domingo, agosto 23, 2026

Autor: Redação

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Prevenir e combater queimadas são desafios para toda sociedade



No Brasil que em 2024 arde em chamas, prevenir e combater queimadas no Cerrado, são desafios para Corpo de Bombeiros e brigadistas voluntários, que arriscam a vida em difíceis operações e para toda sociedade. O primeiro episódio da série especial, ‘Cerrado Sem Fogo’, mostra como é feito esse trabalho.

De acordo com o Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram 68.635 focos de queimadas no país em agosto, um crescimento de 144% em relação ao mesmo período de 2023, quando foram registrados mais 28.056 focos de incêndio, uma das piores marcas desde 2007, quando atingiu mais 91.085 focos.

Em todo o Cerrado, bioma que ocupa cerca de 25% do território nacional, foram mais 18.620 focos.

Nos estados do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), de janeiro até 13 de setembro de 2024, foram 30.683 focos.segundo dados do Programa Queimadas do Inpe.

Um trabalho difícil para os combatentes que neste episódio detalham como são as ocorrências de incêndios florestais no Cerrado brasileiro.

Participaram deste episódio o Major Rocha, comandante da Base Floresta Oeste, de Barreiras (BA), o produtor rural, Jarbas Bergamaschi, que recentemente atuou no combate de um incêndio em uma de suas propriedades, da coordenadora do Bahia Sem Fogo, Daniela Fernandes e do gerente de sustentabilidade da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba).

Assista ao episódio:

O projeto Cerrado Sem Fogo é uma campanha do Canal Rural Bahia com apoio da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), JCO Bioprodutos, Grupo Progresso e Sindicato dos Produtores Rurais de Luís Eduardo Magalhães.


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Mulheres do campo e produção de ovelhas são destaques do Cooperativismo em Notícia



O encontro estadual de mulheres cooperativistas de Santa Catarina e a família Packer, no quadro gente que faz o agronegócio, serão os destaques da semana do programa Cooperativismo em Notícia:

Com a presença de quase 1.300 convidadas, o 19º encontro estadual de mulheres cooperativistas de Santa Catarina, mostrou, mais uma vez, a força desse segmento que se tornou fundamental para o desenvolvimento do setor.

Hoje, elas representam perto de 45% de todo o universo de associados, totalizando 1,5 milhão de cooperadas. Esse movimento, que começou entre as décadas de 1960 e 1970, só chegou a esse estágio porque as cooperativas, na base, fazem um trabalho extraordinário.

No calendário deste ano, palestras, shows e muita emoção. A Leila Ferreira, escritora, veio falar sobre a “arte de ser leve”. Já a Kareemi, jornalista, se propôs a uma reflexão mais ampla sobre o poder dos ciclos femininos.

Gente que faz o agronegócio

O quadro gente que fez e gente que faz o agronegócio, cujo seu maior propósito é dar visibilidade ao homem e à mulher do campo, e, claro, aos seus conceitos de produção, se tornou referência na televisão catarinense.

Ao longo de todos esses anos, centenas de bons exemplos foram espalhados. Porque o foco é mostrar quem faz a diferença no dia a dia das propriedades. E a nossa missão da semana será com a família Packer, de Pouso Redondo. Nos 84 hectares de área, eles produzem sementes de arroz, gado de corte e ovelhas.

No caso das ovelhas, isso nos remete a uns 15 anos mais ou menos. Agora, uma cultura profissional, com orientação técnica especializada, veio de uns quatro anos para cá. A raça Sulfok foi a que melhor se adaptou à região. É excelente produtora de carne magra e pode atingir até 80 quilos.

Um animal rústico que suporta bem o clima úmido. Hoje, o rebanho da dona Tânia, possui 59 animais: 42 matrizes, 15 borregos e dois reprodutores.

O programa Cooperativismo em Notícia é produzido pela equipe de comunicação da Fecoagro/SC e veiculado pelo Canal Rural aos sábados as 8h30, com reprises as terças- feiras às 13h30.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de trigo continua travado


De acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Rio Grande do Sul continua travado, com uma notável falta de demanda. Os compradores aguardam por uma queda nos preços, enquanto os vendedores esperam uma recuperação do mercado. 

Moinhos da região, especialmente os que trabalham com trigos de qualidade mediana, relataram uma baixa na moagem durante o mês de agosto, o que prolongou a necessidade de novos estoques para setembro. Atualmente, os vendedores estão pedindo R$ 1.250,00 FOB para trigos com PH mínimo de 77 e qualidade panificável, mas os moinhos não estão dispostos a pagar esse valor. Além disso, o trigo argentino está sendo oferecido a US$ 310,00 sobre rodas no porto de Rio Grande.

Em Santa Catarina, a situação é similar, com os moinhos aguardando a chegada das novas safras do Paraná, Rio Grande do Sul e a produção local para reabastecimento. A baixa demanda por farinha tem mantido a moagem em níveis menores neste mês de outubro. No mercado, os preços da saca de trigo tiveram variações: em Campos Novos permaneceram em R$ 75,00, enquanto em Chapecó subiram para R$ 68,00 (+3,03%), em Pinhalzinho para R$ 72,00 (+2,86%), e em Mafra e Concórdia registraram alta de 3,03%, com os preços subindo para R$ 68,00 e R$ 67,00, respectivamente.

No Paraná, os preços do trigo da nova safra praticamente se mantêm iguais aos da safra anterior. Segundo um corretor local, metade das lavouras nos Campos Gerais foi afetada pelas geadas, especialmente na crista das espigas, onde a umidade agravou o problema. Com isso, os moinhos paranaenses estão trabalhando quase exclusivamente com trigo importado e gaúcho, com preços em torno de R$ 1.400,00 FOB, acrescidos de ICMS e frete. Para o trigo da nova safra, os vendedores pedem valores entre R$ 1.530,00 e R$ 1.550,00 FOB.
 





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Suspeitos de incêndio criminoso no Pantanal são alvo de operação da PF



Suspeitos de incêndio criminoso no Pantanal, que causou prejuízo de R$ 220 milhões, são alvo da Operação Prometeu, deflagrada pela Polícia Federal (PF), nesta sexta-feira (20).

Segundo as investigações, neste ano, mais de 6,4 mil hectares foram queimados para a criação de gado na região de Corumbá, em Mato Grosso do Sul. Os agentes cumprem sete mandados de busca e apreensão no estado.

Os suspeitos devem responder pelos crimes de provocar incêndio em mata ou floresta, desmatar e explorar economicamente área de domínio público, falsidade ideológica, grilagem de terras e associação criminosa.

De acordo com a PF, a área queimada tem sido repetidamente foco desse tipo de crime ambiental e também de grilagem, inclusive, com a realização de fraudes junto a órgãos governamentais.

Segundo a Polícia Federal, “a ocupação irregular da área vem sendo utilizada para exploração econômica por meio da pecuária”.

As buscas apontam a existência de pelo menos 2,1 mil cabeças de gado na área pertencente à União, mas a estimativa é de criação de mais de 7,2 mil animais no período investigado.



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veja como ficam as chuvas e as temperaturas


A primavera de 2024 começa oficialmente neste domingo (22), às 9h44 e vai até 21 de dezembro, às 6h21. Conforme os meteorologistas da Climatempo, a estação marca um ponto de virada no clima do Brasil, representando o retorno das chuvas em várias regiões, após longo período de seca, e também o aumento natural das temperaturas.

Chuvas na primavera

Para as regiões Norte e Nordeste, e a porção norte do Centro-Oeste, a tendência é de que as chuvas continuem abaixo da média histórica. Isso se deve à influência contínua de massas de ar quentes e de fenômenos regionais como o verão amazônico, que mantêm o clima mais seco nessas áreas.

No entanto, há boas notícias para as regiões Sudeste e parte do Centro-Oeste. Os modelos climáticos indicam que essas áreas terão chuvas mais frequentes e acima da média para a estação. A previsão é que o retorno das frentes frias e a atuação de cavados (áreas alongadas de baixa pressão) favoreçam a formação de sistemas de instabilidade que trarão um alívio para a seca prolongada.

Uma das previsões mais aguardadas é a possível formação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) em dezembro, um fenômeno que, quando ativo, provoca chuvas intensas e persistentes em grandes partes do Brasil, especialmente no Sudeste e Centro-Oeste. Isso poderá ser um ponto de alívio para regiões que sofrem com a estiagem desde o outono.

Por outro lado, o Rio Grande do Sul deve permanecer em alerta, pois a previsão é de que as chuvas fiquem abaixo da média durante a primavera. A principal explicação para essa tendência é a condição do Oceano Pacífico, que está mais frio do que o habitual, um fator que historicamente impacta negativamente o volume de chuvas no estado.

O alívio para a poluição do ar e os focos de incêndio começará, segundo as previsões, na primeira quinzena de outubro. Nesse período, a faixa que se estende do oeste de Rondônia ao oeste de Mato Grosso do Sul verá o retorno das chuvas, que irão se intensificar nas semanas seguintes.

De forma geral, a maioria das áreas centrais e parte da faixa norte do Brasil deverá experimentar um retorno mais regular das chuvas na segunda quinzena de outubro, o que trará um alívio significativo para os incêndios e para a qualidade do ar.

A primavera, com suas características típicas de chuvas mais frequentes, deverá limpar o cenário de fumaça, ajudando a reduzir os impactos negativos que o Brasil enfrentou nos últimos meses.

Temperatura

No Norte, a chamada “estação do verão amazônico” continua até novembro, estendendo o período de calor extremo nessa região. Durante o verão amazônico, a combinação de dias mais longos, maior incidência de radiação solar e umidade em declínio resulta em temperaturas consistentemente acima da média. Cidades no Amazonas, Pará e Acre poderão registrar temperaturas elevadas durante toda a primavera.

No Nordeste, as temperaturas permencem em elevação no Piauí, no Maranhão e em parte da Bahia. Esse período é tradicionalmente seco e quente, o que acentua ainda mais o cenário de altas temperaturas.

Já no Centro-Oeste, a porção norte, incluindo o norte de Mato Grosso e Goiás, também será impactada por massas de ar quente, elevando as temperaturas além do esperado.

Em contraste, a faixa centro-sul do Brasil, que inclui São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, deverá registrar temperaturas mais dentro da normalidade, com pequenas variações acima da média. Isso se deve ao retorno mais consistente das chuvas, que ajudarão a equilibrar o calor.

A primavera é tradicionalmente associada ao retorno das chuvas no Brasil, mas a distribuição dessas pancadas será desigual no país.



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Chuva e ventos de até 70 km/h marcam o fim de semana; saiba onde na previsão do tempo



Neste sábado (21) e domingo (22), o Brasil terá variações significativas nas condições climáticas. A região Sul enfrentará pancadas de chuva, enquanto o Nordeste e o Centro-Oeste permanecerão sob calor intenso e tempo firme.

Confira a previsão detalhada para cada região ao longo do fim de semana, de acordo com a Climatempo.

Sábado (21)

Sul

Pancadas de chuva atingem o Paraná, com risco de temporais no leste e norte do estado. Em Santa Catarina, o Vale do Itajaí também terá chuvas.

No Rio Grande do Sul, o tempo permanece firme com temperaturas em elevação.

Sudeste

O centro-sul, litoral e leste de São Paulo, além do sul do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, terão pancadas de moderada a forte intensidade.

O tempo ficará firme apenas no extremo norte paulista, Triângulo Mineiro e noroeste de Minas Gerais, com calor durante a tarde.

O Espírito Santo permanece sem chuvas e com temperaturas elevadas.

Centro-Oeste

No centro-sul de Mato Grosso do Sul, haverá pancadas de chuva, mas com aberturas de sol. O tempo abafado predomina.

Já em Goiás e no Distrito Federal, o ar permanece seco e quente. Mato Grosso também terá tempo firme e calor intenso.

Nordeste

Nada de chuvas na região. O dia será de sol, poucas nuvens e calor, com rajadas de vento de 40 a 50 km/h em grande parte da área, chegando a 70 km/h na costa norte.

Norte

A região terá pancadas de chuva no centro-norte de Rondônia, Acre e noroeste do Amazonas.

O tempo será firme e quente em Roraima, Amapá, Pará e Tocantins.

Domingo (22)

Sul

O tempo continua instável, com chuvas intercaladas por períodos de sol em grande parte da região, incluindo as capitais.

Sudeste

Chuvas isoladas no sudoeste e sul de São Paulo, parte do sul de Minas Gerais e no Rio de Janeiro. O sol predomina com períodos de melhora.

Na capital paulista e em Vitória, o tempo permanecerá firme.

Centro-Oeste

Há chances de chuvas pontuais no sul de Mato Grosso do Sul, enquanto o restante da região seguirá com sol, calor e ar seco.

Nordeste

O tempo firme e quente predominará em toda a região, com rajadas de vento de até 70 km/h no litoral do Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte.

Norte

Chuvas continuarão no noroeste do Amazonas, sul do Acre e centro-sul de Rondônia.

No restante da região, o tempo permanece firme e quente.


Linha fina:
Neste fim de semana, o Sul do Brasil terá pancadas de chuva, enquanto o Nordeste e o Centro-Oeste enfrentarão temperaturas elevadas e ventos fortes.



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AgroNewsPolítica & Agro

Banco analisa mercado de fertilizantes: Confira


No setor de fosfato, os preços devem continuar elevados




O mercado de Ureia permanece sem uma direção clara para os preços
O mercado de Ureia permanece sem uma direção clara para os preços – Foto: Canva

Segundo o relatório do Rabobank, o mercado de Ureia permanece sem uma direção clara para os preços, resultando em volatilidade devido a diversos fatores, como a interrupção na produção egípcia e as incertezas em relação à demanda da Índia. A produção no Egito foi afetada por problemas de fornecimento de gás, elevando o preço da Ureia de $290 USD/t em maio para $363 USD/t. Além disso, os preços do gás natural na Europa também aumentaram, impactando o custo de produção, mas a demanda fraca em regiões como a Europa e o Brasil pode segurar o avanço dos preços. No Brasil, os produtores, após garantir os fertilizantes para a safra de soja, ainda precisam definir suas estratégias para o milho safrinha.

No setor de fosfato, os preços devem continuar elevados, pressionados pela oferta reduzida. A China, um dos principais exportadores, cortou suas exportações desde 2023 para atender à demanda interna, enquanto os Estados Unidos e o Marrocos ajustam suas estratégias no mercado, com o Marrocos aumentando as exportações de MAP+DAP. Apesar do retorno parcial da China ao mercado, a oferta global de fosfato continua abaixo da média, mantendo os preços altos e limitando a demanda.

Já no mercado de potássio, a oferta abundante tem empurrado os preços para níveis próximos ao piso. Entre janeiro e agosto de 2024, os preços caíram 13%, ficando nos mesmos patamares de 2020-2021. A renegociação de contratos pela Índia e China, com preços 12% menores, também impactou o mercado brasileiro, que comprou potássio abaixo de $300/t. Embora as importações tenham sido elevadas no primeiro semestre, a demanda futura não deve manter o ritmo, o que pode forçar a redução de produção pelas empresas.
 





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Plantio da soja em Minas Gerais: o que o produtor precisa saber?


Atualmente, o plantio da soja em Minas Gerais requer atenção redobrada. Com o fim do vazio sanitário no próximo dia 30, os produtores estão se preparando para iniciar o plantio do grão a partir de outubro. No entanto, a umidade do solo está em níveis baixos e as condições climáticas estão diferentes do habitual.

De acordo com Fábio Meirelles, presidente da Aprosoja-MG, é fundamental que os produtores estejam prontos e não deixem nada para a última hora, especialmente diante das incertezas climáticas. O monitoramento constante das condições meteorológicas se torna essencial para minimizar riscos e garantir um plantio bem-sucedido.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Momento de incertezas

Foto: Pedro Silvestre

O presidente destaca que o impacto do dólar nos custos dos insumos permanece elevado. Os altos preços de fertilizantes e defensivos dificultam a aquisição necessária, e as áreas afetadas por queimadas perderam cobertura vegetal, exigindo cuidado extra no manejo.

“É um momento crítico para testar a germinação e o vigor das sementes, fatores essenciais para garantir um plantio de qualidade. A temperatura também deve ser considerada, uma vez que Minas Gerais possui uma diversidade de climas que pode afetar o desempenho das culturas”, comenta Meirelles.

Diante de preços baixos e a possibilidade de não expandir áreas, os produtores devem refletir sobre suas escolhas de plantio e planejar suas segundas safras com cautela. A busca por informações precisas e atualizadas é vital para garantir a produtividade e viabilidade econômica da safra.

“A situação exige um acompanhamento cuidadoso e decisões estratégicas para enfrentar os desafios que estão por vir. Cada escolha feita agora poderá impactar diretamente a produtividade e a sustentabilidade da safra”, conclui o presidente.



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Governo autoriza uso da Força Nacional no Paraná e em Roraima



O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, autorizou o uso da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) nos estados do Paraná e em Roraima. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta sexta-feira (20).

No Paraná, os agentes apoiarão ações contra organizações criminosas e crimes transnacionais nas regiões fronteiriças e de costa marítima.

Já em Roraima, a Força Nacional de Segurança Pública agirá por 90 dias na Terra Indígena Pirititi, que ocupa cerca de 43 mil hectares no município de Rorainópolis, em apoio à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e em conjunto com os órgãos de segurança pública do estado.

A quantidade de agentes ainda não foi definida. Segundo as portarias publicadas, ela será determinada a partir do planejamento definido pela Diretoria da Força Nacional de Segurança Pública, da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).



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