sábado, maio 16, 2026

Autor: Redação

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Com apoio do ALI Rural, produtora de Barretos amplia a horta



A produtora Elaine Dias, da cidade de Barretos (SP), já acumula 12 anos de experiência no cultivo de hortaliças. No entanto, foi nos últimos seis meses que ela viu mudanças significativas acontecerem em sua horta. O motivo? Sua participação no projeto ALI Rural, do Sebrae.

“Muita coisa mudou por aqui, em questão de tanto do plantio, planejamento do plantio, como também planejamento financeiro”, afirma Elaine.

Além da gestão, o impacto também chegou nas vendas. Com orientação técnica e acompanhamento direto de um Agente Local de Inovação, ela conseguiu ampliar a produção e conquistar mais clientes. “O projeto ALI Rural veio para mudar mesmo, inclusive nós até ampliamos a nossa produção, também e melhoramos muito, graças ao projeto ALI Rural.”, destaca.

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O ALI Rural é uma iniciativa do Sebrae que leva inovação e ferramentas de gestão diretamente para o campo. A proposta é simples: apoiar pequenos produtores com soluções práticas e personalizadas, promovendo mais eficiência e resultados reais.

“Eu sou muito grata ao Sebrae pelo que eles fizeram por mim, pela atenção que deram, foi muito bom mesmo”, completa Elaine.

A trajetória da Horta Vitória mostra como o acesso ao conhecimento e à inovação pode transformar a agricultura familiar. Com apoio certo e orientação técnica, é possível crescer com sustentabilidade e segurança.

Veja como participar do ALI Rural

O programa do Sebrae-SP oferece 12 meses de acompanhamento técnico gratuito para impulsionar a inovação no campo, reduzir custos, melhorar a gestão e ampliar o acesso ao mercado.

Saiba mais e inscreva-se: https://contato.sebraesp.com.br/alirural



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AgroNewsPolítica & Agro

acúmulo de frio permite início da poda



Produtores iniciam manejo de inverno nas vinhas




Foto: Divulgação

A poda das videiras começou a ganhar intensidade na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Caxias do Sul, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (31). A atividade deverá se estender até agosto, aproveitando as condições climáticas atuais. Segundo a Emater/RS-Ascar, “são necessários cerca de 12 dias para concluir a poda de um hectare, o que representa uma média de 183 plantas podadas por dia por pessoa”.

Por precaução, o início da poda ocorre, prioritariamente, nas áreas com menor risco de geadas tardias, especialmente em regiões mais elevadas. Em áreas mais baixas, os viticultores optam por adiar a poda de inverno para evitar que brotações precoces sejam danificadas por geadas. “Os produtores também realizam tratamentos de inverno nas videiras, com uso predominante da calda sulfocálcica”, informa o boletim.

Na região de Frederico Westphalen, as temperaturas oscilaram entre 10 °C e 25 °C. O acúmulo de horas de frio até 27 de julho, ou seja, o número de horas com temperaturas inferiores a 7,2 °C, foi de 154 na estação meteorológica de Caibi (SC) e 177 em Frederico Westphalen. Segundo a Emater/RS-Ascar, “a poda e o preparo dos vinhedos para a quebra da dormência foram iniciados, uma vez que a demanda mínima de horas de frio foi atingida”.

Além disso, os produtores da região iniciaram os preparativos para a adubação com fósforo e nitrogênio. Também estão sendo feitas aplicações de calda sulfocálcica para combater inóculos de fungos e controlar cochonilhas nos troncos das plantas.





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Novas tarifas de Trump dão o tom nos mercados; ouça análise do Diário Econômico


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o tombo do cobre e o fortalecimento do dólar com nova ofensiva tarifária de Trump. Nos EUA, dados fortes adiaram apostas de corte de juros, elevando os Treasuries.

No Brasil, o Ibovespa caiu 4,17% em julho e o dólar subiu 3,07%, a R$ 5,60. Pressões fiscais e políticas mantêm a curva de juros pressionada.

Hoje, foco no payroll, CPI europeu e produção industrial brasileira.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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agosto começa com extremos; veja previsão



Geada na serra catarinense e temperaturas de 38°C em Cuiabá. O inverno brasileiro de extremos tem mais um capítulo neste início de agosto. Confira a previsão desta sexta-feira (1).

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

As chuvas voltam a atingir o sudoeste do Rio Grande do Sul devido à influência de um cavado e ao transporte de umidade vindo do Norte do Brasil. As temperaturas pela manhã serão mais baixas em toda a região, e há possibilidade para geadas na Serra Catarinense, mas ao longo do dia, as temperaturas sobem. Nas demais áreas do Sul, o tempo segue estável, sem previsão de chuva.

Sudeste

A previsão de chuva para o nordeste de Minas Gerais diminui. Nesta sexta, o tempo fica firme e seco em grande parte do centro-leste mineiro e paulista. As temperaturas continuam elevadas e o sol deve aparecer entre nuvens no Rio de Janeiro, Espírito Santo e na faixa leste mineira. A umidade relativa do ar permanece baixa, principalmente no centro-oeste de São Paulo e em Minas.

Centro-Oeste

O tempo permanece seco e sem mudanças significativas na Região Centro-Oeste. As temperaturas seguem elevadas, com destaque para Sinop e Cuiabá, municípios onde as máximas podem alcançar 37°C e 38°C, respectivamente, e a umidade relativa do ar continua abaixo dos 30%.

Nordeste

As instabilidades se concentram entre Salvador (BA) até Natal (RN), influenciadas pela aproximação de uma frente fria no litoral da Bahia e pela influência da circulação dos ventos na faixa leste da região. Também há previsão de pancadas de chuva na faixa norte do Maranhão associadas à atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). As temperaturas seguem elevadas e o sol continua aparecendo entre nuvens, com baixa umidade relativa do ar.

Norte

As instabilidades continuam atuando na Região Norte devido à atuação da ZCIT, com destaques para os estados do Amazonas, Pará e Roraima. As temperaturas permanecem elevadas, com máximas podendo alcançar os 35°C em algumas capitais como Porto Velho (RO) e Palmas (TO), e a umidade relativa do ar mais baixa, principalmente no Tocantins.



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produtores iniciam manejo contra podridão-parda



Frio retarda poda e florescimento do pêssego




Foto: Pixabay

A poda dos pessegueiros na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Caxias do Sul está em ritmo mais lento neste ano. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (31), as baixas temperaturas mantêm as gemas das plantas em dormência. “Nas variedades precoces, a poda está sendo finalizada, e o florescimento já começou em algumas áreas, mas de forma lenta devido ao frio”, informou a Emater/RS-Ascar. Em Antônio Prado, a floração nas cultivares mais adiantadas atinge cerca de 40% da área, embora ainda não haja formação de frutos.

Na região de Pelotas, algumas cultivares, como Maciel e BRS Citrino, iniciaram o florescimento. Os produtores seguem com a poda e os tratamentos fitossanitários de inverno. “Também começam os manejos voltados à proteção das flores contra a podridão-parda, doença fúngica que pode afetar a produção”, destacou o boletim.

A brotação tem se mostrado uniforme, o que, segundo a Emater/RS-Ascar, tende a facilitar o manejo e contribuir para a produtividade das lavouras ao longo do ciclo da cultura.





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Trump confirma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros



Medida entra em vigor nesta sexta-feira (01.08)




Foto: Pixabay

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (30) uma ordem executiva que eleva para 50% as tarifas sobre uma série de produtos brasileiros. A medida representa um aumento de 40 pontos percentuais nas taxas anteriores e entra em vigor já na próxima sexta-feira, 1º de agosto, conforme anunciado pelo próprio republicano em sua rede social, a Truth Social.

De acordo com a Casa Branca, o tarifaço foi uma resposta direta a ações recentes do governo brasileiro, classificadas pelos norte-americanos como uma “ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional, à política externa e à economia dos EUA”. O decreto formaliza o percentual que havia sido antecipado em carta enviada por Trump ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no início deste mês.

Apesar do endurecimento das taxas, alguns setores estratégicos ficaram de fora da medida, como aeronaves civis (de interesse direto da Embraer), suco e derivados de laranja, minério de ferro, aço e combustíveis. Até o momento, não há confirmação se produtos como carne bovina e café — duas das principais exportações do agronegócio brasileiro — também serão isentos.

Trump enfatizou que não haverá qualquer prorrogação do prazo para a entrada em vigor das tarifas. “O prazo de 1º de agosto é o prazo de 1º de agosto. Ele continua firme e não será prorrogado. Um grande dia para a América!”, publicou o presidente norte-americano.





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AgroNewsPolítica & Agro

Precipitação regular beneficia cultura da canola


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (24), o cultivo de canola no Rio Grande do Sul avança com boas condições de desenvolvimento, após a conclusão da semeadura. As precipitações moderadas e bem distribuídas favoreceram o crescimento das lavouras, permitindo a emissão de novas folhas e a expansão foliar, principalmente nas áreas semeadas no final da janela de plantio. Também foi registrada emissão da haste principal, indicando vigor vegetativo.

Ainda estão em avaliação os impactos das geadas ocorridas no fim de junho e início de julho, que, segundo o boletim, “pontualmente podem superar as estimativas iniciais”. Apesar disso, não há registro de infestações significativas por pragas, e o monitoramento segue com atenção à traça-das-crucíferas (Plutella xylostella). A entidade afirma que, na safra anterior, a combinação de inseticidas químicos e biológicos foi eficiente no controle desse inseto. A estimativa da Emater/RS-Ascar é de cultivo em 203.206 hectares e produtividade média de 1.737 kg/ha.

Na região administrativa de Ijuí, 16% das lavouras estão em fase de floração, com avanço na emissão de flores nos ramos laterais. Cerca de 5% já ingressaram na formação de síliquas. As folhas que foram afetadas pelas geadas demonstraram recuperação, sem sinais visuais de danos, o que indica preservação da função metabólica das plantas.

Em Santa Maria, aproximadamente 15% das lavouras encontram-se em floração. O boletim destaca que as chuvas recentes beneficiaram essa fase, considerada crítica para o potencial produtivo. Em Tupanciretã, áreas com baixa germinação foram substituídas por trigo, após decisão dos produtores de não realizar novo plantio.

Na regional de Santa Rosa, 61% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, 33% em floração e 6% em enchimento de grãos. As lavouras em crescimento vêm apresentando expansão lateral das folhas, sinalizando aproximação da floração. Em cultivos mais tardios, ainda foram aplicados fertilizantes nitrogenados, embora a maioria das áreas já tenha ultrapassado o período ideal para esse manejo. Em Giruá, principal município produtor da oleaginosa, com 8 mil hectares, geadas severas provocaram perdas nas lavouras em formação de grãos. Nos cultivos mais avançados, os danos chegaram a 40%, mas os impactos foram limitados, já que o atraso fenológico reduziu a exposição das lavouras aos eventos climáticos.

Na regional de São Luiz Gonzaga, houve redução da área cultivada de 9.000 para 7.200 hectares. O recuo foi atribuído ao atraso na semeadura, emergência irregular das lavouras e substituição por outras culturas após a dessecação.

Na região de Soledade, 20% das áreas encontram-se em floração e 80% na fase vegetativa. As lavouras apresentam estande e sanidade adequados, conforme avaliação da Emater/RS-Ascar.





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Produção dos EUA não supre consumo de carne



Estados Unidos apresentam um déficit de 996 mil toneladas entre a produção




Foto: Pixabay

Segundo análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), os Estados Unidos apresentam um déficit de 996 mil toneladas entre a produção e o consumo de carne bovina, o que torna o país dependente de importações para atender à demanda interna.

Entre os principais países produtores, o Brasil aparece com o maior excedente entre produção e consumo, somando 3,69 milhões de toneladas. Em seguida, figura a Austrália, com um saldo de 1,94 milhão de toneladas.

Países como Paraguai e Uruguai também aparecem como potenciais fornecedores ao mercado norte-americano. O saldo entre produção e consumo nesses países é de 480 mil e 425 mil toneladas, respectivamente. Contudo, a análise ressalta que esses mercados já possuem destinos consolidados para parte de seu excedente produtivo.

O Imea destaca ainda que a carne bovina brasileira permanece com o preço mais competitivo entre os países avaliados.





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Setor cafeeiro pode ser forçado a redirecionar produção, diz Cepea



A partir de 6 de agosto, a exportação do café brasileiro para os Estados Unidos passará a ser taxada em 50%.

Enquanto permanece batalhando para ficar de fora da lista de produtos brasileiros que vão ser taxados pelo governo norte-americano, o setor cafeeiro nacional segue marcado por incertezas, informou o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP).

Segundo pesquisadores do Cepea, por causa dessa alta taxa, os produtores brasileiros poderão ser forçados a redirecionar parte de sua produção para outros mercados, o que deverá exigir “agilidade logística e estratégia comercial para mitigar os prejuízos à cadeia produtiva nacional”.

Principal destino do café

Os Estados Unidos são o principal destino das exportações de café do Brasil. Em 2024, eles importaram cerca de 23% do grão nacional, especialmente da variedade arábica, insumo essencial para a indústria local de torrefação.

A Colômbia representou cerca de 17% do total das importações norte-americanas, enquanto o Vietnã contribuiu com aproximadamente 4%.

Para o Cepea, como os Estados Unidos não produzem café, a elevação do custo de importação deve comprometer a viabilidade de toda a cadeia interna, que envolve torrefadoras, cafeterias, indústrias de bebidas e redes de varejo.

“O Cepea avalia que a eventual entrada em vigor da tarifa tende a impactar não apenas a competitividade do café nacional, mas também os preços ao consumidor norte-americano e a formulação dos blends tradicionais, que utilizam os grãos brasileiros como base sensorial e de equilíbrio”, diz o comunicado.

Exceções às tarifas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, oficializou, na última quarta (30), a proposta de taxação de produtos brasileiros comercializados com os EUA.

Contudo, a Ordem Executiva trouxe cerca de 700 exceções, como suco e polpa de laranja, combustíveis, minérios, fertilizantes e aeronaves civis.

O café não entrou nessa lista de exceções. Com isso, logo após o anúncio de Trump, o Conselho dos Exportadores de Café (Cecafé) disse que vai seguir em tratativas para que o café seja incluído na lista de produtos brasileiros que vão ficar de fora da taxação.



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Arroba do boi gordo continua movimento de recuperação; veja as cotações



O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar recuperação em seus preços nesta quinta-feira (31).

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios sugere a continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com o atual posicionamento das escalas de abate, apresentando encurtamento, em especial para os frigoríficos de menor porte.

“Já os frigoríficos de maior porte ainda sinalizam para um posicionamento mais confortável de suas escalas de abate, ainda contando com boa disponibilidade de animais de parceria (contratos a termo)”, reforça.

Segundo ele, o mercado pecuário nacional parece já ter assimilado a questão do tarifaço. “O Brasil encontra boas possibilidades no mercado internacional, em especial na Ásia”, considera.

  • São Paulo: R$ 299,75 — ontem: R$ 296,92
  • Goiás: R$ 281,43 — R$ 278,04
  • Minas Gerais: R$ 288,53 — R$ 287,06
  • Mato Grosso do Sul: R$ 299,66 — R$ 297,16
  • Mato Grosso: R$ 291,82 — R$ 290,61

Mercado atacadista

O mercado atacadista volta a se deparar com acomodação em seus preços ao longo do dia. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por alguma recuperação no decorrer da primeira quinzena de agosto, período pautado por maior apelo ao consumo.

Contudo, mesmo com a iminência do Dia dos Pais, que costuma elevar a demanda pela proteína bovina, o movimento será limitado por conta da maior competitividade das proteínas concorrentes, em especial da carne de frango.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 21,40 por quilo, o dianteiro a R$ 17,50, por quilo e a ponta de agulha segue cotada a R$ 17 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,21%, sendo negociado a R$ 5,6001 para venda e a R$ 5,5981 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5668 e a máxima de R$ 5,6243. No mês, a valorização foi de 3,07%.



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