terça-feira, março 10, 2026

Autor: Redação

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Em ano de eleições, apoio de Donald Trump a candidato ajuda ou atrapalha?


Donald Trump, EUA, Estados Unidos
Foto: The White House

À medida que o Brasil se aproxima da eleição presidencial de 2026, marcada por uma polarização ideológica intensa, cresce entre analistas a discussão sobre uma possível influência externa no processo eleitoral.

Em especial, surge a pergunta: um eventual apoio de Donald Trump a um candidato brasileiro ajudaria ou poderia, paradoxalmente, atrapalhar?

A dúvida não é retórica. Ela nasce da observação de fatos concretos, tanto dentro dos Estados Unidos quanto na América Latina, e exige uma análise fria, sem paixões ideológicas.

O ponto de partida: polarização no Brasil e alinhamentos externos

O atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva conta com apoio majoritário do campo progressista e de forças de esquerda. Do outro lado, caso a direita apresente um nome competitivo, como Flávio Bolsonaro, por exemplo, é natural que surjam associações internacionais, sobretudo com Trump, símbolo global de uma direita mais assertiva.

Mas política internacional não funciona por afinidade ideológica automática. Funciona por percepção social, e por memória.

Quando o apoio de Trump virou problema dentro dos EUA

Aqui está um dado essencial que muitas análises ignoram: nos próprios Estados Unidos, o apoio explícito de Trump já se mostrou eleitoralmente custoso.

Em diversas eleições regionais e estaduais, candidatos fortemente associados a Trump acabaram derrotados. O fenômeno se repetiu: o apoio mobilizou a base fiel, mas afastou eleitores independentes e moderados. Em vez de discutir temas locais, as eleições se transformaram em plebiscitos sobre a figura de Trump, um personagem profundamente polarizador. Quando o eleitor rejeita o padrinho, o afilhado paga a conta.

Popularidade importa, dentro e fora de casa

Trump continua sendo um líder forte para seu eleitorado, mas mais impopular do que popular no conjunto da sociedade americana. Isso limita sua capacidade de “emprestar prestígio” a candidatos fora dos EUA, especialmente se esse apoio ocorrer em um momento de baixa aprovação doméstica.

Além disso, sua forma de governar, baseada em tarifas, pressão econômica, força militar e intimidação política, gera um efeito sociológico conhecido:
quem sofre a pressão não esquece.

Tarifas comerciais, embates diplomáticos, ameaças e imposições criam memória negativa. No caso brasileiro, isso se soma a um sentimento difuso de reação às tarifas impostas pelos Estados Unidos, que, mesmo não sendo o centro do debate eleitoral, pode emergir como ruído político relevante.

Quando essa memória se associa a um candidato estrangeiro, o risco é imediato: o apoio externo passa a ser visto como interferência, não como ajuda.

O contraste argentino: por que lá funcionou

O caso da Argentina ajuda a entender que contexto é tudo. O apoio indireto de Trump ao presidente Javier Milei não foi apenas político ou simbólico. Veio acompanhado de apoio financeiro concreto.

A Argentina atravessava uma crise cambial e fiscal severa. A facilitação de recursos e instrumentos de liquidez ajudou o Tesouro argentino a evitar medidas traumáticas, reduziu a pressão econômica e deu fôlego ao governo. Esse alívio teve impacto direto no humor social e ajudou o campo governista em eleições parlamentares. Na Argentina, o apoio veio com dinheiro. No Brasil, dificilmente viria.

Por que o Brasil é um caso diferente

O Brasil tem instituições mais sólidas, mercado interno robusto e um eleitorado historicamente sensível à soberania nacional. Aqui, qualquer sinal de tutela externa costuma gerar reação, não adesão.

Um apoio explícito de Trump a um candidato brasileiro poderia facilmente reforçar a narrativa de interferência estrangeira e empurrar eleitores de centro para o campo adversário. Em vez de fortalecer, poderia fragilizar, ainda mais se vier associado a um presidente americano impopular no momento da eleição.

Conclusão: ajuda ou atrapalha?

A experiência recente aponta para uma resposta incômoda para quem acredita em soluções simples:

  • Nos EUA, o apoio de Trump já custou eleições.
  • Na Argentina, funcionou porque veio acompanhado de alívio econômico emergencial.
  • No Brasil, o risco de rejeição supera o potencial de ganho.

Em um país polarizado, a tentativa de ajudar pode atrapalhar. E, em política, isso costuma acontecer quando se confunde força com influência e autoridade com aceitação.

A eleição de 2026 será decidida muito mais pelo sentimento do eleitor brasileiro do que por apoios externos,  especialmente quando esses apoios carregam memória econômica, ruídos tarifários e alta carga de rejeição global.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.

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Após detectar pedaços de vidro, Anvisa manda recolher molho de tomate


Foto: Pixabay

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quarta-feira (7), o recolhimento do lote LM283 do molho de tomate Passata de Pomodoro Di Puglia, da marca Mastromauro Granoro.

Com a decisão, ficam suspensas a comercialização, a distribuição, a importação, a divulgação e o consumo do produto em todo o território nacional.

Segundo a Anvisa, a medida foi adotada após um alerta emitido pela RASFF (Sistema de Alerta Rápido para Alimentos e Rações), que identificou a presença de pedaços de vidro no lote do molho de tomate importado para o Brasil.

O RASFF é um sistema da União Europeia utilizado para a troca rápida de informações sobre riscos graves à saúde relacionados a alimentos e rações animais.

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Produtos agrícolas são o principal item de exportação do Brasil para a Venezuela


Milho
Foto: divulgação/Secretaria da Agricultura e do Abastecimento

Apesar da extensa fronteira de 2.199 km entre Brasil e Venezuela e de laços históricos e políticos entre os dois países, as trocas comerciais permanecem relativamente modestas, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Em 2025, o Brasil exportou cerca de US$ 838 milhões em mercadorias para a Venezuela, valor que representa apenas 0,24% das exportações brasileiras no ano. No mesmo período, as importações vindas do país vizinho corresponderam a 0,12% das compras externas do Brasil. A corrente de comércio bilateral atingiu cerca de US$ 1,2 bilhão, posição que coloca a Venezuela no 52º lugar entre os principais destinos das exportações brasileiras.

Embora o volume comercial seja pequeno no contexto geral do agronegócio brasileiro, o Brasil continua sendo o principal fornecedor de alimentos agrícolas para a Venezuela, especialmente milho e arroz, itens essenciais na cesta básica daquele país.

Os dados oficiais de comércio exterior mostram que, entre os principais produtos exportados pelo Brasil para a Venezuela em 2025, “outros açúcares de cana” aparecem no topo, com US$ 87 milhões de dólares em compras, seguidos por produtos agrícolas como milho em grão ( US$ 68,4 milhões) e arroz com casca (paddy), não parboilizado (US$ 63,7 milhões).

Além desses, outros itens alimentícios, como preparações alimentícias e óleos vegetais, também figuram entre os principais produtos exportados.

Queda no comércio bilateral

O comércio entre Brasil e Venezuela vive um período de retração. Desde 2023, o fluxo comercial entre os dois países tem registrado queda significativa, com os valores atuais bem abaixo dos picos observados entre 2011 e 2014, quando o volume de exportações brasileiras chegava perto de US$ 5 bilhões por ano.

Apesar desse cenário, o setor agrícola brasileiro mantém sua relevância no mercado venezuelano, sobretudo em produtos essenciais como milho e arroz, matérias-primas fundamentais para alimentação humana e animal naquele país. De acordo com o Sindarroz, 14% das exportações de arroz do Brasil em 2025 teve como destino a Venezuela.

Em sentido contrário, as importações brasileiras originárias da Venezuela são lideradas por produtos industriais, com destaque para: ureia com alto teor de nitrogênio, alumínio não ligado em formas brutas e metanol (álcool metílico).

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Com avanço do acordo UE–Mercosul, agricultores franceses retomam protestos


Mercosul-UE, união europeia e mercosul, acordo
Foto: Camex

Agricultores franceses voltaram às ruas nesta quinta-feira (8) para protestar contra o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul. Segundo a Reuters, manifestantes bloquearam, ainda antes do amanhecer, rodovias de acesso a Paris e a pontos turísticos da capital francesa.

Os atos foram convocados pelo sindicato Coordination Rurale, que teme que o acordo de livre comércio facilite a entrada de alimentos mais baratos da América do Sul no mercado europeu, ampliando a concorrência sobre os produtores locais.

A França tem liderado a resistência ao tratado e conseguiu, no fim de 2025, adiar a assinatura do acordo, prevista para 20 de dezembro, durante a cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu.

França endurece regras para importação de frutas da América do Sul

Em meio às pressões do setor agrícola, o governo francês anunciou que vai barrar a entrada de produtos agrícolas importados que apresentem resíduos de defensivos proibidos na União Europeia. A medida foi divulgada pelo primeiro-ministro Sébastien Lecornu.

Segundo ele, a decisão será formalizada por meio de uma portaria do Ministério da Agricultura, comandado por Annie Genevard. O texto deve vetar mercadorias com resíduos de mancozebe, glufosinato, tiofanato-metílico e carbendazim.

Frutas como abacate, manga, goiaba, cítricos, uvas e maçãs estão entre os produtos citados. A fiscalização nas fronteiras também será reforçada com a criação de uma brigada especializada.

Itália sinaliza apoio

Apesar da resistência francesa, a Comissão Europeia avançou nas negociações e conquistou o apoio da Itália, que até então se opunha ao tratado, ao lado de França, Polônia e Hungria.

Com a mudança de posição italiana, o bloco europeu pode alcançar a maioria necessária, 15 Estados-membros que representem ao menos 65% da população da União Europeia, para a efetivação do acordo, possivelmente já na próxima segunda-feira (12).

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, havia pedido mais tempo para dialogar com agricultores do país, preocupados com a concorrência de produtos agropecuários de Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia. O apoio veio após a Comissão Europeia propor a aceleração de € 45 bilhões em recursos para o setor agrícola.

Já o ministro da Agricultura da Itália, Francesco Lollobrigida, destacou que a União Europeia passou a discutir o aumento, e não a redução, dos investimentos no agro no período de 2028 a 2034.

*Com informações da Reuters e RFI

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AgroNewsPolítica & Agro

Anvisa proíbe lote de chá e pomada por irregularidades



Fato evidencia graves falhas no processo de boas práticas de fabricação


Foto: Marcelo Camargo, Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira (5), o recolhimento do lote 6802956 do Chá de Camomila Lavi Tea, da marca Água da Serra, proibindo sua comercialização, distribuição, divulgação e consumo. Segundo a agência, a medida ocorreu depois da empresa informar o recolhimento voluntário do lote, depois da detecção de irregularidades em seu produto.

“O ensaio de identificação de elementos histológicos (células, tecidos e matriz extracelular) apontou a presença de talos, ramos e sementes que não são comuns no chá. O ensaio de pesquisa de matérias estranhas acusou 14 larvas inteiras e 224 fragmentos de insetos em 25g do produto, sendo que o limite aceitável é de 90 fragmentos em 25g de produto”, explicou a Anvisa em nota.

Segundo a agência, o fato evidencia graves falhas no processo de boas práticas de fabricação do referido lote.

Também foi proibida a fabricação, distribuição, comercialização, divulgação, importação e utilização da Pomada Cicatrizante Inkdraw Aftercare, indicada para uso pós-tatuagem. Segundo a Anvisa, a origem do produto é desconhecida e não há registro ou notificação da pomada na agência.





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AgroNewsPolítica & Agro

Exportação de carne bovina à China pode cair até 35%, alerta setor


A decisão da China de estabelecer uma cota anual para a importação de carne bovina promete alterar profundamente a dinâmica do comércio global. A partir de 1º de janeiro de 2026, volumes que ultrapassarem esse limite estarão sujeitos a uma tarifa extra de 55%, válida por três anos. A medida visa proteger a produção doméstica chinesa, mas representa um forte desafio para os principais exportadores, especialmente o Brasil.

Segundo Paulo Bellincanta, presidente do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo-MT), a maior preocupação do setor está na forma de contabilização da cota. Em artigo, ele aponta que as autoridades chinesas pretendem desconsiderar contratos anteriores, cargas já embarcadas e produtos em trânsito. Isso obrigaria o Brasil a descontar da cota cerca de 350 mil toneladas já comprometidas.

Com esse cenário, o país teria aproximadamente 750 mil toneladas disponíveis para exportar à China em 2026 — bem abaixo da média atual, que supera 160 mil toneladas mensais. “Na prática, isso reduz de forma significativa o espaço disponível para novas produções ao longo de 2026”, afirma Bellincanta.

A estimativa de redução, que gira em torno de 35%, segundo dados da Farsul (Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul), levanta um sinal de alerta em toda a cadeia da carne bovina. A discrepância entre os volumes disponíveis e o consumo chinês exigirá, nas palavras do autor, “um entendimento equilibrado, construído de governo para governo”.

Bellincanta ressalta que a pecuária brasileira avançou nos últimos anos com investimentos em genética, manejo e eficiência, enquanto a indústria frigorífica modernizou plantas e ampliou sua capacidade para atender ao mercado chinês. “Uma mudança abrupta dessa magnitude obriga toda a cadeia a revisar expectativas, projeções e investimentos”, pontua.

Ele reconhece o esforço do governo brasileiro na abertura de novos mercados, liderado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. Contudo, adverte que os destinos alternativos ainda não têm a mesma capacidade de absorção da China e já possuem fornecedores consolidados, o que torna o reposicionamento mais lento e estratégico.

A urgência, portanto, está no campo diplomático. Sem uma solução que considere os contratos e fluxos já estabelecidos, o impacto sobre o setor virá de forma rápida e profunda. “A eventual redução de volumes incide sobre o setor como uma guilhotina afiada”, alerta o presidente do Sindifrigo-MT.

Para Bellincanta, o setor brasileiro precisará, mais uma vez, adaptar-se e buscar novas formas de atuação diante de um cenário incerto. Os excedentes são grandes demais para serem redirecionados com rapidez, e a única saída realista passa pela negociação internacional e pelo fortalecimento de mercados alternativos. A carne bovina brasileira enfrenta agora não um fim de ciclo, mas um momento de reinvenção.

 





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Frente fria aumenta risco de pancadas fortes de chuva hoje


Chuva
Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

O Rio Grande do Sul continua sob efeito de uma frente fria, levando pancadas de chuva fortes ao estado. Em grande parte do país, o tempo abafado também traz precipitações passageiras, com chance de temporais em algumas áreas. Confira a previsão:

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Sul

O avanço de uma frente fria em alto mar aumenta o risco de pancadas de chuva mais fortes e temporais em áreas do litoral, interior e faixa leste do Rio Grande do Sul, incluindo a capital Porto Alegre desde as primeiras horas da manhã. Ao longo da tarde, as pancadas de chuva aumentam em áreas de Santa Catarina e do Paraná e novas instabilidades, associadas a uma baixa pressão entre o Paraguai e norte da Argentina, também avançam para o oeste gaúcho. Enquanto nas capitais de Florianópolis e Curitiba as máximas ficam próximas dos 30°C, as temperaturas ficam mais agradáveis no Rio Grande do Sul.

Sudeste

O dia começa com tempo mais estável em grande parte da região, com chance de chuvas fracas no Triângulo, sul e nordeste de Minas Gerais desde as primeiras horas da manhã, além do nordeste paulista. Ao longo do dia, a formação de áreas de instabilidade contribui para nuvens mais carregadas em grande parte do estado de São Paulo, incluindo o sul, norte, nordeste e o Triângulo de Minas. No sul do Espírito Santo, além do interior do Rio de Janeiro, a chuva é mais fraca, enquanto nas demais áreas o tempo fica mais firme, e ao longo do dia as temperaturas estarão mais elevadas.

Centro-Oeste

Chove desde as primeiras horas da manhã no norte e interior de Goiás, além de áreas da faixa norte, leste e sudeste de Mato Grosso, com a chuva se espalhando ainda mais ao longo da manhã. Ao longo do dia, as temperaturas sobem e o calor, junto ao tempo abafado, aumenta em grande parte das áreas. A partir da tarde, são esperadas pancadas de chuva de moderada a forte intensidade pela região devido à combinação de calor e umidade na atmosfera, intercaladas com períodos de sol. Já em Mato Grosso do Sul, as instabilidades ganham força ao longo do dia devido à presença de uma área de baixa pressão sobre o Paraguai, o que favorece pancadas de chuva mais fortes em alguns pontos.

Nordeste

O dia começa com calor e tempo abafado no interior nordestino, enquanto em áreas do litoral e no interior do Piauí e do Maranhão, além do sul e faixa litorânea da Bahia, há chance de chuvas fracas a moderadas nas primeiras horas da manhã. Ao longo do dia, o sol e o tempo firme predominam na maior parte, com chance de pancadas de chuva moderada a forte na metade oeste e interior do Maranhão, entre Salvador e Porto Seguro, além do litoral entre Sergipe e a Paraíba.

Norte

O dia começa com chuvas em boa parte do Amazonas, Rondônia e Pará. À tarde, as temperaturas sobem, ocasionando sensação de calor e abafado na maior parte da região. Porém são esperados temporais de moderada a forte intensidade em grande parte do Amazonas, Pará, Rondônia, Acre, Tocantins, além do norte do Amapá.

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preços firmes apesar de escalas fechadas



Pará registra altas pontuais no mercado do boi



Foto: Canva

O mercado do boi gordo apresentou firmeza em São Paulo na terça-feira (6), segundo a análise do informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria. Mesmo com menor necessidade de compras imediatas por parte dos frigoríficos, reflexo das programações de abate fechadas no fim do ano passado, o cenário foi sustentado pelo bom escoamento da carne bovina no mercado interno e pelas exportações. De acordo com a Scot Consultoria, “o mercado esteve firme”, com escalas de abate atendendo, em média, a seis dias.

No Pará, o início das negociações foi descrito como mais lento, com oferta ajustada e escalas curtas influenciando o comportamento dos preços ao longo do dia. Na região de Redenção, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária. Já em Paragominas, houve valorização de R$ 2,00 por arroba para todas as categorias. Em Marabá, o preço do boi gordo avançou R$ 2,00 por arroba, enquanto a vaca registrou alta de R$ 1,00 por arroba.

Ainda no estado, a arroba do boi China subiu R$ 1,00 em Paragominas, sem ágio. Em Redenção e Marabá, os valores permaneceram estáveis. O ágio foi mantido em R$ 3,00 por arroba em Marabá e em R$ 10,00 por arroba em Redenção. Segundo o informativo, todos os preços considerados são brutos e com prazo.

Em Goiás, o mercado apresentou estabilidade. A Scot Consultoria aponta que a oferta seguiu contida e que a demanda “não mostrou força para elevar os preços”, resultando em manutenção das cotações.





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Mercado futuro de milho abre semana em campo positivo



Mercado interno de milho deve ter semana estável



Foto: Pixabay

O mercado futuro de milho iniciou a semana em leve alta na B3, segundo a análise do especialista da Grão Direto divulgada nesta segunda-feira (5). Na abertura do pregão, por volta das 9h56 (horário de Brasília), as principais cotações operavam em campo positivo, com preços entre R$ 70,05 e R$ 74,14. O contrato janeiro/26 era negociado a R$ 70,05, com valorização de 0,14%, enquanto o março/26 registrava R$ 74,14, alta de 0,05%. Já o vencimento maio/26 operava a R$ 73,34, avanço de 0,15%, em um movimento descrito pela Grão Direto como um “ambiente mais firme” logo no início da sessão.

De acordo com a Grão Direto, o comportamento das cotações indica que o mercado doméstico segue encontrando suporte, influenciado pelo câmbio, pelas incertezas em relação à safrinha e por uma postura mais defensiva dos vendedores. Mesmo diante de oscilações no mercado internacional, a análise aponta que o milho negociado na B3 “demonstra resiliência”, reforçando a percepção de sustentação dos preços internos no curto prazo, especialmente enquanto persistirem dúvidas sobre a oferta futura.

Diante desse cenário, a avaliação do especialista é de que o milho deve atravessar a semana “sem grandes movimentações” no mercado interno, com tendência de estabilidade nas negociações.





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