temas como sanidade animal, sustentabilidade, exportações, rastreabilidade, tecnologia, bem-estar animal e políticas públicas para o setor. Segundo a organização, o objetivo é posicionar o Brasil como referência global em qualidade, produtividade e responsabilidade ambiental na produção de carne.



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Clima favorece algodão em Mato Grosso, mas umidade preocupa para maio



Excesso de umidade pode comprometer o rendimento final do ciclo




Foto: Pixabay

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou nesta segunda-feira (28) sua análise semanal, apontando que 51,14% das lavouras de algodão no estado estão na fase de pendoamento e 9,46% se encontram em florescimento. Segundo o instituto, as condições climáticas desde o início do plantio têm sido favoráveis ao desenvolvimento da cultura no estado.

Os volumes de chuva registrados em abril beneficiaram especialmente as áreas de segunda safra, semeadas fora da janela ideal, que se encerrou em 31 de janeiro. De acordo com o Imea, 46,52% das áreas foram plantadas após esse período. “O clima tem favorecido o crescimento do algodão, mas a atenção agora se volta para o mês de maio”, afirmou o instituto em nota.

O Imea alertou que a ocorrência de chuvas volumosas durante a fase atual pode prejudicar as práticas culturais e afetar a qualidade dos capulhos do baixeiro, principalmente nas áreas da primeira safra, semeadas mais cedo. Segundo previsões do NOAA, há expectativa de precipitações acima da média até 7 de maio em parte das regiões Norte, Nordeste e Médio-Norte do estado.

“O excesso de umidade nesta fase pode comprometer o rendimento final do ciclo, caso o cenário se prolongue”, informou o instituto.





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Carregador frontal lançado na Agrishow tem tecnologia alemã



Durante a Agrishow 2025, em Ribeirão Preto (SP), a Marispan anunciou o lançamento da linha Profiline by Stoll, resultado de uma parceria com a fabricante alemã Stoll. Trata-se de uma nova categoria de carregadores frontais, considerada a mais tecnológica já disponibilizada no mercado nacional.

A linha é composta pelos modelos P90, P100, P110 e P130, e foi desenvolvida para atender diferentes faixas de potência de tratores, de 50 a 240 cavalos. Os equipamentos possuem capacidade de carga que varia entre 300 kg e 2.000 kg.

Segundo a empresa, o lançamento visa ampliar a atuação no mercado global e atender a diferentes níveis de demanda, desde pequenos produtores até grandes operações mecanizadas. A iniciativa também marca a entrada da Stoll no mercado brasileiro, por meio da parceria com a Marispan.

“Essa cooperação é estratégica para ampliar a presença internacional da empresa e garantir oferta de equipamentos com tecnologia avançada no Brasil”, disse o diretor da Marispan, Paulo Nascimento. Ele afirmou que a escolha da Stoll se baseou na experiência e no histórico da marca alemã no segmento de carregadores frontais.




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